O AMOR COMO SOLUÇÃO - Eugênia Matos [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 14/11/2025 (há 4 meses) 1:04:35 352 visualizações

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Transcrição

Irmãs do FA pelo médium Vanderlei Oliveira. Sugestões de auto amor e outra caiu em Boa Terra e deu fruto. Mateus 13:8. Essa passagem é da sementes, da parábola da semente. Aquela que cai a semente numa boa terra, frutifica 100 por um. aqui cai numa terra mais ou menos 30 e por aí vai, comparando conosco quando nós estamos preparados para escutar, para aprender as lições do mestre e colocar em prática. Então diz assim: "Sugestões de autoamor, crenças positivas, sonhos de aperfeiçoamento, o bem do próximo, a ação caridosa, a fala tolerante, a cordialidade indistinta, o respeito aos diferentes, a convivência pacífica com as diferenças Dois semelhantes, o descanso necessário, a amizade incondicional, o esquecimento das ofensas, viver o presente sem medo e sem culpa, acreditar no futuro feliz. Cuidar de si mesmo é semear em boa terra. No tempo propício, o fruto surgirá em seu próprio favor, iluminando os seus passos com sabedoria, força e brandura a cada dia. E assim, com as nossas boas atitudes, primeiramente conosco mesmo, nós vamos plantando a própria sementinha em nós para que ela frutifique a 30, a 50, 100 por um. Vamos relaxar um pouquinho. Aqueles que quiserem podem fechar os olhos ou não. Sintam-se confortáveis porque a espiritualidade já começa a trabalhar. A partir do momento que nós estamos preparando para vir para cá, já começa o trabalho espiritual. Então, que Jesus nos abençoe, que Deus nos dê permissão nesta hora. nosso irmão maior Jesus, Maria Santíssima e os nossos anjos guardiões, que estejam sempre conosco, nos orientando, nos intuindo para as boas práticas de com sabedoria podermos a cada dia vencer sempre e nos transformar intimamente com força, muito amor no coração, muita paz e muita luz. E principalmente nós pedimos essa força para a nossa irmã Eugênia, que vai dissertar sobre o tema o amor como solução. Eugênia, seja muito bem-vinda, querida. Boa noite. Todos me ouvem bem? OK. pessoal lá da última fileira, a paz. Ótimo. Eh, como a nossa irmã falou, nosso tema de conversa da noite

o amor como solução. Eugênia, seja muito bem-vinda, querida. Boa noite. Todos me ouvem bem? OK. pessoal lá da última fileira, a paz. Ótimo. Eh, como a nossa irmã falou, nosso tema de conversa da noite de hoje e reflexão fala sobre o amor como solução. Na verdade, esse é o título de um livro da mentora Joana de Anângeles na psicografia do Divaldo. E aos poucos a gente vai conversando sobre essas obras. Mas eu gostaria de iniciar agradecendo a oportunidade de trabalho que a casa me oferece e o privilégio de receber como vocês, como todos nós, até mesmo aqueles que estão nos ouvindo pelos vários canais da comunhão espíritas, recebendo nesse momento bênção, graças, luzes da equipe espiritual desta casa de Bezerra de Menezes. Agradeço a presença amiga da Sinela no apoio, nas vibrações de amor. Eh, meus irmãos, o nossa nossa conversa de hoje é uma convocação para que nós eh respondamos com amor ao amor paternal e incondicional que o nosso Pai Criador nos dedica. Aliás, esse amor desse pai amoroso por nós e é a grande foi a grande novidade que Jesus nos trouxe. É a isso que nós chamamos de boa nova. A boa nova de Jesus era justamente isso, porque antes nós tínhamos um Deus a temer e agora nós temos um pai a amar e um pai com características muito específicas. dentre elas o amor incondicional. Então, ele não nos ama porque a gente merece. Ele não nos ama mais um filho do que outro. Ele ama porque ele é o próprio amor. E é por isso que na passagem do desse evangelho, falando sobre essa passagem do Evangelho, no Evangelho Segundo Espiritismo, ele fala que o amor resume todo o trabalho que Jesus veio trazer, porque justamente ele falava sobre a relação dele com o Pai. Ele dizia: "Eu, Jesus, ele, ele Jesus dizia, eu e o Pai somos um". Então, eh, e quando ele falava sobre esse amor, ele falava sobre eh essa essa capacidade que nós tínhamos que desenvolver em nós de um dia amarmos como ele nos ama. Inúmeras vezes, no seu evangelho, Jesus nos falou sobre esse amor do Pai, nos fazendo ver que existe uma corrente de

acidade que nós tínhamos que desenvolver em nós de um dia amarmos como ele nos ama. Inúmeras vezes, no seu evangelho, Jesus nos falou sobre esse amor do Pai, nos fazendo ver que existe uma corrente de amor que circunda não só o nosso planeta Terra, mas todo o cosmo criado por esse Pai. E que nós, na medida em que nós somos receptivos a esse amor, nós podemos multiplicar em nós essa centelha divina que nós trazemos. Como o texto da nossa irmã falou, somos sementes de luz e todos nós, independente de em que grau de adiantamento espiritual nós estejamos, nós temos essa centelha divina. E quando a essa semente cai em bom terreno, como nossa irmã falou, ela ele ela se multiplica. E é e essa é a nossa conversa na noite de hoje, que nós possamos eh possamos eh multiplicar em amor esse amor que nos é destinado. E eu lembrei de um trecho de uma música, é, da Igreja Católica que fala assim: "Pai, meu pai, eu quase me esqueci que é o teu amor que vela por mim". Então, é isso que nós não podemos esquecer, como a música fala: "Eu quase esqueci que é o seu amor que vela por mim". principalmente quando nós estamos passando os nossos momentos difíceis, porque nessa hora é fundamental acreditarmos e sintonizarmos com esse amor. Então, toda a doutrina que Jesus nos trouxe, que que nós de doutrina espíritas consideramos renascidos, ou seja, nós consideramos que essa essa doutrina trazida por Jesus, nós chamamos a essa doutrina de eh cristianismo rede vivo para nós. Ou seja, nós eh analisamos os evangelhos de Jesus à luz eh da doutrina espírita. A gente tá vivendo o cristianismo rede vivo, cristianismo dos primeiros tempos, dizendo de outra forma. E e renascidos pelo pensamento espírita, nós vamos ver que que a doutrina de Jesus é um hino de ação ao amor. Como tem uma das falas muito conhecidas dentro da doutrina espírita que é fora da caridade, não há salvação. E a caridade nada mais é do que o amor em movimento. que esse amor é necessário que permeie todas as nossas atitudes. Lembrando o

s dentro da doutrina espírita que é fora da caridade, não há salvação. E a caridade nada mais é do que o amor em movimento. que esse amor é necessário que permeie todas as nossas atitudes. Lembrando o apóstolo Paulo, eh, quando ele fala, ele diz: "Se eu falasse todas as línguas dos homens, dos anjos e dos santos, mas se eu não tiver amor, isso de nada resultará". E aí ele sai fazendo outras reflexões. Eu posso dar todos os meu meus bens, eu posso me doar inteiro, mas se eu não estiver fazendo isso por amor, de nada vai me servir. Então o amor eh tem que permear todas as nossas atitudes, o nosso cotidiano. O nosso viver tem que ser um viver amoroso. É por isso que Jesus fala que os seguidores deles serão eh reconhecidos por muitos se amarem. Será que a gente tá fazendo isso? Será que a gente está eh tentando entender os nossos irmãos que às vezes estão passando momentos difíceis, tentando amorosamente entender essas circunstâncias? Então, meus irmãos, nessa proposta dessa noite de hoje, da nossa conversa, o amor é a única solução para que sejamos verdadeiramente felizes. Esse verdadeiramente feliz se refere ao espírito. Nós não estamos falando da das questões materiais, porque o mundo material pode ver a felicidade de outra forma, mas nós estamos falando aqui sobre a felicidade do espírito, né? E agora eu vou falar algumas obras que eu pesquisei, porque quem quiser se aprofundar nesse assunto, então vamos lá. Estude viva, capítulo 32, em torno da regra áurea. Eles eles denominam de regra aura exatamente essa passagem do amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Eh, numa psicografia do do Emanuel e André Luiz, eh, e na psicografia é do Chico e Valdo Vieira. Então, psicografava Chico, eh, Emanuel e o Valdo Vieira, André Luiz. E o capítulo, esse nesse livro estudo de Vívia e o capítulo é o 32, que fala exatamente sobre isso. No livro Opinião Espírita no capítulo 52, é esse mesmo assunto, o tempo da regra áurea. Aí é Mano e Chico, no livro Passos da Vida, que é psicografia de

apítulo é o 32, que fala exatamente sobre isso. No livro Opinião Espírita no capítulo 52, é esse mesmo assunto, o tempo da regra áurea. Aí é Mano e Chico, no livro Passos da Vida, que é psicografia de espíritos diversos, psicografia do Chico, melhor dizendo, espíritos diversos. comunicam no capítulo 11, eh, denominado Bilhete da Regra Áurea. Eh, tem também um livro do Ramed muito interessante, o espírito Ramed, o psicógrafo Francisco do Espírito Santo Neto, chama Renovando Atitudes. Tem um título belíssimo que a a gente vai falar muito sobre essa imagem, os olhos do amor. Qual seria os olhos do amor? Ou seja, como é a gente verificar todas as situações com esse olhar amoroso. E aí agora no final a gente vai ver Joana Edivaldo, que tem vários livros sobre essa questão. Então vale o livro inteiro. Tem um livro chamado Amor imbatível amor que no capítulo 13 fala sobre a vitória do amor, que é um trecho que nós vamos conversar aqui também. Outro livro chamado Libertação pelo amor, no capítulo 30 fala de Jesus, o libertador. Nesse sentido que Jesus trouxe para nós a libertação do amor, né? E um outro chamado amor como solução, que eu usei bastante a introdução desse livro. Então, a partir de agora vocês já sabem que eu estou falando o que esses autores que eu li escreveram. E como é que a gente pode definir o amor segundo esses autores espirituais? Eles falam assim: Essência divina, energia que emerge de toda a nossa natureza, da nossa natureza mais profunda. É a onipresente, onipresença celeste em vigor em todo e todos. O que que eles falam sobre essa onipresência? O que que a gente pode entender por isso? que a presença dessa centelha divina se faz presente em toda a criação do Pai, não apenas eh na nossa condição de homem, mas ele de humanos, mas também na condição de nas plantas, nos animais, em todos nós temos essa presença. Só que a presença de Deus em nós é diferenciada, mas é o mesmo Deus criador. Quem fala muito bonito sobre isso, Francisco de Assis, né? Lembram

plantas, nos animais, em todos nós temos essa presença. Só que a presença de Deus em nós é diferenciada, mas é o mesmo Deus criador. Quem fala muito bonito sobre isso, Francisco de Assis, né? Lembram que ele considerava e falava todos como irmãos? É nesse sentido de que a onipresença do nosso pai criador vigora em tudo e em todos. Uma outra definição de Joana é assim: o amor é bênção que dispõe em todos os dias da nossa vida para avançarmos e conquistarmos espaços no rumo da nossa evolução espiritual. Então ele fala, ela fala assim que o amor está disponível para nós a cada dia para que nós possamos conquistar eh a nossa evolução espiritual. Então isso significa que no meu cotidiano posso chamar a presença da das energias do bem, das forças do bem, da presença dos amigos espirituais para nos auxiliarmos em todas as questões do nosso cotidiano. Com certeza. E todas as vezes que nós vamos iniciar qualquer projeto das nossas vidas, seja um projeto na área profissional, seja um projeto de ordem afetiva, um projeto da criação de filhos e enfim, seja qual for a área, antes de iniciarmos, vamos perguntar para Jesus se era isso mesmo que a gente combinou do outro lado da vida, se esse é o momento certo para tomarmos essa ou aquela atitude, como é que nós vamos eh saber sobre isso? Para isso, tem uma frase aqui que eu anotei pra gente conversar que diz assim: "O amor tem o seu nascedouro em Deus e se expressa no próximo". Às vezes aquela dúvida que você tá tendo sobre esta ou aquela questão vai vir através de uma conversa com um amigo. Às vezes isso vai se expressar quando você de repente abre um livro, exatamente eh fala sobre aquela questão que você tava em dúvida, criação dos filhos, uma atitude, se você toma essa ou aquela atitude no ambiente profissional. Então, é preciso que a gente desenvolva com a espiritualidade amiga, com Mess, enfim, com o nosso pai criador, essa intimidade que a oração nos proporciona. Senta, conversa. Tem uma uma música muito bonita que eh tá tá no YouTube aí

envolva com a espiritualidade amiga, com Mess, enfim, com o nosso pai criador, essa intimidade que a oração nos proporciona. Senta, conversa. Tem uma uma música muito bonita que eh tá tá no YouTube aí que fala um Café com Maria. Vocês já ouviram? Alguém conhece essa Café com Maria? que eh ao amanhecer de cada dia, a pessoa faz uma oração chamando Maria para tomar café com ela. Fala: "Maria, vem tomar esse café comigo. Deixa eu te contar o que que tá acontecendo na minha vida e tal". Aí no final ela diz: "Olha, o café acabou, mas eu sei que eu posso continuar contando com a sua ajuda e com a sua presença. E aí o meu dia com certeza vai ser mais fácil, etc. é muito muito interessante. E vários dessas várias dessas músicas nos incentivam a trocar essa intimidade com a espiritualidade amiga. Porque às vezes a gente pensa que a gente só exerce a a o nosso cristianismo, que a gente só é espírita na casa espírita. Esse é o mais fácil, gente. Eu chego aqui, tem essas coisas lindas desses livros que eu li tudo. Agora, o difícil é ser espírita lá fora, é no nosso cotidiano. Daí porque a gente vai sempre pedir ajuda, né? Eh, há uma passagem que deixa muito claro essa proposta de Jesus. Eh, tá no Evangelho de Mateus, capítulo 22, os versículos é de 35 a 40. E ele fala que eh Jesus estava pregando e que aproxima dele um doutor da lei e interroga Jesus, mas ele faz uma interrogação como se fosse para armar um uma situação em que Jesus se saísse mal. Aí ele diz: "Mestre, qual é o grande mandamento da lei?" Que ele queria ver se ele ia contrariar a lei de Moisés, né? Jesus lhe disse: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Esse é o primeiro e o grande mandamento. E o segundo semelhante a esse é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Aí, nesse momento, Emanuel comenta que formou-se um triângulo. No topo desse triângulo é o amor Cristo, o amor que nós temos que desenvolver pelo nosso pai criador. E que Jesus propõe que na base

mo". Aí, nesse momento, Emanuel comenta que formou-se um triângulo. No topo desse triângulo é o amor Cristo, o amor que nós temos que desenvolver pelo nosso pai criador. E que Jesus propõe que na base desse triângulo existe uma interdependência de amor. Eu vou amar o meu próximo tal como eu me amo. Aí, porque muito, de forma muito popícia, a nossa irmã trouxe esse tema sobre autoamor que nós vamos desenvolver também daqui a pouco. Porque o o alto amor, o que que é? Se eu nem me amo, como que eu vou poder dar amor para o meu próximo? Se eu nem tenho compaixão para comigo, como que eu vou desenvolver compaixão pela atitude às vezes impensada do meu irmão? Então, a na base desse triângulo há esse amor que essa conexão interdependência de amor ao próximo a partir de nós mesmos. Uma uma forma muito simples da gente entender essa questão é aquela aquela aquela eh, vamos dizer assim, eh, recomendação, palavra tava faltando essa recomendação quando a gente vai voar, né, que a gente vai entrar no avião, ele disse, em caso de despressoriz, coloca primeiro a máscara em você e depois socorre. Então é isso, nós vamos partir do amor que nós temos para conosco, para desenvolver o amor poros nossos irmãos. Em João, o apóstolo João também falava muito sobre isso. Eh, João 4, no item 6, ele diz: "Deus é amor e aquele que permanece no amor permanece em Deus". Joana de Angeles fala muito sobre a força do amor. Espírito Joana de Angeles, olha que que frase linda que ela fala. A vibração do amor desarticula todas as tramas do ódio. Ou seja, circunstâncias em que eh a gente vem com algum companheiro odiando em vidas e vidas. Que que vocês acham que vai acontecer? Se for muito forte, a gente vem irmão gêmeo, né? Se não vem na mesma família. Por isso é que às vezes a dificuldade dos relacionamentos familiares. Há uma passagem da obra do André Luiz, belíssima. Vocês tiverem oportunidade, conheçam quem não con quem não conhecer. e que o André Luiz se vê numa situação lá, ele e o mentor com uma dificuldade

es. Há uma passagem da obra do André Luiz, belíssima. Vocês tiverem oportunidade, conheçam quem não con quem não conhecer. e que o André Luiz se vê numa situação lá, ele e o mentor com uma dificuldade muito grande de desatar alguns nós, de desarticular tramas do mal, porque a pessoa a o espírito não aceitava e renit e tal. E aí ele, o André diz: "E aí agora o que que nós vamos fazer?" Ele disse, a gente precisa chamar alguém com a força do amor. Então vem uma uma um espírito que trabalha na corrente de Maria Santíssima, a escolha de Maria Santíssima, o pessoal que trabalha com ela, vocês conhecem? eh, daquelas pessoas que reinteradas vezes nesse planeta Terra desenvolveram o amor em toda a sua potencialidade. Geralmente mães, né? enfim, eh uma delas se apresenta e consegue, eh, demover aquela circunstância, aquela situação, tocar o coração daquele espírito endurecido. É por isso que Joana nos fala que quando nós caminhamos lado a lado como com o amor, todo o universo conspira a nosso favor. Será que é assim mesmo? O que que tá permeando todo o universo da criação? O amor do pai criador. Então, quando a gente entra nessa sintonia, as coisas começam a se aclarar para nós. Às vezes é porque não vai acontecer do jeito que a gente queria, né? Vai acontecer como for melhor para nós. E às vezes esse melhor para nós é difícil, mas Jesus pediu pra gente pensar assim, não foi? Lembra da passagem quando perguntaram a Jesus como ensina-nos a rezar? Ele ensinou o Pai Nosso. Tem uma passagenzinha difícil, né? Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. Nessa hora nós estamos dizendo assim: "Não presta atenção o que que eu tô pedindo. O Senhor presta atenção o que for melhor para mim, né? E para eh complicar mais a situação ou tentando complicar mais a situação, o doutor da lei pergunta a Jesus: "Mas quem é meu próximo?" Jesus não responde, conta uma história. E ele conta a história da parábola do samaritano. Vocês conhecem a parábola? Quem conhece? Ergue a mãe para eu ter

i pergunta a Jesus: "Mas quem é meu próximo?" Jesus não responde, conta uma história. E ele conta a história da parábola do samaritano. Vocês conhecem a parábola? Quem conhece? Ergue a mãe para eu ter uma ideia. Então é isso. Eh, alguém eh eh eh vítima de assalto, não é moderno isso, né? Está na está na numa estrada caído e tudo, machucado. E e Jesus conta que passam três pessoas. Quem é o primeiro que Jesus que passa e não se incomoda? O cara que fez a pergunta, né? O doutor da lei passa. Não, não é comigo, não posso. De repente ele pode estar assim, vai contra a lei. Qual é que que a lei diz? Se eu posso ser socorrer, se eu não posso socorrer? Ele se enche de indagações, né? Eh, o outro que passa também alguém que conhece a lei, né? Eh, trabalha como auxiliar no templo, também olha, não, mas eu não posso me envolver isso aí e tal, né? E o terceira pessoa que passa é o samaritano. Samaritano era de uma de uma tribo, de uma raça que na época era considerada uma raça inferior, né? O os eles não não eram considerados, né? E aí ele passa, vê, socorre, cuida e ainda deixa para que ele seja assistido por um pela pessoa onde ele estava hospedade. Diz: "Olha, se você fizer alguma despesa extra, você me fala quando eu voltar." Não é no nessa história que Jesus conta, a gente não sabe nem quem é essa pessoa que caiu, esse homem caído. A gente não sabe o nome, não sabe a origem, não sabe de qual tribo ele pertencia, não sabe o acontecimento, que foi, quem bateu, quem machucou, quanto ficou, quanto dinheiro levou. Só se fala do socorro que era necessário e foi dado pelo samaritano. Mas o samaritano também poderia fazer algumas indagações? Poderia, mas não fez. Indagações que às vezes a gente faz, né? Então vou trazer pros dias de hoje. Gente, isso vai dar ruim. Eu vou ajudar esse cara. Todo mundo tem preconceito contra mim. No final vão dizer que fui eu que assaltei o cara. Agora tô querendo limpar minha barra, né? Eh, vão dizer que o cara tava com dinheiro, eu fiquei com dinheiro até eu

mundo tem preconceito contra mim. No final vão dizer que fui eu que assaltei o cara. Agora tô querendo limpar minha barra, né? Eh, vão dizer que o cara tava com dinheiro, eu fiquei com dinheiro até eu provar que eu não fiquei com dinheiro do cara e agora eu tô querendo dar uma de bonzinho, né? Então, às vezes a gente se questiona tanto para fazer uma uma ter uma atitude mínima de ajuda, de solidariedade com o nosso irmão e que às vezes, não sei se já aconteceu com vocês alguma situação que a gente fica assim com vergonha de tanto que a gente tá recebendo ajuda. E eu lembrei de uma circunstância, a primeira vez que eu viajei só com meus filhos de carro. Eles eram pequenos ainda. Carro novo, tava pneu, olhei tudo, né? Mandei fazer revisão, tudo, tudo. Mas como tudo pode acontecer na volta, já anoitecendo, próximo à chegada de Brasília, estoura um pneu. Mas daquele que estourou geral, que não tinha jeito. E eu parei e falei: "Meu Deus, o que que eu vou fazer? Você já sabe que eu não sei trocar pneu, né? Nunca nunca não tenho a menor ideia como é que faz isso. Para uma família e um senhor desce do carro cheio de filhos. Ah, e ele diz: "A senhora sabe trocar pneu?" Eu disse: "Nunca". Aí ele falou: "Não, pode deixar, fica tranquila. Peça os meninos para descer, nós vamos trocar esse pneu aqui pra senhora". Foi lá, pegou pneu reserva, trocou, fez tudo. A esposa saiu do carro e falou assim: "Olha, eu tenho um cafezinho aqui, a senhora não quer não". Gente, eu fiquei morta de eu nunca parei para dar socorro a ninguém em estrada. E eu falei: "Meu Deus do céu, como é que a gente às vezes pode receber tanto?" E era só o que eu precisava. Ele não perguntou meu nome, não perguntou se eu morava em Brasília, qual era o qual era o local onde onde a gente morava. Porque tem gente assim, acaba de conhecer e você pergunta logo: "Você mora onde?", né? Que é para poder saber mais ou menos no Não perguntou nada. A esposa dele nem perguntou se todos eram meus filhos, se eram filhos adotados, se eram filhos eh

você pergunta logo: "Você mora onde?", né? Que é para poder saber mais ou menos no Não perguntou nada. A esposa dele nem perguntou se todos eram meus filhos, se eram filhos adotados, se eram filhos eh biológicos. Ninguém perguntou nada, nada. simplesmente chegaram, ajudaram, trouxe o cafezinho, ficamos conversando, amenidades, eu e ela, rapidamente ele fez e eu consegui chegar a bom termo. Então, como Emanuel nos fala, o outro é a nossa oficina de trabalho e como esse pessoal que me deu socorro trabalhou bem, né? E essa oficina de trabalho é no sentido do nosso processo evolutivo. Às vezes o desafio daquela pessoa é a gente ter paciência com ela. Ou só eu que tenho umas uns amigos e umas amigas difíceis, uns parentes difíceis, que a gente tem que ter muita paciência, né, para que as circunstâncias não piorem, né? Mas sempre com a ideia que, como nos sugere Emanuel, que nós não somos filho único, nós o pai é nosso. O que que significa que o pai é nosso? Ele vai nos ajudar, vai, mas vai ajudar também. E eu não posso pedir ajuda a ele falando mal dos filhos dele. Imagina nós que somos pais imperfeitos, alguém que chega diz: "Olha, eu vou te falar uma coisa, eu vou pedir uma gentileza aqui para você fazer para mim, mas deixa eu te contar. aquele seu filho. Gente, vai ser difícil a gente ajudar, não vai? Não. Eu falo mal do meu filho para caramba, mas só com eles. Se alguém achar que ao menos eles são feios, eu já não aceito, né? Natural. Eu tenho duas netinhas. Um dia desse, alguém falou assim: "Nossa, mas sua neta é muito bonita". Eu digo: "Lindíssima". Vocês acham, gente, né? Então, é assim que a gente acha diante da vida. Então, a gente tem que pensar assim: "Já pensou?" a gente vai pedir ao nosso pai uma gentileza, um favor, às vezes uma coisa enorme. E aí eu vou falando mal do, né? Isso é tão importante que Jesus certa feita falou assim: "Quando vocês forem orar e vocês notarem que no seu coração tem alguma coisa contra o seu irmão, vai lá, se reconcilia primeiro,

do mal do, né? Isso é tão importante que Jesus certa feita falou assim: "Quando vocês forem orar e vocês notarem que no seu coração tem alguma coisa contra o seu irmão, vai lá, se reconcilia primeiro, depois vem contar a historinha aqui para nós, né? Porque se você tá precisando de ajuda, outros tantos também estão. Então o que eles nos falam é assim, que nós temos que identificar no outro a mesma essência divina e amorosa que nós reconhecemos em nós. Porque às vezes para nós é muito fácil eh enxergarmos que nós somos merecedores e que nós temos defeito. Mas os defeitos da gente é assim, né? Outra passagem de Jesus que ele diz assim: "É muito fácil você identificar um argueiro no olho do seu irmão, mas não tá olhando a trave que tem no seu, né? Aquela história, eu imagina nunca, né? Ciumenta. Quem falou isso, gente? Imagina que crime, né? Então eles falam muito isso pra gente entender eh o amor de Jesus, como nos ensinou Paulo na carta aos Coríntios. Se eu falar todas as línguas dos homens e dos anjos, mas se eu não tiver amor, eu nada serei. E eu lembrei de uma historinha que se conta sobre um frei, um homem muito bom, um homem santo e que ele tinha tanta vontade de ter assim um encontro com Jesus e ele orava toda noite por isso. aquela ideia de ver aquela luz de Jesus entrando naquele quartinho onde ele vivia e dormia. Ele rezava por isso anos e anos. Mas no trabalho lá do do convento em que ele vivia, ele tinha uma atividade todas as vezes no final da tarde. Tinha outros, mas tinha uma que era responsabilidade dele. Ao final da tarde, ele era responsável para distribuir a sopa com as pessoas menos favorecidas. elas tocavam o sino, faziam a fila e era um lugar muito frio. Então aquelas vezes era a única refeição que aquela pessoa iria fazer naquele dia. Então a obrigação desse freio era na hora que tocava o sininho, que o pessoal já tinha chegado, ele discia levando a sopa e distribuía, cada um trazia sua marmitinha, distribuía a sopa. E certa feita ele estava em oração. Ah,

reio era na hora que tocava o sininho, que o pessoal já tinha chegado, ele discia levando a sopa e distribuía, cada um trazia sua marmitinha, distribuía a sopa. E certa feita ele estava em oração. Ah, tinha rezado o dia inteiro pedindo a Jesus que fizesse esse contato com ele. De repente ele sente a presença de Jesus. Na hora que ele se eleva com a presença de Jesus toca o sininho. E aí ele fica naquela dúvida, vou levar a sopa, fica aqui com Jesus, vou lá. Aquela dúvida que por vezes nos ocorre também. Ele decide distribuir a sop. Vai distribuindo a sopa pensando: "Meu Deus, Jesus vai ficar lá, né? Foi embora já essa hora. Eí, quando ele volta, Jesus que nada havia falado para ele, disse: "Meu irmão, eu só pude ficar porque você foi." Então, às vezes são essas pequenas coisas no nosso cotidiano que a gente tem dificuldade de entender. Jesus só vem em nosso socorro. Não é que ele só vê, ele vem sempre. Mas enfim, a gente sente a exata presença de Jesus quando nós estamos agindo no bem, que às vezes a gente pensa muito em fazer o bem, mas a ação no bem é determinante. É por isso que aquela expressão que eu falei lá do começo de doutrina espírita, que fora da caridade não há salvação. Só que a gente tem que entender caridade aí de maneira ampla. Às vezes a gente pensa sempre na caridade material, né? Mas às vezes tudo que aquela pessoa tá precisando hoje é de uma palavra amiga, de um conforto, de alguém que dê uma boa leitura, alguém que faça a pessoa refletir com mais tranquilidade sobre a questão que ela tá passando ou às vezes até que que você não possa eh, digamos assim, não está ao seu no seu controle, é ajudar de outra forma, mas você pode dizer pra pessoa, conta comigo, qualquer coisa me liga, qualquer hora tá aí meu telefone, liga, a gente troca uma ideia, a gente conversa, né? Porque as pessoas estão em momentos muito muito diferentes, às vezes da nossa do nosso momento. E às vezes o que mais aquela pessoa tá precisando tá ao nosso alcance. Um abraço, um sorriso,

versa, né? Porque as pessoas estão em momentos muito muito diferentes, às vezes da nossa do nosso momento. E às vezes o que mais aquela pessoa tá precisando tá ao nosso alcance. Um abraço, um sorriso, ser bem tratada, ser tratada de uma maneira cordial, com respeito, que nós devemos a todos, né? E eu lembrei de uma música que fala assim: "É preciso amar como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há". Imagina que eu tô precisando hoje de uma palavra amiga. Vou à minha amiga Sinelsa e a minha minha amiga Sinels me dá a palavra exatamente que eu tava precisando ouvir. Se ela me der essa palavra amanhã, vai ter o mesmo efeito de hoje na hora do meu desespero? Não. Digamos que esse senhor que passou por mim lá na estad, quando eu passar ali por um borracheiro, eu mando aqui para ajudar a senhora. Poderia ter feito isso, não poderia? poderia, mas acontece que ele fez a ajuda dele. Era tudo que eu precisava de alguém que soubesse trocar o pneu e ele sabia por não fazer, né? Então, às vezes a gente não tem ideia e como a canção fala, a gente ama eh a gente ama as pessoas deixando para amanhã. Amanhã às vezes o socorro que você ia dar hoje era só o que a pessoa precisava. Amanhã pode ser muito tarde para esse socorro, para essa palavra. para esse sorriso que a pessoa tanto precisava. E claro que quando eu me recuso, não se preocupe, que a espiritualidade amiga faz eh uso de qualquer pessoa que esteja por perto e disponível para ajudar e que a pessoa vai lá e ajuda. Tando disponível para ajudar, gente. É claro que na hora que o carro tava parando, a primeira coisa que eu fiz é uma prece, socorro, né? É óbvio que é assim que a gente reza quando tá nesse desespero. Uma um outro assunto que a nossa irmã trouxe, que é a questão do autoamor, que ele eles falam assim: "O amor por nós como meio de amar o outro". E a gente entende, né, pela nossa conversa, por que o amor ao outro é a nossa maneira, o amor a nós mesmos, é a nossa maneira de equilibrar esse amor por nós e o amor

r nós como meio de amar o outro". E a gente entende, né, pela nossa conversa, por que o amor ao outro é a nossa maneira, o amor a nós mesmos, é a nossa maneira de equilibrar esse amor por nós e o amor pro outro. entra em equilíbrio a hora que essas duas coisas têm o mesmo peso. Ou seja, o que eu quero de bom para mim, eu quero também para outra pessoa. E o fato de eu ter amor por mim não significa que eu não vou ter amor pela outra pessoa. Ou seja, o fato de eu querer luz na minha vida não quer dizer que eu vou querer eh sombras na vida de outras pessoas. Eh, então eles eles falam assim: "O autoamor é um sentimento afetivo em relação a nós mesmos. Um bem querer que não nos leva a querer o mal do outro". Essa frase eu achei maravilhosa. O fato de eu ter bem querer para mim não me leva a querer mal do outro. Eu quero bem a mim, assim também quero que o outra pessoa também seja feliz, né? Como sempre, meu computador tá dando pulinhos aqui. Bom, e o que que me permite esse autoamor? Eh, esse alto amor me permite um um olhar de autoconhecimento sobre mim mesmo. Então, eu vou valorizar aquilo que eu sou, reconhecendo as minhas qualidades, com certeza, mas eu também vou reconhecer minhas dificuldades. E como consequência, como eu reconheço as minhas dificuldades, ou seja, eu sei que eu tenho qualidades, mas eu também tenho defeito, eu sou capaz de entender que o outro também é do mesmo jeito. Estamos num planeta de expiação e provas. Então eu tenho defeitos que às vezes o meu irmão não tem, mas eu em compensação eu posso ter umas que ele não tem. Ou seja, quando eu me conheço o suficiente para saber que eu não sou só luz, que eu também sou sombra, eu tenho mais facilidade de entender o outro. Porque tem uma frase que eu gosto muito que diz assim: "Quem julga não ama", né? E às vezes a gente fica atrás dessa questão de julgar quem é que tá certo, quem é que tá errado. Tem uma frase do Roberto que eu gosto muito, que ele diz assim: "Saber quem é culpado não resolve as nossas vidas". Ele quer fazer as pazes

questão de julgar quem é que tá certo, quem é que tá errado. Tem uma frase do Roberto que eu gosto muito, que ele diz assim: "Saber quem é culpado não resolve as nossas vidas". Ele quer fazer as pazes com a amada dele que ele tá brigado. Ele vai querer saber quem é que tem razão, gente. Não importa. Ele quer fazer as pazes ou você quer brigar. Você quiser brigar aí tem que saber. Eu sempre falo eh que saber quem tá certo, quem tá errado é coisa pro delegado. Delegado é que vai saber examina as provas, não sei o quê, né? Nas nossas questões afetivas, saber quem é culpado não resolve nossa vida. E geralmente nem é o momento para você falar sobre isso. Você não quer, né, fazer as pazes, não quer n se dar bem. Tá, meu filho, amanhã a gente conversa sobre isso. Ah, porque não, amanhã a gente fala, vamos deixar hoje à noite, vamos rezar e amanhã de manhã, né? E às vezes o filho que nem é muito de oração fala: "Mãe, continua rezando, o negócio tá dando certo, as coisas estão avançando". Então, eh eh quando a gente se ama, se porque qual é o problema de em relação ao alto amor? que às vezes a gente confundeam amor com egoísmo e não é a mesma coisa. O egoísmo é quando a gente se faz o centro do mundo, o centro de tudo e acha que tudo se destina ao outro. E eu tô sempre julgando as pessoas porque eu acho que eu tô num patamar diferenciado. Então eu estou aqui, vocês pobres, mortais, então eu vou emitir opinião sobre a sua vida, sobre a sua atitude, né? Se eu tivesse no seu lugar essa frase, você já viram falar aqui várias vezes. Pois é, meu bem, não está. Eh, se você tivesse no meu lugar, talvez você fizesse igual ou pior do que eu tô fazendo. Já tô fazendo muita coisa, né? Então, é esse sentido. É quando o egoísmo entra, que aí a gente se faz o centro de tudo e em detrimento do outro. Ou seja, se tiver uma situação, eu tiro primeiro o meu, depois o do outro. Aí ele vê como é que fica. Quando Jesus simbolicamente, sempre que sentava à mesa, ele repartiu o pão. Tanto é que essa repartição é que faz com que depois

, eu tiro primeiro o meu, depois o do outro. Aí ele vê como é que fica. Quando Jesus simbolicamente, sempre que sentava à mesa, ele repartiu o pão. Tanto é que essa repartição é que faz com que depois que ele eh passa pela crucifixão e ele aparece, né, para os apóstolos, eles reconhecem Jesus no momento do partir o pão, né? Então, o egoísmo é diferente do autoamor. O egoísmo é tudo para mim e eu não quero nem saber quem é o resto, né? Enquanto que o alto amor não é em respeito a mim, como eu me respeito, como eu me conheço, como eu sei que eu tenho defeitos e qualidades. Eu também percebo que a outra pessoa tem defeitos e qualidade. O que que vocês acham que impede ou interrompe esse processo amoroso de Deus para conosco? Enem. Opção um, egoísmo. Opção dois, egoísmo. Opção três, egoísmo, né? Só o egoísmo é que nos impede a isso. Daí, por que esses autores que eu li tanto falam sobre o mal que o egoísmo faz, que restringe às vezes o amor que eu tenho e o amor que eu dou. Às vezes a pessoa é muito amorosa, mas ela se restringe porque no processo de egoísmo ela até eh eh no afeto. Não, mas você poderia dar um abraço para vir a pessoa? Não digo: "Oi, tudo bem?", né? Então, a gente economiza nos gestos, nos afetos, quando a gente tem uma visão egoísta das situações. Então, meus irmãos, conforme falam esses autores, amar a nós mesmos não significa fazer um ato de adoração a si mesmo. Não é isso que às vezes o ato de adoração a si mesmo é quando a gente é egoísta, então a gente se acha o máximo, né? Eh, o amor por nós mesmos precisa ser interpretado como a necessidade de oração e vigilância dos pensamentos e que todos nós somos obrigados a observar. O que ele quer, o que eles estão nos dizendo, significa que eu me conheço, sei que tenho defeito, sei o que tem qualidade. Então, nas horas em que eu vejo que eu vou perder a calma e que eu vou me perder naquela situação, eu vou vigiar e orar. Então, vigiar e orar vale para mim e vigiar e orar vale pro meu irmão também. Então, às vezes eu não vigiei

ejo que eu vou perder a calma e que eu vou me perder naquela situação, eu vou vigiar e orar. Então, vigiar e orar vale para mim e vigiar e orar vale pro meu irmão também. Então, às vezes eu não vigiei direito, às vezes meu irmão também não vigiou direito e as coisas aconteceram. Então ele fala que o autoamor a gente tem que entender como autoeducação, porque eu sei que eu me conheço, eu não vou entrar em determinadas circunstâncias, porque eu sei que se eu for entrar naquela discussão, se eu for naquele ambiente, eu vou acabar me envolvendo. Então eu não vou, né? Eu me eu me privo de ir por me conhecer. Por que que quando eh eu entro nessa vibração amorosa, eh todo bem que eu faço ao próximo volta para nós multiplicados? Que que vocês acham? Todo bem que nós fazemos volta para nós multiplicado. Lembra a história da semente que a nossa irmã falou? A semente num terreno fértil, ela vai virar uma árvore. Quantos frutos uma árvore vai dar? E essa árvore também doará seus frutos para que outras árvores e de repente temos uma floresta. Então é nesse sentido, quer dizer, é uma questão energética. A hora que você vibra no amor, todas essas circunstâncias voltam a acontecer. Então, a função do autoamor é criar uma vida mais bela, não só para nós, mas em torno de nós. Emanuel diz assim que no na no nosso estágio e evolutivo que nos encontramos e e não é um estágio tão assim adiantado, não há mais lugar dentro de nós para primeiro adoração improdutiva. O que que vocês acham que seria adoração improdutiva? seria aquele que ficar, Senhor, Senhor, o Senhor é maravilhoso, Jesus, mestre dos mestres, Jesus, não é disso que a espiritualidade, não é com isso que a espiritualidade conta, não que a gente não possa entrar em oração, não que a gente não possa pedir ajuda do Dr. Bezerra, né, eh, médico dos pobres e tal, não é isso? Eh, ele dizia que a gente não pode parar aí, você vai adorar a Deus. É, essa aí é uma das recomendações, mas adorar de forma produtiva. Como é adoração de forma

h, médico dos pobres e tal, não é isso? Eh, ele dizia que a gente não pode parar aí, você vai adorar a Deus. É, essa aí é uma das recomendações, mas adorar de forma produtiva. Como é adoração de forma produtiva? Quando você transforma esse amor em ação, transforma esse amor em ajuda efetiva ao outro. Lembra a história do olhar do amor? Esse olhar do amor generoso em todas as circunstâncias da nossa vida. Dois, continua emando, para uma crença sem obras. Lembrando Paulo de Tarso, né? Se eu falar todas as línguas, mas se não for por amor, ou seja, o amor precisa de obras. Eu não posso dizer que amo, não. Eu gosto muito, adoro ela, mas não gosto muito que ela venha da minha casa. Se tiver com problema, nem me conte, né? E paraa fé inoperante. Ou seja, se eu realmente acredito que o Pai é nosso, como eu rezo lá, que vai ser feita a vontade de Deus e não a minha, a minha fé tem que estar presente em todas as as minhas atitudes, né? Então, quando eu olho com o outro, com os olhos do amor, é que é a grande proposta da caridade. Eles fazem uma pequena ressalva em relação ao amor ao próximo, que a gente não se desculpe no serviço do próximo. Então, é assim, vou dar um exemplo aqui. Eu tenho um chefe que eu aprendi demais com ele, que normalmente o expediente termina às 6 horas, né, 18 horas. Aí tem aquela pessoa que quer ficar mais até mais tarde, ele batia assim no homem, diz: "Estás com problema em casa?" Porque o natural é que termine se para chegar em casa, tomar um banho, jantar, ficar à vontade. Então é nesse sentido. Então às vezes eu estou dando um exemplo eh brincalhão e tudo, mas que eh a frase deles é assim: "O outro como fuga". Então, para eu não pensar em mim, não pensar nos meus problemas, eu fujo eh me dedicando ao ao próximo dia e noite, noite e dia, fazendo todas as atividades da casa naquele afã de servir. E lá em casa, como é que as coisas estão? Os meus próximos, mais próximos, né? Então, às vezes, eu tô muito dedicada ao serviço e pouco dedicada à minha

as as atividades da casa naquele afã de servir. E lá em casa, como é que as coisas estão? Os meus próximos, mais próximos, né? Então, às vezes, eu tô muito dedicada ao serviço e pouco dedicada à minha proposta do outro lado da vida, que é conviver com aquelas pessoas mais próximas, né? Eh, como é que a gente estabelece conexão com Deus? Então, significa que nós precisamos construir intimidade de uma convivência. Quando você ama uma pessoa, você não sabe tudo sobre ela, do que que ela gosta, como é que ela eh tudo que você vê lembra aquela pessoa, né, que você tá apaixonado, tudo que você vê, ah, isso aqui, fulano gosta disso, ah, essa coisa aqui me lembra. Toda hora a gente lembra. Não, às vezes ninguém vai lembrar, só você vai lembrar. E isso quem faz com a gente é é o amor. Será que a gente lembra de Jesus tantas vezes assim ao dia? acorda de manhã, lembra dele, aí vai tomar café lá com Maria, né? Agradece o café que tá tomando e mais tarde, aquela hora que aquele pega aquele trânsito maravilhoso de Brasília e o cara corta ainda chega achando que você é que tá errado, né? Findo todas as normas do trânsito. Será que nessa hora também a gente se lembra que o pai é nosso, que essa pessoa, apesar de tá bem perturbada, nosso irmão, precisa de uma oração, né? Jesus nos ensina que essa verdadeira conexão com o divino que existe em nós exige um esvaziamento profundo de nós mesmos. Quando é que Jesus falou isso? esvaziamento profundo de nós mesmos seja feita a vossa vontade. Então eu estou me esvaziando. Não é a minha vontade, não é do jeito que eu quero. Quer às vezes a gente vai pedir alguma coisa para Jesus agora. Escuta aí, Jesus, deixa eu te falar como é que é para você fazer. Tá vendo aquela? Pois é, eu quero que aquela pessoa saia, que aquela outra entra, eu quero que seja assim, assim, assim, meu filho. Mas não é para ele vir amanhã. É hoje, agora, nesse momento, né? Ou será que nós nós deveríamos, nesse caso fazer com Paulo quando na estrada de Damasco? Que queres que eu

im, assim, assim, meu filho. Mas não é para ele vir amanhã. É hoje, agora, nesse momento, né? Ou será que nós nós deveríamos, nesse caso fazer com Paulo quando na estrada de Damasco? Que queres que eu faça? Será que a gente pergunta isso naquela hora que o cara cortou a gente no trânsito? Você diz: "Que queres que eu faça, Senhor, né? O que que é? O que que isso tá me ensinando? O que é que essa atitude tá me levando a fazer?" Ou então como Maria, eis-me aqui, Senhor, passa-se segundo a vossa palavra. E eu lembrei também de um poeta, né, que diz assim: "Se eu quiser falar com Deus, eu tenho que ficar a sós, tenho que apagar a luz e tenho que calar a minha voz, né?" Então, nessa noite, o que nós vamos pedir pro mestre nos conceder a coragem de responder com fidelidade a todo esse amor que ele nos convoca. Tem uma uma freira chamada irmã Glendola, que ela fala sobre a falando sobre o amor de Deus para conosco. Ela diz assim: "Se soubesses como te amo, se compreendesses como te amo, não mendigarias qualquer amor." E às vezes a gente mendiga, né? Pessoa não tá nem interessada, fica lá. Então é isso, porque a gente não se sente preenchido com esse amor imenso de Deus por nós. Tem um poeta chamado Cléber Lucas que diz assim: "Eu preciso aprender um pouco aqui e eu preciso aprender um pouco ali. Eu preciso aprender mais de Deus, porque ele é quem cuida de mim." Se uma porta se fecha aqui, outra porta se abre ali. Mas eu preciso aprender mais de Deus, porque ele é quem cuida de mim. Deus cuida de mim. Cuida de mim nas sombras das suas asas. Deu, Deus cuida de mim, por isso não ando sozinho. Eu nunca estou sozinho, porque Deus cuida de mim. Se a vida não tiver direção e eu precisar tomar decisão, eu sei que existe alguém que me ama e sei que ele vai me dar a mão. Então, eu não ando sozinho. Eu nunca estou sozinho, porque Deus é quem cuida de nós. Muito obrigada pela atenção de vocês. Uma ótima noite a todos nós. Obrigada. Enfim, é isso, né? Praticar essa lei de amor constantemente, a todo segundo, a

ou sozinho, porque Deus é quem cuida de nós. Muito obrigada pela atenção de vocês. Uma ótima noite a todos nós. Obrigada. Enfim, é isso, né? Praticar essa lei de amor constantemente, a todo segundo, a todo instante em nós mesmos, porque aplicando em nós mesmos, nós vamos agir automaticamente com o outro. Porque aí nós passamos a nos colocar no lugar do outro quando a gente pratica esse autoamor. Aí se fosse aquilo ali comigo, será que eu não fazia o mesmo? Por que que eu vou julgar o outro? Não, não vou. Porque eu já tô aqui praticando aquele autoamor dentro de tudo que foi nos ensinado aqui hoje. Às vezes a gente sabe tudo, mas é sempre bom a gente ouvir de novo, não é? Porque a gente esquece, sabe? Não pratica. Mas é isso, nós estamos nesse planeta para isso. É um planeta maravilhoso, esse essa big escola para que nós possamos aprender a cada dia e sair daqui diplomados, com diploma, com passaporte para um outro nível, para um novo mundo de regeneração que virá após este. Então, que a paz de Jesus esteja sempre conosco, nos ajude, nos dê força para essa grande transformação, essa transformação que deve ser diária. Eu vou ler aqui para vocês a meditação da rosa e ela vai servir como a nossa oração final. Vocês podem até meditar acompanhando as palavras. Vamos respirar fundo e entregar o nosso coração para Deus abrir os nossos corações e as nossas mentes. Meditação da roça. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e fechando a tua porta ora a teu pai que está em secreto. Mateus 6:6. Pare um pouco e abandone a rotina. Respire um ar puro. Mentalize uma rosa de sua escolha. Visualize a cor. Perceba as pétalas veludosas. Inspire. Inspire. O perfume delicado da flor é Deus fazendo poesia, é música em plena harmonia. Agora pegue a arte com as duas mãos e leve ao coração e repita várias vezes: "Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou paz. Eu sou paz. Eu sou amor. Eu sou amor. Respire fundo e relaxe sua musculatura. Mantenha-se nesse estado de pacificação. Por um instante, sem nada pensar.

ias vezes: "Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou paz. Eu sou paz. Eu sou amor. Eu sou amor. Respire fundo e relaxe sua musculatura. Mantenha-se nesse estado de pacificação. Por um instante, sem nada pensar. Esvazie a sua mente, encha com outro fluído, o fluído do amor. Agora finalize sua meditação dizendo: "Pai, obrigada, muito obrigado pela sagrada rosa da vida. Obrigada, meu pai. Obrigada a todos vocês. Um forte abraço e um beijo no coração de todos. Vão na paz, na paz de Deus a todo instante, a toda hora e sempre. Mas não saia daí porque vai ter o passe físico e aqueles que estão nos assistindo pela internet vai ter o passe virtual. Paz e luz, meus irmãos. É disso que precisamos de mais amor e menos guerra, menos violência. menos de sabor, menas menas menos contenda e vamos em frente seguindo o nosso caminho. Paz e luz. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os

casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o [música] amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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