Não Vim Destruir a Lei - Márcia Ramos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 25/03/2025 (há 1 ano) 36:49 163 visualizações

Não Vim Destruir a Lei - Márcia Ramos

Transcrição

pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Seu microfone tá cortando. Vou pegar. Ei, ei, ei, ei. Esse aí ou esse? He. Olhe os cristalinos razões da cor do céu. Bar tão branquinha com Papai Noel ilumina. Seus irmãos a terra sofrer, no sorrir, no chorar. Olhe os cristalinhos azuis da cor do céu. Barba tão branquinha qual Papai Noel. Ilumina. Seus irmãos na terra no sofrer, no sorrir, no chorar, deserrar de Menezes, apóstolo do bem, receba as nossas preces e o coração também Meser te mereces. Apóstolo da luz, põe as nossas dores aos pés de Jesus. sintonizados com Dr. Bezer de Menezes, que estamos evocando por meio da música. Vamos, por intermédio dele glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas, por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Bezerra de Menezes para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Nós vamos irradiar também para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da

dores da área da saúde. Nós vamos irradiar também para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, segurança, educação dignas. As nossas autoridades que se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Nós vamos pedir também para o movimento espírita, para cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse imenso Brasil. Amém. As nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento. as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, Grupo Espírita Mensageiros da Luz neste mês, neste ano, que está completando 50 anos, mas também vamos irradiar para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, estão se submetendo ao tratamento de radioterapia, quimioterapia, mas também aquelas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. que abençoe as nossas crianças e jovens, concedendo a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando os vícios, dos desequilíbrios, da indolência, das ciladas, das más companhias encarnadas e desencarnadas, fazendo de cada um dos desses meninos um servidor da sociedade. espíritos aflitos, enfermos, entristecidos, equivocados que estiverem nossos lares, que todos possam ser atendidos, esclarecidos, libertados e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que viemos buscar possamos receber. Sejamos todos envolvidos em muita paz. Você que nos honra pela com a sua presença pelas

dos, esclarecidos, libertados e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que viemos buscar possamos receber. Sejamos todos envolvidos em muita paz. Você que nos honra pela com a sua presença pelas redes sociais, que Deus te abençoe também, te envolva muita paz. Estamos transmitindo da sede do grupo espírita Mensageiros da Luz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. Hoje escolhemos o capítulo primeiro do Evangelho Segundo o Espiritismo. Lembrando que o Evangelho tem 28 capítulos. Os cinco primeiros capítulos, por uma metodologia muito especial de Allan Kardec, ele trata da dos fundamentos da própria doutrina. E nesse capítulo primeiro, ele tá falando que não veio destruir a lei. E aí a gente precisa saber qual é essa lei que que Jesus está falando. Porque quando a gente estuda a história universal, a gente aprende assim que o primeiro código de lei que aconteceu, que houve no mundo, foi o código amurabe. Esse código Amur Amurab deve ter sido mais ou menos 1800 anos antes da vinda de Jesus. Ele foi trazido lá na Mesopotâmia, hoje o Iraque. E essa cópia, essa essa pedra, melhor dizendo, essa pedra onde está inserido essa essa legislação está no Museu do Luvre hoje em Paris. Portanto, é uma coisa que tem uma comprovação que foi a primeira legislação que ocorreu, segunda a história, foi essa o código de Amurabe. Mas nós vamos aprender com a doutrina espírita que Moisés foi um grande legislador e a primeira revelação é trazida através dele na personificação da justiça. Moisés era um príncipe egípcio, na verdade ele era hebreu, mas foi criado na coxa do faraó. era um príncipe egípcio. Portanto, ele era iniciado nos segredos do do dos templos do Egito e também nas legislações. era uma um nobre, uma pessoa da corte que tinha todas as condições de ser o dirigente da do Egito numa época em que o Egito era uma grande potência, porque toda a história a gente aprende assim também que todos as civilizações têm o início, o apogeu e a

as condições de ser o dirigente da do Egito numa época em que o Egito era uma grande potência, porque toda a história a gente aprende assim também que todos as civilizações têm o início, o apogeu e a decadência. Portanto, o Egito estava no apogeu naquela época e depois vieram outras dificuldades. Hoje não tem tanto domínio como já houve na antiguidade. E ele percebendo e todos conhecem a história, percebendo a dificuldade com os quais os hebreus estavam vivendo no Egito, no cativê. Portanto, eles eram escravos dos egípcios. E ele, sabendo da sua origem hebraica, ele se condoeu, teve compaixão daquele povo, porque ele poderia ter ficado lá e tornado-se um rei e a vida seguia. No entanto, quando ele percebe a dificuldade pelas quais o povo estava passando e também por inspiração divina, ele do próprio Senhor, ele decide que ia tirar o povo hebreu do cativeiro do Egito. Mas a gente fica imaginando assim, vamos pensar que são os historiadores falam em cerca de 100.000 pessoas. 100.000 1 pessoas. É uma cidade, muitas cidades do interior de Goiás não tem a o seu entre os seus habitantes 100.000 pessoas, mas eram cerca de 100.000 pessoas. Essas 100.000 pessoas, se elas tivessem todas dentro de Goiânia, seria difícil da gente comandar uma pessoa que fala assim: "Olha, vamos sair de Goiânia para ir para Trindade". Mas tem uns que moram aqui pro lado do sul, outros pro norte, leste. Então tinha que ter uma combinação muito precisa para todos saírem no mesmo horário para assistir a missa do Divino Pai Eterno ou para receber o sino que tá chegando, acho que é da Polônia. Então, precisava de uma, precisaríamos agora de uma comunicação muito precisa pra gente alcançar o objetivo. Agora vamos imaginar que eram 100.000 1 pessoas que não tinha comunicação nenhuma e cada um tava num ponto do Egito. Ele consegue reunir todos no mesmo local e eles então partem para a terra prometida. E aí sabemos que são 40 anos vagando pelo deserto. E nesse período nós temos a convicção da necessidade. Qualquer pessoa que pensa

unir todos no mesmo local e eles então partem para a terra prometida. E aí sabemos que são 40 anos vagando pelo deserto. E nesse período nós temos a convicção da necessidade. Qualquer pessoa que pensa um pouquinho tenha convicção da necessidade de uma lei muito rígida para coibir quaisquer tipos de abuso que por acaso houvesse. Ele então traz os 613 artigos de lei, que é a Torá, que são os cinco primeiros livros da Bíblia. E nesses 613 artigos de lei, 365 artigos, portanto, o período de um ano são os artigos negativos. Não pode matar, não pode comer a carne do sacrifício, não pode isso, não pode aquilo. Chegando em casa, observem, são os cinco primeiros livros. Começando com Gênese, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, que quer dizer uma segunda lei. Então, essas leis são leis humanas que Moisés trouxe para coibir qualquer dificuldade existente naquela época. E muitos historiadores também dizem que por ele ser um grande estadista, ele não tava perdido no deserto porque ficou 40 anos. Ele queria que outras gerações chegassem para chegarem à terra prometida sem os vícios existentes ali do povo que foi cativo do Egito. Portanto, tudo dentro de uma de muita lógica. E com decálogo, os 10 mandamentos, aí já é uma outra história. Aí nós sabemos que ele subiu ao monte para orar e recebe escrita direta. Portanto, ele não pegou uma pedrinha e começou a escrever, não foi escrito no E Allan Kardec vai falar sobre esse tipo de mediunidade também lá no livro dos médiuns, escrito na pedra, o decálogo, os 10 mandamentos que até hoje é a base de toda a justiça do mundo. E quando Jesus, através do evangelista Mateus, vai dizer assim, o que que os antigos diziam a respeito da lei? Ele não perguntou assim: "O que que tá escrito? O que que os aprendestes ouvistes com os antigos?" É assim a colocação que Jesus faz através de Mateus. Portanto, ouvimos interpretação da lei de Moisés. Os rabinos, os doutores do templo, eles interpretavam a lei de Moisés e cada um interpretava a seu bel prazer e muitas

ue Jesus faz através de Mateus. Portanto, ouvimos interpretação da lei de Moisés. Os rabinos, os doutores do templo, eles interpretavam a lei de Moisés e cada um interpretava a seu bel prazer e muitas vezes endurecia muito as leis no sentido da vingança. Isso pra turma do direito aí chama-se hermenêutica até hoje a a interpretação da lei. Quer dizer, a lei civil, penal, o juiz pode, os doutos do direito podem eh dar uma interpretação, isso chama-se hermenêutica. Existe também a hermenêutica Bíblia. Então Jesus pergunta, foi dito pelos antigos, mas em verdade eu te digo, a lei agora é essa, amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a nós mesmos, através do evangelista Mateus. E aí nós vamos ver a os 3 anos de vida pública de Jesus, ele cumprindo essa lei de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, que a Allan Kardec fala que é a fidelidade a Deus e que todas as pessoas, todas as criaturas precisam ser fiéis a Deus. Mas Allan Kardec, quando ele vai formular o livro dos espíritos, que é o primeiro livro, este aqui, 1857, 18 de abril, portanto, já está chegando a data de que se comemora com mais efetividade o lançamento do livro dos espíritos. Ele divide esse livro em quatro partes. E a terceira parte, ele vai falar sobre as leis morais. Portanto, tem um livro que tá dividido em quatro partes. Uma parte desse livro está falando sobre lei, as leis morais. E essa essas questões que ele vai questionar sobre as leis, ela é tão extensa que ela vai da 614 a 919. E vamos ver quais as colocações, porque ele vai falar sobre a lei de destruição, a lei de conservação, a lei de reprodução, a lei do trabalho, a lei do repouso. São várias leis, são 10 as leis, copiando também, fazendo uma uma consonância com a própria lei legislação de Moisés. E aqui nesse capítulo primeiro, portanto, da começando sobre as leis, ele vai falar sobre a lei divina ou natural. Olha a sabedoria do codificador. Porque para começar a falar de lei tem que saber assim, mas qual que

ítulo primeiro, portanto, da começando sobre as leis, ele vai falar sobre a lei divina ou natural. Olha a sabedoria do codificador. Porque para começar a falar de lei tem que saber assim, mas qual que é a lei de Deus mesmo? Não foi Jesus que falou amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. E ele vai perguntar o que se deve entender por lei natural. Quer dizer, a lei de todos, de todas as pessoas é uma lei natural. Por quê? Porque as leis civis, as leis dos países, elas modificam de de acordo com cada país. E a lei vai modificando, as nossas leis, elas vão modificando de acordo com o interesse da população, o clamor da população. Se observarmos, por exemplo, as nossas legislações da época do império, são diferentes da época da primeira república. tanto diferente que quando logo na primeira república, quando foi proclamada a República do Brasil e que foi proibida a manifestação, a abertura, a existência das casas espíritas por lei. A lei proibiu a existência das casas espíritas. Dr. Bezerra de Menezes, que era uma uma pessoa muito preparada, um deputado, um médico, um escritor, um homem de sociedade, um homem do império. Ele questiona o ministro da justiça do da primeira república sobre essa questão, pedindo, conclamando as autoridades para que restabelecesse a lei do império, onde se permitia que os espíritas tivessem também a oportunidade de manifestar a sua religião. Portanto, hoje a gente vê as religiões todas por um aspecto legal, constitucional que temos todas as religiões, não pode haver discriminação. E se houver discriminação é crime. Portanto, a legislação humana ela vai variar bastante. Quando nós temos a legislação trabalhista, que é de 1943, e as pessoas às vezes, e aí estão os advogados, os juízes trabalhistas, as as pessoas às vezes falam assim: "Ah, mas ela é muito paternal". Olha, foi um grande avanço e a gente imagina se a coragem do presidente da República na época, Getúlio Vargas, de ter essa consolidação das leis do trabalho,

lam assim: "Ah, mas ela é muito paternal". Olha, foi um grande avanço e a gente imagina se a coragem do presidente da República na época, Getúlio Vargas, de ter essa consolidação das leis do trabalho, porque nós estamos vindo de um período de escravidão e aquelas pessoas que haviam sido libertadas, elas continuaram nas fazendas, elas continuaram nas casas porque elas não tinham para onde ir. Foi também uma proposta de Dr. Bezerra de Menezes que não poderia ter feito daquela maneira, embora tardia ela foi assodada também, quer dizer, foi feita de qualquer maneira. E hoje a gente vê uma legislação trabalhista que traz um uma proteção a todos aqueles que trabalham. Mas aí Kardec vai perguntar: "E então, o que que a característica da lei divina? O que se deve entender por lei natural?" E a resposta é a questão 614 do livro dos espíritos. A lei natural é a lei de Deus. É a única, verdadeiramente necessária à felicidade do homem. E aí nós lembramos que felicidade também nas colocações trazidas aqui no livro dos espíritos, no aspecto do material é a posse do necessário. Portanto, não é mais uma vasilha, mais uma bolsa, mais um prato, mais um um sapato. É a posse do necessário, a colocação trazida pelos pelos respeitos e no aspecto moral, a paz da consciência. Mas aqui ele vai dizer, a lei natural é a lei de Deus, a única, verdadeiramente necessária, a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve ou não deve fazer. E ele só é infeliz porque afasta dela, porque afasta da lei de Deus. E ele continua, porque o Kardec ele é incisivo, ele vai perguntando cada vez mais, ele vai colocando os espíritos na parede mesmo para saber como é que é essa história. E aí vai perguntar: "E a lei de Deus é eterna?" Olha que pergunta interessante. A lei de Deus é eterna? Porque a gente tá falando aqui que lei que muda. Agora tem uma lei, a gente observa, por exemplo, a legislação municipal, todo dia tem uma novidade aí na legislação municipal. E aí ele vai perguntar: "Li de Deus é eterna?" é eterna e imutável. Quer dizer, ela não

lei, a gente observa, por exemplo, a legislação municipal, todo dia tem uma novidade aí na legislação municipal. E aí ele vai perguntar: "Li de Deus é eterna?" é eterna e imutável. Quer dizer, ela não muda como o próprio Deus. Então, essa a colocação trazida a respeito dessa legislação. Mas aí ele vai continuar perguntando e aí vai perguntar onde tá escrita a lei de Deus? Porque nós já vimos que tem o código de Moisés, o código Amurab e outras tantas legislações, legislações de império, legislações do sacro colégio romano, que é o direito canônico. Por aí vai. E aí de onde tá escrito a lei de Deus? E a resposta dos espíritos é: na consciência. Olha que resposta curtinha e tão importante. Onde é que tá escrita a lei de Deus? Na consciência. E aí quando a gente tem essa resposta, a gente observa a lei da ação e da reação, da causa e do efeito. Porque muitas vezes as pessoas nós cometemos um ato equivocado, ninguém fica sabendo, mas a nossa consciência vai ficar acusando enquanto a gente não pede perdão para aquela pessoa. E muitas vezes a gente, só o perdão não resolve, tem que ter a reparação do equívoco cometido. Por isso o Jesus Gonçalves tem uma frase que diz assim, assim, ele intitula lei bendita. É uma lei que nunca erra. Reencarnação, lei bendita. Cada ser retorna à terra na lição que necessita. Vamos lembrar o Jesus Gonçalves. Jesus Gonçalves a gente tem pelas biografias, pela história trazida, sobretudo por Francisco Cândido Xavier. Então, quando ele fala sobre essa lei bendita, ele tá falando em causa própria, porque ele foi um rei, um rei vizegudo. E quando o Império Romano ele começa a o período de decadência do império, a gente falou há pouco, tem apogeu, início, apogeu e decadência. Quando começou a decadência do império romano, uma das razões para essa decadência foi exatamente uma invasão dos bárbaros. E esses povos bárbaros eram três, eram os Unos, os Godos e os Visigodos. E esses vizigodos ele tinha como como líder, como rei dos vizigodos. Exatamente. O Jesus Gonçalves, Alarico,

asão dos bárbaros. E esses povos bárbaros eram três, eram os Unos, os Godos e os Visigodos. E esses vizigodos ele tinha como como líder, como rei dos vizigodos. Exatamente. O Jesus Gonçalves, Alarico, era o nome dele. E ele colocou terror naquela região ali da Itália. E o interessante que num determinado momento em que ele estava muito atacado da fúria, ele se encontra com Santo Agostinho. Santo Agostinho que depois vai ser um dos dos que assinam a codificação da doutrina espírita. E nesse período em que ele encontra com Santo Agostinho, Santo Agostinho tenta demovê-lo da ideia de invadir Roma. E ele tava como de fato ele não estava irredutível. Então ele diz a ele, você pelo menos podia poupar as igrejas. E de fato ele poupou as igrejas. igrejas não foram atacadas pelo rei Alarico. Mas o certo é que em outra encarnação que ele já poderia ter redimido muita coisa, ele volta como Alarico ter também numa situação de muita sanguinolência também na Europa, também rei, filho do Alarico. Mas a misericórdia divina é infinita e nós todos precisamos em algum momento da nossa vida acertar as nossas contas com a nossa consciência, que é onde tá escrito a lei de Deus. E no momento em que ele se propôs acertar as contas com a própria consciência, ele teve a bênção de nascer no Brasil, o coração do mundo, a pátria do evangelho. Ele nasce no Brasil e era um rapaz muito bonito, muito eloquente, falava muito bem, era um locutor de rádio. Na época que rádio era coisa muito importante, ela era um locutor de rádio. E logo depois da da adolescência, ele começa a perceber que ele estava com umas manchas na pele e mais manchas e daqui a pouquinho também outros sintomas. e é diagnosticado com lepra, porque depois é que a doença virou ranceníase. Primeiro era morfeia, porque é uma doença bíblica, depois veio a lepra e depois veio a ranceníase e depois veio a sulfona, que hoje a ranceníase é uma doença totalmente quase que extinta já. Tanto é que nossa colônia Santa Marta já não tem mais nenhum interno lá, mas era uma doença

io a ranceníase e depois veio a sulfona, que hoje a ranceníase é uma doença totalmente quase que extinta já. Tanto é que nossa colônia Santa Marta já não tem mais nenhum interno lá, mas era uma doença além da doença ser muito difícil, a ideia era era discriminatória demais, porque as pessoas não podiam conviver umas com as outras. E ele então é acometido dessa enfermidade. E claro que ele vai para o sanatório e lá no sanatório ele não acreditava em nada, era ateu. E num determinado momento com a moça que estava também no sanatório, claro, todos enfermos, ela desencarna. E nesse momento do desencarne ali na na no velório, ainda houve uma manifestação desse espírito. E ele começa a estudar o livro dos espíritos. A partir daí ele começa a estudar o livro dos espíritos. E a doutrina espírita é uma doutrina de convicção. E ela é uma doutrina de convicção porque nos ensina a estudar a doutrina espírita. E quando nós estudamos a doutrina espírita, nós não temos dúvidas. Quem viu anteontem, sábado e domingo, o Dr. Alexander Moreira, que esteve na irradiação espírita e depois na Casa de Estudantes do Evangelho, depois na livraria da Federação Espírita. É um médico, um pesquisador, um psiquiatra de grande renome e ele trouxe assim infinitas eh casos, histórias verídicas relacionadas à reencarnação, à sobrevivência do espírito, à imortalidade da alma, princípios da doutrina espírita. Então, naquele momento que o o Jesus começa a estudar a doutrina espírita, ele se convence, ele se torna convicto da importância da doutrina. Ele funda um centro espírita lá dentro do do sanatório e adivinha o nome do centro espírita, Santo Agostinho. Olha a reminiscência daquele tempo, de 1 mais de 1000 anos, o Centro Espírita Santo Agostinho. E aí ele começa a corresponder com Francisco Cândido do Xavier, nunca se encontraram. E ele mandava as fotos dele para o Chico e as fotos, cada vez que uma foto chegava era muito difícil. aqueles lambe lambe, aquela história de muita dificuldade. Certamente era alguém também que tava lá

ele mandava as fotos dele para o Chico e as fotos, cada vez que uma foto chegava era muito difícil. aqueles lambe lambe, aquela história de muita dificuldade. Certamente era alguém também que tava lá no sanatório para tirar as fotos, porque não podia entrar outras pessoas. E ele então dizia para o Chico assim: "Olha, se tiver uma diferença dessa fotografia para outra, quer dizer, ele queria dizer se tá faltando mais um pedaço da minha orelha, do meu nariz, dos meus dedos, das minhas pernas. Isso defeito é da máquina fotográfica". Ele ainda fazia uma graça com essa situação dele. E num determinado dia, num determinada hora, ele manda novamente uma carta para o Chico e dizendo a ele assim: "Olha, quando eu desencarnar, olha o termo já desencarnar, porque é um termo próprio dos espíritas. Quando eu desencarnar, eu vou te visitar, tá bom? Vou te visitar." Aí passa-se um tempo e uma determinada manhã o Chico estava em oração. E a gente repete mais uma vez a importância da oração, porque nós nos ligamos com a espiritualidade superior, com o santo da nossa devoção, com o espírito da nossa veneração. Esses espíritos fazem intercâmbio juntamente com Maria Santíssima, com o nosso mestre Jesus, para que os nossos pleitos justos possam ser atendidos. E se não for da maneira que nós queremos, mas eles de toda forma são ouvidos. O certo é que ele estava nesse momento em oração, Chico, com esses dois senhores. E surge à frente dele um espírito declamando algumas poesias, porque ele era também um poeta e tinha uma voz muito bonita. No final da vida, ele já não tinha voz mais. E o interessante é que quando ele ia para a tribuna espírita, ele falava às vezes até 2 horas e terminava, ele não falava mais nada. Os espíritos utilizavam das cordas vocais, preparavam as cordas vocais para que ele pudesse falar. E ele declama poesia. E o Chico percebe que nos em muitos lugares do corpo tinha muita luz, orelha, nariz, os lugares que estavam muito mutilados tinha muita luz. E ele pergunta aos amigos, porque eles

ele declama poesia. E o Chico percebe que nos em muitos lugares do corpo tinha muita luz, orelha, nariz, os lugares que estavam muito mutilados tinha muita luz. E ele pergunta aos amigos, porque eles não se conheceram. Ele diz aos amigos: "Parece o Jesus, será que é ele? Será que ele desencarnou?" E os amigos disseram assim: "Nós vamos voltar para São Paulo e vamos passar lá na cidade dele e vamos verificar lá no cartório, porque não tinha, era pouco melhor do que a época do Moisés e não tinha essa facilidade de comunicação. Vamos passar lá no cartório e saber se ele desencarnou." E quando chega lá, tinha um Jesus Gonçalves que tinha desencarnado, só que o nome dele era Jesus Gonçalves. E ele achou com muita propriedade que ele não merecia ter o nome do mestre. Daí então ele se torna Jesus Gonçalves. E nessa história de se tornar Jesus Gonçalves, ele traz muitas e muitas poesias, inclusive essa que a gente acabou de ver agora. Mas também o Emmanuel vai nos falar sobre exatamente essa essa mesma lição da lei e da vida. E ele no livro, o Evangelho segundo Mateus, ele vai dizer: "Não penseis que vim destruir a lei". Lembrando que Emmanuel comenta todos os evangelistas, comenta Atos dos Apóstolos, cartas de Paulo. Portanto, é uma obra completa, relembrando, comentando, refletindo sobre o cristianismo primitivo. Ele diz: "Lei e vida. Não matarás", diz a lei, a lei de Moisés. E ele completa, o texto não se refere, porém, unicamente à vida dos semelhantes. Não frustrarás a tarefa dos outros. Também matar a ilusão, matar a o a o entusiasmo, matar a fé das pessoas. É isso que ele tá dizendo. Não frustrarás a tarefa dos outros porque suponhas inadequadamente de vez que toda tarefa tarefa promove quem a executa, sempre que nobremente cumprida. E a gente às vezes tira o incentivo das pessoas. O Chico dizia: "Se alguém falar assim que vai capinar o céu, você fala: "Dá uma enchada para ele". Aí a gente vai falar assim: "O céu não tem enchada, dá enchada para ele, porque é o entusiasmo

ssoas. O Chico dizia: "Se alguém falar assim que vai capinar o céu, você fala: "Dá uma enchada para ele". Aí a gente vai falar assim: "O céu não tem enchada, dá enchada para ele, porque é o entusiasmo dele tá querendo trabalhar". Não dilapidarás a esperança de ninguém. Eu quero fazer um concurso aqui. Você não vai passar mesmo, né? A gente escuta muito isso. Não dilapidarás a esperança de ninguém. Não destruirás a coragem. Não aniquilarás com inutilidades o tempo de teus irmãos. Porque toda hora é a gente sagrado nos valores da criação. A gente faz as pessoas perder muito tempo, sobretudo hoje, né, que nós estamos perdendo muito tempo com coisas que desnecessárias. Ninguém extinguirá a afeição na alma alheia. Você gosta do fulano, do beltrano? Não, mas não vai lá não. Essa pessoa não é boa. Vai mexer com o negócio de espiritismo, não, porque dá um trabalho e dá mesmo, viu? É como diz o o Raul Teixeira, só para quem aguenta mesmo, porque é muita disciplina, muita renúncia, muito estudo, é uma dedicação, mas vale a pena. Reflitamos no bem do próximo, respeitando-lhe a forma e a vida. A lei não traça especificações ou condições dentro do assunto. Preceitua tão somente, não matarás. E aqui ele vai citar também não furtar, não desejar a mulher do próximo e outras situações. Nós trouxemos tão somente essa para as nossas reflexões. Que Jesus nos abençoe, nos envolva em muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros médiuns em condição de transmitir o passe para se posicionarem. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. Todos estão recebendo. Você que nos assiste, que nos honra com a presença, está recebendo também o passe. Coloca aí a sua água fluidificada. Pedimos que Deus cruze os braços, as pernas, só para facilitar o trabalho. Que Deus nos abençoe. Melhororação é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar. que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. Gentileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu

lhororação é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar. que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. Gentileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu coração. Gentileza. auxílio e perdão.

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