AUTOPERDÃO - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/10/2025 (há 5 meses) 44:50 1,410 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. Para iniciarmos esse momento, eu abri por acaso no Fonte Viva, quer dizer, mano, com a psicografia do querido Chico. É querido mesmo. Humanidade real. Eis o homem Pilatos. João capítulo 19 versículo 5. Apresentando Cristo à multidão, Pilatos não designava um triunfador terrestre, nem banquete, nem púrpura, nem aplauso, nem flores. Jesus achava-se diante da morte. Terminava uma semana de terríveis flagelações. Traído não se rebelara. preso exercer a paciência. Humilhado não se entregou a revires. Esquecido, não se confiou à revolta. Escarnecido, desculpara. Açoitado, ouvidou a ofensa. Injustiçado, não se defendeu. Sentenciado ao martírio, soube perdoar. crucificado, voltaria à convivência dos mesmos discípulos e beneficiários que o haviam abandonado para suerguer-lhes a esperança. Mas exibindo diante do povo, Pilatos não afirma: "Eis o condenado, eis a vítima", diz simplesmente: "Eis o homem." Aparentemente vencido, o mestre surgia em plena grandeza espiritual, revelando o mais alto padrão de dignidade humana. Rememorando, pois, semelhante passagem, recordemos que somente nas linhas morais do Cristo é que atingiremos a humanidade real. padrão alto. Então, vamos segurar nessas palavras, na nossa fé. Vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentir que estamos no colo desses amigos queridos, porque eles nos sustentam nos momentos mais difíceis da nossa caminhada. E vamos agradecer a Jesus. mestre e amigo, por tantos ensinamentos, pelo exemplo que nos ofereceu, pelo carinho, pelas palavras, mas principalmente pelo amor. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor desta casa amada, que nos traz em seus braços para que consigamos nos tornar um pouquinho melhores,

carinho, pelas palavras, mas principalmente pelo amor. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor desta casa amada, que nos traz em seus braços para que consigamos nos tornar um pouquinho melhores, para que consigamos vencer as nossas próprias dificuldades, dificuldade de amar, dificuldade de querer bem e de perdoar. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira. essa senhora que nesse momento dirige os trabalhos aqui neste salão. E ela, que também como nós, fracassou por diversas vezes, deixou o joelho no chão, caiu, mas também se levantou com muita coragem, lembrando a cada uma dessas quedas que ela poderia se tornar melhor e se tornou e hoje nos abraça, nos consola, nos confor forta nos traz serenidade, paz e, ao mesmo tempo força. agradecidos a cada um por não esquecerem de nós, por nos darem as mãos e principalmente a esse que chamamos de anjo, guardião, de mestre, mentor, como quisermos, mas que nos sustenta nas nossas dificuldades, nas nossas lágrimas, nos nossos sorrisos. E vamos dizer obrigado, Senhor, pela oportunidade que temos. Assim pedimos licença para iniciarmos este momento, dando graças a Deus e graças a Jesus. E meus amigos, eu tô aqui com uma pessoa que fala no coração, né, a Robertinha, e ela vai falar no nosso e ela ainda vai falar sobre algo que precisamos, pelo menos eu preciso muito, aprender. Auto perdão com a palavra, Robertinho. Bom dia a todas e todos. Eh, sempre uma alegria muito grande poder estar aqui com a amiga, muito mais que querida, amada Valéria e com hoje com um tema que é tão necessário e fala tão perto dos nossos corações, né? Sim, hoje a gente vai conversar sobre o autoperdão. Adoro conversar sobre perdão e sobre autoperdão. Uma coisa tá ligada com a outra, não é? O perdão é algo incontornável para nós no aprendizado da vida, no aprendizado com o Cristo. todos nós que abraçamos a esse professor, esse psicólogo, esse mestre chamado Jesus, estamos chamados a aos bancos escolares e uma das matérias recorrentes nas nossas lições é o

endizado com o Cristo. todos nós que abraçamos a esse professor, esse psicólogo, esse mestre chamado Jesus, estamos chamados a aos bancos escolares e uma das matérias recorrentes nas nossas lições é o perdão. O perdão como ferramenta de libertação. E a libertação é nossa, né? Nós quando perdoamos alguém, a gente às vezes se ilude achando que a gente tá libertando o outro, né? Que a gente, ah, não, vou esquecer, não vou mais ficar magoado. Mas em realidade nós estamos libertando a nós mesmos o nosso campo íntimo, o nosso campo emocional. Nós estamos libertando dessa mágoa que é tão pesada de carregar. Nós estamos nos libertando da dor e nos permitindo lembrar de eventos que foram difíceis sem sofrermos novamente. Nós estamos deixando a mágoa ir. Estamos nos tornando mais leves e fazendo com que a nossa jornada possa seguir mais rápida aos destinos que a gente tanto deseja de felicidade, de plenitude, de equilíbrio. Mas nós não somos chamados na doutrina do Cristo, no aprendizado com Cristo, a aprendermos a perdoar somente os outros. Precisaremos aprender a perdoar a nós mesmos. E isso passa por camadas bastante profundas. Todos nós, quando nos aproximamos da doutrina espírita, nós vamos ouvir com bastante frequência sobre a necessidade da reforma íntima, sobre a necessidade de nós melhorarmos, porque afinal de contas a encarnação tem este propósito, nós estarmos encarnados no mundo material, tem o propósito comum, muito embora nas nossas vidas ele vá ser revelado. eh no cotidiano, nas nossas circunstâncias, de maneira individual, mas todos nós temos o propósito comum de melhorar, de possibilidade de melhora, de possibilidade de cura espiritual. disso que a gente tá falando. Progredir é nos curarmos do ponto de vista espiritual, sanearmos a nossa emoção, nosso entendimento, promovermos dentro de nós o equilíbrio que nós tanto queremos. Conquistar os céus em nós significa conquistar a paz dentro das nossas emoções, do nosso existir. Nos assemelharmos, nos sintonizarmos com a energia amorosa de

nós o equilíbrio que nós tanto queremos. Conquistar os céus em nós significa conquistar a paz dentro das nossas emoções, do nosso existir. Nos assemelharmos, nos sintonizarmos com a energia amorosa de Deus que rege não só as nossas vidas, mas o próprio universo. Mas ao começarmos essa tarefa de identificarmos dentro de nós o que que precisa ser mudado, porque se eu for reformar qualquer coisa, eu preciso saber o que que vai ficar e o que que vai sair, não é? Quando a gente vai reformar a nossa casa ou qualquer cômodo na nossa casa, antes de mais nada, a gente faz um inventário, né, do que que vai precisar sair, do que que vai permanecer, de como a gente quer que fique. A gente traça um plano, um planejamento de como a gente quer que aquele cômodo fique, né, do que não tem e precisa ter, do que já tem, mas precisa melhorar e do que simplesmente será mantido. Assim, também quando a gente vai fazer reformas no nosso interior, nós precisamos constantemente avaliar, avaliar o que tá indo bem, avaliar o que não serve mais, avaliar aquelas condutas que são recorrentes, mas que machucam tanto que a gente precisa alterar. Se nós nos aventurarmos nesse processo de autoconhecimento e esquecermos de trazer conosco a ferramenta preciosa do perdão, é como se nós fôssemos fazer um mergulho profundo e esquecêsemos de levar um balão de oxigênio. Não será possível atingir profundidade alguma sem o oxigênio. Não será possível nós de fato abraçarmos quem somos e nos transformarmos se nós não tivermos o oxigênio do auto perdão? Nós precisaremos ter compaixão conosco, porque senão vai ficar impossível essa tarefa insustentável, porque nós veremos partes de nós com alguma frequência que não nos orgulham em nada. E a grande dificuldade do nosso aprendizado tá sediada muito no orgulho em que nós ainda carregamos. É interessante que muitas vezes nós nos deparamos com alguns paradoxos. Paradoxo é algo que é simplificando, né? verdadeiro e simples ao mesmo verdadeiro e falso ao mesmo tempo.

nós ainda carregamos. É interessante que muitas vezes nós nos deparamos com alguns paradoxos. Paradoxo é algo que é simplificando, né? verdadeiro e simples ao mesmo verdadeiro e falso ao mesmo tempo. E nós, nesse momento em que a gente quer melhorar, a gente percebe que o orgulho se disfarça de perfeccionismo. A gente tem tanta dificuldade com autão, porque a gente tem muita dificuldade de se reconhecer em erro. Nós não admitimos que nós podemos errar. Aliás, nós não admitimos que somos imperfeitos e isso significa que nós estamos frequentemente cometendo erros, porque este é o processo de aprendizado. Aquele que não sabe receber lições, vai tentar colocar essas lições em prática, vai acertar algumas vezes, vai errar, vai ter que ajustar, mas a gente quer só acertar. A gente não admite o erro. Por que será? Por que será que a gente precisa conversar sobre autoperdão? Por que será que a gente precisa que os mentores, que o próprio Cristo para e fala: "Olha, tenha compaixão. Errar faz parte da experiência humana. É porque nós não admitimos que somos imperfeitos. Porque se admitíssemos, se aceitássemos essa realidade sobre nós mesmos e sobre a coletividade, que sim, a gente erra e muitas vezes erra feio, nós não teríamos tanta dificuldade em identificar esses momentos e corrigi-los, porque a gente entenderia que faz parte. Somente o orgulhoso não quer errar, porque não quer se ver nesse lugar de fragilidade, de humanidade. Humanidade em que o Cristo fez questão de se colocar para nos ensinar. Tão feliz a passagem de abertura do nosso querido Emânuel na psicografia do nosso amado Chico. Jesus não há o acaso encarna conosco, se faz homem. a ressignificar a própria existência humana. Não há nada de errado em ser quem somos. E isso não é dizer que nós não precisamos melhorar. Isso é dizer que estamos numa fase que ainda exige bastante trabalho. Há muito o que fazer. Ao vermos um erro, nós vamos corrigi-lo e não ficar lamentando esse erro indefinidamente. Então, se a gente não admite o erro,

stamos numa fase que ainda exige bastante trabalho. Há muito o que fazer. Ao vermos um erro, nós vamos corrigi-lo e não ficar lamentando esse erro indefinidamente. Então, se a gente não admite o erro, toda vez que a gente errar, a gente vai tentar ocultar este erro, porque o orgulhoso não pode ser visto em falta. O pior, o perfeccionismo, ele quando abraçado por nós assim, irrefletidamente, ele fará com que a gente faça menos. Porque é aquela história, né? Só não comete erros quem não faz nada. Isso é uma realidade. Mas se a gente não admite que a gente também erra, aí a gente começa a se arriscar menos e aprender menos, porque vai que eu faço alguma coisa e aí vai dar errado e aí as pessoas vão falar: "E como é que fica a minha imagem?" Uai, minha imagem fica como um ser humano que tá tentando. E aí a gente vai se fechando e vai se congelando. Mas a partir do momento que a gente abraça quem nós somos, admite a nossa humanidade, não tem mais medo de errar e de serv, porque eu não abraço mais a síndrome da pseudoperfeição. A gente vai abrindo mão do orgulho e abrindo espaço paraa humildade, esse pilar fundamental pra nossa paz. E a gente tem, né, muito embora já esteja falando com vocês aqui há algum tempo, a gente tem um texto de referência hoje também, que é um texto do Rodrigo no Bilhetes Fraternais, que tem esse título de autão. E o Rodrigo faz algumas ponderações importantes que eu vou compartilhar aqui com vocês. E ele alerta justamente sobre isso, que auto perdão é algo difícil, de difícil entendimento mesmo para aqueles que já adentraram nas lides do consolador, porque aí a gente costuma ficar ainda mais exigente. Como assim eu, cristão, né, erro? Como assim eu já há tantos anos falando do Cristo, tenho dificuldades e ainda me magou com tanta facilidade? Porque a gente tem mania de dizer assim: "Não, eu não, eu não fiquei magoadão, não preciso nem eu não longe de mim". Mas a vida ensina, né? Aí a gente já dá aquela terceirizada na raiva que a gente tá sentindo, mas Deus tá vendo.

izer assim: "Não, eu não, eu não fiquei magoadão, não preciso nem eu não longe de mim". Mas a vida ensina, né? Aí a gente já dá aquela terceirizada na raiva que a gente tá sentindo, mas Deus tá vendo. Sim, a gente se magoa. Sim, a gente fica com raiva e sim a gente vai precisar trabalhar com isso. Perdoar a si mesmo é assim muitas vezes considerado irresponsabilidade e descaso com o erro cometido. Auto perdão não é autoindulgência, pessoal. Auto perdão é responsabilidade. Às vezes é muito mais difícil paraa gente admitir que errou, tomar uma atitude positiva com relação a isso e fazer parte da solução, se a gente fez parte do erro, do que simplesmente esconder. Então, quando a gente fala sobre abraçar quem somos na nossa integralidade, aceitarmos também os nossos defeitos, é no sentido não de leniência, mas de autorresponsabilidade e autogestão. Sim, cometi erros. Admitirei quando eles acontecerem e farei parte da solução naquilo que eu prejudiquei e causei dano com serenidade. Em geral, aquele que se arrepende se enche de culpa, deixando se arrastar pelo remorço e dificultando a própria cura. É aqui que a gente vê muito claramente que o orgulho senta raízes ainda em nós. Porque quando a gente se enxerga em erro ou em alguma atitude que a gente a gente mesmo se envergonha, né? A culpa já cumpriu o seu papel, que é simplesmente nos nortear para que algo não andou bem. Gente, a culpa ela ela tem um papel e é um papel de avisar, de sinalizar. Quando a gente sente culpa, é porque a gente fez alguma coisa que a gente não não gostaria de ter feito, que não tava legal, que a gente sabe que não foi adequada. Pronto. Quando a gente faz esse reconhecimento, a culpa já esgotou o seu papel e ela pode sair de sair de cena. E ela tem que sair de cena. Porque se a gente começa a ficar, ai, mas eu não devia ter feito isso, ai, mas olha como que eu fiz isso, ai, ó, meu Deus, como sou uma pessoa horrorosa e tal, a gente vai ficar perdendo o tempo se martirizando num ciclo de dor que não traz renovação.

via ter feito isso, ai, mas olha como que eu fiz isso, ai, ó, meu Deus, como sou uma pessoa horrorosa e tal, a gente vai ficar perdendo o tempo se martirizando num ciclo de dor que não traz renovação. A gente pode trocar isso pela responsabilidade, tá? Realmente fiz, não devia ter feito, não gostei, agi mal. E agora como eu faço para resolver? Eu vou me desculpar com quem eu precisar me desculpar. E aí a gente vai lembrar da mei, né? Uma coisa bastante difícil é a gente se desculpar sem se justificar. Que é assim, muitas vezes a gente briga com alguém, por exemplo, né? Eu perco a paciência cavaleira, grito tal, me destempero e aí depois f meu Deus do céu, não devia ter gritado. Às vezes até o que eu queria dizer tenha, faz sentido e deveria ser dito, mas não da forma como eu falei, gostando da Valéria, magoei minha amiga, eu vou lá pedir desculpas, né? Eu vou lá me desculpar e tal, assumir a minha responsabilidade, falar com ela que eu não queria ter gritado daquele jeito e eu vou lá, ô Valério, desculpa, não queria. Você sabe que eu gosto de você e tudo. É para acabar aí, tá? Meio fala: "Ó, aí a gente põe um ponto final, mas que que a gente faz?" Porque o orgulho mostra a sua cara. Mas também, né, Valéria, você não precisava ter feito isso. Se você não tivesse feito feito desse jeito, eu não tinha ficado tão nervosa. Quando a gente faz isso, a gente busca essa justificativa, o que que a gente tá dizendo? Não errei, mas a culpa é sua. Então, esse exercício de a gente ir lidando com a gente mesmo, a gente vai se desculpar sem se justificar. Não precisa, tá dado. É, a gente vai errar mesmo. Me desculpa, você sabe que eu te amo. Como eu posso agora fazer parte da solução e nos esforçarmos, né, pessoal, para mantermos o nosso equilíbrio. Por que será, né, e aí fazer aquele exercício. Por que será que isso me tirou tanto do sério? sanear do que precisa sanear, buscar as razões profundas de porque a gente agiu dessa forma e quais foram as emoções que se movimentaram, que fizeram com que eu

será que isso me tirou tanto do sério? sanear do que precisa sanear, buscar as razões profundas de porque a gente agiu dessa forma e quais foram as emoções que se movimentaram, que fizeram com que eu ficasse tão emotivo e assim com tudo na vida, mas sabendo que faz parte do processo de aprendizado. Aí o Vinícius diz assim, ó: "A infração praticada contra a lei divina deve ser resgatada por atos que demonstrem o bom propósito de acertar." Então não é pra gente ficar se martirizando. E eu gosto sempre de trazer aqui o exemplo de Judas e de Pedro com Jesus, porque marca bem essa diferença de reação. Judas se equivocou, entrega Cristo aos romanos por um punhado de moedas e quando vu que tinha feito, que tinha entendido tudo errado e que sim, né, Jesus era um rei, mas não um rei material e que a coisa tava andando para onde ele não desejava, nunca ele queria que Jesus fosse torturado e crucificado. fim. E a dor de Judas é tão profunda diante do erro que ele cometeu que ele atenta contra a própria vida. Corta para o nosso querido Pedro e com quem eu me identifico bastante em tantas ocasiões no, né, na história que os evangelhos nos trazem, nos narram dessa vivência. Pedro uma criatura simples, assim como nós, e tantas vezes eh fica tão confuso, né, com essa renovação que o Cristo apresenta. Pedro também recuou. Pedro negou Cristo que conhecia. Naqueles fatídicos dias, quando perguntam: "Você é discípulo do Cristo?" Cristo quem? Nunca vi falar. Eu Cristo sei quem é. assustado, com medo. E olha que Jesus tinha avisado para Pedro, olha, antes que o galo cante três vezes, antes que o galo cante, você terá me negado três vezes. Não foi uma não, gente. Foram três vezes. E aí quando o galo canta, ele se toca, fala: "Meu pai eterno, o que que eu fiz?" Mas Pedro lida com essa traição também, né? Não deixa de ser de outro lugar. Pedro se torna pedra fundamental. Pedro é um dos responsáveis por nós estarmos aqui hoje conversando sobre o Cristo. Pedro então faz do seu erro um degrau na

mbém, né? Não deixa de ser de outro lugar. Pedro se torna pedra fundamental. Pedro é um dos responsáveis por nós estarmos aqui hoje conversando sobre o Cristo. Pedro então faz do seu erro um degrau na sua escada de ascensão e nunca mais deixa de falar no Cristo e nunca mais deixa de falar no evangelho. E nunca mais deixa de fazer dessa a trilha da própria redenção. Os dois identificaram que erraram. Um ficou na culpa, o outro partiu para ação. E não é à toa que é o próprio Pedro que nos diz: "O amor cobre uma multidão de pecados, nos dando a senha do que que é que nos redime." E o que nos redime, gente, não é o sofrimento. O sofrimento faz parte da existência humana, da condição ainda imperfeita que nós todos temos e geramos dores e precisamos resolvê-las. Mas o que nos redime é o amor, é aprendermos a amar. É criarmos novas oportunidades de recomeço e refazer tantas vezes quantas forem necessárias. é permitir o outro recomeço num perdão que se renova. Tantas vezes o erro for cometido, como o próprio Cristo nos assinalou, mas também a nós mesmos nesse eterno refazer, mas que busca oportunidades amorosas de construir, de refazer a história, mas a partir de atitudes agora equilibradas, porque as que não servem eu já conheço. Esses erros eu já cometi, cometerei outros, mas não esses, que esses já viraram como para Pedro a negativa degraus numa escada de ascensão. Eu fiz do erro aprendizado. Eu não fiz do erro uma tentativa de ser aquilo que eu não sou ou uma vergonha de uma perfeição que eu ainda não tenho. Lógico, eu não tenho perfeição alguma, mas eu fiz do erro. ferramenta de aprendizado, degrau ascensional. É preciso que a gente tenha essa coragem e esse carinho de autisericórdia, porque senão a gente não aprende, senão a gente não vai adiante. É necessário nessa jornada, acima de tudo, admitir as próprias limitações, conscientizando-nos do próprio estágio evolutivo e buscar meios para intensificar dentro do coração os valores imperecíveis do espírito. pessoal, é mais sobre esforço

, admitir as próprias limitações, conscientizando-nos do próprio estágio evolutivo e buscar meios para intensificar dentro do coração os valores imperecíveis do espírito. pessoal, é mais sobre esforço repetido, é muito mais sobre recomeçar a cada dia do que não cometer erros, do que ser perfeito ao que ainda não está na nossa possibilidade existencial, mas está na nossa possibilidade existencial progredir, aprender, refazer. dia renasceu para todos nós hoje. É um recado de Deus a nos dizer, fala: "Olha, tá aí sua vida, segue tentando, tá tudo bem. Ah, mas meu Deus do céu, cometi tantos erros ontem mesmo, hoje, agora cedo, não tem problema. As horas continuam a seu serviço. Refaz, recomeça de novo, de novo e de novo. O chamado é da persistência, mas uma persistência amorosa, que é também um ato de fé, que sabe que as imperfeições, por mais renites que elas sejam, elas não ficarão conosco para si. O processo de autolapidação segue adiante. É lógico que a gente vai conseguir, mas leva tempo, leva paciência e leva sobretudo grande necessidade de compaixão amorosa com os outros e conosco. Um dizer a nós mesmos: "Olha, tá tudo bem, segue adiante, levanta, continua". Se errastes, aceita-te como és. Não deixes que o orgulhe te instille a presunção de que estás acima do estado moral que te é peculiar. Admite a responsabilidade do resgate, mas não te vincules à culpa improdutiva que te impede a caminhada. Gente, nós fizemos o que a gente fez, seja lá o que for, foi o melhor que a gente deu conta naquele momento. O que importa é o que nós vamos fazer com isso na sequência. O que importa é transformar a nossa história em um eterno aprendizado. O que importa é a gente investir na nossa vontade de prosseguir. O que importa nesse inventário é a gente olhar também aquilo que a gente já traz de bom, as nossas capacidades e chamá-las em nosso favor, a nos auxiliar, a iluminar a nossa própria sombra, a lidar com ela, a iluminar os ambientes ainda sombrios da nossa própria mente, da nossa própria

m, as nossas capacidades e chamá-las em nosso favor, a nos auxiliar, a iluminar a nossa própria sombra, a lidar com ela, a iluminar os ambientes ainda sombrios da nossa própria mente, da nossa própria personalidade. A noção de pecado irremissível já não é desta época. Tudo se transforma e ilumina ante o fulgor do amor incondicional. O amor precisa ser incondicional, sem condições. Cristo nos ama incondicionalmente, apesar de todos os nossos defeitos, para além de todas as nossas dificuldades, na essência de quem nós somos. É assim que nós precisamos amar a nós também, para que a gente não abra mão da gente, porque só quem ama incondicionalmente não abre mão desse amor. Sabe que vale a pena. com tudo, com o que é bom e com o que é ruim. Porque é impossível no estado que nós estamos separar completamente o joio do trigo, né, as virtudes dos defeitos. Por enquanto eles ainda convivem e conviverão conosco os nossos defeitos ainda na jornada. Mas é importante que a gente vá aumentando o campo do trigo, mas sabendo que leva tempo, com paciência, é lógico que nós não vamos abrir mão do nosso projeto, porque nós amamos quem somos porque amamos a Deus. E somos todos criaturas deste Deus. Somos todas criaturas deste amor. Somos todos essência divina. criados, gestados a partir do amor de Deus. E isso não é algo para se abrir mão. Nenhum de nós somos diamantes sendo lapidados. Vai levar tempo ainda, mas graças a Deus, tempo é o que a gente tem. Uma boa manhã, um lindo dia para nós. Obrigada, Roberta, pelo carinho dessas palavras. A gente fica um pouco no colo, né? Eh, eu fico no celular só para esclarecer, porque eu também acompanho quem está nos vendo pelos meios de comunicação. E agora eu vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentir essa presença amigo de cada um desses benfeitores, a presença daqueles a quem chamamos de mentor, a presença de dona Ivone do Amaral Pereira, que nos sustenta nesse caminhar agora pela manhã. Vamos agradecer ao Dr. Bezerde Menezes, mentor dessa casa tão querida

daqueles a quem chamamos de mentor, a presença de dona Ivone do Amaral Pereira, que nos sustenta nesse caminhar agora pela manhã. Vamos agradecer ao Dr. Bezerde Menezes, mentor dessa casa tão querida e é o nosso mestre, nosso irmão, nosso amigo de todas as horas, Jesus, que nos ampara com seus ensinamentos, que nos ampara com seu amor. agradecidos e muito mais serenos com as palavras que entraram em nossos corações. Nós vamos pedir licença para encerrarmos este momento dando graças a Deus. Meninos, antes da gente ir pro passe mesmo virtual, tem alguns recadinhos. Eh, aqueles que estiverem precisando ou querendo uma palavra com alguém, um ouvido de alguém, nós temos na casa o atendimento fraterno que funciona de segunda a domingo, sendo que de segunda a sexta, de 8:30 às 10:30, de 15:30 às 21 horas, na sexta tem um horariozinho a mais. a partir das 13:30 à tarde, no sábado, de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30 e domingo de 17:30 às 19:30. Mas para aqueles que não estão perto, não tem tem dificuldade de vir até aqui também não tem problemas. Nós temos o atendimento virtual, é só mandar um e-mail paraa comunhão ou entra no site, pega lá o e-mail ou pode já anotar edu@comunhãoespíritatudojo.org.br. Além disso, a comunhão oferece alguns trabalhos especiais que a pessoa só chegar aí direcionar. é de segunda a sexta às 19 horas, sendo que na segunda e quarta é sobre a dependência química na sala 13, tanto para aqueles que estão passando por essa situação quanto para seus familiares e amigos. Na quarta-feira, nós temos um grupo lindo, é um grupo na sala 14, grupo chamado Viver. Que que esse grupo faz? Ele acolhe aqueles que ou tiveram familiares que, infelizmente resolveram embora antes do que deveriam, ou aqueles que estão pensando em fazer isso. E tem aqueles um pouco mais ansiosos, um pouco mais angustiados, que tem também um trabalho na quinta e na sexta, na sala 13. É só chegar. Nenhum desses precisa passar por lugar nenhum, nem pedir presença, nada disso. É só ir paraas salas respectivas.

angustiados, que tem também um trabalho na quinta e na sexta, na sala 13. É só chegar. Nenhum desses precisa passar por lugar nenhum, nem pedir presença, nada disso. É só ir paraas salas respectivas. E agora nós temos virtualmente o passe virtual, mas nós temos aqui também a Denise que vai gentilmente convidá-los. E hoje, graças a Deus, nós temos uma criança ali. Então, a gente começa por ela, porque a criança a gente tem, né, que colocar no colo, agasalhar e dizer: "Coragem, menina, vai lá, porque tem muita coisa ainda para você enfrentar. A gente já tá mais adiante, mas depois aqueles que tem que voltar correndo pro trabalho, tá? Porque tiraram um tempinho para vir aqui antes de receberem essa energia de amor. Em sequência, os como eu, que tiveram muita coragem, vieram logo, serviram de exemplo, né, os mais antigos. E aí esses são na sequência e depois os jovens, né, porque nós somos os jovens de outrora, então tem os jovens atuais também. Então, todos são muito bem-vindos para essa energia, transmissão de energia de amor que nós chamamos de passe. Obrigada, Denise. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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