A VIDA E SUAS PROVAÇÕES - Cacilda Pereira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada. Nosso boa noite a todas as pessoas que nos assistem aqui no salão Bezerra de Menezes da comunhão Espírito de Brasília e aqueles que nos seguem também pelas redes sociais da casa, que nos assistem pela TV Rádio Comunhão no YouTube. Tenhamos todos então momentos agradáveis ao estudarmos um pouco mais sobre a doutrina de Jesus. Hoje nós, como sempre fazemos, vamos trazer uma leitura para nivelarmos o pensamento em torno de um mesmo ideal fraterno, o que vai facilitar a nossa compreensão do que nos será trazido pela palestrante. Então, do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes, a mensagem de número 123, diz assim: Deus não castiga, Deus não se ofende, por isso não castiga. A lei divina é amor puro. Sua ação visa ao aprimoramento de todas as criaturas. Não se sinta castigado. Tudo objetiva a sua melhoria. Procure apenas o seu bem. É Deus atuando dentro de você para o aperfeiçoar. Não maldiga os contratempos. Use o poder da sua mente. Se agradecer, encontrará mais o Deus que no seu íntimo está querendo lhe ajudar. Toda ação de Deus é para o nosso bem. E assim agradecidos por essa leitura que nos remete ao criador, que nos fala do seu amor, da sua força, elevamos o nosso pensamento a Jesus, pedindo a sua permissão para passarmos para a próxima etapa dessa reunião. momento em que vamos ouvir a nossa irmã Cilda Pereira. Vamos pedir a Jesus, então, que ela seja bem intuída, bem amparada espiritualmente, que todos nós conjuntamente obtenhamos máximo de consolo, de conforto espiritual que aqui viemos buscar e com certeza haveremos de receber. Então, meus queridos, com Cilda Pereira hoje, a vida e suas provações. Boa noite a todos. >> Boa noite. >> Bom vê-los aqui. Esse período de férias e de frio, né, gente? Tem um dia que tá
s de receber. Então, meus queridos, com Cilda Pereira hoje, a vida e suas provações. Boa noite a todos. >> Boa noite. >> Bom vê-los aqui. Esse período de férias e de frio, né, gente? Tem um dia que tá frio, tem um dia que esquenta um pouquinho mais. A gente não sabe nem mais como sair de casa, né? E boa noite também a todos aqueles que nos assistem nas redes sociais. E hoje nós vamos falar sobre um tema muito, muito dia a dia nosso, né? a vida e suas provações. E para buscar esse tema, eu fui até o capítulo 6 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o Cristo Consolador. E quando a gente fala a vida, suas provações, a primeira pergunta que a gente se faz, a vida nossa é fácil? Difícil fazer essa pergunta, né, que é a resposta. A gente já sabe que nós temos tantas atribulações, tantos obstáculos, tantos problemas. A vida nossa é fácil. E aí, para que a gente entenda o que nós estamos fazendo aqui, porque nós já sabemos que a nossa vida sempre tem algum obstáculo, alguma dificuldade, uns um pouco mais, outros menos, mas a gente sabe que a vida é cheia de atribulações. Vem a pergunta 132 do livro dos espíritos, que nos traz a ideia real do que estamos fazendo aqui, ou seja, qual é o nosso objetivo? Aqui, pergunta 132. Qual é o objetivo da encarnação dos espíritos? A lei de Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-lo chegar à perfeição. Olha aí o nosso objetivo. Para uns é uma expiação, para outros é uma missão, mas para chegar a essa perfeição, devem sofrer todas as tribulações da existência corporal. é a expiação. A encarnação tem também um outro objetivo, dar ao espírito condições de cumprir sua parte da obra da criação. Para realizá-la, é quem cada mundo toma um corpo em harmonia com a matéria essencial desse mundo, para executar aí, sobre esse ponto de vista as determinações de Deus. De modo que concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta. A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do universo. Deus, em sua sabedoria, quis que numa mesma ação encontrassem o meio
s. De modo que concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta. A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do universo. Deus, em sua sabedoria, quis que numa mesma ação encontrassem o meio de progredir e de se aproximar dele. É assim que, por lei admirável da providência, tudo se encandeia, tudo é solidário na natureza. Então, quando a gente para para observar que o nosso objetivo maior aqui é a busca da perfeição, a gente já sabe que nesse caminho a gente vai ter que se consertar, a gente vai ter que observar um pouco melhor quem somos, um pouco melhor aquilo que nos aflinge todos os dias, os obstáculos que mais aparecem, porque aí está a grande dica do que a gente realmente deve melhorar. Mas como a vida não é fácil, como passar por ela então com tantas provações? E aí vem justamente o capítulo 6, que fala do Cristo Consolador e vem o julgo leve, que é o nosso tema de hoje, que diz o seguinte: como é um trecho pequeno, vou fazer a leitura para vocês. Vinde a mim, vós todos que andais em sofrimento e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. sobre vós o meu julgo, e aprendei de mim que eu sou que sou manso e humilde de coração, e achareis repouso para as vossas almas, porque o meu julgo é suave e o meu fardo é leve. Mateus, capítulo 11 28 a 30. Trechinho é bem pequeno aqui. Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de entes queridos encontram sua consolação na fé no futuro, na confiança na justiça de Deus que o Cristo veio ensinar aos homens. Porém, para aquele que não espera nada após esta vida ou que simplesmente duvida, as aflições pesam muito mais e nenhuma esperança vem suavizar sua amargura. Eis o que Jesus disse. Vinde a mim vós todos o que andais em sofrimento e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Entretanto, Jesus coloca uma condição à sua assistência e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei que ele ensina. Seu julgo é a obediência a essa lei, mas esse julgo é suave e essa lei é leve, uma vez que impõe por dever o amor e a
e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei que ele ensina. Seu julgo é a obediência a essa lei, mas esse julgo é suave e essa lei é leve, uma vez que impõe por dever o amor e a caridade. Então ele nos traz aqui a ideia de que o julgo é leve, o fardo é suave. Mas o que que é esse julgo? O que que é essa lei que traz aqui o evangelho? O jugo, quando você vai até o dicionário diz o seguinte: é uma peça de madeira para trelar bois a carroça ou arado. Não sei se vocês já viram, mas é uma peça redonda, costuma vir em dupla e fica ali, a gente prende ali o boi ou uma mula ou algum tipo de de animal que puxa e vai ali fazendo o arado da terra. Mas o que que quer dizer esse julgo? é a gente se encontrar firme e sempre em frente à lei, em obediência a lei, em obediência aos ensinamentos de Jesus. Jesus não só nos trouxe os ensinamentos, como principalmente exemplificou. E o que ele quis dizer é que se nós seguirmos esse caminho reto que ele ensinou sem nos desviar, sem ficar nos distraindo e seguindo sempre em frente, porque é isso que o julgo faz com que aqueles animais sigam sempre em frente, não se distraiam e ali consigam fazer esse arado da terra, é assim que nós também vamos conseguir. É assim que nós também vamos seguir. Então, para que a gente encontre alívio, o que ele pede para nós é ter essa firmeza, essa firmeza de seguir em frente. Esse julgo que na verdade nos prende a lei, ele traz, ele nos traz a certeza de que é leve, de que é tranquilo. Mas é fácil seguir os exemplos de Jesus. O que ele quis sempre nos trazer foi que devemos seguir a vontade de Deus. Mas para isso temos que mudar a nós mesmos. Temos que modificar os nossos pensamentos. Temos que modificar as nossas atitudes. Mas nós temos que lembrar o seguinte, que a vida que nós temos aqui hoje é justamente para isso e nos traz provas justamente para que nós possamos nos modificar. O mundo aqui é uma grande escola e essa escola nos dá a oportunidade de arar, de plantar. Cadê o nosso livre arbítrio? É
nte para isso e nos traz provas justamente para que nós possamos nos modificar. O mundo aqui é uma grande escola e essa escola nos dá a oportunidade de arar, de plantar. Cadê o nosso livre arbítrio? É para isso que serve, para que nós possamos fazer as melhores escolhas e plantar da melhor forma possível, porque o plantio é livre, mas a colheita é sempre obrigatória. E se nós continuarmos sempre ali fazendo esse arado, nada nos será impossível. Mas para que a gente não chegue diante da vida e achea é tão difícil, a gente tem que entender para que que existem as provas na nossa existência. E as provas muitas vezes elas são colocadas para nós justamente para que nós possamos diante dessas provas reagir, diante dessas provações, compreender, porque existem aquelas provas que a gente não pode realmente modificar, que ali a gente passa com a fé, com a esperança, mas existem aquelas outras que a gente tem que fazer por si mesmo para que a gente possa ter uma ideia justamente de um tipo dessas provas que, infelizmente, às vezes vezes ocorre em nossas vidas e às vezes a gente precisa passar é com fé, com esperança e esperando ali que aquele arado seja puxado. Tem uma história que eu recebi por e-mail que eu achei ela, essa história incrível. Essa história se passa justamente na Segunda Grande Guerra Mundial, em que duas irmãs holandesas foram detidas e, infelizmente, foram levadas para um campo de concentração. Eu não consegui decorar o nome desse campo de concentração. Elas foram levadas para o campo de concentração chamado Raven Brusk. era perto de Berlim e era considerado o pior presídio feminino. Acredita-se, estima-se que cerca de 90.000 mulheres e crianças morreram nesses campos. E elas, quando foram para lá enviadas, ficaram extremamente preocupadas porque sabiam da uma fama do local. Mas acreditando naquela esperança, naquela fé de que tudo daria certo, assim eles chegaram. Nos dois primeiros dias ficaram ao relento, tomaram chuva, vento e só foram acomodadas dois dias
a do local. Mas acreditando naquela esperança, naquela fé de que tudo daria certo, assim eles chegaram. Nos dois primeiros dias ficaram ao relento, tomaram chuva, vento e só foram acomodadas dois dias depois em uma espécie de galpão que foi construído ali para agregar mais ou menos 400 pessoas, mas haviam ali 100 mulheres. Então era extremamente apertado, condições extremamente insalubres, pouquíssima comida, era muito árduo. E se a pessoa não executasse as suas a os seus afazeres que era ali colocado para elas, elas não tinham direito à comida e a batata, que era na verdade uma soparrala e uma batata por dia. Então a vida ali era bem difícil, mas elas acreditavam firmemente que ia dar tudo certo. Mas para completar a situação delas, na cela delas era lotado de pulgas. E aquilo era assim extremamente aversivo para elas. Além de passarem por todo aquele sofrimento, daquele trabalho forçado de estar em toda aquela situação, ainda quando chegavam no pouco tempo que tinham para descanso, ainda eram obrigadas a conviver com as pulgas. Mas as irmãs não desistiam nunca. E uma das irmãs, que se chamava Bet, todos os dias lembrava-se de fazer a oração e lembrou-se de um trecho que dizia: "Dai graças a Deus em toda e qualquer circunstância". Depois que ela lembrou-se dessa frase, ela começou a orar todo dia com muito fervor, agradecendo pelas duas estarem ali juntas, agradecendo pela saúde que tinham e agradecendo pelas pulgas. A irmã dela parou, olhou para ela imediatamente. Ah, não, né? Para as pulgas, não, né? Não, não, não, as pulgas, pelo amor de Deus, não. Eu tenho pesadelo com essas pulgas. é que eu vou agradecer por essas pulgas. E a irmã explicava: "Calma, dai graça a tudo, porque até as pulgas a gente não sabe o porquê, mas devem estar ajudando em alguma coisa". Aí a irmã dela observou aquilo, falou: "Não acreditava, mas enfim, para agradar a irmã começou a agradecer todo dia pelas pulgas." E ali o tempo foi passando, os meses se passaram, pareciam mais anos, né?
irmã dela observou aquilo, falou: "Não acreditava, mas enfim, para agradar a irmã começou a agradecer todo dia pelas pulgas." E ali o tempo foi passando, os meses se passaram, pareciam mais anos, né? Infelizmente Bets, que sempre lembrava-se de orar e agradecer por tudo, menos mesmas coisas que ela não lhe agradava, ela sempre agradecia, veio a falecer no campo de concentração. Ela teve uma doença e veio a falecer. Elas entraram naquele campo de concentração em fevereiro de 1944 e a sua irmã Curry foi libertada em 1944 em dezembro. Ou seja, foram foi quase um ano, mas de acordo com ela pareciam anos. E quando ela foi libertada, ela veio a descobrir que aquele aquela cela onde as irmãs se encontravam era bastante conhecida. pelos soldados que ali estavam. Era conhecida, na verdade, aquela cela como circo das pulgas. E por isso, como eles sabiam que aquelas celas eram infestadas de pulga, elas jamais sofreram qualquer qualquer tipo de investida dos guardas. Jamais foram molestadas, enquanto as outras celas eram visitadas regularmente pelos guardas que ali estavam. Então, a irmã chorou muito nesse dia e compreendeu o que Bet havia dito, que realmente em tudo dai graça, porque até as pulgas ajudaram. E ela percebeu que naquela naquela situação tão aversiva, até mesmo as pulgas foram meio de salvação para elas, menos algo ruim que poderia ter acontecido. E ali ela chorou muito e compreendeu a bondade infinita de Deus, até mesmo diante de uma situação tão ruim. Então, muitas vezes o que nos falta diante das provações que a vida nos traz é justamente às vezes ter essa postura. É acreditar até mesmo nas coisas ruins que acontecem com a gente pode ser um livramento. Aliás, quantas vezes na nossa vida já não aconteceu da gente chegar lá na frente, a gente recebe um não redondo, né? Faz ali a nossa oração, recebe um não redondo. Lá na frente a gente vê: "Meu Deus, foi livramento, como é que pode?" E a gente naquele momento que estava passando por aquela dificuldade, a gente
, né? Faz ali a nossa oração, recebe um não redondo. Lá na frente a gente vê: "Meu Deus, foi livramento, como é que pode?" E a gente naquele momento que estava passando por aquela dificuldade, a gente achou que estava tudo perdido. Mas se mantermos o nosso arado de acordo com o julgo leve a que Jesus tanto nos garantiu, nada nos estará perdido. Muito pelo contrário. Então, muitas vezes o que falta pra gente é praticar justamente a nossa fé, a nossa esperança, que era o que restava aquelas duas irmãs. E ela ainda teve a sorte grandiosa de ficar sabendo logo de imediato. Muitas vezes a gente fica sabendo lá do outro lado que de repente uma situação ruim que a gente passou nos trouxe um benefício. Mas se a gente tiver a certeza de que Deus nosso pai está torcendo por cada um de nós, nada nos será impossível. Porque muitas vezes a gente ainda pensa, né, quando a gente tá diante do sofrimento, a foi a vontade de Deus, gente. Às vezes não foi a vontade de Deus, não. Às vezes Deus até colocou aquela dificuldade ali, mas ele tá esperando assim a gente se mexer, né? É aquela velha história. Às vezes a pessoa tá ali em cima, né? Ali na enchente, vem os bombeiros, não, não, Deus vai me salvar. Aí depois chega um outro ali com barco. Vem, pode vir. Não, não, não. Deus vai me salvar, gente. Deus tá que manda ajuda, tá mandando e a gente lá. É Deus, gente. Então, muitas vezes as nossas provações, ele quer justamente ver como é que a gente reage. Claro que diante de uma reação, de uma situação como essa, que ela não tinha o que fazer, ela reagiu da melhor maneira possível, tendo o quê? fé e esperança. Mas existem aquelas situações na vida que a gente precisa se mexer. E muitas vezes as provações que a vida nos traz não não é Deus. Fomos nós na nossa própria imperfeição. Imagina uma pessoa seumenta, por exemplo, quando o companheiro a companheira não atende o telefone, gente do céu, até essa pessoa ligar de volta, o ciumento já enlouqueceu. É uma provação de Deus, não é uma imperfeição moral que aquela pessoa tem
do o companheiro a companheira não atende o telefone, gente do céu, até essa pessoa ligar de volta, o ciumento já enlouqueceu. É uma provação de Deus, não é uma imperfeição moral que aquela pessoa tem que precisa ser trabalhada, que com certeza quando for trabalhada ela vai ter uma situação muito mais tranquila. Às vezes as situações pequenas do nosso dia a dia a gente pode modificar. Chico Xavier narrou certa vez, ele conta que ele tinha um cachorro que ele gostava muito. Ele às vezes chegava em casa tão cansado, horas ali trabalhando e chegava e se alegrava em alimentar o cachorro. Aqueles poucos minutos de brincadeira com o cachorro o aliviava. Mas tempo passou e o cachorro adoeceu. E ali uma das pessoas que frequentava bastante a casa de Chico Xavier teve a ideia, pensou assim: "Ah, Chico Xavier não tem tempo para isso, não vai ter tempo para cuidar do cachorro, o cachorro já tá mais para lá do que para cá, vamos resolver." Decidiu sacrificar o cachorro. Mas Chico Xavier ficou assim, nossa, ficou muito chateado, muito chateado. E aí apareceu para ele e disse: "Chico, cuidado, cuidado. Você já está, ó, ao redor do seu coração já tem aí uma nuvem, uma nuvem negra que está tomando conta do seu coração. Cuidado com esses seus pensamentos, Chico. Você sabe quem fez isso? Não sabe? Ele: "Sei, sei, sei. Ah, sei. Então, Chico, vamos fazer o seguinte. Descobre o que que essa pessoa mais quer da vida dela, o que que ela mais deseja." Aí Chico falou: "Pera aí, como assim? Pera aí. A pessoa fez algo que eu não gostei. Tô super chateado. Matou meu cachorro e eu ainda vou fazer alguma coisa de bom para ela. Chico, não fui eu. Essa receita não é minha. Essa receita do Cristo. Perdoa, Chico. Mas pera aí. A pessoa foi ruim para mim. É possível. Chico, perdoa. Faz assim uma coisa para de bom para essa pessoa. Você vai ver. Chico, sei que Chico foi analisar, foi pesquisar e descobriu que essa pessoa queria uma máquina de costura. O sonho da vida dessa pessoa. Chico Xavier comprou a máquina de
a essa pessoa. Você vai ver. Chico, sei que Chico foi analisar, foi pesquisar e descobriu que essa pessoa queria uma máquina de costura. O sonho da vida dessa pessoa. Chico Xavier comprou a máquina de costura, dividiu em milhares de prestações, né, quase pra próxima encarnação, porque era caríssimo. E Chico Xavier mal tinha, né, um salário era baixo, mas fez o que o Emanuel pediu para ele e foi lá entregar a máquina de costura para ela, para essa pessoa. Quando ele entregou essa pessoa, ficou numa felicidade tão grande, tão grande, tão grande, que imediatamente Chico conseguiu visualizar, emanou do coração dessa pessoa, uma luz tão intensa que foi até o coração dele, parecia assim um raio. E Emanuel nessa hora explicou para ele: "Pronto, aquela sua nuvem escura acabou de dissipar. Tudo que estava enegrecido em seu coração já foi." Então agora você pode ficar tranquilo. E foi ali que Chico percebeu que muitas vezes nós adoecemos pelos nossos próprios pensamentos. Então muitas vezes as provações que a gente acha que a vida traz, na verdade, na verdade são os nossos posicionamentos. Ali Chico se livrou, quem sabe ali de algum problema de saúde, porque nós sabemos hoje, a própria medicina já traz isso, né? Quantas quantas doenças de fundo psicossomáticos não tem, né? Às vezes a gente tem uma dor de cabeça infinita, não passa nunca. Você vai em médico, vai no oftalmologista, vai em tudo quanto é médico para ver dor de cabeça e nada. Isso aqui é o pior, né? não tem diagnóstico. Aí você fica, gente, é coisa da minha cabeça. É, é coisa da sua cabeça, é coisa do seu coração. Às vezes a gente tá ali tão atribulado, estressado, às vezes a gente tá ali com uma raiva de alguém que a gente nem tá lembrando e a gente vai juntando aquilo, vai juntando. Então, a gente tem que observar, porque muitas vezes essas provações, na verdade, na verdade somos nós mesmos. Porque Jesus fala também nessa lição que além do julgo ser leve, ele ainda complementa. Ele ainda nos traz uma garantia maior. Ele fala que o fardo é
rovações, na verdade, na verdade somos nós mesmos. Porque Jesus fala também nessa lição que além do julgo ser leve, ele ainda complementa. Ele ainda nos traz uma garantia maior. Ele fala que o fardo é leve. Hum. Mas aí eu pergunto a vocês, quando a gente tá passando por alguma dor ou alguma dificuldade, a gente acha que esse fardo é leve? Não. Muito difícil a gente achar que esse fardo é leve. Contudo, infelizmente, no nosso nível ainda de evolução, a dor é o veículo mais eficaz de mudança pessoal. Infelizmente, vocês podem ver, quando tá tudo bem na vida, a gente nem lembra de fazer uma oração de agradecimento, mas basta ter algum probleminha, uma dor, alguma coisa, um malestar, a gente lembra de fazer oração. Então, infelizmente, a dor é o nosso maior veículo ainda de aprendizado, porque é assim que a gente desperta pros verdadeiros valores da vida. Ah, infelizmente. Mas às vezes essa dor pode sim vir de um problema passado ou pode ser alguma coisa que a gente tá ocasionando ou a gente ainda tem que sempre analisar. Agora, por que que o mal ainda tem se compraz tanto ainda aqui na Terra? Nós temos ainda tantas atitudes ruins? Por que que a gente ainda liga a televisão e vê tanta coisa ruim acontecendo? Aí vem a explicação da dor também. Por mais que cada um de nós saiba que determinada atitude é dolorosa, quando não é com a gente, a gente faz, né? Porque não é com a gente. Aí por isso que muitas vezes vem a dor para que a gente aprenda na nossa própria pele o que a gente fez de mal para uma outra pessoa. Por isso que tem as expiações de vida passada, porque às vezes a gente naquela encarnação não conseguiu resolver, mas vem na outra. Vem na outra com juros e correção monetário. Ah, eles não esquecem não, gente. Vem direitinho tinindo de rosquinha doce. E a gente tem que compreender isso. Pergunta 171, que nos fala justamente sobre a reencarnação e nos traz também essa essa certeza. Em que se baseia o dogma da reencarnação? na justiça de Deus e na revelação. E repetimos incessantemente:
ergunta 171, que nos fala justamente sobre a reencarnação e nos traz também essa essa certeza. Em que se baseia o dogma da reencarnação? na justiça de Deus e na revelação. E repetimos incessantemente: "Um bom pai deixa sempre para seus filhos uma porta aberta ao arrependimento. A razão não vos diz que seria injusto privar para sempre da felicidade eterna todos aqueles cujo aprimoramento não dependeu deles mesmos? Não são todos os homens filhos de Deus? Só homens egoístas podem pregar a injustiça, o ódio implacável e os castigos sem perdão. Todos os espíritos estão destinados à perfeição. E Deus lhe fornece os meios de alcançá-la pelas provações da vida corporal, mas na sua justiça lhes permite cumprir em novas existências o que não puderam fazer ou acabar numa primeira prova. não estaria de acordo nem com a igualdade, a justiça e nem com a bondade de Deus condenar para sempre o que encontrar o que os que encontraram no próprio meio em que viveram obstáculos ao seu melhoramento, independentemente de sua vontade. Se a sorte do homem estivesse irrevogavelmente fixada após a morte, Deus não teria pesad ações de todos numa única e mesma balança e não agiria com imparcialidade. A doutrina da reencarnação, que consiste em admitir para o homem diversas existências sucessivas, é a única que responde à ideia que fazemos da justiça de Deus em relação aos homens que se acham numa condição moral inferior. A única que pode nos explicar o futuro e firmar novas esperanças, porque nos oferece meio de resgatar nossos erros por novas provações. A razão nos demonstra essa doutrina e os espíritos a ensinam. O homem que tem consciência de sua inferioridade encontra na doutrina da reencarnação uma esperança consoladora. Se acredita na justiça de Deus, não pode esperar achar-se perante a eternidade em pé de igualdade com aqueles que agiram melhor do que ele. Contudo, o pensamento de que essa inferioridade não o exclui para sempre do bem supremo, que conquistará mediante novos esforços, o sustenta e
pé de igualdade com aqueles que agiram melhor do que ele. Contudo, o pensamento de que essa inferioridade não o exclui para sempre do bem supremo, que conquistará mediante novos esforços, o sustenta e lhe reanima a coragem. Quem é que no término de sua caminhada não lamenta ter adquirido muito tarde uma experiência que não pode mais aproveitar? Porém, essa experiência tardia não será perdida, tirará proveito dele numa nova vida. Então aqui nos traz justamente essa certeza que nós estamos sim fadados à felicidade. O sofrimento não é eterno, ele é somente necessário. Nós vamos chegar num grau evolutivo que nós sequer vamos precisar perdoar, porque só perdoa quem se sente magoado. Se nós compreendermos que todos nós estamos no mesmo barco e que se hoje algum irmão vem e me magoa, nós temos que compreender, perdoá-lo. Deixa que cada um vai chegar ao seu tempo e temos assim que continuar seguindo. E se a gente perceber que todo mundo tá no mesmo barco, a gente não vai precisar nem perdoar. Por quê? Porque a gente vai pensar: "Nossa, calma, vai chegar o tempo dele". E vai seguir adiante com o julgo ali firme, em frente. Ora, nós não estamos padados ao sofrimento. Muito pelo contrário, a reencarnação nos traz justamente essa ideia. Só que, claro, aqui ele fala perfeitamente que uns vão ter mais prova e outros menos. Ora, um professor não pode, por exemplo, entregar prova. de segundo grau para um aluno de terceiro ano do fundamental. O aluno do terceiro ano do fundamental não vai ter menor condição nem de fazer, nem de começar. Então, as provas são proporcionais. Então, a gente não pode se comparar, porque muitas vezes a gente olha a nossa vida e pensa: "Nossa, toda hora que eu tô achando que o negócio tá ficando bom, vem mais uma bordoada". E aí olha pro vizinho, fala: "Olha aí, que vida boa". Calma, gente. Cada um com as suas tribulações e cuidado, tá? com a propaganda enganosa. Às vezes a gente acha ali que o vizinho tá numa vida incrível, maravilhosa. A gente não sabe o que que
ida boa". Calma, gente. Cada um com as suas tribulações e cuidado, tá? com a propaganda enganosa. Às vezes a gente acha ali que o vizinho tá numa vida incrível, maravilhosa. A gente não sabe o que que tá acontecendo lá dentro da casa dele e não sabe o que está acontecendo dentro do coração dessa pessoa. Porque quantas doenças, né, a gente não adquire justamente pelos nossos pensamentos, pelas nossas atitudes interiores. Então, muita calma essa hora. as nossas provações não serão eternas e principalmente nós vamos ter uma oportunidade sempre de melhorar. E se hoje a gente tem mais probação, muita calma essa hora. É porque Deus sabe a nossa condição. Porque todos garantem, os espíritos sempre falam, a prova é totalmente proporcional. Por isso que ele fala que o fardo é suave, porque a prova é proporcional a nossa possibilidade de passar. Ele, Deus é um, é um grande torcedor nosso. Ele quer que a gente chegue lá do outro lado vitorioso. Ele não quer chegar que a gente chegue lá do outro lado, cabis baixo e nossa, errei de novo. Não, ele quer que a gente chegue lá cantando vitória. E é por isso que eles analisam perfeitamente. E a gente tem que começar a prestar mais atenção nisso. Eu digo em toda palestra que eu faço, gente, 2/3 da humanidade que está aqui hoje, quando desencarnar vai passar pelo umbral. Isso não é uma boa notícia. Significa que a gente ainda tá com pé na jaca. Significa que a gente ainda não está se mexendo o tanto que deveria. Porque muitas vezes a gente pensa assim: "Ah, mas a gente liga a televisão, né, gente? Aí olha lá uma coisa horrorosa, aí pensa: "Ah, tô bem, tô bem. Tô ótimo. Olha isso aí. Mas gente, não é assim não. A gente também peca pela omissão. E às vezes, ó, Deus tá ali, ó. Vamos, meu filho. E a gente fica, não, não, não. Só vou, só vou fazer alguma coisa depois que eu adquirir e tal. Não, não, eu só vou fazer isso depois. Alguém aqui sabe o dia que vai partir? Que a gente tem mania, né? Vocês já viram como é que a gente faz com dieta?
zer alguma coisa depois que eu adquirir e tal. Não, não, eu só vou fazer isso depois. Alguém aqui sabe o dia que vai partir? Que a gente tem mania, né? Vocês já viram como é que a gente faz com dieta? Toda segunda-feira começa. Alguém sabe se vai tá aqui na outra segunda? a gente não sabe, a gente deseja, né, mas a gente não sabe. Então a gente tem que começar, nem que esteja um pouquinho, nem que seja conta gotas, mas a gente tem que começar. E para isso, para que a gente pense nessas provações que a vida tanto nos traz, a gente já analisou aqui que tem aquelas que a gente não pode fazer nada, que são aquelas que a gente tem que passar com fé, com esperança, como foi o caso narrado aqui da história que aconteceu na Segunda Guerra. Demosos o exemplo de Chico, que Chico realmente, né, fez ali algo de muito bom pra pessoa e conseguiu se livrar daquela mágoa que ele mesmo estava criando. Ou seja, uma provação que foi colocada para ele para que ele próprio se mexesse, fizesse, acontecesse e resolveu. Mas muitas vezes a gente adoece pelas nossas imperfeições, pelos nossos problemas. E isso, na verdade, é o que mais acontece aqui. Muitos sofrimentos que a gente passa aqui, muitas dessas provações nem precisariam acontecer. Mas nós, diante das nossas imperfeições morais, sem perceber quem realmente somos, vamos nos prejudicando, trazendo verdadeiras doenças. Tem uma história que exemplifica muito bem isso pra gente. Exemplifica perfeitamente o que o sofrimento voluntário que nós mesmos ocasionamos pode gerar para cada um de nós. Nessa história, um professor tava muito preocupado na sala de aula, porque ele tava vendo que os alunos estavam tendo muitas picuinhas pessoais, muita briguinha aqui, muita fofoquinha ali, muitos probleminhas. A sala tava em verdadeira desarmonia. Ele não sabia mais o que fazer. Tinha umas conversas, mas a coisa não mudava e tava só piorando. Então ele decidiu propor um experimento aos alunos e pediu para que os alunos trouxessem na próxima semana muitas batatas e cada
fazer. Tinha umas conversas, mas a coisa não mudava e tava só piorando. Então ele decidiu propor um experimento aos alunos e pediu para que os alunos trouxessem na próxima semana muitas batatas e cada um trouxesse um saco. E assim eles fizeram. Trouxeram muitas batatas. O professor colocou ali na frente vários baldes e era para eles colocarem as batatas lá. E o professor então explicou. Agora eu quero que cada um aqui pense pessoa que não gosta muito, que lhe fez algum mal, que lhe traz alguma certa aversão ou uma situação na vida que não tá boa, que você não tá gostando. Eu quero que vocês pensem e para cada pessoa que vocês assim pensarem ou para cada situação aversiva tem que pegar uma batata e colocar na sacola. Ali os alunos ficaram pensativos e começaram ali a pegar as sacolas e colocarem as batatas. Para alguns alunos foi pouca batata. Para outros o saco ficou basicamente abarrotado de batatas. E ali o professor explicou então a etapa. Agora vocês vão andar com essas batatas por uma semana. Uma semana com essas batatas. Vocês tm que andar para tudo quanto é lugar. Vocês tem que trazer pra escola, levar para casa, dormir com ela e levar para um, se for sair para algum amigo, vai ter que levar. Se for pro cinema, vai ter que levar. Se for para comer fora, vai ter que levar. Você tem que levar essa batata para tudo quanto é lugar. Nos dois primeiros dias, os alunos até acharam engraçado, né? Cada um levando sua sacolinha de batatas. Mas depois eles começaram a achar ruim, começaram, começaram a perder as batatas, esquecer as batatas. Aí tinha que voltar para casa obrigatoriamente. O saco de batata começou a ficar muito pesado, começou a ficar chato, ter que levar e buscar a batata. Depois dos cinco dias, as batatas começaram a cheirar mal para caramba. Nossa, não aguentavam mais as batatas. Daí que quando terminou aquela semana, conforme havia combinado, eles retornaram pra sala de aula com as batatas. E o professor então perguntou e pediu para que cada um falasse como foi a
as batatas. Daí que quando terminou aquela semana, conforme havia combinado, eles retornaram pra sala de aula com as batatas. E o professor então perguntou e pediu para que cada um falasse como foi a experiência de carregar as batatas. E claro que foi unânime que todos acharam ruim e o principal, todos reclamaram do cheiro das batatas porque as batatas começaram a apodrecer. E ali então o professor explicou que as batatas nada mais são do que a representação da nossa própria vida. Quanto mais a gente carrega problemas, quanto mais a gente carrega raiva, rancor, ódio, todos esses sentimentos ruins e negativos, isso vai apodrecendo dentro da gente, isso vai nos fazendo mal. E quanto mais a gente carrega, mais pesado fica esse fardo. E ali o professor explicou, então, que o que muitas vezes falta paraa nossa vida é o que os alunos poderiam fazer naquele momento. Ele pediu para que cada aluno posse até novamente os baldes, que ele retornou de casa com os baldes, e jogasse aquelas batatas fora. Então, muitas vezes, quando a gente reclama das provações das nossas da nossa vida, o que nos falta é justamente jogar as batatas fora. É justamente ter essa percepção de jogar esses nossos pensamentos ruins fora. É fácil, não, mas é um exercício diário. É quando o pensamento, gente, pensamento vem a todo momento. O nosso erro é deixar esse pensamento permanecer. Esse pensamento pode até vir passar pela nossa mente, mas deixa passar. Não fique com ele, porque as muitas vezes as nossas provações, nós somos os nossos maiores algotes, nós somos os nossos maiores provocadores, nós somos muitas vezes os nossos maiores sabotadores. Nós é que muitas vezes achamos, ah, não vou conseguir não, tem a menor chance. Nem nós muitas vezes é que diante da nossa inveja, do nossos ciúmes, do nosso orgulho, do nosso egoísmo, às vezes a gente não sai ali daquela mesmice. Às vezes alimentando uma raiva, um rancor por alguém. Gente, às vezes a pessoa tá vivendo super bem e a gente lá com aquela raiva. Se alguém tá achando
o, às vezes a gente não sai ali daquela mesmice. Às vezes alimentando uma raiva, um rancor por alguém. Gente, às vezes a pessoa tá vivendo super bem e a gente lá com aquela raiva. Se alguém tá achando que vai emitir aquelas energias negativas e vai chegar nela, esquece, porque muitas vezes aquela pessoa ali, ela tá super protegida, com pensamento em outras situações, fazendo suas orações. E a gente ali cada vez, como aconteceu, por exemplo, com o caso do Chico Xavier, criando ali verdadeiras nuvens interiores, nuvens negras às vezes de pensamentos ruins que nós mesmos vamos nos sabotando. O livre arbítrio é dado para todos nós por uma razão muito boa. Deus quer ver a nossa evolução por nós mesmos. Ele quer analisar e quer comemorar com cada um de nós a nossa melhora pessoal. Vocês já imaginaram como é que seria a nossa vida se toda hora viesse um espírito e falasse: "Faz não, faz não, que você vai se dar mal". Como é que a gente ia saber? A gente tem que, quantas vezes quando a gente chega uma determinada idade, a gente não olha na época lá que a gente era adolescente e pensa: "Nossa Senhora, se eu tivesse o conhecimento que eu tenho hoje, eu não tinha feito". É por isso que nós temos as várias reencarnações para que cada vez mais, com mais conhecimentos, por mais que a gente tenha o esquecimento, vocês podem ver, a gente tem facilidade para uma determinada matéria, para outras não. Isso tudo são as bagagens que nós vamos trazendo. Então, as provações da vida nada mais são do que muitas vezes nós mesmos. Então, às vezes não era pra gente sofrer nem 1/3 do que a gente sofre aqui, mas a gente não consegue às vezes enxergar os nossos próprios defeitos e vai levando, vai levando. Então, a gente tem que lembrar que o até o sofrimento ele não é uma fatalidade, ele não é uma obrigatoriedade. O sofrimento ele só vem enquanto a gente ainda precisa dele, porque a gente ainda vai chegar num nível que a gente não vai precisar mais. O próprio livro dos espíritos nos traz aqui muitas vidas, muitas existências
le só vem enquanto a gente ainda precisa dele, porque a gente ainda vai chegar num nível que a gente não vai precisar mais. O próprio livro dos espíritos nos traz aqui muitas vidas, muitas existências nossas. Nós nós estamos vindo por expiação, ou seja, justamente para resolver algo lá de trás. Mas olha lá, hein, gente. A gente ainda vai chegar naquele nível que a gente vai vir em missão, vai vir para de repente ajudar, fazer algo de bom. Por enquanto não, viu? Dizem então que os espíritas, né, são espíritos antigos que a gente tá aqui, ó. Aí a gente veio agora como espírita para ver se a gente se convence. Para ver se a gente se convence e vai. Eles estão quase empurrando a gente para ver se a gente segue adiante. Então vamos seguir, vamos continuar com o nosso arado para que a gente possa naquele caminho retinho, firme e em frente alcançar os nossos verdadeiros objetivos aqui. Essa é a nossa maior missão aqui. E Jesus ainda fala: "Vinde a mim e eu vos aliviarei". Isso nos dá a garantia de que ele está esperando por cada um de nós. Ele espera não só firmemente por cada um de nós, como ele acredita que a gente realmente vai chegar lá. Mas aí eu faço a perguntinha para vocês. E nós estamos acreditando em nós mesmos? Será que não já está na hora também da gente fazer essa análise e acreditar no nosso potencial para que a gente possa seguir em frente? Para que a gente vá se encaminhando pro encerramento, eu vou contar minha última história da noite, que é um verdadeiro exemplo de como a gente deve se manter durante a nossa vida, qual é a nossa postura diante do nosso dia a dia. Essa história, o nosso narrador foi convidado para ir a uma reunião num outro prédio e ele chegou nesse outro prédio e chamou o elevador. Era o último andar. Ele entrou no elevador e tinha um assessorista e ele já foi logo dizendo um bom dia. Tudo bem, gente? Para quê? Um assessorista olhou para ele: "Por que tudo bem, eu tenho que pegar ônibus, demoro 2 horas para chegar aqui, 2 horas para voltar, passo
ele já foi logo dizendo um bom dia. Tudo bem, gente? Para quê? Um assessorista olhou para ele: "Por que tudo bem, eu tenho que pegar ônibus, demoro 2 horas para chegar aqui, 2 horas para voltar, passo 6 horas nesse caixote quente. A minha profissão não tem carreira, eu estou aqui há 10 anos. Isso que dá eu não ter estudado e ainda tenho que muitas vezes atender gente chata, gente difícil, gente, olha, tem nada de bom, tem nada de bom aqui. O o nosso narrador ficou sem graça. A não sabia nem bem o que falar, porque não esperava toda essa explicação e toda essa narrativa. Ficou até meio assustado. Ah, pois é, tem nada de bom não, mas é isso que dá. Estudei, fiz nada. É isso aí. E aí chegou no elevador, no andar que ele precisava descer, chegou ao seu andar. Nosso narrador quase saiu enchotado correndo, né? Porque falou: "Meu Deus, nãoca mais eu dizer um bom dia para ninguém, pelo amor de Deus". ficou até preocupado com essa situação. E ele terminou a reunião e ele foi novamente chamar o elevador e ele já estava assim do lado de fora pensando: "Meu Deus, que não seja de novo aquele assessorista e se for, eu já sei como é que eu tenho que agir dessa vez. Vou entrar calado, vou sair mudo e entrar calado, né? Sair calado, não vou fazer mais nada." Mas para sua sorte era outro assessorista. Assim que abriu a porta, o assessorista estava de óculos escuro, bem apresentado. Mas como ele estava traumatizado da primeira vez, ele só entrou e o assessorista disse: "Bom dia, tudo bom contigo? Em que possa servi-lo?" E ele já sentiu aquela diferença, né? Ele: "Ah, por favor, eh, até o térrio, né? Já assim, sem graça, porque ele não tava esperando ele. Perguntou então assessorista: "Tá tudo bem com o seu dia? Eu vejo que o senhor é uma pessoa muito alegre, né?" E o assessorista respondeu: "Claro que eu sou muito alegre. Imagina, eu tenho um emprego digno, um salário condizente, bom, eu trabalho por 6 horas, quando tá tranquilo, eu tenho oportunidade de fazer uma boa leitura e eu tenho oportunidade de
ou muito alegre. Imagina, eu tenho um emprego digno, um salário condizente, bom, eu trabalho por 6 horas, quando tá tranquilo, eu tenho oportunidade de fazer uma boa leitura e eu tenho oportunidade de encontrar tanta gente interessante. Eu converso com tantas pessoas legais aqui durante todo o meu dia. Nossa, às vezes eu encontro pessoas aqui que me trazem, conversam sobre história, geografia e matérias intrigantes, direito. E, aliás, o senhor sabe que meu grande desejo é fazer direito. Eu ainda serei promotor. O senhor vai ver e eu passo as horas que eu tenho oportunidade aqui lendo, fazendo a leiturinha. Já estou estudando pro vestibularário. O senhor vai ver, eu vou passar. E ele olhou, ficou contente e falou: "Claro que vai, com toda essa expectativa, com certeza você vai". E aí ele perguntou antes, chegou no andar, ele mal havia percebido, o assessorista avisou: "Olha, chegou o seu andar". Mas ele ficou tão satisfeito com essa nova postura que ele perguntou pro assessorista se ele tinha alguma receita da felicidade. Nossa, mas sou uma pessoa tão feliz. Me conte aí, se eu tenho alguma receitinha? Ele, ah, eu não tenho exatamente uma receita não, mas eu acho que até nas coisas pequenas elas são boas. A gente tem que agradecer por tudo, né? E eu vejo tudo com uma grande oportunidade na vida. Olha, eu só tenho um bom dia, viu? Nossa, ele ficou, nossa, saiu ali radiante. Nosso narrador saiu dali feliz. Duas semanas depois, ele tinha que retornar aquele mesmo prédio para uma nova reunião com aquele grupo. E ali ficou na expectativa de ser aquele assessorista super simpático. Mas qual não foi o azar dele que abriu um assessorista malmorado? Mas ele tinha buscado, né, informações sobre outro assessorista. E como foi aquele mesmo, ele já foi logo perguntando, ah, bom dia. Eu queria saber sobre um rapaz tal, tal, tal. Ele, ah, só quer saber sobre o sonhador? Pois é. Senhor acredita que aquele sonhador passou no vestibular, tá aí fazendo direito. Teve até que mudar o horário dele de serviço, mas tá aí
tal, tal, tal. Ele, ah, só quer saber sobre o sonhador? Pois é. Senhor acredita que aquele sonhador passou no vestibular, tá aí fazendo direito. Teve até que mudar o horário dele de serviço, mas tá aí feliz, contente, falta subir mais do que o elevador. É um sonhador porque a senhor sabe que ele sonha muito, né? Porque é impossível para ele, né? Eu não sei se o senhor sabia, mas ele é cego. Então ele ainda quer ser promotor, é um sonhador. E ali o nosso narrador, sem nada a dizer, ficou alegre e feliz em saber a notícia que aquele assessorista havia passado e estava ali galgando justamente o seu sonho. E ele ficou muito feliz e levou aquela lição pra vida dele e começou a pensar que se justamente em caso de sonhos pegue um elevador e suba, suba, suba sempre, pegue um elevador, pense sempre com positividade. As provações que a vida nos traz nada mais são do que provas para que a gente chegue lá do outro lado vitorioso, chegue lá do outro lado com tantas conquistas que só espiritualidade superior para dizer para nós. Então, se hoje tá difícil, se hoje a vida tá cheia de provação, vamos lembrar que essas provações nada mais são colocadas para cada um de nós para que a gente chegue do outro lado abafando, para que a gente chegue na nossa verdadeira morada com grandes conquistas. Porque Jesus nos garantiu, o julgo é leve e o fardo é suave. E ele nos garantiu que se nós ararmos o nosso caminho usando aquele julgo, ou seja, seguindo sempre em frente em linha reta, nada nos será impossível. E ele estará nos aguardando para nos aliviar dessa longa jornada. Jesus sempre soube que era uma árdua jornada. Por isso, quando ele esteve aqui, ele não só falou, mas principalmente exemplificou para que nós não tivéssemos dúvida de que o caminho é possível. Mas para isso nós temos que começar a modificar a nós mesmos o nosso coração. Eu desejo a todos uma boa semana e para que a gente possa sair daqui pegando elevador para cima e sempre. sempre buscando a nossa melhora, pessoal. Graças a Deus.
dificar a nós mesmos o nosso coração. Eu desejo a todos uma boa semana e para que a gente possa sair daqui pegando elevador para cima e sempre. sempre buscando a nossa melhora, pessoal. Graças a Deus. Agradeço as palavras de Cilda, seus pensamentos, a maneira como nos trouxe de forma carinhosa, de forma alegre e transformou, como apresentou a visão de que os nossos probleminhas, aqueles que nos acometem pela vida fora, que nos trazem situações que nós julgamos eh muitas vezes não pertinentes como aquele rapaz do do elevador que tava sempre reclamando. podem ser vistas de uma outra forma, como oportunidades, como livramentos, como possibilidades de crescimento, como o rapaz que tava alegre no no elevador. que nós vamos para casa então com com o coração leve, com a mente arejada, guardando o que a Cid nos trouxe hoje, colocando isso em prática, vivendo então com a vontade de não reclamar das situações difíceis, mas procurar entender o que é que nelas está que vai no ser útil. E como o caso das irmãs que você colocou, se a gente não descobrir na hora, deixa para lá. Mas o simples fato de não reclamar, mas de aceitarmos as situações que Deus nos manda, é diferente de acomodar-se, né, Cilda? A gente não vai se acomodar, a gente não vai concordar com o mal, mas dentro das possibilidades que nós temos, vamos avançando. Se não der para mudar nada, resignação, paciência e esperança, porque no final tudo vai ser explicado. Então, com esse pensamento, convido a todos então para a nossa prece de encerramento. Jesus, querido irmão, mestre que nos leva pela mão até Jesus, até Deus. Obrigado por esse encontro, por esse estudo, por essa possibilidade de renovação de ideias. Agradecemos com muita alegria no coração porque sabemos que hoje sairemos daqui muito melhores do que quando chegamos. Ampara nossos ambientes de trabalho, nossa residência. Nos faz, Senhor, na medida do possível, emissários da tua luz, do teu amor, da tua paciência, a tantos quantos encontrarmos pelas pelas avenidas, pelas
nossos ambientes de trabalho, nossa residência. Nos faz, Senhor, na medida do possível, emissários da tua luz, do teu amor, da tua paciência, a tantos quantos encontrarmos pelas pelas avenidas, pelas ruas da vida. Ajuda-nos a nos transformarmos em pontos de luz, como no caso da história do Chico Xavier, e não em pontos de nuvens. negra para outras pessoas. Que a tua paz permaneça com todos nós. Que assim seja. Antes da Marta Maria chamá-los para o passe, só queria lembrar aqui de dois recados. Nós temos o atendimento fraterno na casa, né? E a novidade que agora também nós temos aos domingos às 17:30, às 19:30. E temos também para quem precisar, se souberem de alguém que esteja precisando, nós temos grupos de apoio fraterno, o grupo acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química. Então, passa pelo atendimento fraterno, coloca a tua situação ou traz alguém que esteja precisando que a casa vai receber com muito amor e carinho. Marta, contigo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso
o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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