O AMOR QUE LIBERTA - Camila Machado [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz. dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando. >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunhão Espírita de Brasília. Estamos aqui com a nossa irmã Camila Machado, que vai trazer o tema O amor que liberta. Antes de começarmos a palestra, eu vou ler um trecho do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 6. em seu benefício. Não se agaste com o ignorante. Certamente não disponhe ele das oportunidades que iluminaram seu caminho. Evite aborrecimentos com as pessoas fanatizadas, permanecem no cárcere do exclusivismo e merecem compaixão como qualquer prisioneiro. Não se perturbe com o mal criado. O irmão intratável tem na maioria das vezes o fígado estragado e os nervos os nervos doentes. Ampare o companheiro inseguro. Talvez não possua o necessário quando você detém excesso. Não se zangue com o companheiro. Não, perdão. Não se zangue com o ingrato. Provavelmente é desorientado ou inexperiente. Ajude ao que erra. Seus pés pisam o mesmo chão e se você tem possibilidade de corrigir, não tem o direito de censurar. Desculpe o desertor, ele é fraco e mais tarde voltará à lição. Auxilie o doente. Agradeça ao divino poder o equilíbrio que você está conservando. Esqueça o acusador. Ele não conhece o seu caso desde o princípio. Perdoe ao mal. a vida se encarregará dele. Então, André Luiz, né, eh, trazendo diversas reflexões, né, com situações, né, que a gente pode se deparar no dia a dia. E ele finaliza dizendo que a gente perdoar, né, esse mal, essas pessoas que podem estar se comprazendo em praticar o mal, que deixa que a vida se encarregará, né? ele
nte pode se deparar no dia a dia. E ele finaliza dizendo que a gente perdoar, né, esse mal, essas pessoas que podem estar se comprazendo em praticar o mal, que deixa que a vida se encarregará, né? ele sempre faz ali um uma antítese, né, a cada situação, dizendo que a gente pense eh perceber as coisas positivas dentro de nós, né? Então, olha, alguém que tá com eh não tá tá doente, não tá muito bem e a gente tá bem, vamos agradecer o que a gente tá bem, né? Se a gente tá ali sendo acusado por alguma coisa, perdoa, né? porque a gente não sabe o que que a gente tá passando exatamente, né? Então é algo que a gente precisa, né, tá refletindo e e aplicando no no nosso dia a dia, né? Queria saudar também todos que estão nos acompanhando pela internet, né? Eh, vejo aqui no chat a Inés Riba, a Albertina, Raquel, a Cláudia, Gilmar. Sintam-se todos abraçados virtualmente, né? Todos aqueles que forem entrar, fica o convite de se inscrever no canal, né? deixar o joinha, que é uma forma de mostrar paraa plataforma, né, que o conteúdo ele é relevante. Feita essas essa introdução e essa reflexão, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que prepara este ambiente com tanto carinho e tanto amor, que nos acompanha neste momento, ajudando a gente se organizar internamente, organizando nossas energias internas. com o objetivo de sentirmos mais tranquilos, mais leves e mais amados. Ampare, Senhor, nossa irmã Camila, para que ela seja intuída em seus pensamentos, em suas palavras, na mensagem que ela se preparou para trazer para nós. que possamos estar atento às reflexões que serão ditas e pensarmos no nosso dia a dia, no que que aquilo se aplica e possamos ter uma boa palestra. Que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. >> Muito bom dia. Tá, tá ligado? Muito bom dia a todos e a todas que estão aqui presentes, que nos acompanham através da TV Comunhão. Que Jesus abençoe esse nosso encontro e nos inspire para aprender da melhor forma
a. Tá, tá ligado? Muito bom dia a todos e a todas que estão aqui presentes, que nos acompanham através da TV Comunhão. Que Jesus abençoe esse nosso encontro e nos inspire para aprender da melhor forma essa mensagem que vem do alto em nosso favor. Hoje nós vamos falar sobre o amor que liberta. Não tem nada que nos faça sentir mais amados do que sentirmos que temos a liberdade de sermos exatamente quem somos, com os nossos defeitos, com as nossas qualidades e ainda assim nos sentirmos acolhidos, aceitos, percebermos que o sentimento ele não se altera. por termos ainda tanto a melhorar, por ainda não sermos perfeitos, por percebermos que esse sentimento ele é constante, ele é forte, ele é estável. E quando nós vamos falar de um amor que liberta, é justamente esse verdadeiro amor que traz essa sensação de liberdade. Não só a liberdade de sermos quem nós somos, mas vermos que o outro escolhe ficar apesar de E nós escolhemos ficar ou voltar também por causa desse amor. É por isso que a maior prova do amor de Deus por nós é o livre arbítrio que ele nos deu, essa liberdade que ele nos deu. Ele nos cria e nos solta, nos deixa ser. Ele respeita o nosso tempo, o nosso processo, a nossa individualidade. Nós temos infinitas escolhas a fazer. E ele tá lá observando, ajudando, esperando. Lá no livro dos espíritos, desde a questão 843 até a questão 850, nós vamos ter justamente esse tema abordado, que é o do livre arbítrio. Então, os espíritos vão falar sobre a liberdade que nós de fato temos de pensar e de agir, justamente por não sermos máquinas, não sermos robôs. Às vezes nós nos perguntamos: "Por que Deus já não criou todo mundo perfeito?" Assim, evitaríamos os sofrimentos, esses desgastes, essas situações. E é justamente porque ele nos ama. É justamente porque ele quer nos dar essa oportunidade de sermos, não de apenas replicarmos uma programação. O mérito, a sensação, a cada conquista é incomparável, é inigualável. E é assim que nos tornamos espíritos puros, não como cristal frágil, mas como
e sermos, não de apenas replicarmos uma programação. O mérito, a sensação, a cada conquista é incomparável, é inigualável. E é assim que nos tornamos espíritos puros, não como cristal frágil, mas como a matéria mais forte de todas, inquebrável. Isso leva tempo, isso requer trabalho, muito suor e às vezes algumas lágrimas. Quando nós vamos pensar num exemplo mais micro, antes de ir pro macro, que é o amor de Deus por nós, ele na sua perfeição, nos faz aqui dentro das nossas limitações, ter experiências que nos permitem cada vez mais ir entendendo sobre esse sentimento que é o amor. E aí temos esse sentir inexplicável de uma mãe pelos seus filhos, de um pai pelos seus filhos. esse sentimento que temos por alguns parentes, ou seja, através da consanguinidade, nos aproximamos, nos permitimos e também não se restringe somente a isso. Vamos cruzar com pessoas nesta existência e em outras. E sem muita explicação, sem muita razão envolvida, vamos ter um sentimento muito forte por essas pessoas. E vamos chamar de amor. E é um sentimento que quando ele é verdadeiro, nós bem sabemos, ele não muda. A pessoa pode fazer e ser o que ela quiser e às vezes ela vai falhar profundamente com o outro e conosco. E mesmo assim, mesmo talvez inclusive feridos, vamos continuar amando. É um sentimento que ele é incondicional. Incondicional no sentido de que ele não tem condições, ele não tem ah, eu te amo, mas se você ah, eu te amo, se e se não tem, eu te amo e ponto final, nada vai mudar isso. Então, um sentimento que não se abala. Se nós formos para Coríntios, a primeira carta aos Coríntios, capítulo 13, Paulo vai falar sobre o amor. E mais especificamente, se nós formos lá para os versículos 4 a 7, ele diz assim: "O amor é sofredor". Então, a primeira coisa que nós temos que tirar assim a ilusão é de achar que o amor ele tem que ser leve, que ele não vai trazer nenhum tipo de sentimento às vezes de sofrimento, de pesar, de tristeza, porque o amor ele às vezes vai trazer isso também e não deixa de ser amor. Então, o amor
m que ser leve, que ele não vai trazer nenhum tipo de sentimento às vezes de sofrimento, de pesar, de tristeza, porque o amor ele às vezes vai trazer isso também e não deixa de ser amor. Então, o amor ele é sofredor. Ele sofre porque ele se entrega, porque ele se doa, ele é benigno. Então o amor ele é bom, bom. Ele é puro, não é invejoso. Então não tem comparação, não tem aquele olhar malicioso, não tem aquela sensação de querer mais. O outro pode estar bem, mas nunca melhor do que eu. O amor ele não trata com leviandade, ou seja, com inconstância, com inconsequência. O amor ele tem essa estabilidade, ele não se ensoberbece, então ele não é orgulhoso, ele não é arrogante, não é vaidoso, não é soberbo, não se porta com indecência, ou seja, com desrespeito, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita o mal. Então, o nosso primeiro pensamento vai ser sempre algo positivo em relação ao outro. Nós não vamos ter uma ideia pré-concebida ou uma opinião já negativa em relação ao que o outro fez ou que o outro é. a gente sempre espera o melhor dele. Não folga com a injustiça, ou seja, não sente prazer com a injustiça, mas folga com a verdade. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera. Então, quem ama espera, tem paciência com o tempo do outro, tudo suporta. Esse é o verdadeiro amor. E talvez numa análise mais profunda nós pensemos: "Bom, eu amo, mas não sei se chega a esse ponto, porque às vezes eu me abalo, às vezes eu me magoo". Às vezes eu espero do outro também. E é natural que seja assim. Estamos numa caminhada, mas nós temos um exemplo perfeito do que é o amor, que é Jesus. Ele é o amor materializado quando esteve aqui. E ele vibrou esse amor em cada atitude, em cada fala. em cada gesto. Foi muito tocante e bonito ver que Jesus dentro da sua grandeza nos mostrou que ele teve a sua caminhada, a sua jornada, onde se aproximou bastante dos seus apóstos, de alguns seguidores que estavam ali mais próximos dele, mas ainda assim o amor que ele sentia era igual por todos,
le teve a sua caminhada, a sua jornada, onde se aproximou bastante dos seus apóstos, de alguns seguidores que estavam ali mais próximos dele, mas ainda assim o amor que ele sentia era igual por todos, desde um soldado romano, Pô Pilatos, Caifás, até os mais próximos. Um amor que ele não é maior pelos mais chegados, é um amor equilibrado, nem mais nem menos, infinito por todos. E ele vem nos mostrar e nos exemplificar o que é o amor de Deus por nós. Então, ele torna um pouco mais palpável, um pouco mais compreensível como o nosso pai nos ama. E na época ele veio então trazer essa essa grande ruptura entre a visão que se tinha de um Deus vingativo, um Deus que tinha os seus preferidos, um Deus que se magoava, que se ofendia, que punia. E ele veio falar: "Não, Deus ele é pai. Deus, ele é amor, ele é misericórdia, ele é abraço, ele é acolhimento, ele é justiça, mas sempre com muito amor. E ele não tem preferidos. Ele ama todos os seus filhos de forma igual. E é assim que uma das parábolas que ele traz para exemplificar isso é a parábola dos dois irmãos. Eu vou confessar para vocês que essa é a minha parábola favorita de todas. Ela toca muito o meu coração. E essa parábola, ela tá lá em Lucas, capítulo 15, versículos 11 a 32. E de uma forma aqui resumida, Jesus vai contar uma história de um pai que tinha dois filhos. E sempre temos que levar em consideração o contexto da época, a cultura, o que que era normal e o que não era. E então Jesus vai trazer vários exemplos nessa história que chocam ao povo da época, porque foram comportamentos totalmente fora do esperado para um pai e para um filho. Então o que acontece? O filho mais novo resolve que quer ir embora, que não quer mais ficar naquela casa, não quer mais ficar perto daquele pai, nem daquele irmão. Ele quer seguir sua vida do seu jeito, fazer o que tá com vontade. E ele não só resolve ir embora, ele vira para esse pai e pede antecipadamente o que lhe caberia de herança. Ele quer a sua parte que ele entende que seria sua. E pra época isso já seria o
com vontade. E ele não só resolve ir embora, ele vira para esse pai e pede antecipadamente o que lhe caberia de herança. Ele quer a sua parte que ele entende que seria sua. E pra época isso já seria o suficiente para aquele pai deserdar o filho, se ofender profundamente e ele simplesmente deixar de fazer parte daquela família. Mas esse pai, inesperadamente nessa história de Jesus, ele aceita e ele não questiona e ele entrega a parte que cabe aquele filho. Muitos de nós às vezes somos esse filho. Nós temos as os nossos sonhos, os nossos gostos, as nossas vontades. as nossas certezas. Muitas vezes vamos estar sendo guiados por algo puramente material, sem perceber, e vamos resolver, decidir, nos afastarmos do Pai, da lei de amor. E aí podemos pensar, será que ele vai se ofender comigo? Será que ele vai ficar magoado? Será que ele vai querer se vingar? Será que vai ter alguma consequência no sentido de abalar o amor que ele sente por mim por tomar essa decisão de simplesmente dizer não te quero mais? Virar muitas vezes as costas para Deus, dizermos inclusive que nem acreditamos mais. Essa parábola vem nos mostrar que não, que esse pai ainda nos permite ter tudo que nos cabe e nos deixa ir. Esse filho, então sai com a sua parte. Isso é um escândalo para aquela aldeia, para aquele povo, para aquela sociedade. e resolve gastar o dinheiro como bem quer, mas acaba perdendo tudo, gastando tudo muito rápido, fica sem nada, começa a passar necessidade, vai trabalhar cuidando de porcos, que naquela época os porcos eram vistos ainda hoje, né, na cultura deles como impuros. Então, ninguém come a carne, é horrível ficar próximo, muito pior ainda lidar com o alimento que aquele porco consome. E esse filho teve que trabalhar alimentando os porcos. E ele tava passando tanta necessidade que Jesus disse que ele resolve e quer, sente vontade de comer aquela comida. Isso é pra gente ver como aquele filho chegou no fundo do poço. Essa fome que o filho sente, ela é muito mais do que a fome material. É uma fome
e resolve e quer, sente vontade de comer aquela comida. Isso é pra gente ver como aquele filho chegou no fundo do poço. Essa fome que o filho sente, ela é muito mais do que a fome material. É uma fome que representa também a espiritual. É esse vazio que uma hora ou outra chega quando nós decidimos nos afastarmos da nossa essência divina e da lei de amor. Então, é uma sensação de que nada satisfaz, que aquilo que nós achávamos que traria felicidade, adivinha? Não trouxe. E é uma sensação muito ruim. Ele então vendo e lembrando que os próprios servos do seu pai estavam sendo alimentados com pães e ele ali passando por aquela situação, pensa: "Eu vou voltar, eu vou voltar. Eu vou falar pro meu pai que eu tô arrependida, eu vou pedir perdão e vou me oferecer para ser um servo também, para trabalhar para ele, porque ele já acreditava que como filho ele não seria recebido. Então, eh, ele chega no pai e fala assim, ele ele pensa assim no isso aqui tá no versículo 18. Após levantar-me, irei ao meu Pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho. Faz a mim como um de teus assalariados. E aqui fala, né, que ele eh depois de se levantar e ele se levanta, ou seja, como se ele estivesse caído. E quantas vezes nós vamos ter essa sensação de estarmos no chão por alguma situação muito difícil que estamos passando, por algum erro muito grave que nós cometemos e como esse essa história também nos mostra de das oportunidades que sempre vão se renovar de nos levantarmos, de recomeçarmos. E ali ele então levantando-se dirigiu-se ao seu próprio pai. E essa parte é belíssima, porque ele ainda tava bem longe, bem longe daquela cidadezinha, mas já dava para vê-lo se aproximar. E o pai nota, percebe de longe. E isso mostra, Jesus aqui quer nos mostrar que quando nasce, por mínima que seja essa vontade no nosso coração de voltar pro Pai, ele sabe e ele não espera que cheguemos até ele. Ele vem ao nosso encontro. chegar até ele no sentido de nos
trar que quando nasce, por mínima que seja essa vontade no nosso coração de voltar pro Pai, ele sabe e ele não espera que cheguemos até ele. Ele vem ao nosso encontro. chegar até ele no sentido de nos redimirmos, de fazermos várias coisas para compensar, de nos transformarmos, de estarmos perfeitos. Não, ele vem até nós no processo, na caminhada, na intenção de sermos melhores. E esse pai notando, vai até ele correndo. E isso choca muito o povo daquela época que escutava aquela história, porque um ancião naquela época não corria de jeito nenhum, pegava muito mal. e ele sai correndo em direção a esse filho. Essa é uma demonstração muito clara que Jesus quer nos dar amor, da magnitude desse amor que o nosso pai sente por nós. Então, estando ele ainda longe, o pai o viu, compadeceu-se, correu, lançou-se sobre o pescoço dele e o beijou repetidamente. E esse beijo que também não era comum pra época numa situação como essas, é como um selo de um acordo fechado de perdão. Eu te perdoo sem ouvir o que o filho tinha para dizer. Ele não precisou colocar o o filho naquela situação às vezes de humilhação que a gente coloca outras pessoas quando estamos magoados. Não. Então se desculpe, reconheça os seus erros, fale o que eu gostaria de ouvir. Quem sabe assim eu não te perdoo. Esse amor aqui não aguarda por isso, já perdoou. Então o filho fala: "Pai, pequei contra o céu e diante de ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho." Mas o pai em forma de gestos mostra que não é bem assim. Disse o Pai para os seus servos: "Trazei a principal estola, seja uma roupa, vestiu, dai o anel para sua mão e sandálias para os pés. Anel só usavam os membros da família. Era para mostrar quem era o pai, quem era o filho. Então, quando ele pede o anel de volta, ele tá mostrando: "Sim, você é digno ainda de ser meu filho. Você nunca deixou de ser." Quando ele traz essa roupa, ele também tá mostrando essa receptividade que era usado em momento de celebração. E as sandálias só os filhos usavam, os servos
e ser meu filho. Você nunca deixou de ser." Quando ele traz essa roupa, ele também tá mostrando essa receptividade que era usado em momento de celebração. E as sandálias só os filhos usavam, os servos é que andavam descalços. Então ele mostra que ele tá aceitando, mas não nessas condições que ele achava que eram necessárias de só voltar como servo, como filho. E então pede para trazer um novilho cevado, sacrificar para fazer uma festa, para festejar o retorno. E aí ele fala: "Porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi encontrado e nós sabemos que somos espíritos imortais, que não morremos. Então, o estar morto aqui é um sentido figurado de quando nós nos afastamos da nossa essência divina, nós morremos para para a nossa missão, para o sentido do nosso existir. E a qualquer momento podemos reviver todos os dias que acordamos, cada segundo que ainda respiramos, é essa oportunidade de reviver. E muitas vezes vamos nos perder deliberadamente porque escolhemos trilhar outros caminhos. Outras vezes vamos ser levados a isso pelas circunstâncias, pela nossa distração, mas nós também podemos voltar a ser encontrados. E encontrar significa ir de encontro. Nós vamos ser encontrados por alguém que já estava nos procurando. E esse é Deus. Ele não te obriga, mas ele te espera. E não te espera lá, ele tá no caminho. Basta você dar um passo. E esse é um amor tão bonito de ver, de sentir, de saber que tá ali, que nunca é tarde demais, que esse pai vai estar sempre ali. Então essa parábola, ela é muito rica porque ela segue mostrando o lado do outro filho, o filho mais velho, que num primeiro momento já foge a sua obrigação, que era tentar mediar aquela situação e evitar que o mais novo fosse embora. O filho mais velho que fica irado quando percebe que o pai recebeu o seu irmão dessa maneira, sem consequências, apesar dele ter sido que ficou. E então ali ele demonstra que apesar de ter sido aquele filho que ficou perto do pai e que exemplifica muitos de nós que
u o seu irmão dessa maneira, sem consequências, apesar dele ter sido que ficou. E então ali ele demonstra que apesar de ter sido aquele filho que ficou perto do pai e que exemplifica muitos de nós que estamos ligados à nossa religião, praticando demonstrações externas ligadas ao que a nossa religião prega, mas lá no fundo, no nosso coração, ainda temos egoísmo, ainda temos orgulho. Achamos que somos privilegiados justamente por termos ficado, por termos feito tudo certo. Então, nós esperamos mais e temos que repensar essa atitude. Temos que repensar essa atitude porque Jesus a todo momento nos mostrou que nosso pai ama a todos de forma igual. E então os dois filhos vão ter o mesmo amor, independente de quem fez primeiro e quem fez depois. É assim que nós temos a parábola dos do trabalhador, dos trabalhadores da última hora. Nós temos a parábola da ovelha perdida, de como ele deixa ali as 99 para ir atrás de uma que se perdeu, porque Deus quer reunir a sua família. E quem tiver em comunhão com Deus vai entender isso, que é sobre união, que é sobre resgate, que a verdadeira felicidade, que a o verdadeiro alimento que vai matar aquela fome que nós sentimos é trazer o maior número de irmãos para perto. É lembrarmos que ele não é só o pai, nós somos irmãos e que nós precisamos cuidar um dos outros. Mas nesse caso é muito bonito ver que os dois irmãos erram, os dois filhos erram de formas diferentes e o pai continua amando de forma igual. Então esse pai fala para esse filho mais velho, tudo que é meu é seu. Tudo eu te amo. Eu amo vocês. Eu amo todos vocês. Não importa o que vocês façam ou o que vocês sejam nesse momento, porque a gente viu que o amor verdadeiro ele espera paciente e é isso que ele tá fazendo, aguardando e respeitando o nosso tempo. Então, para finalizarmos, se nós formos no livro Palavras de Vida Eterna, o capítulo 97, Emanuel vai falar sobre essa parábola. E eu não vou ler o capítulo inteiro, mas sugiro a leitura. Em determinado momento, ele vai dizer pra gente assim:
o livro Palavras de Vida Eterna, o capítulo 97, Emanuel vai falar sobre essa parábola. E eu não vou ler o capítulo inteiro, mas sugiro a leitura. Em determinado momento, ele vai dizer pra gente assim: "O amor de Deus nunca falta. Para toda ferida haverá remédio adequado. Para todo desequilíbrio aparecerá reajuste. Fixa-te no ensinamento do Cristo, enunciando o retorno do filho pródigo. O reencontro não se deu em casa, com remoques e humilhações para o moço em desvalimento. assinalando no caminho de volta. E quando ainda estava longe, o pai ao vê-lo moveu-se de íntima compaixão e correndo lançou-se ao pescoço e o beijou. O pai não esperou que o filho se penitenciasse. O rojo não exigiu escusas, não solicitou justificativas e nem impôs condições de qualquer natureza para estender-lhe os braços. apenas aguardou que o filho se levantasse e lhe desejasse o calor do coração. Deus nos aguarda nessa liberdade que já temos de ir e vir. Ele nos aguarda e ele já nos ama. Muito obrigada e um bom dia a todos. Obrigado a Camila, né? Reflexão e finalizando muito bem, né? Com a Ela falou parábola dois irmãos. Eu fiquei assim, cara, qual é a parábola dos dois irmãos, né? E a gente conhece como é uma parábola do filho pródigo, né? Mas realmente, né? São dois irmãos ali e realmente traz ótimas reflexões, né? Eh, então, agradecer novamente a Camila, agradecer todos que estão aqui presencialmente. Eh, um aviso que tá aqui para mim, né, para reforçar eh com relação ao atendimento fraterno aqui na Com Espírita de Brasília, eh, acontece todos os dias e hoje, terça-feira, começou agora às 8:30, vai até às 10:30 e depois retoma às 15:30 até às 21 horas. Eh, também há o atendimento online, mas aí é necessário agendar por e-mail. Todas as informações estão no site da comunhão espírita, quem tiver interesse, né? O atendimento fraterno é uma oportunidade da gente dialogar, conversar, né? OT atendente fraterno, ele é preparado, né, para poder tá nos ouvindo e diante das nossas necessidades, tá apresentando o que que
ndimento fraterno é uma oportunidade da gente dialogar, conversar, né? OT atendente fraterno, ele é preparado, né, para poder tá nos ouvindo e diante das nossas necessidades, tá apresentando o que que a comunhão eh pode oferecer, né, para auxiliar nos momentos de de aflição, de dor, né, que visita a todos nós, né, invariavelmente. Quero também saudar todos que estão aqui presencialmente, né? Eu vejo a Fátima, a Fernanda, a Maria e todos os outros que deixaram mensagens aqui no chat, né, e que nos assistirão depois de forma gravada. nosso eh cordial abraço. Nesse sentimento de gratidão e fraternidade, voltamos a agradecer toda a espiritualidade, agradecer a Jesus por todos os ensinamentos que ele nos deixou, as parábolas que ele deixou para nós como reflexão pro nosso dia a dia e orientação para o nosso proceder. agradecer principalmente a Deus, nosso pai, criador de todas as coisas, pelas oportunidades que se apresentam diante de nós, por este dia que tá se iniciando. Pedir, Senhor, que nos ajude, nos ensine a amar. a esse amor que liberta, que refletimos na manhã de hoje. Esse o amor que não julga, o amor que auxilia, esse amor muito representado na parábola, o pai recebendo o filho que se arrependeu e retoma para sua casa. recebido de braços abertos, com muito carinho e amor. que a gente possa sentir em nosso dia a dia esse amor e por que não multiplicar no nosso ambiente de casa, no nosso ambiente de trabalho, em todas as relações sociais que temos, que a gente possa sair daqui melhor do que chegamos, de ânimo renovado, na certeza que todo a espiritualidade nos acompanha e que é a nossa nosso bem, que a gente possa ir em paz, que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
rios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o
o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
NISTO TODOS CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS: SE VOZ AMARDES UNS AOS OUTROS | ARTUR VALADARES
Comunhão Espírita de Brasília
AMAR OS INIMIGOS: O PERDÃO QUE LIBERTA VOCÊ - Caio Brasil [A VOZ DO CORAÇÃO]
Comunhão Espírita de Brasília · Caio Brasil
AMOR QUE ACOLHE, AMOR QUE TRANSFORMA - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Claudia Piva
É NATAL ...O QUE ESTAMOS OFERTANDO AO CORAÇÃO? - Caio Brasil [A VOZ DO CORAÇÃO]
Comunhão Espírita de Brasília · Caio Brasil
SÓ JESUS: QUANDO NADA MAIS SILENCIA A ALMA - Caio Brasil [A VOZ DO CORAÇÃO]
Comunhão Espírita de Brasília · Caio Brasil
PAGAR O MAL COM BEM - Enô Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Enô Souza
ESTRANHA MORAL - Roscio Maia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Róscio Maia
COMPREENSÃO E CONCILIAÇÃO - JESUS (MATEUS, 5:25) - Eugênia Matos [PRECE AOS SUICIDAS]
Comunhão Espírita de Brasília · Eugênia Matos