NA LUZ DO PROGRESSO - Rafaela Guidi [PALESTRA ESPÍRITA]
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Boa tarde, queridos irmãos e irmãs. em Jesus através do nosso pai criador que é amoroso e bom. Com muita alegria estou com vocês aqui na TV e Rádio Comunhão e vamos meditar hoje um pouquinho sobre a indulgência, que é um passo importante para praticarmos para o nosso progresso. É um caminho, digamos que é uma luz a nos guiar para o reino de Deus. Para nossa harmonização, vamos ler uma mensagem do Vigiai e Orai, de Carlos Bacheli, pelo espírito do irmão José. Fraquezas alheias. Não comentes as fraquezas alheias. Quem busca diminuir os outros está tentando promover-se à custa da infelicidade dos semelhantes. Observa se a crítica que fazes não se aplicará primeiro a ti. A pior imperfeição moral é aquela que prejudica o próximo. Quem apenas destaca o mal revela-se incapaz de incentivar o bem. A aparência de virtude é mais prejudicial que mazela declarada. Os que se mostram conscientes dos seus erros já efetuaram maior progresso do que os que se julgam infalíveis. Façamos silêncio para as lutas pessoais. dos que vivem à nossa volta. Estendamos a eles a nossa solidariedade, sem que em nossos lábios haja censura ou em nossa presença haja descaso. A importância de considerarmos o nosso irmão como um ser humano em evolução, que erra e que também tem dificuldades, assim como nós. Nós precisamos, volta e meia relatar algumas falhas de conduta de modo que haja uma transformação. E isso deve ser feito com ternura, sem censura e sem descaso para com aquele irmão. Então, nós devemos realmente perdoar os erros e as falhas de alguém ou de nós mesmos para não ficarmos paralisados na culpa. Devemos compreender e mais se possamos fazer uma meditação, uma reflexão para entendermos, sentirmos o que causou determinado comportamento, se foi algo de um momento ou foi algo que foi se armazenando, armazenando Então nós não conseguimos mais vigiar os nossos comportamentos e muito menos orar para uma atitude no bem. E com essa ideia na mente de cada vez mais compreendermos a nós mesmos e ao nosso próximo.
do Então nós não conseguimos mais vigiar os nossos comportamentos e muito menos orar para uma atitude no bem. E com essa ideia na mente de cada vez mais compreendermos a nós mesmos e ao nosso próximo. Vamos agradecer a Deus. Aqueles que desejarem podem fechar os olhos, mas abram seus corações por essa mensagem divina que o nosso mestre Jesus nos trouxe. Gratidão, ó Pai, pelo seu envio, por tornar Jesus o governador desse planeta, por trazê-lo muito próximo a nós e deixar essa riqueza, essa fortuna de ensinamentos que nos fazem viver melhor para na nós mesmos conseguirmos descansar. e também refletir como possamos prosseguir com passos mais determinados em direção ao seu reino divino. E assim, pai amado, espiritualidade amiga, pedimos que haja muita meditação e reflexão nesse nosso momento de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Jesus em Mateus capítulo 5 versículo 40 diz o seguinte: "E se ao que quiser pleitear contigo, tira-te o vestido e larga-lhe também a capa". Nessa passagem, Jesus utiliza questões do dia a dia do povo que estava lá em Jerusalém há mais de 2000 anos. O vestido era a roupa de baixo e a capa era a peça de cima que protege e que aquece. E no inverno é muito importante, é um bem valioso. Então vamos pensar mais ou menos o que Jesus estava ensinando nessa passagem. Se alguém nos processa ou agride injustamente para tirar algo nosso, não devemos responder com briga, vingança ou dureza. Jesus diz para desapegar. E ele quebra nesse momento a lógica da violência e do conflito com generosidade e desaper. Nos dias de hoje, meus irmãos, nós estamos muitas vezes dizendo que as nossas ações de violência são para trazer paz, mas a generosidade traz mais paz. Gentileza gera gentileza. E é sobre isso que iremos refletir hoje. O que Jesus também nessa passagem reforça que não devemos deixar que o outro nos arraste para essa mesma lógica de ódio, de disputa, de rebanhã. Eu quero isso, eu quero aquilo. Me dê, me dê, me dê. que uma nosso valor, a nossa honestidade,
ça que não devemos deixar que o outro nos arraste para essa mesma lógica de ódio, de disputa, de rebanhã. Eu quero isso, eu quero aquilo. Me dê, me dê, me dê. que uma nosso valor, a nossa honestidade, a nossa prática do bem, o nosso sentimento fraterno para com o outro é muito maior do que qualquer coisa material. E nós temos muitos exemplos de pessoas que eram simples e que eram felizes e que tinha essa grande riqueza espiritual. Não devemos reagir o mal no mesmo nível do mal. oferecer a outra face, mostrar uma outra forma de agir. E vamos também refletir um pouco antes de entrar no nosso tema maior numa mensagem de João bispo de Bordô, que foi psicografada em 1862, que está no Evangelho Segundo Espiritismo, item 17. Sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam. Não julgueis com severidade, senão as vossas próprias ações. E o Senhor usará da indulgência convosco, como de indulgência houverdes usado para com os outros. próprio na oração do Pai Nosso, que a gente repete, repete, repete. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Jesus e Deus vai nos usar de indulgência, assim como nós usamos de indulgência para com os outros, porque nós somos instrumentos do Pai para caminharmos nas transformações do planeta e do universo. Essa indulgência que o evangelho nos pede, ela é equilibrada sempre como misericórdia, humanidade e compreensão. Devemos ressaltar que o erro acontece, porque muitas vezes somos ignorantes, não sabemos, ou fomos habituados a agir daquele jeito, mas devemos mostrar outra forma de agir, outro comportamento, essa indulgência e através do nosso exemplo de algumas palavras palavras boas e acolhedoras. Depois de escutar o que que o irmão tem para nos contextualizar da sua dor, nós devemos sim dar alguma luz através, principalmente das nossas intuições e dos nossos bom senso de uma vida melhor. Não devemos ser cruel no julgamento. As falhas acontecem porque todos estamos em processo de aprendizado. E quando fomos compreensivos com os
ossas intuições e dos nossos bom senso de uma vida melhor. Não devemos ser cruel no julgamento. As falhas acontecem porque todos estamos em processo de aprendizado. E quando fomos compreensivos com os erros dos outros, criamos o direito moral deles nos tratarem da mesma forma. E isso acontece porque as energias, as sintomias, elas vão se ajustando naquele momento. Então, mesmo com uma ação que quer algo nosso, nós podemos dizer: "Tá, isso aqui eu posso te dar." E com isso nós vamos pouco a pouco no progredindo e vamos nesse trabalhar mais numa mensagem deuel que tá no livro da esperança, psicografia de Chico. E no capítulo 27, na luz da indulgência, ele nos orienta como podemos avançar e alcançar a vitória do bem em nossas vidas. Nós ansiamos pela vitória do bem. Contudo, nós devemos acender a luz da indulgência para ter essa vitória com segurança. Quando nós desejamos fazer o que é certo, justo, correto, nós queremos errar menos, sem ir menos injustos. Sofrer e causar sofrimento, muito menos. trazer alegria, esperança. Quantas vezes nós precisamos de dar uma luz de esperança para o nosso irmão para que ele consiga re se reabastecer das suas forças divinas para seguir em frente. A segurança que Emanuel nos chama atenção aqui é uma segurança moral, espiritual, para que não viramos aquilo que combatemos. Muitas vezes a gente fala, não fala desse jeito, meu filho, mas a gente fala desse jeito. Então, a gente tem que tomar esse cuidado, principalmente aqueles que querem haver uma transformação de comportamento. Nós devemos começar por nós mesmas, mas não é fácil. Mas a nossa busca é incessante dessa mudança, dessa conquista, dessa nova qualidade, dessa nova virtude da indulgência, vai nos proporcionar algo muito bom. Nós devemos, nós não devemos ferir em nome do bem e nem criar mais sombra. tentando apagar a sombra. Hum. Quantas guerras teve em nome de Deus, mas era por desejo próprio. Então, nós não devemos ferir ninguém. Nós devemos mostrar esse amor e cada vez mais compreender a sua prática e a sua
r a sombra. Hum. Quantas guerras teve em nome de Deus, mas era por desejo próprio. Então, nós não devemos ferir ninguém. Nós devemos mostrar esse amor e cada vez mais compreender a sua prática e a sua o seu campo de atuação que é muito maior do que aquilo que nós conseguimos enxergar. O bem só vence de verdade quando é praticado com as virtudes do bem. Fazer do jeito certo e não esperando a provação. Muitas vezes no início a gente espera a aprovação dos outros porque nós precisamos desse reforço. Nós precisamos de ter mais segurança no que somos. Mas ao mesmo tempo nós devemos começar a fazê-lo sempre daquele jeito que nós consideramos o mais ligado nas leis divinas, mais coerente com essas leis. Emanuel fala que todos nós somos espíritos imperfeitos. ainda arraigados, presos à evolução da Terra. Nós reclamamos tantas vezes o concurso e a compaixão dos outros, mas nem sempre sabemos por nós mesmos quando surgimos necessitados de semelhantes recursos. Nós temos a mania de reclamar e sem nos abastecer. Como nós podemos amar o próximo sem nos amarmos, sem saber compreender os nossos limites. Então, nós precisamos dessa ajuda e da compaixão. E por isso que nós vivemos em sociedade, porque um auxilia o outro, mas nós devemos auxiliar, mostrando formas boas, formas de do bem e sabermos que nós temos limitações. Nós temos muito orgulho de quem nós atingimos no momento, mas ainda não sabemos de tudo. Nós não temos toda a inteligência. A inteligência suprema, só quem tem Deus que é o criador. Nós temos nossos impulsos, nós temos a nossa vaidade, nós temos alguns medos, alguns medos que nos protegem, mas alguns medos que nos impedem de agir diferente. Bem, meditemos, meus irmãos, quantas vezes não fomos rápidos em ver os erros dos outros e achar que o outro precisa de ajuda e que nós vamos ser o salvador da pátria. É, mas nem sempre a gente tem um resultado positivo. Por quê? Porque o outro também tem que est no processo de mudança, tem que estar aberto para saber que ele tá precisando dessa
salvador da pátria. É, mas nem sempre a gente tem um resultado positivo. Por quê? Porque o outro também tem que est no processo de mudança, tem que estar aberto para saber que ele tá precisando dessa ajuda e que você pode ajudar ou procurar outra pessoa. Mas muitas vezes nós somos muito lentos, digamos assim, até meio lerdos, para perceber as nossas próprias quedas ou necessidade de paciência e compreensão com nós mesmos. Eu ainda não consigo receber uma fechada no trânsito e dizer que vai com Deus, meu irmão. Eu me afeto e quero usar palavras feias, mas ao mesmo tempo eu estou buscando essa transformação. Então, quem entende que é imperfeito aprende a ser mais humano com os outros e consigo mesmo. E isso faz toda a diferença. nos diz que em muitas circunstâncias nós ainda estamos cegos da reflexão, surdos do entendimento, paralíticos da sensibilidade e anestesiados na memória sem perceber. Por quê? Porque nós estamos agindo automaticamente e repetimos, repetimos, repetimos o mesmo comportamento. Buscadeamos aquelas tarefas que exigem nossa modificação, a nossa reforma íntima. E muitas vezes esquecemos que cada dia é uma nova oportunidade de renovação. Nós devemos despertar a nossa consciência ao exercício do amor e do trabalho no bem, lembrando-nos que ninguém evolui sem esforço, nem se ilumina sem servir. Porque o servir nos faz refletir sobre as ações e nos faz expandir o amor e essa luz divina que existe em nós. Devemos abrir os olhos da alma que enxerga longe, escutar com coração, sentir com humildade e cada dia escolhermos ser melhores do que formos ontem, mesmo que seja numa tarefinha simples ou num bom dia, com sorriso, mais acolhedor do que eu tenho no, né, no dia anterior, que eu acontei com muitas preocupações na cabeça. Mã da luta de ontem que nos lembra Emanuel, ele nos dá um exemplo que esse irmão mostra-se hoje em plena bastân, ganhou na loteria e aí ele passa a delirar na ambição desenfreada. Eu tenho, eu tenho, eu quero, eu quero, eu quero. Mas aquele trabalhador bem, é uma ferr
e esse irmão mostra-se hoje em plena bastân, ganhou na loteria e aí ele passa a delirar na ambição desenfreada. Eu tenho, eu tenho, eu quero, eu quero, eu quero. Mas aquele trabalhador bem, é uma ferr um aprendiz do Cristo, não quer que vê aquele irmão que tava junto com ele assim tão desequilibrado. Então, deseja voltar ele ao próprio equilíbrio, a fim de que o dinheiro lhe sirva de instrumento a felicidade, mas não a esses gastos, né, sem propósito. Mas para isso nós devemos usar indulgência, que dessa forma renova ali o modo de pensar e ser. Porque se começarmos a censurar-lhe o comportamento, ah, vai vem você com mais essa história. E essa censura, meus irmãos, raramente corr, quase sempre endurece, nem quer mais falar conosco. E vamos ver alguns exemplos que tem tempo para se melhorar, se irmão, despertar. E nós devemos respeitar esse livre arbítrio, porque até Deus e a espiritualidade amiga aceita o livre arbítrio do irmão. Então, não é que vamos apregoar aquelas decisões que realmente causam prejuízo, mas nós devemos conversar e amparar. Porque o irmão não tá com aquele esclarecimento ou está no impulso de extravazar algum dos seus sentimentos que ele mesmo nem sabe como fazer. Então, pensamos assim: João errou porque ainda não sabe fazer melhor. Vou manter minha paz e minha dignidade. Vou ensiná-lo e vou mostrá-lo a maneira correta de fazer aquele serviço. Eu vou ajudar porque é certo, não para receber algo de troca. O que essa e muitas vezes isso foi uma coisa que a doutrina me ensinou e que eu uso muito no meu dia a dia. o que essa situação está tentando me ensinar e observar que sabendo isso, conseguindo responder sinceramente essa questão, é uma oportunidade de crescimento e de reparação de alguns erros cometidos. Nós se aquele se nós tivemos um amigo que escalou a evidência pública, virou vereador, prefeito, governador, presidente, qualquer evidência pública, ele começa ser um executor cruel em nome da autoridade. que manda pro seu. Você quer garantir que o reajuste
ncia pública, virou vereador, prefeito, governador, presidente, qualquer evidência pública, ele começa ser um executor cruel em nome da autoridade. que manda pro seu. Você quer garantir que o reajuste para que o poder lhe estabeleça um caminho de paz? Mas a Emana nos fala: "Atenção, não exiba uma atitude condenatória. Busque clarear o raciocínio. Nesse caso é o mesmo que acontece quando condenamos, como criticamos, como Então ele nos chama, Emmanuel, a exemplificar que e perceber que toda autoridade é empréstimo de Deus para o serviço do bem. e nunca um instrumento de opressão. E nessa posição nós devemos pensar, se eu estou nesse momento nessa posição, é para servir melhor e responder por mais pessoas. Se as minhas condutas forem justas, as minhas ações, as minhas decisões, o respeito nasce naturalmente. devemos orientar em particular para preservar a dignidade do nosso irmão, porque o erro não deve ser repetido, mas o nosso irmão precisa evoluir. Hum, desculpa. Nosso livre arbítrio deve se guiar pela consciência que ela enxerga as consequências espirituais da nossa ação e não as vantagens imediatas. E ele dá mais outro exemplo, Emanuel, um uma jovem que foi nossa amiga, ela embriagou-se na ilusão, caindo em sucessivos abusos a pretexto da mocidade. Justo suspires por reintegrá-la no harmonioso desenvolvimento das próprias faculdades, situando-a no rumo das experiências de natureza superior. Mas não devemos reprovar os sonhos. Nós devemos amparar a meninice. A juventude é promessa, não condenação. Todos nós passamos. Não devemos reprovar sonhos, mas também lembrar que o processo de amadurecimento é lento e ele deve ser feito cada vez mais pelo amor e não pela dor. Não tem força nesse crescimento, né? e cada vez mais dando exemplo. Nós sabemos que a palavra convence, mas o exemplo arrasta. Vamos sempre lembrar disso. Na hora que temos uma lição no nosso irmão, busquemos agir de acordo com essa lição, né? Então, realmente é o que fazemos que transforma, inspira, educa.
o exemplo arrasta. Vamos sempre lembrar disso. Na hora que temos uma lição no nosso irmão, busquemos agir de acordo com essa lição, né? Então, realmente é o que fazemos que transforma, inspira, educa. E é ensinar, é falar. Mas esse processo de exemplificar, de educação, ele é vida, é a nossa vida. E nós temos também quantos irmãos que escorregaram em provas amargas e caíram no desânimo e desespero. Nós queremos muito que ele retorne à tranquilidade. No entanto, não devemos nos entregar às críticas. Eu não disse que ia acontecer isso. Hum, hum. Isso agrava esse desânimo, esse desespero. Então, a dor precisa de amparo, não de censura. Nesse textinho do das provas amargas, Emanuel nos lembra que há quedas que não se vencem com palavras duras, mas com mãos estendidas e silêncio compreensivo. Nós devemos apresentar isso, estender a nossa mão. O outro vai ter a opção de segurá-la ou não. E segurando a nossa mão, vamos caminhar juntos. Não fazemos o desenvolvimento e o progresso do outro. Nós caminhamos juntos. Nesses momentos de desânimo, depressão, como se diz atualmente, devemos sentar-nos ao lado, ouvir o nosso irmão sem interromper e dizer: "Você não está sozinho. Vamos atravessar iso juntos". E lembre-se que Deus nunca desiste de nós e nós também não deveríamos desistir de nós mesmos e de estender a nossa mão a Deus através da oração, que é uma ligação direta com esse criador. Estender a mão a quem caiu não é puxar com força, é sustentar com amor até que a própria alma encontre forças para se levantar e aí caminhar juntos. O próprio criador, ele espera as criaturas no transcurso do tempo, tolerando-lhe as faltas. mas encorajando-lhes as esperanças, embora lhes corrija todos os erros através de leis eficientes e claras, as leis da natureza, as leis morais, as leis divinas, como quiserem chamar. E foi o próprio criador que tá esperando. A nossa indulgência, assim como a indulgência do Pai, ela não exclui a justiça, como o amor não dispensa a responsabilidade. Nós somos responsabilidades pelas
E foi o próprio criador que tá esperando. A nossa indulgência, assim como a indulgência do Pai, ela não exclui a justiça, como o amor não dispensa a responsabilidade. Nós somos responsabilidades pelas consequências dos nossos atos, das nossas palavras, do nosso pensamento. Se levarmos a cabo esse pensamento, principalmente o amor acaba protegendo a alma e é esse passinho que nos leva a esse Deus. O amor responsável, ele acolhe, orienta, mas deixa que o irmão responda pelo que fez, acompanhando o no processo de reparação. Você não está sozinho, eu estou aqui no seu lado. Eu entendo, nós vamos buscar a melhor solução, mas algumas reparações, alguns pagamentos, eles devem ser feitos para as leis humanas e também para as leis divinas. Nós devemos chamar para conversar, esclarecer, corrigir com respeito. E se preciso aplicar as consequências justas, principalmente pensando nas nossas leis humanas, né, as leis aqui do Brasil e tudo. Então, é nesse sentido que é importante muitas vezes dizer não, explicando a necessidade de reparação ou o porquê não pode ser realizado tal coisa, nós devemos fazer, mas a gente desagrada, desagrada muitas vezes. Mas nós não devemos de desistir desses limites, dessa imposição de limites, porque isso educa auxilia no processo de caminhada ao reino divino. Discutivelmente diz Emanuel, ninguém constrói nada de bom sem responsabilidade e disciplina, advertência e firmeza. Mas é imperioso considerar que toda boa obra roga auxílio a fim de aperfeiçoar-se. Nós não fazemos nada sozinhos. Nós não vamos evoluir sozinhos, que nós precisamos de um apoio, porque corrigir é sustentar e sustentar também é amar. Então nós vamos transformando e construindo algo bom através de do auxílio de um com o outro. Um exemplo, um homem erra e se desorganiza, mas ele quer melhorar caminhando jun. Como que nós podemos fazer isso? Nós vamos caminhar juntos. Nós vamos estabelecer horários, limites, responsabilidades e combinados claros, acompanhando, perguntando como está, não
rar caminhando jun. Como que nós podemos fazer isso? Nós vamos caminhar juntos. Nós vamos estabelecer horários, limites, responsabilidades e combinados claros, acompanhando, perguntando como está, não deixando doel, nós devemos acompanhar, ajudar a organizar, encorajando quando o irmão desanimina. Ah, tem aquela parou por quê? Vamos continuar só mais um pouquinho lá de trás daquela curva. Vamos. Não desanima não. Você tá no caminho certo. Sabemos todos nós que quando estamos aprendendo a servir, ainda falhamos. Ainda de repente, quando vem algo que nos surpreende, nós utilizamos de uma voz mais firme. E aí nós devemos acalmar e responder numa voz mais suave e pedir desculpas. Emanuel, nessa questão de responsabilidade, disciplina, ele chama a incentivar, reconhecer o esforço do nosso irmão, estar sempre disponível para tirar dúvidas, não abandonando o pecador mesmo. Nós mesmos queremos nos melhorar moralmente. Mas para isso nós devemos traçar metas, mas metas simples. Não, eu vou ser um abnegado que nem manda, eu não consigo. Então eu vou colocar uma uma meta mais simples. vou auxiliar lá no centro, na tarefa mais simples, que eu possa começar a conhecer as pessoas. Devemos ter disciplina quando para alcançar essas metas, nós devemos ter disciplinas, porque elas têm um prazo. Nós devemos vigiar e orar sempre, porque muitas vezes nós somos tentados a sair pra porta larga, mas a oração nos ajuda a retornar naquilo que nos é importante e estudar sempre, não só um estudo de escola, escola, Mas estudar para a vida. Temos que ter paciência para conosco e recomeçar quando percebemos que não conseguimos ainda aquele objetivo e ter esperança e fé para não desistir. E nós sabemos, irmãos, que Deus nos educa com leis firmes e misericórdia constante. A a direção segura vem eh ela deve ser feita como apoio, porque senão ela vira a dureza. E esse apoio sem nenhuma direção, eu deixo fazer o que quiser. E o amor verdadeiro apoiando e com direção. adiante. Emanuel, para terminar,
a deve ser feita como apoio, porque senão ela vira a dureza. E esse apoio sem nenhuma direção, eu deixo fazer o que quiser. E o amor verdadeiro apoiando e com direção. adiante. Emanuel, para terminar, ele nos chama a pensar no bem, pensa no bem e faz o bem. Contudo, é preciso recordar que o bem exigido pela força da violência gera males, males inúmeros entorno e desaparece da área luminosa do bem para converter-se num mal maior. Nós devemos fazer o bem. por amor, um bem-vindo do fundo do nosso coração. Bem, e esse bem verdadeiro, ele convence, ele não oprime, ele fala, ele vê o irmão, ele ver aquela alma assim como Jesus fazia. Ele via a alma daqueles irmãos que apareciam na sua frente com todas as imperfeições, mas fazer o bem hum com amor, pela força. Não devemos forçar ninguém a agir de tal forma. Eu lembro de uma lição que eu aprendi no Evangelho no lar. Nós não devemos obrigar ninguém do lar a estar junto conosco no momento do evangelho. Nós devemos chamar e compreender o momento dele e durante a prática do evangelho não apontar dedo e sim refletir e meditar pela nossa consciência, pelo como nós estamos agindo, qual é a nossa reflexão. Então, nós devemos iluminar caminhos, muitas vezes por palavras que muitas vezes ainda é o que conseguimos fazer. Outras vezes com exemplos, pois que já colocamos em prática automática, quase sempre daquela nossa fala. E essa forma de iluminar, ela não fere. muito pelo contrário, ela estimou uma esperança, uma clareza do caminho. E isso que vai fazer a diferença no planeta e no universo. Quando nos deparamos com uma pessoa agressiva e difícil, difícil, né, meus irmãos? Respirar fundo, orar. Meu Deus, meu Deus, me ajude a manter calma, a ter respeito por esse irmão, a ter uma firmeza serena e uma constância nas minhas atitudes, de modo que eu não entre nessa energia agressiva, difícil. E haja oração, e haja aguinha da paz e haja contar até 1000. Mas é um exercício. Se conseguir 2 segundos, ótimo. Se conseguiu 2 minutos, melhor ainda. Se conseguiu 2 horas e o irmão
gressiva, difícil. E haja oração, e haja aguinha da paz e haja contar até 1000. Mas é um exercício. Se conseguir 2 segundos, ótimo. Se conseguiu 2 minutos, melhor ainda. Se conseguiu 2 horas e o irmão sair já livre daquela agressividade para com você. Missão aprendida. Agora tem que ser automatizada. Quando agimos assim com esse irmão agressivo e difícil, com o tempo ela percebe que essa agressividade encontra ego. Ela fala, fala assim: "Tá bom, tá bom, tá bom". e ela começa a se modificar, ou melhor dizendo, buscar outra tática para conseguir o que que ela quer. E muitas vezes ela poderia ter conseguido inicialmente uma questão ou uma escolha de um filme, umas coisas simples, né, mas sem agressividade. Eu quero, eu quero, eu quero. Nós não somos, nós tememos evoluir o nosso pensamento daquela criança birrenta, mas muitos de nós ainda não conseguimos, então vão existir pela misericórdia divina irmãos indulgentes que vão pouco a pouco nos mostrando essa nova forma de agir, essa serenidade. Ela educa mais do que 1000 discursos. palavras é o acolhimento do nosso irmão naquele momento em e ficar tranquilo. E quando nós buscamos cada vez mais exemplificar essa serenidade, essa indulgência, nós vamos criando o que podemos chamar de constrangimento moral saudável. Hum. Por que que aggiou mudando o meu comportamento? é passo a passo. Então o questão é quando, por exemplo, um exemplo mais tradicional nessas questões, a gente usa sempre esse trânsito. Então, alguém nos fecha no trânsito e nós buscamos responder por educação. Vai com Deus, meu irmão. mede o espaço, fica com cautela e a com respeito aquele indivíduo que tá se comportando meio estranhamente no trânsito. O outro pode não mudar na hora, mas a semente sempre vai ficando. Aquele do lado, você não vai xingar o motorista, não. deve ter os seus motivos para fazer isso ou ele não viu. Quantas vezes você também quer fecha alguém no trânsito e nós queremos ser tratados da mesma forma como tratamos os outros. Então, se nós queremos ser
r os seus motivos para fazer isso ou ele não viu. Quantas vezes você também quer fecha alguém no trânsito e nós queremos ser tratados da mesma forma como tratamos os outros. Então, se nós queremos ser tratados com educação, façamos o mesmo para com outro. Jesus não força. E esse, digamos, pode ter sido considerado o maior erro de Judas, porque achou que ia ter um exército que ia lutar, e acabar com o Império Romano, a dominação do povo. Não, nem Jesus, nem Marrata Gand, nem Nelson Mandela, eles não buscaram a força, eles buscaram o silêncio. Uma atitude te apatia essa serenidade. Eu não tô gostando, não tô gostando, né? Então essa força maior, ela não é necessária. Muitas vezes dizem que as guerras são para encontrar a paz no mundo. não consegue porque até achar em um acordo ou dizima a o adversário, o inimigo, ou é difícil e depois a reconstrução. E somos todos irmãos, somos todos criados por Deus, simples e ignorantes, mas que estamos nesse processo de evolução. O bem, quando agimos no bem, nós podemos cada vez mais nos impor pela autoridade moral do exemplo. E com isso, quando solicitamos alguém a fazer algo, ele vai nos seguir, porque ele compreende que aquilo que nós estamos pedindo é certo e vai fazer bem. Principalmente quando nós estamos trabalhando em equipe, nós devemos sentir isso. Nós não devemos usar a força, o medo. Jesus veio trazer um Deus amoroso. Apesar de que antes, pela natureza do ser humano naquela época era preciso de um julgador, que usava força, que dava castigo, mas hoje em dia não. E a doutrina nos explica que não funciona dessa forma, que funciona para a nosso progresso. Então, meus irmãos, estamos chegando ao fim dessa nossa reflexão sobre a indulgência, como devemos utilizá-la na prática em algumas situações do nosso dia, da nossa vida. e que pelo menos consigamos refletir sobre esses exemplos e buscar agir em alguma situação, quando tivermos bem equilibrados, que fica mais fácil, a agir nessa forma e cada vez mais orar e vigiar para otimizar dessa indulgência
refletir sobre esses exemplos e buscar agir em alguma situação, quando tivermos bem equilibrados, que fica mais fácil, a agir nessa forma e cada vez mais orar e vigiar para otimizar dessa indulgência como uma luz que nos guia para o reino de Deus, que pusemos de indulgência para com os outros e conosco como a luz que nos guia no nosso progresso para o reino de Deus. E assim convido a todos aqueles que estão envolvidos nessa energia de amor, nessa questão de reconhecer o irmão que está num processo de aprendizado como nós e que a nossa vida em comum é um instrumento único e divino para a transformação, que possamos utilizá-lo incessantemente e não ficar só reclamando das situações e das pessoas. Vamos buscar o que há de melhor nelas, porque cada um tem algo bom para passar. E isso é indulgência. E isso é uma luz que nos leva a esse progresso, esse progresso moral. Aqueles que desejarem podem fechar os olhos e vamos agradecer a Deus. agradecer a Deus pelo seu amor, pela sua criação, pela nossa vida e por essa oportunidade de tantas reflexões e de tantas luz no caminho para o nosso progresso. Vamos agradecer ao nosso irmão modelo e guia Jesus. por tantos exemplos, por tantos ensinamentos que nos deixou, que nos faz perceber a riqueza espiritual e que saibamos utilizar de sabedoria para a criação material divin para a nossa sobrevivência. que possamos não só sobreviver, mas viver e evoluir, dando cada passo com segurança, observando os sinais da estrada e sempre que estivermos confusos, orarmos, orarmos com o fundo do nosso coração, solicitando a espiritualidade ade a luz e agradecemos a essa espiritualidade que utilizou de tantos irmãos para nos trazer essa doutrina consoladora. Essa doutrina que nos fala e nos mostra pela ciência a vida eterna, a vida eterna do espírito, do espírito em evolução e da bondade divina com a nossa criação, com a criação de todos os seres vivos, inanimados, materiais. que nos permite a respirar, a pensar e a nos transformar. que nesse período de transição
evolução e da bondade divina com a nossa criação, com a criação de todos os seres vivos, inanimados, materiais. que nos permite a respirar, a pensar e a nos transformar. que nesse período de transição planetária possamos cada vez mais nos dispor a momentos de reflexão sobre nós mesmos. O nosso bom combate, aquela viagem que muitas vezes é dolorosa para dentro dos nossos sentimentos, mas que depois removendo uma ferida, colocando a luz divina no lugar, respiraremos e andaremos alegres, felizes. Porque estamos trazendo a felicidade divina para mais próximo de nós e com um pouquinho dela sentimos mais animados e predispostos a seguirmos para o reino de Deus. Essa transformação interior que nos traz felicidade em agir, em trabalhar, em servir, em fazer o bem, em seguir as leis divinas até o último iota, pois esse é o nosso destino. Para isso que nós fomos criados e somos predestinados a esse rendimos. E assim encerramos a nossa conversa bate-papo de hoje, dizendo graças a Deus, graças a Jesus e até a próxima. finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso
música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, [música] seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus
do ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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