A LIÇÃO DO PERDÃO À LUZ DO ESPÍRITISMO - Camila Machado [JESUS CONVIDA AO EVANGELHO]

Comunhão Espírita de Brasília 07/06/2025 (há 10 meses) 1:04:51 344 visualizações

Descubra a lição do perdão segundo Jesus e o Espiritismo. Supere a mágoa, o rancor e o egoísmo, entendendo que somos espíritos imperfeitos em evolução. Amar os adversários é um convite ao autoconhecimento e à libertação. Essa reflexão essencial mostra como o perdão não é impunidade, mas sim a chave para a paz interior e a cocriação de um futuro melhor, transformando a vida diária através do amor e do esforço útil. #Perdão #Espiritismo #Jesus #Mágoa #Amor #DoutrinaEspírita #Autoconhecimento #DesenvolvimentoPessoal #VidaEspiritual #ComunhãoEspíritaDeBrasília 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Queridas amigas, queridos amigos, boa noite a todos. Muita paz. Jesus nos abençoe. Hoje, dia 6 de junho, é a primeira sexta-feira do mês aqui na comunhão. A primeira sexta-feira do mês é dedicada ao projeto Jesus convida o evangelho. Esse projeto traz pessoas amigas para falar das sentenças, dos ensinos de Jesus à luz do Espiritismo. Hoje nós temos conosco a nossa convidada Camila Machado, evangelizadora da casa, palestrante e além de tudo bonita, muito bonita. Chega dessa minha imagem, né, que já tá gasta. Hoje nós estamos renovando. Olha que beleza. Então ela irá nos falar sobre a lição do perdão. Parece que o perdão é um dos elementos mais necessários no dia a dia das nossas vidas. compreender os outros, entender a falha do outro e ter muita compaixão. Para iniciar a nossa preparação, claro, no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 12, que trata do amor aos adversários e, principalmente trata do perdão, vamos ler uma parte do item três, como preparação do ambiente. Saudamos também, além dos que estão aqui presentes, os nossos irmãos que estão nos acompanhando pelas transmissões da internet, pelas redes e aqueles que irão nos assistir, porque as palestras da casa são gravadas ao vivo e são registradas no YouTube para quem quiser assistir em qualquer horário que lhe seja de melhor valia. Então, a todos saudamos, desejando que a luz do evangelho e o amor do Cristo esteja com todos nós. O capítulo 12 tem 3 diz assim: "Se o amor ao próximo constitui o princípio da caridade, amar aos adversários é a mais sublime aplicação deste princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas pelo indivíduo contra o seu egoísmo e o seu orgulho. Mas há geralmente equívoco no entendimento do sentido da palavra amar neste passo do ensino de Jesus. Não pretendeu Jesus assim falando, que cada um de nós tenha para com o adversário exatamente a mesma ternura que dispensa a um irmão ou a um amigo, o que é natural. A ternura, amizade pressupõe confiança.

pretendeu Jesus assim falando, que cada um de nós tenha para com o adversário exatamente a mesma ternura que dispensa a um irmão ou a um amigo, o que é natural. A ternura, amizade pressupõe confiança. Ora, ninguém pode depositar confiança numa pessoa, sabendo que esta lhe quer mal. Ninguém pode ter para com ela expansões de amizade, sabendo a capaz de abusar desta proximidade. Por isso, entre pessoas que desconfiam uma das outras, não pode haver essas manifestações de simpatia que existe entre as pessoas que comungam das mesmas ideias, os que sintonizam conosco, os que são afinizados conosco, os amigos, os entes queridos. Enfim, ninguém pode sentir em estar com o adversário um prazer igual ao que sente na companhia de amigos e de entes queridos. Diz o Evangelho, capítulo 12, item 3. Vamos fazer uma oração. Os que desejarem fechar os olhos, pensar em Deus, aqui estamos numa casa do caminho, que é o nome geral das instituições que trabalham com o Cristo, pelo Cristo, para o Cristo. E esta nossa comunhão, como o próprio diz, como o próprio nome já diz, comunhão espírita de espíritas. Senhor Jesus, aqui estamos então em comunhão, unidos e reunidos em Teu nome para podermos alimentar nossas almas do néctar, do evangelho, à luz da doutrina espírita. Pedimos então, Senhor, que as bênçãos de Deus e a presença amiga dos teus emissários esteja conosco e nós possamos fluir das bênçãos que recaem sobre nós durante a reflexão da noite. Pedimos também, Jesus, que o Dr. Bezerra de Menezes e a sua equipe e o dirigente deste trabalho possam se conectar com a nossa irmã Camila Machado, a fim de que junto com ela possam produzir uma peça de entendimento e de sugestão para todos nós a respeito dos ensinos do Mestre Jesus. Por isso, Senhor, muito obrigado a todos, muito obrigado a Ti, muito obrigado à vida, a esta casa e a todos vocês por estarmos aqui hoje à noite. Graças a Deus. Sem mais delongas, tem a palavra a nossa irmã Camila Machado. Uma boa palestra a todos nós. Muito boa noite a todos e a todas

a esta casa e a todos vocês por estarmos aqui hoje à noite. Graças a Deus. Sem mais delongas, tem a palavra a nossa irmã Camila Machado. Uma boa palestra a todos nós. Muito boa noite a todos e a todas que estão aqui presentes na comunhão espírita de Brasília, que nos acompanham através da TV Comunhão no YouTube. Que Jesus abençoe esse nosso encontro, onde vamos falar de uma das grandes lições que ele deixou, a lição do perdão. Mas não tem como falar de perdão sem falar de mágoa. E não tem como falar de mágoa sem falar de amor. Porque entre a mágoa e o perdão há um caminho e convites ao longo desse caminho para aprendermos e assimilarmos cada vez mais o que é o amor. O nosso vocabulário aqui na Terra é muito limitado. Isso os espíritos já nos dizem em suas obras. A gente vai ver lá em várias questões do livro dos espíritos esse alerta e até dificuldade que eles têm às vezes de passar algumas mensagens. Isso não é por acaso. A nossa compreensão enquanto espíritos imperfeitos também é muito limitada. Então é natural que se ainda não entendemos algumas coisas, não tenhamos sequer palavras para nomeá-las. O amor é algo que nós estamos engatinhando para aprender. Sabemos ainda muito pouco. Jesus nos trouxe um grande exemplo. Ele vivenciou, ele exemplificou, ele agiu através do amor, ele se movimentou no amor. Mas nós ainda olhamos para o amor com o nosso prismo de espíritos imperfeitos. Então vamos deturpando o que esse grande sentimento tem a nos oferecer. Esse sentimento que vem da fonte que é de Deus. Se nós nos perguntarmos por estamos aqui? O que estamos fazendo aqui? O que se espera de nós? Afinal de contas, qual é a nossa missão? Cada um tem as suas necessidades, tem as circunstâncias que precisa reajustar aqui, tem aprendizados ainda a fazer, mas se pudéssemos resumir algo que engloba a todos nós, se pudéssemos resumir de uma forma geral o que nós estamos fazendo aqui, estamos aqui para aprender a amar, a aprender o que é de fato o amor. Então, somos aprendizes em um planeta

ngloba a todos nós, se pudéssemos resumir de uma forma geral o que nós estamos fazendo aqui, estamos aqui para aprender a amar, a aprender o que é de fato o amor. Então, somos aprendizes em um planeta escola. É assim que Kardec vai chamar lá no Evangelho Segundo Espiritismo, esse mundo de provas e expiações. E não podemos também falar de escola sem falar de professor, ou melhor, de mestre, que é o mestre Jesus. Ele tá aqui, esteve e está para nos ensinar a respeito do amor. Ele é o nosso grande Z, ele é o nosso modelo. E muitas vezes pode parecer difícil e talvez até impossível agir como ele agiu. E se se esperassem de nós que já conseguíssemos agir conforme Jesus agiu, nem estaríamos aqui. já seríamos espíritos puros. Então, o que se espera de nós é esforço nesse sentido, tendo a Jesus, nosso irmão mais velho, como referência, sempre nos questionarmos se ao menos estamos nos esforçando a agir como ele agiu. Lá em Mateus, no capítulo 6, versículo 22, Jesus disse: "Se teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz". Olhos bons são olhos que enxergam através das lentes do amor. Só é possível enxergar com amor se tivermos amor dentro de nós, se tivermos isso para oferecer ao mundo. Era assim que Jesus enxergava a todos e era esse o convite que ele também nos fazia. Quando nós ainda conseguimos não perceber a maldade do mundo, mas nos deixar angustiar e levar por qualquer sentimento negativo diante dos males do mundo, percebemos que ainda temos outros elementos no nosso espírito que não condizem com o amor, que são lembretes constantes de que somos aprendizes, de que somos espíritos imperfeitos. Precisamos admitir isso. Não podemos esquecer disso. Ainda estamos aprendendo. Todos nós, aqueles que erram conosco e nós que também erramos com os outros. E ao encarnar neste planeta, com essa missão de aprender a amar, nós nos propomos a passar por experiências, por desafios, a conviver com pessoas que iam colocar à prova muito do que entendemos no plano espiritual que já havíamos

com essa missão de aprender a amar, nós nos propomos a passar por experiências, por desafios, a conviver com pessoas que iam colocar à prova muito do que entendemos no plano espiritual que já havíamos alcançado e muito do que pretendíamos alcançar aqui. Mas quando chega a hora da experimentação, quando chega a hora da prova da dificuldade, não gostamos, reclamamos, nos indignamos. E nessa hora nós temos duas opções, dois caminhos a tomar, o do amor ou o caminho do mal. Não há um meio termo nesse sentido. E toda vez que optamos pelo rancor, pelo ressentimento, pelo ódio, nós estamos indo no sentido contrário do amor. Então, todas as vezes que passamos por esses conflitos nas nossas relações, é como se estivéssemos sendo perguntados: você está pronto ou não está? É na hora da prática. É na hora da prova que nós mostramos que a teoria foi realmente internalizada. Lá no livro Boa Nova, de autoria do Humberto de Campos, psicografia do Chico Xavier, capítulo 10, ele vai trazer uma lição a respeito do perdão que Jesus deu aos seus discípulos. Estava acontecendo uma situação peculiar que tava incentivando um sentimento muito ruim no coração dos discípulos. Jesus estava peregrinando por Nazaré, pregando seu evangelho junto aos discípulos. Mas para os judeus mais rigorosos, aquilo não caía bem. Eles se incomodavam com as palavras de Jesus, com os atos de Jesus. e o afrontavam. Chamavam de feiticeiro, chamavam de servo de Satanás, chamavam ele de conspirador. Os discípulos, ouvindo isso, ouvindo chacotas que eram feitas a Jesus, se indignaram e não conseguiram não só sentir esse sentimento, eles externalizaram e começaram a discutir com esses judeus. Discussões calorosas, palavras ásperas disferidas. Jesus observa isso com cautela e percebendo que ele precisava mais tarde interferir com as suas lições. Humberto de Campos, na hora que ele narra toda essa situação, ele diz que incendiava no ânimo deles propósitos impulsivos. Essas discussões, propósitos impulsivos. Então vamos falar sobre

suas lições. Humberto de Campos, na hora que ele narra toda essa situação, ele diz que incendiava no ânimo deles propósitos impulsivos. Essas discussões, propósitos impulsivos. Então vamos falar sobre impulsividade, que é quando a gente age automaticamente, sem pensar. Um impulso por si só não é algo ruim. O que vai determinar se o impulso vai nos levar a fazer algo bom ou ruim é a natureza do nosso espírito. Se é um espírito bom, que só tem coisa boa a oferecer, na hora de um impulso, algo bom virá também. Já o contrário, sabemos que podem vir e há de vir desse ato palavras negativas, ações que depois podem vir a se arrepender. É por isso também que Ramed, o espírito Ramed, no livro As Dores da alma, no capítulo sobre as mágoas, vai falar sobre a impulsividade. E ele diz o seguinte: "A grande maioria dos espíritos encarnados e desencarnados domiciliados no órbit terrestre usualmente analisam fatos e tomam atitudes de forma inconsciente. A maioria de nós aqui, não só nós encarnados, como os desencarnados, estamos constantemente agindo de forma inconsciente, ou seja, não percebemos. É no automático irrefletida. Não paramos para refletir a respeito, para indagar por estou fazendo isso, de onde vem isso, impulsiva ou automática? O automatismo permite que muitos de nós tenhamos uma sequência enorme de comportamentos, sem ao menos notarmos onde nasceram. O mal quando chega até nós só vai causar uma reação negativa em nós se encontrar morada. E é por isso que nós precisamos questionar diante das nossas reações, por que estou reagindo assim? Por estou me sentindo assim, por estou agindo dessa maneira, em que parte da minha alma que veio para este planeta para aprender a amar essa ofensa me tocou. E ao que me convida? Será que tocou no meu orgulho? Será que tocou no meu egoísmo? E o que vou fazer com isso? Ele continua dizendo que o que não pode ser visto não pode ser mudado. Enquanto estiver no inconsciente, enquanto agirmos de forma automática, sistemática, sem questionar,

E o que vou fazer com isso? Ele continua dizendo que o que não pode ser visto não pode ser mudado. Enquanto estiver no inconsciente, enquanto agirmos de forma automática, sistemática, sem questionar, não vamos mudar exatamente o que viemos mudar aqui. E como nós percebemos esses pontos a serem trabalhados senão no convívio com pessoas que são diferentes, que nos testam nas suas diferenças, que apertam nos nossos calos. Que maneira de descobrir esses pontos, senão diante dos problemas, dos desafios. Então, nós precisamos olhar para essas questões e ver que não é sobre o outro, é sobre nós. O nosso poder de mudança, o nosso controle é sobre nós mesmos. E é para isso que estamos aqui. É por isso que sempre lembramos que o nosso maior e único inimigo somos nós mesmos. Voltando lá para aquela aquele episódio do capítulo 10 narrado por Humberto de Campos entre Jesus, seus discípulos e aqueles judeus rigorosos que gratuitamente atacavam Jesus, ele também vai dizer que isso gerava reflexos nocivos nos discípulos. essas discussões. Quando a gente vai falar de um reflexo que é prejudicial, que é nocivo, nós também podemos lembrar da questão do livro dos espíritos 27, que vai falar da trindade universal. Ali os espíritos vão nos dizer que existem três elementos na criação e fora dela. Somente três: Deus, nós, espíritos e matéria. Então, tirando Deus, tirando nós todo o resto da matéria, inclusive os nossos pensamentos, é um tipo de matéria que a gente não consegue ver, não consegue perceber, que tá ali andando, se movimentando através do fluido cósmico universal, que é matéria também. E esses nossos pensamentos surgem a partir da nossa natureza. Se fôssemos totalmente bons, nossos pensamentos também seriam totalmente bons. E por que que os pensamentos são tão importantes? Porque se eles são matéria, mesmo que a gente não aja de fato, eles estão materializando algo no plano espiritual e isso já está causando alguma coisa. E pela lei de ação e reação, se estamos causando algo, algo

les são matéria, mesmo que a gente não aja de fato, eles estão materializando algo no plano espiritual e isso já está causando alguma coisa. E pela lei de ação e reação, se estamos causando algo, algo virá também ao nosso encontro. O que estamos causando? Que pensamentos são esses? Bons ou ruins? E pensamentos estão intimamente ligados a sentimentos. Que sentimentos são esses que nutrimos? E que às vezes nos levam a piores ações? É por isso que Emanuel escreveu um livro chamado Pensamento e Vida, através do Chico. E lá no prefácio ele já traz uma informação importantíssima. Ele diz que nossos pensamentos são um reflexo de nós mesmos e criam a vida que procuramos. A forma como nós pensamos reflete quem nós somos. E é através dos nossos pensamentos que são matérias, estão se materializando, que nós estamos criando aquele futuro que tanto almejamos. Se os nossos pensamentos são de rancor, de ódio, de mágoa, que futuro é esse que estamos criando para nós mesmos? Somos espíritos imperfeitos, já entendemos isso, repetimos várias vezes, convivemos com outros espíritos imperfeitos e então é natural que erremos e que errem conosco. Então, surge a pergunta diante das nossas ofensas, por que somos tão exigentes com os demais? Por que não toleramos erro de espírito imperfeito? Porque somos tão impacientes? Hamed, nesse capítulo, ele continua dizendo assim: "O querer viver uma existência inteira, desprovida de decepções e de ingratidões, com aceitação e considerações incondicionais, é desastrosamente irreal". Ora, somos espíritos imperfeitos no mundo de provas e expiações e achamos que não iremos encontrar irmãos que irão nos decepcionar, que irão nos tratar com ingratidão, que não irão ter consideração em alguns momentos mesmo aqueles que mais precisávamos, que irão nos aceitar. por inteiro. O mal, esse mal que vem praticado pelos nossos irmãos, ele não foi criado pelo nosso pai. Deus, fonte do bem, do amor, só vem coisa boa. E o mal, ele é a ausência do bem. É aonde o bem ainda não chegou, ainda não

mal que vem praticado pelos nossos irmãos, ele não foi criado pelo nosso pai. Deus, fonte do bem, do amor, só vem coisa boa. E o mal, ele é a ausência do bem. É aonde o bem ainda não chegou, ainda não produziu frutos. É por isso que lá também no livro Boa Nova, capítulo 26, Jesus, em determinado momento está conversando com Pedro e diz para ele: "Pedro, o homem do mundo é mais frágil do que perverso." Vejam que ele tá mostrando que quando o homem erra, quando o homem peca, é muito mais fragilidade. essa vulnerabilidade, essa suscetibilidade para o mal. Porque se somos imperfeitos e ainda trazemos essas tendências que foram adquiridas ao longo das nossas experiências, é natural que às vezes caiamos em tentações. Às vezes é atrativo, parece que é o melhor caminho, parece vantajoso e assim erramos. No livro Ceifa de Luz de Emânuel, no capítulo 2, ele vai chamar a todos nós quando erramos de vítimas do mal. Vítimas do mal, de criaturas suscetíveis de acolher a influência do mal. Tudo é energia. A forma como a gente pensa atrai, atrai situações, atrai pessoas. a forma como a gente vibra. E se nós trazemos essas imperfeições e vibramos dessa maneira, é natural que acabamos acabemos atraindo também irmãos na mesma sintonia. Nesse sentido, quando a gente chama de vítima, quando a gente chama de alguém que caiu em uma influência, podemos ficar um pouco desconfortáveis com esse termo, como se parecesse que estamos eximindo quem erra da sua responsabilidade. Seria então uma impunidade que aconteceria e sabendo que o nosso pai é justo, infinitamente justo, e que a justiça divina é lei, sabemos que o perdão então não tem nada a ver com reparação. Uma coisa não conversa com a outra. A reparação sempre acontecerá. se dá em três estágios. O arrependimento que precisa ser natural, precisa ser verdadeiro, precisa ser sincero. E é por isso que cada um tem o seu tempo. Deus não força, ele respeita. Deveríamos fazer assim também. Depois vem um momento da expiação, de se colocar no lugar do

ser verdadeiro, precisa ser sincero. E é por isso que cada um tem o seu tempo. Deus não força, ele respeita. Deveríamos fazer assim também. Depois vem um momento da expiação, de se colocar no lugar do outro, de entender o que é sentir aquela dor, de nos tornarmos mais humanos, mais sensíveis e depois a reparação. Então não, não tem impunidade, é lei de ação e reação, mas ao mesmo tempo somos convidados a perceber que não precisamos ser justiceiros. O nosso pai não precisa de justiceiros. E às vezes na hora de nos apegarmos ao nosso rancor, a nossa dificuldade de perdoar, é porque achamos que dessa maneira, nutrindo esse sentimento, estamos fazendo o outro lidar de alguma forma, pelo menos com o que fez, nem que seja por esse sentimento que estamos emanando em direção a ele. Mas não percebemos, muitas vezes não percebemos que estamos nos fazendo cada vez mais mal. E esse mal que vem a partir da nossa mágoa, da nossa raiva, já não tem nada a ver com o outro. é da nossa responsabilidade. Estamos nos prejudicando e escolhendo isso. No Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 12, lido hoje, intitulado Amai vossos inimigos pela fala de Jesus, por convite que ele nos fez, Kardec Mateus, capítulo 5, versículo 20, onde Jesus disse: "Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo". Essa era a lei na época. Trate bem quem te trata bem, trata bem quem você ama e aqueles que não, aborreça, destilhe o seu ódio, faça o que quiser. E Jesus disse: "Mas eu vos digo, amai os vossos inimigos, fazei o bem por eles, orai por eles. Ele muda tudo, tudo. E esse pedido parece pesado demais, difícil demais, às vezes até impossível. E isso porque nós temos uma ideia de relacionar essa essa esse conselho de Jesus, de amar ao próximo a amar da mesma forma que nós amamos as pessoas que nos são mais caras. Aquele amor genuíno que a gente não parece que não cabe dentro do peito. Amamos infinitamente algumas pessoas, algumas de graça, nem fazem por merecer. Mesmo assim as amamos. E

que nos são mais caras. Aquele amor genuíno que a gente não parece que não cabe dentro do peito. Amamos infinitamente algumas pessoas, algumas de graça, nem fazem por merecer. Mesmo assim as amamos. E pensamos: "Isso é amor. Como eu vou sentir isso pelo meu ofensor?" E não tenhamos pressa, porque enquanto espíritos imperfeitos num caminho de evolução, sabendo que chegaremos a espíritos puros, um dia, por incrível que pareça, conseguiremos sentir isso por eles, o mesmo amor, um amor inclusive ainda mais puro, já que nós, como falamos no início, ainda estamos aprendendo de fato o que é amar. Então, que pedido é esse de amar os nossos inimigos? O que se espera de nós neste momento? O que já somos capazes de fazer agora com a consciência que temos hoje? E Kardec vai esclarecer. Ele fala que amar os inimigos é não ter ódio, rancor, desejo de vingança. E isso é uma escolha que a gente faz. Porque num primeiro momento nós vamos nos sentir atacados e talvez esse sentimento comece a querer brotar, mas somos nós que escolhemos regar. Somos nós que escolhemos alimentar dia a dia, remoendo aquilo na nossa cabeça, revivendo aquilo das mais diversas maneiras, pensando de forma negativa no ofensor. E nesse sentido já se espera de nós, já temos capacidade de nos esforçarmos para trocar de canal, mudar a sintonia, trocar a estação. Assim que vier aquela impulsividade da raiva de pensarmos negativamente em um irmão, façamos uma oração por ele. Coloquemos um louvor para ouvir. Abramos o Evangelho Segundo Espiritismo. Vamos fazer alguma leitura edificante, escutar uma palestra, ir tomar um passe, tentar sair dessa sintonia. Kardec também diz que amar os inimigos é não opor nenhum obstáculo à reconciliação. É muito diferente continuar convivendo e se reconciliar. E às vezes nós pensamos: "Não quero mais te ver na minha frente, estou cortando os vínculos, não tem papo mais com você". Nesse sentido, nós estamos colocando obstáculos à reconciliação, impedindo que o outro fale, se expresse, se

quero mais te ver na minha frente, estou cortando os vínculos, não tem papo mais com você". Nesse sentido, nós estamos colocando obstáculos à reconciliação, impedindo que o outro fale, se expresse, se explique, mesmo que a explicação dele não faça sentido para nós e que ele também nos ouça. Reconciliação é esse momento onde a gente abre o nosso coração e permite que o outro abra também, lembrando, tendo em mente que ele é um espírito imperfeito como nós, que erra mais por ignorância do que por perversidade. Kardec também disse que amar os inimigos é desejar o bem ao invés do mal. Porque às vezes a gente quer que o outro sinta o que a gente sentiu, que ele pague se dando mal nessa vida das mais diversas maneiras. Mas quando a gente deseja isso, vamos para aquela parte dos reflexos, para aquela parte do pensamento, do que estamos materializando, desejando mal. E talvez se esse irmão estiver nessa mesma vibração naquele momento, ele receba isso e piore a situação dele de fato, mas não sem antes piorar a nossa, não sem antes nos envenenarmos, não sem antes nos machucarmos. E pior do que isso, quando falamos de pensamento, quando falamos de irradiação de vibrações, tanto boas quanto ruins, não temos noção nem controle do alcance que aquilo terá. Então, às vezes pensamos: "Não, mas eu só estou pensando mal daquela pessoa porque ela me ofendeu". Mas você pensou mal e mal é mal e isso foi, vagou e e atingiu outros espíritos, outras situações que estavam vibrando nessa mesma situação. Então, não sabemos de que forma estamos colaborando também para o mal, para além daquele que nos ofendeu. Assim como nossas preces ajudam os espíritos de luz nas suas missões em nosso socorro aqui na terra, quando nós vibramos ódio, estamos auxiliando aqueles irmãos em erro que estão tentando atrapalhar e fazer mal a outras pessoas. Pensemos bem se queremos ser agentes do bem ou do mal, instrumentos do bem ou do mal, porque algo se dará e se fará através de nós. André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, vai nos

utras pessoas. Pensemos bem se queremos ser agentes do bem ou do mal, instrumentos do bem ou do mal, porque algo se dará e se fará através de nós. André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, vai nos explicar que nós, ainda que sejamos espíritos imperfeitos no momento, já somos cocriadores em plano menor, no sentido de que tudo que a gente pensa, que a gente irradia, que a gente materializa, nós estamos ajudando a construir de certa maneira dentro ali da nossa esfera de ação, que tipo de cocriadores queremos ser, qual é o legado que queremos deixar Marcas, que pegadas vamos deixar do amor ou do ódio? Kardec também diz que amar aos inimigos é estender a mão prestativa em caso de necessidade. Às vezes não convivemos mais com aquela pessoa, mas ela em determinado momento precisa de nós, precisa da nossa ajuda, algo que nós temos condição de fazer por ela. Isso não quer dizer que vai ser fácil, que vai nos fazer num primeiro momento felizes, mas é um chamado, é aquele convite do aprendizado sobre o amor, dar servir incondicionalmente. Isso é a luz. E se a pessoa precisar de nós, que não neguemos. E Kardec também vai dizer que abster de atos e palavras que possam prejudicar o nosso próximo também é amar os inimigos. Quando somos machucados, muitas vezes não guardamos aquilo somente para nós. Saímos falando, propagando, fofocando. Queremos que todos saibam. Queremos diminuir a imagem daquela pessoa perante a sociedade ou aquele círculo de convivência. Queremos rebaixá-la, humilhá-la, diminuí-la de alguma forma. Kardec nos convida a guardar isso para nós. Ele nos convida a não prejudicá-los através das nossas palavras. Isso às vezes é muito difícil. Para isso temos a opção da terapia, do atendimento fraterno, da oração, para que possamos tirar de dentro esse sentimentos sem fazer mal. O Haroldo Dutra Dias, no seu livro O Sermão do Monte, capítulo 5, quando fala do perdão, diz assim: "O perdão é um presente que você entrega ao outro, mas quem recebe é você". Olha que curioso, você está entregando, mas os

no seu livro O Sermão do Monte, capítulo 5, quando fala do perdão, diz assim: "O perdão é um presente que você entrega ao outro, mas quem recebe é você". Olha que curioso, você está entregando, mas os benefícios, quem está colhendo é você. Ele diz assim: "O perdão não corrige o outro, ele simplesmente liberta". Porque muitas vezes nós temos essa impressão de que o perdão tem que estar condicionado a uma melhoria que vem a acontecer antes mesmo do nosso perdão, alguma movimentação de arrependimento, pelo menos, algum tipo de reparação. E o intuito do perdão não é esse. Nós não podemos voltar no tempo. Tem coisas que nesta vida não há mais o que fazer. E os significados que elas têm hoje também terão outros com uma visão mais ampla que teremos fora daqui. Então, o propósito do perdão não é corrigir, é nos libertar. Porque quando nós estamos de alguma forma guardando esses sentimentos de mágoa, de ódio, de rancor, estamos nos ligando ainda mais àquele espírito por esse pensamento que está se materializando e virando uma verdadeira algema. E aí então fazemos mal a ele, nos fazemos mal e precisamos continuar juntos. Não sabemos por quantas encarnações e em situações ainda piores, pelos débitos que acumulamos, desnecessariamente. Então, eh, Aroldo nos relembra que a mágoa e o ressentimento tiram de você aquilo que a ofensa não conseguiu levar, porque já somos às vezes extremamente prejudicados por causa de uma ofensa recebida. Coisas cruéis, pesadas acontecem, mas algo restou e até isso é levado através do nosso ódio, do nosso rancor. Então, perdoar significa resolver dar um pin a um ciclo de agressões mútuas. É como se você tivesse a decisão de colocar um ponto final naquele mal ou então dar vazão para que ele continue crescendo, sendo alimentado, indo para outros horizontes. Perdão é a hora que você decide em não propagar a partir de você mais mal, que ele termine em você. Isso é ser agente do bem. No livro Boa Nova, seguindo ali com aquela passagem entre Jesus e os seus

Perdão é a hora que você decide em não propagar a partir de você mais mal, que ele termine em você. Isso é ser agente do bem. No livro Boa Nova, seguindo ali com aquela passagem entre Jesus e os seus discípulos, eles então procuram Jesus e falam: "Mestre, não entendemos como o Senhor pode ficar inerte, passivo? Não deu uma resposta, não fez nada para se defender?" Então Jesus fala para eles: "Acaso podemos colher uvas nos espinheiros? É possível ir ali no meio dos espinhos e o olha uma uva. Não é possível colher perfeição absoluta de espíritos imperfeitos?" É basicamente essa pergunta. Por que estamos buscando algo onde sabemos que ainda não vai ter? E aí vem essa reflexão necessária paraa nossa exigência e intolerância quando erram conosco. E talvez digamos: existem erros e erros? Alguns são tranquilos de deixar passar, outros não. E realmente, dependendo de quem faz, do momento que faz, como faz, aquilo tem um peso muito maior para nós ou então é irrelevante. Mas isso é um alerta para nós daquilo que falamos, de aonde isso toca em mim, em que ponto da minha alma, porque isso quer dizer que nós ainda temos uma falha muito grande de relativizar a moral. Dependendo de quem for e como for, é mal, senão não justificar. Quando os espíritos já nos disseram mal é mal, ponto final, bem é bem, ponto final. Então não tem erro mais grave ou menos grave, tem momento espiritual, capacidade que o espírito tem naquele momento. E às vezes a gente tá exigindo como exigir de uma criança um conhecimento vasto de física quântica, de um espírito imperfeito que já domine todas as virtudes e que não erre, que não caia em tentação. Como se nós estivéssemos nesse patamar, inclusive de quem não erra para est exigindo isso, só pode ser. E aí vem aquela grande lição da mulher adúltera, quando Jesus aparece ali, impede o apedrejamento e diz: "Quem nunca tiver pecado que atire a primeira pedra e todos se afastam. Dos mais velhos aos mais novos, todos se afastam. Ali tinha uma pessoa que teria moral

parece ali, impede o apedrejamento e diz: "Quem nunca tiver pecado que atire a primeira pedra e todos se afastam. Dos mais velhos aos mais novos, todos se afastam. Ali tinha uma pessoa que teria moral para isso, que era Jesus. E aí ele pergunta pra mulher adúltera: "Onde estão os que te condenaram? Se foram?" E ela disse: "Sim, não te julgaram?" E ela disse: "Não". E ele, pois eu também não te julgo. E essa é uma grande lição de que nenhum espírito puro pode julgar o outro. Julgamento não cabe a nós. Só Deus pode fazer isso e que lembremos disso. Então, continuando, Jesus fala assim: "A melhor resposta é sempre a do nosso próprio trabalho, do esforço útil. esforço útil, porque odiar, alimentar a mágoa requer esforço, requer energia, mas não é útil. Então ele nos chama ao esforço útil, que a gente continue agindo no bem, optando por fazer o bem, inclusive através do nosso pensamento. Não deixar de operar na nossa esfera de ação. Cada um tem a sua. E Deus conta conosco na nossa esfera de ação. Talvez pensemos: "Mas a minha é tão pequena, é tão insignificante?" Quem disse? Talvez agora sobre o nosso olhar pareça, mas ele conta conosco. Estamos ali no meio daqueles espíritos, vivendo aquelas circunstâncias por alguma razão. E podemos ser instrumentos do bem. Não vamos com certeza nos arrepender disso lá na frente. Vamos inclusive estar muito orgulhosos de nós mesmos. Ele também nos diz que tenhamos palavras construtivas e no momento oportuno, porque tem horas que é preciso saber calar, tem hora de falar, porque dependendo às vezes é até uma palavra com boa intenção, mas dita naquele momento é falta de consideração, de empatia, a pessoa acaba recebendo de outra maneira. Então, no momento oportuno, não quer dizer que não vamos poder falar. As discussões só geram odiosas disensões, ou seja, odios conflitos, disputas, divergências. E ele faz um alerta. Só devemos dizer aquilo que o coração possa testificar mediante atos sinceros. Não adianta só falar. Só fale o que você já é capaz de

eja, odios conflitos, disputas, divergências. E ele faz um alerta. Só devemos dizer aquilo que o coração possa testificar mediante atos sinceros. Não adianta só falar. Só fale o que você já é capaz de fazer. Só exija aquilo que você já faz. Porque de outra forma as afirmações são simples ruído sonoro de uma caixa vazia. E então Felipe, ele compreende essa lição de Jesus, mas ele tem um incômodo ainda, porque ele percebe que mesmo ali entre os discípulos, entre os seguidores de Jesus, tem alguns que não estão se comportando da melhor maneira. E ele fala inclusive que sente que são em determinados momentos um tanto quanto insuportáveis. É a maneira como ele os vê. Então ele pergunta para Jesus: "Se os próprios irmãos da comunidade apresentam falhas, como há de ser o futuro do evangelho?" E é uma preocupação justa. Às vezes aqui nas nossas vivências e circunstâncias também nos preocupamos porque vemos aqueles que deveriam agir pelo que pregam de uma determinada maneira e vão pelo caminho do mal. E podemos, no momento de desatenção, nos deixar levar por uma desesperança, por um sentimento de abandono, de vazio. E então Jesus responde para ele assim: "E você, Felipe, você já edificou o re o reino de Deus no íntimo do seu espírito? Porque tá preocupado com a atitude dos outros. Eles não estão talvez fazendo a parte deles para construir o evangelho. Mas e você? Você tá construindo? Você tá fazendo a sua parte? E Felipe refletiu sinceramente falou: "É verdade que ainda não". E é um convite para nós. Se queremos que o bem reine, se queremos que as pessoas sejam mais empáticas, que tenham mais consideração, mais gratidão, que deem mais valor à vida, que comece por nós, nas nossas atitudes, na nossa forma de lidar com o outro e com essa existência que não é nada fácil. No livro Ceifa de Luz de Emanuel, capítulo 2 e capítulo 49, ele vai nos alertar sobre a bagagem que cada um traz por trás das suas ofensas, por trás dos seus atos. Porque às vezes a gente olha e julga a pessoa só pelo que ela fez aqui

capítulo 2 e capítulo 49, ele vai nos alertar sobre a bagagem que cada um traz por trás das suas ofensas, por trás dos seus atos. Porque às vezes a gente olha e julga a pessoa só pelo que ela fez aqui e agora. A gente não conhece a história dela, não sabe de onde ela veio, os sentimentos que carrega, não só por essa existência, pelo que passou até ali, mas até de outras. E aí ele diz: "Quem poderá, com os olhos do corpo físico medir a extensão da treva sobre as mãos que se envolvem no espinheiral do crime?" Os olhos do corpo físico, estamos encarnados e limitados. E através desse grande limite que não nos permite enxergar muito além, nos sentimos nos direito de apontar o dedo e julgar. Quem na sombra terrestre, olha só que interessante, ele chama de sombra terrestre. Quando estamos aqui neste planeta encarnados, é como se estivéssemos sobre uma sombra. Não conseguimos ver direito. Não há luz mostrando que há além. Então, quem na sombra terrestre distinguirá toda a percentagem de dor e necessidade que produz desespero e revolta? Então, por trás de cada ato tem muita dor, tem muita necessidade. E aqueles que se envolvem nas teias da vingança, bem sabem disso, porque também são movidos por uma necessidade imediata de justiça e por uma revolta pelo que lhe foi feito. Ele diz que habitualmente aquele que te fere pode estar nos mais diversos graus de dificuldade e perturbação. E nós que espíritas somos, sabemos que muito provavelmente, se ele está naquela sintonia, está acompanhado de vários irmãos também desequilibrados que pioram ainda mais a situação. Isso não é justificar, isso não é isentar. É um convite para que sejamos mais compassivos no nosso jeito de olhar para os nossos irmãos, entendendo que eles vão ter que lidar com as consequências do que fizeram e que nós podemos ajudá-los. Que grande presente é esse de poder servir e que grande prova de ascensão espiritual é querer fazê-lo inclusive com aqueles que nos feriram. Então Jesus está nos fazendo um convite para ajustar as nossas lentes, para

nte é esse de poder servir e que grande prova de ascensão espiritual é querer fazê-lo inclusive com aqueles que nos feriram. Então Jesus está nos fazendo um convite para ajustar as nossas lentes, para trocar o prisma pelo qual estamos enxergando os nossos ofensores, não mais agora como inimigos, como algozes, mas como doentes, como necessitados. Tudo muda. Nós temos muito mais paciência com uma criança. Nós temos muito mais paciência com uma pessoa que está doente fisicamente. Nós temos muito mais paciência com idosos. E essas fragilidades do corpo físico nos enganam muitas vezes a esquecer que por trás tem um espírito. E então o espírito não é de uma criança. O espírito não é necessariamente idoso. O espírito está doente de outras formas. Então são todos necessitados. As aparências enganam. que tenhamos a capacidade de tentar abstrair do corpo e enxergar mais um espírito. Um espírito que no fundo, por trás de todo esse ódio deste lado, implora implora por amor. Jesus nos ensinou a todas as horas que o amor vale a pena. Ele lutou cada segundo pela vitória do amor. Que nós possamos permitir que o amor também saia vitorioso em cada um dos nossos corações, começando hoje, agora, na prece que faremos a seguir, pedindo por todos os nossos ofensores. Boa noite. Muito obrigada. Tivemos então, queridas irmãs, queridos irmãos, a lição do perdão. Que mais me chamou atenção foi quando ela nos lembrou, você deve pregar aquilo que você já é capaz de fazer. E eu lembrei de Jesus. Ela leu do sermão do monte, Mateus 5. Amai os vossos adversários, fazei o bem aos que vos perseguem, orai pelos que vos caluniam. Ele falou, mas lá na cruz ele cumpriu. Reuniu as últimas energias que tinha para dizer em uma oração a Deus por aqueles que estavam ali maltratando, crucificando. Pai, pai, perdoa-os. Eles não sabe o que fazem. Então Jesus, além de ser o máximo exemplo do amor, deu o exemplo prático máximo do perdão. Vamos então orar pedindo perdão a Deus pelas nossas falhas, mas também orando pelos nossos irmãos que falham

Então Jesus, além de ser o máximo exemplo do amor, deu o exemplo prático máximo do perdão. Vamos então orar pedindo perdão a Deus pelas nossas falhas, mas também orando pelos nossos irmãos que falham conosco, porque todos somos irmãos, Senhor. E o Pai Criador, pai de todos nós, que nos ama a todos sem nenhuma distinção, aguarda que nossos espíritos possam ir nas experiências cotidianas e nas rexeriências reencarnatórias, ir aprendendo a amar, fazendo esses exercícios de casa, o dever ver de casa em casa, treinando com os entes queridos, a compreender, a tolerar, a perdoar, sentindo por eles amor, mesmo com as suas falhas e com as nossas, até que possamos amar a todos como o Pai nos ama e como Cristo nos amou. Caminha conosco, Jesus, ao nosso lado. ilumina os nossos caminhos, orienta os nossos passos e por meio da tua doutrina, do teu evangelho, apacenta os nossos corações para nós também apacentarmos os nossos irmãos, porque todos somos tuas ovelhinhas necessitado do bom pastor. Que os teus emissários nos acompanhem de retorno aos nossos lares e a luz do teu evangelho ilumine a nossa vida hoje e sempre. Graças a Deus. Boa noite a todos. Muito obrigado pela presença. Obrigado aos que nos assistem. Passamos então a orientação da nossa irmã do serviço de passes que é oferecida aos que desejarem. Ela está vindo para nos orientar. Muito boa noite a todos. Vão com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo

o a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.

s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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