NÃO CREAIS EM TODOS OS ESPÍRITOS - Débora Moraes [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 19/01/2026 (há 2 meses) 1:11:20 1,117 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, >> essas músicas que nos harmonizaram do João Mendes, Deus te abençoe. Muito obrigado. E também a comunhão cumprimenta a todos aqueles que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à nossa casa e cumprimenta todos vocês que comparecem para mais essa atividade da casa. Sintam-se todos abraçados. Quem nos dirigirá dirigirá a palavra hoje é a nossa querida irmã trabalhadora da seara espírita, Débora. morais, que nos falará sobre não creais em todos os espíritos. Daqui a pouco ela nos trará e conduzirá as nossas reflexões. Então, sintam-se todos confortáveis. Não se esqueçam de desligar os celulares ou colocar no modo avião. E vamos relembrar que todos os domingos às 18 horas nós fazemos a pressa aos suicidas. É um momento em que nós aqui da mesa e vocês fazemos fazemos com que os nossos corações se unam em oração por uma ação em prol desses irmãos que abreviaram as suas vidas no momento de um desequilíbrio emocional. E vamos também dirigir as nossas orações para aqueles irmãos que ainda estão encarnados, mas com a ideiação ao suicídio. Então que Maria, nossa mãe querida, possa pegar essas vibrações que rodeiam por nós e levar a esses irmãos, levando a cada um deles um lenitivo de amor, de esperança pela vida. E aqueles que vamos agora já

que Maria, nossa mãe querida, possa pegar essas vibrações que rodeiam por nós e levar a esses irmãos, levando a cada um deles um lenitivo de amor, de esperança pela vida. E aqueles que vamos agora já esquecendo da nossa mensagem, vamos fazer uma mensagem de harmonização, eh, que nós escolhemos, com a permissão da nossa irmã Débora, eh, do livro Fonte Vida do de autoria do Espírito Emanuel, pelas mãos do nosso eh saudoso Chico Xavier. E a mensagem número sete, que tem o título pelos frutos. E diz Mateus no capítulo 7 versículo 16, citando Jesus: "Por seus frutos os conhecereis". E Emanuel segue dizendo, nem pelo tamanho, nem pela configuração, nem pelas ramagens, nem pela imponência da copa, nem pelos rebentos verdes, nem pelas pontas ressequidas, nem pelo aspecto brilhante, nem pela apresentação desagradável, nem pela vetustez do tronco, nem pela fragilidade das folhas, nem pela casca rústica ou delicada, nem pelas flores perfumadas ou inodoras, nem pelo aroma atraente, nem pelas emanações repulsivas. Árvore alguma será conhecida ou amada pelas aparências exteriores, mas sim pelos frutos, pela utilidade, pela produção. Assim também nosso espírito em plena jornada. Ninguém que se consagre realmente à verdade dará testemunho de nós pelo que parecemos, pela superficialidade de nossa vida, pela epiderme de nossas atitudes ou expressões individuais percebidas ou apreciadas de passagem, mas sim pela substância de nossa colaboração no progresso comum, pela importância de nosso concurso no bem geral, pelos frutos os conhecereis. disse o mestre, pelas nossas ações seremos conhecidos, repetiremos nós. E harmonizados que já estamos, convido a todos para a nossa prece inicial. Quem se sentir confortável, feche os seus olhos. O importante é esse ato de amor no nosso coração. E vamos fechar os nossos olhos. Pai criador, inteligência suprema e causa primária de todas as coisas, rogamos pela tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis,

fechar os nossos olhos. Pai criador, inteligência suprema e causa primária de todas as coisas, rogamos pela tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, Pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de Jesus, possam encaminhar nossas vibrações amorosas a esses irmãos, a fim de que eles, em um momento de lucidez, possam reconhecer o equívoco de sua atitude extremada e obtenham a oportunidade de recomeçar sua jornada na próxima existência. Fortalecidos, Senhor, fortalecidos na fé de não mais fugirem do caminho redentor que nos conduz a reino de amor. Rogamos também a tua misericórdia, Pai amado, a todos os seus familiares, a todos os seus amigos, todos aqueles que por esse ato estão sofrendo, Senhor. Leve paz ao coração de cada um. E nesse instante também, Pai amado, te rogamos que estejamos prontos, preparados para compreender a reflexão da nossa irmã, para quem nós também pedimos a o amparo e a proteção da espiritualidade. Graças a Deus e graças a Jesus. a palavra. Boa noite a todos. É com muita alegria que nos encontramos aqui hoje, neste domingo. Agradecemos a Deus pela oportunidade de nos reunirmos em torno do Evangelho, trazendo reflexões que nos auxiliarão, nos ajudarão a trilharmos os caminhos às vezes árdos, desafiadores das nossas vidas de criaturas imortais. Bem, meus amigos, o tema de hoje encontra-se no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 21, é o item 6. Não creais em todos os espíritos. E Kardec nos traz nesse item do capítulo 21 de Evangelho Segundo o Espiritismo, uma fala de João na sua primeira epístola, capítulo 4, versículo 1. E o apóstolo diz assim: "Meus bem amados, não creais em qualquer espírito. Experimentai se os espíritos são de Deus, porquanto muitos falsos profetas se têm levantado no mundo." E essa fala de João não poderia ser mais atual. Nós sabemos que o apóstolo nos trouxe lá nos primeiros tempos do cristianismo, nos primeiros séculos,

muitos falsos profetas se têm levantado no mundo." E essa fala de João não poderia ser mais atual. Nós sabemos que o apóstolo nos trouxe lá nos primeiros tempos do cristianismo, nos primeiros séculos, mas ela é extremamente atual. Se nós fecharmos os olhos, se prestarmos atenção em cada uma das palavras que ele nos traz, nós poderíamos dizer que ele as trouxe agora no hoje, e são extremamente valiosas para nós. E quando eu estudava, eu refletia pra nossa conversa, eu fiquei pensando: "Meus bem amados, não creiais em todos os espíritos?" Será que João estava se referindo a espíritos encarnados, a espíritos desencarnados? A ambos? Eu penso que especificamente ele se referia a espíritos desencarnados. E aí já nos se nos acende uma reflexão, nos trazendo a ideia de que a mediunidade, o intercâmbio entre as duas dimensões, a material e a espiritual, não é uma invenção da doutrina espírita. A mediunidade é uma lei da natureza. é um atributo da criatura imortal a radicar-se na carne e, portanto, existe desde que o mundo é mundo. E daí então a observação e a orientação do apóstolo. Não creiais em todos os espíritos, mas experimentais se os espíritos são de Deus. me trouxe também reflexões, porque de Deus somos todos nós, criados por Deus, simples e ignorantes, como os venerandoos espíritos irão nos dizer na obra O livro dos Espíritos. Então, o que realmente João queria dizer com essa sua fala? Experimentais se os espíritos são de Deus. Refletindo melhor, nós vamos compreender que os espíritos de Deus a que ele se refere são aqueles que já estão focados no bem. já buscam o seu aprimoramento moral, já trazem os esforços no sentido de alinhar as suas condutas, os seus sentimentos, as suas vibrações, os seus pensamentos com as leis divinas, porque em linhas gerais todos bom Bons e maus somos de Deus. Muito bem. Kardec, o nosso insigne codificador, ele irá comentar esses versículos de João. Então ele nos diz assim que o espiritismo revela uma categoria bem perigosa de falsos Cristos e de

s de Deus. Muito bem. Kardec, o nosso insigne codificador, ele irá comentar esses versículos de João. Então ele nos diz assim que o espiritismo revela uma categoria bem perigosa de falsos Cristos e de falsos profetas que se encontram não entre os homens, mas entre os desencarnados. Essa categoria é dos espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos e pseudosábios, que passaram da terra para erraticidade e tomam nomes venerados para sob a máscara que se cobrem facilitarem a aceitação das mais singulares e absurdas ideias. Por que que é riquíssimo esse comentário de Kardec? Porque ele já nos abre o entendimento acerca de que a morte não é um passaporte mágico que nos transforma de um momento para outro em anjos, em criaturas depuradas. o fenômeno da morte, a passagem do mundo material para a erraticidade, como ele diz aqui, para o período entre o último túmulo e o próximo berço, absolutamente não é uma varinha de condão que nos faz de um momento para outro sábios. bondosos, equilibrados. Não. Quem são os habitantes da erraticidade? Os homens e as mulheres que há pouco tempo estavam encarnados. Então, em vista disso, lancemos um olhar sobre a humanidade e veremos que diferentes categorias são os homens, os seres humanos encarnados. Temos bons, maus, hipócritas, enganadores, falsários. Temos aqueles que se esforçam pela verdade, buscam a verdade no dizer de João, nós os temos de Deus. E aqueles que, apesar de serem de Deus, optam por desconectarem-se de sua essência divina. Por que então pensarmos que as mensagens, que as comunicações que porventura nos chegam não precisam de uma análise crítica, de um crio racional. É isso que Kardec está nos dizendo. É considerável o número dos que em diversas épocas, mas sobretudo nos últimos tempos, se é um apresentado como alguns dos antigos profetas, como Cristo, como Maria, sua mãe, e até como Deus. E João adverte contra eles os homens, dizendo: "Meus bem amados, não acrediteis em todos os espíritos, mas experimentai se os espíritos são de

fetas, como Cristo, como Maria, sua mãe, e até como Deus. E João adverte contra eles os homens, dizendo: "Meus bem amados, não acrediteis em todos os espíritos, mas experimentai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se têm levantado no mundo, principalmente em tempos atuais. Mediunidade é também mecanismo de comunicação. Em se tratando de comunicação, nunca tivemos tantas ferramentas para nos comunicar. Vejam a importância desse alerta de João, porque temos recebido por vários meios comunicações com assinaturas veneradas e venerandas e o conteúdo não condiz com a assinatura. Há uma discrepância. E nós vamos ver mais adiante Kardec nos orientando sobre como nos precavermos acerca disso. O Espiritismo nos faculta os meios de experimentá-los, apontando os caracteres pelos quais se reconhecem os bons espíritos. Caracteres sempre morais. caracteres sempre morais, nunca materiais. É a maneira de se distinguirem dos maus os bons espíritos, que principalmente podem aplicar-se às palavras de Jesus. Pelo fruto é que se reconhece a qualidade da árvore. Uma árvore boa não pode produzir maus frutos e uma árvore má não os pode produzir bons. Julgam-se os espíritos pela qualidade de suas obras, pela qualidade daquilo que eles trazem. pelo sentido do seu pensamento, por aquilo que suas palavras fomentam, como uma árvore se avalia pela qualidade dos seus frutos. Uma mensagem que fomenta discórdia, uma mensagem que fomenta separatividade, medo, inquietação. Será que provém de uma árvore boa? Mesmo que o invólucro seja dourado. E quantas vezes vemos frutos podres involtórios de veludo e cetim? que a razão cabe uma análise mais detida, mais séria, para que não caiamos nas falácias que muitas vezes chegam até nós. Nós vamos ainda em o Evangelho segundo o Espiritismo, a sua introdução, o item dois, a autoridade da doutrina espírita. O que confere a autoridade aos ensinamentos da doutrina espírita, como nos foram trazidos. E aqui nós podemos ver a lucidez, o trabalho árduo, o sério de Allan Kardec.

autoridade da doutrina espírita. O que confere a autoridade aos ensinamentos da doutrina espírita, como nos foram trazidos. E aqui nós podemos ver a lucidez, o trabalho árduo, o sério de Allan Kardec. As respostas, as questões que eram postas eram trazidas por diferentes médiuns que inclusive não se conheciam em diferentes localidades. e o codificador num trabalho desafiador que lhe custou inclusive alguns anos a menos de vida encarnado. As lia, avaliava, passava pelo crio da razão, trazendo-nos o controle universal do ensino dos espíritos. a concordância sobre os ensinos dos espíritos, sobre a qual se assenta a autoridade moral de nossa doutrina. Porque a ideia de um pode ser falsa. Mas o ensinamento de muitos e esse crio rigoroso do codificador, a seriedade com que ele se colocava na análise de tudo que lhe chegava. Por que estamos trazendo isso? Porque temos visto a leviandade graçar pelos tempos atuais, inclusive no movimento espírita, em relação às comunicações que chegam por todos os lados e por todos os meios, dada a facilidade de comunicação dos tempos atuais. Kardec vai nos dizer, ainda na introdução de Evangelho segundo o Espiritismo, sabe-se que os espíritos, em virtude da diferença entre as suas capacidades, longe se acham de estar individualmente considerados na posse de toda a verdade, que nem a todos é dado penetrar Certos mistérios, que o saber de cada um deles é proporcional a sua depuração, que os espíritos vulgares mais não sabem do que muitos homens, que entre eles, como entre os homens, presunçosos, a sofôm, sofômanos. Eu fui procurar no dicionário. São aqueles que têm mania de sabedoria, dizem saber aquilo que em realidade não sabem. seria um sinônimo para pseudos sábios que julgam saber o que ignoram, sistemáticos, que tomam por verdade suas ideias. Enfim, que só os espíritos de categoria mais elevada, os que já estão completamente desmaterializados, que se encontram despidos das ideias e preconceitos terrenos, podem trazer ensinamentos de cunho

Enfim, que só os espíritos de categoria mais elevada, os que já estão completamente desmaterializados, que se encontram despidos das ideias e preconceitos terrenos, podem trazer ensinamentos de cunho substancial, mas também É sabido que os espíritos enganadores não têm escrúpulos em tomar nomes que não lhe pertencem. Daí resulta que com relação a tudo que seja fora do âmbito do ensino exclusivamente moral, as revelações que cada um possa receber terão caráter individual. E o primeiro exame é sempre o da razão, ao qual se cumpre, se submeta, sem exceção, tudo que venha dos espíritos. Então, meus amigos, Kardec sabiamente nestes parágrafos está nos dizendo que de diferentes categorias são os espíritos. Nós vamos encontrar isso mais bem trabalhado em livro dos espíritos, nas questões que vão de 100 a 103, em que ele trabalha a escala espírita, que com certeza muitos de vocês aqui já tiveram contato. Ele começa logo no início, na questão 100, nos dizendo que a classificação dos espíritos se baseia no grau de adiantamento deles, nas qualidades que já adquiriram e nas imperfeições de que ainda terão de se despojar. E ele os classifica porque Kardec era um educador, era um pedagogo e ele trazia o ensinamento didaticamente posto para nos facilitar. Então ele classifica os espíritos em três ordens. Espíritos imperfeitos, a terceira ordem. Bons espíritos, a segunda ordem, e a primeira ordem, a dos espíritos puros. A terceira ordem é constituída de cinco classes. Vejam vocês que interessante. Os espíritos imperfeitos têm a predominância da matéria sobre o espírito. A predominância da matéria sobre o espírito, propensão ao mal. ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhe são consequentes. E aí então ele vai dividir em classes. Vejam o cuidado de Kardec. Por que que eu estou trazendo isso, minha gente? Porque nós precisamos remontar a Kardec. Nós precisamos estudar a codificação, fazendo as correlações. Ele vai nos trazer na 10ma classe espíritos impuros. E ele tce uma descrição acerca desses

gente? Porque nós precisamos remontar a Kardec. Nós precisamos estudar a codificação, fazendo as correlações. Ele vai nos trazer na 10ma classe espíritos impuros. E ele tce uma descrição acerca desses espíritos. Na nona classe da ordem terceira dos espíritos imperfeitos estão os espíritos levianos. Na oitava, olha os sofômanos aí, os pseudos sábios. Na sétima, os espíritos neutros e na sexta, os espíritos perturbadores. E Kardec é tão lúcido que ele vai nos dizer que nada de absoluto há nessa classificação. Ela é didática, mas há espíritos que transitam entre elas. E na segunda ordem dos bons espíritos, nós temos quatro classes. Os espíritos benévolos, os de ciência, os de sabedoria e os espíritos superiores. E na primeira classe nós temos eh na primeira ordem nós temos uma classe única, espíritos puros. E eu adoro a descrição deles quando Kardec diz que são aqueles que já não sofrem nenhuma influência da matéria. Estão completamente depurados. Nós temos como exemplo Jesus, o nosso modelo, o nosso mestre. Mas então, meus amigos, nós voltamos para o nosso evangelho e vamos trazer aqui algumas considerações ainda sobre o tema. Não creais em todos os espíritos que encontra-se no capítulo dos falsos profetas e falsos Cristos. Haverá falsos Cristos e falsos profetas. Então nós temos uma mensagem, algumas considerações, porque as mensagens são muito grandes, mas eu quero trazer para que a gente faça as nossas análises agora já nas instruções dos espíritos. Luís easto. São os espíritos que trazem instruções acerca desse tema. Luís irá dizer o seguinte, que o Cristo disse: "Conhece-se a árvore pelo fruto? São amargos os frutos. Já sabeis que a árvore é má. São doces e saudáveis. Nada que não seja, nada que seja puro pode provir de algo ruim. É assim que deveis julgar. São as obras que deveis examinar. Se os que se dizem investidos do poder divino revelam sinais de uma missão de natureza elevada, isto é, se possuem no mais alto grau as virtudes cristãs e eternas a caridade, o amor, a

eveis examinar. Se os que se dizem investidos do poder divino revelam sinais de uma missão de natureza elevada, isto é, se possuem no mais alto grau as virtudes cristãs e eternas a caridade, o amor, a benevolência, a indulgência, a bondade que concilia corações, sem apoio das palavras apresentam os atos. Então poderemos dizer: "Este realmente, estes são realmente enviados de Deus". Então, aquela criatura que tudo nela é concordante, o que fala, o que faz, as obras, as mensagens, frutos bons provém de árvores boas e o contrário é verdadeiro. Desconfiai, vai nos dizer Luiz, das palavras melífluas. Desconfiai dos que pretendem ter o monopólio da verdade. Olha aí a concordância dos ensinos dos espíritos. em absoluto, não houve monopólio da verdade. Mas nós vemos isso, não só entre os encarnados. Entre os encarnados há muito, mas entre os desencarnados a verdade está comigo. E muitas vezes nos trazem mensagens com palavras doces, elogiosas. Via de regra, as mensagens começam tecendo longos elogios para aquele que irá receber. Você maravilhoso, você e aí vai palavras melífluas e sem nenhuma substância, sem nenhuma profundidade. É Luís que está dizendo: "Desconfiai." Erasto, que era discípulo de Paulo e, portanto, um espírito que traça aquela assertividade de Paulo, ele também comenta este capítulo dos falsos profetas, os falsos Cristos, nos trazendo a orientação que tenhamos cuidado. Ele vai nos dizer: "Desconfiai dos falsos profetas". É útil em todos os tempos essa recomendação, mas sobretudo nos momentos de transição, que, como no atual, se elabora uma transformação da humanidade. que então uma multidão de ambiciosos, de reformadores se arvoram em construtores de um mundo novo e em Messias. É contra estes impostores que nós devemos estar em guarda. Repeli, sem condescendência todos esses espíritos que se apresentam como conselheiros exclusivos, pregando a separação e o insulamento. Cuidado, meus amigos, quando um espírito, um mentor traz uma mensagem sugerindo o afastamento,

dos esses espíritos que se apresentam como conselheiros exclusivos, pregando a separação e o insulamento. Cuidado, meus amigos, quando um espírito, um mentor traz uma mensagem sugerindo o afastamento, o insulamento, o trabalhar sozinho, você é maravilhoso, você é um médium excepcional. Esse grupo onde você está muito a quem das suas qualidades. Crie um ambiente de trabalho para você. Afaste-se. Para que você possa fazer o seu trabalho. Cuidado. Nós vamos agora para o livro dos médiuns, em que Kardec no capítulo 24 nos traz algumas orientações sobre a identidade dos espíritos. Ele vai nos dizer o seguinte: os espíritos realmente superiores não apenas só dizem coisas boas, como também as dizem em termos que excluem de modo absoluto qualquer trivialidade. Então vejam, os espíritos realmente superiores, eles só nos trazem coisas boas, mensagens profíquas, edificantes, e ainda assim usam uma terminologia nobre, clara, coerente, não usa linguagem vulgar. trivial, grosseira. Vamos tomar cuidado com isso. A bondade e a benevolência são atributos essenciais desses espíritos. Não tem ódio nem aos homens, nem a outros espíritos. Então, a mensagem que vem trazendo nas entrelinhas animosidade, isenção, ódio, cuidado. Vamos analisar com cuidado. Muitas vezes os pseudos sábios eles manipulam a mensagem para que a ideia equivocada esteja nas entrelinhas. Dizem meias verdades. Então a gente vai lendo a mensagem às vezes quase até o fim. Tá tudo OK. concordante com os espíritos, com que os espíritos nos trazem lá no final. Às vezes entremeado com palavras muito bonitas, vem algo extremamente grave. Saibamos analisar, saibamos avaliar. Será que esse espírito que assina essa mensagem, Bezerra de Menezes, traria isso que está escrito aqui? Vivemos tempos difíceis. O mundo espiritual se preocupa com as tempestades sombrias que se avizinham da Terra. Dr. Bezerra traria isso, minha gente, trazendo medo, temor. Prestemos atenção. É o que Kardec, o bom senso encarnado, está nos dizendo aqui.

cupa com as tempestades sombrias que se avizinham da Terra. Dr. Bezerra traria isso, minha gente, trazendo medo, temor. Prestemos atenção. É o que Kardec, o bom senso encarnado, está nos dizendo aqui. o mesmo espírito que traz as instruções no capítulo 21 de o Evangelho Segundo o Espiritismo, certa feita, redigiu uma epístola para os espíritas lioneses. E Kardec, nas suas viagens espíritas se incumbiu de levar. Onde eras tu irá dizer, mas vale refutar. 10 verdades a aceitar uma única mentira, uma única ideia falsa. Revista Espírita de Outubro 1861, nós encontramos lá esse epístola aos espíritas de Lon, de Erasto, depois o codificador inclui essa importante orientação de Erasto no livro dos médiuns. Mas vale refutar 10 verdades, momentaneamente aceitar uma única mentira. Os espíritos realmente de Deus, no dizer de João, lamentam as fraquezas, criticam os erros, mas sempre com moderação, com fim útil, sem fé, sem animosidade, admitindo-se que os espíritos verdadeiramente bons. Só podem querer o bem e dizer coisas boas. Conclui-se que tudo que revele falta de bondade, falta de benignidade, não pode emanar de um espírito bom. Submetamos tudo que nos chegue, meus amigos, ao crio da razão, a análise. Por maiores que sejam as confianças que nos inspirem, os mentores, os espíritos, usemos a razão. Espiritismo nos apresenta a fé raciocinada que ilumina as nossas consciências para que camin caminhemos com segurança. Bom senso. Analisemos a linguagem desses espíritos. Não adianta uma assinatura venerada. Se o vinho é ruim, não é a targeta que lhe melhorará, não é a etiqueta que lhe fará bom. Analisemos o conteúdo. Não importa muitas vezes quem trouxe a mensagem. E muitas vezes nós nos fixamos na assinatura. Como aquele que pega a banana, come a casca, joga o fruto fora e ainda se coloca em brechas para ser enganado. Os espíritos bons só dizem o que sabem. Quando não sabem, não tem nenhum constrangimento em dizer. Os espíritos hipócritas enganadores respondem ao que quer que seja, a qualquer

has para ser enganado. Os espíritos bons só dizem o que sabem. Quando não sabem, não tem nenhum constrangimento em dizer. Os espíritos hipócritas enganadores respondem ao que quer que seja, a qualquer questionamento. espíritos sérios raramente fazem previsões, a não ser que haja absolutamente um fim útil. Os bons espíritos se exprimem com simplicidade, sem prolixidade. Suas mensagens são claras, inteligíveis, dizem muito com poucas palavras. Vi de Emanuel. A gente lê uma mensagem de Emmanuel com dois parágrafos e dali sai um seminário, um estudo para um ano. Tem a capacidade de dizer muitas coisas com poucas palavras. Desconfiem das mensagens muito prolixas, rebuscadas, cheia de termos que vão e vem não dizem nada. Os espíritos bons nunca ordenam, nada impõe, não constrangem nas suas comunicações, respeitam absolutamente o nosso livre arbítrio. E assim vai o codificador passeando pelo capítulo 24 do livro dos médiuns, a segunda parte, por 26 itens que nos auxiliam a distinguir entre os espíritos bons e maus. Kardec nos faz nesse capítulo e nesses 26 itens que estão aqui no item 267, um passeio, um como fazer para descobrirmos quais realmente são os espíritos de Deus que João nos convida a prestarmos atenção. Em virtude, meus amigos, do nosso tempo, não poderemos estudar todos eles, mas eu os convido. visitar esta obra, não apenas os que militam na seara da mediunidade, para esses é obrigatório, não a leitura, a leitura, a releitura, o estudo exaustivo, item a item desta obra. Mediunidade é ferramenta santa de redenção das nossas almas. No entanto, há que se exercê-la com responsabilidade, com critério, com cuidado. E esta obra nos ajuda, nos orienta. É preciso que nos amemos e que nos instruamos. Espíritas, amai-vos, eis o primeiro ensinamento. Instruí-vos, eis o segundo. Hoje ouvi Artur Valadares dizer a fala de Paulo que a sua caridade cresça em conhecimento e discernimento. Kardec disse a mesma coisa com outras palavras. Caridade, amor, amai-vos. Cresça em conhecimento, em

vi Artur Valadares dizer a fala de Paulo que a sua caridade cresça em conhecimento e discernimento. Kardec disse a mesma coisa com outras palavras. Caridade, amor, amai-vos. Cresça em conhecimento, em discernimento. Instrui-vos. É um alerta para todos nós. Mas no capítulo 27, já vamos encerrando a nossa fala, encontraremos o espírito de verdade respondendo a vários questionamentos de Kardec. O item, o título do capítulo, contradições e mistificações. O item mistificações. Kardec começa dizendo: "Se é desagradável ser enganado, pior ainda é ser mistificado, enganado pelos espíritos". E ele vai dizer o seguinte, uma ele vai questionar as mistificações constituem um dos escolhos mais desagradáveis do espiritismo prático. Os espíritos que vêm dizendo ser o que não são, trazendo mensagens como essas que nós dizíamos agora há pouco, haverá algum meio de nos preservarmos deles? E o espírito de verdade vem responder. E não amacia não, minha gente. Vou trazer um trechinho para vocês. Certamente há um meio simples para isso. Não pedir ao espiritismo senão o que ele possa dar. Já a gente assusta aí. Não pedir ao espiritismo que ele não possa dar. Sabe o que ele pode nos dar, meus amigos? Sabem qual é o objetivo do espiritismo? Nada mais, nada menos. Só o melhoramento moral da humanidade. Enquanto não vos afastardes desse objetivo, jamais sereis enganados. Não há duas maneiras de se compreender a verdadeira moral, aquela que todo homem de bom senso pode admitir. Qual é a verdadeira moral, meus amigos? A moral cristã. Somos espíritas cristãos. Jesus é o nosso modelo e a sua moral é o nosso guia. é para onde devemos caminhar. Os espíritos vêm instruir e vos guiar no caminho do bem e não no das honras e das riquezas. Não vem atender as vossas paixões mesquinhas, se nunca lhes pedissem nada de fútil ou que esteja fora de suas atribuições, ninguém daria acesso aos espíritos enganadores. Conclusão não é minha, não, do espírito de verdade. Depois vocês vão lá no capítulo 27. Só é mistificado

e fútil ou que esteja fora de suas atribuições, ninguém daria acesso aos espíritos enganadores. Conclusão não é minha, não, do espírito de verdade. Depois vocês vão lá no capítulo 27. Só é mistificado aquele que merece. O que temos buscado no espiritismo, a satisfação das nossas curiosidades, o que temos buscado com a mediunidade, a satisfação da nossa curiosidade fenomênica. Julgamos fazer dos espíritos servos nossos, inquirindo a ele sobretudo fertilidades na sua grande maioria. Vai dar certo meu negócio, eu vou casar, vou comprar a fazenda, vou vender a casa, vou sarar da doença. Meu Deus, como temos tratado as coisas do espírito com leviandade. E a doutrina espírita surge nos horizontes da Terra para o melhoramento moral da humanidade. Aquele que busca acha exatamente o que procura. Olhemos para nós encarnados, encontramos aquilo que vibramos, que desejamos, que buscamos no âmbito das relações entre encarnados. Por que a lei seria diferente no âmbito das relações com os desencarnados? Queremos, meus amigos, a companhia dos bons espíritos, dos espíritos de Deus, no dizer de João. Essemo-nos por nos tornar um deles. É o que o Espírito de verdade tá nos trazendo aqui. O papel dos espíritos não consiste em vos informar sobre as coisas deste mundo, mas em vos guiar com segurança no que possa ser útil para o outro mundo, para a nossa realidade de criaturas imortais. É esse o objetivo do espiritismo. Quando vos falam das coisas da terra, é que o julgam necessário e não porque o peçais. Então, quando acreditamos nas nossas consultas a A ou B, que teremos respostas sérias, como gostamos de nos enganar, né, meus amigos, e abrir brechas para graves desequilíbrios. Se vedes nos espíritos os substitutos dos adivinhos e dos feiticeiros, então é certo que sereis enganados. Quantos de nós, ao adentrarmos uma casa espírita, vamos movidos pelos desejos materiais. Em busca de que as nossas situações materiais se resolvam com a ajuda dos espíritos. Não acontecerá porque os espíritos sérios não violam a

os uma casa espírita, vamos movidos pelos desejos materiais. Em busca de que as nossas situações materiais se resolvam com a ajuda dos espíritos. Não acontecerá porque os espíritos sérios não violam a lei. Nem os não sérios, viu, meus amigos? Mas os espíritos sérios deixam bem claro, são sutis, são amorosos, são generosos, mas deixam bem claros. Se os homens não tivessem senão que se dirigirem aos espíritos para saberem de tudo, estariam privados do livre arbítrio e fora do caminho traçado por Deus à humanidade. De vez em quando nas nossas lides, nas casas espíritas, nós recebemos pessoas que chegam e nos perguntam: "Você acha que eu devo me casar com fulano? Eu devo me separar?" Isso é muito sério, meus amigos. Precisamos ter muito cuidado porque respondemos por toda a consequência que vier de uma palavra mal utilizada, seja como encarnados ou como desencarnados. O homem deve agir por si mesmo. Temos inscrita na nossa consciência a lei de Deus e temos um cabedal. Vejam essa obra que Kardec nos deixou. manancial de estudos sérios para nos guiar com segurança. Deus não envia os espíritos para nos aplainarem a estrada material da vida, mas para nos prepararem para a vida espiritual, para que possamos, ao deixarmos este involtório material, entrarmos na verdadeira vida. mais lúcidos, melhores do que quando aqui chegamos. Então, meus amigos, que ressoe para nós a assertiva amorosa de João, o apóstolo amoroso do Cristo. Meus filhinhos, ele se dirige a nós assim, meus bem amados, cuidado por onde tem andado os nossos corações, as nossas consciências em relação à doutrina espírita. Sigamos firmes trabalhando pelo nosso melhoramento moral, ao mesmo tempo que trabalharemos pelo melhoramento moral da humanidade. Quando este for o nosso fio condutor, poderemos contar sempre com a ajuda das boas almas, os espíritos de Deus. Que Jesus nos ampare, nos abençoe. Agradecemos pela palestra carinhosamente elaborada que tantos esclarecimentos nos trouxeram. Lembrando sempre que é importante esse estudo, né? Estamos

itos de Deus. Que Jesus nos ampare, nos abençoe. Agradecemos pela palestra carinhosamente elaborada que tantos esclarecimentos nos trouxeram. Lembrando sempre que é importante esse estudo, né? Estamos sempre em contato com os nossos irmãos espíritos, então é importante que nós saibamos com quem estamos falando. Então, muito obrigado por essa carinhosa palestra. Convido a todos para a nossa prece final. Vamos fechar os nossos olhos físicos e abrir o nosso coração para o mundo espiritual que aqui está presente. Imaginemos a figura doce e meiga de Jesus, que nos olha com serenidade e nos estende as mãos, nos convidando para caminhar com ele. esse caminho que nos leva ao seu reino de amor, de paz, de harmonia que está dentro de cada um de nós. Que Jesus, nosso mestre, visite também a nossa tela mental e todos aqueles nossos entes queridos que nesse instante estão necessitando do seu amor, do seu amparo, da sua da sua bênção em seus corações. Visite também, Senhor, os lares que estão em conflitos. Visite os asilos, os orfanatos, os moradores de rua, Senhor. Visite os presídios, visite, Senhor, os nossos mandatários para que tenham compaixão, Senhor. Pai amado, tenha misericórdia de cada um de nós. Abençoe essa casa, essa casa comunhão espírita que nos acolhe com tanto amor, com tanta compaixão e que seus dirigentes, seus trabalhadores, possam estar sempre sob o teu amparo, Senhor. Muito obrigado. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta

amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra

nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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