DESAFIOS DA CONVIVÊNCIA: BENEVOLÊNCIA - Eugênia Matos [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
buscando a ti. Vocês estão me ouvindo bem? Acho que agora sim, né? Eh, cumprimentamos aos que aqui se encontram e os que nos assistem e nos ouvem pelos vários canais da comunhão espírita de Brasília, a Casa de Bezerra de Menezes. Vamos dar início então à primeira etapa da dos trabalhos da noite de hoje, fazendo a nossa oração e após a palestra nós teremos o passe, que é o segundo momento. Vamos respirar lento e profundamente. Vamos nos conectar nesse momento com a espiritualidade amiga, com as forças do bem, sintonizando nelas para captarmos os fluidos benéficos que com certeza a espiritualidade já depositou neste ambiente. e todos aqueles também que estiverem sintonizados conosco pelos vários canais da comunhão. Esse é o momento de recolhimento. Vamos orar dizendo: "Senhor Jesus, nosso mestre, amigo e irmão, que a tua presença se faça entre nós através dos mentores espirituais, dos amigos, os benfeitores dessa casa e assim protegidos, amparados pela benevolência desses irmãos, possamos ter uma noite de profundo fundo aprendizado, mas sobretudo de vivência do evangelho de Jesus. Assim, confiantes, vamos dizer do fundo de nossas almas, graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos, começo agradecendo a oportunidade de estudo e trabalho que a casa me oferece e o privilégio de estar recebendo nesse momento, como todos vocês aqui presente, recebendo esses fluidos benéficos da equipe espiritual de Dr. Bezerra de Menezes. É, esse tema da noite de hoje, ele trata de um de um aspecto muito interessante das nossas vidas, que é um tema palpitante e atualíssimo, porque ele trata da nossa convivência, seja a nossa convivência familiar, social, no nosso ambiente de trabalho, trata-se da convivência, no sentido de entender que nós, como nos disse Jesus, nós vamos amar a Deus através do próximo, que é o grande desafio da nossa reencarnação. Por que que é o desafio da nossa reencarnação esse amor ao próximo? Porque é qualquer próximo, não é aqueles que nós vamos escolher ou eleger, não são aqueles que
grande desafio da nossa reencarnação. Por que que é o desafio da nossa reencarnação esse amor ao próximo? Porque é qualquer próximo, não é aqueles que nós vamos escolher ou eleger, não são aqueles que nós nos afinizamos, não são aqueles que nos amam, não são aqueles que nos compreendem, são também eles. Mas a importância da nossa convivência com todas aquelas pessoas que ao pensar nelas, e pensa em vocês, eu já pensei aqui, com certeza nós estamos tendo a certeza que essa convivência vai requerer de nós um desafio, o desafio de aceitar as pessoas como elas são e entender que, embora estejamos todos no mesmo planeta, nós Estamos em estágios diferenciados. Então, a base desse pensamento, desses autores que eu li para fazer essa conversa, reflexão da noite de hoje é assim: "A base desse pensamento é que nós somos seres sociais. Todos nós vamos nos defrontar no nosso cotidiano com inúmeras pessoas que a nossa vida nos traz, nossa vida profissional, nossa vida pessoal. E nós sabemos que nem todos nós vamos ter a mesma afinidade. Cada pessoa é um relacionamento diferente, porque cada pessoa é é um mundo, né? Então, essas pessoas que a vida nos traz, por vezes a gente fica pensando que a cegonha errou o endereço, que não era pra gente estar nessa família, que às vezes não era pra gente fazer esse trabalho, conviver com essa ou aquela pessoa. Mas o que esses autores espirituais nos falos é que todas as pessoas, não importa se temos ou não afinidade, todas elas têm algo a nos ensinar, nem que seja o nosso grito de alerta, atenção, que eu não posso ficar desse jeito, eu não posso me transformar nessa pessoa. Então, eu preciso ficar atento a aos meus relacionamentos. Então, o grande desafio, nos fala esses autores, é amar a Deus no nosso próximo, ou seja, ver em cada um desses irmãos, independente de ter ou não afinidade, um um irmão nosso. Porque quando Jesus esteve entre nós e nos ensinou a orar, quando os os apóstolos pedem que ele ensine a orar, ele nos ensina a orar. Pai nosso. Então, eu não posso agir como
idade, um um irmão nosso. Porque quando Jesus esteve entre nós e nos ensinou a orar, quando os os apóstolos pedem que ele ensine a orar, ele nos ensina a orar. Pai nosso. Então, eu não posso agir como se o Pai fosse só meu e querer que só comigo aconteçam coisas especiais. Então, amar a Deus no próximo é o grande desafio da nossa reencarnação. E é sobre isso que nós vamos conversar na noite de hoje. Eu pesquisei algumas obras que eu passo a falar para vocês, justamente para quem quiser aprofundar esse assunto, está fácil. Eh, é claro que eu vou comentar algumas coisas de obras básicas e depois ao longo do do da nossa conversa eu volto a falar. Mas no livro dos espíritos, na questão 76, fala sobre a vida social, que é justamente o nosso tema, nossa convivência social. E no segundo Espiritismo, no capítulo 10, fala sobre os misericordiosos, que é também a o assunto da nossa conversa na medida em que nós estamos entendendo que precisamos dessa misericórdia primeiro para conosco, para nos aceitarmos tais quais somos, com todas as nossas deficiências, com todas as nossas virtudes e a partir do conhecimento das nossas deficiências, avançarmos espiritualmente. André Luiz na psicografia do Chico, o espírito André Luiz na psicografia do Chico Xavier tem um livro chamado respostas da vida. No capítulo 9, ele fala quanto aos outros, que é justamente a forma como nós nos relacionamos com as pessoas. E no capítulo 16, ele fala exatamente o tema da nossa conversa da noite de hoje, que é convivência. Emanu e Chico no outro livro chamado Rumo Certo, eh, no capítulo 33, 36, desculpem, ele fala sobre a caridade e a convivência, nos lembrando que às vezes a gente pensa muito em caridade como algo material, é distribuir cesta básica também é caridade. Mas ele fala muito sobre a a caridade da escuta, da capacidade que a gente tem de ouvir um amigo que tá passando um momento difícil do do da caridade do silêncio, que às vezes naquela hora em que a gente sente que as discussões estão ficando
escuta, da capacidade que a gente tem de ouvir um amigo que tá passando um momento difícil do do da caridade do silêncio, que às vezes naquela hora em que a gente sente que as discussões estão ficando acirradas, a gente não não falar nada que possa às vezes até comprometer, então naquele momento você se cala e tudo isso ele considera a caridade da convivência. E no seifa de luz, no capítulo 52, ele fala muito sobre a família espiritual, nesse sentido da nossa convivência e da interrelação que a gente tem que manter com a nossa família espiritual. Então, esses autores começam nos dizendo que em todos os lugares em que nos relacionamos como seres humanos, pode ser numa num templo, pode ser numa escola, num estádio de futebol, nós vamos espalhar as nossas emoções. Aí, porque educar as nossas emoções é tão importante e nós vamos espalhar essas nossas emoções, sejam elas boas ou más. Ou seja, se eu tô num momento de equilíbrio, pode ser que a emoção que eu que eu eh faça transmitir para as pessoas seja da benevolência, que é o que nós vamos estudar, o quanto que a benevolência pode nos auxiliar. Eh, mas se eu estou desequilibrada, eu posso, inclusive com o meu desequilíbrio, eh, desequilibrar todo o ambiente. Com certeza muitos de vocês já pensaram ou já sentiram ou já observaram que quando entrou em determinado ambiente dis: "Nossa, mas o ambiente aqui parece tá pesado". O que que significa o ambiente aqui tá pesado? que as vibrações das pessoas que lá se encontram não estão em equilíbrio. É disso que que se trata. Então, se elas são boas ou ou más, elas vão expressar a nossa forma de conviver e de viver, principalmente aquele momento, porque às vezes é só um momento de desequilíbrio, né, que nós não estamos bem. E eles falam que é assim, que nós então seguimos eh deixando o nosso perfume, a semelhança do perfume físico que a pessoa passa e às vezes, nossa, que perfume agradável, como também pode eh expressar um um perfume que não seja agradável, um cheiro que não seja agradável. Então eles falam
ça do perfume físico que a pessoa passa e às vezes, nossa, que perfume agradável, como também pode eh expressar um um perfume que não seja agradável, um cheiro que não seja agradável. Então eles falam assim que a gente observe que onde nós estamos caminhando, nós estamos deixando de forma consciente ou de forma inconsciente o nosso perfume. Mas o que é e o que não é convivência é a partir da visão espírita dessa questão e desses autores que eu li, eles dizem assim: "Conviver é uma ciência, é a arte, uma ciência e arte", né? Porque é a ciência, mas é a arte do comportamento que se aprende a todo momento. Então é por isso que a gente vai falar sempre assim, administrando as emoções. A gente nunca vai falar eh o verbo é sempre no sentido contínuo. Não existe aquele momento em que eu digo assim: "Não, a partir de hoje eu já estou plenamente resolvida nas minhas questões emocionais. Não tenho mais que me preocupar. Em relação a isso, não importa qual seja a sua idade, sempre é momento de educarmos as nossas emoções. Entendam que nós não estamos falando de reprimir emoções, nós estamos falando de você aprender a administrar. significa que num primeiro momento sobre o impacto de alguma fala de alguém, você pode até eh ficar impactada e aquele momento você ter uma, um, vamos dizer, um ímpeto de fazer algo que depois na sua educação dos seus sentimentos, das suas emoções, você vai perceber que não vai piorar aquela circunstância. Então você pode calar, você pode dar uma segunda resposta que não a primeira que você pensou. Então eles fala assim: sinônimo, o sinônimo de convivência é coexistência. Então, nós vamos existir sempre trocando. Não existe a menor possibilidade de nós vivermos como seres sociais e não estarmos a todo momento trocando essas esses nossos sentimentos, essas nossas emoções. Então, existir com nós existimos com o outro, nos falam esses autores, para nós nos aperfeiçoarmos. Por que será que vocês acham que essa frase está correta? Existimos com o outro para nos aperfeiçoarmos.
o, existir com nós existimos com o outro, nos falam esses autores, para nós nos aperfeiçoarmos. Por que será que vocês acham que essa frase está correta? Existimos com o outro para nos aperfeiçoarmos. Mesmo aquela pessoa que é difícil pra gente se relacionar, digamos que você tá querendo desenvolver a paciência. Você que a ciência da paz, você acha que você vai encontrar quem? Pessoas que vão desafiar a sua paciência para saber se teste você passa. Então, eh eh as nossas virtudes nós desenvolvemos diante das nossas provas a semelhança do que se faz no ensino. Você eh estuda bastante para fazer um concurso, tem aquela hora que você vai ter que submeter uma prova e é aquela prova que vai dizer se você está aprovado ou não. Significa o o quê? Significa se você foi capaz de resolver aquela circunstância. Então, nós existimos com o outro. Daí a importância do outro nas nossas vidas para nos aperfeiçoarmos espiritualmente, seja no lar, nas ruas, a convivência pacífica é a chave para viver bem com o próximo e com nós mesmos. O que que significa uma convivência pacífica? Significa que tudo que a pessoa fizer, eu vou dizer: "Não, eu sou um ser de luz, isso não me afeta". Não é disso que nós estamos falando. Nós estamos falando de usarmos a nossa inteligência, a nossa maneira de agir para darmos o nosso recado sem nos alterarmos, sem aumentar o tom de voz, sem falar palavras agressivas. você conseguir administrando essas emoções, ter uma atitude adequada. Aí eles falam assim: "A convivência feliz é um alimento paraa alma". Como é que a gente consegue essa convivência feliz? Quando nós temos o controle das nossas emoções, quando nós sabemos administrar, melhor dizendo, controle não é uma palavra boa, administrar nossas emoções, porque controle parece que existe um momento em que você vai dominar. Não, às vezes numa determinada circunstância você não perdeu a sua calma, não, não, não ficou impaciente com aquela circunstância, mas numa outra outro dia, num outro momento, aquilo deixou você
inar. Não, às vezes numa determinada circunstância você não perdeu a sua calma, não, não, não ficou impaciente com aquela circunstância, mas numa outra outro dia, num outro momento, aquilo deixou você profundamente nervoso. Vamos dar um exemplo banal. Você não tá com um horário corrido, um compromisso profissional. você tá andando no trânsito, às vezes tá em garrafou, algum problema igual aqui hoje, né, que começou a chuva, então já, enfim, você pode eh tirar aquela situação de letra, mas se você está no momento em que você tem um horário para chegar, saiu de casa com antecedência suficiente, mas aí o trânsito engarrafou e você ficou preso, é claro que você não vai reagir da melhor maneira possível, como você reagiria naquela primeira situação que eu falei de você não ter o compromisso. Agora é justamente nesse momento que nós temos que chamar as ajudas espirituais para nos acalmarmos, porque se a gente ficar mais nervoso, o trânsito anda, não anda. Então, às vezes a gente acha que tudo depende de nós e por acharmos que tudo depende de nós, a gente acaba fazendo coisas desconexas. você fica muito nervoso e aí o seu nervosismo faz o carro andar, desobstrui o trânsito, faz com que você chegue na hora, não é verdade? Então é sobre isso que eles nos falam. Essa convivência feliz nos fala esses autores, alimenta a nossa alma porque nos nutre de alegria e e nós experimentamos o calor do outro, ou seja, o as vibrações que o outro emana para nós. Por exemplo, quando a gente estava começando aqui hoje, a gente falou que ficássemos disponíveis para receber essas energias salutares que a espiritualidade coordenada por Dr. de Menezes, que é o mentor patrono dessa casa, para que nós pudéssemos através dessa dessa mentoria que ele nos trouxe, a gente captar as energias, porque se a gente não tiver disponível, uns poderão captar muito bem e outros não captar nada, não sentir nada, não sentir. Você se dispôs a isso? Então, é sempre essa questão da da convivência feliz. Eh, nós nos nutrimos
tiver disponível, uns poderão captar muito bem e outros não captar nada, não sentir nada, não sentir. Você se dispôs a isso? Então, é sempre essa questão da da convivência feliz. Eh, nós nos nutrimos de alegria se tivermos dispostos a isso, porque senão nós não vamos passar e não vamos perceber. Tem uma uma música muito antiga que fala assim: "É uma moça chamada Carolina e ele diz assim: "Eu bem que avisei, seu pranto não vai nada mudar". Cantei 1000 versos para pra Carolina. O tempo passou na janela, mas só Carolina não viu. Aí ele conta que uma estrela caiu, ele fez a declaração de amor e e tudo aconteceu e Carolina não percebeu que o que o a música era para ela, que ele era uma pessoa que tava devotado. Por quê? Porque ela estava numa outra sintonia, com certeza uma sintonia de de reclamação, de menos valia, enfim. Tempo passou na janela e só a Carolina não viu. Quando ela foi olhar no que que nós podemos depreender pelo verso, quando ela foi perceber, o tempo já tinha passado para ela. Ele já não tava mais fazendo os poemas e tudo. Ele perdeu a oportunidade, ela perdeu a oportunidade de viver um grande amor. Então, às vezes nós fazemos isso como essa essa personagem Carolina e nós não aproveitamos a convivência feliz que por vezes nos pede apoio e compreensão, sobretudo atenção, né? Eh, esses dias eu vi um um profissional da saúde falando que como é que a gente faz para dormir bem. Ele você precisa acordar. E acordar é exatamente isso, você fazer todas as atividades necessárias para você do seu dia para que você possa ter uma boa noite de sono, né? Então é mais ou menos sobre isso que nós vamos eh conversar. E ele fala, eles falam assim: "O próximo é a ponte capaz de te levar à travessia das dificuldades." Quem é esse próximo que nos leva à travessia das dificuldades? Quando nós sabemos fazer amigos, quantas pessoas que vocês conhecem ao longo da vida que sabem manter as amizades e as pessoas que desprezam os bons amigos. Ai, você ainda é amigo de fulano. Ai, você tem
ndo nós sabemos fazer amigos, quantas pessoas que vocês conhecem ao longo da vida que sabem manter as amizades e as pessoas que desprezam os bons amigos. Ai, você ainda é amigo de fulano. Ai, você tem sim, mantemos contato agora mais do que nunca, porque temos como localizar, né? tem as redes sociais e tudo. Então é uma ponte se você for capaz de ser ponte para aquela pessoa. No momento muito difícil que a pessoa tava passando, você foi o primeiro a chegar e o último a sair ou você só foi no dia da festa? Porque às vezes a gente tem umas amizades que é só pra festa, né? na hora que você precisa mesmo, você não conta com aquela pessoa. Então ele fala que essa convivência feliz para que a gente tenha e mantenha essas amizades, essa convivência e tudo, a gente precisa ser apoio e compreensão para as outras pessoas e às vezes entender, relevar que aquele dia a pessoa não tava muito bem, que às vezes deu uma resposta que não era exatamente isso que a pessoa queria dizer. E às vezes depois lá diante a pessoa se coloca e às vezes você não tá num dia bom. Esses dias aconteceu comigo numa questão profissional. Eh, eu fiz uma apreciação, era um um grupo de trabalho no Zap mesmo. Eu fiz uma apreciação, em seguida houve um comentário que não foi, não seria lendo assim favorável, parecia uma crítica. Aí eu liguei para uma amiga e conversei com ela. Olha, eu queria que você desse uma olhada nessa lá no nosso, ai eu não tive tempo, tô correndo, tendo que resolver coisa, mas mais tarde eu vejo. Aí depois ela me ligou, falou: "Eugênio, é só impressão sua, porque olha, presta atenção, olha, quando a pessoa tá com a cabeça fria, como é importante, quando você tem o controle da das suas emoções, você sabe administrá-la". Ela verificou que as duas mensagens saíram no mesmo horário. Então a pessoa não tinha nem lido o que eu havia escrevido, era só que eu havia escrito, que era só uma uma apreciação que ela tava fazendo em relação ao trabalho todo, não era exatamente sobre a minha pessoa, mas
a não tinha nem lido o que eu havia escrevido, era só que eu havia escrito, que era só uma uma apreciação que ela tava fazendo em relação ao trabalho todo, não era exatamente sobre a minha pessoa, mas como naquele momento eu não estava muito bem equilibrada, eu achei que era. Aí quando uma outra pessoa faz uma leitura mais ponderada, mais calma, eh, a gente vê que não era bem assim. na nossa vida inteira, nossa vida emocional, na nossa vida afetiva, nós precisamos entender que é assim, vocês eh tiverem pais e mães aqui, vão saber, filho adolescente, você pergunta uma coisa, hã, hein, um, e responde qualquer coisa que que venha lá, às vezes não tem nada a ver com o que você tava perguntando, porque ele não tá ligado ali no que você tá falando, ele tá lá numa outra coisa, tiver no computador Então, então a gente precisa ficar atento, porque às vezes você vai se magoar com uma coisa que não era exatamente aquilo. Nós precisamos de sobriedade para poder contornar essa situação. Então, a compreensão eh é fundamental nessa troca de vivência. E eles falam assim que por vezes o outro tá precisando de nós, mas nós não podemos esquecer que nós também precisamos. Quer dizer, os outros precisam de nós e nós precisamos do outro. Mas se toda a vida que você precisa, você nunca pode contar com aquela pessoa, como é que você vai esperar que ela seja uma ponte? Nessa passagem que eu falei do do Kardec, ele diz assim: "Nenhum homem dispõe de faculdades completas". Ou seja, todos nós precisamos de alguém para complementar aquilo que é bom. Faculdades completas, eh, você pode ser muito bom em matemática e você ter dificuldade numa outra disciplina. Você pode ser muito bom eh eh em redação, mas você tem dificuldade matemática. Então ele diz assim que nós não dispomos de faculdades completas, porque completos como seres humanos nós somos, como filhos de Deus somos. Mas é pela vivência social, continua Kardec, que nós nos complementamos uns aos outros para assegurar o nosso próprio bem e
s, porque completos como seres humanos nós somos, como filhos de Deus somos. Mas é pela vivência social, continua Kardec, que nós nos complementamos uns aos outros para assegurar o nosso próprio bem e podermos progredir material e espiritualmente. Você você pode ter uma ideia brilhante, mas a execução da sua ideia tem quem faça, porque às vezes a ideia é maravilhosa, só que a dificuldade é enorme, né? Eh, eu lembro de um arquiteto que ele falava acerca de uma outra pessoa muito famosa, ele dizia: "Não, ele é um excelente arquiteto, só não se põe, só não consegue pôr em pé as obras dele." Ou seja, ele tinha ideias maravilhosas, mas na hora de fazer as contas necessárias para edificar, ele tinha muita dificuldade. Então, ele, vou voltar ao que o Kardec fala, nenhum homem dispõe de faculdades completas. É pela vivência social que nos complementamos uns aos outros para assegurar o nosso próprio bem e progredir material e espiritualmente. Então, nós precisamos do outro, tanto do ponto de vista material como do ponto de vista espiritual. Vocês imaginem se todo todos nós tivéssemos a mesma habilidade, todo mundo fosse padeiro. Olha a dificuldade em relação às outras questões que a gente precisa. Se todos nós eh tivéssemos eh eh tendência ou gostássemos da da área médica e quem ia cuidar das outras coisas. Então o que eles falam é isso, todos são importantes e necessários pro nosso convívio social. E eles falam também que a nossa interdependência é uma realidade. Ninguém é feliz ou cresce isoladamente porque não existe autossuficiência. Somos seres interdependentes. Ou seja, quer você a aceite ou de forma consciente ou inconsciente, todos nós precisamos uns dos outros. Por isso que Jesus nos fala no Pai Nosso que nós somos irmãos. cada interação que nós temos, ou seja, cada pessoa que você conhece, cada ambiente que você frequenta, é uma oportunidade para evoluirmos e sermos melhores e contribuir para um um uma maneira mais harmônica de viver. Eh, é fácil a gente entender que é uma
você conhece, cada ambiente que você frequenta, é uma oportunidade para evoluirmos e sermos melhores e contribuir para um um uma maneira mais harmônica de viver. Eh, é fácil a gente entender que é uma interação de uma oportunidade para evoluir se a gente pensar nos nossos afetos, né? Se você pensar que a pessoa que você ama, seu companheiro, sua companheira, acrescenta a sua vida, suaviza, que bom encontrar com aquela pessoa, fica fácil a gente entender que nós estamos ali numa oportunidade de evoluir. Se for justamente uma pessoa que você tem uma dificuldade muito grande de convivência, os valores não são nem parecidos. Essa pessoa também é uma oportunidade pra gente evoluir. Que que vocês acham? Segundo esses autores, sim. É aí que a gente tem que disponibilizar toda a nossa capacidade de aceitar as pessoas como elas são. Lembra dessa música EPF? Ela fala sobre isso. Às vezes a gente perde muito tempo querendo que alguém mude quando ele não tem condição de mudar. E às vezes essas questões, quando elas são do ponto de vista emocional fica difícil, mas se fosse do ponto de vista físico, a gente entenderia. Por exemplo, a pessoa que tem uma deficiência não a perna, você não vai exigir que ela caminhe, ande e corra igual uma que não tem. Mas quando a deficiência é do ponto de vista emocional, fica mais difícil da gente perceber. A gente tá cobrando uma coisa que a pessoa nunca vai ter condição de fazer. Não é que ela não quer, ela não dá conta. Então é perceber isso faz com que você se angustie menos, para que você tire o seu personalismo daquela situação. Não é com você, é porque a pessoa é de reclamar da vida. Ela reclama de você como reclama de tudo, né? Não é só porque é a sua pessoa. Qualquer pessoa que chegar perto, ela vai ver uma dificuldade. Então eles nos falam, esses autores eh espirituais, que a convivência diária é um dos maiores desafios, porque nós somos constantemente postos a provas. Será que é isso mesmo? Esses dias eu ouvi um um uma palestra e que ele falou um exemplo
spirituais, que a convivência diária é um dos maiores desafios, porque nós somos constantemente postos a provas. Será que é isso mesmo? Esses dias eu ouvi um um uma palestra e que ele falou um exemplo que eu acho que cabe muito bem aqui pra gente entender essa questão da diferença de convivência. Ele conta que certa feita ele tava já de saída pro trabalho e tudo e o filho foi botar um suco no copo desses descartável e quando ele virou o suco caiu coisas e sujou ele todinho. Ele falou: "Ô, meu filho". E fez aquela coisa e reclamou porque você não presta atenção. Você tivesse mais atenta, agora eu tenho que voltar, tô em cima da hora, vou ter que trocar de roupa e tal. Tempos depois, eles estão reunidos com amigos e um filho de um amigo esbarra e derrama outro suco na mesma pessoa. Aí o pai do garoto ficou: "Ô, fulano, desculpa aí, não sei o que, meu filho, peça desculpa e tudo." Não, imagina, deixa isso para lá. E o filho falou: "É, mas se fosse eu". Então, às vezes a gente não percebe o quanto que os nossos afetos são os menos beneficiado da nossa boa vontade, que a gente tem uma boa vontade enorme quando nós estamos no nosso papel social, mas às vezes quando nós estamos no nosso papel familiar, a gente não age assim, né? Então, o suco de laranja que o filho derramou, ele eh cobrou do filho toda aquela e não viu que era uma criança, que não foi porque tudo isso que ele viu quando aconteceu com o filho do amigo. Então, a nossa convivência, nos falam esses autores, para ser pacífica, ela ela pressupõe que nós vamos ter compreensão da situação, nós vamos ter solidariedade com as pessoas envolvidas e às vezes perceber que aquela pessoa não está passando um bom momento, que por isso que ela não deu aquela resposta educada que nós estávamos eh esperando, né? Eu também tô esperando que meu computador se comporte bem, porque ele tá avançando aqui direto. Mas enfim, meus irmãos, eh essa importância da vida em sociedade é ela é relatada no na obra básica. Na questão 76, Kardec nos fala que é a lei
or se comporte bem, porque ele tá avançando aqui direto. Mas enfim, meus irmãos, eh essa importância da vida em sociedade é ela é relatada no na obra básica. Na questão 76, Kardec nos fala que é a lei de sociedade, que é essa lei que nos leva à convivência, ela faz parte das leis morais. E como a como lei de sociedade, ele fala que há uma necessidade de convivência para o nosso aprimoramento espiritual. Ou seja, não é não é por acaso as pessoas com as quais nós nos encontramos, nem as pessoas que nós encontramos nesse nesse momento da nossa existência, como no nosso passado. Certa feita, eh, alguém comentando sobre, eh, que vou vou na a pessoa trabalhava em em um grupo mediúnico, aí comentando, não, a gente vai lá para ouvir esses os espíritos que estão assim num momento difícil e não sei o que lá e ajudar, vê aquela expressão de ajudá-los, né? Aí a primeira psicografia que veio quando entrou no grupo foi: "Não são estranhos que lhe procuram". Ou seja, mesmo que você esteja doutrinando um espírito, mesmo que você esteja conversando espiritualmente, nenhum deles é estranho para nós. Então, por exemplo, nas nossas orações, quando nós nos sentimos acompanhados, às vezes por uma imagem que a gente faz de um de uma pessoa da família que nos amava muito e que por vezes não está mais aqui entre nós, nós temos que entender que o socorro veio em relação à energia que a gente amantou. Então, às vezes é muito fácil a gente energias positivas em relação às pessoas que a gente ama, mas o convite desses autores espirituais é para que a gente emane também energias positivas para aqueles que não gostam de nós. Às vezes é difícil, né? Mas é isso, tem uma oração muito bonita numa psicografia de Dr. Bezerra que ele fala isso, que a gente reza muito pelos que sofrem, mas que é interessante também a gente rezar pelos que fazem sofrer. E às vezes a pessoa que faz sofrer também está em sofrimento, na maioria das vezes, até pelo grau de inconsciência que ela está, né? Então ela não consegue nem perceber eh eh o
pelos que fazem sofrer. E às vezes a pessoa que faz sofrer também está em sofrimento, na maioria das vezes, até pelo grau de inconsciência que ela está, né? Então ela não consegue nem perceber eh eh o lixo deletério que ela sai jogando nas conversas, no momento, sempre aquela só eu que tenho esse tipo de amigo que sempre vê o lado negativo de tudo que você conta. Se você contar uma coisa bem positiva, a pessoa examina, diz: "Não, mas isso aí pode te trazer problema. Não, essa situa não. Mas olha, se você não viu ainda, isso pode gerar dificuldade. Então é sempre uma pessoa que tá vendo sempre o lado no negativo de todas as as circunstâncias. Então eles falam assim: "O que é conviver e o que não é conviver?" Primeira questão que eles nos falam que é bom a gente entender, que não é conviver, não significa que você tá concordando com a atitude errada que a pessoa fez, nem é também você se colocar na mão do opressor, ou seja, aquela pessoa que você sabe que tá lhe fazendo mal, não, mas eu eu li lá na doutrina que a gente tem que ter sim, ninguém falou para você ir, falou, você pode até rezar pela pessoa, mas você não precisa ficar perto, né? Precisa que a gente entenda isso. Eh, e também saber até onde você pode conversar. Você sabe que a pessoa é a maior fofoqueira do mundo. Por que que você foi contar aquele segredo para ela? Vai passar adiante, vai comentar, vai virar fofoca se não for para para lá pra internet para fazer comentários, etc. Então, não é colocarse conviver, conviver de forma pacífica. eh, de forma harmoniosa, equilibrada, não é concordar com o erro, nem é se colocar na mão do opressor também. Não é fingir que tá tudo bem, é o que a gente fala assim, jogar o jogo do contente, fazer de conta que tá tudo bem. Não, as questões estão aí, a gente precisa resolver os boletos para pagar, mas a gente tem que ter uma atitude positiva diante disso e entender que como nós, muitas outras pessoas, né, eh eh estão passando as mesmas coisas. Essa essa pessoa que eu a quem eu me
os para pagar, mas a gente tem que ter uma atitude positiva diante disso e entender que como nós, muitas outras pessoas, né, eh eh estão passando as mesmas coisas. Essa essa pessoa que eu a quem eu me referi agora a pouco, ela chega, diz: "Ai, meu Deus, não sei como é que vai ser hoje, eu tenho que fazer supermercado". Ela e todo mundo, né? Se não fizer, como é que vai entrar, né? Então tudo ela coloca num sentido de um lamento. Ai meu Deus, eu tenho que todo mundo tem que pagar a conta de luz, água, né? Condomínio, aluguel, enfim, faz parte do nosso viver. Então se você já torna difícil as atividades rotineiras da vida, dificilmente você vai conseguir saborear a vida, né? Então eles falam também assim: convivência não é que você vai eh achar que o outro está correto, nem acreditar que ele vai mudar porque você tá com vontade que ele mude. Então você fala uma coisa, a pessoa não vai absorver aquela aquela aquele conselho, aquela questão, porque ele não tá preparado para isso. Ele ainda acha que tá certo. Como é que ele vai ouvir a forma como você tá colocando aquela situação, né? Ele vai mudar no momento que ele quiser, no momento que ele estiver preparado. E aí eu lembrei do do poeta Patativa do Açaré que diz assim: "O poeta fala assim: "Quem tem o mel dá o mel, quem tem o fé dá o fé. Quem nada tem nada dá. É natural. Se a pessoa não tem nada para oferecer, ela não vai poder lhe oferecer aquilo que você quer. E você tá esperando por quê? Que venha de onde não vai, não vai ser de lá, com certeza. Aí a pergunta que vocês poderiam se fazer, que eu fiz também, é como é que a benevolência pode nos auxiliar para que a gente alcance uma convivência harmônica? Aí eu fui ao dicionário para ver o que que era benevolência, qualidade que se se expressa na tolerância, qualidade de quem perdoa com facilidade. Aí eles falam assim: "É é romper, não era para romper tudo assim não, tá gente? Não era isso tudo não, mas é romper com o vínculo mental. Qual seria o vínculo mental? Eh, eu tenho aí, eu vou me fazer uso do
s falam assim: "É é romper, não era para romper tudo assim não, tá gente? Não era isso tudo não, mas é romper com o vínculo mental. Qual seria o vínculo mental? Eh, eu tenho aí, eu vou me fazer uso do poeta de novo. Ele diz assim: "Eu tenho coisas grandes para conquistar e eu não posso ficar aqui parado. Eu não posso ficar dando atenção paraas bobagens que você tá falando, transformar isso como a coisa mais importante da minha vida, porque eu tenho outras coisas para fazer. Eu não posso ficar parado aqui nessas circunstâncias porque eu preciso desenvolver outras outras questões na minha vida." Eu lembrei de uma historinha muito interessante que ele fala eh o sábios discípulos e o elefante. Eh, quando os sábios estavam, os discípulos do sábio estavam discutindo muito uma maneira de ver, outra maneira de ver que a maneira de que ele pensava era o certo, o outro achava que era o dele. Aí ele pediu para fazer uma experiência, vendou os olhos de todos eles lá e colocou um elefante numa sala escura. Aí conduziu cada um para uma parte diferente. Aí você vai tocar o objeto e dizer o que que você acha. Cada um falou uma coisa, um que que trocou tocou na tromba, achou que o animal era esse. O outro que que tocou pela altura a pata, achou que era outra coisa. O que que essa historinha tem para nos nos inspirar, nos ensinar? que não importa o que você pense sobre a realidade, é apenas uma das possibilidades de visão do ângulo em que você se encontra, porque se você tivesse sobre outro ângulo, você veria de outra forma. Será que é assim? Eh, tomar um café da manhã normal. Então você vai lá, né, adolescente, então filho, não, não tá bom, pão tá prensado do jeito que ele gosta, sanduíche não saiu, né? Essa é a visão dele. Ele pode, ficou chateado, não fez o pão do jeito que eu gostava, eh, o iogurte, o o enfim, qualquer outra, uma fruta não estava no agrado e tudo. Essa é a sua visão. É possível você essa visão. Quem não tomou café hoje porque não tinha em casa, se tivesse esse café preto com um
, o o enfim, qualquer outra, uma fruta não estava no agrado e tudo. Essa é a sua visão. É possível você essa visão. Quem não tomou café hoje porque não tinha em casa, se tivesse esse café preto com um pedaço de pão que fosse dormido, ele tava agradecendo o que você tá reclamando. Então é o ângulo da questão que faz com que você veja de uma forma ou de outra. Eh, eu tenho um amigo estigante assim que o Chico chamar o Chico Xavier, que todos os finais de semana ele passa em frente à minha casa com um som nas alturas. Isso de madrugada eu já observei que é mais ou menos entre 5 e 6 da manhã e o nosso gosto musical não coincide muito. Então ele fica, o raciocínio enganoso dele é assim: "Como é possível alguém não gostar do que eu gosto? Ele deve adorar essas músicas. Para mim é perturbador. Eu acordo. Então agora eu tô fazendo a seguinte política. Eu acordo e digo: "Ai, que bom que hoje é um final de semana. Eu não preciso sair correndo, engolindo o café ou às vezes levando o café, terminando de tomar o café já na garagem para pegar o carro e resolvi tirar por isso, porque não vai mudar. Ele tem certeza que ele tá arrasando. Ele bota o som mais naquele de madrugada que é justamente eu acho que na no raciocínio dele, aquele de como é possível gostar de uma coisa que eu não gosto, ele tá pensando assim: "Tô fazendo uma seresta para as pessoas que moram aqui nesse nesse bairro, né, para não localizar asa nem nada". Então ele tem certeza que ele tá abafando a e tá incomodando a mim e outras pessoas no prédio também que a gente já começou também incomoda a pessoa, mas a pessoa não tem a menor noção de que está incomodando. Então, muitas vezes o que nos leva a situações dramáticas como solidão, essas coisas todas, é a soberba da gente considerar que você é o melhor, que a música que você ouve é a melhor possível, que você é o cara mais lúcido, capaz de fazer eh apreciações sobre todos os temas, eh, e que você não precisa da ajuda de ninguém para se desenvolver e tal. Há uma um outro momento desses dessas
ível, que você é o cara mais lúcido, capaz de fazer eh apreciações sobre todos os temas, eh, e que você não precisa da ajuda de ninguém para se desenvolver e tal. Há uma um outro momento desses dessas leituras que eu chamei assim: gentileza gera gentileza e homenagem ao poeta gentileza. Mas é exatamente isso que eles desenvolvem nesses textos. Eles falam assim que pequenos gestos fraternos diários podem se transformar em sementes para coletas do amanhã. Então ele eles falam o quanto que a gentileza simples eh já tomou café, como a gente faz no ambiente de trabalho? Melhorou? Se a pessoa diz: "É, tava com dor de cabeça, melhorou, como é que você está?" Então, quando você coloca essas esses pequenos gestos como eh atitude sua, você tem por cumprimentar as pessoas, eh, não sei lá onde onde vocês moram, mas nem sempre as pessoas respondem. Quando você dá bom dia no elevador, todo mundo responde lá para você lá no trabalho também, né? Quando a gente vai subindo, boa tarde, bom dia, a pessoa às vezes tá com fone de ouvido, às vezes tá no celular, não, não tem não, não responde. Mas eles falam isso, que existe uma consequência, segundo esses autores, existe uma consequência energética. E essa frase é dona André Luiz, não é minha, quando ele diz assim: "Sua generosidade chamará a bondade e alhei seu socorro". Porque assim, você foi generoso com aquela pessoa, ela nem sequer notou, mas quando você emitiu essa energia, o mentor espiritual dele sabe. E aí vai lá na frente, você tá precisando de algum, nossa, que bom. E às vezes é uma bobagem, uma vaga, mas quando a gente tá precisando, uma vaga para estacionamento, mas quando a gente tá precisando com tempo corrido, eu sou sou Uber das minhas netas, eu já contei isso aqui para vocês. Então se eu tenho horário corrido para buscar, para deixar, para levar não sei aonde, tal, aula disso, aula daquilo, vocês você dá graças a Deus quando você consegue, ai meu Deus, obrigada, você conseguiu a vaga, né? Então essa consequência energética é essa, que a generosidade
aonde, tal, aula disso, aula daquilo, vocês você dá graças a Deus quando você consegue, ai meu Deus, obrigada, você conseguiu a vaga, né? Então essa consequência energética é essa, que a generosidade vai chamar a bondade para você. Então é por isso que a gentileza gera gentileza. Tem uma uma música que eu gosto muito, eh é uma música católica que diz assim: "Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas". Então são esses pequenos acontecimentos, pequenas gentilezas do dia a dia que vai fazer com que você eh eh você ganhe um dia maravilhoso. Uma hora um não responde, mas outro responde. Uma hora alguém não observa, mas outra pessoa observa. E você gera eh essa energia positiva que o André Luiz tá chamando de bondade alheia vindo em nosso socorro. Aí, talvez o que possa ocorrer a vocês, que me ocorreu assim, mas eu encontrei uma resposta bem interessante que eu vou passar a falar para vocês. Será que eu não tô sendo falsa quando eh eu tô desejando uma coisa que às vezes não é do fundo do meu coração? Será que eu não tô sendo verdadeira? E e a resposta de um desses autores, eu gostei muito, que ele diz assim: "Você vai receber um amigo na sua casa? Alguém vai visitar você, seja um amigo próximo ou não, você vai colocar um vaso de flores na mesa ou você vai colocar uma lata do lixo?" Com certeza as flores, né? Então, e esse é, não é que a casa não tenha lixo, tem, todo mundo sabe que tem e a sua visita também sabe que tem, tem lixo na sua casa, mas nem por isso você vai botar o lixo na mesa que você vai receber seu amigo. Essa mesma esse mesmo pensamento a gente tem que desenvolver do ponto de vista espiritual. Nós também temos lixos emocionais, mentais, natural. Vivemos num planeta de expiação de provas, não vamos virar espírito de luz da noite pro dia, mas nem por isso a gente pode negar ao nosso irmão de convivência as flores, o que há de melhor em nós, né? Então, eh, como é que a benevolência pode nos auxiliar nessa convivência? Primeiro, benevolência. Segundo o eh o
ente pode negar ao nosso irmão de convivência as flores, o que há de melhor em nós, né? Então, eh, como é que a benevolência pode nos auxiliar nessa convivência? Primeiro, benevolência. Segundo o eh o dicionário, benevolência é boa vontade em relação à outra pessoa. Então, sempre que nós temos essa boa vontade de relação à pessoa, lembra o que o André Luiz falou? Você tá gerando uma energia positiva eh em torno de você. Então, eh, quando você tem uma natureza boa, benévola, quando você trata alguém com boa vontade e expressa essa boa vontade, naturalmente virá essa energia para você. Se não vier da pessoa, virá de outro lugar. É, é a história que o André Luiz falou da bondade aleheia. E há uma outra frase, um parágrafo deles que eu até trouxe aqui também, que ele diz assim: "Se você acredita que uma franqueza rude, franqueza rude sabe o que é? Não, eu só falo a verdade, eu digo tudo e não sei o quê" e fica aquela pessoa desagradável, né? Vomitando palavras agressivas. Aí ele diz: "Se você acredita que franqueza rude pode ajudar alguém, observe o que ocorre com uma planta se você coloca água fervente. É água que a planta precisa, é, mas não é água fervente, né? Então, muitas vezes nas nossas situações de convivência, a gente tem que pensar sobre isso, porque não é que você não vai dizer nada, não é que você não vai expor a sua maneira de pensar, mas a forma como você vai expor é que é a grande questão. É, Emanuel fala assim, o espírito Emânuel na psicografia do Chico, na convivência nos espelhamos uns aos outros, não para nos criticar ou ao outro, mas para nos entendermos e assim também podermos compreender o outro. por porque na medida em que eu tô tentando me entender, eu tô vendo que nem sempre eu sou a melhor pessoa do mundo, que vez por outro eu acordo meio eh sem estar bem, não estou equilibrada. Então eu vou entender também o dia que o meu irmão eh não estiver tão equilibrado assim. E Joana de Angeles sobre convivência fala assim: "A convivência eh social constitui na Terra um desafio dos mais
ntão eu vou entender também o dia que o meu irmão eh não estiver tão equilibrado assim. E Joana de Angeles sobre convivência fala assim: "A convivência eh social constitui na Terra um desafio dos mais significativos. em razão da sua complexidade. Que complexidade é essa, gente? Que que vocês acham? Porque cada pessoa é uma é uma é uma pessoa diferente. Uma frase que você disse para uma pessoa que não foi ofensiva, para outra pode ser. Eu lembrei daquela música que diz assim: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". Então, as pessoas divergem e nós temos que entender essa divergência. Doutrina espírita nos fala que tem três pilares pra gente obter uma boa relação humana. E são essas três. Benevolência, ótimo, só que é para com todos, né? Indulgência com as imperfeições de todos. Perdão das ofensas, de todas as ofensas. Então, a gente às vezes perdoa uma ofensa, mas a outra fica difícil. Então, a questão para nós é sempre essa esse todos. são todas as pessoas indistintamente. Nos falam esses autores que o espírito de fraternidade real deve vigir em todos os membros da sociedade. É isso quando nós vamos viver finalmente entre paz, em paz entre nós, entre as nossas famílias, entre as nações. E eu encerro com uma poesia que diz assim: "Somos todos irmãos da lua, moramos na mesma rua, bebemos no mesmo copo a mesma bebida crua. O caminho já não é novo, mas é por ele que passa o povo. Farinha do mesmo saco, galinha do mesmo ovo, mas nada é melhor do que a água. E a terra é mãe de todos. O ar é que toca o homem, mas é o homem que maneja o fogo. E o homem possui a fala e a fala edifica o canto. No canto repousa a alma e da alma eh da alma vem a calma. A calma é irmã do simples e o simples resolve tudo. Mas tudo na vida às vezes consiste em não se ter nada. É uma poesia do Renato Teixeira homenageando Francisco de Assis. Com ela eu encerro desejando a vocês uma um ótimo final de semana e que essas palavras desses autores calem fundo aos nossos corações e nós possamos finalmente vivermos em
nageando Francisco de Assis. Com ela eu encerro desejando a vocês uma um ótimo final de semana e que essas palavras desses autores calem fundo aos nossos corações e nós possamos finalmente vivermos em paz. Vamos fazer a nossa oração final enquanto a nossa irmã vem para nos chamar a fazer o passe, ok? Vamos respirar lento e profundamente. Agradecer esses mentores queridos por estarem presentes nesses nossos momentos de reflexão, mas principalmente nos nossos momentos de dificuldade, de luta, nos momentos em que o nosso equilíbrio na convivência por vezes fica tão difícil. Contando com esses amigos espirituais, vamos dizer, do fundo de nossas almas. Graças a Deus e graças a Jesus. Agora vamos ao momento do passe. Obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.
nhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
O AMOR COMO SOLUÇÃO - Eugênia Matos [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Eugênia Matos
GENTILEZA O CAMINHO RÁPIDO PARA TER PAZ NO LAR - Caio Brasil [A VOZ DO CORAÇÃO]
Comunhão Espírita de Brasília · Caio Brasil
OS MALES DO EGOÍSMO - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Regina Borges
COMPANHEIROS DO DIA A DIA - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Wagner Alberto
HARMONIA FAMILIAR - Eugênia Matos [PRECE AOS SUICIDAS]
Comunhão Espírita de Brasília · Eugênia Matos
COMPREENSÃO E CONCILIAÇÃO - JESUS (MATEUS, 5:25) - Eugênia Matos [PRECE AOS SUICIDAS]
Comunhão Espírita de Brasília · Eugênia Matos
PROCESSOS EDUCATIVOS DA VIDA - Eugênia Matos [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Eugênia Matos
#1379 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 16/02/25
FEBtv Brasil