NOVO ANO,NOVO DIA - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]
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fazer umas perguntas assim. >> Você quer que eu solte um timer para você ou podemos 1 do TR? Tá valendo. Vai. >> Eu eu eh antes de começar não, eu queria um timer só quando eu tivesse começado, porque é meia hora, né? Se para eu saber Ah, não. Aí tem esse reloginho. Você consegue ver? Você quer que eu entre aí e ponha o relógio digital para você? >> Não, tem o relógio ali na parede, né? Eu consigo ver. >> Beleza. Tudo bem. Então, eh, >> meia hora, né? >> É, exatamente. É com você, tá? Aí você, eu vou falar assim que tá valendo, você já pode começar, tá bom? >> Tá joia. >> Então, Roberto Assis, fique com Deus, uma boa palestra para você, querido. A qualquer momento você já pode entrar e gravar, tá? >> Joi, >> tá, tá valendo. >> Olá, amigos queridos, amigas queridas. Me cabe a tarefa nesse encerramento de 2025 de trazer uma mensagem de ano novo. E eu fiquei pensando bastante, né, a respeito disso. E claro, a gente tem uma mensagem de Ano Novo, uma carta de Ano Novo de Emanuel, né, psicografia do nosso querido Chico Xavier e a gente vai falar sobre ela. No entanto, eh, eu fiquei refletindo que sobre ciclos, né, a gente tá chegando ao final de mais um ciclo. Eh, nós separamos o tempo, né, para além das estações, da mudança de dia e noite que a natureza nos assinala, nós dividimos o tempo. Dividimos o tempo em semanas, dividimos o tempo em meses, dividimos o tempo em anos, mas nós dividimos o tempo, não é? E eu fiquei pensando que chega essas épocas de fim, de ciclo anual, né, dessa separação que a gente fez e nós todos seguimos e refletimos pouco sobre isso, mas que é um pouco de uma certa maneira artificial. E a gente, todo fim de ano e novo ano, a gente tem alguma sorte de angústias e a gente tem alguma sorte de esperanças, né, com esse com essa virada mágica, né, do 31 de dezembro parao de janeiro. No entanto, nós seguimos sendo os mesmos. E eu lembrei de uma mensagem do Lourival Lopes a respeito da morte, né, eh, que eu tenho lido com alguma frequência ultimamente e eu já explico para vocês
ro. No entanto, nós seguimos sendo os mesmos. E eu lembrei de uma mensagem do Lourival Lopes a respeito da morte, né, eh, que eu tenho lido com alguma frequência ultimamente e eu já explico para vocês qual é a conexão que eu fiz. E o Lorival diz assim: "Olha, eh, no livro Gotas de Esperança, a morte não existe. O que se dá é apenas uma transformação da nossa maneira de ser. Não espere que depois dessa vida exista outra vida. Não. A vida é a mesma. A vida eterna já está sendo vivida por todos nós. Depois da morte, continuaremos a ser o que já somos. Portanto, procure ser agora, antes da morte, aquilo que deseja continuar sendo depois da morte, porque a morte não existe. Nesse sentido, é que eu queria fazer a nossa reflexão de ano novo, não é? Eh, que a gente continue sendo quem somos, né? que a gente continue nessa jornada de aprimoramento, que a gente compreenda, né, que nós estamos nessa viagem chamada encarnação e ela é progressiva. Lógico que finais de ano são bons para que a gente possa fazer uma avaliação, uma retomada, eh olhar com mais eh atenção o que que nós estamos fazendo, os resultados que a gente tá colhendo, os rumos que a gente quer eh renovar. mas que a gente possa fazer isso de uma maneira mais constante, não é? esse processo de autoajuste, esse processo eterno de recomeçar e esse processo de sermos todos os dias a nossa melhor versão, entendendo a nossa melhor versão num sentido de realidade, aquilo que melhor nós podemos ser, porque é isso que nós somos em 2025, 2026, 2027, enfim, agora encarnados, desencarnados, seremos sempre nós, né? Então, que a gente consiga fazer esse espaço de estarmos confortáveis, de aceitação com quem nós somos. Certamente não somos perfeitos, mas certamente estamos tentando melhorar. Isso precisa ser reconhecido. Certamente temos virtudes e capacidades e são elas que precisam ser olhadas, porque nós precisaremos potencializá-las até mesmo para renovar aquilo que de sombras ainda nos prende. Então, a gente vai aqui com essa carta de Ano Novo, que
des e são elas que precisam ser olhadas, porque nós precisaremos potencializá-las até mesmo para renovar aquilo que de sombras ainda nos prende. Então, a gente vai aqui com essa carta de Ano Novo, que Emanuel escreve pra gente e ele diz assim: "Ano é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para necessária ascensão." É bonito isso, né? a gente pensar que o ano tá reencarnando no calendário, assim como nós, a cada reencarnação recebemos proposta renovada de ascensão, de construção. Lembra-te que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para a execução de velhas promessas que ainda não tivestes a coragem de cumprir. Velhas promessas, né? promessas que nós fizemos a nós mesmos, promessas que a gente faz com o Cristo de para além de admirá-lo, realmente colocá-lo em vida na nossa vida, né? de fazermos aquilo que ele nos recomenda a fazer para que a gente transforme o nosso campo interior, a nossa vida emocional e espiritual em um local de paz, em um local de equilíbrio, em um local de força. Não é sobre as circunstâncias externas. Talvez elas não mudem ou não mudem tão rápido quanto a gente gostaria, mas é a mudança de nós mesmos, nos reconhecendo capazes de navegar mares tranquilos e tormentosos. Então, Emanuel convida aqui, né, a gente terá coragem de botar o Cristo em prática. Eh, as nossas velhas promessas, velhas no sentido de assumidas antes mesmos da gente reencarnar. Se tens inimigo, faz das horas renascer-te o caminho da reconciliação. Gente, o perdão é tarefa inesgotável e será de dessa encarnação e de tantas outras. do perdão, nos liberando da nossa própria mágoa, mas também criando um ambiente possível de seguirmos adiante. Eh, libertação de caminhos. Nós não precisamos gostar das pessoas para tratar delas, para tratá-las com respeito, para sermos justos com ela, com elas, para fazer o bem a elas. Para isso, nós vamos precisar de força e
caminhos. Nós não precisamos gostar das pessoas para tratar delas, para tratá-las com respeito, para sermos justos com ela, com elas, para fazer o bem a elas. Para isso, nós vamos precisar de força e resolução íntima, porque isso fará com que a gente não revide. Ainda que seja um inimigo, ainda que eu não goste, eu agirei com o melhor de mim, porque essa opção eu fiz com o Cristo. Essa opção eu fiz para colocar em prática, para estabelecer segurança íntima e paz na minha vida. Essa opção eu faço por uma consciência tranquila. Então, não é sobre o outro merece ou não, é sobre o que eu quero e o que eu mereço e eu mereço ter paz. Então, caminhemos por caminhos de paz. Façamos os esforços, os esforços que a paz vai pedir de cada um de nós. Se fostes ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para a frente. O perdão é clarão na escuridão, é fácil, que vai mostrar por onde caminharmos, onde a gente ainda não tem certeza. É o amor que nos guia. Se descansar em demasia, volta ao arado das tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do amor. Aqui a gente vai refletir que ainda que o presente, né, traga frutos amargos de semeaduras que a gente fez nessa vida ou em vidas passadas, resultados menos felizes de opções que nós tomamos. A gente pode refletir que o futuro será melhor e a gente não precisa de nenhum nenhum oráculo para isso. Na medida de que se eu hoje escolho melhor as minhas ações, se eu hoje estou semeando o que eu tenho de melhor, essa colheita, ela virá. Mas cedo ou mais tarde, o bem que eu faço hoje me alcançará em consequência. Então, o meu esforço, por maior que ele seja de fazer o bem hoje, ele retornará. Quando não sabemos, mas ele retornará. Então, a gente consegue manter um olhar de esperança para o futuro em razão do que nós estamos fazendo hoje, em razão da esperança que nós temos, porque hoje nós somos melhores. Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz do dever bem cumprido.
estamos fazendo hoje, em razão da esperança que nós temos, porque hoje nós somos melhores. Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz do dever bem cumprido. Aliás, os espíritos nos dizem que essa é a felicidade possível no mundo de provas e expiações, uma consciência tranquila. que nós saibamos também reconhecer que quando a gente fez tudo o que a gente podia, o melhor que a gente sabia, muito embora esteja longe da perfeição, porque perfeitos não somos, é preciso que a gente consiga repousar na consciência tranquila, numa alegria que é serena, ela não é eufórica, sem dúvida nenhuma, porque muitas vezes ela está matizada por eventos menos felizes, por tristezas que nos alcançam a alma. Mas a nossa consciência nos dizendo que a gente fez tudo que a gente poderia da melhor maneira que a gente conseguia bastará para nos manter em serenidade nesses momentos. Novo ano, novo dia. Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que não te entenderam até agora. Lembra que há mais ignorância que maldade em torno do seu destino. Muitas vezes as pessoas só não nos compreendem numa na medida que compreenderem a si mesmas e seus próprios dilemas, se pacificarão também. Às vezes a raiva não é com a gente, a raiva é com elas mesmas. A gente pode deixar ir, né? A gente não precisa agarrar. Recorda, não maldigas nem condenes. Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado na inquietude da escuridão. A nossa prece, a nossa gentileza, o nosso ato de boa vontade, muitas vezes é apenas uma vela, uma vela que nós acendemos na escuridão. Às vezes uma palavra amiga, às vezes a gente não pode fazer nada, mas a gente pode acompanhar num silêncio. misericordioso as lágrimas de alguém. E nesse sentido, eh, a gente pode lembrar que uma única vela faz uma luz moderada. É verdade. Ilumina pouco ao redor de si, mas ilumina. Mas muito mais do que isso. Uma vela acesa pode acender milhões de outras velas antes de se extinguir. Então que a gente pense que quando a
erada. É verdade. Ilumina pouco ao redor de si, mas ilumina. Mas muito mais do que isso. Uma vela acesa pode acender milhões de outras velas antes de se extinguir. Então que a gente pense que quando a gente acende a luz da nossa oração, outros podem acender também as suas próprias luzes e assim todo o caminho fica mais iluminado. Não te desanimes, nem te desconsoles. Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença. Não te esqueças que Jesus jamais se desespera conosco e como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora. Ama e auxilia sempre. Ajuda os outros amparando a ti mesmo. Porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração. Jesus jamais se desespera conosco. Jesus não tem ilusões que a gente vai ser diferente do que a gente é. Jesus nos conhece por inteiro, sabe das nossas potencialidades e das nossas fragilidades. Não se importa que a gente caia. Quantas vezes a gente cair, quantas vezes ele vai nos auxiliar a levantar e seguir na jornada. Ele permanece conosco, um amigo oculto. Mas sempre que a gente se lembra, quando a gente faz uma oração, Jesus, eu preciso de você. Ele está conosco. Não existe na na música de da do Tim Vanessa, eu gosto muito dessa música que diz: "Não existe potestade, não existe mal algum que possa nos afastar do amor de Deus. Porque nós somos criaturas nascidas desse amor. Basta um chamado, basta uma oração, basta uma interiorização e nós estamos conectados de novo com a fonte amorosa do Cristo e de Deus. Mas é uma porta que se abre por dentro. Se outros não podem me afastar de Deus, eu posso. E o nosso livre arbítrio é respeitado. Se eu resolver abraçar a solidão, ali eu ficarei o tempo que eu achar necessário, até que eu me lembre, me lembre amor. Me lembre de me conectar à fonte inesgotável de todo amor que não se sustentará. Muitas vezes os problemas às vezes demorarão a ser resolvidos. Muitas vezes nós seguiremos atravessando
me lembre amor. Me lembre de me conectar à fonte inesgotável de todo amor que não se sustentará. Muitas vezes os problemas às vezes demorarão a ser resolvidos. Muitas vezes nós seguiremos atravessando desafios gigantescos, mas jamais nos faltará a força, jamais nos faltará a sustentação, jamais nos faltará a consolação. Mas é preciso que a gente peça, que a gente abra a porta por dentro do nosso coração, porque o coração só tem fechadura. o nosso sentimento, a nossa mente só abre de dentro para fora. Só quando eu quero, só quando eu permito. E Jesus, os mentores, toda essa energia que busca nos sustentar as lutas, só vai entrar com a nossa permissão. Será sempre a vida do jeito que nós quisermos levá-lo. Não no sentido de que as circunstâncias mudarão, mas no sentido de que o nosso campo íntimo será de acordo com aquilo que nós desejaremos fazer a respeito dele. É preciso que a gente tome decisão. É preciso que a gente escolha em que a gente quer acreditar. É preciso que a gente escolha o amor. E o amor nos escolherá também. Nos escolhe sempre. que nós nos permitamos sermos, nos reconhecermos filhos e filhas muito amados de um Deus que é generoso, mas é generoso para além das mesquinharias da matéria. É generoso na integralidade. matéria só tem sentido na medida em que ela proporciona, seja muito ou seja pouca, né, a o aquinhoamento que a gente tenha de riquezas materiais, seja muito ou seja pouco, o que importa para o espírito é o como nós estamos atravessando essa experiência. A matéria em si mesmo, ela é inerte. Ela será aquilo que a gente diz que ela é, o que a gente significa que ela é e como o nosso espírito se utiliza dessa experiência para avançar, para aprender, para expandir, que a gente se permita. E eu lembrei de um uma outra receita de Ano Novo, um poema de um mineiro Carlos do Monte de Andrade. Eu gosto muito desse poema. E quando eu tava lendo a carta de Emanuel, eu me lembrei dele e eu vou compartilhá-lo aqui com vocês porque ele segue, né, a essa mesma linha e
Carlos do Monte de Andrade. Eu gosto muito desse poema. E quando eu tava lendo a carta de Emanuel, eu me lembrei dele e eu vou compartilhá-lo aqui com vocês porque ele segue, né, a essa mesma linha e diz assim Carlos Drumon na sua receita de ano novo. para você ganhar belíssimo ano novo, cor de arco-íris ou da cor da tua paz, ano novo sem comparação com todo o tempo já vivido, mal vivido ou talvez sem sentido, para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado as carreiras, mas novo nas sementinhas do vira a ser, novo até no coração das coisas menos percebidas, a começar pelo seu interior. novo, espontâneo, de tão perfeito que nem se nota. Mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha. Você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita. Não precisa expedir, nem receber mensagens. Planta recebe mensagens, faça telegramas. Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar de arrependido pelas besteiras consumadas, nem parvamente acreditar que por decreto da esperança, a partir de janeiro, as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações. Liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano novo, que mereça este nome. Você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo. E eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre. E eu desejo que a gente tenha milhares de anos anos novos em 2026, que a cada dia a gente possa renovar uma esperança, um projeto, que a cada dia a gente possa renovar a nossa confiança na vida, a nossa confiança em Deus e a nossa confiança em nós mesmos, porque é preciso que a gente Se lembre que crer em Deus é também crer em nós, porque Deus acredita em nós, acredita tanto que somos expansão do amor dele em vida, em lastro, em tudo que há. Mas que tal em 2026 a gente acreditar em Deus acreditando em nós, acreditando na
em nós, porque Deus acredita em nós, acredita tanto que somos expansão do amor dele em vida, em lastro, em tudo que há. Mas que tal em 2026 a gente acreditar em Deus acreditando em nós, acreditando na nossa potencialidade de fazer o bem que podemos, de sermos o melhor que pudermos, de realizar todos os projetos que o nosso coração for capaz de sonhar. Desejo então milhares de anos novos para nós a partir de agora. Um grande abraço. Lavinha, >> Flávio. Terminei. >> OK, Roberta. É, tava falando com o Lucas aqui, eu perdi o finalzinho, mas tá tudo certo. Aí a gente vai cortar. É, ficou mais curtinha, mas eu preferi não ficar enrolando não. >> Beleza.
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