A RECEITA DA FELICIDADE - Cacilda Pereira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/01/2026 (há 2 meses) 1:06:14 346 visualizações

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Transcrição

[música] Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver no >> meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Eh, pedimos aqueles que têm celular que o mantenham no modo silêncio, desliguem, por favor. Apesar que eu acho que são pouquíssimos aqui que tem celular, né? E saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. O livro Passos da Vida. A felicidade não está no dinheiro, porquanto a cada passo, surpreendemos irmãos nossos investidos na posse do ouro a se confessarem desorientados e infelizes. Importa reconhecer, porém, que o dinheiro criteriosamente administrado transfigura-se em poderosa alavanca do trabalho e da beneficiência, resgatando lares e corações para a vida superior. Não está na inteligência, visto que vemos em todo toda parte gênios transviados, utilizando fugurações do pensamento em apoio das trevas. Urge anotar, no entanto, que a inteligência aplicada na sustentação do bem de todos será sempre uma fonte de luz. Não está na autoridade humana de vós, de vez que habitualmente abraçamos criaturas altamente revestidas de poder terrestre, carregando o peito esmagado de angústia. É necessário observar, todavia, que a influência pessoal em auxílio à comunidade é base de segurança e fator de harmonia. não está nos títulos acadêmicos por em muitas ocasiões encontramos numerosos amigos laureados com importante certificado de competência, portando conflitos íntimos que os situos mais escuros distritos do sofrimento e da aflição. Não será, contudo, razoável ignorar que um diploma universitário colocado no amparo ao próximo é uma lavoura preciosa de alegrias e bênçãos. Não está no que possuís, e sim no que dás, e ainda assim, não tanto no que

do, razoável ignorar que um diploma universitário colocado no amparo ao próximo é uma lavoura preciosa de alegrias e bênçãos. Não está no que possuís, e sim no que dás, e ainda assim, não tanto no que dás, como no modo como dás. Não está no que sonhas e sim no que fazes e sobretudo na maneira como fazes. Felicidade na essência é a nossa integração com o Cristo de Deus quando nos rendamos, rendemos a ele para que nos use como somos e no que temos a benefício dos semelhantes. Isso por todo o bem que venhamos a fazer é investimento em nosso favor na contabilidade divina. Em suma, felicidade colhida nasce e cresce da felicidade que se semeia. Ou melhor, à medida que ajudamos aos outros, por intermédio dos outros, o céu nos ajudará. Emanuel, nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, pedir a Jesus e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, para que nos abençoe. Abençoe aqueles também, Senhor, que estão na nossa tela mental, aqueles que nos parece de tão difícil convivência e aqueles, Senhor, que estão pelos hospitais, pelos asilos, nos orfanatos e aqueles que estão a vagar, tão somente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado Seja o vosso nome. Venha a nós o vosso reino. Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixe cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, não passar a palavra para Cilda, que vai nos brindar hoje com receita da felicidade. Boa noite a todos. Ai, que bom. É tão bom ouvir vocês que aqui eu vejo todo mundo, viu? Tô nada. Então, hoje nós vamos fazer um, vamos falar sobre um tema tão bom pro começo de ano, né? Receita da felicidade. Quando a gente muda de ano, qual que a gente sempre fala no finalzinho de feliz

Tô nada. Então, hoje nós vamos fazer um, vamos falar sobre um tema tão bom pro começo de ano, né? Receita da felicidade. Quando a gente muda de ano, qual que a gente sempre fala no finalzinho de feliz ano novo? Que que nós mais buscamos aqui na terra? Sermos felizes. Então, será que essa receitinha é fácil? Que que será que os espíritos nos falam sobre a felicidade na terra? Pergunta 920 do livro dos espíritos. O homem pode desfrutar na terra de uma felicidade completa? A resposta não. Uma vez que a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Mas depende dele amenizar esses males e ser tão feliz quanto se pode ser na Terra. O que que ainda nos traz o Evangelho? O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 5 tem um título que já nos diz tudo. A felicidade não é deste mundo. Aí você fica preocupado, gente do céu. E aí vamos no dicionário. Que que o dicionário nos traz? A felicidade é um estado subjetivo de bem-estar caracterizado por emoções positivas. como alegria e gratidão, satisfação com a vida e um sentido de propósito. Não é uma condição permanente, mas um processo contínuo de equilíbrio emocional e cognitivo. Envolve contentamento, realização e a percepção de que a vida vale a pena. Então, vejam, até mesmo o dicionário nos traz que a felicidade não é uma condição permanente. Então, na Terra, tanto no livro dos espíritos quanto no Evangelho, o que eles nos trazem de informação é que a nossa felicidade ela não vai ser ampla, ela não vai ser uma felicidade completa, mas nós podemos sim ser felizes. Nós vamos analisar o porquê da nossa possibilidade de nem alcançarmos aqui na Terra a felicidade plena. O primeiro fator que a gente não tem ainda condição plena de nos tornarmos felizes de forma completa é o fator corporal. Nós, ao reencarnarmos, necessitamos do veículo carnal. E o veículo carnal está suscetível a todas as vicissitudes do tempo. Então, a gente nasce, vai crescendo durante esse processo, por uma questão natural, por mais que a gente tenha uma vida saudável, a gente pode durante o

tá suscetível a todas as vicissitudes do tempo. Então, a gente nasce, vai crescendo durante esse processo, por uma questão natural, por mais que a gente tenha uma vida saudável, a gente pode durante o processo adoecer. E nós sabemos que doença não é algo bom. Muitas vezes nós podemos ter um grande sofrimento. Nós passamos pelo processo de envelhecimento, que não é um processo fácil, é um processo de desaceleração. Dizem, né, os espíritos que é um processo até muito positivo, porque a gente vai se desapegando do que a matéria nos trouxe de bom. Mas podem ver, depois de uma determinada idade, por mais que a gente queira, às vezes a nossa mente tá firme, com vigor enorme, mas o corpo, você quer correr, o joelho não dá. Você quer levantar rápido, a coluna não deixa, você quer. E assim são as vicissitudes do corpo físico, que às vezes nos impede dessa felicidade totalmente plena. Mas ainda tem um grande detalhe. Nós ao reencarnarmos, sabemos todos que temos uma passagem de volta. Todos nós um dia vamos deixar o nosso envoltório corporal e vamos retornar à pátria espiritual. Mas a gente não sabe como será esse processo e pode ser um processo às vezes doloroso, às vezes mais lento ou às vezes até mesmo muito rápido. Então o primeiro fator é justamente a matéria. E nós, como seres corporais, temos uma necessidade de comer, de beber, de dormir. Temos várias necessidades que devem ser supridas. Então, o primeiro fator que pode nos ocasionar e impedir essa felicidade plena é a forma como nós nos encontramos aqui. O segundo fator, nós espíritas sabemos que em decorrência das várias reencarnações, muitas vezes em uma a gente vai mais tranquilo, mas tem umas reencarnações que a gente põe o pé na jaca de com força, né? Mas a gente erra, que é uma coisa de louco. E aí a gente vem com a contabilidade que é alta, viu? Viemos com juros e correção monetária para responder nessa agora. Então, às vezes a gente reclama, reclama, reclama que tá infeliz, mas a gente não sabe o que a gente fez.

ntabilidade que é alta, viu? Viemos com juros e correção monetária para responder nessa agora. Então, às vezes a gente reclama, reclama, reclama que tá infeliz, mas a gente não sabe o que a gente fez. E olha, de acordo com os espíritos, é bom saber. É muito bom saber. Então a gente vai ali levando o que muitas vezes nós entendemos e chamamos de uma forma mais comum como karma. Então, como segundo fator vem as nossas dívidas que angareamos na vida passada e ali são colocadas as provas de acordo com as nossas necessidade para que nós possamos ali resolver aquela dívidazinha que a gente trouxe. E o terceiro fator, que de acordo com os espíritos, é o que realmente muitas vezes nos torna efetivamente mais infelizes enquanto estamos aqui, somos nós mesmos. Muitas vezes nós somos os nossos maiores algozes com os nossos os nossos males, os nossos defeitinhos que não nos permitem ser felizes. Dizem os espíritos superiores que muitas vezes não era pra gente passar por nem a metade dos sofrimentos que a gente tem aqui. Mas vocês imaginam uma pessoa, por exemplo, que é muito invejosa, ah, ela começa a olhar o vizinho se dando bem, um colega de trabalho recebendo promoção, um amigo super feliz na vida e ele não. Gente, isso é uma tortura. Para uma pessoa invejosa, ela começa ali a se vitimizar, ela começa ali a ficar por menos eu? Porque fulana se ela não consegue ver que de repente a pessoa tá ali e investindo nela mesma, fazendo um curso, fazendo isso, fazendo aquilo, melhorando para ser promovido. Ela não consegue perceber que ali a pessoa tá se esforçando para melhorar de vida, menos ela. Mas ela acha que é tudo contra ela. Vocês já imaginaram uma pessoa, por exemplo, ciumenta? Gente, uma pessoa ciumenta como ela é criativa. Vai ali o companheiro, a companheira não atender o telefone, pronto. A pessoa que é ciumenta, ela vira criativa demais. Ela imagina tanta coisa que pode estar acontecendo para a pessoa não atender o telefone. E detalhe, quase tudo que ela imaginou sequer

efone, pronto. A pessoa que é ciumenta, ela vira criativa demais. Ela imagina tanta coisa que pode estar acontecendo para a pessoa não atender o telefone. E detalhe, quase tudo que ela imaginou sequer acontece ou acontecerá, mas a pessoa se martiriza com aqueles pensamentos. Então, é por isso que muitas vezes nós somos os principais causadores da nossa infelicidade. Nós já sabemos que o objetivo na Terra é progredir moralmente, é nos melhorarmos. Mas ao chegarmos aqui, nós vamos nos deslumbrando com as possibilidades e a felicidade transitória que os bens materiais vão nos gerando. E ali vamos nos entregando, esquecendo dos nossos maiores objetivos aqui na terra. Aliás, eu digo em toda a palestra que eu faço, de acordo com a espiritualidade, 2/3 da humanidade que está aqui hoje vai dar um pulinho no umbral quando sair daqui, gente, isso não é bom, não. Significa que não estamos cumprindo as nossas tarefas, ou seja, além de não sermos felizes aqui, estamos ainda angareando mais dívida. Então, ao invés da gente subir sem escala, a gente vai fazer escala. Vamos ficar por ali um pouquinho ali no umbral. Então, por que não trabalhar a nós mesmos? Agora nós temos que entender que os obses e infelizes muitas vezes nós somos os maiores geradores. Se nós começarmos a ter prestar mais um pouquinho de atenção em nós mesmos, se a gente começar a perceber que, poxa, a gente tá ali com prova todo dia de paciência, opa, se estão testando a minha paciência, o que que está me faltando na vida? ciência e tolerância, mas se a gente começar a acertar, elas vão diminuindo, vão se dissipando e daqui a pouco, pelo nosso trabalho contínuo, poucas coisas vão nos tirar a paciência, mas esse trabalho tem que ser contínuo. Pergunta 93. Se muitas vezes o homem é o causador de seus sofrimentos materiais, também será dos morais? A resposta mais ainda, porque os sofrimentos materiais são algumas vezes independentes de vontade, mas o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a

teriais, também será dos morais? A resposta mais ainda, porque os sofrimentos materiais são algumas vezes independentes de vontade, mas o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões, enfim, são torturas da alma. A inveja e os ciúmes. Felizes aqueles que não conhecem esses dois vermes roedores. Com a inveja e o ciúme, não há calma nem repouso possível para aqueles que está atacado desses males. Os objetos de sua cobiça, seu ódio, seu despeito, se dirigem a ela como fantasmas que não lhes dão nenhuma trégua e o perseguem até durante o sono. o invejoso e o ciumento vi contínua. Será essa uma situação desejável? E não compreendeis que com suas paixões o homem criou para si suplícios voluntários e que a terra torna-se para ele um verdadeiro inferno? Várias expressões refletem energicamente os efeitos de certas paixões. Disse estar inchado de orgulho, morrer de inveja. secar de ciúmes ou de despeito, por ciúmes perder o apetite, etc. Esse quadro não deixa de ser verdadeiro. Algumas vezes, o próprio ciúmes não tem objetivo determinado. Existem pessoas naturalmente ciumentas de tudo, que se eleva e sai do comum, mesmo que não tenham nenhum interesse direto nisso, mais unicamente porque não podem atingir seus objetivos. Tudo que parece estar acima do horizonte asofusca. E se estivessem maioria na sociedade, desejariam reconduzir tudo ao seu nível. e os ciúmes aliado à mediocridade. O homem é muitas vezes infeliz apenas pela importância que dá as coisas deste mundo. É a vaidade, a ambição e a cobiça. Frustradas que fazem sua infelicidade. e ele as coloca acima do círculo estreito da vida material, se eleva os seus pensamentos ao infinito, que é a sua destinação, as contingências da humanidade lhe parecem tão mesquinhas e fúteens, com as tristezas de uma criança que se aflige com a perda de um brinquedo que representava sua felicidade suprema. Aquele que vê felicidade apenas na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros, fica infeliz quando não pode

ança que se aflige com a perda de um brinquedo que representava sua felicidade suprema. Aquele que vê felicidade apenas na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros, fica infeliz quando não pode satisfazê-los. No entanto, aquele que se não se interessa pelo supérflo fica feliz com o que tem e com que os outros considerariam uma grande desgraça, uma insignificância. Falamos do homem civilizado, porque o selvagem, por ter necessidades mais limitadas, não tem os mesmos motivos de cobiça e de angústias. Sua maneira de ver as coisas é completamente diferente. Civilizado, o homem raciocina sobre a sua infelicidade e a analisa. É por isso que se sente mais afetado por ela, mas também pode raciocinar e analisar os meios de consolação. Essa consolação está no sentimento cristão que dá esperança de um futuro melhor e no espiritismo que dá certeza desse futuro. Ou seja, foi uma resposta grande, mas bem analisada. Ou seja, nós com as nossas mazelas muitas vezes somos os nossos maiores algozes. Somos nós que nos tornamos infelizes porque não observamos a nós mesmos. Porque pelos ciúmes, pela inveja, pela cobiça, pela ambição. E realmente existem aqui vários ditados que ele trouxe que nós usamos como mente. A pessoa às vezes com a raiva, com a ira, a gente não fala que ela tá pegando fogo. E gente, é incrível como o nosso organismo é perfeito. Vocês podem reparar que quando a gente tá com raiva, realmente parece que tem um calor que vai subindo. Às vezes a gente fica até com aquelas placas vermelhas no corpo, ali no pescoço. O que que é essa situação? é o nosso próprio organismo nos avisando que tem algo errado, está nos chamando atenção pra gente diminuir. Quantos desses sentimentos negativos não podem nos trazer várias doenças que aí vai cair novamente naquele segundo fator, naquele primeiro fator, no fator físico que pode nos gerar tantos transtornos. Gente, uma pessoa ciumenta, o tempo vai passando ali, o organismo dessa pessoa vai gerando ali na às vezes até no no estômago mesmo malestar, a

, no fator físico que pode nos gerar tantos transtornos. Gente, uma pessoa ciumenta, o tempo vai passando ali, o organismo dessa pessoa vai gerando ali na às vezes até no no estômago mesmo malestar, a pessoa vai ficando enjoada. É incrível. Existem pessoas que com o passar do tempo vão tendo dores de cabeça inexplicáveis, mas nada mais é do que o seu organismo falando que essa pessoa tem que se acalmar, que ela tem que voltar pro prumo, que ela tem que melhorar. O nosso organismo é um termômetro incrível que nós devemos prestar mais atenção nele. Se nós queremos essa felicidade, por que não prestar mais atenção em nossas mazelas e tentar corrigi-las? Porque nós seremos os primeiros beneficiados. Nós seremos aqueles que iremos nos beneficiar em primeiro lugar e os outros depois com cada um de nós. Para que a gente possa exemplificar bem como efetivamente as nossas mazelas podem nos trazer tantos transtornos e nos fazer tantos males na vida. Tem uma história no livro A Luz de Cas Trevas que exemplifica muito bem isso pra gente. Nesta história, seis homens tiveram que se abrigar numa caverna. Estava tendo uma grande nevasca e, infelizmente, por uma questão da natureza, aquela nevasca toda, teve uma avalanche e eles tiveram que correr para o local mais próximo. E ali seis homens se encontraram em uma caverna. De uma forma bastante provisória, eles conseguiram ali dentro daquela caverna recolher gravetos, alguns pedaço ali de madeira, juntar e acender uma pequena fogueira. E ali seis homens que sequer se conheciam ficaram ao redor ali de uma fogueira. conseguiram informar da situação. Contudo, como a nevasca permanecia, provavelmente só seriam resgatados no dia seguinte, quando já viesse e abrisse melhor o tempo. Ali os seis permaneceram, cada um olhando para os outros e analisando profundamente. Um destes homens era muito rico. rico e avarento. Mas ele tinha consigo alguns pedaços de madeira. observou aquela fogueira e imaginou que seria necessário colocar sim os pedaços de

ndo profundamente. Um destes homens era muito rico. rico e avarento. Mas ele tinha consigo alguns pedaços de madeira. observou aquela fogueira e imaginou que seria necessário colocar sim os pedaços de madeira que ele possuía, porque se aquela fogueira se apagasse, provavelmente todos morreriam de frio. Mas ele olhou para todos que estavam ali, um por um, e observou que dentre eles havia um homem que estava se vestindo de uma forma mais simples, sapato bastante desgastado, aparentava ser uma pessoa com uma condição financeira bem ruim, uma pessoa pobre. E aí ele logo se lembrou que ele estava exatamente ali naquele momento, porque ele estava vindo ali na perto ali da cidade, ele iria cobrar uma dívida. Então ele começou a pensar nos seus lucros e pensou, olhou para aquele homem e diz: "Eu dar o meu pedaço de madeira para alguém como ele que provavelmente é preguiçoso? Jamais. Eu trabalhei de sol a sol e me esforcei para chegar aonde estou." E com aqueles pensamentos continuou ali em análise e aí pensou: "Mas pera aí, como é que fica a oferta e a procura? Se só eu tiver a madeira, quanto lucro eu posso receber pela venda dessa madeira aqui? Todos estarão dispostos. E nisso, com os seus pensamentos que ele começou cada vez mais a pensar e pensar em alternativas, ele guardou o seu pedaço de madeira com muito cuidado para que ninguém soubesse que ele o tinha. E ali continuou imaginando outro homem. era racista. Observou ao seu redor e viu que dentre eles existia um homem de cor. E ele logo pensou: "O quê?" Jamais. E começou a pensar em sua superioridade, lembrando ali que tinha também um pedaço de madeira consigo, mas logo pensou: "Jamais iria dividir". mesmo sabendo que se aquela fogueira apagasse, ele também poderia morrer. Mas ali começou a pensar na sua superioridade e como ele era, como as coisas aconteciam no mundo, quem era superior, quem era inferior. E ali envolto pelos seus pensamentos, também teve o mesmo impulso do primeiro homem. guardou a madeira consigo.

como ele era, como as coisas aconteciam no mundo, quem era superior, quem era inferior. E ali envolto pelos seus pensamentos, também teve o mesmo impulso do primeiro homem. guardou a madeira consigo. O terceiro homem, muito trabalhador, muito esforçado, pensou logo de uma forma bastante objetiva. É, eu trabalhei muito, tenho essa madeira aqui comigo, não vou dividir. Pode ser que demore muito mais tempo a nos resgatar. Eu vou guardar para mim mesmo, porque eu não vou passar por um sufoco. Eu ralei muito na vida e eu sou um grande trabalhador e eu tenho certeza disso. Então vou guardar para mim. E também, assim como os outros, na surdina, escondeu seu pedaço de madeira da melhor forma possível. Outro homem, o negro dentre eles, observou também os demais que ele não conhecia e logo pensou: "Vou ajudar?" Não, nunca me fui ajudado, nunca quiseram me ajudar. Eu não vou ajudar ninguém. Quando eu precisei, nunca me ajudaram. Ressentido, rancoroso, guardando tantos sentimentos ali de raiva, ele pensou: "Não vou dividi-lo". Eu também tenho um pedaço de madeira. Não estou disposto. E começou a pensar em todas as injustiças que ele já havia sofrido na vida. Outro homem que ali estava estava totalmente alienado a tudo. Olhava simplesmente para a fogueira. Observou os demais. Ele também tinha um pedaço de madeira, mas ele não tava nem lembrando do pedaço de madeira. Tava ali pensando como era a vida, pensou como é que foi o dia de ontem. Aí começou a pensar o que que ele ia fazer depois de amanhã. Aquela pessoa que não se interessa muito por nada, vive a vida por viver, não tinham objetivos, fazia tudo no automático, um homem sonhador. E o último homem, que era aquele mais simples, aquele que o primeiro, o rico, achou que era bastante pobre, logo se lembrou que realmente ele era um homem muito simples e que ele demorou para conseguir o os poucos pedaços de madeira que ele tinha, mas que os outros provavelmente tinham capacidade maior do que ele e eles é que deveriam ajudá-lo, porque ele

ito simples e que ele demorou para conseguir o os poucos pedaços de madeira que ele tinha, mas que os outros provavelmente tinham capacidade maior do que ele e eles é que deveriam ajudá-lo, porque ele que era um sofredor que precisava de auxílio e logo logo também guardou dois pedaços de madeira que tinha consigo. Assim a noite passou e no dia seguinte a equipe de resgate chegou ao local. Mas para grande surpresa, quando eles conseguiram liberar a entrada da caverna, os seis homens estavam mortos e a fogueira apagada. E ali quando começaram a mexer, né, puxá-los para fora, perceberam que todos eles tinham madeira. E ali o chefe da equipe de resgate comentou com grande tristeza que não foi o frio de fora que havia matado aqueles homens, mas sim o frio que cada um deles tinha dentro do coração. Nenhum deles esteve disposto a entregar a sua madeira, cada um por seu motivo. Eles optaram por morrer pelo orgulho do que auxiliar primeiro a si mesmo e depois os demais. E muitas vezes na vida nós nos tornamos infelizes porque permanecemos iguaizinhos a esses seis homens permaneceram. Permanecemos dando muito mais valor a essas nossas mazelas, a esses nossos defeitos morais. Vamos retendo ali a vida, vamos deixando a vida passar e não nos melhoramos e não estamos dispostos a entregar as nossas madeiras. Muitas vezes a infelicidade nos visita porque a convidamos. Mas se cada um de nós começar a imaginar, lembrando sempre que a nossa verdadeira morada é a morada espiritual, que estamos aqui apenas de passagem, vamos começar a lembrar, olhar muito mais acima do horizonte, que nós temos um objetivo maior. Então, até mesmo nos momentos de infelicidade, nós vamos nos lembrar que tem algo muito maior para todos nós. Porque muitas vezes na vida a gente ganha um não, um não redondo, né? Às vezes a gente faz a nossa parte, mas a gente recebe tanto não e a gente se entristece. Mas se nós tivermos mais fé, lembrarmos que o nosso criador é o nosso pai amoroso, quando a gente recebeu um não,

vezes a gente faz a nossa parte, mas a gente recebe tanto não e a gente se entristece. Mas se nós tivermos mais fé, lembrarmos que o nosso criador é o nosso pai amoroso, quando a gente recebeu um não, quem sabe não foi uma coisa boa. Às vezes a gente chega lá do outro lado e fica, nossa, aquele não foi excelente para mim. Ou às vezes até mesmo aqui em vida, né? A gente passa ali por um problema, quando a gente chega lá na frente, a gente fica, nossa, foi livramento. Às vezes a gente teve ali um, né, um ali um relacionamento que não deu certo, a gente ganhou um não. Quando a gente chega lá na frente e olha, fica: "Meu Deus, foi livramento divino". Quantas vezes a gente já não se lamentou? às vezes não consegue aquele emprego, não consegue aquele concurso, aí chega lá na frente, passa em um bem melhor, na hora para trás fica, nossa, foi muito melhor assim, porque talvez se tivesse passado ali naquele momento, não tinha estudado mais, não tinha feito mais nada, mas ali como precisava, ficou ali estasiado, com raiva, foi ali, trabalhou, estudou mais ainda e melhorou de vida. Às vezes a gente precisa desses impulsos. Então, às vezes não, gente, é a melhor coisa que a gente pode ouvir na vida. E olha que os gente, é só a gente ver na vida material mesmo. Quantos quantos pais e mães, né, não falam não pros filhos e a gente demora para reconhecer que o não foi bom, né? Só quando a gente erra mesmo, pão, pé na jaca, é que a gente lembra do não que o pai ou a mãe falaram. E aí a gente pensa, meu Deus, eles tinham razão. Eu fico imaginando como é que é Deus reencontrando com a gente, né? A gente chega lá com a lista de reclamação e ele vai só dando as respostas, a gente vai ficando com vergonha, né? Não é possível, porque ele deve dar umas respostas maravilhosas que a gente deve pensar: "Nossa, devia ter ficado de boca calada". Imagina o tanto de coisa que a gente quando chegar lá do outro lado vai ser revelado. E a gente podia ter ficado quietinho, caladinho. A gente tem que começar a pensar nisso,

r ficado de boca calada". Imagina o tanto de coisa que a gente quando chegar lá do outro lado vai ser revelado. E a gente podia ter ficado quietinho, caladinho. A gente tem que começar a pensar nisso, ter mais essa fé. Se a gente quer ser feliz aqui, tem mais essa fé de que até o não que a gente leva é importante. Não é aquele não que depende da nossa vontade, não. É aquele não que a gente faz tudo certinho. Porque tem gente que é assim, tá lá no meio da enchente, Deus me ajude, passa o bombeiro, vem comigo. Não, Deus vai me ajudar. Deus tá mandando bombeiro, tá mandando vizinho, tá mandando helicóptero, tá mandando todo mundo. Moisés não vai voltar e abrir lá com seu cajado e ele vai passar, né? Já passou essa temporada, mas a pessoa às vezes fica ali achando que não. Deus tá mandando todos os recados e a pessoa que não tá seguindo. Então é aquele não que independe da nossa vontade. O livro A luz de sipas as trevas exemplifica muito bem pra gente como esse não às vezes tem uma resposta lá na frente e aquilo que a gente acha que foi uma infelicidade foi muito importante para nós. Nessa história, a nossa personagem principal, a nossa narradora, conta que desde pequena ela olhava pros seus familiares, todo mundo de olho azul, mãe, pai, irmãos, menos ela. Olho castanho escuro. E ela pensava: "Por que eu não todo mundo de olho azul, menos ela". E aí um dia a igreja em que ela frequentava, eles falaram do poder da prece e falaram que Deus jamais deixava de responder qualquer prece. Ela era criança, então não teve dúvidas. Se programou no dia, ela ia fazer a oração perfeita e pensou e pediu de forma fervorosa que queria ter um olho azul. acordou naquela ansiedade de criança e saiu correndo e foi até o banheiro. Chegou lá, né, olho castanho. Aí ela ficou chateada, ficou ali infeliz, pensou: "Por que eu não?" E todo mundo com o olho azul. Como ela era uma criança, ela ainda persistiu mais alguns dias. Continuou fazendo oração, acordando, correndo pro banheiro e o olho castanho.

z, pensou: "Por que eu não?" E todo mundo com o olho azul. Como ela era uma criança, ela ainda persistiu mais alguns dias. Continuou fazendo oração, acordando, correndo pro banheiro e o olho castanho. Depois de passado algum tempo, ela entendeu, né? É, eu acho que eu recebi um não. E ali a vida passou, ela cresceu, veio a adolescência, se tornou adulta. E quando ela se tornou adulta, ela se tornou missionária na Índia e ela passava um pó no rosto, nas mãos, nos braços, se vestia como uma indiana e conseguia andar pelos mercados indianos com tranquilidade, como se fosse uma indiana, porque ela tinha como objetivo comprar crianças que eram vendidas para sacrifícios. Na Índia, muitas famílias com uma condição de pobreza muito grande vendiam as suas, os seus filhos para que pudessem ser utilizadas no templo. E era uma prática muito bem maquiada ali. Então, ela tinha que realmente parecer ser uma indiana para que ela pudesse descobrir. E assim ela conseguiu comprar muitas crianças e tirá-las daquela situação, levá-las para um ambiente muito bom e ali aquelas crianças pudessem se desenvolver. E assim ela fez com muitas crianças. E certo dia ela estava almoçando com uma dessas colegas de trabalho e ela foi mostrar uma foto da sua, dos seus familiares e a colega virou para ela e disse: "Nossa, sua família inteira tem olho azul, né?" Pronto. Aí ela lembrou do trauma infantil, da infelicidade dela, mas a colega logo complementou. Mas que bom que você não tem o olho azul, porque se você tivesse o olho azul, você não ia conseguir se disfarçar de Indiana e você não ia conseguir seguir com a sua missão aqui. Naquele momento, sem querer, a colega deu uma luz na vida da nossa narradora, porque pela primeira vez ela compreendeu de forma plena o não que ela havia recebido. Realmente, se ela tivesse os olhos azuis, provavelmente ela não conseguiria se disfarçar com tanta propriedade. E ali ela conseguiu perceber então que Deus desde aquela época já tinha planos maiores para ela. E os planos maiores era que realmente

avelmente ela não conseguiria se disfarçar com tanta propriedade. E ali ela conseguiu perceber então que Deus desde aquela época já tinha planos maiores para ela. E os planos maiores era que realmente ela ali estivesse e conseguisse salvar tantas crianças como ela o fez. Esta história se passa numa época em que não havia lente de contato com cor, não é verdade? Eu até pensei nisso. Eu falei: "Gente, mas a história é bem mais antiga". Mas mesmo assim a lentezinha com cor não fica tão perfeita se a gente começar a reparar bastante, não é? E ela ali se viu agradecida, elevou seus pensamentos e agradeceu demais pelo não que ela recebeu. E ela conseguiu perceber que tudo para Deus já tem um planejamento. E ela que não teve a época essa visão maior de que tava já tudo planejado. E até o não que ela levou foi extremamente importante para ela, porque senão ela não conseguiria estar ali. Mas aí eu pergunto: "Poxa, então a gente já viu que a felicidade não pode ser plena, mas a gente pode ser feliz?" E o livro dos espíritos nos explica o seguinte, pergunta 921. Concebe-se que um homem será feliz na Terra quando a humanidade estiver transformada. Mas enquanto isso, cada um pode garantir para si uma felicidade relativa? Olha a resposta. O homem é quase sempre o agente de sua própria infelicidade. Ao praticar a lei de Deus, se pouparia dos males e desfrutaria de uma felicidade tão grande quanto comporta sua existência grosseira. O homem bem compenetrado de sua destinação futura vê na vida corporal apenas uma estação temporária. É como uma estada passageira numa hospedaria. Eh, ele se consola facilmente de alguns desgostos passageiros de uma viagem que deve conduzi-lo a uma posição tanto melhor quanto melhor tenha se preparado. Somos punidos já nesta vida pelas infrações das leis da existência corporal, que foi aquele primeiro fator, pelos males que são a consequência dessa infração e do nosso próprio excesso. Se voltarmos gradativamente à origem de que chamamos de nossas infelicidades

ncia corporal, que foi aquele primeiro fator, pelos males que são a consequência dessa infração e do nosso próprio excesso. Se voltarmos gradativamente à origem de que chamamos de nossas infelicidades terrenas, as veremos, na maioria das vezes como consequência de um primeiro desvio do caminho reto. Por esse desvio, entramos no mau caminho e de consequência em consequência caímos na infelicidade. Ou seja, nós podemos ser felizes. Sim. O livro dos espíritos está nos dizendo isso. Nós podemos ser felizes. É uma receitinha de bolo? Não é. Não é tão simples. Mas sermos felizes não é só uma questão de circunstância, é uma questão de escolha. Se nós escolhermos sermos felizes, tudo que a gente observar, nós vamos observar pelo lado positivo. Quando a gente tá chateado na vida, vocês podem ver, a gente só dá valor as coisas negativas que acontecem. Vocês podem ver quando a gente acorda de mau humor, o mínimo que acontece, a gente já fala: "Eu sabia que o dia ia ser ruim". Mas às vezes, gente, é uma coisa tão simples. Se a gente levasse no bom humor, já passava. Mas quando a gente começa a dar valor para as coisas pequenas da nossa existência, a infelicidade pode tomar conta. E não é pouco. Um índice de depressão hoje no mundo é gigantesco, porque as pessoas estão imaginando que a felicidade plena é a felicidade o tempo todo. Mas em todas as colocações que nós vimos aqui, nós vamos ter momentos infelizes, mas não vamos enfatizá-los. Eles podem ocorrer, mas se nós escolhermos, podemos sim ser felizes. É uma questão de equilíbrio espiritual. Se a gente ver tudo com bom humor, se a gente começar a receber uns não da o não da vida e começar a lembrar, ter mais fé de que Deus está olhando por nós e principalmente se nós aprendermos algo infalível, que a felicidade está dentro de nós mesmos e ela independe dos outros. É porque olha como a gente gosta botar de botar culpa na vida alheia. Eu fico imaginando a gente chegando lá em cima. Eu não fui feliz porque ciclano, fulano, beltrano fizeram isso, isso, isso, isso.

É porque olha como a gente gosta botar de botar culpa na vida alheia. Eu fico imaginando a gente chegando lá em cima. Eu não fui feliz porque ciclano, fulano, beltrano fizeram isso, isso, isso, isso. Mas isso Deus já sabia. O que Deus quer saber é o que a gente fez para contornar a situação. Nós temos o hábito muito grande de falar: "É, eu fui infeliz porque fulano fez isso comigo". E o que que você fez para ser feliz? Para buscar a sua felicidade? Porque às vezes a gente deposita muito no outro. Mas a felicidade, a busca da felicidade tem que ser nossa, porque se a gente conseguir achar essa felicidade, a gente consegue transmiti-la para todos. Vocês já viram que tem gente que é malmorado de natureza? Deus do céu, você pode fazer tudo do bom e da melhor, a pessoa fica, é, não, isso é. Às vezes a gente até do lado daquela pessoa, a gente vai começando a se sentir mal. É energia, gente. Energia. Imagina energia que a pessoa exala. Agora imagina uma pessoa bem humorada, sorridente, feliz. Não é aquela pessoa que a gente quer quer ficar do lado o tempo todo. Tem gente que a gente vai na casa e a gente não quer nem embora. Pessoa pode colocar até a vassoura atrás da porta e a gente não vai porque a gente tá se sentindo bem, a gente tá feliz. Que que é isso, gente? É energia. Então, se a gente quer ser feliz, vamos fazer essa opção. É uma opção fácil? Não. Por quê? Porque a gente tem que combater quem? Nós mesmos. E não é fácil. Nós temos que combater as nossas mazelas, nossas dificuldades, os nossos pensamentos. Ah, pensamentos. pensamento a gente tem a todo momento. A gente tem que expulsar os pensamentos ruins. Eles fazem parte da nossa natureza. A gente não pode fazer que a gente não pode deixar eles fazerem morada dentro dos nossos corações. Nós temos que nos lembrar que a gente tem que investir muito mais no ser do que no ter. Mas nós estamos vivendo numa sociedade muito do ter, gente. Se a gente abre as redes sociais, tem gente que acorda, tira aquela foto plena, né? Alguém aqui

ue investir muito mais no ser do que no ter. Mas nós estamos vivendo numa sociedade muito do ter, gente. Se a gente abre as redes sociais, tem gente que acorda, tira aquela foto plena, né? Alguém aqui acorda pleno? lindo, maravilhoso com aquela maquiagem que a gente tem certeza que a pessoa colocou, mas aí coloca lá e ela, a pessoa coloca um ângulo, né, que a gente acha, nossa, que casa linda, a casa é uma bagunça total e geral, mas a fotinho tá perfeita. Então, a gente tem que ter cuidado com isso, que a gente fica olhando e pensa: "Poxa, uma pessoa feliz e eu não será?" Então, vamos investir mais no ser, o nosso ser. Porque se a gente investir na gente, daqui a pouco aquela felicidade vai ser tanta que a gente vai querer sim espalhar essa felicidade. Nosso caixão não tem gavetinha. Então não adianta a gente querer juntar os bens materiais, porque a gente não vai levar nada. Não vamos levar nenhuma balinha, gente. Não vai, vai ficar tudo aqui. Agora, o que a gente melhorou aqui moralmente, a gente leva tudo. Leva tudo. Dizem ainda que muitas vezes a espiritualidade nos vê chorando aqui, mas até fica satisfeito, porque às vezes aquele sofrimento que a gente tá chorando é o que vai nos mudar, é o que vai nos moldar, é aquilo que vai nos modificar. a gente pensa: "Nossa, poxa, mas é porque, infelizmente, muitas vezes, o sofrimento é o maior veículo de ajuda que a gente tem, porque é o que nos desperta. Porque quando a gente tá bem, ó, nem oração às vezes a gente lembra de fazer. Agora fica doente uma vezinha só, a gente começa, vou mudar, vou mudar, vou fazer isso, vou fazer aquilo, mas quando tá, a gente tá pleno, nem lembro. Então vamos investir mais no nas coisas que importam. As coisas transitórias vão ficar. Vocês sabem que eu adoro contar história. Então, para que a gente termine, eu vou contar uma história sobre felicidade. Se nós queremos ser felizes de verdade, a mudança começa em nós, mas nós também podemos espalhar essa felicidade para os outros. E não precisa sair muito

, eu vou contar uma história sobre felicidade. Se nós queremos ser felizes de verdade, a mudança começa em nós, mas nós também podemos espalhar essa felicidade para os outros. E não precisa sair muito do nosso dia a dia, não. Nós podemos gerar a felicidade alheia com pequenas atitudes que podem transformar toda uma comunidade. Essa história é uma história verdadeira que se passou nos Estados Unidos. Um menino de 6 anos de idade estava morrendo de câncer. Olha aí o primeiro fator, né? fator físico. E a mãe, muito entristecida por receber uma notícia tão difícil do médico de que seu filho não chegaria sequer ao final do mês, ela se lembrou que seu filho sempre disse a ela que queria ser bombeiro. E ela então teve a ideia de ligar para o corpo de bombeiros e pedir ao bombeiros, né, que pudessem estar ali e tudo. E ela pediu para falar ao comandante, contou ao comandante o que estava acontecendo e pediu para ver se ele poderia, por gentileza, mandar um bombeiro que pudesse ali conversar com seu filho, ter um momento de alegria. E aí esse comandante respondeu para ela, posso? Mas eu posso muito mais. Me diga as medidas de seu filho e converse aí no hospital. Veja se nós podemos pegá-lo e que ele venha conosco trabalhar por um dia para que ele se sinta bombeiro por um dia. E a mãe em êxtase disse tudo, disse, deu as medidas do menino, contou o tamanho e tal, foi conversar com médico, com enfermeira, com todo mundo. E no dia agendado, o comandante chegou lá com carro de bombeiros, entregou para o menino uniforme igualzinho dos bombeiros, com o nome dele, bombeiro Billy. E junto com a mãe e com uma enfermeira, ele foi trabalhar por um dia. Receberam três chamados. Ele teve a oportunidade de andar numa ambulância. Ele teve a oportunidade de andar num carro maior e teve a oportunidade de andar ainda num carro maior ainda dos bombeiros. aquele que tem a escada, que tem de tudo, auxiliou, fez de tudo dentro da sua possibilidade física, mas ficou feliz, mais ficou alegre, como sua mãe jamais

r ainda num carro maior ainda dos bombeiros. aquele que tem a escada, que tem de tudo, auxiliou, fez de tudo dentro da sua possibilidade física, mas ficou feliz, mais ficou alegre, como sua mãe jamais havia assistido. E para sua grande surpresa, aquele menino que não chegaria ao fim do mês viveu mais três meses. Mas como todos nós já sabemos que temos um dia de partir, chegou o dia de Billy partir e a mãe teve a ideia de mais uma vez ligar para o Corpo de Bombeiros e falou com aquele comandante, explicou a situação e disse que, infelizmente, Billy tinha pouco tempo e perguntou se ele poderia mandar um bombeiro para falar com Billy. E ele posso, mas eu posso muito mais. A senhora avise todo mundo que o corpo de bombeiros está indo se despedir do bombeiro Billy. A senhora avise, porque nós vamos chegar com todos os carros aqui. Então, para que as pessoas não achem que tá, não achem que está acontecendo um desastre no hospital, mas nós vamos chegar com todo o corpo de bombeiros. E assim ele fez todos os todos os carros disponíveis com a sirene ligada. Chegaram com aquela escada, né, do do caminhão lá que sobe, acho que é escada magiros, né, que ele chama. E 16 bombeiros entraram no quarto, levaram a roupa de Billy, fizeram, prestaram ali todas as homenagens, tocaram e um menino numa naquele pequeno arzinho que ainda saía dos pulmões, olhou para ele. Bombeiro mesmo. foi e pode dizer ao mestre que nós vamos continuar a nossa missão aqui. Não deu nem uns 5 minutos, ele faleceu. Vejam, este comandante poderia ter mandado um bombeiro desde a primeira vez que ela pediu, mas ele saiu da sua zona de conforto e fez muito mais do que ele precisaria ter feito e gerou uma felicidade para uma mãe que estava perdendo seu filho com 6 anos de idade. e para uma criança que não ia ter a oportunidade de realizar os seus sonhos. Mas por um único dia, aquele menino morreu feliz e aquela mãe se sentiu muito mais tranquila, sabendo que conseguiu pelo menos realizar um desejo do filho. Esta história exemplifica para nós o

sonhos. Mas por um único dia, aquele menino morreu feliz e aquela mãe se sentiu muito mais tranquila, sabendo que conseguiu pelo menos realizar um desejo do filho. Esta história exemplifica para nós o poder da felicidade que está em nossas mãos. Ele não teve que sair ali fazer algo grandioso. Ele precisou, por alguns momentos da sua vida, auxiliar ao seu próximo. Não dispendeu de dinheiro, porque às vezes a gente reclama falando que não tem dinheiro. Ele não precisou ali despender de um tempo grandioso, mas ele fez algo muito, muito maior. E essa história ficou muito conhecida nos Estados Unidos pela amplitude que ela recebeu e como foi divulgada. Então, se nós queremos um 2026 bom, feliz, que tal a gente fazer com esse comandante? Eu posso e posso fazer muito mais. Porque se nós, se vocês já imaginaram, se cada um de nós pudesse fazer assim um pouquinho a mais, como o mundo seria bom? No livro Jesus nos Jesus no Lar, Jesus nos dá a melhor dica de felicidade para que nós possamos alcançá-la na terra. Faça para os outros aquilo que você gostaria que fizessem para você. Porque se nós tivéssemos essa consciência, provavelmente não provocaríamos e não não faríamos mal a nenhum dos nossos próximos. Não traríamos mal a ninguém, porque nós nos colocaríamos no lugar daquela pessoa, nós teríamos mais empatia. Então, a receita da felicidade, ela não é uma receitinha fácil. Mas ela está ao nosso alcance, com a nossa mudança pessoal. Nós só precisamos encontrar a felicidade dentro de nós. Então eu desejo a todos, aproveitando que nós ainda estamos em janeiro, não é? Um feliz 2026 para todos nós e que nós possamos levar essas histórias e exemplos e possamos entrar no Podemos e podemos muito mais. Graças a Deus e graças a Jesus. fazer a nossa prece. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força àquele que passa pela provação, dai luz àele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflita a consolação e ao doente o

i força àquele que passa pela provação, dai luz àele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflita a consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que sofre. A vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, honrai. Uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda e infinita, e todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós, como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para dar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade purva. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se é para tirar a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo pode aguardar sentado que já já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de

deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que [música] me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada [música] um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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