NAS TRILHAS DA FÉ - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos pela TV Rádio Web comunhão. Sempre fazemos a leitura, o livro Resposta Divina, retrato da fé. A impressão que se tem é que Deus colocou pessoas, crianças e adultos em grandes e múltiplas provações na terra para servirem aos descrentes por retratos vivos da fé. Vê se um homem saudável, queixaste das dificuldades passageiras que faceia na existência, enquanto outro que desde muito jáss paralisado em seu ced de dor, somente de palavras de louvor à vida. Anota-se um jovem foliando um livro com descaso, lamentando junto aos colegas de escola o fato de não poder permutar os óculos. por modernas lentes de contato, enquanto outro, cego desde o berço, tateia o alfabeto em Braile, sorrindo a cada palavra que consegue ler. Ente a mesa farta. Ouve-se reclamos de quem recusa determinado prato, por não estar confeccionado a seu gosto, enquanto outro, mendigando de porta em porta, sempre agradece por um pedaço de pão que recebe. Ao que nos parece, é da cruz do sofrimento que a luz da fé mais fortemente se reflete no mundo em favor daqueles que tudo possuindo para crerem na bondade divina extrapol nível de exigência dos espíritos imaturos que nem sequer ainda aprenderam a enxergar as bênçãos que dispõem. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir ao abnegado, amigo espiritual, mentor desta casa, o Dr. Pizerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão pelos hospitais, pelos asilos, nas prisões e nos orfanatos. E aqueles que vagueiam em busca tão somente do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no
ão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja, meus irmãos. Vamos passar a palavra paraa nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos falar hoje das trilhas da fé. Olá. Falar sobre a fé é sempre um grande desafio, porque em muitos momentos das nossas vidas esse esta falta de fé nos testa. A desconfiança com relação à providência divina também vem alguns momentos nos testar, mas ao mesmo tempo nós fomos educados a termos fé. Alguém nos ensinou, alguém nos disse que se tivéssemos fé, a vida seria um pouco mais doce e suave. E é interessante como quando a gente se recorda do nosso início nesta existência, nós paramos para pensar que fomos que que estamos aqui. Todos nós estamos aqui graças à compaixão de alguém. Seja esta compaixão das nossas mães ou daquela pessoa que nos recebeu no nosso nascimento. Mas o que tem a ver fé com compaixão? A compaixão é o exercício da fé, porque a partir da compaixão o qual nós tivemos contato no nosso nascimento, até porque eu não sei aqui que já quem quem já pegou um bebê recém-nascido, ele é extremamente frágil e ele depende completamente da compaixão daqueles que o recebem. É diferente de um filhote de animal, por exemplo, uma girafa que nasce na selva, ela já nasce andando, um um cavalo, a mesma coisa. Até porque precisa se defender muito mais rapidamente. A gente para começar a andar, normalmente demoramos um pouco mais. Meu filho andou com 9 meses, foi um transtorno, na verdade, dentro de casa, porque caía e batia a cabeça para todo lugar. Mas algumas pessoas, alguns de nós demoramos até um pouco mais para andar, um exemplo. Alguns passam de um ano de idade e ainda não deram os seus
de casa, porque caía e batia a cabeça para todo lugar. Mas algumas pessoas, alguns de nós demoramos até um pouco mais para andar, um exemplo. Alguns passam de um ano de idade e ainda não deram os seus primeiros passos. Então, obviamente todos nós que estamos aqui necessitamos em algum instante da compaixão de outra pessoa. Mas pensar em compaixão e pensar em fé é lembrar, por que não, da figura de Moisés? esta figura que eu quero trazer aqui para o nosso comentário, para para o nosso entretenimento espiritual da noite. Porque falar de fé é falar daquele homem que de uma forma extraordinária primeiro teve coragem de libertar um povo acostumado à escravidão do poderio do Egito. E ninguém mais do que Moisés em sua extraordinária história teve no início de sua existência muita com pai. Na verdade ele foi receptor, ele recebeu daquela mulher que o achou numa cestinha abandonado. Essa é a história que nos contam que nos contaram. A princesa o recebeu, a rainha do Egito posteriormente o recebeu como filho numa cestinha. Então, Moisés recebeu para continuar vivendo ou para ter eh acesso a alguma vida, ele recebeu muita compaixão, inclusive de uma mulher que não o pariu. E aí eu vou com vocês, não é comum a gente estudar o Velho Testamento dentro da doutrina espírita, porque o o Novo Testamento, que é a boa nova, que na verdade é aquilo que baliza a filosofia espírita, é quando nós temos Jesus na nossa vida, quando nós temos a figura de Jesus na história da humanidade. A primeira revelação foi trazida por Moisés, que é a crença no Deus único. A segunda revelação nós temos com Jesus, quando ele nos traz um Deus de amor, ele apaga a figura desse Deus a ferro e fogo, onde olho por olho, dente por dente. Esta é a lei, um Deus que castiga, um Deus que ainda está impresso nas nossas almas e no nosso inconsciente. que em muitos momentos achamos que somos merecedores de algum tipo de castigo. O tanto que confundimos com a eh aquilo que a gente aprende dentro da doutrina espírita, que nada
no nosso inconsciente. que em muitos momentos achamos que somos merecedores de algum tipo de castigo. O tanto que confundimos com a eh aquilo que a gente aprende dentro da doutrina espírita, que nada mais é do que a lei de ação e reação. Confundimos com esse Deus que nos castiga como se fôssemos merecedores de algum castigo por algum erro ou pecado que que que possamos ter cometido no nosso passado. É óbvio que o grande legislador Moisés, ele usou da psicologia que muitas mães ainda usam. Não faça isso, porque Deus castiga, né? Ainda hoje eu ouço algumas mães usarem dessa psicologia porque a criança em alguns momentos não tem a capacidade ou entendimento, não tem a racionalidade, por que não dizer, de entender que ela não pode pegar num fio elétrico desencapado, que ela vai tirar, ela vai tomar um choque, enfiar o dedo na tomada. que ela vai tomar um choque. Então é melhor dizer que Deus castiga. E Moisés usou essa psicologia de uma forma extraordinária no Velho Testamento, até porque ele ali estava trazendo essa ideia de um Deus único que posteriormente o Cristo disse o seguinte: "Olha, eu não vim destruir a lei, os profetas, aquilo que se estuda no Velho Testamento. Muito pelo contrário, eu vim resumir, facilitar o entendimento com uma frase que é a seguinte: "Talvez difícil da gente, obviamente exercer o esta frase ou esse ensinamento, mas resume-se no seguinte ponto: Ama ao teu próximo como a ti mesmo e a Deus sobre todas as coisas. Porque se eu estiver amando o meu próximo, mas se primeiramente eu amar a mim mesmo, eu terei a capacidade, obviamente, de dar provas do meu amor a Deus. E no decorrer do tempo, nós temos a boa nova, a terceira revelação, que é a revelação dos espíritos, onde Kardec vem com toda a sua codificação e mata a morte. O espírito da verdade nos conta, nos explica e nos diz o seguinte: "Sim, são eles do outro lado da vida muitas vezes que vos dirigem". Então, que tenhamos fé e compaixão para que possamos fazer boas escolhas no andar da carruagem das nossas vidas. Portanto,
seguinte: "Sim, são eles do outro lado da vida muitas vezes que vos dirigem". Então, que tenhamos fé e compaixão para que possamos fazer boas escolhas no andar da carruagem das nossas vidas. Portanto, nós temos a primeira revelação de Moisés, a segunda revelação onde Jesus apazía, esse Deus eh eh que gosta de uma certa carnificina, porque ele também destrói todos os inimigos daqueles que não compactuam com sua fé. Ele traz essa figura do Deus amoroso e bom. E aí nós temos a codificação espírita quando abre-se aos nossos olhos e ao nosso entendimento que não é o correto nos identificarmos com o corpo físico. Não é o correto nos identificarmos com a matéria, porque ela não nos representa. A matéria e o corpo nada mais são. nada mais são do que instrumentos para a nossa evolução moral e espiritual. Mas voltando a este momento de uma fé extrema, quando a gente chega na saída do Egito, quando Moisés resolve depois de toda aquela história, até porque o faraó pediu provas e e foi e testou e tudo mais e a gente sabe, né, as pragas do Egito, mas digamos que nós estamos lá na saída dos israelitas. Ora, quando Faraó deixou o povo partir, Deus não o fez ir pelo caminho do país dos filisteus, apesar de ser mais perto? Porque Deus disse diante que diante dos combates o povo poderia se arrepender e voltar para o Egito. É interessante isso porque em muitos momentos quando nós paramos para pensar nos testes que a vida nos impõe, nas dificuldades à quais em muitos momentos somos testados pela fé, a gente enxerga um caminho não tão curto quanto gostaríamos que o caminho fosse. E ali para sair do Egito, Deus simplesmente indica a Moisés: "Não vá pelo caminho curto, pegue o caminho mais longo. Talvez esse caminho mais longo seja difícil. teremos a fé testada, mas é por este caminho onde há a segurança para a que a fuga do Egito realmente aconteça. E a gente questiona estes caminhos longos que a vida nos impõe durante a nossa caminhada neste mundo aqui de provas e expiações. E aí nós temos Moisés
ça para a que a fuga do Egito realmente aconteça. E a gente questiona estes caminhos longos que a vida nos impõe durante a nossa caminhada neste mundo aqui de provas e expiações. E aí nós temos Moisés com os israelitas à frente do mar. E o povo se divide em quatro acampamentos. Um ora fervorosamente. Só restava aquelas pessoas orar e de alguma forma se revoltam contra Moisés. Outra parte do acampamento queria voltar, lutar, mas como lutar com os soldados do faraó? Eles não tinham nada, a não ser pedras e paus e o e os soldados do faraó estavam extremamente armados. Outro povo queria seguir, outro pedaço do acampamento queria seguir adiante. Mas como seguir adiante se à frente existia um mar? Assim como um quarto pedaço do acampamento queria na verdade voltar. Voltar paraa escravidão. Mas como voltar paraa escravidão? Claro que sim. Era confortável, né? Eles viviam bem, eles tinham, de certa forma um abrigo, uma casa, alimento. voltar pra escravidão. Não parecia a quarta parte do acampamento dos judeus. Não parecia uma ideia tão ruim, já que o ruim estava ali naquele momento onde eles estavam com ameaça de vida, não tinha para onde ir. Tinha um maluco chamado Moisés dizendo: "Eu vou levar vocês para uma terra que vai jorrar leite e mel." Mas eles não conseguiam enxergar naquele momento absolutamente nada, até porque o acampamento estava dividido. Por um lado os soldados, do outro lado, o mar. Para onde ir? Em quantos momentos nós estamos encurralados nesse lugar estreito, onde é difícil tomar uma decisão? Ou ajoelhamos e oramos porque não sabemos exatamente o que fazer. Quando a gente ora, a gente simplesmente fecha os olhos, porque a gente não acredita e não confia que podemos seguir adiante. Assim como a gente fecha os olhos e a gente não quer voltar, não quer enxergar o mal que muitas vezes anda a cavalo e se aproxima de nós. Em outros instantes, nós queremos voltar para um ponto que não tem mais como voltar. Nós queremos voltar a esta escravidão alegórica. A gente quer
que muitas vezes anda a cavalo e se aproxima de nós. Em outros instantes, nós queremos voltar para um ponto que não tem mais como voltar. Nós queremos voltar a esta escravidão alegórica. A gente quer voltar a um relacionamento que não existe mais. A gente quer voltar para uma cidade distante que provavelmente se voltássemos não é mais o mesmo lugar de outrora. As pessoas mudaram, a cidade é diferente, os nossos os nossos corpos envelheceram, não tem como voltar. A lembrança é confortável. Talvez a gente tinha uma casa feliz. Mas no agora é só lembrança, então não dá para voltar. Assim como a gente quer lutar, lutar com esse passado que nos traz talvez algumas consequências funestas e nos fere profundamente, nos fere com dor, nos fere com desamor, nos fere com raiva e a gente quer voltar e acabar com esse passado, acabar com as pessoas que nós achamos que nos ameaça, assim como aquele pedaço do acampamento queria acabar com soldados do faraó, mas que forças e que armas a gente tem para lutar contra algo que talvez só esteja e só exista na nossa casa mental. Não tem como voltar e lutar também. Mas aí a gente olha pra frente e vê um um obstáculo enorme. O mar nada mais era do que um obstáculo, uma figura gigantesca. Como que eu vou seguir adiante? Como que eu vou sair desse lugar estreito que eu me encontro e que muitas vezes me esmaga e eu me vejo frente à frente com a dor? Como que eu renasço deste povo que representa o povo de Moisés? que quer sair daquele lugar estreito, não pode voltar atrás, não pode orar, não pode lutar, o que fazer? Moisés à frente daquele mar enorme simplesmente resolve, até porque existia um pedaço que queria acabar com ele, né? Como? Olha, olha a confusão que você meteu a gente tava tudo bom demais e você veio com uma fantasia, assim como em muitos momentos a gente ouve os espíritos trazerem para nós uma ideia que nos parece fantasiosa. Se a gente para e ler os livros de André Luiz, é óbvio que a gente vai pensar em ficção científica, né?
muitos momentos a gente ouve os espíritos trazerem para nós uma ideia que nos parece fantasiosa. Se a gente para e ler os livros de André Luiz, é óbvio que a gente vai pensar em ficção científica, né? Tem um capítulo nos no livro Os mensageiros. Eu reli essa semana algumas vezes porque eu fiquei imaginando aquela cena em um filme de Harry Potter. combinava perfeitamente. Ele tava eh eh André Luiz e um outro amigo estavam seguindo o mentor e ele viajava, volitava por regiões extremamente esplêndidas da espiritualidade. Aí ele se viu revestido de luz. De repente a luz saía por todos os seus poros. Olha que coisa extraordinária. Quando que a gente consegue fazer com que a luz que existe dentro de nós, até porque a gente já ouviu essa frase, né? Nós somos imagens e semelhança de Deus. Mas não imagem semelhança de Deus, porque Deus é personificação humana? Absolutamente não. Até porque o nosso perespírito é plástico, nós estamos em evolução. Aquela história toda que nós espíritos estudamos em profundidade. Mas se eu tenho essa energia suprema dentro de mim também, que é causa de todas as coisas, se eu consigo criar com Deus, é óbvio que eu também consigo me autoiluminar. E essa luz pode sair por todos os meus poros, transformando, transmutando a dor que muitas vezes eu carrego e que é pesada. É o lugar estreito de Moisés com o seu povo. Mas eu consigo talvez me fazer luz e essa luz em alguns instantes me trazer pro momento presente, me tirar da dor que tudo ao meu redor me faz lembrar constantemente e transmutar a minha alma em luz. E aí é incrível esse capítulo, gente. Ele chega num local, começa a sentir um peso e aí fica mais difícil volitar, né? voar, porque as regiões que eles estavam se aproximando da espiritualidade eram regiões mais pesadas, onde a mente os pensamentos dos encarnados que estavam ligados aos desencarnados por ali eram pensamentos mais pesados. Então, essas regiões são alimentadas com certeza pelos nossos pensamentos. Então, a gente não vai para lugar
dos encarnados que estavam ligados aos desencarnados por ali eram pensamentos mais pesados. Então, essas regiões são alimentadas com certeza pelos nossos pensamentos. Então, a gente não vai para lugar nenhum. Nós já estamos em algum lugar que é o lugar da nossa escolha íntima. A gente não vai ser castigado. A gente só simplesmente precisa olhar para dentro e nos entender de passagem. Todo mundo quer ir para um lugar maravilhoso. Todas as religiões imaginam um céu. Talvez o céu dos espíritas, né? Eu gostaria de conhecer a Universidade de Maria, adoro estudar a Universidade de Maria, onde Luiz Sérgio esteve com alguns jovens e teve a oportunidade de ter contato com tanta informação naquela universidade, universidade no plano espiritual. Assim como naquele momento, o André Luiz chega num castelo, Harry Potter total, né? Ele chega num castelo com sua muralha, ele descreve por dentro os jardins do castelo. Para onde nós vamos, aonde estão os nossos castelos internos? Nós não vamos para lugar nenhum. Nós já estamos ligadas, ligados pelos nossos pensamentos a essas regiões do plano espiritual, né? A gente quer ir para um lugar melhor. Ah, então tá. Então vamos agora. Eu tenho certeza que agora ninguém vai querer ir, né? Vamos nesse momento. Vamos nesse minuto. Não, né? Aí você já tá dizendo que eu vou morrer daqui a pouco. Mas a gente já parou para pensar que nós vamos sim morrer. Talvez o povo de Moisés estava ali à frente do mar, entre o mar e os soldados do faraó. É óbvio que eles pensaram na morte. É lógico que eles pensaram. tiveram saudades dos tempos da escravidão, que era uma escravidão com outra figuração histórica, né? Porque eles tinham suas casas, eles tinham a vida, eles tinham alimento, eles tinham, eles iam pro trabalho e de repente ele foi tirado tudo deles naquele momento. O que fazer? O que fazer quando estamos no nosso lugar estreito e não sabemos mais para onde ir? Porque a gente olha para trás, tem muita gente armada, tem muita confusão gerada por nós mesmos, tem muita raiva,
r? O que fazer quando estamos no nosso lugar estreito e não sabemos mais para onde ir? Porque a gente olha para trás, tem muita gente armada, tem muita confusão gerada por nós mesmos, tem muita raiva, tem muito trauma, tem muito rancor, tem muita dor. A gente olha para trás e vê tudo isso. Não dá para voltar pro lugar aonde a gente acha que fomos um dia felizes. E aí a gente tem que parar para pensar, para orar, mas a oração sem ação também não nos leva a lugar algum. E Moisés se vem em frente ao mar e nos dizem os espíritos que ele saiu andando. Para onde que ele tinha que ir? Ele tinha que ir pra frente. Não tinha mais para onde Moisés caminhar. Ele não tinha escolha. Ele tinha que andar paraa frente e ele andou paraa frente. Dizem que ele andou e foi mergulhando na água até a água chegar até o seu nariz. E de repente o mar se abriu. O mar se abriu e o povo atravessou. Eu deixo o meu lugar estreito. Eu deixo as minhas angústias do passado. Eu deixo o meu corpo físico, eu renovo a minha alma num outro corpo físico do outro lado do mar. Assim é o nascimento. Eu estou lá, um bebê na barriga da mãe. É o meu lugar estreito, de alguma forma confortável. E de repente as contrações, algo acontece e eu sou expulso desse meu lugar confortável e preciso atravessar o mar que a placenta e enfrentar o outro lado. Uma nova existência, uma nova encarnação, onde eu deixei para trás existências talvez complicadas. E eu tenho a bênção do esquecimento. E o povo hebreu tem a bênção do esquecimento da escravidão do Egito. Apesar da Páscoa, eles sempre se recordarem que a Páscoa judaica é a recordação dos momentos difíceis que eles passaram após a saída do Egito. Porque eu reencarno, eu eu eu cheguei a nascer e eu dependi exclusivamente da compaixão da minha mãe, porque eu eu era extremamente frágil. Somos, talvez, nessa encarnação extremamente frágeis. Temos a bênção aí do esquecimento. Passamos do lugar estreito e estamos exercitando um aprendizado que a gente carrega de várias e várias existências
os, talvez, nessa encarnação extremamente frágeis. Temos a bênção aí do esquecimento. Passamos do lugar estreito e estamos exercitando um aprendizado que a gente carrega de várias e várias existências passadas, mas também dessa existência. Porque se a gente começar a lembrar de quando a gente era mais jovem, né, o espelho não deixa a gente esquecer isso. As nossas rugas, os cabelos brancos. Esses dias um colega aqui do grupo mediúnico da quarta-feira chegou de cabelo a caju, né? Por que não? Aí eu olhei para ele, eu falei: "Que você fez seu cabelo?" Ele: "Ah, cansei dos meus cabelos brancos. Por mais que a gente use subterfúgios para parecermos mais jovens, como diz disse hoje o meu amigo aqui, por mais que a gente use de subterfúgios para parecermos mais jovens, o tempo é implacável e ele todos os dias nos recorda, aqui é de passagem. O maro passou junto com Moisés foi de passagem. Ninguém ficou ali, não era para ficar no lugar estreito, mas ao mesmo tempo precisaram encarar e seguir adiante. Encarar a realidade, o momento presente, o hoje, o agora. encarar do outro lado da vida, do outro lado da vida que eles levavam, assim como encaramos aqui ou agora o outro lado das nossas várias vidas que tivemos. Como várias vidas? Lógico, em algum momento você tava casado, não tá mais. Em algum instante você tava morando com sua mãe, não tá mais. Em algum momento você morava numa cidade, agora tá em outra. Você morou numa casa que não é mais o seu endereço para correspondência, é outro endereço. Agora então nós tivemos várias vidas numa única existência. Ah, eu quero lembrar da minha outra encarnação. É melhor deixar a tampa do caixão fechada, que sempre quando a gente abre a tampa do caixão, sai mal cheiro. Então, se tá fechada a tampa do caixão, deixa fechada. Já basta o tanto de experiência que a gente tem nessa existência para que a gente enfrente os nossos medos, para que a gente compreenda e não e para que a gente pare de se identificar com a nossa imagem no espelho. Nós não somos a nossa imagem no
m nessa existência para que a gente enfrente os nossos medos, para que a gente compreenda e não e para que a gente pare de se identificar com a nossa imagem no espelho. Nós não somos a nossa imagem no espelho. Nós não somos o sobrenome que a gente carrega. Nós não somos a nossa conta bancária ou a família e o legado que a gente construiu. Marco Aurélio foi um grande imperador romano. Hã, quem não ouviu falar de Marco Aurélio, até os dias de hoje se ouve falar de Marco Aurélio. E o que que ele e o que que ele falava sobre ser imperador? Ele dizia o seguinte: "Ser imperador para mim é apenas uma capa tingida de vermelho com a tinta tirada de alguns crustáceos. De nada me serve. Em algum momento eu serei túmulo como todos os outros que por aqui passaram". Então, o nosso legado é moral, a nossa bagagem é espiritual. Nós estamos aqui para amealhar experiências, conexões, grandes amores que se perpetuarão apesar da morte do nosso corpo físico. Por mais que em muitos momentos a dor nos venha nos brindar com a sua com seu educandário maravil maravilhoso, nós precisamos entender ou nos recordar que no momento do parto, com certeza com muita dor, também sentida por quando éramos bebês querendo passar pelo lugar estreito, Essa dor nos fez viver, chegar do outro lado, merecermos um novo corpo, merecermos uma nova existência e esse e essa estreiteza do caminho, de repente, ao atravessar o mar das dores e das ilusões, nos abriu com novas perspectivas e possibilidades. Temos, portanto, um novo olhar que a doutrina espírita nos traz, um novo olhar à vida, um novo olhar à experiências passadas, presentes e encarar o futuro, não como algo que pode ser previsível, porque o imprevisível é o que marca as nossas existências. Porque no momento que eu me entrego a essa providência, assim como Moisés se entregou, não posso mais, não sei o que fazer. Ele seguiu adiante, ele caminhou, a água bateu até o seu nariz, de repente o mundo se abriu, mas ele seguiu adiante. Ele simplesmente confiou em
oisés se entregou, não posso mais, não sei o que fazer. Ele seguiu adiante, ele caminhou, a água bateu até o seu nariz, de repente o mundo se abriu, mas ele seguiu adiante. Ele simplesmente confiou em algo além das suas possibilidades. Isso é fé. Quando a gente confia em algo além da nossa racionalidade, isso é fé. Eu falei para tirarem esse microfone daqui. Então, que eu me entregue a essa fé, que eu deixe a racionalidade engavetada, porque nós não temos o controle de tudo ao nosso redor. Quando queremos controlar as pessoas e as coisas, as situações e simplesmente também as emoções, não somente as nossas, mas principalmente as alheias, a gente cai com certeza numa depressão profunda e voltamos ao lugar estreito, onde olhamos para trás e queremos lutar, queremos voltar para aquele ambiente onde a gente achava que um dia foi feliz. Paramos para orar, mas sem ação, somente pedindo, pedindo, pedindo, com orações que não derruba nem o gato do telhado. E ao mesmo tempo nos revoltando com tudo ao nosso redor, querendo acabar com Moisés. Por que você me tirou da do meu lugar aonde eu estava confortavelmente protegido? E essa proteção de repente se disfarce e nós nos vemos sós. Mas como assim sozinhos? Nós nunca estamos sós. Tá aí a frase do colega. O professor sempre está em silêncio quando o aluno está fazendo sua prova. Mas na sala de aula, apesar da prova ser dura, o professor confia que o aprendizado foi realizado até aquele momento. Por isso que você está fazendo uma prova. Se você vai passar ou não, depende da sua, como é que eu poderia dizer, da forma que você foi ou não, se você foi ou não um aluno aplicado até aquele momento. Mas se você passar daquela prova, novo aprendizado virá e uma nova prova te espera, dá preguiça, né? cansa. Mas é assim, aí de repente a gente olha para trás e pensa: "Meu Deus, que prova ridícula e por que eu sofri tanto para fazer aquela prova? Que prova simples. Estou pronto neste momento para um aprendizado mais complexo. Eu estou pronto e abro o meu coração e a
Meu Deus, que prova ridícula e por que eu sofri tanto para fazer aquela prova? Que prova simples. Estou pronto neste momento para um aprendizado mais complexo. Eu estou pronto e abro o meu coração e a minha alma para que esse para que eu mereça esse aprendizado, para que esse aprendizado preencha minha alma, o meu espírito e para que uma luz maravilhosa saia dos meus poros. Assim como André Luiz num capítulo que eu esqueci qual, tá? Mas tá no livro dos mensageiros. Ele reluz e ele se inebria com a criação divina. Em quantos momentos nós chegamos nesse êxtase divino, nós comungamos desta energia maravilhosa, geradora, criadora, de tudo que está ao nosso redor. E essa criação é tão perfeita, imagina, nós temos um sol, uma estrela, a qual todos os planetas aqui que a gente conhece, a Terra, Marte, Vênus, Júpiter, tal, né, giram em torno desse Sol. Aí nós temos a estrela capela, o sol de capela, que se a gente olhar pro céu, normalmente a estrela que mais brilha, ela é lá em torno, se eu me recordar ainda do número, tá? Porque é muita coisa na minha cabeça, já notaram, né? Em torno de 1.800.000 vezes maior do que o nosso Sol. E o nosso Sol é umas 800.000 mil vezes maior do que a Terra. Então, o que que a gente é no meio de tudo isso? Reclamando de destruição, reclamando de violência, reclamando, reclamando, reclamando, sendo que nós fazemos parte desta construção universal. E tudo funciona, existe e acontece. Segundo essa inteligência suprema que a gente ainda não consegue descrever ou entender, nos aproximamos do seu entendimento, em algum momento a nossa mente fica confusa porque a nossa alma ainda precisa evoluir para entender a divindade. Mas eu só preciso ter a certeza que eu tenho um pedaço dela dentro de mim e que eu posso sim ser luz. Mas para que isso aconteça, eu tenho que olhar pro meu passado e pensar: "Meu passado não me define." Por mais que em alguns momentos eu queira lutar, eu queira voltar, eu tenha saudades, eu tenha arrependimentos, eu sinta culpa, mas o meu eu de ontem não é
ssado e pensar: "Meu passado não me define." Por mais que em alguns momentos eu queira lutar, eu queira voltar, eu tenha saudades, eu tenha arrependimentos, eu sinta culpa, mas o meu eu de ontem não é o meu eu de agora. Eu preciso passar pelo caminho estreito e aceitar o outro lado que me aguarda. Uma alma renovada, um espírito que com certeza merecerá essa felicidade dada, como nos diz Jesus, aos puros, aos bons de coração. E assim herdaremos a terra. Mas o que é herdar a terra? É herdar o material? herdar a a mina de ouro, de diamante, de de, né, de minerais. É herdar o quê? Erdar o quê, gente? Nós já somos já assim como eh Jesus quando a gente lembra da parábola do filho pródigo, né? Quando o pai fala pro filho, o filho que ficou revoltado, porque o outro voltou em frangalhos, gastou toda a fortuna do pai. Aí o pai resolve fazer uma festa porque esse filho voltou, mas era um filho que gastou tudo do pai. É um filho que na na visão do outro que tava do lado do pai não merecia aquela festa onde ele mandou até matar um carneiro. Acho que eu sempre digo que acho que o problema era o carneiro. E aí muitas vezes a gente a gente é como esse filho, eu tô fazendo tudo certo. Por que que eu não mereço essa sua festa e essa sua recepção? E aí o pai fala para esse filho: "Meu filho, o que é meu é teu, mas o que é meu também é do seu irmão? Não julgue, ele é seu irmão. Não ache. E não devemos achar que porque a gente tá fazendo tudo certo, a gente merece mais do que quem tá fazendo tudo errado. Mas o que é certo e o que é errado se somos apenas engrenagens de uma grande organização universal chamada de criação divina. Ah, mas e a destruição? A destruição faz parte da criação divina. uma semente para ela florescer, não é verdade? A semente tá lá fechadinha, uma casca, ela tá no seu lugar confortável, ela tá, digamos assim, dormindo. É quando a gente tá naquele lugar estreito. Aí de repente vem sol em cima da semente, vem água e chuva em cima da semente, enterram ela lá embaixo da
ugar confortável, ela tá, digamos assim, dormindo. É quando a gente tá naquele lugar estreito. Aí de repente vem sol em cima da semente, vem água e chuva em cima da semente, enterram ela lá embaixo da terra, a semente e ela resolve quebrar a casca. em torno de si mesma e florescer. Talvez ela sinta dor no momento que ela quebra a casca. Sei lá figuradamente se a semente não reclamou do sol, de est enterrada, de chover em cima dela. Ela tava confortável dentro daquilo que talvez precisou germinar. Em muitos momentos nós estamos confortáveis dentro dessa nossa semente interna e a gente não quer quebrar a casca. Aí vem momentos difíceis, provas complicadas, enterram a gente, esfregam a nossa cara no asfalto, né? Nos testam paciência e aí a gente resolve. Ou simplesmente a gente é impulsionado a isso, a gente é obrigado a quebrar a casca em torno de nós e florescer e germinar. E aí nos recordamos, mas uma árvore que não der bons frutos, ela deverá ser cortada e jogada no fogo. Quem quer um pé de jabuticaba que não dá mais jabuticaba e não floresce? Provavelmente a gente vai ter que podar esse pé de jabut caba para ver se a criatura eh eh reage e dá frutos. Em muitos momentos nós precisamos das podas da vida. Eu só preciso me entregar a essa providência, porque a gente tem muita dificuldade, porque nós achamos certos, corretos, mesmo praticando coisas terríveis. Eu gosto de falar mal do Saulo, doutor da lei. Gente, ele foi o primeiro a matar cristão e ele gostava do espetáculo de apedrejar alguém no meio do templo. Aí ele pegou o caminho de Damasco com seus capatazes, uma um no sentido figurado, trazendo numa linguagem de hoje em dia. De repente ele cai do cavalo, enxerga uma luz maravilhosa que o cega. As pessoas que estavam com ele, aqueles homens, viram a luz. Mas como ver um homem tão poderoso, completamente perturbado, jogado no chão e tendo alucinação? Muitas vezes a gente tá perturbado quão poderoso nós fomos no passado, assim como Saulo, doutor da lei, assim como
r um homem tão poderoso, completamente perturbado, jogado no chão e tendo alucinação? Muitas vezes a gente tá perturbado quão poderoso nós fomos no passado, assim como Saulo, doutor da lei, assim como Marco Aurélio, imperador. Mas de que nos vale a capa que a gente carrega? Nada, porque o corpo físico vai ficar para trás, a gente não é ele. Não adianta nós nos identificarmos com o corpo e com a matéria, porque, desculpa, a má notícia é você não é o seu corpo. O corpo é só um empréstimo. A gente tá aqui de passagem. Qual o preparo que a gente tá realizando no nosso dia a dia para deixarmos o corpo físico e seguirmos adiante vivendo? A gente não esquece de alimentar o corpo, né? O meu filho, então ele não esquece jamais. Eu acho que ele anda comendo 1 kg de carne por dia. Então, alimentar o corpo, meu filho, não, não existe esquecimento. Mas aonde que nós paramos para alimentar o nosso espírito? Será que a gente tá nesse dia a dia enlouquecedor? a gente aperta lá a o nas nossas vidas e a gente segue um caminho como como uma locomotiva a vapor e e não para. E aí a gente começa a se preocupar, não, eu tenho conta para pagar, eu tenho boleto, eu tenho não sei o quê, eu tenho que pagar o empréstimo, eu tenho que eu tenho que construir, eu tenho que destruir, eu tenho que ir pro trabalho, eu tenho que E a gente não para, não respira, que a gente não entra em contato com algo acima de todos nós, mas que nos cerca, porque fazemos parte disso tudo. Em que momento a gente cai do cavalo e nos entregamos a essa luz que nada mais era do que Jesus à frente de Saulo. E ele simplesmente se entrega finalmente naquele momento, apesar de tudo que ele fez. Porque o nosso passado não nos define. Nosso passado não nos define. O que nos define é essa nossa transformação moral que pode se dar no estalar de dedos. Essa nossa escolha, a escolha pelo lugar para para sair do lugar estreito, por esse caminho que muitas vezes a gente não enxerga, porque estamos cobertos uma parede, um mar à nossa frente, mas a
edos. Essa nossa escolha, a escolha pelo lugar para para sair do lugar estreito, por esse caminho que muitas vezes a gente não enxerga, porque estamos cobertos uma parede, um mar à nossa frente, mas a gente pode seguir adiante. Não importa se a água vai bater até o nosso nariz, não vamos morrer afogados, até porque a morte não existe. Então, eu posso seguir adiante, mas eu tenho que alimentar o meu espírito de alguma forma, de alguma maneira, seja meditando, indo ouvir pastor, padre, espírita, eh, sei lá, a religiosidade é algo pessoal. Religião é algo pessoal. Como você vai cultuar a divindade dentro do seu coração? É escolha. É escolha. Mas eu posso sim iluminar a minha visão de vida. Eu posso sim enxergar as coisas diferentes. Eu posso sim sair desse instinto que muitas vezes me obriga a pagar na mesma moeda, assim como olho por olho, dente por dente, aqueles que me feriram. Só que isso me fere também. Toda vez que eu ajo dessa forma, a mácula, a chaga é muito maior em mim do que no outro. O outro nem sabe que eu odeio ele ou se sabe que eu peça perdão. Por quê? Porque talvez eu não queira caminhar com tantas algemas aos meus pés. Eu queira volitar, como André Luiz volitou lá nos mensageiros e me sentir um pedaço dessa luz que nos cerca e que a gente pode chamar de Jesus. Eu posso chamar como meu coração mais se sentir confortável, mas que eu tenha essa minha religiosidade pessoal, porque o mundo já esgotou, as informações estão aí, né? Eu posso falar com o chato TPT, ele vai conversar comigo, não preciso mais nem de um terapeuta, dizem as más línguas, mas ao mesmo tempo eu preciso, tá? Não estou tirando o valor, mas a informação tá ao nosso redor. É só a gente consumir essa informação de uma forma preciosa. Como que eu paro de olhar só para as coisas negativas? Como que eu paro de ouvir somente notícias, matou, morreu? E e se eu, né, espremer a televisão, sai sangue? Será que eu não posso escolher o alimento pro meu espírito? para que eu possa deixar esse homem velho, para que
ouvir somente notícias, matou, morreu? E e se eu, né, espremer a televisão, sai sangue? Será que eu não posso escolher o alimento pro meu espírito? para que eu possa deixar esse homem velho, para que eu possa seguir adiante, sair deste canto estreito das minhas escolhas, porque existe um outro lado. E o outro lado é maravilhoso quando eu atravesso o mar das minhas inseguranças. Esse outro lado pode ser a terra que vai vai jorrar leite e mel e nos trazer um conforto indescritível. E para Saulo, esse conforto foi tão grandioso que ele resolveu mudar de nome. Cansei do Saulo, não sou mais Saulo. A partir de agora eu sou Paulo, cristão. A partir de agora eu não sou mais Saulo. Aquele Saulo era louco, né? cidadão romano igual um diplomata, cheio de poder, mandava, desmandava, mandava matar, mandava prender. De que que adiantou? O nosso ser precisa de alimento interno. O alimento externo de nada nos vale, porque ele não nos trará a paz que a gente deseja. Então, que a gente possa se entregar a essa luz que é muito maior do que a gente consegue enxergar, do que a gente consegue sentir, que se chama Jesus. A espiritualidade está ao nosso redor, alimentando os nossos pensamentos, alimentando os nossos ouvidos. Vá por aqui, vá por ali, ore, para de pensar tanta besteira, vai tomar um passe. Ah, mas eu tenho medo de tomar passe. Então vai eh eh pro pra Igreja Católica, vai assistir uma missa. Vai lá, muda a conduta mental, muda a forma de vibrar o seu pensamento, atraia para a sua experiência presente, para os seus dias, a luz que na verdade existe em cada um de nós. Atrai as companhias espirituais bem fazerjas, porque o mal está em todo lugar, porque o mal ainda habita dentro da gente. Por isso que a gente sintoniza muito com ele. E é interessante como a gente é, nós somos como um rádio, apesar de que eu falei sobre um rádio pro meu sobrinho que tem 9 anos, ele não sabia que era um rádio, gente. Mas tudo bem. Ele sabe o que que é Alexa. Ele não sabia que era um rádio. Mas vamos trazer para o a
que eu falei sobre um rádio pro meu sobrinho que tem 9 anos, ele não sabia que era um rádio, gente. Mas tudo bem. Ele sabe o que que é Alexa. Ele não sabia que era um rádio. Mas vamos trazer para o a nossa lembrança do passado. Acho que aqui todo mundo sabe que é um rádio, né? De repente eu começo a pensar em alguma coisa, uma alguma coisa talvez não muito positiva. Vocês viram como aquela pessoa machucou a outra pessoa? Aí eu entrei numa sintonia. Na hora que eu entro numa sintonia negativa, um comentário negativo que seja, encarnados e desencarnados se conectam com aquela com aquela aquela minha estação de rádio. E aí eu começo a a alguém começa a alimentar os meus pensamentos. Sim, eu vi. Que absurdo aquilo. Essas pessoas deveriam morrer. Essas pessoas deveriam ser presas. Isso é um absurdo. O mundo não muda e aí eu começo a alimentar. Aí eu vou dormir, nunca vou dormir, eu saio do corpo e vou encontrar um monte de espírito desencarnado jogando na minha mente exatamente aquilo que eu sintonizei na minha onda de rádio pessoal. Então, que nós possamos transmutar, que nós possamos trazer novas sintonias para os nossos pensamentos e para dentro de nós, porque do outro lado, deste mar, que muitas vezes nos parece intransponível, pode e existe uma terra que vai jorrar para nós leite, mel, mas isso é escolha. Eu preciso me entregar a essa providência divina, assim como Saulo se entregou naquele momento. Senhor, que queres que eu faça? Não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Isso é escolha e é pessoal. Boa noite, meus irmãos, a casa agora às quartas-feiras tem um passe presencial que é oferecido nas cabines das 12:30. 30 às 14 horas. Então, aquele que tá lá no seu trabalho meio eh meio quieto, quiser vir tomar um passe, tá aí o convite. E também a casa informa que no dia 19 de junho, que é essa semana ainda, né, quinta-feira, vai funcionar normalmente, exceto os setores administrativos, morarifado, bazar, café e a livraria. Esses não funcionam. Mas é o passe, tudo tá estará
junho, que é essa semana ainda, né, quinta-feira, vai funcionar normalmente, exceto os setores administrativos, morarifado, bazar, café e a livraria. Esses não funcionam. Mas é o passe, tudo tá estará funcionando, certo? E nós vamos agradecer. Vamos buscar a figura morável de Jesus e pedir a ele que leve até Deus os nossos agradecimentos, os nossos agradecimentos pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. os nossos agradecimentos do Senhor pela roupa que nos aquece o corpo. Os nossos agradecimentos pelo dia de hoje, pelo dia de ontem e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Eh, aqueles que vão tomar o passe, por favor, pode aguardar sentados que serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do
ico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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