NECESSIDADE DE MISERICÓRDIA - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa Boa tarde amigos que e paz esteja com todos nós aqui do salão da comunhão espírita de Brasília e também aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da da comunhão. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma leitura desse livro que eu peguei ali, Gotas de Esperança, do Lorival Lopes, que ele fala assim: "Acredite no dia de amanhã, mas comece agora. Amanhã poderá estará melhor do que hoje. Amanhã nós podemos estar melhor do que hoje. Quando amanhã vier, nós teremos se modificado para melhor. Em consequência, mudaremos os acontecimentos ao nosso redor. Tudo depende de nós começarmos hoje, né, para que amanhã seja melhor, de iniciar já a nossa metamorfose, a nossa mudança, igualzinha as lagartas, né, de sair da descrença e penetrar na esperança, deixando para trás pensamentos de inconformação, de medo e de intranquilidade. firmemente nisso que a gente acabou de ler. Teré no amanhã é uma forma vigorosa de acreditar em Deus, em nós mesmos. Essa é a mensagem 150 desse livrinho. Ele é muito interessante. São eh pensar eh lições curt lições curtinhas, mas que traz o ensinamento para nós, né? Nós damos conta das coisas pequenas, as grandes ainda vamos dar conta um dia. Então vamos começar o nosso momento fazendo a nossa prece, elevando os nossos pensamentos e o nosso coração a Jesus em agradecimento pelo dia de hoje, pela oportunidade de estarmos aqui nessa casa, de podermos cuidar de nós mesmos, que é tão difícil a gente pensar em nós. E hoje nós estamos aqui por nós mesmos. Então, nós agradecemos essa oportunidades, mas contamos com a presença dele em nossos corações todos
dar de nós mesmos, que é tão difícil a gente pensar em nós. E hoje nós estamos aqui por nós mesmos. Então, nós agradecemos essa oportunidades, mas contamos com a presença dele em nossos corações todos os dias para que nos fortaleça, nos engrandeça e para que nós possamos realmente nos revigorar, nos harmonizar para o dia de amanhã. Que assim seja e graças a Deus. ficar muito tempo calada da é nisso, né? Quando tem que conversar fica assim, a voz fica parecendo de adolescente. Uma hora fala mais fino, outra hora fala mais grosso. Bom, nós trouxemos hoje uma lição que tá nesse livro aqui. É um livro também bem simples, como mais eu falei que nós somos simples, né? É do José Carlos Deluca e ele fala pensamentos que ajudam, entendeu? Então, é, são lições bem curtas, mas que traz assim uma profundidade muito grande. E essa lição, ele falou que é colírio. Eu eu botei necessidade de misericórdia. Eu troquei o o tema, o título, né? Porque todos nós necessitamos de misericórdia. E aí a gente pode falar: "Ah, eu sei o que que é misericórdia". Mas o que que é misericórdia? Vamos traduzir, é, inclui eu perdoar aquele que me ofendeu, aquele que me chateou, aquele que passou no meu caminho e que me tomou a condição de estar numa situação melhor. Tudo que nos traz algum prejuízo e que a gente olha pro outro e sente assim, sabe? Hoje nós traduzimos assim, peninha, dó, mas não é misericórdia mesmo. Às vezes a gente fala: "Ah, deixa para lá, ele também não sabe o que que ele faz". Isso também é misericórdia, né? De erros e faltas que alguém pode ter cometido e que nós pensamos diferente sobre esses erros e essas faltas. Aí nós estamos sendo misericordiosos. Mas quando a gente fala, não, bem feito, ele tem que pagar mesmo. Quem aqui se faz aqui se paga. Não é isto? Nós não estamos sendo misericordiosos, nós estamos sendo vingativos. Mesmo que eu não falei para ele, mas desejei. Desejar a mesma coisa que falar. A energia vai do mesmo jeito, né? Eh, é uma demonstração de boa vontade, de boa vontade, de compaixão. É
endo vingativos. Mesmo que eu não falei para ele, mas desejei. Desejar a mesma coisa que falar. A energia vai do mesmo jeito, né? Eh, é uma demonstração de boa vontade, de boa vontade, de compaixão. É isso que a gente fala. Nossa, ele não sabe ainda. Olha o que que ele tá fazendo, né? E de perdoar mesmo. E nessa lição, o Papa Francisco que tá aí, né, na no Facebook, tá em tudo quanto é canto. Até eu fiz um um WhatsApp só das mensagens dele para me acalentar. Um WhatsApp para mim. Eu vejo a mensagem dele, coloco no WhatsApp e vou lendo. Sabe aquela hora que assim parece que deu, bateu um malestar, bateu uma tristezinha, bateu incerteza, bateu alguma coisa? Eu vou lá e eu tenho uma mensagem dele, porque aquela voz acalenta nossos corações, não é? Então eu já devo ter umas 15 mensagens. E quando eu escolhi aqui que eu olhei, falei: "Gente, olha o Papa Francisco de novo aqui no livro do Deluca, né? Eh, ele fala assim: "Sempre que atendi confissões, olhei primeiro para mim mesmo, para os meus pecados, para minha necessidade de misericórdia, e assim procurei perdoar muito." Por que que é muito interessante ter trazido o papa? Porque a gente vê aquele homem meigo, doce, né? que tá sempre uma palavra carinhosa para qualquer pessoa, qualquer raça, qualquer cor, qualquer escolha que foi feita para poder viver. Ele tinha uma palavra de engradecimento, de coragem, de fé. E aqui ele falou que para os meus pecados, eu pensei: "Nossa, até ele, né?" Eu pensei assim porque a gente nunca espera. Então ele disse, né? Sempre quando tinha alguém que confessava e falava, ele primeiro olhava para ele, para os pecados dele e para a necessidade que ele tinha de misericórdia. Eu fico pensando, por que quando alguém faz alguma coisa conosco, por que talvez a gente não possa agir como o Papa Francisco, né? Pensar, gente, eu também tô ten aquele erro. Mas eu tenho outros erros. E se eu tenho erros, eu também quero misericórdia. Eu também quero ser, usando a palavra mais simples, eu também quero ser desculpado, né? É
e, eu também tô ten aquele erro. Mas eu tenho outros erros. E se eu tenho erros, eu também quero misericórdia. Eu também quero ser, usando a palavra mais simples, eu também quero ser desculpado, né? É misericordioso. Eu quero ser desculpado pelo outro. Então, por que que eu não desculpo? E às vezes alguém até pede perdão, pede desculpas, a gente não responde, a gente deixa aquele aquele vazio entre a gente e a outra pessoa, ele vai pensar o quê? Não me desculpou, não é? E o que que acontece? O outro pode falar: "Bom, bem que eu fui lá e pedi perdão, pedi desculpas, né? Falei que eu errei, mas o outro parece que não desculpou". Então, o problema é de quem? Do outro. Ele sai tranquilo porque ele já foi ali, como diz o Pai Nosso, ele levou a oferta a pessoa, a pessoa não recebeu e mas ele ficou perdoado, né? E a outra pessoa ficou com o quê? Com a angústia, né? Porque a pior coisa é consciência pesada. Eu devia ter feito, porque logo em seguida a vida tá sempre nos trazendo alguma coisa para nós aprendermos. Você já prestaram atenção nisso? todos os dias. Às vezes é uma ofensa muito grande, às vezes alguma coisa que me chateia muito, mas se eu parar não ter, não reagir, não ser reativo aquilo que me tá tá me trazendo, eu vou ver que aquilo ali serviu para eu para eu poder aprender. E assim a gente começa com o Papa Francisco, né? Então a gente agora vai falar o que José Carlos Deluca trouxe para nós, né? que ele fala que antes de qualquer julgamento a gente tem que olhar para dentro de nós. E olha, esse julgamento é às vezes a outra pessoa, é um julgamento que você vê na televisão falando alguma coisa, você fala: "I esse é isso é isso, isso é por causa disso, isso é por causa daquilo". Nós nem sabemos a história, a metade e já eh mandamos a nossa energia quando a gente tá longe ou quando tá perto a gente discorda, né? Discorda, julgamos. Não, mas isso é um absurdo que você fez. Como que você faz um negócio desse, né? E esquecemos de olhar dentro de nós. Será que eu não sou parecido?
o tá perto a gente discorda, né? Discorda, julgamos. Não, mas isso é um absurdo que você fez. Como que você faz um negócio desse, né? E esquecemos de olhar dentro de nós. Será que eu não sou parecido? Será que eu não fiz desse jeitinho, mas fiz de outro? Será que eu fiz menos ou fiz mais? Sempre é bom a gente pensar antes, porque nosso comportamento, nossa mente, ela tá muito acostumada no julgamento. Isso é é constante constante. Falou alguma coisa, eu trago para mim e faço um julgamento. Eu sou ju. Souos o jur o ju situações que o outro traz. E aí eu sou juiz. daquela situação, eu condeno, eu dou 5 anos de prisão ou 5 anos de de, né, de prisão mesmo, ou sempre julgando, sempre eu dou uma uma punição qualquer para aquele comportamento, né? Mas esquecemos de olhar para dentro de nós e ver a porção de faltas que nós também temos cometidos durante nosso tempo de vida. O Deluca fala eh a da terra imunda que vendo nos outros, é a terra imunda que tem em nós. Eu não gostei dessa terra imunda não. Então eu tô trazendo as nossas dificuldades, né? Eh, as dificuldades que nós que o outro tem, que a gente esquece de ver que eu também tenho muitas dificuldades e tô condenando o outro. Na realidade, quando o outro faz alguma coisa que vocês podem não concordar, tem gente que não concorda que seja uma projeção daquilo que eu tenho, às vezes não. Essa a gente fala em projeção e esquece, não é projeção da mesma coisa, não, do mesmo fato. É alguém faz alguma coisa e eu julgo, é porque eu também tenho dificuldades em várias áreas do meu comportamento. E quando eu vejo que o outro tem, eu julgo ele numa facilidade muito grande, porque eu me julgo sempre. Vocês, não é, isso acontece com vocês ou será que é só comigo? Quando eu faço uma coisa errada, eu falei: "Nossa, Rute, mas de novo você fez, não é possível. Aí fico remoendo aquilo, mas esqueço. Olha, amanhã eu fazendo de novo, né? Aí, só que depois quando você vai ver um evangelho, quando você vai ver uma lição desta, você começa a
ê fez, não é possível. Aí fico remoendo aquilo, mas esqueço. Olha, amanhã eu fazendo de novo, né? Aí, só que depois quando você vai ver um evangelho, quando você vai ver uma lição desta, você começa a pensar: "E se fosse eu naquela situação?" Somalmente quando acontece alguma coisa que é muito grave, que há um prejuízo muito grande, nós começamos pensar: "E se fosse comigo?" Mas mesmo assim a gente ainda julga, né? Então, muitas das coisas é a gente é um reflexo, é uma projeção. O que o outro faz e traz para mim e eu condeno ele, é porque eu também estou naquelas, na mesma dificuldade. E como que eu vou falar? O papa falou para o papa falou pública. Vamos faç a gente vai falando até aquele outro funcionar, né? Mas apesar que podemos ficar aqui sem problema nenhum, né? Então é quando nós não temos coragem de ver essas dificuldades em nós, né? Aí ele fala que Jesus fez uma pergunta incômoda, né, mas necessária a quem deseja ter coerência do bem viver. Ele fala assim: "Como pode dizer ao seu irmão: "Deixe-me tirar esse cisco do teu olho". Quando você tem uma madeira no seu, né? Às vezes a gente vê uma coisinha de nada. Já tá bom. Quem tá nos ouvindo vai falar assim: "A Rute não sabe onde põe o ovo, né? Vai para lá, volta para cá. É isso que eles falam quando lá Nadal, na diretoria de atendimento, vem uma ordem para fazer uma coisa e depois vem para fazer outra e eu tenho que avisar pros atendentes e falar: "Você não sabe onde põe o ovo?" Quer dizer, cada hora é uma coisa. É porque aqui fica mais confortável para mim, né? Então, eh, quer dizer, a gente vê um cisco, um defeito, nem defeito, um equívoco, vamos dizer assim, tão pequeno no outro. esquece de olhar que às vezes o equívoco nosso é muito maior do que aquele cisco. Tá lá em Mateus, capítulo 7 versículo 4. Quer dizer, isso foi Jesus que disse, né? Entendeu? Então, pra gente viver melhor, seria bom que a gente só visse a trave no nosso. Até que vê o cisco no olho do outro é muito bom. Mas quando eu trago pelo lado
, isso foi Jesus que disse, né? Entendeu? Então, pra gente viver melhor, seria bom que a gente só visse a trave no nosso. Até que vê o cisco no olho do outro é muito bom. Mas quando eu trago pelo lado positivo, eu faço Tem um pedaço de madeira no seu olho. Olha, imagina, tem gente aí disfarçando do que fez, do que sente, do que faz. Parece até que é bonitinho. A gente vê nas na mídia aí, na rede social, todo mundo é perfeito, né? Aí o Papa veio e falou que não, que ele precisa de misericórdia, né? Então, mesmo sendo a maior autoridade do do é um líder religioso, é ainda continua, né, gente? A gente continua porque só foi uma morte do corpo físico, mas esse líder religioso, esse homem que veio trazer tantos ensinamentos, ele vai continuar, né? Então, eh, a gente pode pensar uma pessoa dessa que faz publicamente, por que que eu escondo o meu? Por que que eu não vou lá e peço desculpa, peço perdão, peço misericórdia? Quando eu faço, cometo o erro, porque o papa, ele foi humilde e ele se humanizou quando ele pediu. Eu ser humilde, eu vou lá e peço perdão. Eu me humanizar, eu me tornar melhor diante daquela minha atitude. Então isso é muito é parece que é bonito, né? Parece que é bonito, mas é muito sério. É muito sério. A gente tem que começar a fazer isso agora, porque mais lá na frente ele vai falar: "E se eu morrer hoje? O que que vai acontecer se eu não fui lá pedir perdão outro e teve aquele rancor?" Eu já contei para vocês que minha visita com meu pai no cemitério, meu pai ficava apontando para todo mundo que tinha problema, tinha defeito. E tem Ele olhou o cisco no olho de todo, todas aquelas pessoas que já estavam se tinha sido enterrada ali. E eu brinquei com ele sempre, mas o senhor não tá olhando os do senhor, só tá olhando daqueles que nem aqui estão, né? Ele é a Rut, ele falou assim porque ele reconheceu. Talvez foi um comentário que não partiu do coração, mas quando a gente faz um comentário deste, o universo escuta. E aqueles que estão mais próximo, que não gosta daquela pessoa ou
que ele reconheceu. Talvez foi um comentário que não partiu do coração, mas quando a gente faz um comentário deste, o universo escuta. E aqueles que estão mais próximo, que não gosta daquela pessoa ou não gosta de mim, coloca, como diz vulgarmente, lê na fogueira. E são aquelas aquelas eh aqueles momentos que nós ficamos atordoados, né? Que a gente fica de cabeça quente, desanimado, o ombro dói, a perna dói, a cabeça dói, tudo dói e que não sabe o que que é, faz exame, não dá nada. São esses pensamentos, né? Essa, como que ele diz, né? Essa terra imunda, né? Essa terra imunda que tá dentro de nós e que nós precisamos tirar ela, limpar. E a gente limpa como? através do perdão, através do reconhecimento, que se o outro erra, eu também posso errar. Então, todo mundo tá kit, ninguém tá devendo nada para ninguém, mas nós precisamos de corrigir. O erro do outro serve como exemplo para mim, não para que eu aponte o dedo que está errado, né? admitir as imperfeições. Quando nós admitimos que nós somos imperfeitos, o Papa reconheceu isso. A gente precisa de misericórdia. Eh, o perdão é misericórdia. Então, por que não pedir perdão, não pedir misericórdia, não falar do erro que nós cometemos e a gente se aliviar? Porque quando nós não perdoamos, nós ficamos atrelada a um sentimento. Não ficamos atrelada a pessoa, mas ficamos atrelada a um sentimento. É como se fosse uma prisão. A gente leva isto hoje a gente fala que a gente leva pro resto da vida, né? Mas porque a vida não tem fim. Mas uma hora a gente vai ter que consertar isso. Uma hora a gente vai ter que fazer diferente. E por que não fazer diferente? Enquanto nós estamos aqui a caminho, tá? Lá no outro evangelho, né? A caminho lá na questão livro dos espíritos, questão 620, né? Por que que nós não não, esse aqui é outra história, é outro que tá ali atrás, viu? Que é o evangelho. Por que não fazer isso enquanto nós estamos a caminho? Enquanto nós estamos aqui, não vai levar bagagem pesada. a gente tem que começar eh até podíamos
outro que tá ali atrás, viu? Que é o evangelho. Por que não fazer isso enquanto nós estamos a caminho? Enquanto nós estamos aqui, não vai levar bagagem pesada. a gente tem que começar eh até podíamos eh ter como exemplo hoje as nossas viagens de avião e é de avião e também de ônibus, né? Tá desse jeito, se for de trem, tá assim, não pode levar mais do que aquele tanto de peso. Por que que não vamos começar a fazer? Por que que não chegar lá de onde formos com a mala, talvez com 2 kg? Só não, eu posso ir com 10, então eu vou com 10. Não, eu posso ir com sem nada, sem peso nenhum, mas ainda estamos num processo de crescimento, então fica mais difícil, né? Então ele disse, né, eh, que admitiu misericórdia e que ele precisa, que eu achei lindo, de colírio de Deus para tirar a trave do olho dele. Colírio de Deus. né? Porque na realidade nós estamos tendo uma falta com as leis divinas quando nós não perdoamos. Às vezes o outro nem sabe que nós ofendemos, ele esqueceu, não deu importância, ele foi muito superior à nossa ofensa. Mas Deus, a gente tem uma uma de prestar conta com Deus. Tanto é que na Igreja Católica a gente fala do pecado, né? O pecado é aquilo que eu faço contra o outro e pequei contra quem? Contra Deus. Eu tô pecando contra as leis divinas que, né, que é lei de amor, de adoração, de de reprodução, de progresso, de caridade, né, de justiça. Eu estou indo contra estas leis que Deus deixou. Então, a gente precisa do colílio de Deus para que a gente possa enxergar melhor, tirar essa trave maior dos nossos olhos. O os olhos, gente, é o a gente fala dos olhos, mas a gente tá falando do coração. E quando a gente fala do coração, a gente nós tá falando da consciência. Coração é um músculo, né, que bate. Os olhos é um enxerga, é um órgão de de visão. Mas a consciência é onde guarda tudo, onde guarda o perdão, as mágoas, o ressentimento, o amor, a misericórdia, onde que guarda tudo. É uma dispensa, vamos dizer, né? Existe a palavra dispensa. Dispensa onde guarda as coisas. Nem hoje é armário,
arda o perdão, as mágoas, o ressentimento, o amor, a misericórdia, onde que guarda tudo. É uma dispensa, vamos dizer, né? Existe a palavra dispensa. Dispensa onde guarda as coisas. Nem hoje é armário, né? Que a gente compra tão pouca coisa, né? de primeiro comprava para um mês, hoje não. Mas pode ser uma dispensa que nós vamos guardar paraa vida toda. Então vamos guardando lá. É isso aqui eu não preciso mais. Olha, a data de vencimento já tá, já acabou. Por quê? Porque eu já perdoei. Então já venceu. Esse aqui, ó. Não, misericórdia. Isso aqui é tem validade para eternamente. Quer dizer, então a gente vai acostumando aí esse essa essa situação, esse comportamento nosso, esse colírio. Porém, eu gosto, porém, mais porque sempre vem alguma coisa que me ensina, né? Escolhir, porém, só é pingado, só pode quando nos tornamos misericordiosos com as imperfeições dos outros. Então o colílio só quando eu sou misericordiosa, né, com aquele outro. Caso contrário, vou continuar cego. Vou continuar cega, né? Quando somos rigorosos, implacáveis, né? Eu acho que implacável é uma palavra tão dura, tão grande, tão pesada, né? Como julgamos como se fôssemos puros e perfeitos. Porque quando nós julgamos, nós estamos acima da outra pessoa. Nós estamos com qualidades e o outro tá sem qualidade, só com a imperfeição. Nós somos bons demais, né? Não perdoamos. É a lei de Deus que vem a ser julgada. Da mesma medida. Quando nós não perdoamos, Deus não nos julga, mas ele também não põe colir no olho, né? Nos olhos, vamos dizer, no plural, né? Então, que na realidade é nós que não botamos o colírio, porque Deus não interfere. Você fez, eu dei as leis, o que que você tem que fazer para você ser feliz, para você ter paz. Você não tá seguindo, então uma hora você vai seguir. Então ele não incomoda com isso. Mas nós incomodamos por quê? Porque nós temos essas leis divinas gravadas na nossa consciência. Uma hora ela vai aflorar. Uma hora. E geralmente ela aflora depois que a gente faz, a gente julga o outro. Você fala: "Nossa, aí
quê? Porque nós temos essas leis divinas gravadas na nossa consciência. Uma hora ela vai aflorar. Uma hora. E geralmente ela aflora depois que a gente faz, a gente julga o outro. Você fala: "Nossa, aí julga o outro e o outro vem te julga uma outra pessoa." Aí você vê o que que você fez com o outro. Aí a gente começa a a a ficar mais brando e mais manso de coração, como diz o evangelho, né? Então ele fala também a propósito, relembramos essa fala também de Jesus reconcilia-te depressa. Olha aqui, depressa com o teu adversário, com o teu irmão, enquanto está a caminho com ele. Aí ele vem falando um monte de coisa que entrega para juiz, que juiz entrega para aquilo. Não, só reconcilia-te com enquanto tá caminho com ele, porque não sei se acontece com vocês. Esse tá lá no Evangelho de Mateus, viu? Capítulo 5, versículo 25 e 26. Não sei se acontece com vocês eh de às vezes eh ter alguma indiferença. Olha aí, a gente tá sendo benevolente, uma indiferença, um um malquerer com alguém e esse alguém vem a falecer, a desencarnar ou muda, vai para longe. Aí a gente fala: "Nossa, fulano de tal, né? Olha aí, naquela época foi isso, foi aquilo. Podia ter esquecido isso. Olha, bobagem, agora tá longe ou agora já não tá aqui mais, já faleceu e entendeu ainda, eu tô aqui. Quer dizer, isso aí tá lá na consciência, a gente traz de vez em quando a gente revisa, rememora aquilo que foi. Então ele tá falando pra gente reconciliar, porque até porque se foi uma briga, uma ofensa muito grande, o outro pode nos obsediar porque ele fica junto, aí ele tem um poder maior, porque ele tá desencarnado, ele pode estar conosco e nós não podemos estar com ele. A gente até pode estar pelo pensamento, né? pelo pensamento. Então vamos nos ajustar com estes, né, para que a gente fique tranquilo. É fácil, amigos? Não, não é fácil, é difícil, mas é de metro em metro que a gente faz as coisas. A gente não quer andar 1 km, a gente vai andar só 50 m. Todos os dias que houver uma indiferença, a gente não deixa ela
Não, não é fácil, é difícil, mas é de metro em metro que a gente faz as coisas. A gente não quer andar 1 km, a gente vai andar só 50 m. Todos os dias que houver uma indiferença, a gente não deixa ela crescer. Vai lá e pede desculpas. de coração, né? Se ainda não tá de coração, espera um pouquinho, cala, fica caladinho, porque logo logo vem o arrependimento, né? Que arrependimento não é aquela culpa. arrependimento é para que eu vá lá e faça as pazes. Então, quando não nos reconciliamos com o nosso adversário, seja perdoando como somos vítimas, você me ofendeu, eu tô te perdoando, ou pedindo perdão e reparação quando eu que prejudiquei. Tá vendo? Então, tem os dois lados da moeda, não é só um, né? nosso juízo interno, que é a consciência, acusa e nós nos desharmonizamos, né, com as leis divinas, que nós já falamos sobre isso. Então, precisa até pra gente se harmonizar. Eh, eu atendo aqui tem muito tempo, muito tempo. Já atendi em outros lugares também, mas eu vejo muito nos atendimentos, às vezes chegam com um problema tão parece que tão, tão grande pra pessoa e quando você começa a conversar, você vê que lá no fundo gerou às vezes uma uma rusgazinha, sabe? Até acho engraçada a palavra rusga, né? É uma coisa pequena que falou e o outro não gostou. Sabe? Sabe aquela alfineta quando você espinha e que você fica o dia todo lembrando daquele furinho do dedo? Aí quando passa um dia, você faz assim, ele doeu, né? Então, começou lá naquilo e não houve reconciliação, aí a coisa começa a complicar, aí no outro dia fala uma coisa, aí depois aquela outra, de repente tá uma coisa imensa, imensa, imensa. Aí fica difícil porque nem sabe quando é que aquilo começou. Começou com uma divergência de de opinião. Olha aí, um quis que a opinião prevalecesse e o outro não. Aí o outro que não perdeu, vamos dizer assim, né? Porque o outro falou: "Não, ia desse jeito e pronto e sai." Não dá tempo para o outro argumentar. Aí ficou aquilo. Pode ser esquecido, pode, mas muitas vezes não é esquecido, né? Entendeu? E esse campo de
ue o outro falou: "Não, ia desse jeito e pronto e sai." Não dá tempo para o outro argumentar. Aí ficou aquilo. Pode ser esquecido, pode, mas muitas vezes não é esquecido, né? Entendeu? E esse campo de energia nossa, quando acontece isso, nos desequilibra. E quando nos desequilibra, irmãos aproxima que tá na situação semelhante. Não é porque ele quer ver o circo pegar fogo, porque ele também já passou por aquela situação. E aí ele afinizou porque somos iguais, né? É um perigo essa coisa de ser igual. A gente tem que ser igual com aquele que tá melhor, né? Com aquela parte boa nossa, porque senão fica difícil. né? Então, eh, consequent, estamos distante do amor e do perdão. Estamos muito distante ainda, né? Porque a gente não sabe ainda o que é amor, né? Eh, teve, vocês podiam até assistir, o Rosivel fez uma palestra sexta-feira passada, ele falando do amor, foi muito interessante, sabe? E fou que o amor não é sentimento. Explicou. Eu não vou contar mais nada para vocês assistirem. Tá lá. E ele é muito interessante porque ele fala assim: "Aí espita, não é isto mesmo?" Quer dizer, chama todo mundo, toda hora ele fala isso. Ele é divertido, é engraçado, mas ele traz umas coisas muito pontuais, que o amor é uma opção, não é um sentimento, é opção, sabe? Eu não vou falar mais nada para não ter problema, né? Então nós estamos distante do amor e do perdão, né? E quando nós distanciamos, nós nos sentimos, nós nos tornamos vulneráveis a esse sentimento negativo. Foi aquilo que nós acabamos de falar. Nós abrimos brecha para esse campo espiritual e até do outro. Tanto é que quando você chega no ambiente, se você tá nessa situação, você todo lugar tá difícil, todo lugar seu coração dispara, todo lugar você sente incomodada. Só não é aqui dentro da comunhão, porque você vai tomar passe, vai de desobsessão, tomar aquele passe magnético, aí sai daqui harmonizado, mas a hora que entra no carro, lembra, volta tudo de novo, porque o nosso, os nossos amigos estão esperando a gente do lado de fora, né?
sessão, tomar aquele passe magnético, aí sai daqui harmonizado, mas a hora que entra no carro, lembra, volta tudo de novo, porque o nosso, os nossos amigos estão esperando a gente do lado de fora, né? chama eles para vir tomar passe também, né? Então vamos ter cuidado com as mágoas, né? Não perdoadas do passado que ele fala perdoar, pedir perdão pro próximo é pedir perdão para nós mesmos, porque perdão nos liberta, que falamos aqui também, né? Eh, não perdão, não perdoar nos aprisiona. A gente vai lembrar disso a vida toda, a vida toda. Quer dizer, não desculpar. Eu recebi uma psicografia semana passada eh do nosso grupo, alguém psicografou e mandou para mim me pedindo perdão. E eu tô aqui sem saber por que ele pediu perdão. Ou ela o que que me fez que agora que tá pedindo perdão. Olha no plano espiritual me pedindo perdão. Não sei. Não sei. Eu espero que uma hora eu seja esclarecida ou não, né? E eu tenho agora falar, ó, se você sente que teve alguma coisa, então tudo bem, te perdoo, te perdoo. Não tô nem sabendo, né? Não tá não. Tô sentindo mágoa aqui dentro. Então, muito interessante. Me chamou pelo diminutivo do meu nome. Então, é uma pessoa que tem muita intimidade comigo e eu nem fiquei curiosa ali. Uma vez só tô deixando lá para maturar, né? para trazer devagarzinho, devagarzinho. Quem sabe eu fui a causadora daquilo. Então, preciso de um momento, de muita reflexão para eu me colocar diante dessa dessa entidade, né, e falar: "Olha, às vezes que fui eu que fiz, então vamos acertar tudo aqui sem problema nenhum, né?" Entendeu? E para ver o que que dá, né? Então, façamos o que Jesus nos pede, né? Olhando primeiramente para nós mesmos. antes de julgarmos quem quer que seja, né? Porque às vezes a gente tá iludido com aquilo. O que a gente vê não é o que existe. Já viu isso? Você vê uma coisa e não é depois que você vai saber da história. Não é nada daquilo, nada daquilo, né? Podemos não cometer os mesmos deslizes, mas temos sombras em outras áreas. Eu não tenho
viu isso? Você vê uma coisa e não é depois que você vai saber da história. Não é nada daquilo, nada daquilo, né? Podemos não cometer os mesmos deslizes, mas temos sombras em outras áreas. Eu não tenho naquele, mas eu tenho outra situação. Então, como que eu posso querer julgar os outros? Então, primeiro vamos olhar para nós antes do outro. Às vezes fala: "Igualzinho a mim", né? Igualzinho a mim parece, né? Então, por isso ainda repercute no ar aquela exclamação de Jesus que ele disse: "Atirai a primeira pedra aquele que não estiver, aquele que aquele que estiver sem pecado, que tá lá em João 8:7, da mulher adúltera, né? Todo mundo julgou o adultério dela. Mas será que não tinha um adúltero ali no meio? Porque só fala dos homens, né? Não tinha uma mulher na plateia, não. Eles estavam querendo apedrejar aquela mulher, né? Quer dizer, se ela era um adulto, era eles queriam tirar a primeira que apedrejá-la, que era a lei. E será que os adúlteros, como que tava ali? Só porque era permitido pro homem, não era paraa mulher? Mas diante das leis de Deus, os dois estavam errados. Os dois não, todo aquelo. Tanto é que o que que aconteceu? for embora, né? Então, largar essa nossa atitude é um ato de sabedoria. Largar esse essa ofensa, perdoar, não incomodar, é um ato de sabedoria, humildade e paz. É permitir, que eu achei tão lindinho, é permitir que Deus pingue o colírio de misericórdia em nossos olhos doentes, né? Então, todas as vezes vamos lembrar do colílio, faz Deus, ó, pio um colílio aqui porque eu tô precisando, porque eu já não tô presa aquela ofensa mais, já não tô ligando para aquela pessoa. Então, já pode pingar o coleiro, né? E a gente vai saber se a gente perdoou mesmo quando o colete fizer efeito ou não fizer efeito, o coração continuar travado, amargurado. Então essa é a nossa fala do dia de hoje. Sejamos abençoados pela misericórdia de Deus, que tem tanta compaixão das nossas faltas. E a gente continua a rogar ele que possa nos envolver com o seu amor, principalmente
nossa fala do dia de hoje. Sejamos abençoados pela misericórdia de Deus, que tem tanta compaixão das nossas faltas. E a gente continua a rogar ele que possa nos envolver com o seu amor, principalmente nas horas difíceis, nas horas que a gente tiver uma trave em nossos olhos, mas ficar vendo sempre o cisco nos olhos dos outros, que ele possa ter misericórdia, que nós aqui da comunhão da tarde de hoje, de quarta-feira, aqueles que estão nos assistindo, já entendemos a lição e queremos perdoar todos aqueles que divergam divergam das nossas opiniões, dos nossos comportamentos. Então, por isso a gente pede que nesse momento coloque um colírio nos olhos de cada um de nós aqui para que a gente possa enxergar o amor naquele nosso irmão. Que a doce paz Jesus fica com cada um de nós. Uma boa tarde para vocês. Beijo no coração. Para vocês que estão nos assistindo, que irão nos assistir também. O beijo no coração. Até mais. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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