NA HORA DA PACIÊNCIA - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda belez de toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja com todos nós nessa bela tarde de quarta-feira. E boa tarde também para aqueles que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Para começar esse nosso momento, vamos fazer nossa prece, vamos nos entrar dentro de nós, nos envolvermos dentro da desse ser tão maravilhoso que somos. e falar para esse Deus, Deus de infinita bondade. que nós nos encontramos para te agradecer, agradecer pelo dom da vida, esta vida cheia de oportunidades que para que nós possamos ser melhores, essa vida transbordante de emoções que nos faz dar importância às coisas que o Senhor colocou para que nós pudéssemos seguir no nosso caminho. Agradecemos todos os momentos que o Senhor nos alerta sobre a vida, sobre o modo de caminharmos, o modo de agirmos, mesmo não sabendo que é o Senhor que está por ali nos intuindo, mas mesmo assim nós agradecemos. Mas sempre rogamos a ti, Deus Pai, que nos cubra de muita harmonia, de muitas bênçãos, para que nós possamos seguir esse nosso projeto reencarnatório da melhor forma possível, com muita paciência, com muita perseverança, com muito amor e fé, fé naquele que o Senhor nos enviou para nos sustentar nas nossas caminhadas, que é o nosso amigo Jesus, o nosso irmão de coração. Então, que essa doce paz se faza presente agora, hoje e sempre. Que assim seja. Bom, amigos, nós escolhemos falar a hora da paciência. Eu acho que paciência, vocês têm paciência? Eh, esses dias eu estava conversando com a secretária aqui da da diretoria de atendimento e e orientação e tava me acontecendo muitas coisas que requeria
a. Eu acho que paciência, vocês têm paciência? Eh, esses dias eu estava conversando com a secretária aqui da da diretoria de atendimento e e orientação e tava me acontecendo muitas coisas que requeria muita paciência e eu não tinha muita paciência para poder trabalhar com os acontecimentos. Eu fiquei muito chateada e falei assim: "Olha, vou falar, não vou pedir Deus paciência, que a gente fala: "Ai, Deus, me dê paciência. Ai, Jesus, né? Não vou, porque todas as vezes que eu peço, ele fala assim: "Bom, como essa pessoa ela é muito difícil, eu vou dar uma coisa bem chata que vai, ela vai ter que se estudar muito, ela vai ter que refletir muito para ver se ela passa na prova". E as coisas estavam muito complicadas para mim. E aí eu falei assim: "Não peço mais. Eu não pedindo, quem sabe ele me dá alguma coisa bem leve para que eu possa exercer minha paciência. E a paciência, amigos, em todos os sentores, a paciência de est aqui sentado ouvindo Rute falar, né? Às vezes fala: "Nossa, não, mas podia terminar logo para eu tomar o passe". Mas vamos ter paciência, paciência de esperar lá uma turma sair. Às vezes nós somos impacientes com o trabalho, com o tratamento que a gente vem buscar nessa casa. A gente quer que anda depressa, a gente faz, nossa, mas oito semanas eu tenho que fazer o tratamento? Ah, mas é coisa demais, eu não vou dar conta. Olha, tudo isto remete à paciência, né? E toda hora é hora da paciência. Agora é a hora da paciência. Quando nós voltarmos para casa no trânsito, é a hora da paciência, não é? O trânsito requer uma paciência imensa nossa. imensa, porque qualquer coisa a gente chateia. Meu filho, ele vai trabalhar e ele pega o ônibus e porque ele chegou agora, tá tá precisando de usar o ônibus e aí ele chegou irritado, sem paciência em casa. Mãe, mas já pensou vê o ônibus atrasou 10 minutos. Aí chegou lá na rodoviária, o ônibus tinha saído. Eu falei: "Nossa, George, que coisa boa que você tem um ônibus para te levar pro trabalho, né? Imagina se tivesse que ir a pé. Acho que a hora que
os. Aí chegou lá na rodoviária, o ônibus tinha saído. Eu falei: "Nossa, George, que coisa boa que você tem um ônibus para te levar pro trabalho, né? Imagina se tivesse que ir a pé. Acho que a hora que ele fez a trajetória, ele chateou. Pois só 10 minutos. Quem sabe eram 10 minutos que tinha algum problema e o ônibus teve que eh parar, teve um engarrafamento pequeno. Eu falei: "Você chegou na hora?" "Cheguei." Eu falei: "Pois então, né? Olha eu falando de paciência, né? Mas a gente tem que falar muito para ver se a gente tem paciência". Bom, na hora da paciência, eu fui buscar uma definição de paciência, nós temos uma aqui, mas eu fui ver lá o que que o Google quis dizer de paciência, que a gente fala, ah, eu tolerar o outro, eu aguentar o outro, não é assim que a gente define, mas aí eles definiram assim, é a virtude. Então, paciência é uma virtude. Então, paciência é uma coisa importante, não é? Se é uma virtude, todas as virtudes são importantes. É a virtude que permite suportar as dificuldades e provações da vida com calma. Olha, suportar as dificuldades e provações. Dificuldades são essas de todos os dias. provações é aquilo que a gente veio para passar, que nós nem sabemos que é provação. A gente acha que é uma dificuldade. Não, eu pedi para vir com aquela provação e aí eu tô passando com calma, ainda com calma, né? Resignação, não, tá certo, eu vou ficar tranquila, vai, vou vou aguentar esse momento sem problema nenhum. Se veio é para eu fazer. Não é assim que a gente teria que fazer? Resignação e aceitação. Às vezes a gente até fica calma, às vezes até fala: "Não, tá certo, tudo bem". Mas no fundo a gente não aceita aquilo, entendendo-as, né, como oportunidades de aprendizado e elevação espiritual. Então, todo todas as vezes que a gente tem paciência, vamos lembrar que ela é um aprendizado para quê? Pra gente evoluir espiritualmente. Então, que beleza. Nós já sabemos que é uma virtude, então que ela é importante e que ela, sendo importante, ela veio para fazer alguma coisa na nossa vida. O
a quê? Pra gente evoluir espiritualmente. Então, que beleza. Nós já sabemos que é uma virtude, então que ela é importante e que ela, sendo importante, ela veio para fazer alguma coisa na nossa vida. O que que é eu aprender para eu evoluir? Quem é que não quer evoluir? todos nós. Até que a gente não queria aprender não. Quem dera se a gente evoluísse sem aprender, mas nós precisamos de aprender, então vamos começar a ter paciência. E eu fiz duas pesquisas, uma com no Emanuel, o espírito Emanuel, e a outra eu não lembro mais. Eu vou olhando tantos livros e eu penso que é bom para mim deve ser bom para eles, né? Por quê? Porque nós estamos no mesmo planeta. Ninguém vê planeta diferente. Uns estão mais crescidinhos, né, espiritualmente, na paciência, na tolerância. Um tá num degrauzinho mais em cima, outro tá mais embaixo, mas todos nós estamos no mesmo momento. Tanto é que se a gente pudesse bater um papo aqui, nós íamos ver que nossos problemas são muito parecidos, bem parecidos, né? Talvez tenha alguma coisinha a mais em um, coisinha a mais no outro, mas no fundo nós temos problemas familiares, temos. Temos problema de saúde, temos. Temos problema de sociedade, temos. Então, se for, cada um tá com o tantinho que lhe cabe. Então, nesse livro que eu achei muito interessante, eu acho que a Bilhete Fraternais três, editado pela Sodec, ele fala que todos necessitamos de paciência uns para com os outros. Olha aí, eu nem falei de um para com os outros. Como nós e a gente fala, eu perdi a paciência. A gente não perde o que a gente tem, né? A gente não pede. Se eu tenho, eu tenho. Se eu não tenho, eu não tenho. Entendeu? Então, todos necessitamos de paciência um para com os outros. O que que a gente pode traduzir, amigos? Todos nós precisamos de ver no outro aquilo que eu tenho. Se o outro tá naquela forma, eu tenho que eh eu tenho que entender que aquele é momento dele. Nós às vezes criticamos na nossa casa, vamos paraa nossa casa. Nós temos eh eu sei que tem muita gente que
Se o outro tá naquela forma, eu tenho que eh eu tenho que entender que aquele é momento dele. Nós às vezes criticamos na nossa casa, vamos paraa nossa casa. Nós temos eh eu sei que tem muita gente que hoje mora só, mas teve um pai, teve uma mãe, tem um irmão, uma irmã, um esposo ou um marido ou companheiro, companheira. ou filhos ou vizinhos, né? Então, todas as vezes que faltar a paciência, vamos deixar falar que falta mesmo, senão fica difícil. A gente pensa, será que eu já tive numa situação parecida? Será que ou eu já tive numa situação que eu precisei que o outro tivesse paciência comigo? Mas nós queremos só que o outro tenha paciência com a gente, mas a gente não tem para com o outro, né? Então, todos necessitamos de paciência de uns para com os outros, mas compete-nos igualmente a todos estudar a paciência em função educativa. Por isso que eu trouxe essa essa esse do Sodec da do Bilos Fraternas, educar todos nós, estudar a paciência e que é uma função educativa. É, e interessante, né, quando nós vemos alguém muito paciente, a gente fala: "Ah, fulano é muito bobo, né? É porque fulano é tão paciente que ele não envolve com a confusão do outro. Ele não envolve. Se o outro tá fazendo, ele espera sentadinho ali até que a outra a outra parte se acalma ou muda de opinião ou nem muda de opinião. A gente não tem nada com isto, né? Então ela é uma função educativa. Eu achei muito interessante porque talvez seja uma das virtudes que nós precisamos mais hoje nesse planeta de provas e expiações. É ter paciência, né? E ele fala da serenidade. É serenidade. Paciência é quando eu estou sereno, né? E o que que é serenidade? É a calma, né? Não é aprovação do no ao desequilíbrio, não é ter ter calma num desequilíbrio, né? É eu ter calma naquela situação para eu tomar atitude na hora que convém. Vocês viram que quando tá a confusão, a gente perde a serenidade, a gente perde a calma e a gente entra na confusão. Aí um fala alto, o outro fala mais alto e o outro fala mais alto. Resolveu alguma
. Vocês viram que quando tá a confusão, a gente perde a serenidade, a gente perde a calma e a gente entra na confusão. Aí um fala alto, o outro fala mais alto e o outro fala mais alto. Resolveu alguma coisa? Não, não resolveu, né? É compreensão, né? Serenidade é compreensão. O que que é compreensão? É entendimento. Ah, eu compreendo, mas eu não entendo. Olha, eu já ouvi essa essa frase. Se eu compreendo, eu tô dando uma oportunidade para entender. A gente vê muito isso no atendimento fraterno, não com quem vai no atendimento, a gente atendente. O atendente ele tem que quando o atendido chega para contar os problemas ou contar qual o motivo de estar ali, eu tenho que ter uma compreensão da dor dele, da dificuldade dele, do estress dele. Não é eu ter ficar impaciente, não, né? Ele vai chegar chateado, choroso, com qualquer outro comportamento. Eu tenho que ter a compreensão para quê? para eu entender aquele problema que ele tá trazendo. Não que eu vou dar receita, mas paraa gente poder estar com ele. A, o entendimento é eu estar com o outro naquela dificuldade dele. É quando a gente faz assim, eu tenho uma palestrante aqui, ela fazia muito palestras assim, dava eh seminários. É falou que adorava quando eu sentava na frente, que eu bato igualzinho lagartixa quando quando eu entendo dentro de mim aquilo que tá falando. Quando alguém fala uma coisa, eu falei: "Ixe, isso aí foi muito bom para mim". Aí eu faço assim: "For Rute, isso é uma coisa positiva que eu tava na na conduta certa, né? A é harmonização, paciência é harmonização. Quando eu me harmonizo, vocês estão harmonizados. Eu não vi ninguém impaciente ainda. Ninguém mudou de perna, ninguém virou a cabeça, ninguém ligou o celular, né? Entendeu? Às vezes podia tá calor, mas hoje eu liguei os ventilador tudo para vocês não ter problema. Ficar paciente. Eu cheguei bem cedo e liguei. Só não pedi o ar condicionado, que pode ser que alguém esteja com frio, né? Fica muito frio. É a harmonização. Quando eu estou harmonizada,
ter problema. Ficar paciente. Eu cheguei bem cedo e liguei. Só não pedi o ar condicionado, que pode ser que alguém esteja com frio, né? Fica muito frio. É a harmonização. Quando eu estou harmonizada, tranquila, eu estou ajustada. Pode falar o que for, pode até que a Rute não tá falando coisa com coisa, mas eu tô tão bem, tão harmonizado comigo mesmo, comigo, que eu me ajusto. Não é apoio à delinquência, não é apoio ao mal feito, é eu estar bem comigo mesmo, não estar envolvida com outro, não ser, não engolir a isca do que o outro traz para mim. Eu falo engoli isso que é que eu tenho uma amiga que ela fala muito isso, né? É eu estar harmonizada para eu me ajustar. E olha, isso é tão importante diante de situações de convergência em casa, no trabalho, no hospital. Você chega lá para marcar a consulta, fal: "Ah, o médico não chegou não, não sabe que hora que vem. Basta isso para quê? A gente desarmonizar. Como ele tem hora? Porque se ele marcou 8 horas, por que que ele não tá aqui 8 horas? Aí a gente desajusta tudo. Esse desajuste às vezes traz até nos traz até problema físico para nós, né? Então esse ajuste não é apoiar o que tá errado, o que tá ruim, delinquente, é porque o Emanuel ele fala muito bravo assim, né? é não apoiar aquilo que tá errado. O médico chega, tá marcado 8 horas, ele chegar a 9 e não dá uma justificativa pro paciente, ele tá errado, sim, né? Eu chegar aqui correndo, né? Ô, gente, me desculpa, me desculpa, é porque eu até tinha esquecido que eu ia fazer palestra, não é dessa forma, né? A, é tolerância, paciência é tolerância. Quando eu estou tolerante, né, eu estou branda. Eu até podia chegar aqui, falei: "Gente, vocês me desculpa porque olha, aconteceu um probleminha lá em cima e eu tive que atrasar 5 minutos, mas ó, tudo bem, entendeu? Vocês estão numa fase tolerante, que vieram bem e já estão serenos, calmos, tão compreensivos, estão entendendo a situação, tão harmonizados, ajustar aí direitinho e tão e aí me tolera. E essa tolerância traz para nós o quê? Uma
nte, que vieram bem e já estão serenos, calmos, tão compreensivos, estão entendendo a situação, tão harmonizados, ajustar aí direitinho e tão e aí me tolera. E essa tolerância traz para nós o quê? Uma brandura. A gente fica desse jeitinho aqui, mesmo eu chegando atrasada, né? Falará, né, coitada, né? nem sei o que que aconteceu, mas não tem problema. Ela chegou, né? Ela teve boa vontade, não é? A gente não é uma desculpa assim, como diz vulgarmente, esfarrapada, não é entender que o outro deve ter tido problema. Eu não sei qual, mas teve, né? Eh, entretanto, não é concordar com o erro deliberado. Se vocês saem daqui e fala assim: "Eu vou ver o que que aconteceu com a Rut. vai lá na café comunhão. Fala: "Não, ela tava aqui comendo um pão de queijo e tomando um café. Vocês falam: "Ah, por isso que ela atrasou, né? Então não é concordar com esse tipo de coisa, né?" E aí o Emanuel vem dando uma outra definição de paciência. Paciência, sobretudo é a capacidade de verificar a dificuldade. Olha, a capacidade que nós temos de de verificar a dificuldade ou o desacerto nas engrenagens do cotidiano, no cotidiano nosso. Quer dizer, eh, dificuldades e desacertos. Quem não tem dificuldade aqui? Quem não tem desacerto aqui? Por que que nós vamos faltar com a paciência quando o outro tem para conosco ou com uma situação que nos envolve? Olha um exemplo. Eu tinha trabalhava no sanatório espírita de Brasília e nós tínhamos uma reunião para trabalhar com dependente químico e o todo sábado eram umas 3 horas de reunião para implantar o trabalho e tinha uma pessoa que chegava uma hora atrasado e todo mundo falava assim: "Não, vamos esperar mais um pouquinho, vamos esperar". Esses eram tolerante, apesar que eu acho que não, eles eram conivente e eu ficava muito intolerante. Sabe o que que eu fazia? Todas as vezes que ela chegava, eu olhava no relógio, como disse, tá atrasada. Tá atrasada. Quer dizer, já pro entendedor basta meia palavra. Teve um dia que ela ficou perto de mim e falou assim: "Por que que todas
que ela chegava, eu olhava no relógio, como disse, tá atrasada. Tá atrasada. Quer dizer, já pro entendedor basta meia palavra. Teve um dia que ela ficou perto de mim e falou assim: "Por que que todas as vezes que eu chego você olha no relógio? Tá te incomodando?" Eu pensei, eu falei assim, estava de agora para frente não está. Aí alguém falou, por quê? Eu falei: "Porque agora eu posso chegar uma hora depois, todo mundo vai ter tolerância, paciência comigo, porque eu faço tudo para chegar na minha casa, que é onde o sábado todo mundo tem um monte de atividades, né? eh, para depois ficar tranquilo no domingo. E ela fazia isso. No outro sábado, ela não chegou atrasada e nem eu cheguei, né? Claro, né? E não chegou mais. Quer dizer, então não é uma tolerância onde eu tô cobrindo o erro do outro, que se marcamos paraas 9 horas, é 9 horas, não é 10. 9 não é 10, né? Então, buscando a sua a o desacento nas engrenagens do cotidiano, buscando a solução do problema ou a transposição do obstáculo. vou procurar saber o que que é para solucionar aquele problema. Como eu falei para ela, eh, me incomodava porque a partir da hora que ela ficou em frente e me questionou, eu vi que eu tinha errado na mesma hora de olhar no relógio. Mas aí eu falei, de agora em diante não mais, né? E o que que eu falei? Qual a solução? Não, então não tem problema, porque a partir da semana que vem eu posso chegar uma hora atrasada, né? Foi uma solução, né? Ou a transposção de obstáculos sem toques de alade, sem farpas de irritação. Naquela hora eu fiquei muito calma, porque na realidade se eu não tivesse, se ela não tivesse me enfrentado, talvez eu tivesse falado coisas que nem deveria. Mas quando ela surgiu na minha frente, aquela colocar na minha frente, eu vi o tamanho do erro que eu tinha de olhar no relógio. Então nós temos que estar muito atentos para saber quando nossa paciência, ela é uma paciência que ajuda o outro, né, ou que às vezes a nossa impaciência estraga o outro. E aí no livro que nós realmente
tão nós temos que estar muito atentos para saber quando nossa paciência, ela é uma paciência que ajuda o outro, né, ou que às vezes a nossa impaciência estraga o outro. E aí no livro que nós realmente pesquisamos, né, a gente tem mais um tempinho, ele vai esse porque quando fala da paciência eles dão muitos tópicos para nós podermos começar a nos educar. Emanuel falou que é uma é uma educação, ter paciência, educação. Aí eu eu achei muito interessante. Eu falei: "Não, tem que dar tempo para eu falar pros amigos de quarta-feira 16 horas, né? E hoje tem menos gente, né? Eu que falo tanto dessa quarta-feira, 16 horas, viu? Falo pra turma das 18, que vocês são em maioria. Eu falo que é a família das 16. E na hora da paciência, quando os acontecimentos surjam nos perturbando, né? Acontecimentos que nós não gostamos nos, aliás, nós perturbamos por muita coisa. Vamos viajar de férias, um lugar que eu quero escolhi. Mas alguém não arrumou a mala ainda, alguém não colocou as coisas, alguém não olhou, não botou gasolina no carro, não, não calibrou os pneus. Que que a gente faz? Fica impaciente. A gente vai passear, a gente vai viajar, a gente vai divertir. Para que ter paciência? sai todo mundo malhumorado. Aí quando depois de rar uns quilômetros, aí começa realmente ficar de bem, né, com a vida. Então quando acontecimentos surjam convulsion perturbando com e que nos atrapalha a seguir para em frente. Isso acontece. Por exemplo, eu queria muito eh organizar a palestra das 18 horas. Eu o tem um filho que tá provisoriamente na minha casa até fevereiro e quando eu começo a fazer fal assim: "Mamãe, não sei o que tem." Eu falei: "Não, e olha, não é filho novinho não, viu?" Aí eu paro e a toda hora ele pergunta. Aí eu falei: "Senhor, você dá um tempo para eu poder terminar essa relação de palestras aí?" E ele me me atrapalhando, me atrapalhando, não me deixava seguir para a frente. Que que eu fiz? Esqueci que outubro tem dia primeiro. Hoje não botei palestrante para hoje às 18 horas. E quem dirige a palestra? Se
atrapalhando, me atrapalhando, não me deixava seguir para a frente. Que que eu fiz? Esqueci que outubro tem dia primeiro. Hoje não botei palestrante para hoje às 18 horas. E quem dirige a palestra? Se não vem o palestrante, quem é que tem que fazer? Quem dirige? E eu fiquei desesperada porque eu eu nunca fiz palestra desse livro nosso em torno do mestre que é do Vinícius. Se um dia vocês puderem ler os livros do Vinícius, são muito bons. Liguei pra Roberta que ia fazer a palestra dia 23. Roberta, ela falou: "Tudo bem?" Eu falei: "Não, não tá bem não. Eu esqueci que outubro tem dia primeiro". Ela falou: "Ou falei: "Não, botei palestrante, olha a conversa dele toda hora me chamando. Ele teve culpa. Não, eu podia ter saído dali porque toda hora ele lembrava de uma coisa e queria me contar. Ele tava empolgadíssimo com algumas coisas e e eu não sei se na casa de vocês tem homem, se é igual o homem lá de casa que é o meu filho, não sabe onde tem nada, toda hora pergunta: "E onde que tá isso? E onde tá aquilo?" Aí eu falei: "Não, quem foi aquela pessoa que envolveu?" E fiquei impaciente. E na minha impaciência, o que que eu fiz? Eu não fui paraa frente, eu esqueci que tinha dia primeiro, né? Entendeu? Então aqui ele fala em tormento de fogo, mas a gente não vai falar isso, né? Ele também fala que quando a manifestação da crueldade te faz estremecer de sofrimento, eh ele é exagerado, por isso que a gente dá uma trocadinha, né? É quando às vezes a gente vê uma situação que é ruim, que não é não é boa, uma situação que dói o peito da gente, né? Então, nesta hora a gente tem que ter paciência. A gente vê uma um crime na televisão, vê alguma alguma coisa na por aí, alguém contou pra gente, não precisa de ver. Ou a gente pega, vai lá no Facebook, né, no Instagram, não sei onde, mas não sei onde, e vê o que que a gente faz. A gente fica num sofrimento grande, grande ao invés de pensar por será que aconteceu isso? Em que situação aconteceu isso? Quando a gente vê falar que alguém suicidou, o que que a gente
e a gente faz. A gente fica num sofrimento grande, grande ao invés de pensar por será que aconteceu isso? Em que situação aconteceu isso? Quando a gente vê falar que alguém suicidou, o que que a gente faz? Nossa, mas que absurdo, né? Como que tem coragem de tirar a vida? A gente não lembra. Fala assim: "Eu vou fazer uma oração para essa pessoa". Ela deve ter entrado num sofrimento tão grande que ela saiu do limite do sofrimento e foi pro limite do vazio. E o vazio não é nada. Então não é nada. Eu também vou embora daqui. A gente não pensa desse jeito, né? Então, a gente tem que ter paciência para poder ver esse sentimento que chega até nós. Ele também fala quando o assalto das trevas te deixa te deixa as forças transitadas pela aflição. Às vezes nós entramos muito em nesse aquele fala das trevas, sabe aquela quando o tempo fecha, você fala: "Acho que vai chover só porque quem dera se esse tempo fechasse agora", né? Mas quando o tempo das nossas emoções fecha, né? E fecha tanto que a gente não encontra a saída, fica tudo escuro, fica tudo ruim, parece que fica eh marrom quando não fica preto, né? E a gente fica naquela agonia, parece que se a gente agonia tá aqui na testa, né? Aí eu quando a gente vem aqui, toma um passe, a gente fica bem, porque no passe o que que acontece? O passista vai te oferecer toda a energia bondosa dele. A espiritualidade vai colocar mais energia e vai tirar aquela energia sua que tá ruim. Aí a gente fica feliz da vida, sai e vai comer um pão de queijo. Tô fazendo propaganda pro café comunhão, não, né? É porque eu vejo a turminha lá, né? Vai comer o pão de queijo feliz da vida, conversando, até às vezes falando alto, porque tá tão satisfeita, né? Mas quando essas trevas nos assalta e nos deixa sem força, né, para nós podermos sair dessa aflição nossa, então nós temos que ter paciência conosco, né? Tem paciência. Aí vou lá na comunhão tomar um passe, vou assistir uma missa, vou ver, ouvir pad. Padalex é um padre que a minha o meu familiar manda para mim todos os dias
e ter paciência conosco, né? Tem paciência. Aí vou lá na comunhão tomar um passe, vou assistir uma missa, vou ver, ouvir pad. Padalex é um padre que a minha o meu familiar manda para mim todos os dias essa essa prece do padre Alexa. Eu mando pros católicos que eu conheço, sabe? Mas eu já assisti, é uma fala boa que ele tem, né? Então cada um vai procurar aquilo que melhor se afiniza, que melhor te traga a paciência e o bem-estar, né? Quando a provação aparece, essa aí, né, ela aparece, tá? Provação é aquilo que eu escolhi vim passar. Não é porque que aconteceu. Até pode acontecer aqui, eles modifica essa provação quando ela aparece a fim de morar-se longo tempo conosco. E a gente fala: "Meu, eu não sei porque eu tô passando por essa situação. Deus devia ter dado isso pro vizinho que me chateia, para fulano de tal. Agora, para mim que sou uma pessoa tão boa, tão caridosa, vou na comunhão, assisto palestra, tomo passe, faço o evangelho no lar ou qualquer outra coisa, assista a missa todos os domingos, né? E a gente fica vai, se a gente não tem paciência com esses momentos nossos, que são momentos difíceis, se a gente não tem paciência fica muito dolorido, né? Fica muito dolorido, muito complicado. Mas se eu tiver paciência por alguns minutos, vem aqui paraa comunhão. 9 horas da manhã, 10 horas da manhã. Esse salão é tão maravilhoso, tão maravilhoso, parece que tá cheio de energias, a gente sente, né? Porque aí a gente vai ter paciência de entender o que que aconteceu, que que situação foi essa que apareceu de repente. Aí eu vou falar: "Ah, isso aí sabe, me apareceu, mas olha, é para eu melhorar, porque essa dor ela burla. É como se ela fosse cortando pedacinho que não que não adianta para nós e deixa a gente redondinho. Como faz com uma pedra, né? um uma pedra preciosa, um ouro, eles querem fazer uma um brinco, uma joia, eles vão cortando ali até formar. E assim também nós vamos burando. Quando todas essas situações que eu tô passando para vocês, vocês coloca a paciência na
, eles querem fazer uma um brinco, uma joia, eles vão cortando ali até formar. E assim também nós vamos burando. Quando todas essas situações que eu tô passando para vocês, vocês coloca a paciência na frente. Pode ver o que que tá acontecendo. Eu eu vi que eu fazia isso aqui, olhava no relógio, eu lembrei, mas aí eu falei: "Não vou fazer mais". e tive paciência e não me não incomodei e não cheguei tarde, não cheguei na hora. Então a gente tem que ver o que tá nos incomodando, o que tá nos afringindo e aí a gente usa a paciência. Sabe como aquele remédio que a gente toma cabeça tá doendo, vou tomar um pouquinho de paciência, ó. Paciência hoje só pode cinco gotinhas, tá o suficiente. Não, hoje eu já tenho duas. Daqui a pouquinho a gente nem precisa porque a gente, a paciência já tomou conta da gente, a gente já curou, né? E ele fala: "Quando contratempos e desharmonia no lar te força a complicadas travessias de angústia." Essa aí a gente tem, não tem? Quanta contratempos e desarmonias às vezes acontece no nosso lar. Tô falando que o nosso lar é sempre de contratempos e de desarmonia, não. Mas é nós viemos com quê? Com a família para gente poder burilar, pra gente melhorar. Às vezes a gente tá vindo com um grande problema lá, né? Porque a gente causou o problema lá atrás. Aí esse a gente tem que ter mais paciência ainda, né? Porque se veio, fala graças a Deus ele veio ou ela veio para eu burilar, para eu esquecer, para eu fazer as pazes, para eu ter paciência, né? Então, e lá te força a complicar as travessias de angústia. Então, se eu tô com angustiada com os problemas da minha casa, vou pensar. Bom, vamos supor que seja aquele filho, aquela filha. Eu não vou falar que é o marido ou esposo, que eu tô vendo que tem casal aqui, eu não quero complicar as coisas, né? Entendeu? Então, aí fala assim: "Nossa, mas esse menino não tem jeito, né?" E aí a gente começa a toda hora falar com ele, a toda hora dar uma picadinha nele, a gente pensar, gente, tá difícil, né? Tudo que
eu? Então, aí fala assim: "Nossa, mas esse menino não tem jeito, né?" E aí a gente começa a toda hora falar com ele, a toda hora dar uma picadinha nele, a gente pensar, gente, tá difícil, né? Tudo que eu podia fazer, eu já fiz, eu já consultei alguém para ver se eu tô fazendo certo ou não, se isso é uma conduta certa, se o comportamento dele se ajuda dessa forma, não é? Então eu vou ter paciência, eu vou mudar de estratégia. Quando a gente muda de estratégia, é quando a gente tem paciência e as coisas melhora. Então, quando, enfim, todas as tuas, todas as nossas inveja de gente paciente, que vocês nem imaginam, não pode falar que é inveja de corpo, porque senão é preconceito, né? Então, haverá chegado ao teste mais importante do nosso dia. Testemunho, é nos darmos testemunho da nossa paciência, nos darmos. O outro não tem preciso de falar para mim que eu sou paciente, eu posso reconhecer que eu sou paciente, né? Aí nós vamos pensar o quê? A gente sabe desculpar, sabe abençoar, sabe agir, sabe construir em paz? Não, eu perdi a paz, eu não tinha paz, mas se eu eu desenvolvo todos isso que nós acabamos de dizer, aí eu tenho paz, que a paz ela é um um monte de coisas que se reúne e aí ninguém tira minha paz, né? Então, eh, nessa, é, terminou, é porque eu fico tão assim, tinha tanta coisinha boa pra gente dizer, né, que eu fico assim meio sem, sem como terminar. E a gente só termina lembrando de Jesus, gente. Ele a gente não pode comparar, né? Porque se a gente comparar, a gente perde, né? muito, muito, muito. E nós não gostamos de perder, nós gostamos de ganhar. E nós estamos aqui para ganhar, mas ganhar honestamente. Mas Jesus, ele foi uma pessoa, eu acho que não, não se trata de falar que ele teve paciência, ele não incomodava com o que o outro fazia. Ele não perturbava, ele não desarmonizava com os outros e nem com os amigos. Olha aqueles amigos dele, meu Deus, cai, faz tanta coisa, fala: "Não, nem conheço esse homem, troca ele por algumas moedas, cospe nele, faz um monte de
desarmonizava com os outros e nem com os amigos. Olha aqueles amigos dele, meu Deus, cai, faz tanta coisa, fala: "Não, nem conheço esse homem, troca ele por algumas moedas, cospe nele, faz um monte de coisa". Ele não perdeu essa harmonia que a paciência nos traz, que a paciência nos traz, a harmonia nos traz, é uma virtude, ela traz muita coisa. Então, e o que que Jesus ainda fez? pegou todos eles, falou: "Não, vamos trabalhar". Ainda foi embora, voltou em espírito e determinou o que que eles iam fazer para ele. Ó, você vai evangelizar a minha igreja, você vai fazer isso, você vai fazer aquilo, você vai fazer aquilo outro. E eram pessoas simples. Não importa tanto, faz um letrado como um simples, a paciência é a mesma. Se tem, é a mesma. Ela não modifica porque esse é doutor PhD em tal coisa, ou esse é um analfabeto, ou esse tá lá na frente, né, de mãozinha estendida, pedindo a gente alguma coisa, né? Então não faz, não tem não, não, não é pelo doutor, não é pelo título, é pela aquilo que está dentro. é o esforço que eu faço para ter paciência diante de todas as situações. Então essa é mais ou menos a reflexão que a gente gostaria de ter passado para para todos nós, né? Então vamos fazendo nossa prece final, agradecendo de novo, né? A gente agradece todos os dias, todos os dias, todas as horas, que agradecer por esse momento das 16 horas, esse momento onde nós aqui da comunhão espírita de Brasília, aqueles que estão nos ouvindo, nos reunimos para poder falar da hora da paciência, o tempo da paciência, como que eu tenho que fazer. Mas Jesus amado, o Senhor sabe que nós somos irmãos meio impacientes ou paciente, impaciente total. Não somos meio impacientes, porque nós aqui de hoje já sabemos que a paciência é uma virtude, né? e que é uma virtude que permite suportar as dificuldades. E eu tenho certeza que de hoje em diante nós não vamos ser mais de indiferente. Nós vamos realmente suportar as dificuldades vendo o que que ela quer me ensinar com isto. Agradecemos então, mas rogamos a sua
nho certeza que de hoje em diante nós não vamos ser mais de indiferente. Nós vamos realmente suportar as dificuldades vendo o que que ela quer me ensinar com isto. Agradecemos então, mas rogamos a sua presença em nossas vidas, porque nós hoje vamos começar a aprender a virtude da paciência e contamos com a sua proteção, o seu amparo e a sua luz para que nós possamos fazer a nossa lição de cada dia da paciência. Lembrando que nós somos pessoas, seres imortais. Se hoje eu já aprendi sobre a paciência, quando eu sair desse momento, eu vou levar comigo esse aprendizado. Ele é para eternidade. Que assim seja e graças a Deus. Amigos, uma boa tarde. Beijo no coração de cada um de vocês e até quarta-feira que vem. Vou passar vocês paraa nossa irmã. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do
ico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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