A ARTE DA CONVIVÊNCIA - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 08/05/2025 (há 11 meses) 51:01 553 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir. Bom dia a todos. Sintam-se muito, muito bem-vindo à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos acalma, nos consola, nos conforta e de todo coração nos pede para não desistirmos de nós próprios. Neste momento eu vou ler um pequeno trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, do capítulo Bem-aventurados, os que são misericordiosos. O capítulo 10. Não julgueis para não serdes julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado. O item 11. Não julgueis a fim de não serdes julgados, porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros. Empregar-se a convosco à mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros. Mateus, capítulo 7 versículo 1 e 2. Vou sugerir agora que fechemos os nossos olhos, que acalmemos os nossos corações. Vamos sentir a brisa dessa manhã. Os passarinhos que estão em alvorada, alvorou ser danado, estão dizendo para que nós não desistamos também. Agradecer a Jesus, nosso mestre, o amigo de cada um dos minutos de todas as horas da nossa existência. agradecer a Bezerra de Menezes, mentor desta casa tão querida. Agradecer também a dona Ivone, essa senhora amorosa que em muitos momentos nós pensamos que ela é rígida, mas não. Ela é essa senhora que nos abraça, que nos acalma. e que como nós também tropeçou, também caiu, mas se reergueu e que nos mostra hoje que é possível transformar os nossos erros em

a é rígida, mas não. Ela é essa senhora que nos abraça, que nos acalma. e que como nós também tropeçou, também caiu, mas se reergueu e que nos mostra hoje que é possível transformar os nossos erros em acertos. E assim, agradecidos por cada um deles por não desistirem de nós, nós vamos dizer muito obrigada e pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. E vocês sabem que hoje eu estou com aquela que eu chamo de minha chefinha, né? Quem já me conhece sabe que a Rute daia eu chamo de minha chefinha porque ela é minha chefinha e ela vai conversar conosco sobre um tema muito gostoso, a arte da convivência. Então, com a palavra, Rut. Bom dia, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos ouvindo, aqueles que irão nos ouvir. A arte da convivência. Valéria tava fazendo a prece e falou dos dos pássaros, né? E eu comecei tudo quando a gente pega um tema, tudo vem na nossa cabeça de acordo com o tema. A gente vive o tema. Se arrumou o tema mês que decidiu, um mês a gente fica com ele na cabeça, né? E quando ela falou dos pássaros, eu tava, vocês que não conhecem a comunhão, que estão na sua, nas suas casas, nos seus estados, eu vou contar para vocês. Nós temos aqui do meu lado esquerdo, nós temos dois pés de jambo roxo e eles estão na época de frutos e é uma verdadeira convivência dentro daquele naquele pé, nos dois pés, porque nós temos três tipos de pássaros diferentemente. Temos aquele periquitinho verde, temos um maior e tem um pequenininho que acha que é dono de todos os jambos que tem no pé. E eles convivem muito bem comendo todos os jambos que não sobra nenhum para nós, porque quando cai já tá todo comido, né? E eu sempre quando eu saio, a não ser à noite, que à noite eles estão dormindo, mas de dia estão ali comendo, eu nunca vi ninguém brigando, ninguém falando que o jamba é meu, ou ninguém falando: "Olha, essa parte é minha, a outra é sua". ou ninguém falando: "Olha, você é verdinho, então você não faz parte disso aqui.

vi ninguém brigando, ninguém falando que o jamba é meu, ou ninguém falando: "Olha, essa parte é minha, a outra é sua". ou ninguém falando: "Olha, você é verdinho, então você não faz parte disso aqui. Você vai comer outras frutas em outros lugares." Então eles se convivem muito bem e estão se alimentando. Ninguém está deixando o outro sem a comida, porque esse aqui é o suficiente para eles. Eles não precisa de ir para outros lugares. Será porque conosco acontece diferente? Se aquele pé de jampo fosse meu, eu falei assim: "É só meu, podia cair todos". Eu já vi isto, né? Eu já vi isso acontecer. É de ter as os pés de laranja daquelas pocãs que p mexirica, como vocês queiram aí de acordo com o estado de vocês. Outras, o do sul, eu esqueci como é bergarramota, né? É que que eu gosto muito. E hoje eu vou procurá-la para fazer um bolo, viu? Então, eh, não, mas nós quando às vezes a gente tem, eu vejo aqui, eu moro numa região onde tem muitas áreas frutíferas, perde, cai, murcha no pé e não se distribui. Não se distribui. A boa convivência é o que eu tenho, eu dou, eu tiro o meu, dou pro outro. Não importa que se eu conheço ou não, né? Mas nós não, nós queremos sempre para nós. E aí a gente começa falando que a palavra etimologicamente convivência significa o quê? Viver com. Então a gente já explicou com o exemplo viver com, né? Mas o que que acontece conosco, nós seres humanos? Ser diferente ainda é um motivo de segregação, de tirar, né? Eu sou desse jeito, eu fico aqui. O outro é daquele jeito, fica ali. Nós separamos, nós separamos em grupos. Os grupos dos afins politicamente, os grupos dos afins espiritualmente, né? Porque é os espíritas fica tudo de bolinho, os católicos fica de bolinho. Quando tem uma reunião dessa forma, não se mistura para saber como que é, como que é lá na sua religião, como que se dá isso, como que se dá aquilo, né? Então é motivo de separação. Por que que será que separa? E ele fala que a verdadeira, a verdadeira convivência separa para quê? para que

sua religião, como que se dá isso, como que se dá aquilo, né? Então é motivo de separação. Por que que será que separa? E ele fala que a verdadeira, a verdadeira convivência separa para quê? para que ninguém para que não não se perca a qualidade ou não sei como que se pensa desse jeito, porque eu me entro em qualquer situação, mas eu fico aqui, eu tenho na minha família isto. Eu eu fico aqui com aquilo que eu penso e não misturo, porque isto é o certo. Isso é o certo. E se eu é de é até se eu e é e é conviver com o passar o que eu sei ou passar minha convivência pro outro, parece que dilui aquilo. Aquilo não fica tão original, tão tão tão assim, é tão consistente. E a gente tem um pouquinho eh medo de concorrência, né? Eu não vou concorrer com o que eu sei, eu vou ficar só com isso. É tão bom, né, a gente distribuir. Eu sei de jambo roxo, eu falo para vocês de jambo roxo, vocês vê o jambo amarelo que tem um amarelinho, né, um amarelo pardo. Eu vou falar dele que ele é ele é perfumado, ele é mais docinho, ele não é um pouquinho ácido como esse. E a gente vai, é um exemplo pobre, simples, mas a gente vai conhecendo dejambo. E isso tem que ser em toda a nossa vida. Mas nós ainda seres humanos, não vivemos com, eu vivo comigo, só comigo. Aliás, viver comigo não é com o outro, com outra situação, né? Aí o autor continua falando, há pessoas que ao depararem com o diferente, com alguém diferente dele, eu deparar com alguém diferente de mim, ideias, conficções, o que que eu faço? O que eu acabei de falar, separamos os passos estão todos juntos aqui numa numa festa se alimentando, né? E nós estamos aqui o quê? do mesmo jeitinho deles, iguais. Nós temos homens, mulheres, nós temos com idade X, com idade Y, mas estamos com o mesmo objetivo, temos a mesma convicção neste momento, então estamos iguaizinho ali. Será que a hora que a gente sair daqui, for pro nosso trabalho é a mesma coisa? Será que a hora que eu entrar no mercado eu não me acho no direito de passar na frente de todo mundo? Porque

izinho ali. Será que a hora que a gente sair daqui, for pro nosso trabalho é a mesma coisa? Será que a hora que eu entrar no mercado eu não me acho no direito de passar na frente de todo mundo? Porque eu tenho mais de 60 anos, mas eu vejo alguém jovem, mas que tá doente, que você olha pela pela fisionomia, tá vendo? Eu poderia falar: "Não, passa na frente, não. A lei me diz que eu posso. Hoje eu estacionei na na vaga que eu tenho direito e eu ri de mim porque eu não sou diferente de ninguém. Eu tenho mais idade, mas aquela vaga tá lá. Eu sempre estaciono em outro lugar. Aí eu falei, se eu de manhã tem estacionamento, mas se eu não estacionar ali, eu vou tirar a vaga de outro que pode estacionar, não pode estacionar aqui. Então isso são trocas, trocas de diferentes diferentes conceitos, diferentes ideias e diferente querer também, né? Então o que que acontece? A gente afasta de quem é diferente daquilo que eu sou, porque eu não dou conta de conviver com a ideia do outro, porque eu quero a minha ideia. É assim na casa de vocês, a gente quer que a ideia da gente prevaleça e quando o outro fala que não, a gente entra em guerra. Não, mas porque é isso? Não, mas aí o outro tenta mostrar, ele não aceita. E quantas vezes só lá, muito depois que a gente reconhece, mas muito depois de muitas brigas, muitas guerras, né, muitos conflitos, muitas indiferenças, a gente vê isso, né? E ele fala que alguns casos específicos, grande tragédias já aconteceu. E se eu tentei trazer ver alguns exemplos, mas eu achei que seria meio forte pro nosso nosso amanhecer, né? E eu falei: "Não, deixa isso." Mas quantos crimes teve por diferença, porque não comungava daquilo por teremos, por achar quantas brigas tem? brigas de agressão, de chegar até uma uma delegacia, justamente por diferença de ideia que isso começa pequeno e fica enorme. Na minha família nós temos sim, tem duas pessoas que não tem WhatsApp pra gente conversar com elas agora tem que ligar porque elas não comungam da ideias, gente de primo primeiro. Ó,

no e fica enorme. Na minha família nós temos sim, tem duas pessoas que não tem WhatsApp pra gente conversar com elas agora tem que ligar porque elas não comungam da ideias, gente de primo primeiro. Ó, primo primeiro, olha, até tô achando engraçado. Primo primeiro, né? É, tem primeiro, segundo, depois não, acho que não é prima mais, não sei como que é agora, né? Entendeu? E tem grandes brigas, sim, né? Porque eu quero que a minha ideia seja única. Eu quero que o meu desejo seja único. O que eu falei tá certo. Pode ser que nós aqui não temos isso tão forte, tão forte. Mas vamos depois pensar na semana, vamos pensar quando acontecer. Fala, olha aí, olha eu querendo que prevaleça o meu. Por quê? Porque eu se entendo mais. Eu sou psicóloga, eu sei de comportamento humano. Eu sou médica, eu sei porque eu já vi isto lá no consultório. Eu sei contador porque eu sei que essa que essa conta aqui não vai bater. Ao invés de explicar pro outro sem usar a profissão, porque senão ele fala: "Bom, eu não posso falar nada, né? ou senão eu vou falar, vouar até a briga acontecer. Aí ele continua: "O ser ainda nós não percebemos, né, que o bom senso é buscar entendimento. Às vezes que a gente, vocês podem estar pensando, não, não, mas eu busco entendimento, sim, tá, mas a gente tem que ser ter uma perfeição, né, relativa. Então vamos ver quando é que nós damos o contra, quando a gente quer que nossa opinião prevaleça, aquilo que eu acho, porque o entendimento sempre é a linha do, é a faixa do meio. Quando eu tô na faixa da direita, eu não posso tá com a velocidade baixa. Mas também ali é de ônibus, ali é de carro mais pesado, de um monte de aquele que eu vou virar à direita, o da esquerda é aquele que passa em alta velocidade. É perigoso eu ficar. Então eu vou onde? Na do meio, que eu não tô nem com nem de muito devagar, nem depressa. Eu tô dentro da velocidade permitida. Esse é buscar o entendimento para aqueles que correm demais. Hoje eu tava vendo isto, gente correndo a 100 km/h numa via que é de

de muito devagar, nem depressa. Eu tô dentro da velocidade permitida. Esse é buscar o entendimento para aqueles que correm demais. Hoje eu tava vendo isto, gente correndo a 100 km/h numa via que é de 80, 90 naquela que é de 60. Por quê? Porque saiu atrasado, né? Então tem que ter entendimento para que a por para ter que uma convivência no trânsito seja melhor, evita com evita acidente, né? Então, e ele fala também que a gente debater assertivamente é quando a gente fala, vamos conversar. E tem uma coisa que a gente aprende muito na formação, em atendimento fraterno, e nos grupos de autoajuda, ouvir o outro. Ah, a gente não ouve, a gente não, porque nós aí a gente põe muita gente, né? Nós fulano de tal pensa igual eu, ciclando pensa igual eu, vamos parar. e deixar o outro falar, aí eu falo e aí a gente pode, porque quando o outro fala, não com a ideia de falar assim: "Não, ele tá falando isso, mas eu vou responder desse jeito." Ouvir o que ele sente, ouvi a opinião dele, o que que ele tá achando daquilo, se ele já teve uma vivência com aquela situação, daquela com aquela situação para eu poder fazer uma análise, porque às vezes eu nem preciso de debater. Eu já entendi, ele já me tirou, já me tirou as dúvidas que eu tinha. Eu não preciso, às vezes eu vejo a como mãe, às vezes eu queria que minha opinião prevalecesse, viu, gente? Porque eu sou mãe, porque eu sou mais velha, porque eu tenho mais experiência, porque eu já vivi. E quantas vezes o filho fala agora eu ouço aí eu falo, sabe que ele tá certo? E agora tem uma outra geração que tá melhor ainda para me ensinar, geração de netos. O neto não tem, não tem divergência. Neto é uma coisa só, é a geração de hoje. Eles lutam para aquilo que é bom para todo mundo, não é só para eles. Eles são amigos de todo mundo, tudo quanto é raça, gênero, é qualquer coisa eles estão certos. Esses dias meu neto falou: "Não, vó, mas não é bem desse jeito". Aí eu falei: "Ei, ei, ei, ei, então eu tenho que ter muito cuidado e antes de

uanto é raça, gênero, é qualquer coisa eles estão certos. Esses dias meu neto falou: "Não, vó, mas não é bem desse jeito". Aí eu falei: "Ei, ei, ei, ei, então eu tenho que ter muito cuidado e antes de falar. E se eu tenho muito cuidado antes de falar, eu penso diferente." Então, ela fala que consciência e respeito, né, a ideia e atitudes contrárias à nossa, né? E tem uma coisa que a gente fala muito aqui, respeitar o livre arbítrio, gente. O grau de evolução aqui a gente coça muito por causa dos dos mosquitinhos, né? o grau de evolução de cada um. Isto é fundamental, que a gente esqueça tudo que foi vai ser falado, mas lembrar que eu tô num grau de evolução. Eu vim para cumprir aquilo que eu não fiz e ainda a tarefa dessa dessa momento de vida. Então, não posso ser igual um Chico Xavier, não posso de jeito nenhum. Não posso ser igual ao meu vizinho, não posso ser igual ou para mais ou para menos, né? Por quê? Porque eu tenho eh trabalhos a ser feito na minha evolução. E como que eu vou discutir com o outro se o outro também tem o seu momento reencarnatório diferente do meu? Então, e só isso já bastava a nossa fala, não é? Já bastava. Mas falar assim 20 vezes para sair daqui, né? é eh sabendo sair daqui daqui com aquilo dentro do coração. Cada um de nós estamos num processo, num degrau evolutivo, que nós temos que cumprir tarefas e para poder seguir à frente. Então, como que eu vou dar o contra? Então, conviver com aquele que na evolução espiritual está abaixo de mim, eu vou usar abaixo, né, para ficar mais fácil de entender. Eu falei: "Ih, ele não sabe ainda preconceituoso. Eu não, eu não fico perto daquele ali porque aquele é assim, aquele é do time, time de futebol, né? Eu tem briga, né? Ninguém convive bem". Aí uns fala: "Ah, porque o seu time é isso? Eu fui comprar uma camisa, um jaquetinha, gente, para um neto de 7 anos. Teve tanta crítica por causa do time de futebol dele. Ah, você compra, mas ele não vai usar isso nunca. Olha aí, porque o time dele não tá ganhando. Quer dizer, e daí, né, isso

para um neto de 7 anos. Teve tanta crítica por causa do time de futebol dele. Ah, você compra, mas ele não vai usar isso nunca. Olha aí, porque o time dele não tá ganhando. Quer dizer, e daí, né, isso dentro de uma loja ainda me falou isso. Ainda bem que não tinha a jaqueta, né, do time que eu ia ainda pagar. até caro porque eu queria oficial porque ele ia achar tão bom. Aí quando comprei em outra loja que não teve problema e não foi de time, mas eu vi isso. Olha, nós cada um é de um time, vamos vibrar pelo esporte e nós ficamos contra. Tem brigas, tem morte porque não dá conta de conviver, né? Então a gente viu muito isso. Eu acho que hoje não tá tendo muito isso não, né? Eu não tem, é porque eu não tô sabendo mais, né? Eu achei absurdo, mas é isso que acontece, né? Então, cada um e os que estão acima já com a tarefa anterior mais comprida, então vai escalar porque a ele combinou que seria teria tal coisa mais na frente. Então ele tem que fazer mais rápido, ele tem que estar mais na comunhão, ele tem que estar mais no serviço social, ele tem na na caridade. Aí a gente vai segui-lo como exemplo. O outro também como exemplo, pra gente não ficar estacionado naquilo que nós precisamos de crescer. Isso é boa convivência. A gente aprende com o de lá e a gente aprende com aquele e a gente aprende, pega as duas coisas e soma. Os grupos de alta ajuda aqui é que é dependência química, é o viver que é ideiação suicida, e o acolher depressão, ansios ansioso e e autolador, aquele que se lesa, né, que se corta. Lá a gente lança uma pergunta ontem, a pergunta para vocês verem que tá dentro dessa convivência, como eu me vejo dentro da minha família, porque nós esse mês é sobre a família, né? Como eu me vejo, teve eu vi um falar, vi outro falar, pensa: "Meu Deus, olha como que é. Uns que se via de uma maneira muito positiva, outros não. Outros não sabe nem mais quem é a família, que sumiu da família, tá perambulando por aí. Quer dizer, a gente conviveu com respostas de choros também, né? com respostas muito

uito positiva, outros não. Outros não sabe nem mais quem é a família, que sumiu da família, tá perambulando por aí. Quer dizer, a gente conviveu com respostas de choros também, né? com respostas muito diferente e podemos sair daqui dali como eu que tenho minha família, aquilo para mim foi muito bom para eu valorizar a família que eu tenho. E tem uns que não tem família, não tem, não sei, não sei quem é mais. Tem 20 anos que eu tô por aí, não sei, não tem nem imagino como que eles são. E assim cada um falou. Então isto que é bom, porque lá a gente vê o contrário, a gente vê o igual, a gente vê aquele que tá não chegou ainda onde eu estou, né? Agora imagina para chegar onde que o outro está. Então essa convivência ela é perfeita porque ela nos ensina a esse respeito. Não importa se o filho tem dois pais ou o filho tem duas mães, tem mãe e tem pai, né? Induplicidade nós temos. E ela fala: "Ah, eu tenho meus pais, meus pais, o grupo acolhe com uma assim uma felicidade tão grande, porque eu só tenho um pai, ela tem dois. Quer dizer, e eu acho muito bom e ela tá cuidando de um que não é o consanguíneo, é o espiritual que tá muito ruim e tá em casa. Ela tá preocupada, quer saber como que faz e não tem diferença. Se convive bem e nós às vezes fazemos diferença. Fazemos diferença até pelos raças de cachorro, né? Porque acho que o meu é grande, que é isso, que é aquilo, mas o pequenininho faz mais coisa, entendeu? E não encosta nesse aqui porque o grande vai atacar o pequeno. A gente até isso eu vejo lá quando eles reúnem à tarde de sábado lá no meu no meu bairro. para fazer uma uma reunião de cachorros. Eu vejo que os pequenininhos fica para um lado, os grandes fica para outro e esses ficam lá contando vantagem dos cachorro deles. E eu fico de longe observando. Olha aí, não convive. Por que que não convive tudo a mesma coisa? Assim somos nós também, né? Então ele continua falando, né, que cabe ao ser interagir com mais maturidade. Eu acredito, não tenho certeza. A doutrina espírita nos ensina

ão convive tudo a mesma coisa? Assim somos nós também, né? Então ele continua falando, né, que cabe ao ser interagir com mais maturidade. Eu acredito, não tenho certeza. A doutrina espírita nos ensina muito, muito a gente agir com mais maturidade, porque ela é uma doutrina que não faz distinção. Ela não faz distinção, porque nós entendemos que nós reencarnamos para melhorarmos. Então, não tem ninguém melhor, muito melhor aquele que não precisa mais. Se não precisasse, eu já tinha partido daqui, né? Tinha partido. Daqui a pouco ele é até um Jesus, né? Porque vai chegar um Jesus. Mas não, nós entendemos que nós estamos aqui não como devedores, eu não gosto disto, como equivocados de vidas passada. Estamos aqui para refazer, para melhorar, para interagir com o outro, aprender com o outro, né? Então, eh, e tendo a certeza que nós não temos, né, a verdade absoluta, porque eu tenho a minha verdade, eu já vi isso e você tem a sua verdade. Olha aí, seria bom se convivesse com as duas verdades, né, que eu aprendia com a verdade desse, aprendia com a verdade daquele e aprender com a minha verdade, né? Fazia aquela mistura, né? Não é sorvete que põe um sorvete de de creme, depois põ de chocolate, põe aquela coisinha pistacho em cima, põe mais não sei o quê e convive com o sabor maravilhoso, maravilhoso, né? Então, verdades parciais não são verdades. Ele fala, né? a gente e aí eu lembrei, meu marido falava muito, ele era médico, aí ele ele às vezes ele comentava alguma coisa, fala assim: "É interessante, né? Tem gente que fala assim: "Não, eu tô com um princípio de pneumonia. Eu não tenho princípio de pneumonia. É, é pneumonia ou é uma gripe?" Não tem princípio de pneumonia, né? Então, verdades parciais não são verdades, né? não são verdades. Porque nós, o ser consciente atua, que ele botou aqui, atua com hipótese e busca não acreditar que tem conclusões sobre todos os problemas do mundo, né? Então, a minha verdade é verdade e ponto final. A minha mentira é mentira e ponto final. Eu não

aqui, atua com hipótese e busca não acreditar que tem conclusões sobre todos os problemas do mundo, né? Então, a minha verdade é verdade e ponto final. A minha mentira é mentira e ponto final. Eu não tenho meia mentira. Eu já falei isso. Ah, não é uma mentirinha, mas é mentira. Ela não é pequena, ela é mentira. amor, um pouquinho de amor, não é amor ou não é amor, é simpatia, é querer bem, é um monte de outras coisas, né? Ele fala que também Jesus, aliás, ele fala, não, Jesus falou que nos ensinou, aliás, na realidade que é mais fácil conviver com aqueles que amamos do que com aqueles que são diferentes. Isso a gente já sabe. O que amamos, nós passamos a mão na cabeça, né? Não tem problema. Gosto dele, perdoo tudo, ele fala e eu aceito, né? Eu tenho muito isto eh numa situação eh entre eu e meus netos e a avó paterna e os os netos que são em comum. Às vezes acontece alguma coisa e eu falo assim: "Não, olha isso aqui dessa agora não dá. Nós não vamos fazer. Você fez isso. Por que que você não pensou? Por que que você não perguntou? Por que que você não foi ver?" A outra não, Rut são tão bonitinhos, gente. 18 e 24, 25 anos. Semana que vem 25 anos. São tão bonitinhos. Olha, isso é coisa de adolescente. Então, nós temos uma diferença de posição. E eu tô vendo que eu tô sendo a bruxa da história. A bruxa da história. Não para eles, porque eles dão uma risadinha, porque eu não concorro com presente, porque ela ganha de mim se eu concorrer. Então eu dou uma lembrança e ela dá um presente. Um presente vocês sabem como que é. já é um preço absurdo, né? Então, a convivência minha com ela é eu entender que ela só sabe fazer daquela jeito. Ela não precisa, eu não sei se eu acho que ela não quer mais carinho, não. Não quer mais carinho, mas ela acha que precisa agradar daquela forma. E eu não preciso de agradar. Já nascemos agradáveis, sem problema nenhum, nenhum, nenhum. Ela tá errada? Não, não tá. Eu tô errada também. Não está, não estou. Vivemos uma convivência boa. Eu respeitando, que às vezes ela dava

r. Já nascemos agradáveis, sem problema nenhum, nenhum, nenhum. Ela tá errada? Não, não tá. Eu tô errada também. Não está, não estou. Vivemos uma convivência boa. Eu respeitando, que às vezes ela dava presente, que não tinha nem como fazer, não tinha nem aparelho para botar o joguinho, tinha que comprar o jogo, a o aparelho, porque ela dava um joguinho que não existia o aparelho aqui, porque esse joguinho era de outro país. Aí ela pedia e trazia. Chegava lá, falou: "Vó, mas não, não tem como jogar nisso aqui, mas daqui a pouco a gente dá um jeito". E dava um jeito, entendeu? Então é bom essa convivência de um que é farturento e a outra que é comedida. Quem tá errado, quem tá certo? Ninguém. A gente ama. A gente ama e cada um faz do jeito que quer, do jeito que dá conta, né? Então Jesus disse que é mais fácil conviver com aquele que amamos, mas o grande objetivo da nossa vida é viver com diferente, é aprender com diferente. Imagina se Jesus fosse escolher só aquele que fosse bem bem assim manso de coração. Nossa, que que ele escolheu? Meu Deus do céu, né? Ele escolheu, se fosse hoje, ele ia escolher todos nós. Naquela época ele selecionou entre 12, né? E como não dá pra gente falar da dessas diferenças todas, a gente vai pegar aqui na ceifa de luz, né? Lá o capítulo 52, ele fala da necessidade da convivência. ou Emanuel fala. E eu vou, vamos ler só pra gente sair daqui com essa noção, porque é tanta é uma parte bem teórica, mas que a gente pode ir falando e a transformando aquilo em exemplos, né? Ela fala que eh que jamais se vê disposto a esquecer as ofensas de que haja sido objeto. Então, eu posso não esquecer nunca. Ou eu uma hora eu posso esquecer sim, né? Ou eu posso ver que alguém fez, eu não esqueço a ofensa, mas o outro esquece. E eu falo: "Nossa, mas ele ele é um bobo, ofendeu e ele esqueceu." Mas eu posso pensar, quem tá mais feliz, quem tá mais livre é o outro. Então eu posso aprender sim. Ele diz também que apenas se lembra dos adversários com o propósito de

obo, ofendeu e ele esqueceu." Mas eu posso pensar, quem tá mais feliz, quem tá mais livre é o outro. Então eu posso aprender sim. Ele diz também que apenas se lembra dos adversários com o propósito de arrasá-los. Às vezes nós vemos o outro, eh, lembramos dele e mandamos pensamentos negativos com aquilo que ele nos fez, mas não pensamos aquilo que ele fez eh teve, ele vive numa dificuldade porque ele fez aquilo, ele fez aquilo porque ele vive numa dificuldade, ele tá num sofrimento. É aquelas ofensas, alguém pisou no meu pé e eu fico muito aborrecida porque ele pisou no meu pé, mas eu não pensei por que que ele pisou, ele não viu pisar no pé é as ofensas, né? é falar uma coisa na nossa casa. Você fala uma coisa e o outro te dá uma resposta, uma má resposta e a gente aborrece, aborrece e retribui, replica. Aí fica aquela coisa, né, de vai e vem, um ping-pong. Será que quando ele deu uma má resposta, a gente não parou? E falou: "Sabe o que que tá acontecendo? O que que tá se passando para ele ter respondido desse jeito? Volta lá atrás, dá macharé". e pensa, ele não é desse jeito. Por que que hoje ele está desse jeito? Aí sim nós estamos com aprendendo a conviver com as más respostas, mas também com as respostas amorosas, né? Ele também fala que não analisa as razões dos outros. Ah, mas a gente faz isto, né? Faz isso, não analisa as reações dos outros. a fixar-se unicamente nos direitos que julga pertencele, né? Então o outro eu julgo, mas e eu e eu o outro teve essa razão, mas eu só penso que na minha razão, no meu direito, naquilo que eu que eu tenho. E a gente vê muito isso, né? O, a gente vê o outro numa situação e não aceita, mas quando aquela situação é comigo, é de bom tamanho, né? Ele fala também para terminar, porque o tempo corre, né, que se utiliza da verdade exclusivamente para ameaçar ou ferir. Eh, a verdade é de cada um, mas a verdade do outro às vezes me fere, né? E eu levo a minha verdade de uma forma que fere o outro. às vezes eu eh sobreponho a minha verdade a verdade do outro e a

erir. Eh, a verdade é de cada um, mas a verdade do outro às vezes me fere, né? E eu levo a minha verdade de uma forma que fere o outro. às vezes eu eh sobreponho a minha verdade a verdade do outro e a verdade de cada um é a verdade de cada um. Eh, a gente costuma muito ver isto. Eh, eu não eh, por exemplo, uma vez teve uma um uma situação no banco que eu fui comprar um um dólar para viajar e a moça do caixa já me conhecia e aí foi aí, vai para onde? Porque a gente não compra dólar para ficar aqui, né? Eu falei assim: "Não, vou viajar para tal lugar, um congresso espírita". Ela falou assim: "Eu falei: "Congresso espiral?" Eu falei: "Ah, falou desse jeito. Olha aí". Ela falou assim e eu olhei e eu falei: "Não vou falar nada". E ela falou assim: "Ah, mas essa espiritismo não é nem religião, né? Vocês não t nem Bíblia". Olha, gente, o caixa do banco, a verdade dela era esta. A minha verdade é que é uma religião. E nós não temos uma Bíblia escrita Bíblia espírita. Nós temos Evangelho Segundo Espiritismo, que é o Novo Testamento. Eu vou falar isso para ela. Aí depois de tudo isso, ela falou: "Não, nós não vendemos dólar aqui, não. É lá perto do conjunto nacional. E eu saí dali com a minha verdade e ela ficou com a verdade dela. Só porque a minha verdade, aquilo da verdade, ela me feriu. Eu tive vontade de fazer ouvidoria no com o presidente do banco daquela situação. Por quê? Quando eu saí, muita gente, isso é um absurdo, como é que faz um negócio desse e tal. Quando eu saí, falei: "Gente, eu tô comprando um, tá querendo comprar um dinheiro para eu ir no congresso mundial espírita, onde eu quero encontrar com todos os espíritos outros que estamos, nós estamos entre os iguais, né, que vamos poder eu e diferentes países onde eu vou aprender com cada país, eu vou querer fazer ouvidoria contra uma pessoa dessa. Rute, pensa direito, minha filha. Não é desse jeito não. Se pensasse desse jeito é melhor você ficar aqui, né? Então a convivência ela é muito boa quando eu aproveito dela. Eu nunca

uma pessoa dessa. Rute, pensa direito, minha filha. Não é desse jeito não. Se pensasse desse jeito é melhor você ficar aqui, né? Então a convivência ela é muito boa quando eu aproveito dela. Eu nunca esqueci porque depois quando eu voltei ela falou: "E aí foi no congresso?" Eu falei: "Fui". Gostou? Gostei. Ela tinha esquecido. Naquele momento, eu não sei o que que aconteceu. Se o pneu do carro dela furou, se ela brigou com alguém na casa, se o time dela perdeu, né? Já que nós falamos. Mas ela me fez aquela aquela colocação. Se eu não parasse para prestar atenção em mim, eu teria teria feito alguma coisa que poderia ter arrependido, ela poderia ter uma punição ou qualquer coisa desse tipo, né? Então a gente tem que prestar muita atenção. A verdade um é a verdade de cada um, né? E conviver com o diferente é a melhor forma paraa gente aprender. Então, uma bom dia para todos nós. Que a doce paz de Jesus esteja no coração de cada um e até a próxima, até dia 5, né, Valéria? Então, tá. Bom dia. Opa, muito obrigada. Agora eu vou convidar novamente a todos a fecharem os olhos e já nessa, já que nós estamos tão harmonizados, vamos sentir essa doce vibração que provém de todos esses amigos. agradecer, agradecer a esse pai amoroso que inspirou com tanto carinho a nossa amiga, a Rute, que nos trouxe esses ensinamentos, que nos lembrou que não precisamos evitar, que nós podemos acolher os diferentes. Vamos agradecer. também a Jesus, nosso mestre, que em muitos momentos foi até agredido, mas que permitiu que esses agressores colocassem a mão na consciência e revissem os próprios passos. agradecer por ele ter dado esses exemplos de amor, amor puro. Vamos agradecer a Bezirde Menezes, mentor da nossa casa, que poderia ter seguido adiante em sua jornada, mas que preferiu ficar ao nosso lado, nos sustentando, nos auxiliando a construirmos os passos de que tanto precisamos. Vamos agradecer a dona Ivone, essa senhora que também muitos e muitos momentos fracassou, dobrou os joelhos, deixou as

nos sustentando, nos auxiliando a construirmos os passos de que tanto precisamos. Vamos agradecer a dona Ivone, essa senhora que também muitos e muitos momentos fracassou, dobrou os joelhos, deixou as lágrimas caírem, mas que não desistiu de si mesma e se reconstruiu e sorriu com lágrimas nos olhos. e se permitiu transformar a si mesma na seara de Jesus, se fortaleceu com esse amor infinito e hoje nos dirige neste momento aqui na comunhão. E com todos esses luminares e mais os nossos próprios amigos, nós vamos agradecer por todas as oportunidades que temos tido, mesmo aquelas que não reconhecemos como oportunidades. E vamos dizer: "Obrigado, Senhor. Ajude-nos a refazermos nossos próprios passos e seguirmos adiante mais confiantes, mais amorosos e também com os seus passos podemos dizer obrigado, Senhor. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de

todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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