Não julgueis para não serdes julgados - Sandro Henrique
Data: 03/04/2016 Tema: Não julgueis para não serdes julgados Palestra ministrada por: Sandro Henrique Local: Federação Espírita do Estado de Goiás (FEEGO) Produção: FEEGO TV
boa noite é com prazer temos a oportunidade de estarmos aqui mais uma vez para falarmos de um tema tão pertinente da circunstância atual do Evangelho acerca da nossa condição moral da nossa condição evolutiva Não julgueis para não ser desligados justamente porque afirmo e reafirmo quantas vezes necessarias por forem a atualidade dessa temática Porque a partir do momento em que desenvolvo reflexões pertinentes a minha capacidade de julgamento desenvolverei reflexões pertinentes das minhas limitações das quais são imensamente possuidor por isso sempre será inevitavelmente atual Porque a partir do momento que falo percebo que uso meu aguilhão de Justiça para perceber elementos externos nada mais estarei do que constatar elementos que por vezes não consigo ainda constatar conscientemente tão presentes tão vivazes então intensamente vivenciados cotidianamente na minha vida atual na minha conjuntura atual na minha existência encarnatória e nós temos nas bem-aventuranças em Mateus 57 bem-aventurados os que são misericordiosos porque alcançarão misericórdia quando nós trazemos estas reflexões nós vamos nos vincular inevitavelmente algumas abordagens aqui psicanalíticas algumas abordagens que vão nos vincular algumas questões de lógica necessárias a nossa reflexão cada vez sem dúvida alguma mais racional mas não por isso racionalizada A misericórdia é o complemento da brandura porque aquele que não for misericordioso não poderá ser Brando nem Pacífico por vezes nós descemos considerações em nome do Perdão em nome da Misericórdia colocando alguns preços colocando algumas exigências há um exemplo muito simplório pois bem eu vou desculpar A Ofensa de fulano nós colocamos sempre as condicionais né sim Eu ajudarei sim ele se comprometer e por vezes nós usamos estas formas inúmeras de seu localidade inclusive nas ações que nós desenvolvemos Eu gostaria muito de ajudá-lo mas ele não quer ser ajudado é sinal que nós de certa maneira ainda esperamos algum retorno esperamos ainda algumas demonstrações dos atos das ações
que nós desenvolvemos Eu gostaria muito de ajudá-lo mas ele não quer ser ajudado é sinal que nós de certa maneira ainda esperamos algum retorno esperamos ainda algumas demonstrações dos atos das ações que nós fazemos que nós executamos em função de outrem sem perceber que em primeiro momento nós executamos em nosso próprio benefício porque quando eu dou um passo no caminho da caridade seja ele qual for dentro de casa primeiro espaço onde sou convidado a exercitar a caridade Não é fora né então quando no primeiro passo no Exercício da caridade eu estou dulcificando elementos do meu sentimento da minha capacidade de sensibilidade porque isso precisa de exercício como Já diz o próprio Aristóteles na ética e como ninguém nasce com o hábito pronto é preciso tempo e exercício para adquiri-lo Lógico que nós na compreensão que temos de uma dimensão evolutiva vou concordar plenamente com Aristóteles mesmo aquele que numa atual condição se encontra numa moralidade elevada é sinal nada mais do que um exercício feito na sua progressão moral evolutiva Portanto ele não nasceu com isso pronto foi uma aquisição e que precisou de tempo e para que nós chegássemos Onde estamos com aquilo que somos não tenhamos dúvida que nos foi necessário milhares de anos para que pudéssemos conseguir hoje perdoar compreender as entendamos que a estrada é longa estamos na caminhada isso é o mais interessante o mais importante de tudo isso retomando o elemento dissemos a pouco sobre os pontos de cobrança que nem sempre nós percebemos os nossos exercícios de caridade Vamos a um exemplo muito simplório eu estou atravessar a rua de repente trombo de ombros aí com alguém algumas coisas alguns pertencem dessa pessoa caia ao chão eu pego lá a última caneta entrego a pessoa ela vira as costas sem falar um Ah se quer e se vai será que não vai bater no incômodo no teu coração não Será que você não vai de repente pensar Nossa mas que mal educado nem para agradecer ou quando muito eu não consigo conter isso em mim e sai numa
será que não vai bater no incômodo no teu coração não Será que você não vai de repente pensar Nossa mas que mal educado nem para agradecer ou quando muito eu não consigo conter isso em mim e sai numa verbalização muito sem glória de nada viu ou ainda é muito possível que eu ainda diga não não se preocupe quando for preciso pode contar comigo tá tudo bem usando o nosso sarcasmos de ironias agora veja bem eu esperei que a pessoa me agradecesse o ato dela não me agradecer me incomodou Ah mas Sandro Poxa isso é uma questão de educação de polidez É verdade mas cobrar do outro apoio desse que porventura Talvez ele não tenha é falta de compreensão na minha condição evolutiva quando a criança desenvolve certos comportamentos como birra ou coisas do tipo própria da faixa etária nós não nos irritamos sobre maneira salvo numa condição de anomalia Com certeza nós não nos irritamos sobre a maneira porque nós compreendemos que aquilo é próprio daquela faixa etária agora vamos nos colocar numa imaginação bem simbólica Jesus frente aos seus discípulos imagine Quantas coisas ele não convivia de intolerância de má compreensão de fragilidade humana e nenhum momento do Evangelho nós encontraremos Jesus usando tons de Condenação personalizados ele fala culturalmente da raça ele fala do grupo Chama grupos de fariseus por exemplo como sepulcros caiados ele fala de corporações de grupos de coletividade raça ingrata ele nunca fala Fulano você ele nunca se refere diretamente a personalização os elementos do qual Divino Messias tinha compreensão em profundidade por saber da nossa infância espiritual não se irritar de repente com Simão Pedro que para ele era resolver tudo nas questões imediatistas um Judas que desejava com a mais boa vontade expandir a proposta do Reino de Deus e contribuir com aceleração desse processo E tantas outras circunstâncias que somos nós hoje possuidores e é por isso que antes do exercício fundamental da misericórdia e da brandura é fundamental que tenhamos vivenciado no próprio
se processo E tantas outras circunstâncias que somos nós hoje possuidores e é por isso que antes do exercício fundamental da misericórdia e da brandura é fundamental que tenhamos vivenciado no próprio coração a passividade a misericórdia verdadeira que nos conclama a educação do nosso próprio sentimento o ódio e o rancor promovem uniões pela via do desequilíbrio é verdade sabemos que o amor ele vincula aqueles seres amados mas não a vinculação muito fácil essa não tem muito despente de energia porque é fácil amar a quem nós amamos dos quais somos também amados como evangelho já anuncia mas difícil é desenvolver afeto respeito e consideração por circunstâncias que não são contrárias e é por isso que o ódio e rancor promovem uniões no entanto pela via do desequilíbrio aquele que odeia Traz presente a mente a pessoa odiada praticamente possa até dizer cotidianamente e talvez a pessoa odiada nem lembre dele cara nem nem faço a menção da imagem dessa pessoa mas o que eu dei assim e é por isso que o ódio é uma forma muito ineficaz e destruir a outra pessoa mesmo que seja imageticamente porque eu quero destruí-la com o veneno no entanto sou eu quem tomou eu estou agregando em mim elementos deletérios portanto ódio é o amor adoecido essa é uma afirmação do próprio Padre Fábio de Melo achando bastante interessante quando o amor entra num elemento de perversão de anomalia ele adoece e muitos diriam o contrário do amor é o ódio eu não concordaria com isso porque aquele que odeia Na verdade ele ama uma condição de fato adoecida Pois somente me incomoda algo que alguém faça desde que se alguém significa algo para mim porque aquilo que alguém uma palavra uma expressão que alguém vai definir contra a minha pessoa se essa pessoa nada significa para mim simplesmente darei de ombros não tô nem um pouco preocupado com a opinião dessa pessoa mas se essa outra pessoa significa algo para mim você tem um afeto respeito consideração a pessoa dela essa palavra essa ação tem maior poder abrasivo no meu coração mas o
o com a opinião dessa pessoa mas se essa outra pessoa significa algo para mim você tem um afeto respeito consideração a pessoa dela essa palavra essa ação tem maior poder abrasivo no meu coração mas o poder é Brasil numa dimensão Claro perto da negativa doentia que vai doer eu diria que o contrário do amor portanto é exatamente a indiferença isso sim porque o amor é o elemento da significância o ódio da mesma forma por isso a circunstância do indivíduo que tem um ego ferido por alguém que lhe significava bastante mas aquilo que é indiferença é justamente a inexistência de qualquer sentimento de afeto é a destituição da possibilidade de realização portanto do amor boa parte desses elementos que nos incomodam profundamente nos outros no meu irmão eles são vivenciados cotidinamente por mim como gel dissemos no entanto não foram superados ou por muitas e talvez a maioria das vezes eles são inadmitidos por nós porque não vieram ainda à tona a nossa capacidade de compreensão sobre nós mesmos Como já diria Jung estão ainda nos territórios de sombras no meu coração ou como diria Freud estão nos elementos do nosso inconsciente o próprio Freud já diz isso em suas teorias quando algo me incomoda de uma forma passional me incomoda intensamente naquilo que o outro realiza é um grande e um imenso possível sinal de evidência de que eu seja também possuidor daquele elemento porque é como se o outro estivesse até atualizar um defeito que é inadmitido por mim e em mim né Eu admito quando eu vejo vejo isso externalizado aquilo me incomoda chega a fazer com que as minhas jugular ela vá aumentar a sua capacidade de profusão sanguínea naquele momento e o indivíduo ver o seu rosto em obedecer de raiva de irritação portanto é um indício todo sentimento e o outro uma atividade que o outro realiza que desencadeia em mim um sentimento tão intenso de raiva de passionalidade vale a pena olharmos dentro do nosso próprio coração pois é uma imensa chance de que eu seja exatamente possuidor daquela
za que desencadeia em mim um sentimento tão intenso de raiva de passionalidade vale a pena olharmos dentro do nosso próprio coração pois é uma imensa chance de que eu seja exatamente possuidor daquela circunstância aquela criança que eu disse no exemplo que não me incomoda na sua ação hoje porque eu compreendo é porque aquilo que meu irmão desenvolve hoje que me incomoda tanto eu apenas eu apenas Ou melhor não apenas eu não compreendo mas também sou possuidor daquele elemento eu não consigo compreender no outro Exatamente porque eu não conseguir realizar essa compreensão em mim mesmo por isso é que quando nós julgamos automaticamente inevitavelmente nós estamos nos julgando porque estamos nos colocando no mesmo patamar do outro e assim o evangelho nós temos a sabe exortação porque às vezes o cisco no olho do teu irmão e não percebes a vida no teu olho porque é fácil perceber esses elementos no outro mas em mim é difícil justamente por estarem Possivelmente nos territórios sombrios ainda do meu coração e carecem de iluminação muito difícil viver bem se não aprendermos a conviver a viga por fora de nós é a imagem daquilo que somos por dentro viver é lei da natureza mas a vida pessoal é a obra de cada um toda vez que criticamos a experiência dos outros estamos apontando em nós mesmos os pontos fracos que precisamos emendar em nossas próprias experiências se o ideal é o seu caminho tanto quanto o seu trabalho é você está na obra esta psicografia viver está na obra respostas da vida pela psicografia de Francisco Cândido Xavier ele o irmão espiritual André Luiz André Luiz aponta exatamente o elemento já presente desde meados do século passado que Freud já sinaliza que quando Aquilo me incomoda externamente a grande indício que sou consumidor dentro de mim é por isso que o cisco que vejo em nada mais é do que indício da vida que Carrego em mim não é tão simples ouvir isso porque incomoda não é mesmo e nós vamos perceber como nós temos a facilidade de emitir de desenvolver julgamentos porque
a mais é do que indício da vida que Carrego em mim não é tão simples ouvir isso porque incomoda não é mesmo e nós vamos perceber como nós temos a facilidade de emitir de desenvolver julgamentos porque vamos perceber em nós todos esses elementos também na abertura nós tivemos por Leitura essa belíssima passagem uma das mais eu considero umas das mais belas do evangelho em que Jesus se depara com uma mulher que estava num processo de julgamento civil previsto no código civil daquele contexto histórico e cultural em que ela seria apedrejada vamos usar um nome um eufemismo que era tão bem utilizado na época né ela seria não apedrejada seria lapidada é uma forma de quitar os seus débitos com a sociedade e poder caminhar tranquilamente para os braços de Deus uma forma caridosa né muito amorosa que era utilizada naquele contexto de ajudar educar a sociedade e eliminar as culpas daqueles que eram os grandes que cometinha aí os grandes delitos sociais eu Trago essa passagem Exatamente porque porque ela nos relata alguns elementos belíssimos quando Jesus disse a mulher nenhum tão pouco te condeno vai no pequenas mais no entanto o evangelho nos traz alguns elementos mas nós temos a possibilidade de encontrarmos outros mais presentes na obra Boa Nova pela psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo Espírito Humberto de Campos nesta obra nós vamos encontrar um capítulo muito específico que tem por título pecado e punição em que Humberto de Campos nos traz alguns relatos do diálogo de Jesus com essa mulher sim sem dúvida mas também do Diálogo dele com seus discípulos Tá então vamos imaginar um pouco mais esse contexto Jesus ele apresentava mensagens que eram pura contravenção nós temos um código civil e você vai encontrar no Levítico inclusive toda a codificação daquele contexto social Severa codificações severas prescrições de ações que inclusive na no comportamento cotidiano iam para além das codificações religiosas então voltemos O que dizia naquele contexto Jesus então apresentava
vera codificações severas prescrições de ações que inclusive na no comportamento cotidiano iam para além das codificações religiosas então voltemos O que dizia naquele contexto Jesus então apresentava mensagens que era completamente estavam completamente destoantes eram destoantes com os princípios Morais pregado pela tradição do povo hebreu Jesus ele apresentava uma mensagem que na cultura greco-romana era a mensagem do fraco porque quem perdoa quem se submete quem aceita era o escravo e na cultura greco-romana que é uma cultura portanto de dominação uma cultura com força interiosa o que era valor e o que era virtude era força era determinação era imposição dos valores e da justiça por isso é que nós precisamos retomar a esse momento histórico para compreender isso melhor agora veja bem os discípulos acompanhavam Jesus todos eram portadores da educação cultural do povo hebreu a severidade da lei e Jesus começa a ter por amizade prostitutas ele começa a se aproximar daqueles que eram os mais chucros distanciando-se por vezes daqueles que são eram os representantes legais da cultura Hebraica E aí os discípulos começam a ficar também imaginamos aqui com dificuldades né Por Jesus a gente quer te seguir mas tá difícil você tá aí próximo de quem olha aí é prostituta é pecadora você tá próximo aí daqueles que deveriam ser condenados aí fica difícil defender sua causa Jesus né a gente pode imaginar as dificuldades e foi justamente isto que nós temos aqui nós temos por relato de Humberto de Campos eu vou ler uma pequena parte que nos traz com maior clareza esses elementos primeiro ponto nós imaginamos aqui a situação Jesus está passando uma localidade e ele é colocado numa prova bastante contundente aboni Rabi diz-nos aí esta mulher adúltera pecou contra a lei a lei diz que devemos apedrejá-la E aí o que você nos diz imaginemos a situação Jesus dissesse então cumpram a lei eles gostariam de ouvir tal Fato né tal tal julgamento mesmo porque aquilo eu colocaria Jesus de acordo com a tradição
E aí o que você nos diz imaginemos a situação Jesus dissesse então cumpram a lei eles gostariam de ouvir tal Fato né tal tal julgamento mesmo porque aquilo eu colocaria Jesus de acordo com a tradição Hebraica uma ótima ele tá conosco Então tá tudo certo se ele dissesse o contrário não vocês não podem apedrejá-la Ah então agora temos provas explícitas da contravenção desse suposto a mim contra o código civil do povo hebreu então ele poderia facilmente ser julgado talvez ali mesmo apedrejado junto com a mulher então nós temos no relato bíblico evangélico que ele se agacha e começa a escrever na areia alguns perguntam Mas o que ele escrevia na areia eu adoro responder não sei mas eu gosto de imaginar que ele escrevia com calma raiva arrogância discórdia inveja porque isso ganhando tempo para que a turba acalmasse os seus anjos e assim quando ele se levanta ele profere a célebre frase aquele que não tiver pecado que atire a primeira pedra no magnetismo do divino Messias todos foram sublimarmente envolvidos naquele magnetismo convidados a repercutir no âmago da própria alma os elementos dos quais eram possuidores e nenhum nenhum deles se viu na condição moral de condená-la e eles vão saindo um a um aí vem a parte que mais adora imaginar nessa passagem quando ele chega para ela e pergunta mulher Onde estão aqueles que te condenavam gente se fosse você você ia morrer naquela hora imagina só já tinha tomado algum safanões e você olha para um lado não vê ninguém olha para o outro não vem ninguém eu gosto mas não alívio daquela mulher quando ela olha para ele e fala Senhor ela percebe não vai ser hoje né dessa eu escapei E é isso que ele profere a ela daquele a que ele diz a ela portanto Então nem eu também te condeno tá e não peques mais Beleza agora pensamos o que aquela mulher esperava naquele exato momento naquele exato momento que ela esperava era a condenação Certa ela tinha certeza disso A única coisa eu não duvido disso é aquela mulher não esperava era respeito a única coisa que ela não esperava era
naquele exato momento que ela esperava era a condenação Certa ela tinha certeza disso A única coisa eu não duvido disso é aquela mulher não esperava era respeito a única coisa que ela não esperava era consideração e sentir uma vibração de amor profunda por ela na dignidade humana da qual ela era e é pertencente e É nesse ponto então que nós temos o relato de Humberto de Campos e aqui leio a infeliz criatura portanto quando vai conversar com Jesus mulher Onde estão os teus juízes observando que é pecadora lhe respondia apenas com o olhar reconhecido onde as lágrimas aos ofravam num misto de agradecimento e alegria Jesus continua ninguém te condenou também eu não te condeno vá e não peques mais a infeliz criatura retirou-se experimentando uma sensação nova no espírito a generosidade do Messias lhe iluminava o coração em claridades vivas que lhe banhavam a alma toda mas enquanto A Pecadora se retirava presa de intensa alegria aos poucos os discípulos se encontravam junto do senhor não conseguiu ocultar a estranheza frente aquele ato E aí nós temos Então nesse item João se aproximou e interrogou Jesus mestre Por que não condenaste a Meretriz de vida em Fame aquilo que dizia pouco com as minhas expressões né o senhor aí fica difícil tá do seu lado porque tudo diz que ela deve ser condenada e você não Condena Jesus e sou discípulo no olhar o olhar calmo e bondoso e redar quais as razões que a luzes em favor dessa condenação o motivo porque essa pobre mulher se prostituiu teria sofrido alguma vez a dureza das vicissitudes que ela atravessou em sua vida ignoras o vulto das necessidades das tentações que fizeram sucumbir ao meio do caminho não sabes quantas vezes tem sido ela objeto de escárnio dos Pais os filhos e dos irmãos das mulheres mais felizes mas João ainda não satisfeito ele continua redar o Divino Messias mas entretanto exclamou João defendendo os princípios da lei antiga ela pecou e fez jus a punição não está escrito que os homens pagarão sei tio por cetil os seus próprios erros
redar o Divino Messias mas entretanto exclamou João defendendo os princípios da lei antiga ela pecou e fez jus a punição não está escrito que os homens pagarão sei tio por cetil os seus próprios erros o mestre sorriu sem se perturbar um sorriso portanto daquele que compreende a infância espiritual e ao mesmo tempo por compreensão respeita o tempo de cada um ninguém pode contestar que ela tenha pecado quem estará irrepreensível na face da terra a sacerdotes da Lei magistrados e filósofos que prostituíram suas almas o mais baixo preço ainda assim não lhes vi nenhum os acusadores a hipocrisia costuma campear impune enquanto se atiram pedras ao sofrimento a gente percebe nesse diálogo que ele continua com toda certeza com elaborações magistrais de Humberto de Campos com a sua habilidade de escrita incrível eu pessoalmente gosto muito a gente percebe aqui que Jesus ele demonstra pontos de fragilidade de dor dos quais Nós não somos conhecedores circunstâncias destas que muitos dos indivíduos atravessam e que se Talvez eu fosse atravessar eu sou comeria muito antes do que essa pessoa no delito que talvez ela tenha cometido é por isso que nós não temos capacidade de julgamento por não entendermos em profundidade os níveis de dor que cada indivíduo carrega no núcleo do seu ser E aí nós temos uma outra passagem para finalizarmos o perdão não exclui a necessidade da vigilância como o amor não prescinde da Verdade veja bem aquilo que se vincula o perdão precisa da minha vigilância mas o que é perdão afinal de contas ah perdão é esquecer completamente que o outro tem efeito por mim com todo respeito mas se alguém esquecer completamente a pessoa está com algum problema neurológico né então se você se lembra de alguma ofensa que alguém cometeu contra você que bom é o sinal mais evidente que você está em sua ação consciência uma condição de normalidade mas o perdão é um despende de energia que me coloca numa posição diferente execução da dor no núcleo do meu próprio coração Esse me permite um exemplo muito
ção consciência uma condição de normalidade mas o perdão é um despende de energia que me coloca numa posição diferente execução da dor no núcleo do meu próprio coração Esse me permite um exemplo muito simplório numa possibilidade qualquer imaginemos uma situação um casal tem uma discussão no início da manhã e nessa discussão ambos vão para o trabalho e o esposo vou usar ele como exemplo aqui está muito incomodado com algo que sua companheira lhe disse nesse incômodo ao longo do dia ele vai tendo relações outras com os colegas de trabalho e as coisas vão simplesmente se amenizando ele já ri chegou a hora do almoço nem lembra mais do que aconteceu pela manhã mas vai chegando o horário de retornar a casa aí ele se lembra de tudo que foi feito e melhor ele exercita uma capacidade de relembrar em minúcias o ato que foi cometido contra ele porque o ego conclama isso com toda a justiça para relembrar tudo e sentir com bastante eficiência todo sentimento novamente de rancor só para poder chegar em casa com o semblante Tudo está se torno desta bastante franzida fazer cara de mal e esperar da outra parte o perdão que lhe compete perdão do qual ele é merecedor então circunstâncias que todos nós vivenciamos por vezes a ofensa cometida contra mim ela retornará a minha consciência com toda certeza e ainda bem que ela retorna porque é só no trabalho constante e despende de energia positiva iluminando essa sombras do meu coração é que tem a capacidade de permitir que aquela ofensa não tenha mais a eficácia do poder que ela teve ontem e Com o tempo ela vai amenizando isso é exercício precisa portanto sim de extrema vigilância a paz é um patrimônio que cada coração está obrigado a defender para bem trabalhar o serviço Divino que lhe foi confiado esquece o mal e trabalha pelo bem esquecimento aqui obviamente não é cognitivo repito mas é permitir que a dor não tenha a mesma eficácia que teve outrora quando ensinei que cada homem deve conciliar-se depressa com o adversário busquei salientar que ninguém pode ir a
cognitivo repito mas é permitir que a dor não tenha a mesma eficácia que teve outrora quando ensinei que cada homem deve conciliar-se depressa com o adversário busquei salientar que ninguém pode ir a Deus consentimento de odiosidade no coração esta citação retirada também da obra de Humberto de Campos através de Chico Boa Nova no capítulo aí o perdão e é dessa forma que nós chegamos a essa conclusão Não julgueis a fim de não ser desligados pois é nesta circunstância do meu julgamento que eu estou a esquivar-se da minha própria capacidade de auto encontro pois naqueles elementos que julgam eles quais foram são nada mais nada menos do que indícios os elementos que trago no meu coração e que carecem de iluminação termina com uma frase belíssima através da psicografia de Chico único mal que devemos temer é aquele que ainda trazemos o nosso coração e que Deus nos ilumine os de sempre esta força positiva e proativa para nos reconhecermos naquilo que somos e naquilo que temos porque é unicamente desta forma que nós poderemos progredir de uma forma mais leve mais suave e mais agradável a nossa condição essa jornada evolutiva Obrigado pessoal boa noite agradecemos ao Sandro belíssima palestra gostei inclusive Flor da testa franzida acho que não tem nenhum homem aqui com isso né já sabia que não tinha meus irmãos quem é a primeira vez que está na casa pode levantar o braço Ok é só para vocês saberem que a gente faz passe coletivo agora tá nós vamos cantar duas músicas organizar os nossos médios queridos médicos podem vir para sala de passe depois das duas músicas a gente faz o passe coletivo em volta de vocês