NA FONTE DO BEM - Carla Daniela Leite [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, sejam todos bem-vindos aqui à nossa comunhão espírita de Brasília em mais esse momento de diálogo e reflexão sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Nesses momentos de palestras e encontros com Cristo e com a nossa doutrina. Para começarmos, convido-vos a fazermos uma prece, elevando o nosso pensamento a Deus, agradecendo por esse dia, pelo ano que ainda está no início, que sejam repletos de bênçãos, que saibamos dar e receber aquilo que existe de melhor, conectando-nos a Deus e a todo tudo que existe no universo por meio meio da abundância prometida por ele. Que nós saibamos sempre dar o nosso melhor e receber aquilo de bom que o mundo tem a nos oferecer. Que Deus, por meio de seus muitos intermediários, tem para nos oferecer. Agradecemos pela presença dos nossos mentores, pela presença do mentor da nossa vida, da nossa caminhada, aquele que se comprometeu conosco, que escolheu estar conosco nessa existência e nos ampara, nos auxilia, nos orienta, nos apoia, dá-nos a mão e nos retira do fundo do poço quando necessário, erguendo-nos nas nossas quedas, também comemorando conosco as nossas vitórias. e sempre estando ao nosso lado em todas as caminhadas. Agradecemos também aos mentores da casa que não nos faltam em momento algum, especialmente a Bezerra de Menezes, o mentor aqui da nossa casa, o nosso médico, que também escolheu permanecer conosco para cuidar da nossa saúde física, espiritual, emocional, de todas as formas possíveis, que cuida de nós, que administra os remédios que precisamos para tratar as nossas moléstias do corpo, da alma, das
ra cuidar da nossa saúde física, espiritual, emocional, de todas as formas possíveis, que cuida de nós, que administra os remédios que precisamos para tratar as nossas moléstias do corpo, da alma, das emoções, que nos dá os unguentos que aliviam as nossas dores, tratam as nossas feridas, que nos dá as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. a todos aqueles que aceitam e se comprometem com a prática do bem e que doam seu tempo, a sua energia, o seu coração, os seus recursos de todas as naturezas para que esse mundo seja um pouquinho melhor, graças à presença de cada um de nós. que os nossos amigos espirituais continuem nos abençoando e multiplicando as nossas bênçãos nesse ano que inicia e que saibamos sempre receber com gratidão e doar com generosidade para que a gente possa ter sempre mais e construir sempre mais. Que assim seja. Hoje o nosso tema vem de um livro belíssimo da coleção de Emmanuel, aquela coleção de livros em que ele faz pequenos comentários a partir de passagens selecionadas do Novo Testamento, do Evangelho de Jesus, das cartas de Paulo, do dos Atos dos Apóstolos. Há uma coleção de cinco ou seis livros, entre eles um dos meus prediletos, que é Palavras de Vida Eterna. E eu gosto desse livro pelo significado do da passagem que Emanuel escolheu, né? palavra de vida eterna foi é baseado em uma fala do Cristo que ele depois de doar o as energias necessárias para saciar a fome daquelas pessoas depois da multiplicação dos pães em que ele eh aproveitando-se daqueles cinco pães e dois peixes que foram doados, saciou a fome de todas as pessoas que estavam ali. E depois disso, ele nos convida também a saciar a fome do espírito, dizendo que se os corpos estão saciados, devemos também cuidar agora do pão do espírito, do pão da vida, do pão da verdade e se colocando como o emissor dessa verdade, como representante dessa verdade. E aí, pouco a pouco, as pessoas foram se retirando já saciadas também pelo cansaço do fim do dia. Estavam ali
da verdade e se colocando como o emissor dessa verdade, como representante dessa verdade. E aí, pouco a pouco, as pessoas foram se retirando já saciadas também pelo cansaço do fim do dia. Estavam ali já há horas e no final restaram apenas Jesus e os seus 12 apóstolos. E ele perguntou aos apóstolos: "Vocês também se retiram agora saciados?" E Pedro então respondeu a Jesus intuído e consciente naquele momento da importância do que Jesus, do convite que ele fazia. Então Pedro disse: "Para onde iremos, mestre, se só tu tens as palavras de vida eterna?" E aí ele estabeleceu esse compromisso, o compromisso que da alma que procura porque é imprescindível. saciar o corpo, saciar-nos com aquilo que a materialidade nos exige no mundo, mas que também está para além disso, que também busca para além da saciedade do corpo, da saciedade da matéria, dos tesouros do mundo, também busca os tesouros do espírito, também busca saciar o espírito com o pão da verdade e com o pão da vida eterna. E aqui nós estamos buscando saciar os nossos espíritos com as palavras do Cristo, com essas palavras de vida eterna que nos são trazidas a partir do Evangelho das cartas de Paulo e do que os nossos eh espíritos do bem trazem para nós de a acerca disso. É uma belíssima cadeia virtuosa em que Jesus nos traz os ensinamentos. Paulo coloca para nós como o grande apóstolo dos gentios e Emanuel também nos traz essa interpretação rica e forte que nos aproxima do significado dessas palavras. Então, nesse texto, ele que tá no capítulo 129 do livro Palavras de Vida Eterna, ele fala da fonte do bem e traz uma passagem da carta de Paulo aos Gálatas, que ele diz: "Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos e nos conclama a buscar o bem aonde ele está, a ir até a fonte, a ir até a essência desse bem e propagá-lo. ser também o bem, receber dessa fonte, tal como quem busca água em poços com seus baldes, retira dali da fonte e dá de de beber aqueles que precisam, que saciam a sua sede dessa água que é retirada da fonte. E Emanuel faz algumas
sa fonte, tal como quem busca água em poços com seus baldes, retira dali da fonte e dá de de beber aqueles que precisam, que saciam a sua sede dessa água que é retirada da fonte. E Emanuel faz algumas reflexões e eu, como mais um elo dessa cadeia, muito embora limitado, eu espero não ser o elo fraco da cadeia hoje, né? Mas vou também trans colocar alguns pontos importantes que foram trazidos por Emanuel com base também na nossa doutrina espírita. E a primeira coisa que eu trago como reflexão é que nós devemos buscar sempre a fonte dos nossos atos. Se somos embaixadores da luz, como nos diz o próprio Emanuel, se somos mensageiros do bem, se buscamos fazer e repercutir esse bem, devemos buscar também a fonte dos nossos atos. Qual é o rio em que buscamos essa água? Qual é o poço em que depositamos o nosso balde? Qual é o nosso propósito, o nosso desejo? E o que é que nos move ao promover o bem? Nós sabemos, claro, que o bem que é feito sempre traz resultados, sempre traz algo de bom. Se nós nos dispomos a matar a fome de alguém, saciaremos a necessidade daquela pessoa. Se nos dispomos a levar uma palavra de consolo, poderemos curar um espírito e poderemos ajudar aqueles que necessitam, acolhendo e e tirando a dor. Mas devemos pensar também no que nos move, o que me traz aqui, o que me faz levantar e fazer aquele ato e fazer cada ato da nossa vida. O que me move a praticar esse bem ou a praticar cada ato? Eu busco o auxílio, eu busco a edificação de mim mesmo, eu busco a minha reforma íntima e a doação verdadeira para promover o bem no mundo. Ou eu busco uma visão de mim mesmo, né? atender a minha vaidade, ao meu orgulho, aos meus propósitos materiais, a aquilo que ainda toa o meu espírito. Então, será que as minhas, os meus atos de prática do bem ou de prática daquilo que me é levado a fazer estão baseados na fonte do verdadeiro bem, na fonte do verdadeiro amor, na no propósito de realizar aquilo que é bom? ou ele é toldado pelos meus maus desejos que acabam envenenando essa água, que acabam
ão baseados na fonte do verdadeiro bem, na fonte do verdadeiro amor, na no propósito de realizar aquilo que é bom? ou ele é toldado pelos meus maus desejos que acabam envenenando essa água, que acabam tirando a pureza daquilo que nós estamos oferecendo e daquilo que está chegando à pessoas que são as destinatárias desse ato. Então, devemos pensar se apenas buscamos a recompensa do orgulho, da vaidade, da nossa cobiça, ou se realmente estamos buscando ser um elo nessa corrente. Estamos buscando levar a mensagem que é necessária à pessoas. Estamos eh nos prestando, nos propondo a levar aquele auxílio material, também o auxílio moral, levar a nossa contribuição aqueles que necessitam. Devemos nos colocar como emissários da luz, emissários do bem e fazer com que a luz brilhe por meio de nós. A gente estuda na física, né, logo na escola, que quando nós somos instrumentos puros, nós conseguimos fazer com que a luz passe por meio de nós, quase sem nenhuma interferência. Quando nós somos instrumentos opacos ou quando temos barreiras, aquela luz passa com um grande filtro ou sequer chega a passar. E quando nós somos essas esses mensageiros da pureza, do bem e nos dispomos a realizar essa obra, nós conseguimos ser verdadeiros instrumentos, nós conseguimos transmitir. Ontem eu tava falando com uma amiga sobre isso, né, que falar do bem é mais do que simplesmente reproduzir palavras. Eu posso ter belos discursos, palavras decoradas, mas se aquilo não sai do meu coração, não fará nenhum sentido, não fará nenhuma força e não penetrará nos corações. Sim, cada gesto que a gente faz, eu posso doar o meu tempo, eu posso doar os meus recursos, eu posso levar o que as pessoas precisam. Mas se isso não é feito com amor, de coração, estamos apenas eh dando limitadamente, estamos atirando nas pessoas aquilo que não que não que não queremos mais ou que serve para alimentar. apenas a nossa cobiça ou aliviar a nossa consciência. Então, devemos sempre nos questionar o que nos move, de onde está partindo aquilo que eu
ue não que não queremos mais ou que serve para alimentar. apenas a nossa cobiça ou aliviar a nossa consciência. Então, devemos sempre nos questionar o que nos move, de onde está partindo aquilo que eu levo, de onde está partindo o que nós fazemos. A gente fala muito sobre cozinhar, que cozinhar é um gesto de amor. E cada prato que a gente faz, por mais simples que seja, carrega não apenas os ingredientes que ele tem, mas carrega a nossa energia, aquele tempero que o pessoal fala, né, do amor, que tanto alimenta quanto envenena. A gente tem relatos, né, de muitas pessoas que após comer determinados pratos se chegaram a se sentir mal, né, enquanto que outros têm elementos curativos realmente, porque o amor que é colocado neles se multiplica. Então, qualquer coisa que a gente faça, que tenha essa esse carimbo do amor, que tenha essa intenção da generosidade, que tenha esse propósito de melhorar, de nos melhorar, de nos aprimorar e de levar essa luz também para aqueles que estão conosco. E aí nós podemos fazer isso em qualquer lugar, em qualquer instante, em todas as oportunidades que nós temos. Não precisamos apenas estar no centro espírita, não precisamos apenas buscar os grupos que é importante nós estarmos, mas qualquer lugar pode ser momento para que a gente pratique o bem. Qualquer espaço pode ser um espaço que é voltado à prática do bem ou a nós recebermos. E nós poderemos nos conectar com Deus em qualquer instante, em qualquer lugar, recebendo as mensagens dele e propagando sempre, em todos os momentos. E aí um assento de metrô pode ser uma oportunidade de a gente fazer o bem. Uma pessoa querida que passa por um momento difícil, recebe um atendimento fraterno nosso, porque nós estaremos consolando e auxiliando, né? Qualquer pessoa que precise de uma orientação, de um auxílio, de uma ajuda, poderá ser nosso beneficiário. E nós também, por outro lado, receberemos de Deus em cada instante as mensagens que ele precisa, né? Nós estando abertos, nós podemos ser, como Jesus disse, né?
a ajuda, poderá ser nosso beneficiário. E nós também, por outro lado, receberemos de Deus em cada instante as mensagens que ele precisa, né? Nós estando abertos, nós podemos ser, como Jesus disse, né? Bem-aventurados os puros, porque verão a Deus. Podemos ver a Deus naquelas mensagens que se passam, né? nas placas dos caminhões que trazem aquelas mensagens, numa música no rádio que eu escuto e que traz uma resposta que eu precisava, ou num livro que eu leio e que responde às minhas aos meus anseios mais profundos em alguém que do nada nos liga e nos diz uma palavra que é perfeita para o que a gente precisava ou em qualquer situação, naquela oportunidade que, embora inesperada nos chega e nos abre portas que a gente nem imagina. até mesmo naquelas portas que se fecham, naqueles não que recebemos, naqueles fins de processos que servem para nos abrir outras portas e nos propiciar outros caminhos de recomeços que são estritamente necessários para o nosso seguir. Também é importante irmos na fonte do bem e pensarmos nos começos, justamente lá na fonte, eu penso, né, não sei se vocês já visitaram ou se já viram, né, um rio que é muito importante lá na região Nordeste, que começa aqui, né, o rio São Francisco, ele é um rio enorme, caudaloso, passa por vários estados, alimenta várias cidades, várias pessoas e e enfim, direciona muitas vidas. Mas ele começa com a pequena nascente. Ele começa pequenininho ali no estado de Minas Gerais. Começa só um pouquinho, uma pequena fonte, um pouquinho de água que se começa e esse rio vai crescendo dessa pequena fonte, vai caminhando, vai sendo alimentado, vai encontrando afluentes, vai seguindo, vai encontrando, vai recebendo e vai doando suas águas até o momento em que ele chega na sua foz e deixa ali depois de milhares de quilômetros e muitas pessoas pessoas e muitas lavouras e muitas cidades e muitos beneficiários. Ele nos deixa até encontrar o oceano. Também assim é na nossa vida. Nada começa grande, nada começa gigantesco. Já tudo
uitas pessoas pessoas e muitas lavouras e muitas cidades e muitos beneficiários. Ele nos deixa até encontrar o oceano. Também assim é na nossa vida. Nada começa grande, nada começa gigantesco. Já tudo começa pequeno, tudo começa com a pequena nascente, né? Eu vi uma eh uma história, né, que me passaram há um tempo atrás, que nos mostra que Deus não nos dá árvores, Deus nos dá sementes. E cabe a nós receber essas sementes, colocá-las em terrenos férteis e propiciar que ela cresça e aí sim dar os frutos que são necessários. A parábola do semeador nos mostra bem isso. O semeador saiu a semear e lançou as suas sementes. E cada semente foi colocada num tipo de terreno. E aqueles que tinham terrenos férteis prosperaram e deram até 100 por um e deram muitos e muitos frutos. Então, quando nós recebemos aquela semente, nós ainda não temos os frutos e muitas vezes não os teremos por um período. Muitas vezes nós precisamos até mesmo antes de receber a semente já nos preparar, arar o solo, cuidar, tirar as pedras, adubar, preparar, pensar. E aí recebemos a semente, lançamos lá, colocamos no lugar propício, esperamos por um tempo, porque o período mais difícil da semente está ali dentro da terra. Nós nem vemos, passamos um período em que a gente nem vê o que que tá acontecendo ali e esperamos, continuamos regando, continuamos adubando, continuamos trabalhando até que aquela semente surge como um galhinho frágil, pequeno, que chega e rompe a terra e que vai começando a crescer. Às vezes a gente precisa direcionar, fortalecer, arrancar o que existe de mal que está ali perto, né? E vamos cuidando dela, vamos direcionando o crescimento, vamos alimentando, vamos colocando as condições necessárias. E aquele galhinho vai criando força, vai se transformando num caule e o caule vai se ramificando. Os ramos vão se transformando em folhas, depois em flores e depois em frutos que vão crescendo. Mas tudo isso era uma semente e a semente cresceu, né? Tem uma outra frase que diz que a gente pode até
Os ramos vão se transformando em folhas, depois em flores e depois em frutos que vão crescendo. Mas tudo isso era uma semente e a semente cresceu, né? Tem uma outra frase que diz que a gente pode até saber quantas sementes tem no fruto, mas não podemos saber quantos frutos tem dentro de uma semente, porque uma semente bem plantada, bem regada, bem cuidada, pode dar inúmeros frutos. Uma única semente pode ser o a fonte de todo um pomar, de todo uma plantação de vários anos. Então a gente cuidando das nossos começos, cuidando das nossas sementes, nós poderemos conseguir muitos e muitos frutos, mas é preciso que a gente acredite nessa semente, que a gente reconheça e acredite nelas, né? Reconhecer também é importante, isso dialoga com a primeira parte, né? Nós vemos uma semente e nós percebemos do que é aquela semente, que fruto que ela vai dar. Uma vez eu participei de um grupo, né, eu moro lá em Águas Claras e eles têm um grupo de voluntários do parque que planta sementes diversas em vários períodos do ano naquele parque para fazer com que as mudas de plantas nativas cresçam, né? E eu não conheço bem as sementes, admito. E admiro muito aquelas pessoas que conheciam, que só de olhar para uma semente já sabia que aquela semente era uma semente de IP, que ela era uma semente de cagaita, que aquela era uma semente de, enfim, de plantas diversas. E também precisamos ter essa sabedoria na vida, olhar para as coisas, olhar paraas pequenas coisas, paraas pequenas sementes, para os pequenos eventos da vida e ter esse discernimento também do que é essa semente, o que ela vai fazer, o que ela vai brotar, será que é uma semente de algo que pode me alimentar, que pode alimentar as pessoas, que pode dar muitos frutos? Será que é uma semente de uma árvore que tende a se tornar numa árvore daninha? Será que é uma semente de algo que vai me contaminar e que vai acabar me envenenando? O que fazer com essa semente? Como produzir? Como tratar? Porque também é importante a partir de sabermos como é a semente e qual é cada
de algo que vai me contaminar e que vai acabar me envenenando? O que fazer com essa semente? Como produzir? Como tratar? Porque também é importante a partir de sabermos como é a semente e qual é cada semente precisa de um tratamento, precisa de umas precisam de mais sol, outras precisam de mais sombra, umas precisam de mais água, umas precisam de menos água. Então, precisamos cuidar de cada semente, conhecendo o que cada uma delas é. E Jesus fala que o lavrador conhece bem as sementes, assim como o pastor conhece cada uma de suas ovelhas. E conhecendo bem aquelas sementes, percebendo o que elas são, ele pode dar a cada umas o tratamento necessário. Eu não trato uma orquídea da mesma forma que eu trato uma suculenta, né? Eu não trato uma rosa do mesmo jeito que eu trato um girassol. É preciso que eu conheça, invista as minhas forças, o meu conhecimento, o meu trabalho em cada uma dessas sementes para que elas possam dar o melhor de si e o melhor dos seus frutos. Então, que a gente vá acompanhando, que a gente vá cuidando, vá tratando, vá dando a cada uma dessas plantas o cuidado que ela merece para que a semente se transforme mesmo em grandes frutos, em grandes trabalhos. E que a gente vá também confiando. É importante que a gente confie na assistência do alto, que mesmo quando a gente tem apenas uma semente, que a gente conheça o potencial de que ela possa se ser um grande fruto ou muitos e muitos frutos. Às vezes a gente não acredita e por não acreditar a gente não investe, mas é preciso que a gente saiba que não estamos sozinhos diante dos nossos projetos, diante dos desafios da nossa vida, diante das sementes que nos são dadas. Deus não é aquele agricultor que simplesmente joga a semente e nunca mais aparece. Não é aquele pai que nos entrega os desafios e some. Ele é alguém que nos ama, que nos acompanha, que nos dá aquilo que nós precisamos e que nos provê. Então ele nunca deixa de estar ao nosso lado, de nos apoiar, de nos ensinar, de nos dar os recursos que são
alguém que nos ama, que nos acompanha, que nos dá aquilo que nós precisamos e que nos provê. Então ele nunca deixa de estar ao nosso lado, de nos apoiar, de nos ensinar, de nos dar os recursos que são necessários para que a gente precise. Como na parábola dos talentos, quando nós investimos, quando nós multiplicamos, quando nós trabalhamos e mostramos que somos merecedores, nós receberemos ainda mais a confiança do nosso Senhor da vinha, a confiança do nosso pai, porque ele sabe que nós cuidando nós daremos muitos frutos. Então, ele estará sempre ali investindo em nós, ajudando-nos e propiciando-nos com os meios necessários para que a gente possa fazer. Mas a gente não enxerga isso muitas vezes. A gente não percebe a presença de Deus, a presença de Jesus por meio de seus inúmeros intermediários, por meio de seus inúmeros mecanismos de estar ao nosso lado. E isso sempre me lembra uma passagem que é uma das minhas prediletas. no evangelho, que é a parábola, quer dizer, a passagem dos discípulos de Emaús, que tá no Evangelho de Lucas. Apenas Lucas conta essa história, mas é uma história muito profunda e que nos ensina muito, né? Naquele momento Jesus tinha acabado de morrer e acabado de ressuscitar, mas a notícia ainda não tinha se propagado tanto, ainda estava muito restrita ao círculo dos apóstolos, tinha acabado de acontecer mesmo. E aqueles que seguiam a Jesus, os seus discípulos, o grupo mais distante, estava cheio de sombras, cheio de temores, cheio de desespero mesmo. E Jesus, logo após a sua, o seu retorno, ele encontra com esses discípulos. E esses dois homens estavam indo para Emaús. E Jesus se junta a eles naquela, naquele povo, eles têm por, por critério, por princípio, a hospitalidade. Então, se existem dois viajantes e alguém quer se juntar, eles sempre acolhem e repartem o que tem. Se alguém permanece o dia, é convidado para sear e muitas e para permanecer à noite, porque existe esse compartilhamento que é um princípio de hospitalidade que ele tem. Então aquele viajante pediu para se
guém permanece o dia, é convidado para sear e muitas e para permanecer à noite, porque existe esse compartilhamento que é um princípio de hospitalidade que ele tem. Então aquele viajante pediu para se juntar aqueles dois discípulos e foi aceito entre eles. Começou a viajar, eles iam na mesma direção e foi caminhando com eles. E aqueles homens temerosos, Jesus tinha acabado de morrer, temerosos até de divulgar o que eles sabiam e quem eles eram. e começaram a conversar meio que em código e o homem perguntando para eles o que que tinha acontecido e eles sem querer dizer muito, mas acabaram falando e disseram: "Mas você não teve aqui, não sabe o que aconteceu, onde você passou esse tempo? Todo mundo tá sabendo. Jesus veio, foi um profeta, mas morreu e estamos ainda nessa insegurança, etc." E aí Jesus, aquele homem disse para eles, né? Mas vocês não conhecem as escrituras. Tudo isso estava previsto. E ele foi lendo as escrituras dos profetas de Isaías e explicando que tudo aquilo estava cumprindo o que as escrituras diziam e que era apenas uma etapa necessária. E aquilo foi dando o alento ao coração e a esperança foi aquecendo esse quentinho no coração das pessoas e trazendo a luz. Quando chegou a noite que eles chegaram no lugar onde eles pousariam, eles convidaram aquele homem para estar com eles na estalagem e sear com eles, né? E aí sentaram e quando foram quando foram sear, ele partiu o pão. E aí então eles reconheceram que aquele homem que tinha estado com eles o dia inteiro era Jesus. reconheceram ele no partir do pão, viram que era Jesus e tinham estado o dia inteiro com ele, o dia inteiro sofrendo, lamentando, na insegurança, no medo, no pavor, pensando em fugir, pensando em abandonar, pensando no que seria da vida deles. E Jesus tinha estado o dia inteiro com eles. E quando eles reconheceram Jesus no partir do pão, porque às vezes a gente só reconhece Jesus na abundância, só reconhece no movimento de dar. Quando nós recebemos, nós agradecemos. Mas no momento da insegurança, das provas, nós
esus no partir do pão, porque às vezes a gente só reconhece Jesus na abundância, só reconhece no movimento de dar. Quando nós recebemos, nós agradecemos. Mas no momento da insegurança, das provas, nós nos sentimos abandonados, nos sentimos deixados de lado, nos sentimos na sombra, na escuridão, como aqueles discípulos estavam se sentindo. Apenas quando eles viram Jesus partir o pão, aí eles perceberam como aqueles discíp como aqueles homens que estiveram com Jesus no momento em que eles foram agraciados, em que ele matou a fome, mas saciados eles os deixaram. Então, que nós saibamos também reconhecer e perceber que mesmo nos momentos das nossas dores, das nossas inseguranças, das nossas maiores provas, no momento em que tudo parece escuridão, no momento em que tudo parece derrota, tudo parece abandono, ali Jesus também está conosco. No momento da tempestade, ele está ainda no barco. E se Jesus naquele momento dormia tranquilo no barco, é porque ele confiava na força do barco e confiava na força da tripulação. Ele sabia que aqueles homens seriam capazes de dominar aquela chuva como nós somos. Ele confia na nossa capacidade de navegar nas tempestades e de conseguir chegar aos lugares onde nós precisamos. Ele confia que nós somos capazes de atravessar mesmo as provas mais duras, mesmo as maiores tempestades, assim como também somos capazes de navegar nos dias de sol e como somos capazes de viver na abundância e manter nela a nossa essência. Então, nunca nos esqueçamos da fonte do bem. Nunca nos esqueçamos que onde quer que nós estejamos, na abundância, na escassez, na tristeza, na alegria, na prosperidade, na escassez que às vezes nos domina nas perdas, na vitória, nas derrotas, nunca deixaremos de estar com Deus, nunca deixaremos de estar com o Cristo. Procuremos ver o Cristo e a sua mensagem onde quer que ele esteja, porque ele sempre estará conosco. Abramos os nossos olhos, tenhamos puro o nosso olhar e nós conseguiremos vê-lo no sol que se põe, na mensagem que chega para nós, na
ensagem onde quer que ele esteja, porque ele sempre estará conosco. Abramos os nossos olhos, tenhamos puro o nosso olhar e nós conseguiremos vê-lo no sol que se põe, na mensagem que chega para nós, na palavra mais inesperada que nós temos, naquele livro que aparece e que nós temos que ver, naquele naquele presente que nos é dado e também na dificuldade que nós recebemos. Busquemos a fonte e busquemos sempre perguntar ao nosso coração: o que me move diante dos desafios da vida? O que me move nas tristezas também? O que me move na alegria? O que me faz acordar de manhã todos os dias? O que me faz levantar e caminhar? o que me faz buscar aquilo que eu busco. E sempre pensemos que o que deve guiar o nosso coração é buscar o melhor de nós mesmos, o nosso crescimento, o crescimento dos nossos tesouros, do nosso coração. Busquemos o pão dos da vida, busquemos o pão da terra, busquemos alimentar o nosso corpo e buscar a prosperidade, mas busquemos sobretudo alimentar a nossa alma. Busquemos o pão da vida e busquemos aquilo que nos faz crescer. E tenhamos certeza de que buscando o bem e repercutindo o bem, nós nos conectaremos a Deus e a Jesus, que nos disse que ele é a vida em abundância. Demos com gratidão, recebamos com gratidão e saibamos nos conectar, porque Jesus sempre estará conosco se nós estivermos com ele. Muito obrigada a todos. Uma excelente tarde. Que esse ano de 2026 seja um ano maravilhoso e cheio de bênção, cheio de prosperidade para todos nós. Estejamos com o Cristo. Que ele seja a nossa fonte, que ele seja a nossa semente, que esteja em todos os frutos que nós produzirmos. Que assim seja. Muito obrigada a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,
da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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