NÃO JULGUEIS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/07/2025 (há 9 meses) 30:06 726 visualizações

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Transcrição

Meus amigos, a nossa reflexão de hoje é, como a Rute falou, trazida pelo espírito Vinícius, que em uma lição do livro Emorno do Mestre vai nos falar sobre o julgamento, se intitula Não julgueis. E essa lição, ela é um pouco diferente das outras que a gente vem estudando, porque o espírito Vinícius ele começa relatando uma situação de quando ele tava encarnado. E aí eu tive até a curiosidade de procurar um pouquinho sobre a vida dele. Isso fica para um outro dia que eu não preparei. Mas ele conta para nós que uma vez ele encarnado, ele leu um artigo de jornal que dizia sobre o comportamento dos espíritas quando eles estavam convidados a integrar os conselhos de sentença. Tribunal do Júri, a gente sabe de filme, a gente conhece, né? O Tribunal do Júri é aquele em que os jurados que vão decidir se o réu é culpado ou inocente. Nós temos no Brasil esse sistema pros crimes contra a vida, homicídio, tentativa de homicídio, vão pro Tribunal do Júri. E é o conselho de sentença que vai votar se aquela pessoa é culpada ou não. Então diz que nesse artigo dizia assim: "Olha, os espíritas quando eles estão no conselho de sentença, eles costumam muito absolver o réu. Difícil o espírita condenar." E ele começa a refletir sobre isso e vai dizer que, na verdade, ele não tem assim um parâmetro para dizer se isso é verdade ou não, mas ele começa a se lembrar da experiência que ele teve. quando encarnado, ele eh era chamado a compor o o conselho de sentença do Tribunal do Júri. E ele começa lembrando que nos casos em que ele esteve nessa função, ele várias vezes sim votou pela absolvição, por um dever de consciência, por entender que naquele caso a pessoa não merecia a condenação. Então ele começa a refletir e a nos convidar a refletir sobre esse julgamento que nós fazemos em relação aos criminosos. Bom, Jesus falou pra gente não julgar, né, para que a gente não fosse julgado. O que será que Jesus quis dizer com isso? Será que ele quis dizer que a gente deveria, como disse, dizia o artigo, para todo crime pedir absolvo,

te não julgar, né, para que a gente não fosse julgado. O que será que Jesus quis dizer com isso? Será que ele quis dizer que a gente deveria, como disse, dizia o artigo, para todo crime pedir absolvo, então ninguém mais vai responder por nada. Já pensou se nós fizéssemos assim, certamente nós esbarraríamos num caos social, porque a separação de algumas pessoas, ela é ainda necessária para a preservação dos demais. Para que as pessoas de bem fiquem em segurança, é preciso que algumas pessoas fiquem separadas. Agora, é claro que isso aí não é o ideal. É claro que isso reflete ainda uma condição muito inferior que a gente tem em relação à nossa maneira de tratar a justiça, em relação às nossas leis, elas são muito ainda atrasadas por conta do nosso nível de evolução. Então, Vinícius vem falar pra gente que a os crimes, a gente pode comparar os crimes que ocorrem a uma doença infecciosa. A pessoa tá lá infectada com uma doença grave, super eh transmissível, a gente não vai querer que aquela pessoa fique andando na multidão. Ela precisa ser internada, ela precisa ser às vezes isolada para que aquela doença não se propague para as outras pessoas. E ele faz essa comparação para nos falar do crime. No crime também é assim, mas assim como no caso da doença, a gente não fica com raiva do doente, a gente quer combater a doença, o doente tá ali só sofrendo os efeitos daquela daquele vírus ou daquela bactéria ou sabe sei lá do quê. Mas o enfoque é combater a doença, para salvar o doente, para cuidar do doente. No nosso sistema de justiça, a gente não consegue ainda, infelizmente, trabalhar a a educação moral, que é o que vai nos redimir não só aos criminosos, mas a nós todos também. E Vinícius fala assim para nós: "Quem de nós não se considera culpado algumas vezes perante o tribunal das nossas próprias consciências? Quantas vezes a gente faz alguma coisa e na hora que a gente para um pouco para analisar ou às vezes anos depois quando a gente adquire algum senso moral, a gente fala assim: "Meu

óprias consciências? Quantas vezes a gente faz alguma coisa e na hora que a gente para um pouco para analisar ou às vezes anos depois quando a gente adquire algum senso moral, a gente fala assim: "Meu Deus do céu, como eu pude fazer aquilo?" é a nossa consciência amadurecendo. Então, nesses casos, todos nós, ele vai nos dizer, nós somos também enfermos da alma. Porque ainda vitimados pela grande moléstia, que é o egoísmo, muitas vezes a gente age da maneira que não é a mais adequada, conosco, com o nosso semelhante. Então, o objetivo nossa, não é à toa que o livro do nosso estudo chama-se O mestre na educação, não é isso? Em torno do mestre, o mestre na educação era o outro, né? era o antigo. Bem, enfim, mas ele fala de educação, porque a nossa redenção de todos nós, ela se dá através da educação, educar as nossas tendências difíceis, aquelas nossas tendências que nos colocam em posição de sofrimento porque são contrárias à lei de amor. Aquelas tendências que nos encrencam, a gente fica lá encrencado naquela situação que atraímos para nós, porque ainda não conseguimos agir diferente. Então, Vinícius vai nos falar que é necessária sim essa segregação, mas que não há direito sem deveres. Se nós, porque estamos em sociedade temos esse pacto social da necessidade de segregar alguns para proteger o todo, nós precisamos saber que essas pessoas segregadas, elas merecem o nosso cuidado e o nosso respeito. é o combate ao crime e não o combate ao criminoso. É nós lembrarmos diante das situações mais infelizes que a gente vê veja na na imprensa, isso é um grande desafio, a não vibrarmos negativamente para aquela pessoa, porque aquela pessoa que está ali naquele momento de equívoco, tem também uma mãezinha querida que o ama muito. Às vezes não tem aqui na terra, mas certamente no plano espiritual tem um espírito que está velando por ele, que se comoove diante do erro, que quer ajudar para acertar. Então, se a gente se colocar no lugar, às vezes, não daquele que praticou o mal, se a gente não consegue,

spírito que está velando por ele, que se comoove diante do erro, que quer ajudar para acertar. Então, se a gente se colocar no lugar, às vezes, não daquele que praticou o mal, se a gente não consegue, mas no lugar daquela pessoa que ama muito aquele que praticou o mal, certamente o nosso coração vai reagir de maneira diferente. E isso é um exercício para todos nós. Todos nós que somos ainda culpados como desvinícios perante o grande tribunal da nossa consciência. Se não fornece existência, com certeza em existências anteriores, nós usurpamos o poder que nos foi concedido para garantir apenas a nossa satisfação, prejudicando o outro. E aí a nossa consciência começa a despertar. Então ele diz assim: "Não é o criminoso que se deve combater, porque a medicina não combate o enfermo, combate a enfermidade. E assim também, meus amigos, a gente deve fazer julgar. Quem somos nós para julgar? Nós também somos essas pessoas que nos encontramos ainda enrolados com os nossos erros, com os nossos equívocos. E ele faz uma outra analogia muito interessante com a doença, a doença física. A doença muitas vezes ela é produto ou ela é agravada pelo meio ambiente. Então vamos imaginar assim um lugar de sujeira. É natural que algumas doenças que já estão até erradicadas proliferem nesse lugar de sujeira, porque o ambiente vai nos contaminar. E assim também é o nosso ambiente social. E se a gente parar para pensar, quando a gente pensa assim em ambiente social, logo vem a nossa cabeça, pelo menos a minha cabeça veio, ah, aquela situação de injustiça, né, de miséria, mas pera aí, tem tanta gente que nasce nesses lugares e segue uma trilha correta do bem. Será que ele tá falando só disso? Mas se nós pensarmos um ambiente de maneira mais ampla, nós vamos ver que o ambiente em que nós habitamos é o ambiente das vibrações mentais que a gente emite, o ambiente dos valores que nós como sociedade preservamos. E a gente olha assim pro nosso lado, paraa nossa sociedade, para nós mesmos e vai perceber que nós estamos ainda muito

ais que a gente emite, o ambiente dos valores que nós como sociedade preservamos. E a gente olha assim pro nosso lado, paraa nossa sociedade, para nós mesmos e vai perceber que nós estamos ainda muito apegados ao materialismo, ao imediatismo, a primeiro eu, depois eu, depois terceiro eu, né? Primeiro os meus e depois os outros com que sobrar. Então, vejam que essa nossa maneira de ser acaba contaminando o nosso ambiente psíquico, a dificuldade em lidar com a frustração, a dificuldade de lidar com situações que não são as ideais as que a gente gostaria. a fuga tantas vezes para as substâncias entorpescentes que eu vejo, né, pela minha experiência, e eu vou falar um pouquinho aqui da minha experiência na área jurídica, são uma das grandes responsáveis pelo aumento da criminalidade, porque a pessoa sem aquele filtro natural eh da sobriedade ou enfim de posse das suas faculdades normais, quando agindo alterada pelos efeitos das substâncias químicas, ela acaba tendo esse filtro afrouxdo e acaba dando vazão a condutas que são ainda muito primitivas, que ela em san consciência ela conseguiria algum controle. Mas vejam como isso tudo é fruto do nosso adoecimento. Vejam como o problema não é jurídico, não é de ordem legal, ele é moral. E quando nós falamos o problema é moral, aí diz respeito a todos nós, porque todos nós estamos contribuindo para esse ambiente através das nossas emanações mentais. Então, quando a gente se depara com alguém e a gente espera o pior daquela pessoa, com certeza nós estamos emitindo algo de negativo para aquela pessoa. Ah, meu Deus do céu, aquele ali tá com cara de que já vai fazer alguma coisa errada. Ah, vai me assaltar. nós já estamos emitindo algo negativo. Então, precisamos também nos conscientizar para saber que cada um vai agir de acordo com as suas possibilidades, mas que nós, que já temos essa consciência do nosso poder criador, que a gente possa emitir vibrações de amorosidade, de acolhimento. Não é dizer que ai agora eu vou vibrar positivamente

ssibilidades, mas que nós, que já temos essa consciência do nosso poder criador, que a gente possa emitir vibrações de amorosidade, de acolhimento. Não é dizer que ai agora eu vou vibrar positivamente e nada de mal vai me acontecer porque a emissão da da não é nada disso, mas que nós possamos ter a consciência do que nós estamos emitindo em termos de vibração e como aquilo me afeta e afeta também ao outro. Então, Vinícius vem nos falar que, por enquanto, o nosso código, nosso código penal, as nossas leis, elas estão apenas baseadas na punição, mas que nós vamos não nós não vamos atravessar um processo de evolução, mas nós vamos precisar provocar através da nossa ação um processo de evolução através da reeducação que começa na nossa casa, a reeducação dos valor valores. O que que é prioritário para mim? É o ter ou é o ser? É o aparecer ou é o sentir? E aí todos nós estamos implicados nisso. Interessante que nesse nesse assunto é de criminalidade, eu lembrei de uma entrevista que o Chico Xavier deu a um repórter muitos anos atrás, não sei se foi no me lembro agora exatamente onde foi, mas eu li outro dia desses, né? bastante conhecida essa história em que ele tava fazendo um trabalho nos presídios. O Chico Xavier havia feito algumas visitas. Aí o repórter pergunta assim, já sabendo, né, da capacidade dele de perceber a espiritualidade, falou assim: "Nossa, Chico, imagina o que que você deve ter visto nessas cadeias aí por onde você andou, o nível dos espíritos, a perturbação espiritual, a dificuldade, o tanto de treva que você deve ter percebido." E Chico fala assim: "Não, meu amigo, nada disso. Aquelas pessoas que estão lá já estão em processo de expiação em decorrência dos erros que cometeram. Elas já estão em processo de trilhar a própria melhora. O que eu percebi lá foi a presença de pais e mães encarnados vibrando, acolhendo, transmitindo força. Eu percebi um ambiente de muito suporte, porque é claro, quando nós mais precisamos, aí é que a ajuda da espiritualidade se

presença de pais e mães encarnados vibrando, acolhendo, transmitindo força. Eu percebi um ambiente de muito suporte, porque é claro, quando nós mais precisamos, aí é que a ajuda da espiritualidade se apresenta mais efetiva. Aí é que ela vai se agigantar de acordo com a nossa necessidade. Todos vão captar essa ajuda? Não depende da nossa vontade de abrir o nosso coração para recebermos essas bênçãos e essas intuições. E aí tá o nosso livre arbítrio. Então, meus amigos, eh Vinícius vai nos lembrar quando a gente fala assim às vezes preocupado, né, com situações de criminalidade e a gente vê tantas pessoas defendendo, ah, tinha que matar logo, né? É pena de morte, que é o ideal. Infelizmente tantos países ainda acabam adotando esse tipo de punição, mas ele vai nos dizer que nada disso resolve o problema. E isso já foi comprovado através das ciências da criminologia, né, e que estudam essas esses aspectos. Mas ele não tá falando aqui dessa área não. Ele tá falando que eliminar a vida do criminoso não vai lhe modificar o caráter. Ele só vai ficar um espírito sem o corpo, mas com as mesmas tendências. E se quiser agindo, continuando a agir na esfera do mal, até que ele possa despertar. Eliminar a vida de alguém não vai alterar uma linha sequer, ele diz, do seu nível moral. Como é que o nosso nível moral é alterado? Através da nossa vontade de promover a nossa reforma íntima. Isso é importante porque nós não podemos, por mais que a gente ame muito, muito alguém, alterar isso aqui, o nível moral dele. A gente pode contribuir com a nossa, as nossas preces, com os nossos bons exemplos, com a ajuda, se nos for solicitada, porque a gente precisa respeitar o livre arbítrio do outro. Mas o passo de evolução, ele é dado por cada um de nós. A responsabilidade é nossa. Então, apenas a educação é o que vai nos despertar a consciência. E isso vale para todos nós, porque todos nós, em maior ou menor escala, agimos algumas vezes em desacordo com a lei suprema, que é a lei de amor. E nós aprendemos lá no livro dos

pertar a consciência. E isso vale para todos nós, porque todos nós, em maior ou menor escala, agimos algumas vezes em desacordo com a lei suprema, que é a lei de amor. E nós aprendemos lá no livro dos espíritos, né, a questão 614 sobre a lei de Deus, que é a única que é fundamental para a felicidade humana. é o único essencial. E os espíritos nos ensinam que nós, homens, só somos infelizes porque dela nos afastamos. Essa lei de Deus, que é a lei do amor, fala pra gente o que a gente deve fazer ou não fazer. E toda vez que a gente não obedece essa lei, porque não conseguimos ainda ter o nosso instrumento, que é a consciência, claro, bastante para nos ajudar nesse discernimento, que acontece? Nós experimentamos situações de sofrimento que são para nós uma bênção, porque vem nos ajudar a fazer essa essa retificação nossa, né? Retificação lembra motor, né? motor retificado, retífica, né? Precisamos fazer a retífica do motor das nossas emoções, que é o nosso coração. Então, meus amigos, apenas através da educação a gente vai conseguir fazer isso, a autoeducação. Não é eu sair por aí agora achando que eu tenho que dar lição de moral nos outros, não é nada disso, porque isso é arrogância. Mas eu me preocupar em burilar, em trabalhar as complicações que eu ainda trago dentro de mim. Então, é apenas através desse processo que nós vamos conseguir essa superação. Interessante, Vinícius aqui nessa lição, ele fala sempre dessa justiça, né, da lei penal e da educação, da necessidade da gente cultivar a moral evangélica. E nós vemos, eu não sei dizer porque claro, a gente já viveu outras vidas, né? Eu, vocês, mas eu não lembro. Não sei se algum de vocês lembra, mas a impressão que eu tenho é que nunca nós tivemos tão necessitados de implantar no nosso coração e na nossa prática o evangelho do Cristo. Então, é muito importante que a gente entenda o que Jesus falou quando ele nos disse: "Não julgueis para não serdes julgados". Porque essa fala de Jesus vem nos falar da situação de reciprocidade que existe.

é muito importante que a gente entenda o que Jesus falou quando ele nos disse: "Não julgueis para não serdes julgados". Porque essa fala de Jesus vem nos falar da situação de reciprocidade que existe. Porque com a mesma medida que a gente julga o outro, a gente também é julgado. Por quem? Quem que é o mais temível julgador de todos? Aquele que eu tenho que morrer de medo dele, porque ele sim ele consegue me colocar em situações difíceis. Sou eu mesma, a minha própria consciência. Então, por mais que às vezes eu queira passar batido ali com as minhas faltas, fingir que tá tudo bem, aquela consciência tá ali e cada vez mais ela vai despertando e cada vez mais ela vai através das vibrações que eu imito me colocar em situações em que as circunstâncias que eu vou vivenciar vão me ajudar a reparar aquele erro. Primeiramente, através do recurso pedagógico do sofrimento causado pela pela minha própria ação, é a lei de causa e efeito. E aí aquela situação desconfortável me obriga a pensar, porque diante da situação desconfortável, o que a gente quer? Sair do desconforto. Queremos melhorar. Então, quando nós falamos em julgamento e quando nós vamos interpretar o que Jesus disse, não julgueis para não seres julgados, a gente precisa lembrar disso, que com o padrão que a gente julga o outro, a gente tá se julgando também. E importantíssimo a gente lembrar de uma das mais belas lições de Jesus, que é o caso da mulher adúltera, quando ele vai falar para nós sobre o julgamento. É lindíssima essa história, porque a gente precisa nessa hora que a gente vai refletir sobre isso, fazer uma paradinha para pensar com que, como nós estamos julgando o outro, o que que nós estamos emitindo em razão da conduta, em relação à conduta do outro. Porque Jesus fala assim: "Aquele que estiver sem pecado tire a primeira pedra". E é interessante ele falar assim que os mais velhos foram saindo antes, né? Tipo assim, olha, tá mais aqui quem falou, né? Disfaçadamente cada um foi indo para um canto, os mais

ire a primeira pedra". E é interessante ele falar assim que os mais velhos foram saindo antes, né? Tipo assim, olha, tá mais aqui quem falou, né? Disfaçadamente cada um foi indo para um canto, os mais novos ainda ficaram ali e depois foram saindo também. Por que que os mais velhos saíram antes? Porque as experiências da vida elas vão nos conduzir a erros. Eu com um mês de idade praticamente não fiz nada de errado nessa vida. 10 anos mais ou menos, né? 20, 40, 50. Ah, meu Deus do céu, tá a coisa, tá difícil. Então, esse, essas experiências que vão nos colocando em erro, que são naturais, né, do nosso processo evolutivo, elas também vão trabalhando a nossa humildade. Às vezes a gente mais novo espera do outro a perfeição, se acha imune aos erros, aí a vida vai vindo e a gente vem vivendo e a gente vem percebendo assim, bom, não é exatamente assim. Eu também erro e às vezes erro feio e às vezes me dá uma vergonha. Então, por isso esse conselho de Jesus, essa determinação. Quem tiver sem pecado tire a primeira pedra e depois pra mulher a coisa mais linda. Vá e não peques mais. Eu não te condeno. O que que é isso? É a pedagogia luminosa de Jesus. falando para ela naquele tempo ou falando para nós agora que nós temos condição de diante dos nossos erros nos determinar a seguir o caminho do acerto. Não é que a gente vai de um dia paraa noite agora não vou mais errar, não. Nós estamos aprendendo, mas vamos nos colocar nesse caminho, a vontade de agir conforme a lei de amor. E o que que eu sei? Como eu faço para saber o que é certo ou errado? Ah, às vezes é tão difícil uma decisão que eu tenho que tomar. Faça assim, faço assado. E Jesus nos dá uma fórmula maravilhosa, que é diante desse momento de dúvida, a gente pensar, bom, pera aí, se fosse comigo, o que que eu queria que o outro fizesse? Como que eu gostaria de ser tratado? E aí nós vamos oferecendo a vida não a conduta mais acertada, a santificada, porque não é o nosso nível de elevação espiritual, mas o melhor que nós podemos fazer naquele

e eu gostaria de ser tratado? E aí nós vamos oferecendo a vida não a conduta mais acertada, a santificada, porque não é o nosso nível de elevação espiritual, mas o melhor que nós podemos fazer naquele instante, que a nossa consciência nos permite vislumbrar, decidir com os meus recursos, foi a decisão que eu achei mais acertada. E por que que a gente tem essa tendência ao julgamento? Achar que o erro tá no outro e não tá na gente, porque nós ainda projetamos nos outros as nossas falhas. Porque é mais fácil olhar pro outro e falar: "Meu Deus do céu, que coisa horrível, que horror, eu que não faço isso, Deus me livre". Aí vem um amigo espírita fala assim: "Mas pera aí, não faz agora e nas outras existências?" Ah, não me lembro, não era comigo. Se não, se eu não lembro, nem era comigo. Então, meus amigos, é interessante porque essa nossa maneira às vezes de agir vem nos mostrar o tamanho do nosso orgulho. Eu consigo ver o cisquinho lá no olho do outro, como diz Jesus, mas a trave no meu não tô vendo. Por que que eu não tô vendo? Eu sou cega por acaso? Não é porque o orgulho que eu ainda trago me impede de me amar como eu sou. Eu não consigo reconhecer as dificuldades em mim, os defeitos e ainda assim me amar. Aí eu fingjo que eles não existem, mas eles estão lá, eles estão causando algum tipo de conflito. E que que eu vou fazer diante daquele conflito? Eu projeto no outro. E é um mecanismo nosso de defesa. Então, meus amigos, é importante na hora do julgamento a gente lembrar do nosso dever de indulgência. E o Pai Nosso é lindo para nos lembrar isso quando a gente fala assim: "Perdoai as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos têm ofendido." Aí eu confesso a vocês que para mim dá vontade de mudar um pouco a prece, sabe? Não que Jesus tenha se equivocado, né? Mas às vezes eu fico assim com uma vontadezinha de mudar. Eu fico com vontade de falar assim: "Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como eu tanto tento perdoar a quem me tem ofendido." Mas não foi assim que

vezes eu fico assim com uma vontadezinha de mudar. Eu fico com vontade de falar assim: "Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como eu tanto tento perdoar a quem me tem ofendido." Mas não foi assim que o Cristo ensinou. E por que não foi? Porque com o padrão que eu julgo o outro, eu vou me julgar. É automático. Então, o tanto de perdão que eu sou capaz de oferecer para ele, é o tanto que eu consigo oferecer para mim. Por isso a nossa necessidade da gente trabalhar esse autão em nós para que a gente se aceite, não é? Que nós precisemos nos acomodar o erro. Não, eu sou a si mesmo e agora eu vou aceitar e vamos em frente. Não é isso, mas é perceber que eu posso errar. Assim como eu posso errar diante do erro, eu posso também tentar corrigir. Eu tenho essa oportunidade bendita. E aí eu vou trabalhando a minha autoestima, eu vou me valorizando, porque na hora que eu erro e tento corrigir, o que que eu tô restaurando? É alguma coisa ali pro outro? Não. É a minha dignidade perante mim mesmo. Eu tô me olhando de outra maneira. Eu sou aquela pessoa que não é perfeita, não, que tá em evolução, mas que se responsabiliza. Por isso que a irmã do F vem nos falar que os responsáveis são felizes. E é isso mesmo. Quando nós nos responsabilizamos, a gente sabe que erra, mas a gente tem também a consciência que as nossas mãos elas servem para nos ajudar a reparar os erros, que o nosso pai nos oferta a todo dia a possibilidade da gente reparar, da gente fazer de novo. E é isso que vai nos libertando, é isso que vai nos dando a paz de espírito. Então, meus amigos, que a gente não seja, né, como nos ensinou Jesus, como o caso dos fariseus, que às vezes era até a gente mesmo, né? Em outro não se sabe, pode até ser que sejamos todos nós, um de nós, muitos de nós, né? Com certeza. Se eu for olhar para trás, a minha situação é complicada. melhor olhar pra frente que é mais luminosa, é de esperança. Então, que a gente não faça como os fariseus, que não percebendo as suas próprias dificuldades,

r para trás, a minha situação é complicada. melhor olhar pra frente que é mais luminosa, é de esperança. Então, que a gente não faça como os fariseus, que não percebendo as suas próprias dificuldades, sem forças para promover a sua mudança interior, o que que faziam? Projetavam no outro. Ah, o outro é ocupado. Eu sou aquela pessoa ali maravilhosa, sem erro. E aí, o que que era mais fácil para eles? Observar as formalidades, as exterioridades, é mais fácil para nós também. É mais fácil a gente seguir um ritual, a gente ter uma aparência do que a gente fazer o trabalho difícil, que é o trabalho às vezes da gente engolir o nosso orgulho e da gente procurar fazer esse nosso trabalho íntimo nossos corações e deixarmos de ser esses sensores absolutos, né, esses vigias da vida do outro, esses acusadores, como se a gente não tivesse nada a reparar. Então, meus amigos, a Joana de Angeles vai nos dizer, ela que nos fala sobre, faz essa comparação com os fariseus, ela vai nos dizer que é preciso que a gente tenha sutileza ao analisar as ocorrências do nosso cotidiano, que a gente possa converter o exame das situações em solidariedade e em aut precaução. Como eu vejo que uma situação ali é complicada, eu preciso me afastar, eu me afasto, eu me protejo. A gente não isola o doente para nossa proteção, mas solidariedade, porque somos todos seres humanos dentro e fora da matéria em processo de aprendizagem. Quanto mais nós nos dermos conta disso, mais nós vamos nos unir e vamos nos auxiliar. E assim, dessa maneira, a gente vai conseguindo aos pouquinhos, né, devagar atender ao convite que o Cristo nos faz. Que o nosso o nosso julgamento seja sempre de misericórdia, não de acusação, não de nós nos sentirmos melhores que o outro. Nós estamos às vezes numa situação melhor, daqui a pouco a coisa muda, a gente se vê ali no erro, fica com vergonha e aí que que vai ser de nós? Quantos de nós, todos nós estamos a toda hora precisando da ajuda do mais alto, daqueles que já caminharam mais do

coisa muda, a gente se vê ali no erro, fica com vergonha e aí que que vai ser de nós? Quantos de nós, todos nós estamos a toda hora precisando da ajuda do mais alto, daqueles que já caminharam mais do que nós e que não estão lá de cima torcendo o nariz pra gente. Ah, que absurdo que o outro tá fazendo. Eu que não faço mais isso não. Que que eles estão nos falando? Você consegue melhorar. Eu já tive aí também. Vamos junto, vamos nos dar as mãos, vamos nos trabalhar e assim nós vamos caminhando. Meus amigos, eu agradeço a vocês muito esses momentos. Desejo a todos uma um excelente fim de tarde. Muito obrigada. Так.

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