PEÇA ENQUANTO FAZ - Camila Machado [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/06/2025 (há 10 meses) 35:11 1,256 visualizações

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Transcrição

Estamos aqui, né, com a nossa irmã Camila, que vai trazer a mensagem. Ixe, me perdi aqui. Peça enquanto faz. Mas antes de adentrarmos à palestra, eu vou ler um trecho do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Javier. Capítulo 33. Sem tais armas. Sem boas maneiras, você viverá desamparado da confiança dos outros. sem fortaleza, succumbirá aos primeiros obstáculos do caminho. Sem fé positiva, vagueará sem rumo. Sem devotar-se ao bem, experimentará terrível endurecimento. Sem exemplos nobres, passará inutilmente pelo mundo. Sem trabalho digno, o tédio apodrecerá suas energias. Sem esforço próprio jamais alcançará as portas do alto. Sem esperança, suas noites terrestres serão mais escuras. Sem compreensão, dolorosa lhe será a jornada através das sombras. E sem espírito de renúncia, você não educará a ninguém. Então, André Luiz, nesse capítulo, né, trazendo alguns convites, alguns pontos, né, que são primordiais pra gente conquistar outros, né, até até fazer uma dualidade com a com o tema de hoje, né, e enquanto a gente tá pedindo, vamos fazer alguma coisa. Então, após essa leitura, que tem o objetivo de acalmar nossos pensamentos, acalmar nossa respiração, para nos auxiliar estarmos aqui presentes neste momento. Agradecemos a Deus, nosso pai por mais este dia que se inicia diante de nós. Agradecer a Jesus por todo o amparo que faz a este planeta e a cada uma das ovelhas que aqui está. Agradecer também toda a espiritualidade que prepara este momento antes daqui a gente chegar. que nesse momento da palestra a gente possa ter nossas energias restabelecidas, reorganizadas, que a gente possa estar presente para refletir sobre cada palavra que aqui será dita. E pedimos também para que ampare a nossa irmã Camila, para ela ser intuída, trazendo a mensagem que ela preparou e trazendo as mensagens que cada um de nós esteja precisando neste momento. Que assim seja. Graças a Deus. Muito bom dia a todos e a todas que nos acompanham através da TV Comunhão, que

e ela preparou e trazendo as mensagens que cada um de nós esteja precisando neste momento. Que assim seja. Graças a Deus. Muito bom dia a todos e a todas que nos acompanham através da TV Comunhão, que estão aqui presentes. Que Jesus abençoe esse nosso encontro, onde nós vamos falar do ato de pedir, algo que foi estimulado pelo nosso mestre, pedir e dar se buzá, mas também ao mesmo tempo ele sempre nos incentivou a seguir adiante, a fazer nossa parte, a não nos colocarmos numa posição de inércia. E é nesse sentido que eu começo trazendo uma passagem que tá lá em Mateus, capítulo 7. versículos 1 a 5. Jesus disse: "Não julgueis para que não sejais julgados". Quando pensamos em julgamento e quando ele nos alerta que o nosso próprio julgamento pode acabar acarretando em um julgamento em relação a nós, podemos nos perguntar: "Quem é de fato o que vai julgar?" Com entendimento limitado que ainda temos de Deus, mas que nos foi trazido pela espiritualidade maior, sabemos que o nosso pai, ele é um pai de amor, de bondade infinita, de misericórdia infinita e que ele não se coloca nessa posição de fato de juiz que vai aplicar penas, que vai apontar dedos, que vai nos enxergar de uma maneira negativa. Julgamento é uma palavra muito forte para o que ele faz conosco. Como o pai que é, foi assim que Jesus nos ensinou a olhar para ele. Ele educa. E a educação às vezes requer mais rigor, requer coragem de dizer não quando a carinha do filho implora por um sim, por saber que é o melhor. Julgamento, na verdade, parte de espíritos imperfeitos que ainda tendem a apontar dedos. E esse maior julgamento vem da nossa parte. É a nossa própria consciência que nos julga. Isso acontece porque apesar de sermos espíritos imperfeitos, somos filhos de Deus. Temos o DNA divino. A nossa natureza é divina. E então é ela, essa essa luz interna que Jesus também nos chamava a deixar brilhar, que vai se conectando e nos fazendo esse chamado para seguir as leis divinas. Então Jesus disse: "Não julgueis para

E então é ela, essa essa luz interna que Jesus também nos chamava a deixar brilhar, que vai se conectando e nos fazendo esse chamado para seguir as leis divinas. Então Jesus disse: "Não julgueis para que não sejais julgados, porque com o juízo que julgardes sereis julgados". E isso até a psicologia explica. Nós acabamos projetando elementos que estão em nós. O nosso rigor em relação ao nosso próximo está em consonância com o quanto somos rigorosos conosco. Mas muitas vezes não queremos olhar para isso, não queremos admitir isso e simplesmente nos distraímos olhando para fora. Jesus continua: "E com a medida com que tiverdes medido, vos tornarão a medir. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?" Essa frase, ela é belíssima, de uma profundidade imensa. E se nós vamos para o dicionário para entender o significado de argueiro, veremos que é uma partícula pequeníssima, destacada de qualquer corpo, um grânulo, um cisco, uma coisa mínima, sem qualquer importância. E Jesus nos alerta que muitas vezes estamos enxergando isso no olho do nosso próximo e não percebemos a trave que está nos nossos olhos. Trave no dicionário, nós vamos ver que é aquele grande tronco de madeira retilíneo, grosso, comprido, que é usado para sustentar partes elevadas de uma construção. É como uma viga, é para dar apoio, para dar reforço a uma estrutura. É algo que chama a atenção. Imaginemos que um cisco, realmente quando ele se faz presente no nosso olho é extremamente incômodo. Nós não conseguimos prosseguir enquanto não tiramos esse cisco. E enquanto ele não é retirado, nosso olho vai inflamando cada vez mais, ficando mais irritado e ficamos agoniados. Então, é esse simbolismo trazido por Jesus de dizer que muitas vezes estamos reparando nesse cisco no olho do nosso irmão e não vendo a trave que está em nós, no nosso olhar. É para que vejamos que antes de apontar dedos, temos que olhar para nós, para tudo que temos ainda que melhorar,

nesse cisco no olho do nosso irmão e não vendo a trave que está em nós, no nosso olhar. É para que vejamos que antes de apontar dedos, temos que olhar para nós, para tudo que temos ainda que melhorar, que crescer, que reajustar. E às vezes estamos julgando no outro algo que também está em nós. Quando vamos falar de olhos, lembramos que os olhos muitas vezes são chamados poeticamente de janelas da alma ou espelho da alma. E de fato, quando olhamos no olho do nosso irmão ou da nossa irmã, muitas vezes vamos perceber, mesmo com ausência de palavras, se tá triste, se tá feliz, se tá com algum sentimento específico. As palavras não são necessárias, como se o olhar falasse por si só. Se olharmos profundamente nos olhos de um irmão também, veremos que às vezes vamos conseguir notar o nosso próprio reflexo. E isso também tem um simbolismo gigantesco. É o olho que a gente usa para observar a vida como um todo. E aqui não nos referimos especificamente do olho do corpo físico, já que sabemos que às vezes vamos vir com algumas limitações nesse sentido por motivos maiores, mas os olhos da alma também agem e esses com toda força. Então, na hora que Jesus escolhe usar, escolhe usar o olhar como exemplo e coloca essa questão do cisco e da trave, ele chama a nossa atenção. E é por isso que em seguida ele é inclusive um pouco duro, porque diz Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho do teu irmão. Hipócrita no dicionário é o que demonstra uma coisa quando sente ou pensa outra. E quantas vezes nós estamos de fato cobrando de nossos irmãos uma atitude diferente, que deveriam ter sido mais corretos, mais educados, mais condizentes, que deveriam ter tido mais respeito, mais consideração, quando na verdade não estamos olhando para nossas próprias atitudes que no dia a dia, nem sempre estão também nesse sentido das nossas exigências. Hipócrita também significa aquele que dissimula a sua verdadeira personalidade e afeto, quase sempre por motivos

atitudes que no dia a dia, nem sempre estão também nesse sentido das nossas exigências. Hipócrita também significa aquele que dissimula a sua verdadeira personalidade e afeto, quase sempre por motivos interesseiros ou por medo de assumir a sua verdadeira natureza, qualidades ou sentimentos que não possui. Nós que somos espíritos imperfeitos, muitas vezes gostamos de esquecer desse fato, fingir que não é com a gente. E então cobramos dos nossos irmãos por serem imperfeitos, como se nós ainda não fôssemos. Hipócrita é aquele que é fingido, que é falso, que é dissimulado. E Jesus então disse: "Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho." Esse é o primeiro passo. Antes de olhar pro outro e querer fazer mudanças, vamos fazer essas mudanças em nós. E são grandes mudanças, como a trave simboliza. Se tivéssemos pequenas coisas, apenas um momento de refinamento para ser feito em relação ao nosso espírito, nem estaríamos mais neste tipo de mundo. Já seria um mundo mais adiantado. Então, temos grandes tarefas a fazer que dizem respeito a nós. E isso sim, nós temos controle, nós temos poder, nós temos capacidade de mudança. Isso não quer dizer que é fácil. Se fosse fácil, já teríamos conseguido antes. Mas ele diz: "Primeiro, tira a trave do teu olho e então verás claramente como se o nosso olhar diante da vida, diante dos nossos irmãos, diante das circunstâncias, fosse mudar depois de retirar essa trave. Essa trave são todos os nossos defeitos, todas as nossas más tendências, tudo que acaba influenciando para que vejamos o mundo conforme as nossas imperfeições. Por isso que ele diz que tirando essa trave, purificando o nosso espírito, veremos claramente. E aí então numa visão mais compassiva, mais generosa, mais bondosa, condizente com o espírito mais esclarecido, tirarás o argueiro do olho de teu irmão. Vejam só que bonito que ele manda que tiremos a nossa própria trave, mas nos convida a sermos nós os que iremos tirar aquele cisco do olho do nosso irmão. Nós nós faremos isso. Isso é atividade.

rmão. Vejam só que bonito que ele manda que tiremos a nossa própria trave, mas nos convida a sermos nós os que iremos tirar aquele cisco do olho do nosso irmão. Nós nós faremos isso. Isso é atividade. Isso é sair da passividade, isso é fazer pelo outro. E não esqueçamos, quando fazemos pelo outro, estamos fazendo por nós também. Isso não é para que façamos pensando na recompensa, mas que vejamos que bonita é a lei divina, que faz que com que tudo que vai volte. E imagino eu que todos nós aqui gostaríamos que só voltassem para nós coisas boas. Seguindo nesse mesmo capítulo agora dos versículos 11 a 14, Jesus disse assim: "Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus dará bens aos que lhe pedirem." maus no sentido de espíritos imperfeitos que somos. Quando amamos genuinamente na nossa capacidade atual de amar, queremos fazer tudo por esses bens, por esses entes amados, tudo que estiver ao nosso alcance. Não poupamos esforços. E aqui Jesus está nos lembrando que imaginemos nosso pai, o todo poderoso, que tudo pode, que nos ama infinitamente se ele não fará. E esse aqui é mais um estímulo para que não deixemos de pedir, de rogar, de contar com ele, de confiar que a todo momento ele está intervindo em nosso favor. E às vezes vamos duvidar disso, estranhar, porque nem sempre a ajuda vai chegar da forma como gostaríamos. Isso não significa que não estamos sendo ajudados muito, muito mais do que da forma que achávamos que seria melhor. Jesus continua: "Portanto, tudo que vós quereis que os homens vos façam, fazei-ho também vós, porque esta é a lei e os profetas." fazer ao próximo o que gostaríamos que nos fosse feito. Mais uma vez, um conselho e recomendação de fazer pelo outro. Não esperar que ele lide sozinho com as suas questões, que ele se resolva, que ele se cure, que ele encontre o caminho, que sejamos nós quando pudermos, dentro das nossas possibilidades, auxiliá-lo. No final das contas, todos estamos aqui

s suas questões, que ele se resolva, que ele se cure, que ele encontre o caminho, que sejamos nós quando pudermos, dentro das nossas possibilidades, auxiliá-lo. No final das contas, todos estamos aqui para servir, porque servir o próximo é amar o próximo. E um dia vamos entender que esse essa é a maior dádiva, essa é a verdadeira felicidade. Não é ser amado, é ter a capacidade de amar, é ter as forças necessárias para poder fazer algo pelo outro. Quem já esteve em momentos de limitações das mais variadas, sabe como é ruim querer poder fazer e não conseguir. Se hoje temos essa capacidade, vamos aproveitar. Jesus continua: "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela. E porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida, a verdadeira vida e poucos há que a encontrem." Essa questão da porta que nos remete à passagem, à transição de um ambiente para outro, de uma situação para outra, de um ciclo para outro. A porta larga é tudo que nos conduz e está em sintonia com as nossas más tendências. Se nós estivermos muito atentos, vigiando, orando, vamos estar constantemente passando por essas portas largas. E porta estreita requer esforço. Às vezes a gente vai ter que se espremer. Às vezes a gente vai ter que se tornar menor para poder passar. Então isso nos convida à renúncia, a esforço, a abnegação, a suor e às vezes a lágrimas. Mas é recompensador, porque Jesus tá nos dizendo que essa porta estreita tá nos conduzindo à vida. E é isso que a gente quer, é isso que a gente busca. E é por isso que às vezes sentimos um vazio imenso depois de finalmente atravessar a porta larga e ver que não era ali que estava a nossa felicidade. Então Jesus finaliza dentro desses versículos que eu separei, dizendo assim: "Por seus frutos os conhecereis em relação aos falsos aos falsos profetas, acaluteilai-vos, porém, dos falsos profetas que vem até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos

dizendo assim: "Por seus frutos os conhecereis em relação aos falsos aos falsos profetas, acaluteilai-vos, porém, dos falsos profetas que vem até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis." Então, sempre vamos estar atentos aos conselhos que estamos ouvindo, aos caminhos que estamos tomando, ao que aparentemente está fazendo, sentindo e nos guiando por esta vida. Porque às vezes vamos estar sendo guiados por estes falsos profetas das mais variadas maneiras. Não nos afastemos de Jesus, dos seus ensinamentos que ecoam nos nossos corações. E é por isso que hoje separamos para falar brevemente do capítulo 56 do livro Ceifa de Luz. Daí vem o título da nossa palestra de hoje que chama Peça enquanto faz. O pedir eh faz parte do ato de orar. E Emanuel então chama esse capítulo 56 de temas da prece, ou seja, geralmente o que vai surgir dentro de uma prece, dentro das nossas rogativas a Deus e conselhos que ele nos dá diante disso. Por isso, ele coloca uma das passagens que nós comentamos no início, que tá lá em Mateus, capítulo 7, versículo 12. Tudo quanto, pois quereis que os homens vos façam, assim fazei vós também a eles. E ele começa: "Roga a Deus te abençoe, mas concilia-te cada manhã com todas as criaturas e com todas as coisas, agradecendo-lhes as dádivas ou lições que te oferecem". Então, pede bênção, não há problema nenhum, mas abençoa também. Acordar toda manhã é um grande presente, porque nunca sabemos quando será o nosso último dia por aqui. E quando acordamos, ele nos convida a usar esse dia para nos reconciliarmos com todas as criaturas e com todas as coisas. E as coisas aqui são essas circunstâncias que às vezes batem a nossa porta, surpresas um tanto quanto desagradáveis. E pensamos logo agora, mais essa é um convite para olhar diferente. Quando o problema surgir, isso significa convite, isso significa confiança na nossa capacidade de atravessar, de transpor esse desafio. E ele também nos diz, agradecendo-lhes

ite para olhar diferente. Quando o problema surgir, isso significa convite, isso significa confiança na nossa capacidade de atravessar, de transpor esse desafio. E ele também nos diz, agradecendo-lhes as dádivas ou lições que te oferecem. Às vezes vamos agradecer felizes da vida, porque aquilo que aconteceu, que está acontecendo, aquela pessoa está totalmente de acordo com o que gostaríamos. Mas às vezes é difícil agradecer por situações e por pessoas que nos fazem tão mal. Aí vamos lembrar de uma fala de Paulo na primeira carta aos Tessalonicenses, capítulo 5, versículo 18. Ele fala: "Dem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus. Em todos, em tudo. Dai graças, porque teve o aval do Pai. Nada acontece sem a sua permissão. Então, tem que ter algo de bom por trás disso. E diante às vezes da nossa impossibilidade de enxergar isso, um convite a trabalharmos a nossa confiança. Emanuel continua: "Pede saúde, evitando brechas para a doença. Porque às vezes estamos pedindo saúde, mas como estamos agindo? O que estamos pensando? Como estamos cuidando do nosso coração? Às vezes a nossa vibração desorganiza todo o nosso sistema. A nossa alma sente, a gente psicossomatiza e acaba adquirindo doenças que sequer estavam previstas. Então, façamos a nossa parte de também prezar pela nossa saúde, não só cuidando dessa parte da emoção, do sentimento, da saúde mental, mas também do nosso corpo físico, que é o nosso templo que nos foi emprestado. Como estamos fazendo isso? Emanuel continua: "Solicita proteção amparando os irmãos de experiência cotidiana. dentro dos recursos que se te façam possíveis. Queremos ser protegidos, mas será que estamos protegendo? Porque existem tipos de proteção que estão ao nosso alcance. Todos aqui podem fazer uma prece por um irmão. Todos. E isso já é muito. E aqui ele fala que são esses irmãos de experiência cotidiana, porque não são só aqueles que estão na nossa família ou que convivemos na mesma casa, mas

a prece por um irmão. Todos. E isso já é muito. E aqui ele fala que são esses irmãos de experiência cotidiana, porque não são só aqueles que estão na nossa família ou que convivemos na mesma casa, mas aqueles que atravessam o nosso caminho em determinado momento do dia. Espera a felicidade criando a alegria do próximo. É lei de ação e reação. Usemos a nossa capacidade para trazer sorrisos, para criar esperança no porvir. Às vezes nós vamos estar chorando por dentro e ainda assim temos a capacidade de fazer alguém feliz. que não esperemos estar 100% para aí então dar algo de nós. O caminho tem que ser inverso e tem muito mérito quando precisamos fazer muito esforço e ainda assim não cedemos à preguiça ou ao desânimo. Fazemos mesmo assim. Procura as luzes do saber, distribuindo-as no auxílio aos que te rodeiam. Busca melhorar o nível de conforto em tua existência material, apoiando os companheiros de humanidade para que se elevem de condição. Aqui a gente vê que Emanuel não está condenando dinheiro, não está condenando que busquemos uma vida mais confortável, mas está nos convidando a não esquecer dos nossos irmãos nessa trajetória, de continuar fazendo, de usar esse empréstimo divino também em favor dos nossos irmãos. Aguarda a tolerância para as falhas possíveis que venhas a cometer. Entretanto, esquece igualmente as ofensas de que te faças objeto ou as dificuldades que alguém te imponha. Aqui é o perdoar para ser perdoado. Requisita a consideração e a simpatia dos semelhantes para que te harmonizes contigo mesmo. Todavia, oferece aos outros a consideração e a simpatia de que carecem para que não lhes falhe o equilíbrio e a tranquilidade. Às vezes já estamos com as nossas próprias dificuldades e cruzamos com irmãos que parece que só pioram a situação. mantém um pingo de consideração, um pingo de empatia para fazerem algo para pelo menos ajudar a que a situação não piore. Gostaríamos que ajudassem nesse sentido, mas e nós também estamos colaborando para tranquilizar e equilibrá-los da

pingo de empatia para fazerem algo para pelo menos ajudar a que a situação não piore. Gostaríamos que ajudassem nesse sentido, mas e nós também estamos colaborando para tranquilizar e equilibrá-los da melhor forma possível? É a indagação que emana nos faz. Suplica o auxílio do Senhor na sustentação de tua paz. Contudo, não só negues auxílio ao Senhor para que haja sustentação na paz dos outros. A árvore se alimenta com os recursos do solo, produzindo fruto que não consome. Isso é tão bonito, né? todo um trabalho para produzir seus frutos e não são para ela. Que usemos esse exemplo na natureza para que nós também às vezes tenhamos todo um trabalho para adquirir algo, para conseguir algo. E não foi pensando em nós, foi pensando no outro. Às vezes sequer vamos usurfruir. A lâmpada gasta a força da usina, deitando luz em benefício de todos. semeleir enceleirá-la, ou seja, fazer depósito, estoque, armazenar, acumular, guardar essa luz, ela expande essa luz. E esse é o convite entre a rogativa e a concessão, entre o nosso pedido e o sim por parte do Senhor, está o proveito, ou seja, a utilidade, o benefício que foi dado, o resultado positivo propiciado a partir de uma ação, de um objeto. entre o nosso pedido e essa ajuda está o quanto nós aproveitamos as oportunidades para fazer pelo outro também. Então, finaliza, Emmanuel, afirma-nos o evangelho que para Deus nada existe impossível, mas de certo que Deus espera que cada um de nós faça o possível a nosso próprio favor. Então, não se espera de nós algo que não tenhamos a capacidade de fazer. Cada um de nós está carregando sua própria cruz num peso que às vezes parece demais, mas Jesus nos lembrou que é um peso que cada um aguenta, que cada um é capaz. E é tão bonita essa confiança na nossa capacidade de transformação, de regeneração. E então tudo que se espera de nós é esforço. Dentro das nossas forças, das nossas possibilidades, cada um sabe qual é. E se duvida, acredite. Se conecte com o alto. Pergunte o que posso fazer?

eração. E então tudo que se espera de nós é esforço. Dentro das nossas forças, das nossas possibilidades, cada um sabe qual é. E se duvida, acredite. Se conecte com o alto. Pergunte o que posso fazer? O que queres de mim? Senhor, e as respostas virão no nosso dia a dia, quando sairmos aqui da comunhão, estejamos atentos às intuições, aos conselhos amigos da espiritualidade, das grandes oportunidades que surgirão em nosso favor para servirmos e também sermos servidos pelo Senhor. Que ele nos inspire e nos abençoe para o bem hoje e sempre. Obrigada. Muito obrigado também, Camila, pelas reflexões, né, desta manhã, que a gente possa tá nessa reflexão, né, de agirmos enquanto estamos também solicitando. Ela terminou muito bem, falou assim, ó, e vamos ficar atento com a resposta que vai vir do alta de alguma forma. Agradecer também todos que estão aqui presentes, né, no Salão Bezerra de Menezes, que nos acompanham aqui pela internet. A Giovana até dando bom dia, família comunhão, a Rosana, a Amanda, Dei, a Rosana chega a agradecer, né, o dizendo que o tema é de extrema importância, fazer e pedir, oportunidade temos para receber as bênçãos que merecemos, fazer, fazer, fazer quando recebemos de bênção e nem percebemos. Gratidão e agradecendo também a palestra, mestra Branca também agradecendo. Então, todos aqui também se sintam assim abraçados virtualmente, né? Eh, e a Camila também tem um, acho semana passada no YouTube da TV Comunhão tem o espírita pop, né? E aí ela fez uma dobradinha ali com o Mateus trazendo o tema. Todos sabem o que é certo ou errado, né? E aí esse já é um tema para uma outra palestra, né? E quem tiver curiosidade que entre lá no no canal do YouTube da TV Comunhão, tanto esse espírita pop também outros programas, formas da gente fazer essas reflexões e às vezes a resposta da espiritualidade vem por meio desses programas, né, das palestras e a gente vai se fortalecendo. Então, e com relação aos avisos, né, no próximo sábado, dia 14 de junho, nós teremos um

es a resposta da espiritualidade vem por meio desses programas, né, das palestras e a gente vai se fortalecendo. Então, e com relação aos avisos, né, no próximo sábado, dia 14 de junho, nós teremos um coral teatralizado com o tema holofotes, um convite à vida, né, será aqui presencial no salão Bezerra de Menezes, né, será no sábado às 19 horas, mas também teremos transmissão pelo YouTube, quem não puder estar presente, né? Eh, e na chamada aqui tem um texto chamado dizendo, né, a existência de Deus, a imortalidade da alma, a reencarnação, a comunicação com os espíritos, a lei de causa e efeito, a honestidade afetiva e a esperança. Venha colorir a sua fé e se encher de esperanças. Então é o convite da diretoria de arte e cultura para termos esse momento, né, com coral teatralizado. Então volto a agradecer todos que estão aqui virtualmente, os que estão bem presencialmente, em especial a Camila por trazer essas reflexões nesta manhã. E o mais importante, agradecer a Deus, nosso pai novamente por esta oportunidade de estarmos aqui reunidos, refletindo sobre os ensinamentos que Jesus nos deixou, ensinamentos que reverberam até os dias atuais e que nos convida à ação, aquela fé ativa, a fé de que não estamos sozinhos. Estamos sendo aparados e como ele prometeu, nenhuma ovelha seria perdida. Mas que seja essa fé que também nos convida à ação, convida a fazer a nossa parte, convida a olhar ao próximo, como podemos ajudar o próximo? Como podemos ser de fato cristãos? seguindo os ensinamentos de Jesus, colocando em prática para que a nossa vida seja um exemplo, seja o evangelho vivo dentro de nós. Que a gente possa sair daqui fortalecido, com mais força, mais fé e esperança do que a que chegamos. que possamos permanecer nesse sentimento de calma e tranquilidade para o momento posterior do passe. Que a gente vá com Deus e até a próxima. Que assim seja. M.

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