NOSSO DEVER DE CADA DIA - Cacilda Pereira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/10/2025 (há 6 meses) 1:02:05 366 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Sempre fazemos uma leitura. O livro A luz dissipa as trevas. os três crivos. Certa feita, um homem esbaforido chegou-se a Sócrates e sussurrou-lhe aos ouvidos: "Escuta, na condição de teu amigo, tenho alguma coisa muito grave para dizer-te em particular". "Espera,", ajuntou o sábio prudente. "Já passaste o que me vai dizer pelos três cribos?" "Três crios?", perguntou o visitante espantado. "Sim, meu caro amigo, três crios. Observemos se tua confidência passou por eles. O primeiro é o crio da verdade. Guardas absolutamente certeza quanto aquilo que pretendes comunicar? Bem, ponderou o interlocutor. Assegurar mesmo não posso. Mas ouvi dizer e e então? Exato. Des certo penderaste o assunto pelo segundo crio, o da bondade. Ainda que não seja real. O que julgo a saber? Será pelo menos bom o que me queres contar? Hesitando, o homem replicou: "Isso não, muito pelo contrário. Ah, tornou sábio. Então recorremos ao terceiro crio, o da utilidade, e notemos o proveito de que tanto te aflio. Útil", aduziu o visitante ainda agitado. "Útil?" "Não é". Bem, rematou o Filósofo no sorriso, se o que tens a confiar não é verdadeiro, nem bom e nem útil, esqueçamos o problema e não te preocupes com ele, já que nada vale em caso, sem edificações para nós. Aí está, meu amigo, a lição de Sócrates em questões de maledicência. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes, para que abençoe a cada um aqui presente, tanto encarnado quanto

as, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes, para que abençoe a cada um aqui presente, tanto encarnado quanto desencarnado. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão à distância, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levares o legivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, Cilda hoje nos falará sobre o nosso dever de cada dia. Boa noite a todos. Ai, que bom que vocês estão respondendo. Isso é ótimo, gente, que eu t uma visão tão privilegiada daqui. E boa noite também aqueles que nos assistem pelos canais, né, da internet. No esses dias eu tava até me assistindo, gente, eu achei tão diferente, é tão estranho eu me vendo no canal no YouTube, mas é muito importante para que a gente possa também se renovando, verificando. É muito bom. Então, hoje nós vamos falar sobre um tema muito intrigante, o nosso dever de cada dia. E está num capítulo excelente do Evangelho Segundo o Espiritismo. Sede perfeitos. Qual é o nosso objetivo maior aqui? Exatamente esse, sermos perfeitos. E no capítulo sede perfeitos, nós temos o título o dever. E é com base nesse tema hoje que nós vamos conversar sobre esse tema. tão importante para nós. O que que é o dever? E aí eu fui até o dicionário e diz o seguinte lá: ter obrigação de ter dívidas, obrigação, tributo, necessidade, dívida. Mas o que é o dever que o Evangelho Segundo o Espiritismo nos traz? O dever é a obrigação moral diante de si e dos outros. São aquelas pequenas atitudes do nosso dia a dia que nós não vamos ser aplaudidos se fizermos. Também ninguém

lho Segundo o Espiritismo nos traz? O dever é a obrigação moral diante de si e dos outros. São aquelas pequenas atitudes do nosso dia a dia que nós não vamos ser aplaudidos se fizermos. Também ninguém vai reclamar se a gente deixar de fazer, mas que fazem toda a diferença. São aquelas pequenas coisinhas do dia a dia que a gente muitas vezes esquece, ignora, não dá grandes importâncias. E eu vou exemplificar para que a gente possa compreender melhor essa lição de hoje. Sabe quando a gente tá andando numa rua bem suja, cheia de papel, lixo jogado, a gente tá ali comendo, né? Aí olha pro chão, né? Tá tão sujo aqui, né? Joga o papel fora aqui também. Já tá sujo mesmo. Ao invés de guardarmos aquele papelzinho, de repente para jogar depois ou procurar uma lixeira. Não, mas a rua já tá suja. Mas para que que eu vou guardar se tá todo mundo, ó, tá isso aqui. E aí a gente deixa também de fazer o nosso papel de não jogar o lixo ali. Pode parecer uma coisa tão pequena, mas aquela rua onde esteve limpa e começou com um papelzinho. E a gente não tem essa perspicácia. Esse pensamento parece ser um exemplo simples, mas tão fácil de visualizar. Porque veja, se a gente jogar, ninguém vai chegar e vai reclamar. E se a gente também guardar o papelzinho na bolsa, ninguém vai falar: "Nossa, que legal, você tá fazendo sua parte". Não vamos ter isso, mas são coisinhas que a gente deixa de fazer no nosso dia a dia e a gente vai achando que ah, pouca coisa, mas começou um dia com papelzinho. Aí você começa ali com lixo, daqui a pouco vem outro, joga um outro saco de lixo, daqui a pouco um que quer se livrar do sofá vai lá e joga achando que já é entúho. É assim que começa. E a gente vai menosprezando essas pequenas atitudes. Vamos um pouco além. Todos os anos, quando começa a época da chuva, começa a campanha da dengue para que a gente limpe lá o o não deixe a água parada, vire as garrafas, jogue ali a água que ficar de repente num pneu ali na nosso nosso terreno, alguma coisa assim. Mas aí chega final de semana, né? Ai,

que a gente limpe lá o o não deixe a água parada, vire as garrafas, jogue ali a água que ficar de repente num pneu ali na nosso nosso terreno, alguma coisa assim. Mas aí chega final de semana, né? Ai, que preguiça. Dá aquela vontade de ficar à toa sem fazer nada e a gente vai deixando. Aí forma um foco, daqui a pouco alguém da rua fica doente, tem realmente uma dengue, acaba morrendo e a gente pensa: "Nossa, que fatalidade!", porque a dengue pode ser, pode vir de qualquer lugar, mas ninguém imagina que veio de seu terreno porque não fez a sua parte. Pode parecer coisa pouca, mas são nesses pequenos detalhes que a gente faz uma diferença. E o bom dia que a gente pode dar na rua, que às vezes ninguém responde, faz diferença? A gente vai receber alguma coisa se fizer um bom dia, mas a gente pode estar falando um bom dia para alguém que tá precisando, que de repente sai daquele pensamento e a gente deêu um bom dia, quebra aquela sintonia ruim. a gente nunca sabe. Então, o dever que o evangelho nos traz é justamente dessas pequenas atitudes que a gente vai deixando. E ver um exemplo muito bom também, mas que mostra pra gente que muitas vezes nós só fazemos quando somos efetivamente obrigados quando ali nos é imposto. Faixa de pedestre em Brasília. A gente é exemplo, né? A gente vai aí para outros estados, a gente tenta passar. Nossa, se a gente for, já era, né? Porque muitas vezes as pessoas não param, mas aqui em Brasília a gente para. E aí às vezes eu vou com alguém de fora que não conhece Brasília, eu fique encantado com essa educação. Mas vamos lembrar como que surgiu a faixa de pedestre tão educadamente em Brasília. Na época que saiu a lei e que tinha lá a multa, tinha um policial em cada faixa de pedestre. Eu nunca vi o policial brotar daquele jeito. Era impressionante. Mas foi uma chuva tão grande de multas, o trauma foi tão grande no bolso que a gente, ó, até hoje, gente, o trauma foi tão grande que até hoje a gente para na faixa de pedestre. Só quem levou multa tem esse

i uma chuva tão grande de multas, o trauma foi tão grande no bolso que a gente, ó, até hoje, gente, o trauma foi tão grande que até hoje a gente para na faixa de pedestre. Só quem levou multa tem esse trauma guardado, né? Mas foi uma coisa assim tão grande que foi tanta multa a época que lançou que nós acabamos e paramos na faixa de pedestre. Mas por quê? Porque fomos obrigados. Porque ia pesar no bolso. Ah, mas o Evangelho Segundo Espiritismo vem trazer se ocupar com essas pequenas coisas. Sim. Vocês sabem por quê? Nenhum de nós vai chegar à perfeição sem mudar pequenas atitudes, sem ter dentro de si essa noção de dever cumprido, de fazer a sua parte, de lembrar que todos nós fazemos parte de algo muito maior do que nós mesmos, de uma sociedade, de uma comunidade, e que cada um deve bem exercer o seu papel. O que adianta uma pessoa de repente fazer ali uma um ato de caridade incrível, mas chega no trânsito, entra no carro, nossa senhora, é briga daqui, é briga dali, adiantou. Então são nas pequenas atitudes, sim que nós vamos nos modificando. Só que hoje nós vivemos num mundo em que cada vez mais nós só queremos direitos. Direito, porque é o meu direito, porque direito é isso, direito aquilo. E cadê os deveres? Nós não podemos esquecer jamais que o nosso direito termina aonde começa o direito alheio. E para que nós possamos ter direito, também temos que ser cumpridores dos nossos deveres. Mas muitas vezes a pessoa que está errada, quando a gente vai falar alguma coisa, vem toda melindrada, não gosta de ser chamada atenção, acha inclusive que que injustiça é rapidinho. Vocês já viram no trânsito, gente, às vezes tá ali a faixa, tá ali certinho dizendo ali que é ou um estacionamento para idoso ou é um estacionamento para pessoas portadoras de necessidades especiais. Aí vem ali alguém estaciona e desce. A gente vai falar alguma coisa, não é rapidinho. Ai, não precisa reclamar tanto, é rapidinho. Vou resolver, já volto. Ainda acha errado quando ainda acha ruim, quando a gente chama atenção,

a e desce. A gente vai falar alguma coisa, não é rapidinho. Ai, não precisa reclamar tanto, é rapidinho. Vou resolver, já volto. Ainda acha errado quando ainda acha ruim, quando a gente chama atenção, quando a gente vai buscar filho na escola. Gente do céu, aquilo ali é algo que nós temos que treinar a paciência e o despreimento. Tá lá uma faixa às vezes enorme a sinalização. Não é para parar, é só para embarque e desembarque. Mas aí tem um pai que desce ou uma mãe que desce, desce ainda, vai caminhar, cumprimenta, entra na escola e você fica lá naquela fila imensa e a pessoa tá lá tranquila, dando uma volta. Eu falo, gente do céu, como é que pode? E a pessoa ali nem E aí quando você vai falar com você buzina, credo, que falta de paciência, gente. Cadê o dever cumprido? Tá ali sinalizado. E a gente vai deixando a coisa fluir, vai deixando a coisa passar. E nós não podemos jamais desprezar como nós podemos estar atrapalhando de repente uma outra pessoa. Imagina uma situação como essa e a pessoa que tá logo atrás na fila é um médico, uma médica que tem que atender uma emergência, tá ali necessitada de sair ali com urgência e a pessoa lá tranquila, ô, como é que vai, tal, tranquila, gente. Nós temos que nos lembrar do nosso papel na sociedade, que ele é tão importante. Não é à toa que este tema hoje é tão importante para nós, porque nós estamos vivenciando cada vez mais um egoísmo tão grande, as pessoas só querem saber de si mesmas. E o evangelho é claro ao dizer que ninguém aqui vai alcançar a perfeição se não começar de pequenas atitudes, se não começar ali desde o comecinho. E nós vamos menosprezando essas pequenas atitudes. O papelzinho no chão. Gente, chega lá no Japão, você não vê um papel na rua, você fica até encantado. Você fica, meu Deus, países aí que muitas vezes nós consideramos ali primeiro mundo, né? Que a gente tem esse hábito de falar: "Ah, primeiro mundo, a gente chega lá, não tem uma grade nas casas, pessoal ali tranquilo e tal, né? Você fica, nossa, que diferente.

amos ali primeiro mundo, né? Que a gente tem esse hábito de falar: "Ah, primeiro mundo, a gente chega lá, não tem uma grade nas casas, pessoal ali tranquilo e tal, né? Você fica, nossa, que diferente. Que que eles fizeram de diferente de nós? foram cumpridores de seus deveres. Ninguém jogou o papelzinho ali. Todo mundo tem noção de que não, que é meu é meu, que é seu é seu. As pessoas têm essa noção de civilidade no trânsito, às vezes um trânsito muito mais tranquilo, muito mais ameno, porque as pessoas já têm noção, não precisa nem de ninguém multar, as pessoas já têm aquela educação. Mas por quê? Porque se conscientizaram. Então, muitas vezes nós, justamente por vamos deixando, a gente vai olhando, ah, não, já tá sujo, o que que eu tenho que fazer? Não, eu sou pagador de impostos, eu não tenho ali a pessoa que tem que resolver, é o governo que tem que resolver. Eu não vou fazer nada. Mas será que é isso mesmo? Será que pequenas gentileza, será que pequenas atitudes não mudariam o nosso dia a dia? Será que de repente, ao invés de só falarmos de direitos, não devemos também lembrar dos nossos deveres? Porque nós estamos esquecendo dessa parte. E é em tudo, até nas nossas orações. Muitas vezes quando nós vamos fazer nas nossas orações, o rol de pedido é gigantesco. O agradecimento é ah, obrigada por tudo. Ah, muito obrigada. Eh, mas eu gostaria de pedir aí, pede, pede, pede, pede, pede. Nós estamos criando cada vez mais esse hábito. Mas e nós? Estamos fazendo a nossa parte para pedir e pedir e pedir e pedir. O livro dos espíritos, na pergunta 826 e 827 nos diz o seguinte: há posições no mundo em que o homem, aliás, minto para vocês, 826, em que condição o homem poderia desfrutar de liberdade absoluta? A resposta naeremita do deserto. Desde que haja dois homens juntos, há direitos a respeitar e nenhum deles tem mais liberdade absoluta. Pergunta 827. A obrigação de respeitar o direito dos outros tira do homem o direito de ser senhor de si? A resposta de jeito nenhum, porque esse

a respeitar e nenhum deles tem mais liberdade absoluta. Pergunta 827. A obrigação de respeitar o direito dos outros tira do homem o direito de ser senhor de si? A resposta de jeito nenhum, porque esse é um direito que a natureza lhe concede. Ou seja, o próprio livro dos espíritos já nos explica que enquanto estivermos em sociedade, nós temos direitos e deveres. E o nosso direito vai terminar aonde começa sempre o do outro. E isso não tira a nossa liberdade, isso nos dá noção de civilidade, respeito. Isso nos dá uma noção de estar dentro de uma comunidade, fazer parte de uma sociedade. Isso é importante para cada um de nós. Nós temos que fazer a nossa parte. Não é à toa que a noção da dor ela é universal. Vocês já pensaram nisso? A dor é universal. Uma dor de cabeça aqui no Brasil é igual no Japão, é igual na China, é igual em qualquer lugar do mundo. Quem quebra um pé, quem quebra um braço, todo mundo sabe que é uma dor terrível em qualquer lugar do mundo, independente da cor da religião, independente. Por quê? Porque justamente para que nós saibamos como é ruim sofrer. Então, por que ocasionar sim nas pequenas atitudes um sofrimento? ao meu próximo. Por quê? Se nós já sabemos o tanto que é dolorido, se nós sabemos o tanto que é difícil, Deus não fez à toa essa noção de dor ser igual a todos. E por isso esse dever ele deve ser observado. Essa nossa noção de moral que começa em nós mesmos. Nós somos os nossos vigias. Nós é que temos que fazer o nosso dia a dia. No livro A luz discipa as trevas exemplifica muito bem pra gente como ultimamente nós estamos tratando os nossos deveres. Nessa história, um pai muito preocupado com seus três filhos que viviam discutindo entre si. Eles brigavam muito entre eles, um criticava o outro o tempo inteiro. E esse pai então teve uma ideia. Ele era um sábio de um reino distante. E ele então quis dar uma lição a seus filhos. chamou os três e deu uma missão a eles. Eles deveriam levar ao rei três presentes. Cada um iria levar um presente

. Ele era um sábio de um reino distante. E ele então quis dar uma lição a seus filhos. chamou os três e deu uma missão a eles. Eles deveriam levar ao rei três presentes. Cada um iria levar um presente diferente. Assim, um deles levou um jarro muito bonito, uma porcelana lindíssima, finamente pintada. O outro levou um animal, uma corça, e o outro levou um bolo que estava belíssimo e pela sua aparência também devia estar muito saboroso. E assim os três começaram a sua jornada a pé. Eram a uns 3 km mais ou menos. Mas no começo, aquela alegria por estar cumprindo uma missão para o pai. Mas da daqui a pouco um começa, olha pro outro e olha aquele que estava carregando aquele jarro lindíssimo, começou a observar o irmão que estava carregando o animal, que estava levando o animal. Olha, você não tá levando não. Tá bom não. Esse animal vai fugir. Você tá fazendo errado. Você tá segurando essa corda errada. Não está bom. Você vai deixar esse animal fugir. Por sua vez, aquele que estava levando o animal começou a observar para o que estava levando o bolo. Olha, você vai deixar cair. Isso é certeza. Você não está segurando com firmeza. Você deveria separar melhor as mãos. Este bolo vai cair. E aquele que estava levando bolo estava olhando para o que estava levando aquele jarro. Ah, mas é certeza que esse jarro vai cair? Você tem que colocar uma mão em cima, porque do jeito que você está caminhando e trepidando desse jeito, esse jarro vai com certeza rachar e você vai estragar o jo. E assim os três começaram a trocar papas entre eles e cada um apontava pro erro do outro, cada um dizia a incompetência do outro. E ali naquela briga, naquela discussão, de repente, aquele que estava carregando o jarro não viu uma pedra em seu caminho porque estava preocupado olhando para os demais, levou realmente um tombo e acabou deixando o jarro cair. com a queda do jarro. Aquele que estava com o animal, como realmente não estava segurando direito porque estava observando os demais, o animal levou um

almente um tombo e acabou deixando o jarro cair. com a queda do jarro. Aquele que estava com o animal, como realmente não estava segurando direito porque estava observando os demais, o animal levou um susto porque ele caiu, quebrou com o barulho da quebra, ele levou um susto e correu, fugiu. Aquele que estava segurando o bolo na tentativa de evitar que o animal entrasse na floresta, postou-se na frente do animal, mas como obviamente estava sem as mãos para para pegá-lo, acabou deixando o bolo cair. E assim os três voltaram muito tristes e cada um com a sua versão da história, e contaram para o pai como não tinham conseguido cumprir suas tarefas. e cada um criticando o outro. Mas o pai, que meio que já estava guardando uma situação parecida com que realmente aquilo poderia ocorrer, olhou para os três e disse que o defeito deles foi justamente porque cada um estava observando o trabalho alheio, mas não estavam observando a si mesmos. Se cada um tivesse se concentrado na sua tarefa, eles teriam cumprido com grande facilidade. Mas como eles estavam muito ocupados, cada um apontando o erro do outro, eles não conseguiram cumprir. E é assim que muitas vezes na vida acontece conosco. Nós estamos tão preocupados com a vida alheia. Estamos tão preocupados se vamos ou não vamos, se o outro não vai ou não ou não fazer algo, que esquecemos que cada um de nós aqui vai prestar suas contas lá em cima. Será que vai colar a gente chegar lá em cima falar: "Não, eu não fiz porque a rua já tava suja. Joguei porque o papel já tava todo mundo jogando". Não, eu não fiz porque fulano me atrapalhou. Não, porque ciclano tava todo mundo fazendo, por que que eu não ia fazer? Tava todo mundo se dando bem, por que que eu não ia me dar bem? Será que isso vai dar certo? Deus sabe de todos os nossos obstáculos e os nossos problemas. O que ele quer de cada um é justamente saber como, diante das dificuldades e dos obstáculos, nós vamos resolver, nós vamos fazer. Então, não adianta a gente de repente

bstáculos e os nossos problemas. O que ele quer de cada um é justamente saber como, diante das dificuldades e dos obstáculos, nós vamos resolver, nós vamos fazer. Então, não adianta a gente de repente colocar a culpa no outro, deixar de fazer algo porque o outro não fez, porque cada um aqui vai chegar com a sua bagagem. E nós não podemos jamais menusprezar como as pequenas atitudes podem fazer a diferença de um dia a dia. Muitas vezes um buraco ali numa pista que não está devidamente sinalizado, obviamente ninguém espera um buraco na pista, vem a chuva, tanto o buraco quantas pessoas podem não podem passar ali sofrer um acidente. Por que não? De repente alguém que tá passando perder dois minutinhos faz uma ligação ali pra autoridade que pode arrumar ou então de repente vai lá e sinaliza. Se nós não fizermos nada, vai acontecer conosco. Se fizermos também nada, acontecerá conosco. Mas se nós nos colocarmos no lugar do próximo, por que não evitar? Mais uma vez eu digo, a dor é universal. A gente sabe como seria difícil se alguém ali se acidentar. Mas por que que a gente não faz? Ninguém tá fazendo mesmo. Por que que eu vou fazer? Mas ninguém aqui vai alcançar a perfeição se não se consertar nas pequenas coisas. Às vezes a gente acha que veio aqui na nossa nessa reencarnação para grandiosidades e às vezes nós estamos aqui para resolver uma coisa, algumas atitudes que nós temos erradas durante várias e várias reencarnações. Os espíritas, então, gente, dizem que nós somos tão devedores, somos espíritos antigos. Aí a gente já tá vindo logo com bastante ensinamento para ver se dessa vez a gente vai, porque já que a gente tá enrolando, então quem sabe dessa vez com mais ensinamento, mais descobertas, a gente pega e vai. Mas o que que nós estamos esperando? É o dever interno. E é extremamente importante. Vocês sabem por quê? Porque nos freia. Quando a gente para diante de um dever e a gente sabe que tem que fazer, a gente para, é um freio para nós. Também é um exercício de empatia.

mamente importante. Vocês sabem por quê? Porque nos freia. Quando a gente para diante de um dever e a gente sabe que tem que fazer, a gente para, é um freio para nós. Também é um exercício de empatia. Lembrar do próximo também é um exercício de caridade, porque já que a gente não vai receber nenhum agradecimento, também não vai receber ninguém reclamando. Então, quando a gente faz, a gente faz por si mesmo. A gente faz porque a gente gostaria que fizessem para nós. Vocês já imaginaram que perfeição de mundo seria se cada um de nós se preocupasse com seu próximo? Se cada um de nós perdesse um pouquinho de seu tempo ajudando em pequenas atitudes? Vocês já imaginaram se nós e sempre pedimos a paz no mundo, fizéssemos a nossa parte para que essa paz realmente acontecesse? Então, o dever é um freio, é um freio moral que nós devemos usar todos os dias diante das atitudes que nós tomamos no nosso dia a dia. Nós fomos criados para perfeição, mas ninguém aqui vai alcançar a perfeição de um dia pro outro. Cabe a cada um de nós ir melhorando os nossos pensamentos, as nossas atitudes diante das pequenas coisas. Ou vocês acham que as grandes guerras começaram efetivamente por coisas grandiosas, mas não por pequenos pensamentos, por pequenas atitudes que foram aumentando, aumentando até que geraram verdadeiramente conflitos. Nós não podemos jamais menusprezar pequenas atitudes, pequenos erros que podemos cometer e que podem trazer sim grandes tristezas. Nós fomos criados justamente para que nós possamos evoluir e não paralisar. E quantos de nós não estamos aqui de repente pensando e esperando ai mas o evangelho tá tratando sobre isso? A gente não veio aqui para fazer coisas boas? Pois é. E quando é que nós vamos começar? Porque muitas vezes a gente pensa assim: "Ah, eu vou fazer uma coisa boa assim, eu vou fazer uma leitura de um livro, eu vou melhorar isso, eu vou melhorar aquilo depois que eu terminar aquele trabalho, depois que eu fizer tal coisa, depois que eu, depois que eu

coisa boa assim, eu vou fazer uma leitura de um livro, eu vou melhorar isso, eu vou melhorar aquilo depois que eu terminar aquele trabalho, depois que eu fizer tal coisa, depois que eu, depois que eu Quando nós reencarnamos, a única certeza que nós temos é que um dia voltaremos para a pátria espiritual. Só que nós não sabemos quando. Será que se hoje nós voltássemos, estaríamos preparados para isso? Teríamos uma bagagem repleta de coisas boas para contar ou teríamos grandes desculpas para dar? No livro também a luz deas trevas também nos exemplifica, mais uma vez como cada um de nós pode fazer a diferença. Nesta história, um escritor, ele tinha por hábito, antes de escrever os seus livros, ele gostava de ir para o seu refúgio. Ele tinha uma casa a beira, casinha pequena, tranquila, que ficava numa vila de pescador. E ele gostava muito de ir para lá para que ele fizesse todos os dias uma caminhada pela manhã. E assim ele ia tendo oportunidade de pensar, era um escritor muito famoso e assim ele tinha uma oportunidade de imaginar, de criar, fazendo aquelas longas caminhadas pela manhã, sempre a beira. E certo dia, enquanto ele caminhava, ele viu um vulto distante, parecia que estava dançando. Ele não conseguiu compreender, mas quando ele foi chegando mais próximo, ele viu um movimento. Era um garoto que ia na areia, pegava uma estrela do mar e jogava de volta no mar. Pegava mais uma vez a estrela do mar e jogava de volta no mar. E o escritor, intrigado com aquilo, aproximou-se do garoto e perguntou para ele o que ele estava fazendo. E ele falou: "Olha, é porque a maré tá baixando e essas estrelas do mar, se elas ficarem muito expostas ao sol, elas vão morrer?" E aí o escritor olhou ao longe assim, viu tanta estrela do mar, olhou pro garoto, olhou para aquele monte de estrela do mar, falou: "Mas, mas garoto, isso tá vai adiantar muito não? Você já viu o tanto de estrela do mar que tem aqui? Muitas com certeza vão morrer. Não tá sendo muito trabalhoso para você não ficar indo voltando, indo, voltando,

oto, isso tá vai adiantar muito não? Você já viu o tanto de estrela do mar que tem aqui? Muitas com certeza vão morrer. Não tá sendo muito trabalhoso para você não ficar indo voltando, indo, voltando, indo, voltando. E aquele garoto, sem nada dizer, pegou uma estrela do mar e jogou novamente na água. olhou para o escritor e disse calmamente: "O senhor tem razão, mas para essa estrela do mar eu fiz diferença". E o escritor calou-se, foi para casa, mas esse dia ele teve muita dificuldade de escrever e teve muita dificuldade para dormir porque não parava de pensar naquilo que aquele garotinho havia dito. E foi assim que no dia seguinte ele encontrou mais uma vez o garoto e dessa vez ele se juntou ao garoto e ficou catando aquelas estrelas do mar que na noite anterior o mar havia depositado ali na areia. Então, muitas vezes o que nos falta é justamente a lição que esse garoto nos trouxe, o senso de coletividade. Quando nós viemos à Terra, nós não viemos tão somente para resolver a nós mesmos, quitar as nossas dívidas, melhorar os nossos pensamentos. Nós viemos aqui também para cumprir um papel fundamental em nossa sociedade. Nós viemos aqui para auxiliar a nossa sociedade ao mundo. Ah, mas nós somos 120 milhões, nós somos 7 milhões no mundo. Que diferença eu vou fazer? E aí que vem a ideia que nos trouxe a história agora. Se nós fizermos a diferença para uma pessoa, quem sabe nós já não teremos cumprido a nossa grande missão a qual viemos aqui. O nosso senso de coletividade tem que ser mais aguçado. Nós temos que nos lembrar que não estamos aqui a passeio. Nós não estamos aqui simplesmente para aproveitar tão somente os bens materiais. Nós estamos aqui também para fazer a parte de um todo. Nós estamos aqui por uma grande oportunidade. Aliás, dizem que antes de reencarnarmos, nós pedimos tanto para vir. Quantas vezes eu ouço pessoa falar: "Ah, eu não pedi para nascer de acordo com as espiritualidades que nós imploramos para nascer". Então, antes de falar essa frase, vamos pensar,

imos tanto para vir. Quantas vezes eu ouço pessoa falar: "Ah, eu não pedi para nascer de acordo com as espiritualidades que nós imploramos para nascer". Então, antes de falar essa frase, vamos pensar, porque nós estamos aqui porque pedimos e pedimos muito, muito por essa oportunidade e por que não aproveitar? Eu digo em todas as minhas palestras que é muito importante que a gente tenha essa noção, a espiritualidade superior está sempre nos alertando que 2/3 da humanidade que está aqui hoje vai fazer um pit stop lá no umbral, isso não é bom. significa que sequer estamos dando atenção para esses deveres cotidianos do dia a dia. Porque se nós estivéssemos realmente prestando atenção nesses nossas pequenas tarefas, nesses nossos pequenos deveres do dia a dia, provavelmente não estaríamos fazendo essa parada. Porque se nós nos posicionarmos a nossa melhora real todos os dias e fazermos pelo menos uma atitude boa no dia, vocês já imaginaram ao final de um ano, ao final de 5 anos, então a gente já vai estar abafando só a espiritualidade superior para contar o tanto que nós melhoramos. E faz parte da nossa natureza quando nós começamos a evoluir, querer mais, porque nós vamos nos sentindo cada vez melhores. Livro dos Espíritos, pergunta 766, nos diz o seguinte: quando a gente fala em senso de coletividade, a vida social é uma obrigação natural? Certamente Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus deu-lhe a palavra a e todas as demais faculdades necessárias ao relacionamento. Pergunta 768. O homem, ao procurar viver em sociedade, apenas obedece a um sentimento pessoal ou a um objetivo providencial mais geral? A resposta: O homem deve progredir, mas não pode fazer isso sozinho, porque não dispõe de todas as faculdades. Eis porque precisa se relacionar com outros homens. No isolamento se embrutece e se enfraquece. E ainda tem uma explicação aqui. Nenhum homem possui todos os conhecimentos. Pelas relações sociais é que se completam uns aos outros para assegurar seu bem-estar e progredir.

brutece e se enfraquece. E ainda tem uma explicação aqui. Nenhum homem possui todos os conhecimentos. Pelas relações sociais é que se completam uns aos outros para assegurar seu bem-estar e progredir. É por isso que tendo necessidade um dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados. É por isso que nós temos que ter essa noção de que efetivamente fazemos parte de um todo. Nós não conseguimos viver isoladamente. É uma lei natural e está dentro do capítulo que fala de lei de sociedade. Cada um de nós com seus conhecimentos e nós precisamos dessa troca. Nós precisamos dessa convivência na sociedade. Então não adianta de repente, ah, não, eu quero me isolar do muito porque do mundo porque é muito complicado. Nós estamos aqui para isso. É justamente essa complicação que faz com que a gente possa exercer as nossas faculdades, que a gente possa efetivamente colocar a prova os nossos pensamentos, que nós possamos efetivamente colocar no nosso dia a dia aquilo que realmente aprendemos. Se nós vivermos de forma isolada, como vamos saber se a gente tá melhorando no nosso egoísmo, na nossa inveja, no nosso orgulho? Como vamos saber? E é vivendo em sociedade uma lei natural que nos traz essa ideia de dever. Porque a partir do momento que nós vivemos em sociedade, temos que sair de dentro do nosso casulo. Nós vivemos muito agora, cada um por si. Nós estamos numa sociedade em que o conhecimento está cada vez mais rápido, mas a parte moral está muito atrasada. Ainda fazendo uma pesquisa sobre o dever, depois de acharmos no vocabulário o que significa o que o evangelho quis nos dizer. O dever é um compromisso ou obrigação moral de agir de determinada maneira, surgindo de leis, da ética, da moralidade, da consciência ou do próprio caráter de um indivíduo. diferente de uma obrigação imposta. O dever, quando feito voluntariamente, por um senso do que é correto, é considerado uma ação moral e pode trazer paz interior, coerência e felicidade. Então, ao fazer esse dever que a gente

o imposta. O dever, quando feito voluntariamente, por um senso do que é correto, é considerado uma ação moral e pode trazer paz interior, coerência e felicidade. Então, ao fazer esse dever que a gente menospreza tanto, que a gente está ali se questionando, porque que o evangelho nos traz lição se preocupando com coisas tão pequenas, é porque ele sabe que a mudança é gradativa. A espiritualidade sabe que a gente não vai chegar aqui hoje e vai subir muito. e sabe que é aos poucos. E são nas pequenas atitudes do dia a dia que a gente vai mudando. Pergunta 785 do livro dos espíritos, que nos traz justamente a explicação dos obstáculos para que nós possamos cumprir realmente o dever. E aqui diz o seguinte: qual é o maior obstáculo ao progresso? A resposta, o orgulho e o egoísmo. Quero falar do progresso moral, uma vez que o progresso intelectual avança sempre e parece, aliás, à primeira vista, dar ao egoísmo e ao orgulho força duplicada. É assim que tudo se relaciona no mundo moral, como no físico, e que no próprio mal pode sair o bem. Mas essa situação não durará muito tempo, mudará à medida em que o homem compreender melhor que além dos prazeres terrestres, há uma felicidade infinitamente mais durável. E há uma explicação. Há duas espécies de progresso que se apoiam mutuamente e que, entretanto, não marcham lado a lado. É o progresso intelectual e o progresso moral. Entre os povos civilizados, o progresso intelectual recebeu neste século todos os incentivos possíveis e atingiu um grau desconhecido até os nossos dias. Falta algo ao progresso moral para que esteja no mesmo nível. E entretanto, comparando os costumes sociais de hoje aos de alguns séculos atrás, seria preciso ser cego para negar que houve progresso moral. Por que razão deve a marcha ascendente do progresso moral atrasar-se em relação da inteligência? Por que duvidar que entre o século XIX e o século XX não ocorrerá também avanço? Como houve no progresso intelectual entre os séculos XIV e o XIX? Duvidar dessa possibilidade seria pretender que

ncia? Por que duvidar que entre o século XIX e o século XX não ocorrerá também avanço? Como houve no progresso intelectual entre os séculos XIV e o XIX? Duvidar dessa possibilidade seria pretender que a humanidade tenha atingido o auge da perfeição. Seria um absurdo. Ou que ela é moralmente incapaz de se aperfeiçoar, o que é desmedido pela experiência. O que o livro dos espíritos nos trouxe aqui foi a certeza de que se hoje nós estamos melhor na parte intelectual e ainda a nossa parte moral ainda não nos alcançou, ainda não atingimos as duas asas, vai alcançar. Porque realmente hoje quando a gente liga a televisão, né, dá tristeza, a gente vê a notícia, a gente fica até com medo do jornal, né? A gente pensa: "Meu Deus, a coisa tá perdida demais". Mas não está não. Nós melhoramos e melhoramos muito historicamente. É só a gente perceber e não precisa ir muito longe. As penas antigamente eram terríveis. Antigamente escravidão se dava por dívidas. A família inteira era escravizada. Todos respondiam pelo crime. Haviam tantas leis que hoje não existem mais, porque nós evoluímos. Hoje já está comprovado que um menino de 12 anos tem mais conhecimento do que um imperador de Roma na sua época. Porque hoje basta a gente acessar o celular, não precisa ir muito longe. Na minha época de infância era inimaginável ter dentro de casa um computador. O computador era algo gigantesco, era uma sala inteira para ocupar um um um computador. Hoje em dia nós temos um computador na nossa mão. Nós estamos evoluindo, mas nós não podemos desistir. Nós temos que ter essa certeza de que estamos evoluindo. Pode não ser ao passo que desejamos, mas nós estamos indo sim. Nós estamos fazendo a nossa parte. Mas para que isso ocorra, precisamos cumprir com as nossas tarefas, sem ficar observando a vida alheia, porque não vai adiantar chegar lá em cima e botar culpa nos outros, porque não vai colar. Vamos aproveitar essa oportunidade maravilhosa, porque todos os dias é uma nova oportunidade. E eu, como sempre gosto de contar

iantar chegar lá em cima e botar culpa nos outros, porque não vai colar. Vamos aproveitar essa oportunidade maravilhosa, porque todos os dias é uma nova oportunidade. E eu, como sempre gosto de contar histórias para que eu possa já ir encerrando, vou contar a mais uma história para vocês, porque eu sempre acho que as histórias nós guardamos com mais facilidade e podemos levá-las para o nosso dia a dia. O livro A mãe que desistiu do céu nos conta a história de um movimento chamado Christopher. Este movimento que foi lançado por James Keller nos Estados Unidos, esse movimento consistia em algo bem simples e alcançável por todos. Neste movimento, ele pregava que nós podemos sempre fazer o bem com pequenas atitudes. E ele justamente descrevia que quando a gente visse ali de repente uma pessoa idosa com dificuldade de atravessar, por que não parar um pouquinho e lá ajudar a atravessar? Se a gente vê ali de repente no meio da rua um lixo que tá atrapalhando os carros que eles estão inclusive desviando, por que não ir ali e pegar aquele lixo para evitar um acidente? E assim ele dava vários exemplos do dia a dia de coisas simples, de de repente segurar a porta de um elevador para que alguém nos alcance, de repente quando alguém está fazendo uma mudança, ir lá e auxiliar segurando uma porta. Ele dava milhares de exemplos e esse movimento cresceu muito e ele certa vez reuniu seus seguidores num ginásio enorme e ali ele juntou 100.000 pessoas para que pudesse ali fazer a sua exposição do seu eh desse movimento em que ele lançou. Quando as pessoas estavam entrando no local, cada uma delas recebia um fósforo, um fósforo maiorzinho, né? Aqueles modelos maiores. E ali ele começou a explicar no que consistia esse movimento e falando das possibilidades e justamente trazendo a ideia dessa corrente do bem. Porque se cada um de nós fizer a sua parte, nós teremos um final muito mais tranquilo, uma sociedade muito mais justa. E aí ele alertou a todos que iria, as luzes iriam se apagar, mas que as

e do bem. Porque se cada um de nós fizer a sua parte, nós teremos um final muito mais tranquilo, uma sociedade muito mais justa. E aí ele alertou a todos que iria, as luzes iriam se apagar, mas que as pessoas não precisavam se assustar. E assim as luzes apagaram. E James, James Keller acendeu um fósforo e mostrou a todos e fez uma pergunta bastante simples e perguntou se as pessoas estavam vendo aquela luz. E as pessoas responderam num sonoro sim. Foi aí então que James Keller propôs a todos para que naquele momento pudessem acender os seus fósforos. E assim as 100.000 pessoas acenderam o fósforo e a noite que estava completamente escura, tornou-se clara pela iluminação daquela luz. Aquela pequena chama de um fósforo quando acesa por todos, iluminou por completo o local. E ali ele concluiu a exposição da noite, dizendo que muito melhor do que simplesmente enfrentar as trevas era iluminar as trevas, iluminar a nós mesmos. que se nós acendermos essa chama todos os dias em nós, nós sempre vamos expandir e sempre vamos dissipar as trevas. E ali ele terminou o movimento da noite, dizendo que se cada um de nós fizer a sua parte, o mundo vai se iluminar. E é justamente essa certeza que cada um de nós deve sair daqui hoje com essa certeza de que são nos menores detalhes da nossa existência que nós podemos fazer grandes coisas. Se nós hoje oramos tanto pela paz no mundo, pedimos tanto para que o mundo se torne um lugar melhor, vamos começar a nos questionar o que é que nós estamos fazendo para que esse mundo se torne melhor? Porque se nós não conseguimos responder a isso, significa que ainda não estamos cumprindo com os nossos pequenos deveres do nosso dia a dia. Nós ainda temos que trabalhar dentro de nós mesmos essa consciência da coletividade, essa consciência de que mesmo diante de 7 bilhões de pessoas no mundo, se cada um exercer o seu papel fundamental, nós vamos conseguir dissipar todas as trevas. Nós vamos conseguir tirar a dor, a fome, a dificuldade e vamos trazer alegria,

7 bilhões de pessoas no mundo, se cada um exercer o seu papel fundamental, nós vamos conseguir dissipar todas as trevas. Nós vamos conseguir tirar a dor, a fome, a dificuldade e vamos trazer alegria, vamos trazer sorrisos, mas cada um de nós tem que entender o seu papel fundamental. Não é à toa que o Evangelho Segundo o Espiritismo trouxe um tema tão, às vezes parece tão pequeno, mas de tão grande importância, para que nós jamais menosprezemos as pequenas atitudes do nosso dia a dia. Porque se a gente efetivamente compreender o nosso papel no mundo de que o nosso papel é evoluir, é melhorar e ao melhorarmos vamos exemplificando. é o exemplo que arrasta, o mundo pode se tornar um local cada vez melhor, mas isso depende de cada um de nós. Eu desejo a todos uma boa semana e que nós possamos sair daqui com essa sensação de que o dever está ao alcance de todos nós. Nós é que devemos optar todos os dias por cumpri-los. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos, a casa mantém o atendimento fraterno, individual e presencial. É no andar de cima. Eh, é de segunda a segunda e são vários horários. E também junto a esse atendimento fraterno, temos os grupos de apoio fraterno, que é o grupo Acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química. Aqueles que quiser, quiserem desabafar, conversar, tem algum problema na família, eh procurar o atendimento fraterno e lá serão encaminhados para os os devidos eh tratamentos. Fazer a nossa prece. Eh, vamos aproveitar o instante e pedir perdão aqueles a quem ofendemos e também dar o nosso perdão a quem nos ofenderam. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força aquele que passa pela provação, dai luz àele que procura verdade, põe no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos

so. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que sofre. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores de amarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda infinita. E todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seão. Um só coração, só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo, por favor, pode aguardar sentado que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores

anquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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