NA LUTA VULGAR - Carla Daniela Leite [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Bom dia, queridos amigos do canal da comunhão espírita. Então, uma alegria estarmos aqui com vocês mais uma vez aqui nesse nosso momento de harmonização em que nós buscamos o nosso alimento espiritual. também além do nosso alimento material, a gente também tem esse momento de nos encontrar para nos alimentar desse pão da vida que é o Cristo, que diz que é o pão da vida eterna, que alimenta não apenas o nosso corpo, mas os nossos espíritos também, que partilha o pão conosco, que multiplica o nosso pão, mas que também multiplica as bênçãos na nossa vida e os tesouros dos quais nos alimentamos pro nosso crescimento, paraa nossa evolução. Aqui na comunhão nós temos dois momentos. Temos esse grupo de harmonização Chico Xavier, que nos traz esse momento e também temos uma palestra presencial que acontece todos os dias de eh de segunda a sexta às 13 horas no Salão Bezerra de Menezes da comunhão. Então, temos esses momentos em que ficamos muito felizes de receber a todos na nossa casa, seja virtual, seja material, para nos alimentarmos juntos, para partilharmos essa grande refeição que é o evangelho do Cristo. Então, para começarmos o nosso banquete, convido a todos para elevarmos o nosso pensamento a Deus, agradecermos, agradecer pela presença de Deus nas nossas vidas, por esse dia tão bonito que está aí fora, esse sol que brilha, essa natureza exuberante que se coloca à nossa disposição e que da qual nós fazemos parte. tanta beleza, tanta vida, tantas coisas que recebemos de Deus. Agradecemos pela oportunidade de estarmos vivos, de estarmos encarnados, de termos merecido renascer e de crescermos aqui juntos, tendo a oportunidade de melhorar, de evoluir, de refazer aquilo que precisamos, de transformar os nossos cegos da nossa vida em laços e nos aproximar cada vez mais do melhor de nós mesmos. Agradecemos pela presença dos nossos mentores, esses espíritos que se comprometem profundamente conosco, que estão ao nosso lado e que não nos abandonam em nenhum momento, que nos
elhor de nós mesmos. Agradecemos pela presença dos nossos mentores, esses espíritos que se comprometem profundamente conosco, que estão ao nosso lado e que não nos abandonam em nenhum momento, que nos orientam, nos auxiliam, nos elevam e fazem de tudo para que nós tenhamos sucesso naquelas missões, naquelas tarefas que nós recebemos. E agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, nosso querido médico que cuida de nós, de a Chico Xavier, esse exemplo vivo do amor do Cristo que entregou a nós a sua própria vida por amor e a todos aqueles que conosco estão e que fazem parte tão importante da nossa vida, que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. E hoje o nosso tema é na luta vulgar. E vem de uma carta de Paulo aos Gálatas, um trechinho do capítulo seis e tem sete, em que fala: "Pois aquilo que o homem semear, isso também se fará". Trazendo a lembrança pra gente da nossa lei de causa e efeito, né? Daquilo que nós fazemos. E esse trecho é importante, essa passagem que Emanuel nos traz é muito importante, porque ele nos diz que as nossos desafios, as nossas lutas, enfim, o nosso sucesso ou a nossa derrota não estão no lugar distante, no tempo distante, não vieram do passado ou se ou acontecerão apenas lá muito longe no futuro, mas estão hoje, estão no dia de hoje, no momento de hoje, nas nossas pequenas nas lutas, nos nossos pequenos desafios do dia a dia. Hoje foi um desafio para mim, por exemplo, chegar e estar aqui com vocês. Eu achei que fosse sair mais cedo da minha aula. Acabou que me enrolei e cheguei faltando 2 minutos aqui, mas graças a Deus consegui estar aqui e consegui. Já tinha preparado, já tinha deixado tudo certo e foi um desafio vencido. Mas a cada dia nós temos inúmeros desafios, temos momentos em que a gente precisa provar aquilo que é o melhor de nós. Não apenas nas coisas grandes, mas em cada pequeno momento, em cada pequena luta, em cada pequena circunstância da nossa vida, nós estamos demonstrando
nte precisa provar aquilo que é o melhor de nós. Não apenas nas coisas grandes, mas em cada pequeno momento, em cada pequena luta, em cada pequena circunstância da nossa vida, nós estamos demonstrando quem nós somos. Nós estamos demonstrando aquilo que aprendemos, aquilo que ainda precisamos aprender e aquilo que existe dentro de nós. Eu tenho uma amiga aqui na comunhão que ela diz, e eu gosto sempre de citar, né, que existem aquelas pessoas que são grandes missionários, como esses que eu citei, Bezerra de Menezes, Chico Xavier, Francisco de Assis, Pedro, que vieram aqui com grandes missões e vieram para mudar o destino da humanidade. Mas ela diz, e eu concordo, que todos nós temos as nossas pequenas tarefas. Se não somos missionários, todos nós somos tarefeiros. E essas tarefas não estão colocadas em lugares distantes, não estão escondidas no fundo dos oceanos, nem no alto das montanhas, como diz o próprio Chico Xavier, né, que Jesus ele não nos pediu que escalemos montanhas, que naveguemos os sete mares. Ele nos deu um desafio apenas, que é o de amar, o desafio de viver a nossa vida o mais próximo possível do evangelho. Então, a gente não precisa construir uma cidade, fazer ganhar um um bilhão, eh, fazer tudo, né? inventar, fazer uma grande invenção que vai mudar a humanidade. Mas o que a gente precisa sim é dentro da nossa esfera de possibilidades, dentro do nosso cotidiano, dentro do que nos é oferecido no dia a dia, fazer aquilo que é melhor, fazer o que nós podemos, né? Tem uma frase que diz, né? Faça o que puder, onde estiver, com o que tiver. Eh, e isso é o que a gente pode dentro dos das possibilidades e da vida de cada um, sempre existe como fazer bem e como fazer mal, desde as circunstâncias melhores até as mais adversas, não existe uma única pessoa que não tem a escolha, que não tem a oportunidade de fazer o bem ou que não tem a escolha também de resvalar e de acabar fazendo escolhas que são tristes. e que levam a gente a complicar ainda mais a nossa vida e a vida das outras
tem a oportunidade de fazer o bem ou que não tem a escolha também de resvalar e de acabar fazendo escolhas que são tristes. e que levam a gente a complicar ainda mais a nossa vida e a vida das outras pessoas. Então, dentro do nosso cotidiano existem inúmeras oportunidades e ali é que eu vou mostrar o que eu já aprendi, o que eu ainda estou aprendendo, o que ainda faz parte de mim. Então, no meu trabalho, na minha aula que eu acabei de voltar de lá, no cotidiano, no metrô que eu vou pegar daqui a pouco, no elevador que eu pego aqui no prédio, encontro os meus vizinhos, na nas ruas, no trânsito, na padaria, quando eu vou comprar meu pão, em qualquer lugar, existem situações que em que eu posso provar-me bem ou provar-me mal, eu posso me colocar e e a gente tá fazendo um convite muito forte pro trabalho voluntário lá na comunhão, que as pessoas vão e doem um pouco de si, doem o seu melhor para ajudar o próximo, seja nas tarefas de promoção social, seja aqui, né, falando um pouquinho do evangelho, seja no atendimento fraterno, seja recebendo as pessoas que chegam. Então, em cada uma dessas tarefas, eu posso ser uma obreira do Cristo. Eu posso atender uma pessoa que procura comunhão precisando de um apoio, precisando de uma palavra. Eu posso falar, seja aqui, seja no auditório, e dizer uma mensagem que vai ajudar as pessoas. Eu posso ensinar, eu posso acolher uma pessoa que chega e direcioná-la. Posso fazer inúmeros trabalhos ali na nossa casa espírita. Mas eu posso também, onde quer que eu esteja, ajudar uma pessoa que não consegue entrar no sistema ou a pessoa que tá com dificuldades práticas de fazer um determinado trabalho. eu posso, ao lidar com a situação do cotidiano do meu trabalho, ter uma visão mais favorável, ter uma visão mais eh caridosa, mais justa, procurar uma visão que seja justa, ao invés de buscar apenas os meus próprios interesses, eu posso, enfim, ali, eh, auxiliar alguém que tá precisando, dedicar um pouquinho do meu tempo a auxiliar um colega que precisa precisa
ja justa, ao invés de buscar apenas os meus próprios interesses, eu posso, enfim, ali, eh, auxiliar alguém que tá precisando, dedicar um pouquinho do meu tempo a auxiliar um colega que precisa precisa de um apoio, fazer um pouquinho a mais do que eu preciso e auxiliar também alguém que que precisa. Posso também ver um colega, uma pessoa da família que tá triste, que tá passando por um momento de luto, de dificuldade, e me colocar ao lado dessa pessoa ajudando e fazendo aquilo ali também um atendimento fraterno, ouvindo uma pessoa que sequer teve condições de buscar e de chegar até um lugar ou não conseguiu verbalizar para ninguém, às vezes nem para si mesmo o pedido de socorro ali no nosso cotidiano, na nossa vida, no nosso lugar onde eu estou colocada, às vezes esse apoio ainda mais importante e pode ser desde o começo, me levantando para que uma pessoa idosa sente no metrô, dando o lugar, ajudando uma pessoa grávida a ter um pouquinho mais de dignidade ali naquele espaço, né? Ou posso me recusar por outro lado, né? E aí o plantil também é meu, fechar os olhos e fingir que estou dormindo, como é comum, né? Mas em cada momento nós estamos fazendo as escolhas. Em cada momento nós estamos colhendo, em cada momento nós estamos plantando. Não existe um momento de colheita, não existe um momento de plantil. Não é uma coisa separada. A cada momento nós estamos plantando e colhendo. A cada momento eu estou fazendo escolhas e colhendo as consequências dessas escolhas. Eu também gosto de dizer que é quando a gente fala do nosso plantil, a gente pensa em uma monocultura, como você pensa assim, um grande campo de trigo, um grande laranjal, uma grande floresta de IPA. Aí diz: "Esse é o meu planti". Só que na verdade não é bem assim. O nosso plantil é uma coisa muito misturada, vamos dizer assim, parece mais aqueles campos da agricultura familiar, em que eu tenho um campo pequeno aqui, em que aqui tem morangos. Eu tenho um campinho pequeno aqui, em que aqui tem flores, eu tenho
os dizer assim, parece mais aqueles campos da agricultura familiar, em que eu tenho um campo pequeno aqui, em que aqui tem morangos. Eu tenho um campinho pequeno aqui, em que aqui tem flores, eu tenho um pezinho de pimenta aqui, tenho um um pé de laranja ali, um pé de abacate do outro lado, um pé de, enfim, de de qualquer coisa, né? um arbustozinho de morango, uma parreira ali também. Do outro lado eu tenho ervas daninhas que acabam comprometendo. Tem um espinheiro ali, tenho tantas coisas que tão juntas e misturadas ali nesse meu campo da vida. E chega o momento em que a gente precisa colher. E não é como na monocultura, como eu disse, que diz: "Pronto, agora é o momento da colheita, vou pegar tudo e vou colher tudo que tem para colher". Aí naqueles campos da de trigo, de monoculturas enormes que vem as máquinas e tiram tudo e jogam nos celeiros e o celeiro fica cheio. Pra gente não é assim. A cada momento eu planto o meu morango aqui, aí passa uns meses, o morango nasce, aí eu vou colho o morango. Enquanto isso, a pimenta tá crescendo. Enquanto isso, a laranja tá brotando. Já está em flores. Enquanto isso, eu tô deixando o abacate apodrecer. Enquanto isso, as jacas estão caindo em cima da minha cabeça. É isso que tá acontecendo. Então, a gente tem que estar sempre atento, porque a todo momento a gente tá plantando e colher. Então, se o morango terminou aqui, eu já vou aproveitar esse campo para colher mais morangos ou para fazer outras plantios. Se de repente eu percebo que tem ervas daninhas aqui, eu posso estirpar essas ervas daninhas. Opa, erva daninha não é legal. Então vou tirar essas ervas daninhas daqui. Se eu vejo uns espinheiros aqui e toda vez que eu vou chegar no meu campo de morango, eu acabo me machucando com tantos espinhos, eu posso tirar ou podar esses espinhos e plantar outras coisas ali ao redor. Ou eu posso descobrir que de repente o melhor lugar para plantar uma cultura é a sombra de outra e fazer com que algum plantil da minha colheita ajude outros a
os e plantar outras coisas ali ao redor. Ou eu posso descobrir que de repente o melhor lugar para plantar uma cultura é a sombra de outra e fazer com que algum plantil da minha colheita ajude outros a prosseguir. Então, a gente vai ali dentro do nosso cotidiano, dentro da nossa eh da nossa vida plantando e ao mesmo tempo colhendo e escolhendo como é que a gente vai fazer isso. Eu também gosto de dizer, eu posso colher morangos 1000 ali e posso fazer um belo doce de morango, distribuir pros vizinhos aquele tanto de geleia. E aí o vizinho tem uma um plantil de mamão, faz um doce gostoso também e compartilha comigo e a gente junta as nossas gostosuras da vida e vamos tendo uma vida mais doce. Ou eu posso comer tudo sozinha, ter uma baita dor de barriga, passar mal, ou eu posso eh de repente pegar e juntar também com os vizinhos. Ah, eu tenho uma mão aqui, o outro tem uma laranja, o outro tem um um goiaba, o outro tem uma banana. A gente junta, faz uma salada de frutas, come todo mundo junto, enfim, a gente na labuta diária, nas nossas na nossa vida diária, nós vamos tendo as nossas provas, nós vamos na luta vulgar é que nós vamos nos provando, nós vamos angareando aquilo que é bom, nós vamos mostrando aquilo que já temos de bom, aquilo que já aprendemos, nós vamos mostrando também aquilo que ainda precisamos aprender, nós vamos nos deliciando com aquilo que já podemos colher e nós vamos também eh nos amargando a vida muitas vezes com aquilo que nós precisamos colher e que precisamos também absorver. E a cada momento que a gente colhe, a gente faz novos plantilos. Então, onde eu estou? No meu espaço de estudos, no meu espaço profissional, na minha família, no centro, nos lugares por onde eu passo, as pessoas que eu encontro, as situações que surgem na minha vida, todas as situações, todos os lugares são ocasiões para que eu possa mostrar aquilo que eu sou. Ali é a minha esfera de luta. Eu não preciso viajar para longe, não preciso navegar os sete mares, não preciso eh ir até o
s, todos os lugares são ocasiões para que eu possa mostrar aquilo que eu sou. Ali é a minha esfera de luta. Eu não preciso viajar para longe, não preciso navegar os sete mares, não preciso eh ir até o topo das montanhas, escalar o Evereste para mostrar o meu valor. O meu valor está ali onde eu tô, assim como as coisas que me curam. Epicuro fala do tetrafármaco e ele diz que as coisas estão próximas da gente. Ele diz inclusive também que é muito interessante que tudo aquilo que você pode obter de grande, você pode obter no pequeno também. os pequenos prazeres da vida. Ele se refere a isso. Então, eu posso ter um grande prazer de viajar a Paris e conhecer os lugares mais bonitos lá, mas eu posso conhecer um lugar aqui mesmo na minha cidade, em Brasília, que seja igualmente bonito e que vá me trazer uma alegria muito grande de conhecer. Eu posso comer o prato mais caro e mais elaborado que existe no mundo. E isso me dá prazer. E eu posso comer a feijoada da minha mãe e isso também me dá imenso prazer. Eu posso comer o omelete que a minha filhada faz para mim. E isso me dá um prazer imenso também, porque os prazeres eles estão no nosso sentimento e não precisam de grandes trabalhos, de grandes esforços, de grandes viagens para isso. A gente pode encontrar as alegrias dentro do nosso próprio cotidiano. A gente pode encontrar as nossas tarefas dentro do próprio cotidiano. também as tristezas, também os desafios, também as nossas decepções pode encontrar da forma mais trivial. Por isso a gente precisa investir no que é próximo, no que é pequeno e, claro, também buscar trabalhar. E para que a nossa soma de esforços acabe trazendo coisas grandes, eu faço de pequenas coisas, de pequenos hábitos, de pequenos trabalhos, vou construindo grandes ideais, né? como dizia Aristóteles, que a excelência não é um evento, ela é um hábito. Então, dos meus treinos diários, das minhas atitudes diárias, do meu exercício diário da virtude, é que eu vou melhorando, é que eu vou treinando. Se
que a excelência não é um evento, ela é um hábito. Então, dos meus treinos diários, das minhas atitudes diárias, do meu exercício diário da virtude, é que eu vou melhorando, é que eu vou treinando. Se eu quero tocar uma grande sinfonia, eu preciso todos os dias treinar e aprender um pouquinho de música, me aprimorar um pouquinho. Se eu quero fazer grandes cálculos, eu preciso aprender a matemática básica e avançando, avançando. Se eu quero escrever belíssimos textos, eu preciso escrevê-los palavra por palavra, treinando muitas vezes, eh, aprimorando, revisitando os meus resultados e fazendo melhor a cada dia. Então, vamos caprichar em cada pequena tarefa, em cada pequena atitude, em cada situação. Vamos ver algo bom onde quer que nós estejamos. Vamos florescer onde quer que nós sejamos plantados. Pois é ali com esse nesse lugar, com essas pessoas, com essas ferramentas, do jeito que eu posso, sendo quem eu sou, que eu posso fazer o melhor, que eu posso desperdiçar as oportunidades, que eu posso trazer as oportunidades de crescimento e também de decepção para mim mesma. Então, não desprezemos nenhuma oportunidade de ser melhor, de aprender mais, de conviver mais, de abraçar aqueles que a gente ama, de viver o melhor de cada momento. Viver o melhor de cada momento. É Veríssimo diz assim que felicidade é perceber que a minha vida não está passando à toa. É mais ou menos isso. Não é exatamente essa a palavra, mas é nesse sentido. Felicidade é ter a certeza que a minha vida não está passando à toa. Então, enchamos de significado cada momento da nossa vida. Sejamos plenos. Vamos preencher nossa vida de coisas boas, de pessoas que amamos, de momentos que nos enriqueçam, de boas obras, de oportunidades que nós mesmos vamos criando. Vamos melhorar nosso plantil, colher cada vez mais, compartilhar as nossas colheitas e nos deliciar com cada momento da vida, pois cada momento merece ser vivido, merece ser compartilhado e o melhor de nós merece ser dado a qualquer momento. Não
mais, compartilhar as nossas colheitas e nos deliciar com cada momento da vida, pois cada momento merece ser vivido, merece ser compartilhado e o melhor de nós merece ser dado a qualquer momento. Não economizemos, estejamos presentes e em cada lugar façamos o melhor que podemos. que Jesus esteja conosco, que ele nos ilumina, que ele esteja conosco agora neste momento, daqui a pouco, daqui a pouco de novo, hoje, mais tarde, amanhã, depois de amanhã. E que a gente consiga enxergar Jesus em cada situação e que a gente consiga ser emissário de Jesus em cada situação, que nos aprimoremos cada vez mais e aproveitemos cada segundo, porque vale a pena. Um grande abraço a todos. Que Jesus esteja conosco e que nós estejamos com ele. Até a próxima. Tudo de bom. Uma feliz Páscoa. Que Jesus renasça em nossos corações hoje e sempre. Um grande abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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