Débora Moraes | QUAL O SEU INTERESSE? (PALESTRA ESPÍRITA)
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perfeição. que eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda. Boa tarde a todos. É uma grande alegria estarmos aqui hoje nessas nossas sextas à tarde. Eu tenho dito, aqueles que têm vindo há mais tempo tem me ouvido dizer isso, mas é realmente uma grande alegria nos encontrarmos aqui. E é muito interessante porque o ambiente da comunhão espírita de Brasília nos acolhe, nos recebe, nos acalenta. Eu tenho certeza que vocês já ouviram e já disseram, assim como eu já disse e tenho ouvido. Exatamente isso. as pessoas dizerem: "Quando eu entro na comunhão, é como se eu transpusesse um portal e entrasse num ambiente de paz, de serenidade, de acalento. E é verdade, não é? Este ambiente que a espiritualidade prepara para nós aqui dentro da comunhão é realmente um refrigério. Quando nós entramos aqui, é como se nós entrássemos num lugar onde pudéssemos respirar, né? Baixar as os escudos. e refletir. Então, minha gente, é ou não é uma grande alegria numa sexta-feira à tarde nos encontrarmos aqui para nós a famosa frase da garotada, né? tem esse que a mais, porque quando cestou para nós é sinal de que nós então teremos esse encontro aqui juntos, refletindo sobre o evangelho, que é um outro ponto muito especial. Vocês já pensaram nisso? Nós nos dirigimos hoje paraa comunhão para que pudéssemos em conjunto, encarnados e desencarnados, amparados pela espiritualidade superior, refletíssimos sobre o evangelho. E o que vem a ser o evangelho para cada um de nós? esse código de conduta moral que nos foi trazido por Jesus. Nós falávamos hoje pela manhã, aqui mesmo neste ambiente com alguns amigos sobre isso. Estudávamos a bem-aventurança, bem-aventurados os mansos e os pacíficos, porque herdarão a terra. E nós dizíamos isso, refletíamos sobre
manhã, aqui mesmo neste ambiente com alguns amigos sobre isso. Estudávamos a bem-aventurança, bem-aventurados os mansos e os pacíficos, porque herdarão a terra. E nós dizíamos isso, refletíamos sobre isso, que as bem-aventuranças, né, esse cântico sagrado que foi trazido por Jesus de maneira poética e todo o evangelho são, na verdade diretrizes de conduta, diretrizes de bom proceder, ou, se preferirem, O plano de voo, não é para nós que estamos vinculados ao planeta Terra. Nós aqui encarnados, mas também para os amigos desencarnados que nos ouvem agora. Temos todos no Evangelho esse código, esse roteiro, essa búsola segura. Então eu digo que não poderíamos estar num local melhor e que o lugar que eu gostaria de estar hoje é aqui agora com vocês conversando sobre o evangelho. E é assim então que nós agradecemos a Deus a oportunidade que nos é dada de aqui estarmos. Agradecemos ao Mestre Jesus, o educador das nossas almas, esse irmão mais velho que segue velando por nós, segue nos amparando, nos sustentando. E agradecemos ainda a espiritualidade amiga, os benfeitores responsáveis pelos trabalhos que terão curso aqui na tarde de hoje e também pelos nossos mentores individuais, os nossos anjos da guarda, aqueles nobres corações que aceitaram o convite feito pelo próprio Cristo, para que pudessem nos tutelar mais de perto essa tarefa desafiadora, porque eu não sei vocês, meus amigos, mas eu tenho certeza que eu dou um trabalhinho extra para esse meu amigo tão dedicado. Então, nesse momento, eu quero enviar a ele o meu abraço, meu carinho, dizendo que não desista de mim, porque se hoje estou aqui, eu tenho certeza. Se vocês hoje estão aí, é porque houve um trabalho árduo desses amigos diletos, desses amigos queridos que velam, que tutelam as nossas trajetórias. Bem, para aqueles que têm vindo há mais tempo, eu tenho dito que nós estamos fazendo o estudo desta obra Caminho, verdade e vida, que é uma das cinco obras que compõe a coleção Fonte Viva. Esses livros eles são formatados
têm vindo há mais tempo, eu tenho dito que nós estamos fazendo o estudo desta obra Caminho, verdade e vida, que é uma das cinco obras que compõe a coleção Fonte Viva. Esses livros eles são formatados da seguinte maneira. Emanuel, que é o autor espiritual dessas obras, dessa coleção, ele retira do evangelho pequenos trechos, pequenos versículos e faz uma análise, uma reflexão, uma exegese. Em pequenos textos, nós temos feito o estudo sequencial dessa obra. é a primeira das cinco, caminho, verdade e vida, então de Emanuel, pela lavra mediúnica de Chico Xavier. E o que nós vamos hoje refletir é o capítulo 27, que tem por título negócios. E quando eu estudava pra nossa conversa aqui e analisei o título, é interessante, não é? negócios. Nós poderíamos chamar também de interesses, de buscas. E fiquei pensando que nós temos muitos negócios, temos muitos interesses e temos muitas buscas. Todos nós que aqui nos encontramos temos negócios na esfera profissional, na esfera familiar, na esfera afetiva. Muitas vezes nós mesclamos esses negócios profissionais com os negócios da esfera familiar. Temos negócios no âmbito social, político, de cidadania. Temos muitos negócios. Então, me chamou atenção o título de Emanuel. O que será que o benfeitor quer nos dizer, quer nos trazer com essa lição e com esse título? E como eu estava dizendo para vocês, toda essa obra ela se embasa em pequenos trechos que o benfeitor retira do evangelho. E nesse capítulo 27 não foi diferente. Ele retirou do capítulo 2 do Evangelho de Lucas, o versículo 49, que diz assim: "E ele, Jesus lhes disse: "Por que me procuraveis? Não sabiais que me convém tratar dos negócios de meu pai?" É uma fala de Jesus. Então, nós vamos contextualizar pra gente compreender em que momento isso aconteceu. Então aqui Jesus era um garoto de 12 anos, um jovenzinho, era de prae que os judeus daquela época se dirigissem para Jerusalém para as festividades da Páscoa. E era tempo de Páscoa e Jesus, acompanhado de seus pais se dirigiu até
o de 12 anos, um jovenzinho, era de prae que os judeus daquela época se dirigissem para Jerusalém para as festividades da Páscoa. E era tempo de Páscoa e Jesus, acompanhado de seus pais se dirigiu até Jerusalém para a comemoração da Páscoa. E após o término da festa, das comemorações, os pais voltaram para casa. Tudo ali era muito pequeno, todos eram muito conhecidos e os pais foram acreditando que o menino o seguiria. E acontece que isso não aconteceu. Eles chegaram na sua casa e cadê Jesus? Procuraram ali no entorno, não encontraram. Perguntaram para os parentes, para os familiares, ninguém sabia. Então eles foram ficando aflitos como qualquer pai, qualquer mãe natural e resolveram retornar a Jerusalém. Retornando a Jerusalém, depois de algum tempo, passado um dia já, eles encontram o Mestre Jesus no templo conversando com os sábios. né, da época ali, os estudiosos questionando-os, conversando, ensinando. E Maria chega e diz: "Meu filho, como é que você faz um negócio desse com a gente, né? Nós estamos aflitos te procurando." E é então que Jesus olha para ela e diz, né? Mas por que vocês me procuravam? Vocês não sabem que me cabe tratar dos negócios de meu pai? Então, a gente já começa a dar o tom do que Emanuel irá nos trazer. Negócios do meu pai. E é importante a gente lembrar aqui então que Jesus, apesar de só 12 anos, então no corpo físico era uma criança, mas era um espírito puro, o governador espiritual do orb, que retornava então não pra terra, não é? Porque a terra como encarnação era a primeira vez. Mas ele vinha com a proposta educativa paraa terra. Era uma tarefa que ele havia recebido de Deus. E como espírito puro encontrava-se, apesar da pouca idade, em completa comunhão com Deus. Por isso tinha aos 12 anos plena consciência da sua tarefa e do que lhe cabia realizar. Então é por isso que ele diz aos pais biológicos: "Os meus interesses, a minha razão de aqui estar é cumprir a vontade de meu pai, é tratar dos negócios de meu pai. E eu fico pensando que negócios seriam
ão é por isso que ele diz aos pais biológicos: "Os meus interesses, a minha razão de aqui estar é cumprir a vontade de meu pai, é tratar dos negócios de meu pai. E eu fico pensando que negócios seriam esses? E nas minhas reflexões cheguei à conclusão de que seria a implantação do reino de Deus na terra através da educação dos espíritos vinculados à Terra. Jesus então assumia a partir daquele momento já o seu caráter de maior educador que a Terra já recebeu. Tratando então do maior negócio que nós, espíritos vinculados ao orb terrestre, poderíamos almejar a nossa educação espiritual, a nossa iluminação, o nosso aperfeiçoamento, a evangelização. dos corações que estagiam na terra, sabendo que a terra só se transformará nesse reino de paz, o dia em que nos corações de todos nós a paz se fizer. Então, era por isso que Jesus já, menininho, se lançava a essa tarefa. E Emanuel começa dizendo: "O homem do mundo, o homem do mundo está sempre preocupado pelos negócios referentes aos seus interesses efêmeros. E é verdade, nós somos espíritos imortais. Fomos criados por Deus simples e ignorantes, colocados na esteira da evolução, com um determinismo nos tornarmos espíritos puros, bem-aventurados, perfeitos. Mas cabe a cada um de nós conquistar este caminho, esta perfeição. E é por isso então que Deus impôs ao homem os mergulhos na carne, a encarnação e as reencarnações, para fazer com que o homem atinja um dia a perfeição. É por isso que estamos sempre vindo e voltando. Estamos aqui encarnados, ora estamos na erraticidade, que é o espaço compreendido entre um túmulo e um novo berço, até que nos tornemos perfeitos. Então, vejam que interessante. Isso é um fato. Mas será que nos comportamos como quem realmente sabe, mas para além da instância intelectual? sabe aqui no coração e na alma que é um espírito imortal temporariamente vivendo uma experiência na carne. E aí a gente traz a frase de Emanuel, o homem do mundo. E eu me lembro de Jesus na sua oração pelos discípulos quando vai nos dizer
m espírito imortal temporariamente vivendo uma experiência na carne. E aí a gente traz a frase de Emanuel, o homem do mundo. E eu me lembro de Jesus na sua oração pelos discípulos quando vai nos dizer que os seus seguidores, os seus discípulos estão no mundo, mas não são do mundo. vivem as experiências necessárias no mundo, mas com a completa compreensão de que são criaturas imortais de essência divina e, portanto, transitam pelo mundo, sabendo que um dia tudo que é do mundo deixarão aqui, não se apegam. Mas aqueles nós que são homens do mundo, como diz o benfeitor aqui, estão sempre preocupados pelos negócios referentes aos seus interesses efêmeros. E eu poderia acrescentar, com todo respeito a Emanuel, alguns de nós estamos exclusivamente preocupados com os interesses efêmeros da vida na matéria. Porque é lógico, meus amigos, que estamos encarnados. Então, temos algumas necessidades da criatura encarnada. Temos que nos alimentar, nos vestir, nos abrigar, cuidar da próle e tá tudo certo. É importante tudo isso. É importante que trabalhemos. Precisamos do dinheiro, do valor amoedado. Está tudo certo. vivenciamos várias posições, posições de destaque, de poder, posições em que amealhamos dinheiro, recursos materiais, está tudo certo. E é importante que vivenciamos, que vivenciemos essas diferentes posições. faz parte do processo de aprendizado, mas é preciso que vivenciemos todas elas como o homem no mundo. Veja essa posição de autoridade, de poder de quem detém nas suas mãos grandes somas materiais em dinheiro, vivermos como homem no mundo, sem apego, sem acreditar ser aquela situação, a sua situação definitiva, sem deixar que todos esses elementos do mundo se tornem donos de nós, nos escravizando. Porque todos esses elementos, os negócios do mundo, eles são nas nossas vidas de criaturas imortais meio meio e não fim. Porque o fim, a finalidade de estarmos aqui vivendo essas diferentes situações é uma só. A educação de nossas almas, espíritos imortais que somos, o
as vidas de criaturas imortais meio meio e não fim. Porque o fim, a finalidade de estarmos aqui vivendo essas diferentes situações é uma só. A educação de nossas almas, espíritos imortais que somos, o progresso. Viremos ricos, pobres, brasileiros, em outras circunstâncias, nasceremos em outras nações. Mulher, homem, teremos hoje a tarefa da maternidade, da paternidade, em outra existência, a solitude, hoje, posições de autoridade, amanhã de subalternidade, porque nós fomos criados para sermos homens, seres humanos. no mundo e não seres do mundo. E quantas vezes nos perdemos nos meandros de uma encarnação e nos fixamos nas situações, no que temos de material e nos esquecemos dos negócios do Pai. Nos esquecemos que o maior negócio para nós é trabalhar pelo nosso autoaperfeiçoamento. Eu me lembro, certa feita, num grupo num grupo mediúnico, apresentava um irmão desencarnado, portando as vestes que ele usava na última encarnação em que havia tido uma posição de extremo destaque e extremo poder. E ele me dizia, já tendo alguma consciência sobre a necessidade da mudança, eu não consigo. Está impregnado em mim. Eu não consigo me despir dessas vestes. Vejam, meus amigos, o sofrimento estava tão arraigado nele a posição que ele não conseguiu durante a encarnação ver-se como espírito imortal. Ele julgava ser o príncipe poderoso que foi, a ponto das vestes terem-lhe impregnado a constituição perespirítica. E ele agora sofria porque não conseguia se desvencilhar das vestes da nobreza de príncipe que houvera sido. Quantos de nós estamos hoje caminhando pela vida, nos confundindo com as posições que temos, com os lugares, com os títulos, com o dinheiro, com as posses, vivendo, apesar de espíritos imortais, como homem do mundo e não como peregrino. que sabe que a experiência na carne é efêmera, é passageira. Dia virá em que teremos que nos despedir de tudo o que diz respeito à nossa atual personalidade, incluindo, meus amigos, o corpo, o corpo físico. Esse uniforme de trabalho ficará
fêmera, é passageira. Dia virá em que teremos que nos despedir de tudo o que diz respeito à nossa atual personalidade, incluindo, meus amigos, o corpo, o corpo físico. Esse uniforme de trabalho ficará aqui a casa, a família, os filhos, as posições no trabalho, posições profissionais, o doutorado, o pósdoc, levaremos só o aprendizado. Mas sabe o título que a gente moldura e prega na parede? Fica aqui. A gente volta com o aprendizado. Ninguém chega no mundo espiritual. Doutor fulano de tal. Não, meus amigos, nós voltamos espíritos imortais. Não nos será perguntado que título tinha, né? quanto a sua conta bancária ostentava, qual era o seu carro, qual o bairro que você morava e a sua profissão? Não, ninguém vai nos perguntar isso, não. A nossa consciência nos cobrará o que nós fizemos com a preciosidade que é uma encarnação. O que nós fizemos com os talentos que recebemos de Deus em empréstimo, o tempo, o corpo físico, a família, a inteligência. O que fizemos? Dedicamos tudo isso aos interesses efêmeros do mundo? Ou aproveitamos esses talentos e cuidamos dos negócios de meu pai, dos negócios de meu pai, como dizia Jesus. Eu me lembro da parábola do semeador em que Jesus volta a tratar disso quando vai dizer que a semente muitas vezes cai em terrenos onde as ansiedades do mundo a sufocam e fazem com que dali nas verdadeiros espinheiros futuros. Cruz. Olha, Jesus não nos deixou órfã de ensinamentos. Quantas vezes os negócios do meu pai são sufocados nos nossos terrenos íntimos pelos interesses do mundo, as ansiedades do mundo. E quando chega o momento de voltarmos a aqueles de nós que vão abrindo a consciência, começam a se lamentar, vendo tempo malbaratado, recursos desperdiçados e compreendendo o que lhe caberá deixar. Felizes aqueles de nós que terão o tempo dessas reflexões e poderão mesmo que nos últimos momentos se esforçarem por viverem como homem no mundo, prestes a adentrar a vida verdadeira, porque muitos serão tomados de assalto, como na belíssima parábola do homem que
erão mesmo que nos últimos momentos se esforçarem por viverem como homem no mundo, prestes a adentrar a vida verdadeira, porque muitos serão tomados de assalto, como na belíssima parábola do homem que acumulava em celeiros. E vem então o anjo e lhe diz: "Louco, hoje ainda te tomarão a alma. Meus amigos, o meu tempo já acabou e eu quero encerrar dizendo com essa fala: Não sejamos loucos. Não sabemos quando virão nos chamar, tomar a nossa alma, né, nessa nessa fala poética. Não sabemos quando deveremos voltar. Emanuel nos diz que devemos cuidar do corpo físico, esse empréstimo de Deus, nosso uniforme de trabalho, como se fôssemos viver 200 anos. E devemos cuidar das nossas almas como se fôssemos viver apenas mais 2 minutos no plano da matéria. Então, essa fala de Emanuel, esse texto de Emanuel nos convida a refletirmos, a abrirmos a nossa consciência e fazermos um rastreio sobre os negócios que estamos tendo. Quanto desses negócios estamos tratando com o olhar da criatura imortal, transformando os negócios que temos no mundo como espíritos encarnados em negócios a serviço de Deus, a serviço do nosso burilamento espiritual. Não estamos nas posições que estamos detendo os valores materiais que detemos para fins efêmeros na matéria, mas sim para utilizá-los como meio do principal objetivo das nossas vidas, que é fazer de nós, a cada dia, a cada minuto, criaturas melhores, meus amigos, pela atenção de vocês, o meu muito obrigada. Em breve começaremos o trabalho dos passes e rogamos a Deus, a Jesus, que sigam nos amparando, nos abençoando e nos dando a coragem para nos colocarmos, apesar dos apelos de um mundo, de uma sociedade materialista, hedonista, utilitarista. Mas que tenhamos a coragem de nos colocar onde quer que tivermos sido chamados a atuar como homens no mundo a caminho da luz. Muito obrigada. Que Jesus nos ampare. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e
minho da luz. Muito obrigada. Que Jesus nos ampare. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da
fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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