NECESSIDADE DA REENCARNAÇÃO - Márcia Sirotheau [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 08/07/2025 (há 9 meses) 36:10 176 visualizações

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Transcrição

Bom dia, amigos. Sejam muito bem-vindos ao nosso momento de harmonização da comunhão espírita de Brasília. Eu sou a Márcia e vou conversar com vocês hoje sobre um tema que nos é proposto pelo espírito Jorna de Angeles no livro Lampadário Espírita. é o tema da necessidade da reencarnação. É um tema que muitas vezes nos causa algum tipo de dúvida, porque frequentemente a gente ouve alguém falando assim: "Bom, quando eu terminar aqui minha missão nessa vida, eu não volto mais. Eu não venho mais reencarnar, vou dar um tempo por ali, muita confusão, boleto para pagar, doença, enfim, tanta coisa que nós estamos sujeitos quando ainda na matéria. E isso nos faz então eh pensar um pouquinho sobre isso. Será que é preciso a gente voltar? Para que que nós voltamos? Será que nós não poderíamos continuar evoluindo do lado de lá? É uma pergunta muito legítima. O espírito só evolui na terra, só evolui encarnado ou ele pode também evoluir no plano espiritual? E nós aprendemos estudando a filosofia espírita, que sim, ele pode também evoluir no plano espiritual, mas o momento em que nós voltamos pra Terra é o momento em que a gente vai ver se realmente aqueles nossos bons propósitos, aquelas nossas deliberações que a gente teve lá no plano espiritual, se realmente a gente consegue colocá-los em prática. O espírito Joana deângeles nesse nessa lição, ela começa nos lembrando alguns tipos de reclamações que muitas vezes nós fazemos ou nós ouvimos alguém fazer. Ela começa nos convidando a pensar. Quando a gente diz assim: "As lutas têm sido cruéis, dificuldades me assinam os passos em todo lugar. Sofro em demasia. Quem nunca falou isso, né? Meu Deus do céu, a vida tá difícil demais, é só problema, eu não aguento mais sofrer. E Joana deângeles fala assim para nós: "Clamam com reflexão aqueles que jornadeiam desatentos à trilha evolutiva." Quer dizer, quando a gente fala esse tipo de coisa, puxa, eu não aguento mais, tá tudo muito difícil, eh, eu estou sofrendo demais. É um tipo de reclamação que a gente faz

atentos à trilha evolutiva." Quer dizer, quando a gente fala esse tipo de coisa, puxa, eu não aguento mais, tá tudo muito difícil, eh, eu estou sofrendo demais. É um tipo de reclamação que a gente faz quando a gente tá aqui um pouquinho desatento, desatento e sem refletir o suficiente sobre o que é a trilha evolutiva, o que que nós viemos fazer aqui na Terra, para que a necessidade do sofrimento são reflexões que são muito muito legítimas e que a gente pode realmente se fazer, mas é preciso que a gente se desdobre um pouquinho para compreender que nós somos espíritos imortais num corpo de carne que nós temos apenas uma vida que desde que fomos criados como espíritos imortais, nós vivemos, quer seja no plano espiritual, quer seja no plano material, mas nós temos várias existências ou encarnações em que a gente vem para aprender e a necessidade ade reencarnação tem a ver com a nossa necessidade de aprendizado. Então, é como se as configurações fossem alteradas, as configurações de tempo, espaço, de encontrar essa ou aquela pessoa, fossem modificadas, planejadas para o nosso maior proveito. Joana de Angeles fala para nós assim, uma outra frase que ela vai nos trazer: "Acompanho a marcha do progresso e constato o êxito a coroar tantas cabeças e não me alcançar. Creio que em breve desistirei da luta. Ou seja, a gente olha assim: "Puxa, dá certo para todo mundo. Eu vejo gente que nem merecia e consegue o sucesso. E para mim nada dá certo, gente. Não aguento mais. Eu vou desistir. O espírito Joana deângeles nos fala, então, que essa essa revolta ela vai nos alcançar quando a gente está em pleno trabalho de redenção. Por quê? Porque na hora que a gente está nesse processo de redenção, ou seja, da gente se reinventar, da gente se modificar, às vezes a gente acha que tá pesado demais. E se a gente olhar para a nossa realidade com uma visão mais limitada, a gente vai pensar assim: "Puxa, não é possível. O outro lá que faz tudo errado consegue sucesso. Eu que procuro agir de

demais. E se a gente olhar para a nossa realidade com uma visão mais limitada, a gente vai pensar assim: "Puxa, não é possível. O outro lá que faz tudo errado consegue sucesso. Eu que procuro agir de uma maneira mais correta, procuro pautar minha vida por conceitos morais. Ah, eu só me dou mal. Não é possível, gente, não dá, não tá certo." E a gente começa a se perguntar: "Que justiça é essa divina?" E aí de novo nós nos lembramos da necessidade que nós temos de olhar o tomando um pouquinho de distância, deixando de ver apenas a nossa realidade material, apenas essa nossa existência e perceber que nós viemos de lutas passadas, em que nós no nosso na nossa vida de relação com os outros, nós magoamos. Somos muita gente, nós ferimos muita gente também amamos muita gente também fizemos coisas boas, mas é natural que naquela partezinha que nós falhamos, a gente no momento em que adquire uma maior consciência pense: "Puxa, eu preciso refazer esse trabalho". Não é assim na nossa vida? A gente vai fazer, convida, dar um exemplo bem simples. A gente convida uma pessoa que a gente ama para comer um bolo na nossa casa. Puxa, mas o bolo ficou horrível. Esqueci o açúcar. Isso aconteceu uma vez comigo quando eu era criança, gente. Um trauma terrível. Primeiro bolo que eu fiz na vida. Eu era menininha de 7, 8 anos, esqueci o açúcar. Aquilo ali me acompanhou um tempão até eu trauma, entender que eu podia fazer um bolo bom. Mas enfim, só pra gente descontrair um pouquinho, este exemplo, eh, nos faz refletir assim, quando a gente faz uma coisa ruim, um bolo ruim, que que a gente faz? Puxa, olha, saiu errado aí o bolo. Ah, eu vou fazer um outro bolo para você. Vamos nos encontrar novo. Eu vou, vou, olha, me dá uma chance que eu não sou essa cozinheira péssima, não. Eu vou acertar. E assim também nas nossas dificuldades com o outro. Quando a gente se dá conta do erro, nós queremos fazer de novo. Então, voltamos nesse processo que às vezes é difícil de nós nos depararmos com uma ou outra dificuldade que nos faz

ldades com o outro. Quando a gente se dá conta do erro, nós queremos fazer de novo. Então, voltamos nesse processo que às vezes é difícil de nós nos depararmos com uma ou outra dificuldade que nos faz às vezes desanimar. Mas vejam, quando nós olhamos a situação de uma maneira mais ampla e nós conseguimos perceber e nós viemos de várias existências, nós começamos a ter alguma compreensão da finalidade desses encontros difíceis. Joana deângeles segue nos falando dos fracassos que às vezes nós nos deparamos, né, com os quais nós nos deparamos. E muitas vezes a gente se é conduzido a um certo tipo de desespero diante do fracasso. Mas meus amigos, o que que é o fracasso? Fracasso, na nossa concepção, vamos dizer assim, mais apressada, mais eh desatenta, fracassa é quando as coisas não são como eu quero. Mas espiritualmente, o que é fracassar ou ter sucesso senão vencer as minhas próprias mais inclinações? Então, às vezes eu estou ali numa situação de dificuldade, acho que aquilo ali é um fracasso, mas se eu estiver utilizando aquela aquelas circunstâncias para o meu crescimento, para eu depurar, para eu aprimorar as condições que eu trago dentro do meu coração, eu estou numa jornada de sucesso. Olhem como a nossa visão às vezes é limitada e às vezes nos leva a nós nos entristecermos ou a nós nos desesperarmos justamente pela falta desse conhecimento, pela falta dessa compreensão. Então, Joana deângeles vai vai nos lembrar que todos esses que seguem sob aparente amargura aprendem na hora da aflição a valorizar os tesouros divinos que desperdiçaram no passado, ou por leviandade ou por loucura. E aí quando nós desperdiçamos as oportunidades, nós somos chamados a ao castigo, de jeito nenhum, ao recomeço. E nesse recomeço nós vamos começar por onde? Pelo local onde nós paramos. Então, Joana deângeles vai nos dizer: "Recomeçam pelos sítios em que desertaram da vida, fixando experiências que a rebeldia mal contida hoje transforma em novos cardos, ou seja, novos espinhos a se lhe

tão, Joana deângeles vai nos dizer: "Recomeçam pelos sítios em que desertaram da vida, fixando experiências que a rebeldia mal contida hoje transforma em novos cardos, ou seja, novos espinhos a se lhe cavarem nos tecidos sutis da alma. Nós recomeçamos naquele momento em que nós paramos. daquela daquele momento em que a nossa missão não foi completada, seja porque nós desistimos da vida, às vezes desistimos não da vida, mas daquela missão. Eu tinha a missão de reencaminhar determinado espírito que veio para mim às vezes como filho, às vezes como um teadro, como um primo que ficou, um primo mais novo que ficou dependendo de mim, enfim, não importa a condição. E eu, diante daquela responsabilidade que para mim era uma verdadeira bênção, já que eu e precisava daquele daquele resgate, daquele momento em que eu pudesse refazer o meu caminho com aquele espírito e se eu deixo aquilo para lá, não, não quero. Quer saber? dá muito trabalho, vou viver minha vida, não vou me importar, vou abandonar essa pessoa. Nós vamos ter que recomeçar desse ponto, com esse espírito que foi abandonado por nós. E aí, claro, quais dificuldades que esse abandono pode trazer? Então, são situações que às vezes se agravam por conta de uma conduta nossa equivocada. E aí, meus amigos, que que que nós fazemos nessa hora? Essa é a situação que todos nós enfrentamos, principalmente naquelas horas em que nós sentimos maior dificuldade, seja na convivência com alguém, seja num projeto nosso que não não se desenvolve como nós gostaríamos, seja diante de uma grande decepção que nós temos, que fazer nesta hora em que a tristeza parece que se aloja no nosso coração, o desespero vem batendo, arrombando a porta do coração e a gente não vê sentido em nada. Joana deângeles nos fala ter paciência diante dessa aflição e não se recolher a uma análise deprimente dos fatos e das oportunidades. Em vez da gente ficar enumerando as nossas infelicidades, enumerando as dificuldades, que a gente possa voltar o nosso olhar, ela vai nos

colher a uma análise deprimente dos fatos e das oportunidades. Em vez da gente ficar enumerando as nossas infelicidades, enumerando as dificuldades, que a gente possa voltar o nosso olhar, ela vai nos dizer, para a claridade das estrelas, espalhando luminosidade, seja durante o dia, seja na escuridão da noite. Que estrelas são essas que nesse momento de luta, nesse momento de escuridão, podem ainda nos iluminar e nos guiar. É o entendimento que o Cristo veio nos trazer sobre a nossa vida, sobre a nossa própria vida, sobre a necessidade que nós temos para construir a nossa felicidade de nós aprendermos a nos amar. Tem pessoas que nós amamos com tanta facilidade. Puxa, é tão fácil gostar de algumas pessoas, às vezes pessoas que a gente nem conhece. E tem outras pessoas que a pessoa fala: "Bom dia, a gente nunca viu aquela pessoa na vida e aquele bom dia parece que nos irrita de uma maneira". Por que isso? Por que essa animosidade gratuita? Será que é gratuita? Será que são encontros ou se tratam de reencontros? E a doutrina espírita vai nos explicar isso muito bem, falando que nós estamos sempre ligados aos outros pelos laços do afeto. Seja um afeto positivo como o amor, seja um afeto negativo como ódio, desejo de vingança. E aí a gente fica energeticamente ligado para que nós consigamos fazer o quê? depurar essas relações, purificar essas relações, fazer a transformação que nós precisamos fazer dessa relação adoecida em uma relação mais saudável. Será que isso é do dia paraa noite? Claro que não. Claro que não. O que é esperado de cada um de nós, meus amigos, não é que a gente consiga sair de uma situação de profunda animosidade com alguém, de profundo ódio para uma situação de amor e de sentir-se bem ao lado daquela pessoa do dia paraa noite. Não é isso. O que é esperado de nós é o primeiro passo. Um passo. Qual é a distância de um passo? é o tanto que nós conseguirmos e a distância que a nossa perna vai conseguir dar. Cada um tem um tamanho de passo, não é isso? Quem é muito alto dá

iro passo. Um passo. Qual é a distância de um passo? é o tanto que nós conseguirmos e a distância que a nossa perna vai conseguir dar. Cada um tem um tamanho de passo, não é isso? Quem é muito alto dá um passão. Quem é tem a perna mais curtinha, o passinho é menor. Qual o passo que nós vamos dar e de que pernas nós estamos falando metaforicamente? é a nossa, o nosso tanto de evolução espiritual, o passo que no nosso nível evolutivo nós conseguirmos dar. Muitas vezes esse passo é da gente não agredir aquela pessoa. Puxa, um esforço danado para eu não agredir, porque minha vontade era tão grande de agredir, conseguir não agredir, fiz um esforço para isso. Parabéns, o primeiro passo e outros se seguirão. Então, Joana deângeles nos fala que tudo na nossa vida são lições. tudo, as coisas boas, as coisas ruins, as dificuldades, tudo para o nosso engrandecimento. E é o desgosto que a gente sente agora que vai se transformar depois em uma proveitosa experiência. Como que o desgosto vai virar uma experiência proveitosa? Eu souber crescer diante daquela dificuldade, se aquele desgosto, se aquela contrariedade servir de alguma maneira para que eu possa manifestar algo em mim que tava ali encoberto, tava ali escondido. Puxa, eu não sabia que eu era capaz daquela capacidade de perdoar, daquele tanto de paciência. Eu não sabia que eu era capaz de de um gesto de mais ternura com aquela pessoa. E aí nós vamos então transformando esses desgostos, essas infelicidades em lições e em experiência que vão nos fortalecer e vão nos auxiliar. Para isso, precisamos trabalhar sem ansiedade, trabalhar sem que a gente tenha assim aquela ilusão de que nós vamos conseguir do dia paraa noite, de que tudo vai ser como eu quero. Ah, basta eu ir tomar passe que a minha vida, os caminhos vão se abrir. Ou eu vou lá pra igreja e aí tudo vai mudar, porque Deus vai tocar na minha vida e eu vou ficar completamente satisfeito. Não. Deus toca na nossa vida, nos ajudando a crescer. Muitas vezes são as dificuldades que são o

greja e aí tudo vai mudar, porque Deus vai tocar na minha vida e eu vou ficar completamente satisfeito. Não. Deus toca na nossa vida, nos ajudando a crescer. Muitas vezes são as dificuldades que são o instrumento para esse crescimento. O que nós devemos nos perguntar é: qual a minha posição, qual a minha postura diante da dificuldade? É de superação, é de coragem ou é de revolta? Se eu estou na posição de revolta, eu vou perpetuar aquela situação, porque a lição não tá sendo aprendida. Mas se eu estou naquela posição que Joana de Angeles vai nos vai chamar de resignação ativa, ou seja, eu estou lutando para melhorar, eu entendo que aquilo ali veio para mim, eu não me revolto, mas eu procuro fazer o melhor com aquela situação, resignação ativa. Então, nós vamos construindo as lições e nós vamos apaziguando o nosso coração. Por isso ela nos diz: "Afervora-te ao exame do trabalho sem a desarmonia ansiosa dos resultados que temes." Ou seja, sem a gente se deixar levar pela ansiedade de achar que coisas boas não nos acontecerão, que não vai dar certo, não. Vamos trabalhar, vamos fazer a nossa parte. a gente se entregar ao trabalho sem ansiedade, com a consciência tranquila de que nós estamos fazendo a nossa parte diante daquela situação difícil. E ela nos diz: "O que hoje parece insucesso, logo mais se converterá em dadivoso bem. Por quê? Porque nós vamos aprender aquela lição, nós vamos incorporar qualidades positivas ao nosso coração. Então, a reencarnação é para todos nós um recomeço, é um precioso, uma preciosa oportunidade de transformação, da gente superar as dificuldades, registrando as bênçãos no mundo da nossa alma. Porque as dificuldades superadas, meus amigos, são para nós experiências de libertação, não é isso? Quando a gente supera uma dificuldade, a gente não sente, puxa, pensei, me libertei. Então são experiências de libertação e de superação. Libertação do nosso imediatismo. Ela nos fala, querida mentora Joana de Angeles, nos fala: "Precisamos superar o nosso

, puxa, pensei, me libertei. Então são experiências de libertação e de superação. Libertação do nosso imediatismo. Ela nos fala, querida mentora Joana de Angeles, nos fala: "Precisamos superar o nosso mediatismo. Por quê? Nós queremos tudo para ontem. A gente quer entender um pouquinho o evangelho e a gente já quer que a nossa vida seja exatamente como a gente quer, com tudo do jeito que eu acho que deve ser, senão não tá bom. Isso é o imediatismo. Nós queremos colher os frutos da paz, da tranquilidade, sem às vezes ter o trabalho de plantar essa paz e essa e essa e esses momentos de alegria. Precisamos nos esforçar para plantar agora o que nós vamos colher depois. E ela nos fala: "Meu Deus do céu, quanta gente retorna à carne para refazer as experiências que ficaram deixadas à margem, à margem do caminho. Somos muitos que retornamos nessa condição. diria que a maioria de nós retornou aqui nessa condição de retomar o que nós deixamos sem fazer, o que nós deixamos sem realizar ou de refazer o que nós fizemos de uma forma que não foi adequada, que não foi a melhor forma, que não foi a forma que trouxe tranquilidade ou felicidade ao outro, que a gente possa retomar. E é tão lindo isso, a chance de recuperar. Isso é maravilhoso, meus amigos. Isso é a prova da misericórdia divina com todos nós para que a gente não se sinta ali culpado ou de alguma maneira indigno. Não, se a gente errou, vamos refazer, vamos seguir adiante. Isso nos liberta e isso vai apaziguando o nosso coração. E assim, de pouquinho em pouquinho, nós vamos caminhando até chegarmos à perfeição. O que nos compete agora, nesse momento da nossa existência? Aproveitar as oportunidades que nós temos de crescimento, porque as oportunidades elas são para nós dádiva divina. Imagina essa conjunção em que você se encontra hoje, nesse momento da sua vida em que você encontrou pessoa A, B ou C. convivendo nesse espaço e nesse tempo em que nós estamos. Imagina o trabalho da espiritualidade para nos reunir, para que a gente encontre aquela pessoa

ua vida em que você encontrou pessoa A, B ou C. convivendo nesse espaço e nesse tempo em que nós estamos. Imagina o trabalho da espiritualidade para nos reunir, para que a gente encontre aquela pessoa naquela fase da nossa vida. daqui a uns anos a gente encontra outra pessoa e essas pessoas vão somando a nossa história, nos ajudando a construir esse esse nosso templo interior de paz, como se fossem pequenos tijolinhos que vão se somando. O que um me ensina, o que o outro me ensina, o que eu construo mais adiante com outra pessoa. Quantas pessoas passam pelas nossas vidas, amigos, amores, parentes, que às vezes a gente tem bem pertinho da gente, às vezes a vida separa, seja a separação do espaço mesmo, a pessoa foi morar em outro lugar, seja através da desencarnação, separação de plano vibracional. E aí nós nos sentimos separados também. E aí nós vamos nessas relações então que se aproximam e se afastam, construindo a nossa paz de espírito, porque vamos desenvolvendo as os nossos atributos morais que estão adormecidos no nosso coração. Joana deângeles vai nos lembrar que se não fossem os sabores, a gente ficaria parado, estacionado no caminho. Se não fosse as dificuldades, como é que a gente ia trabalhar o nosso espírito? Se alguém, se todo mundo faz tudo que eu quero, do jeito que eu quero, como é que eu vou aprender a perdoar? Se tudo acontece a hora e a tempo, como eu desejo, como é que eu vou ter paciência? Então, vejam que as dificuldades elas vão nos ajudando a trabalhar esses aspectos que precisam ainda ser trabalhados. E ela fala, nos traz aqui uma uma imagem muito linda do pavio de uma vela. O pavio que não arde conserva-se, não é isso? Pavio da vela que ela não é acesa, ele tá ali, tá conservado, mas não espalha a luz. Então é através das dificuldades, do trabalho, é que nós vamos espalhando a luz para nós mesmos e para aqueles que nos rodeiam. E por isso o espírito nasce renasce, sempre alargando as possibilidades de fraternidade. Porque se a gente ficasse

lho, é que nós vamos espalhando a luz para nós mesmos e para aqueles que nos rodeiam. E por isso o espírito nasce renasce, sempre alargando as possibilidades de fraternidade. Porque se a gente ficasse só naquele núcleozinho, ah, não, mas é tão bom eu ficasse aqui com todo mundo que eu gosto, eu já tenho assim um núcleo familiar que é muito tranquilo, a gente se dá bem e a gente fica ali só fechadinho, né? Todo mundo ali fechadinho, sem expandir a nossa possibilidade de amar a outras pessoas. Como é que seria isso? Não ficaria, nós não conseguiríamos nunca alcançar o objetivo da união fraternal, que é o objetivo de todos nós, que nós nos amemos como irmãos, que nós nos amemos uns aos outros como Jesus nos amou. E para isso, então, nós vamos encarnando, renascendo em diversos círculos para que a gente alargue os horizontes da fraternidade entre todas as criaturas. Então, meus amigos, a Joana de Ângeles nos fala nessa mensagem tão linda que nós procur procuremos através das lutas diárias nesse estado transitório da encarnação, superar as dificuldades para que a gente vá evoluindo, para que a gente vá acendendo de tal modo que esta oportunidade que eu estou tendo agora, que é muito significativa que esta oportunidade seja para nós uma ponte que vai nos levar a uma vida melhor. Esse momento que eu estou vivendo agora, esse é uma ponte para me levar a uma vida melhor, para me levar a uma vida em que eu finalmente conquiste a possibilidade de ter mais claridade no meu coração, de não estar sujeito, sujeita mais a professora dor, que é uma professora nossa, que nós ainda precisamos, mas o dia que nós fomos aprendendo a lição do amor, Amor, professor não vai mais ser necessário. É a ponte. A ponte é esse momento atual da nossa existência. E nós vamos construindo essa ponte, vencendo a quem? A nós mesmos, vencendo as nossas dificuldades internas. E assim nós seguimos caminhando diante das dificuldades, meus amigos. Portanto, vamos fazer como a mentora querida nos recomenda. Vamos trabalhar, vamos

smos, vencendo as nossas dificuldades internas. E assim nós seguimos caminhando diante das dificuldades, meus amigos. Portanto, vamos fazer como a mentora querida nos recomenda. Vamos trabalhar, vamos agradecer e vamos confiar. Não existem injustiças. Temos sempre oportunidades para crescer. Vamos então aproveitar as nossas oportunidades, pedindo o consolo necessário, a força necessária, através da prece, através das boas ações, que são uma maneira também de nós orarmos. E vamos seguir em frente com bom ânimo, com esperança, porque eu tenho certeza absoluta que todos nós estamos muito bem resguardados e muito bem protegidos, especialmente quando nós nos dispomos, nos dedicamos a trabalhar pelo nosso crescimento. Meus amigos, fiquem com Deus e eu convido a todos para o passe virtual em seguida. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade.

idos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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