NATAL SIMBÓLICO - Clóvis Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/12/2025 (há 3 meses) 48:00 1,021 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite, minhas irmãs. Boa noite, meus irmãos. Boa noite, às crianças. Uma alegria muito grande estarmos aqui reunidos novamente. Queremos saudar a todos também que nos acompanham pelas nossas redes sociais, as redes sociais da comunhão espírita de Brasília. Meu nome é Cludos Leite, sou expositor espírita e hoje nós vamos trabalhar a palestra de hoje. Mas, primeiramente, como nós sempre fazemos, para nós fazermos a nossa conexão com Deus, com os espíritos que estão aqui presentes para nos orientar, a gente faz a prece inicial. Eu vou fazê-la em nome de todos nós. Senhor Jesus, espiritualidade amiga, pedimos a vossa luz e proteção para este momento. que nossos corações estejam abertos para receber as mensagens, que nossos pensamentos sejam levados e que a verdade e o amor nos guie instante. a harmonia e a paz esteja conosco, inspirando, dando entendimento e a prática do bem. Que Deus, a sua sabedoria e com a sua misericórdia possa nos orientar hoje para as palavras que iremos proferir, para falarmos de um assunto muito importante. Então, nesse instante, desce sobre todos nós as luzes que renova a nossa vida e que Deus vai nos conduzir. Que assim seja. Bom, meus irmãos, hoje nós vamos falar de uma mensagem muito interessante baseada no livro Pontos e Contos, lá no capítulo 37, que é uma mensagem mediúnica ditada pelo Espírito Humberto de Campos, através da psicografia do nosso querido Francisco C. Xavier e intitulada de Natal simbólico. Nós vamos falar sobre isso até pela data que se aproxima, né, Natal, pra gente quebrar algumas situações, alguns momentos e essa simbologia pra gente falar sobre esse Natal. Então essa data ela é muito importante para o cristianismo, onde nós precisamos escolher,

atal, pra gente quebrar algumas situações, alguns momentos e essa simbologia pra gente falar sobre esse Natal. Então essa data ela é muito importante para o cristianismo, onde nós precisamos escolher, refletir e meditar um pouco mais, justamente no sentido espiritual dessa data que é marcada por mais generosidade, pela fraternidade e pela simples de Jesus, pela simples lembrança de Jesus que movimenta o maior número de pessoas. pessoas e de corações que permite a nós conseguir sentir e ir além da data festiva em si, a data comercial que é que é sempre uma oportunidade de refletir num sentido mais profundo do Natal. relembrarmos do próprio mestre Jesus e sua mensagem, como também o compromisso que nós assumimos com ele para adentrarmos as fileiras do consolador, do consolador prometido e por consequência o próprio espiritismo. É como disse Chico Xavier, que o Natal é a necessidade de reafirmar o nosso compromisso de cristianização de nós mesmos. E é nesse sentido que nós gostaríamos de falar, colocar a nossa fala para esclarecer essa situação e essa data, como ela é do ponto de vista terreno, serviça, só pelo ponto de vista terreno. Isso é para entendermos as várias perspectivas que temos do Natal, pelos benfeitores que nos trouxeram essas mensagens através de Chico Xavier. E o Humberto de Campo faz essa abordagem que nem é sua. Ele simplesmente serviu de repórter. Humbert Campos é o repórter espiritual. Ele foi o porta-voz, uma abordagem que ele ouviu e pôde acompanhar no mundo espiritual. Quando um espírito mais elevado vê esclarecer e abrir novos horizontes a respeito do Natal. Por isso, a mensagem é intitulada de Natal simbólico. Nós vamos trabalhar nisso aqui hoje, porque nós somos convidados a fazer com o evangelho. Não nos detendo simplesmente no evangelho, nas passagens, apenas no aspecto histórico, numa narrativa de um fato, sejam as falas de Jesus, como qualquer acontecimento ou qualquer gesto, que está revestido de um significado simbólico, espiritual, acontecimento que nos parece em mais

ico, numa narrativa de um fato, sejam as falas de Jesus, como qualquer acontecimento ou qualquer gesto, que está revestido de um significado simbólico, espiritual, acontecimento que nos parece em mais singelos, que tem uma significação profunda, como nos ensina Emanuel, guia espiritual de Chico Xavier, quando aqui ele esteve encarnado. e tantos outros trabalhadores no estudo minucioso do Evangelho, ajudando-nos a ir além do véu da letra, identificando realmente o espírito que alimenta a nossa alma. Então é diferente os acontecimentos em torno do Natal ou do nascimento de Jesus, para além dos acontecimentos singelos que por si só nos trazem. Então é uma perspectiva que nós vamos estudar hoje, onde podemos olhar para o Natal que nos interessa, da maneira que acontece esse Natal. a ser enxergado não somente como acontecimento histórico, mas algo que aconteça dentro de nós. Esse é o ponto, esse é o prisma da mensagem. Quando nós deixamos de enxergar somente algo que aconteceu com outras pessoas há muito tempo e passa a ser no nosso mundo interior, quando o evangelho realmente ganha vida na nossa vida. Porque toda passagem do evangelho, gente, ela pode ser lida numa perspectiva exterior, com acontecimentos relativos ao mundo da humanidade de uma forma geral, mas ela pode ser lido, o evangelho pode ser lido pelo viés, pela perspectiva do mundo interior, do nosso mundo interior. Então, nesse caso, por exemplo, os personagens que nós vemos no Evangelho são personagens que vivem em nós, inclusive o próprio Jesus, na figura do potencial crístico que todos nós trazemos e que um dia nós desenvolvoremos, desenvolveremos. Olha que coisa interessante. Enfim, são aqueles personagens que moram em nós. É por isso que Humberto de Campos nos conta que ele estava lá no mundo espiritual quando veio um benfeitor e veio trazer a lição. E ele escreve a lição. Primeiro parágrafa, ele diz: "Cada espírito é um mundo onde o Cristo deve nascer. Tipo por um Simão Pedro que estará em nós na forma da ainda da impaciência,

eio trazer a lição. E ele escreve a lição. Primeiro parágrafa, ele diz: "Cada espírito é um mundo onde o Cristo deve nascer. Tipo por um Simão Pedro que estará em nós na forma da ainda da impaciência, do nosso orgulho com outras pessoas. Um João evangelista que era os mais jovens dos apóstolos, mas também impetuoso, também estará em nós com o ímpeto da juventude, com aquela força, enfim, todos aqueles personagens que moram em nós. Então, Jesus e aquelas pessoas que participaram dos primeiros atos de suas tarefas, eram para ser ressignificados. e trazidos para o nosso mundo interior. Pois bem, porque é esse o Natal que efetivamente efetivamente importa. Sem esse Natal, os os natais do mundo passarão uns após outros, sem uma efetiva renovação da alma. Porque se Jesus não nascer e crescer na manjedoura da nossa alma, será em vão os anos novos e não saberemos aproveitá-los, porque todo ano que chega vem repleto de recursos e de oportunidades. Todo ano que chega pode e deveria ser um ano bem melhor. A questão é o nosso aproveitamento. Ou seja, se Jesus não nascer e crescer em nós, será em vão os anos e as oportunidades novas. Mas as novas encarnações virão, porque estaremos sendoos os mesmos ainda incapazes de enxergar todos os recursos que Deus coloca aí em nossos passos. para nos auxiliar e para nos impulsionar na centra da evolução. Então ele agora dá o tom. Deus agora dá o tom. Nós precisamos refletir o Natal em cada um de nós. Porque o espírito, gente, é o mundo à parte. É o universo à parte, onde o Cristo deve nascer e crescer. É por isso que Humbertes Humberto Campos escreve lá no segundo parágrafo. É loucura esperar a reforma do mundo sem o homem reformado. Jamais conheceremos povos cristãos sem edificarmos a alma. E é por isso que muitas vezes nós confundimos quando tratamos, por exemplo, a doutrina espírita da transição planetária, da regeneração, acreditando que será um trabalho que não vai demandar tempo, não vai demandar tanto esforço de nós, que outros espíritos virão e farão o

o, a doutrina espírita da transição planetária, da regeneração, acreditando que será um trabalho que não vai demandar tempo, não vai demandar tanto esforço de nós, que outros espíritos virão e farão o trabalho, que outra geração virá, fará o trabalho. A ideia é uma nova geração no sentido de espíritos renovados. E não importa a idade do nosso corpo. Você pode ser jovem, estar na madureza, na verice, é sempre tempo de se renovar. Isso é a nova geração, não só os jovens, as crianças que estão nascendo, porque nós confundimos as pessoas que não são jovens no corpo e que se acham excluídas, se acham afastadas do compromisso de participar desse processo, mas não seria justo nós pensarmos dessa forma. Então, não adianta esperarmos um mundo regenerado sem regeneração das pessoas. Portanto, a contribuição que cada um de nós tem a dar para o mundo, a obra que nós fazemos, podemos fazer para o mundo, para auxiliar Jesus, somos nós mesmos. Porque essa é a obra fundamental, apontando para Jesus. Porque o mundo espiritual superior é a estrela de Belém, apontando para o guia modelo da humanidade, dizendo que nós estamos passando dificuldades porque nós menosprezamos as orientações de Jesus. Essa que é a realidade. Obras de pedras e de tijolos, o tempo, o tempo consome, porque as obras exteriores elas estão alteradas, mas a obra divina do nosso espírito, essa vai permanecer. Essa é a obra central a ser feita. Não adianta esperarmos um mundo cristão fraterno se nós não investirmos nisso. E aí Humberde Campos começa a fazer um desdobramento dos aspectos simbólicos do Natal dessa mensagem e onde ele diz: "Eis porque o Natal do Senhor se reveste de profunda importância para cada um de nós em particular. Temos conosco oceanos de bênçãos divinas. Maravilhos continentes de possibilidades, florestas de sentimentos por educar e desertos de ignorância por corrigir. Jesus está nos convidando a adentrarmos num outro mundo, ou seja, saímos do mundo exterior com oceanos, as florestas e montanhas

restas de sentimentos por educar e desertos de ignorância por corrigir. Jesus está nos convidando a adentrarmos num outro mundo, ou seja, saímos do mundo exterior com oceanos, as florestas e montanhas para percebermos que há um outro mundo a ser descoberto. Porque só mudança exterior, gente, vai ser inútil. Nós podemos viajar, por exemplo, para todas as partes do mundo, os lugares mais belos, mais lindos, mas é preciso nós encontrarmos o paraíso em nós, porque é um mundo a ser desbravado, porque nós nos propomos, por exemplo, a viajar para toda parte, buscando a beleza e alimentamos disso. É importante sim, mas nós esquecemos de apreciar além da beleza exterior, porque a beleza rica é a beleza interior na figura dos infinitos potenciais que temos para desabrochar para a vida. Porque nós buscamos Deus em toda parte, em todos os templos e esquecemos de buscar em nós mesmos. Essa que é a realidade. É como diz Santo Agostim, em toda parte te busquei, lá fora te procurei e a todo momento estavas aqui dentro. Seja, ou seja, nós reparamos as belezas naturais, mas nós esquecemos de reparar a beleza que mora em nós, porque em cada um ser humano tem seu potencial divino. Nós não podemos esquecer disso nunca. Esse é o mundo que nós somos convidados a entrar agora. É, hoje é o início da jornada do evangelho, Jesus nascendo neste mundo. Essa simbologia, porque ainda buscamos essas tribos de pensamentos a serem transformados, essas florestas de sentimentos a serem educados, desses oceanos de potenciais a serem trabalhados. Isso, gente, é inaugurar a jornada do evangelho. Esse é o ponto. E Humberto de Campos continua na sua narrativa, quando ele diz: "Quantas vezes o interesse egoístico foi o nosso perverso inspirador, examinando a movimentação de nossas ideias próprias e verificamos que todo princípio nobre serviu de precursor ao conhecimento inicial do Cristo." E aí Humberto Campos, nessa sua mensagem ele começa a fazer paralelos. O que é que aconteceu no mundo exterior e também no mundo interior?

nobre serviu de precursor ao conhecimento inicial do Cristo." E aí Humberto Campos, nessa sua mensagem ele começa a fazer paralelos. O que é que aconteceu no mundo exterior e também no mundo interior? No mundo exterior, nós tivemos aqueles que foram os precursores, vieram em todos os os povos, nas culturas, trazendo uma parte da mensagem, a fim de preparar o terreno para a vinda de Jesus. Então, foi 500 anos antes de Jesus que houve aquela sincronia aparentemente aleatória, mas não foi, não é, porque havia um planejamento em tudo. Nós tivemos vários precursores. Tivemos Sócrates, Buda, Confúcio, três grandes mestres que encarnaram ao mesmo tempo antes de Jesus para dar os fundamentos para depois a vida, a vinda do próprio mestre Jesus. O que é que Humbertes como está dizendo? é que nós também temos os nossos precursores. Antes de fato entrarmos num contato com Jesus, nós tivemos todos aqueles que nos trouxeram os princípios nobres, vieramnos falar pensadores, mestres, filósofos, preparando o nosso coração para o advento do evangelho, gente. A expressão mais profunda, as leis de Deus. na vivência que Jesus nos exemplificou, precursores que aos poucos foi nos orientando, preparando-nos para um dia estarmos aptos para acolher Jesus. E Humberto Campos continua na sua fala aqui, desdobrando essa mensagem. Ele diz, "Verificou-se a vinda de Jesus numa época de recenciamento e foi, ou seja, estava vendo um recenciamento lá na região, lá em Israel, lá na Judeia. Todos deveriam ir à terra natal para participar do recenciamento. Esse fato é acontecimento interior. Mas o que isso representa no nosso mundo interior? E Humbert Camp explica quando ele diz e Chico escreve, alcançamos a transformação essencial justamente em fase de contas espirituais com a nossa própria consciência, seja pela dor ou pela madureza de raciocínio. Em outras palavras, Jesus encontra espaço para nascer em nós. Aquele tempo era o tempo certo, quando estávamos passando por um recenciamento, antigos valores

a pela dor ou pela madureza de raciocínio. Em outras palavras, Jesus encontra espaço para nascer em nós. Aquele tempo era o tempo certo, quando estávamos passando por um recenciamento, antigos valores pelos quais nós pautávamos, que não são mais, que não mais nos satisfazem. Por isso que nós começamos a questionar e a recenciar internamente o que realmente buscamos. Será que o que estamos buscando é de fato trazer a paz, a harmonia que tanto ansiamos? Então, quando nós começamos a fazer perguntas fundamentais, um senso interior que Jesus nasce em nós, gente, que encontra espaço para nascer. Vejam só que coisa linda. Até nisso Jesus pensou na simbologia do evangelho, porque o evangelho é cheio de é cheio de simbologia. escolheu nascer num tempo de recenciamento. E assim também a nossa vida quando de fato paramos e começamos a nos questionar quem somos, o que nós estamos buscando, aonde queremos chegar, qual é a nossa meta, meta primordial de existência. E aí é o momento, o momento agora para abrirmos para que Jesus possa de fato adentrar e nascer em nosso coração. Essa a simbologia. Então foi difícil para encontrar lugar para José e Maria, não é assim que narra para que ele, Jesus pudesse nascer. Isso do ponto de vista que exterioriza internamente. E Humbert Campos diz: "Nunca possuímos espaço mental para a inspiração divina, absorvidos de ansiedade do coração ou limitados pela ignorância." Então, gente, há milênios. Jesus quer nos amparar e adentrar o nosso mundo interior, o do nosso espírito. No entanto, nós estamos absorvidos, fechados, como aconteceu no nascimento de Jesus. De fato, foram poucos aqueles que puderam recebê-lo, porque nós estamos absorvidos com a vida do corre, o corre do dia a dia, com os aspectos materiais. das lutas do dia a dia. E nós esquecemos, não paramos para reservar um tempo para estudar, cultivar os valores da alma, para abrir o nosso espírito para a inspiração divina, para escutarmos essa voz que só fazemos ouvir quando adentramos o nosso

paramos para reservar um tempo para estudar, cultivar os valores da alma, para abrir o nosso espírito para a inspiração divina, para escutarmos essa voz que só fazemos ouvir quando adentramos o nosso quarto íntimo para escutá-la. É como disse Jesus, reserva um tempo. Quando fores orar, vá para o teu quarto, não o quarto exterior. Ou seja, fecha a porta, desconecta-te dos interesses mediatistas, fala com Deus, nosso pai. Olha Jesus dizendo. Então, muitos de nós temos essa postura e impedimos o amparo efetivo de Jesus. Jesus quer nos ajudar e não encontrem espaço para nós, para adentrar na nossa vida, porque nós estamos cheios da materialidade. Não há espaço para a espiritualidade, porque viver só para a matéria, gente, é cultivar aflições e decepções. Ou seja, nós devemos escolher e cultivar a planta divina do evangelho. valorizando os recursos que a matéria nos dá, esquecer da finalidade para que chegue a nossa vida. Por isso que Humberto de Campo narra nesse desdobamento dessa mensagem, a única estalagem ao hóspede sublime foi a manjedora. Não oferecemos ao pensamento evangélico, senão algumas palhas misérrimas de nossa boa vontade no lugar mais escuro de nossa mente. É o que geralmente nós fazemos. Ainda tratamos a nossa experiência religiosa, a nossa relação com Jesus por apenas alguns instantes. Nós não temos tempo para Jesus. Não entendemos a proposta que é uma mudança de vida integral. Não há divisórias para o Cristo entre oficina e templo. Gente, essas divisões somos nós que a criamos. É por isso que essa vinda de Jesus, a vida de Jesus com Cristo não floresce em nós. Nós damos a ela muito pouco em termos de investimento, porque tudo na vida a colheita será o resultado do investimento a ela dado. O resultado será pequeno, pfil. Agora, se nós invertirmos em Jesus, o investimento é recíproco. É como disse Jesus, Deus não dá ao espírito por medida. Quem define a medida somos nós. Deus quer dar sempre o máximo, como Jesus também. Mas se você vai o rio das bênçãos

o investimento é recíproco. É como disse Jesus, Deus não dá ao espírito por medida. Quem define a medida somos nós. Deus quer dar sempre o máximo, como Jesus também. Mas se você vai o rio das bênçãos divinas com um copinho, você consegue pegar um pouco de água, embora o rio inteiro esteja lá. Agora, se formos com vasilhame maior, nós vamos conseguir um pouco mais de água. É isso. Deus não dá o espírito por medida, porque o rio abundante de bênçãos está acessível a todos. Cada um define o tamanho do recipiente. Nós é que damos a medida do nosso esforço e do nosso investimento. E aí ele diz: "Surge o infante celestial dentro da noite." Então Jesus poderia ter nascido de dia, mas ele nasceu de noite. E até nisso há uma lição, há uma simbologia. Quando Humberto de Campos diz, "Quase sempre não sentimos a bondade do Senhor senão no ápice das sombras de nossas inquietações e falências." Então, as sombras, as angústias e desilusões nos momentos que a dor nos visita, geralmente é assim. Aí a gente lembra de Jesus aí. Por isso que Jesus no sermão do monte, ele fala das bem-aventuranças que destinavam sobretudo para aquelas almas desiludidas do mundo, aquelas que haviam perdido as ilusões do mundo por conta das dores e das dificuldades. Então é Jesus. Jesus era a grande estrela. A estrela nasceram em meio da noite da ignorância. Essa a simbologia, essa é a metáfora das dores, das provações. Por isso ele nasce de noite. A estrela prodigiosa rompe as trevas no grande silêncio. A grande estrela simbolicamente, gente, quando Humberto continua na sua narrativa, quando o germe do Cristo desponta em nossas almas, a estrela divina da esperança desafia as nossas trevas interiores, obscurecendo o passado, gloriando o presente e indicando o porvi. Então, no meio da noite, da nossa ignorância e das nossas paixões, nasce a estrela da esperança. Quando passamos a conhecer Jesus, essa estrela esclarece ou escurece o passado. O passado que ficou, ficou, gente. Não dá mais para voltar, não dá mais

as nossas paixões, nasce a estrela da esperança. Quando passamos a conhecer Jesus, essa estrela esclarece ou escurece o passado. O passado que ficou, ficou, gente. Não dá mais para voltar, não dá mais para fazer diferente. O passado é passado, fica na experiência, porque ninguém volta para ontem. Jesus nos convida a não fixar no passado, olhar paraa frente, pro futuro. A esperança que o evangelho acende a nossa alma em nossos caminhos e funciona como farol em meio à noite densa. Farol que guia o barco da nossa existência em meio à noite das tempestades, em direção a um porto seguro. É a estrela da esperança que desponta em nossa mente a partir do conhecimento do evangelho. Obscurece o passado, mas clareia o presente e mostra para todos nós o futuro. E aí Humberto de Campos continua, tá quase terminando, viu gente? Animais em bando são os primeiros visitas, as primeiras visitas ao ao enviado celeste. É interessante, né? Os animais foram os primeiros a se a se a se aproximar. Olha a perspectiva que o benfeitor vai trazer para nós aqui nessa mensagem. Na soledade de nossa transformação moral em face da alvorada nova, os sentimentos animalizados de nosso ser são os primeiros a defrontar o ideal do mestre. Então, a luz nova que nasce em nós atrairamente os sentimentos animalizados. Sim, as nossas paixões a serem transformadas, como nós vemos na questão 907, 908 do livro dos espíritos, quando Kardec e os espíritos falam sobre as paixões e compara um cavalo. As paixões são as nossas animalidades, não precisam ser removidas, precisam ser disciplinadas, porque o cavalo quando governa pode nos levar ao abismo. Porém, quando é governado é o que nos dá força para fazer o trabalho que precisamos. Por isso que os espíritos dizem: "As paixões não são mais em si mesmas". É problema quando passam a governar. E com Jesus, gente, nós somos convidados a pegar esses animais, essa animalidade interior e colocá-la a nosso serviço. Olha a simbologia aqui. A serviço de quê? A serviço do progresso.

sam a governar. E com Jesus, gente, nós somos convidados a pegar esses animais, essa animalidade interior e colocá-la a nosso serviço. Olha a simbologia aqui. A serviço de quê? A serviço do progresso. As paixões são alavancas que multiplicam as paixões do homem. Então o nosso cavalo, ele precisa se aproximar do Cristo a fim de ser domesticado para estar a serviço do progresso espiritual. E isso está representado naqueles animais que rodearam o menino Jesus quando nasceu. E aí diz assim a Humber de Campo: "Chegam os pastores que se envolveram na intensa luz dos anjos. que velam o berço divino. Então, depois dos animais foram os pastores, os simples, os humildes. E ele continua aqui na narrativa. E no instante de nossa renovação em Cristo, velhos companheiros nossos já redimidos, exulta contentamento na esfera superior, dando glória a Deus e bendizendo os espíritos de boa vontade. Como outrora os anjos comemoraram quando cada um de nós de fato abre espaço para que o Cristo nasça em nós. Anjos benfeitores se alegram. São os espíritos que nos acompanham, ó, por séculos que estão agora repletos de alegria por verem finalmente nos aproximarmos do Cristo. Essa a simbologia do Natal, não em nós, mas também em outros. Passamos a contagiar a nossa alegria, esperança também nos outros que vivem ao nosso redor. É o que os pastores faziam divulgando a mensagem. E Humberto Campos finaliza. Surge a visita inesperada dos magos, sentindo-nos a modificação. O mundo de modo especial. É o mundo que nós observamos agora. Está diferente. Como mudou? Antes tinha esses valores, tinha esses ideais. O que que aconteceu? Agora tem outros valores, gente. Então, a partir do momento em que nós filiamos nas fileiras do cristianismo, nós passamos a ser observados por encarnados e desencarnados. Porque uma nuvem, porque uma nuvem de de testemunha, de testemunhas nos observa, realçando para nós o compromisso e a responsabilidade que temos com a exemplificação, como fez Jesus. Somos agora cristãos discípulos de

porque uma nuvem de de testemunha, de testemunhas nos observa, realçando para nós o compromisso e a responsabilidade que temos com a exemplificação, como fez Jesus. Somos agora cristãos discípulos de Jesus, porque é o evangelho que nossos irmão irão ler. Porque o evangelho de Jesus agora em nós não é só para só para questionar os antigos padrões e valores, como era enxergado de algo a ser rechaçado. Agora será uma experiência de aprendizado, porque a dificuldade financeira que era para alimentar antes, tomamos agora como uma lição, uma oportunidade de aprendizado, até porque passamos a enxergar a riqueza por um outro prisma com Jesus e com o evangelho, com o espiritismo e com aqueles que têm menos necessidades. Assim, assim, todos esses conceitos começam a ser revistos. E a gente pergunta: "O que é ser rico?" Quem tem um monte de dinheiro, quantos destes não são mais pobres do que os mais pobres do mundo? Como dizia Chico Xavier, que uma pessoa procurou ele porque ele havia perdido um filho em condições dolorosas. Um filho jovem morreu num acidente. Ele ofereceu toda a fortuna que Chico quisesse para receber uma mensagem do filho, uma mensagem. E Chico conversou com ele um bom tempo, mas não foi possível naquele instante. E ao final, quando ele saiu, um amigo chegou e disse: "Olha, Chico, esse homem é um dos mais ricos do Brasil. Chico falou: "Meu filho, ele é tão pobre que só tem dinheiro". Nós vamos encerrar agora definitivamente. Então, os natais e os anos novos virão um após o outro, sem a necessária devida e mudança. Quase todos, quase todos nós precisamos passar. E que Jesus nos abençoe nesse Natal, que estejamos um Natal feliz e também tenhamos um ótimo ano novo, não só fora, mas sobretudo dentro de nós, que o essencial. Muita paz a todos. Meu muito obrigado. E agora vamos fazer a prece final. Deus, pai de amor e bondade, agradecemos pelas bênçãos recebidas, pelo alimento que a paz preenche os nossos corações e lares. Pedimos, Senhor, por aqueles que sofrem,

agora vamos fazer a prece final. Deus, pai de amor e bondade, agradecemos pelas bênçãos recebidas, pelo alimento que a paz preenche os nossos corações e lares. Pedimos, Senhor, por aqueles que sofrem, que estão doentes e que precisam de amparo. Que vossa luz os envolva e que o amor e a caridade seja a nossa bússola. Dai-nos a força para a luta, a paciência, para as provas de discernimento, para as nossas escolhas. Que a vossa infinita misericórdia nos ampare todos os dias, hoje, agora e sempre. Assim seja. Muito obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e [música] da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for

ntos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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