Mundo Espiritual • Geraldo Campetti
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho #pluralidadedosmundos #mundoshabitados #hámuitasmoradas
Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências e que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVSTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este instante, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino Amigo, a nossa gratidão, Senhor, por essa terra que nos acolhe com toda a sua generosidade, dando-nos a oportunidade bendita do aprendizado, da reparação, a fim de que sejamos capazes de desenvolver os nossos talentos, priorizando sempre, Senhor, as tuas leis em nossas consciências. Portanto, que nesse instante que tua paz possa nos envolver, que possamos ampliar as nossas percepções para bem compreender a mensagem da noite, a fim de vivenciá-la no nosso cotidiano. E que assim, Senhor, imbuído dos nossos melhores propósitos, nós te rogamos a tua presença generosa em nossas mentes e corações. Fica conosco, Senhor. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão Geraldo Campete da cidade de Brasília, que hoje vai nos falar sobre o tema mundo espírito. Geraldo, sempre uma imensa alegria e uma honra ter os nossos canais. Seja bem-vindo, meu amigo. A casa já é sua. Fique à vontade. Rando voto de muita paz, passamos a palavra para você. Boa noite, querida Rosângela. Muito obrigado pela gentileza do convite. Uma honra estar aqui com vocês, Naira também nesse trabalho tão bonito, não é, de Libras. e o nosso querido Barreto aí que está nos bastidores. Gratidão a toda a equipe da União Espírita de Vitória da Conquista, pessoal que tá nos acompanhando aí também pela TV Mansão do Caminho e vocês, né, que estão eh pela sede mundial, né, pelo YouTube. Muito obrigado pela presença. Boa noite a todos. Nesta sexta-feira, dia 11 de julho, uma oportunidade da gente
pela TV Mansão do Caminho e vocês, né, que estão eh pela sede mundial, né, pelo YouTube. Muito obrigado pela presença. Boa noite a todos. Nesta sexta-feira, dia 11 de julho, uma oportunidade da gente conversar sobre esse tema. Eu tava refletindo um tema que em princípio a gente poderia dizer, mas qual é o interesse que a gente tem em falar sobre o mundo espiritual? E eu começo perguntando para vocês isso aí. Vocês estão conosco aqui, o Edson, a Sandrinha, a Valtícia, Marcela, né? O pessoal vai chegando aí, pessoal da União pode escrever qual que é assim a importância de falarmos sobre o mundo espiritual. A gente vai pegar os fundamentos no livro principal do Espiritismo, que é o livro dos espíritos. Esta obra que foi compilada, coordenada, eh organizada, né, codificada por Allan Kardec, que é este nosso querido, amigo, irmão, apóstolo do bem, codificador da doutrina espírita. Sabemos que o espiritismo é uma doutrina cristã vinculada, portanto, ao evangelho de Jesus. Não dá pra gente falar de Kardec e separando-o de Jesus, assim como não dá para falar de espiritismo, separando-o do evangelho, porque o próprio Espiritismo está todo fundamentado nos ensinos de Jesus. Por isso, Emanuel, numa expressão muito bonita e muito significativa registrada no segundo capítulo do livro Opinião Espírita, que é da psicografia de Chico Xavier e Valdo Vieira, pelos espíritos, então André Luiz e Emanuel. E esse segundo capítulo escrito por Emanuel na psicografia de Chico vem nos dizer assim: "Olha, Naira, Jesus é a porta, Kardec é a chave". E isso é fundamental para nós entendermos a importância do espiritismo, trazendo luzes aos ensinos do cristianismo, do evangelho de Jesus. Portanto, resgatando a essência da mensagem do Cristo na sua pureza, naquilo que tem de principal, que são os ensinos morais. E é o que Kardec, da sua genialidade de codificador do Espiritismo, faz com a estria, orientado pelos espíritos superiores. E o livro dos espíritos, né, o principal livro espírita que deu
inos morais. E é o que Kardec, da sua genialidade de codificador do Espiritismo, faz com a estria, orientado pelos espíritos superiores. E o livro dos espíritos, né, o principal livro espírita que deu origem então à doutrina espírita codificada aqui entre nós na terra, graças ao trabalho desse missionário do bem, Allan Kardec, orientado pelos espíritos superiores. do livro tem quatro partes, uma introdução belíssima, um prolegô valiosíssimo e uma conclusão também muito significativa. E é na segunda parte que Kardec vai tratar do mundo espírita ou do mundo dos espíritos. E aí vai trazer exatamente a relação desse mundo com o mundo, né, material. A Marcele Estev, diretamente da Argentina, já diz para nós que falar sobre o mundo espiritual permite explorar e para muitos encontrar sentido em questões fundamentais da existência. Muito bem captada aí pela nossa querida amiga e irmã eh Marcela, tradutora inclusive, né, de obras eh publicadas pela FEB em parceria para o espanhol, né, do português para o espanhol. E ela nos traz aí esta informação importante. A gente vai ver realmente este link, né, da existência com a vida, a existência física com a vida espiritual. Kardec vai trazer para nós algumas questões nessa segunda parte, logo no primeiro capítulo, que são as questões de 84 a 87. E ele dá o nome, né, tematizando esta sessão aqui, digamos assim, esse tópico como sendo o mundo normal primitivo. Então, começa já com algo bem interessante, com essa denominação que ele faz, mundo normal primitivo. Como é que a gente entenderia isso? Que que significa mundo normal primitivo? normal é aquilo que não é normal, aquilo que está dentro de um contexto que a gente entende com facilidade, que a gente aceita, que é talvez até comum, eh, que seja natural, né? Tá tudo associado a esse normal, mundo normal. Então, não é um mundo artificial, não é um mundo à parte, não é um mundo sobrenatural, é um mundo normal, natural. O mundo primitivo, primitivo aqui de ser aquele que dá origem, que é o primeiro, que é onde
não é um mundo artificial, não é um mundo à parte, não é um mundo sobrenatural, é um mundo normal, natural. O mundo primitivo, primitivo aqui de ser aquele que dá origem, que é o primeiro, que é onde tudo começa. Então, a gente vai vendo já a importância de nós falarmos do mundo espiritual. Por que falar desse mundo? Porque ele é o mundo normal, primitivo. Ele é o primeiro. É ali que tudo começa, é de onde nós viemos e é para onde nós retornaremos após esta passagem breve aqui na existência física. Muito boa noite, Mano Mendes, Teresa Cristina, Marcela, Alemil, Valtícia, sejam todos bem-vindos. E Kardec pergunta a questão 84. Os espíritos constituem um mundo à parte, fora daquele que vemos. Olha, como a doutrina espírita é uma doutrina espiritualista na sua generalidade, evidentemente, como toda religião, toda crença espiritualista acredita na existência de Deus. Então, Deus existe. E nós temos o entendimento de Deus como Jesus no apresenta como pai, não é? Deus é nosso pai. Deus é nosso criador. E segundo o espiritismo, ainda na primeira questão do livro dos espíritos, que é Deus, Deus é inteligência suprema do universo, causa primária ou primeira de todas as coisas. Isso é fundamental. Essa compreensão da existência de Deus vai explicar muita coisa. E depois o espírito existe. Então, a existência do espírito. E esse espírito, além de existir, ele é imortal. Deus nos cria nos concedendo a vida e, além disso nos deixa o legado da imortalidade. Somos todos espíritos imortais. Então, o espírito existe, ele é imortal, continua vivo após a chamada morte do corpo físico e mantém a sua individualidade. Ele conserva aquilo que ele é. ele não se perde como, por exemplo, uma gota, né, num oceano ou ele se junta a um todo e desaparece, né, na sua individualidade. Nós continuamos sendo indivíduos, inclusive tendo nesta existência ou nesse mundo espiritual para onde todos vamos, que é o nosso destino, de onde viemos, a nossa origem e o destino para onde vamos, nós vamos ter nesta vida espiritual exatamente a
do nesta existência ou nesse mundo espiritual para onde todos vamos, que é o nosso destino, de onde viemos, a nossa origem e o destino para onde vamos, nós vamos ter nesta vida espiritual exatamente a condição que criamos durante a nossa passagem aqui pela existência terrena. Por isso que é importante valorizar todos os momentos da vida e das existências que nós temos através das sucessivas reencarnações e a comunicabilidade dos espíritos, que é outro princípio fundamental do do espiritismo pela mediunidade, né, através dos médiuns, essa comunicação que existe entre os dois planos, o material, espiritual, espiritual e material, né? Nós temos também a chamada a lei de reencarnação. Todos nós vivemos múltiplas existências para o processo evolutivo, através das quais a gente espia, né, para o pagamento de equívocos, de erros, de dívidas que a gente tem. e adquirimos méritos através das provas que atravessamos, das lições que aprendemos no nosso processo evolutivo. Existe a lei de evolução, existe a lei de causa e efeito, sempre junto com o livre arbítrio, ou seja, todos estamos aqui para evoluir e somos regidos por esta lei que diz: "A cada um é dado segundo as suas obras e nós somos livres relativamente para agir, não é, Celso Paulo? por isso, responsáveis pelas ações que nós empreendemos e as consequências delas decorrentes. E existe também outro princípio fundamental do Espiritismo, que é a pluralidade dos mundos habitados, não é? Então, veja, Kardec pergunta depois desse preâmbulo aqui, se os espíritos constituem o mundo à parte, fora daquele que vemos. E a resposta que o espírito da verdade nos apresenta é que sim. E os espíritos constituem então o mundo dos espíritos ou das inteligências incorpóreas. E essa expressão incorpórea é muito interessante porque na questão 82 e Kardec vai perguntar na sua genialidade de codificador um pouco antes, será certo dizer que os espíritos são imateriais? E o espírito da verdade vai dizer, né? Como que se pode definir uma coisa quando faltam termos de comparação
enialidade de codificador um pouco antes, será certo dizer que os espíritos são imateriais? E o espírito da verdade vai dizer, né? Como que se pode definir uma coisa quando faltam termos de comparação com uma linguagem deficiente, né? Pode um cego definir a luz? Imaterial não é bem o teu. Incorpório seria mais exato. Olha que interessante, não é? Não é a gente dizer assim que ele seria imaterial, ou seja, destituído de matéria o espírito, mas ele é incorpóreo, porque na verdade depois que a gente retorna ao plano espiritual, a gente perde esse corpo exterior, esse corpo de carne, esse corpo físico que nos serve então de vestimenta, não é, de indumentária. É esse arcabolso fundamental e mais que isso, esse sistema que a gente utiliza aqui, mas permanecemos com o corpo do espírito, a expressão paulina, né? O corpo espiritual, que na definição do espiritismo que cria Allan Kardec, esse neologismo, que é o perespírito, o corpo do espírito, a gente mantém esse. Por isso seria mais correto dizer, né? Não imaterial, mas incorpóreo. Porque de qualquer maneira o perespírito não deixa de ser também matéria, embora mais sutil, do que essa densidade do corpo físico que nós carregamos durante a nossa existência física. Aí vem a pergunta 85. Qual dos dois, o mundo espírita ou o mundo corpóreo é o principal na ordem das coisas? Ah, eu gostaria que vocês respondessem essa questão, por favor. por aí. Olha, o Celso tá cumprimentando aqui. Boa noite, irmãos e irmãs, né, do Ideal Espírita. Que a paz e o amor de Jesus permaneçam conosco agora e sempre. Juiz de Fora, Minas Gerais. Obrigado, Celso Paulo, querido. Deus abençoe, viu? Estamos aqui com a Nelma também. Então vocês poderiam responder qual dos dois, né, seria assim eh o o mais, né, o o principal deles, o mundo espírita ou o mundo corpóreo. Se a gente tivesse estabelecer uma ordem, né, qual seria o principal, o mundo espiritual ou o mundo físico ou como é chamado aqui, o mundo corpóreo. Que que vocês acham? Aí a resposta é muito interessante, né? o
tivesse estabelecer uma ordem, né, qual seria o principal, o mundo espiritual ou o mundo físico ou como é chamado aqui, o mundo corpóreo. Que que vocês acham? Aí a resposta é muito interessante, né? o Carlos Alberto conosco diretamente, não é, de Brumado na Bahia. Já estivemos na Semana espírita lá, né, mais de uma auma, aí dizendo o mundo espiritual. O mundo espiritual, então, é o principal, é exatamente mundo normal, primitivo. Então a resposta, o mundo espírita que preexiste e sobrevive a tudo. Então, gente, o mundo espírita ou mundo espiritual ele já existia antes e ele continua existindo depois. Antes e depois do quê? Da nossa estada na existência física. Por isso que a existência física é uma espécie de recorte cronológico da vida espiritual. Então é um momento que a gente passa, que tem uma duração determinada e depois acaba, é transitório, não vai durar para sempre. A gente sabe que o espírito se une, não é, ao futuro corpo através da chamada concepção, né? No momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozoide, aí tem todo o período, não é, da gestação, o período ali do nascimento, da primeira, da segunda infâncias, né, da adolescência, da juventude, não é? Depois da fase adulta, aí vem a terceira, a quarta, quinta idades, enfim, chega o momento em que a gente se despede desta existência, não é? E então a gente veio do mundo espiritual e cumprida a tarefa aqui na Terra, após a existência física, a gente retoma a vida espiritual, ou seja, a gente retorna ao mundo espiritual. Por isso que diz aqui que o mundo espírita ou espiritual é o principal, porque ele preexiste e sobrevive a tudo. Significa, né, Iara, que exatamente o mundo material ele é transitório, ele é passageiro. E aí a gente já vai verificando na conexão que a nossa querida Marcela Esteves fez, que a gente precisa tentar verificar a importância que nós estamos dando ao mundo espiritual, à vida espiritual. E o que que é que nós estamos considerando de espiritual na nossa existência também? Isso não significa que nós vamos
ificar a importância que nós estamos dando ao mundo espiritual, à vida espiritual. E o que que é que nós estamos considerando de espiritual na nossa existência também? Isso não significa que nós vamos desprezar o nosso corpo, vamos abandonar a existência física. Claro que não, porque ela é importante, ela é necessária, ela é inclusive para nós, no momento que nós estamos vivendo, a oportunidade que nós temos de evoluir e nós precisamos bem aproveitar essa oportunidade. Então, fazer o melhor ao nosso alcance, aproveitar o tempo, fazer todo o bem. E a gente vai ver aqui, né, o Espiritismo nos traz luzes de conhecimentos que facilitam para nós o entendimento acerca da vida, que não se limita à existência. A existência é transitória, passageira, a vida é imortal, ela nunca acaba. Nós, como espíritos, fomos criados em algum momento, não sabemos exatamente quando. Mas uma coisa é certa, nós temos absoluta certeza de que jamais morreremos. Porque somos espíritos imortais. A Marcela tá respondendo aqui em 1846. O mundo espiritual é o principal porque a dimensão de origem e destino dos espíritos. O mundo material é um lugar de provas e aprendizados. É isso aí. Exatamente. Então, Kardec continua a perguntar na 86. O mundo corporal poderia deixar de existir ou nunca ter existido sem que isso alterasse a essência do mundo espírita? o mundo espiritual. Gente, essa pergunta é muito ousada, né? Karbec, ele nos traz assim temas importantíssimos dentro de um assunto, ele vai detalhando pra gente poder entender mesmo na sua essência, na sua minudência, não é? Nas suas especificidades. E ele faz essa pergunta muito interessante. O mundo corporal poderia deixar de existir ou nunca ter existido sem que isso alterasse a essência do mundo espírita ou espiritual? Será, gente? O mundo material poderia nunca ter existido ou deixar de existir, não fazer diferença nenhuma paraa questão do mundo espiritual. E a resposta é surpreendente. De certo eles são independentes. Olha lá, o mundo espiritual é
ria nunca ter existido ou deixar de existir, não fazer diferença nenhuma paraa questão do mundo espiritual. E a resposta é surpreendente. De certo eles são independentes. Olha lá, o mundo espiritual é independente do mundo material e vice-versa, mas contudo é incessante a correlação entre ambos. Embora exista essa independência no sentido da correlação entre ambos, há uma interdependência. Ou seja, o tempo todo nós estamos sendo influenciados pelo mundo espiritual, pelos espíritos e igualmente pela nossa postura atitudinal, pelos nossos pensamentos e vibrações. Estamos também influenciando aqueles que conosco convivem. e de nós se aproximam. Então aqui, né, ele vai dizer, incessante a correlação entre ambos, porquanto um sobre o outro incessantemente reagem. Por isso, a finalidade da doutrina espírita, uma delas é exatamente dizer dessa imortalidade da alma, né, do espírito, e dizer das relações entre o mundo espiritual e o mundo material. explicar essas relações, porque elas se dão, como elas se dão, quais são as suas consequências, não é isso? E a gente tem uma compreensão. As luzes que o espiritismo nos faculta assim, né, pra gente poder compreender mais amplamente, é para que não nos limitemos apenas à existência física, reparando apenas o que está acontecendo no momento, porque há muita coisa, há muita eh transcendência para além da materialidade, da objetividade do que é transitório, do que é passageiro. Então essa impermanência que é, não é material, ela contrasta com a permanência espiritual. O permanente, o duradouro, é o espiritual. O passageiro impermanente é o material. Material tá sujeito a todas as transformações, transições, não é? E as suas mutações que vão ocorrendo pelas próprias eh leis naturais, né? no sentido da evolução, da transformação. E o espírito vai evoluindo nesse processo todo. Mas o mundo espiritual poderia eh assim eh existir independentemente do mundo material. a gente vai ver que o mundo material acaba sendo uma necessidade criada
írito vai evoluindo nesse processo todo. Mas o mundo espiritual poderia eh assim eh existir independentemente do mundo material. a gente vai ver que o mundo material acaba sendo uma necessidade criada para a nossa própria evolução. Porque nós temos as encarnações e reencarnações em mundos físicos, esses mundos materiais corpóreos, que foram, evidentemente criados, né, pela misericórdia divina para que pudessem servir de estações, de habitações, de moradias, né, de lares temporários, para que a gente pudesse ser submetido a provas e expiações no sentido do nosso desenvolvimento, não é? no sentido de nós nos aprimorarmos, adquirirmos competências. Então fica bem claro isso para nós. Os mundos são distintos. Um é o espiritual, o outro é o material, não é? Desse mundo espiritual a gente tem o que é permanente e do mundo eh corporal o que é transitório, passageiro. A existência física se dá no mundo corpóreo. A vida espiritual efetivamente ela se dá, ela ocorre no mundo espiritual. Por isso que nós só temos uma única vida, porque fomos criados por Deus e ele nos deixou legado à imortalidade. Então, uma vida apenas. Mas as existências são múltiplas, elas são diversas de acordo com a nossa necessidade evolutiva. Bom, e aí finalmente, né, nessa questão 87, nesse tópico mundo normal primitivo, ocupam os espíritos uma região determinada circunscrita no espaço? Então, será que os espíritos, né, no espaço, no mundo espiritual, estão em algum lugar específico, circunscrito, reunidos ali tudo num mesmo ponto? Estão por toda parte? É a resposta que o Espírito da Verdade dá. Povoam infinitamente os espaços infinitos. Tendes muitos deles de contínuo a vosso lado, observando-os e sobre vós atuando, sem o perceberdes, pois que os espíritos são uma das potências da natureza e os instrumentos de que Deus se serve para execução de seus desígnios providenciais. Que coisa maravilhosa, né? Daí a razão do do de Deus ternos criado. A gente fica, mas por que que Deus criou, né? Por que que nos criou? Por que criou o espírito? É
ão de seus desígnios providenciais. Que coisa maravilhosa, né? Daí a razão do do de Deus ternos criado. A gente fica, mas por que que Deus criou, né? Por que que nos criou? Por que criou o espírito? É porque o espírito é uma potência da natureza e é exatamente, não é? Eh, esses espíritos que Deus criou, que ele utiliza como instrumentos para a execução dos seus desígnios providenciais. É por isso que nós somos cocriadores com Deus em plano maior ou menor, como nos ensina André Luiz na obra Mecanismos e da mediunidade e mais especificamente, né, no outro livro que é evolução em dois mundos. Nem todos, porém, vão a toda parte. Por isso que há regiões interditas aos menos adiantados. Já vai esclarecendo. É, eles povoam, né, todo o espaço, mas também nem todo mundo pode ir para tudo quant lugar. Vai depender do nível evolutivo. Aqueles que são inferiores não podem eh atingir determinadas regiões que são mais superiores até pela própria densidade do corpo espiritual, né? E aqueles que são superiores, eles podem visitar outros mundos inferiores, outros, né, assim, ambientes mais inferiores, sim, porque eles são mais elevados, mas mesmo assim precisam também de permissão, de programação para isso. Bom, tendo visto preliminarmente essa questão do mundo normal, primitivo, que é o mundo espiritual, a gente tem esta obra belíssima que é o céu inferno, que faz parte do chamado pentateuco cardeciano. São cinco livros básicos do Espiritismo. Livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho segundo Espiritismo, Céu Inferno e a Gênese. O céu inferno é o quarto livro que é desenvolvido a partir da quarta parte do livro dos espíritos, quando fala das esperanças e das consolações. E eu queria trazer para vocês logo o céu inferno é dividido em duas partes. A primeira parte é uma parte mais acabou doutrinário, né, teórico, trazendo ali os conceitos sobre céu, sobre inferno, sobre purgatório, né, eh, falando dos anjos, dos demônios e vai tratar também do futuro, né, da humanidade, do porvir, do
doutrinário, né, teórico, trazendo ali os conceitos sobre céu, sobre inferno, sobre purgatório, né, eh, falando dos anjos, dos demônios e vai tratar também do futuro, né, da humanidade, do porvir, do nada, enfim, dessas questões fundamentais. E aí vai ter a segunda parte que vai ter um capítulo especialista sobre o passamento, que é a desencarnação, né, ou a morte. e depois vai trazer casos eh específicos de entrevistas que o codificador Alan Kardec faz nas chamadas eh como é que era o nome mesmo? Agora me fugiu. Quando o Kardec fazia as entrevistas com os espíritos, começa com e e acaba com vocações. Evocações, né? Isso é pegou aí, Naira? Evocações. Aquele bate-papo, aquela conversa, aquela entrevista que fazia então, né, Kardec Espíritos. E tem cinco categorias valiosíssimas aqui pra gente ver. Tem um capítulo importantíssimo aqui que é o capítulo sétimo na primeira parte que fala inclusive do Código Penal da Vida Futura. Mas eu quero trazer para vocês logo no primeiro capítulo quando fala do porvir e do nada. E Kardec vai dizer de maneira muito elegante, didática, porque educador por excelência o seguinte: vivemos, pensamos e operamos. Eis o que é positivo. Então, se tem uma coisa certa que nós vivemos e que nós pensamos, né, tem algum penso, né, logo existo. Então, a gente vive, a gente pensa e a gente opera, ou seja, a gente age, a gente, né, faz alguma coisa. Nós somos agentes de mudança, não é? E que morremos não é menos certo. Ora, a gente então vive, pensa, opera e morre, né? Também vai morrer. Falando da existência física, quem acaba morrendo é o corpo físico, né? Nós sabemos espiritualmente continuamos vivos, mas deixando essa terra, para onde nós vamos? Aí que tá a história, né? A gente sabe que não vai ficar aqui na terra para sempre. Nós somos espíritos imortais, né? Nós viemos do plano espiritual, vamos voltar para o plano espiritual. Mas para onde exatamente a gente vai? Não é isso? É aí a pergunta que é feita, não é? Que seremos após a morte? Estaremos melhor ou pior? Existiremos ou
piritual, vamos voltar para o plano espiritual. Mas para onde exatamente a gente vai? Não é isso? É aí a pergunta que é feita, não é? Que seremos após a morte? Estaremos melhor ou pior? Existiremos ou não? Ser ou não ser? tal alternativa para sempre ou para nunca mais, ou tudo ou nada. Viveremos eternamente ou tudo se aniquilará de vez. É uma tese essa que se impõe. Lembrando no belíssimo livro, não é? Nosso lar aqui na psicografia de Chico Xavier, o espírito André Luiz. Então a gente vai ver, né, no nosso lar, que é o primeiro livro dessa coleção, A vida no espiritual composta de 13 livros. Agora já tá sendo feito o filme Nosso Lar três, né? Com base na obra Obreiros da Vida Eterna. Já teve o nosso lar, um, dois, agora o três. Veja que interessante. A maior surpresa que André Luiz se defrontou diante da morte foi perceber-se, notar-se que continuava vivo, que a morte não existe. Por isso que o conhecimento é importante. O espiritismo nos traz o conhecimento. A gente ter esse conhecimento é importante. E foi isso que o nosso querido irmão Jacó, no livro Voltei, na psicografia do Chico, publicação da Feb editora também, ele quis dizer, ele falou: "Olha, tudo isso no qual a gente acredita que nós somos espíritos imortais, que a gente vai pro plano espiritual, que lá a gente vai encontrar os entes queridos e que a gente pode se comunicar aqui, né, com os vírus que permanecerem do lado de cá, eu vou comprovar tudo isso. Assim que eu desencarnar já vou encontrar um médium bem adequado e tudo e vou trazer essas informações para vocês." Ora, não foi tão simples como ele pensava. Ele levou bem um ano aí, né, eh, para poder se afinizar e tudo, preparando ali e tal, né? A gente vê André Luiz levou mais de 700 dias também para começar a escrever a primeira página através de Chico. E aqui tá é muito interessante, né? Ele vai dizer que antes da passagem tudo me parecia assim, eh, infinitamente simples. Se a vida continua, para onde vai o espírito depois da morte? é a pergunta que se faz aqui
muito interessante, né? Ele vai dizer que antes da passagem tudo me parecia assim, eh, infinitamente simples. Se a vida continua, para onde vai o espírito depois da morte? é a pergunta que se faz aqui também e que ele vai trazer para nós bem materializado e que tá aqui na base do livro Céu Inferno, por vir e o Nada. Então o que que nos reserva, não é? Eh, o nada vai acabar, nós vamos deixar de existir. Não teria sentido algum a criação, queridos e queridas, se nós fôssemos criados por Deus para uma existência, depois morrêssemos. ou se Deus nos matasse depois teríamos que se nos recriar pra gente ter uma outra existência. É um absurdo. Na verdade, Deus é um genial, né? Ele é o criador por excelência. Então, ele nos cria, nos concede a vida e já nos lega à imortalidade. Então, nós não vamos morrer nunca. Nós tivemos um princípio, mas não teremos um fim. Deus nunca teve princípio e jamais terá fim também. Por isso que ele é eterno. Nós somos imortais. Então, afinal de contas, se isso nós somos, né, a gente sabe que vai sobreviver porque somos imortais, não é? O Edson tá aí trazendo para nós somos espíritos e não corpos, né? Apenas estagiendo nesse planeta. Exatamente. Os corpos são instrumentos, né? Essa vestimenta, essa vilegiatura, como fala, não é, pela psicografia de Edivaldo Franco, Manuel Filomeno de Miranda, né? Eh, o mundo espiritual é o que preexiste, é o que preexiste e o que sobrevive, né, a chamada eh existência física. Então, todo homem experimenta a necessidade de viver, diz Kardec, de gozar, de amar, de ser feliz. Gente, nós sentimos necessidade disso. A própria finalidade da criação é para que a gente viva, para que a gente, né, goze assim, no sentido de nós buscarmos a felicidade, né, de nós amarmos. Efetivamente estamos aqui para isso, para evoluirmos, para nos desenvolver. Dizei ao moribundo que ele viverá ainda, que a sua hora é Dizei-lhe sobretudo que será mais feliz, né, do que porventura já tenha sido e o seu coração rejubilará. até aquela pessoa
ra nos desenvolver. Dizei ao moribundo que ele viverá ainda, que a sua hora é Dizei-lhe sobretudo que será mais feliz, né, do que porventura já tenha sido e o seu coração rejubilará. até aquela pessoa num instante, olha, eu tava me recordando, querido Barreto, Naida, né, queridos amigos, Sosângela, eh, Givonaldo conosco aí, né, Maria de Fátima, Maria José, Edson, Zeni, Zene. Tão interessante, Marcelo, que uma literata, né, autora de obras assim importantes, né, na literatura brasileira, Raquel de Queiroz, ela disse assim numa expressão que não tem nada mais de angustiante do que a pessoa chegar no momento final da existência e não ter perspectiva. Perspectiva, gente, é do que vem depois. perspectiva de que há um futuro, de que de que nós eh sabemos que continuamos e que continuaremos vivos, não é? Eh, porque se a pessoa não tem essa certeza, não tem essa, né, e eh essa convicção, é como se batesse um vazio. Porque intuitivamente, né, quando se fala do nada, né, no próprio livro dos espíritos, quando você tem essa questão do nada, né, eh, porque o nada não existe. Intuitivamente nós já temos isso de maneira espontânea, natural, de que nós vamos sobreviver. Mas a pessoa que não alimentou, que não trabalhou esse sentimento, que talvez não tenha desenvolvido esse conhecimento como a doutrina espírita nos enseja, imagina o momento ali final, né? Bate aquela angústia, aquela aflição e ela própria fala isso. E aí os materialistas vão sofrer muito, os ateístas, né, vão sofrer muito nesse sentido, porque ali na hora mesmo, meu Deus do céu, né? a gente sabendo dessa imortalidade, a gente tem um abrigo, tem o consolo, tem a esperança, né? Tem a certeza, inclusive de que seremos, né, recebidos no plano espiritual. Então, é muito importante tudo isso, né? Haverá algo mais de desesperador do que o pensamento da destruição absoluta. Imagina, né? pensar que tudo vai ser destruído, isso é muito, né, desesperador. Afeições caras, inteligência, progresso, sabor, saber laboriosamente adquiridos, tudo
pensamento da destruição absoluta. Imagina, né? pensar que tudo vai ser destruído, isso é muito, né, desesperador. Afeições caras, inteligência, progresso, sabor, saber laboriosamente adquiridos, tudo despedaçado, tudo perdido. Acha, gente? Tudo que foi construído, tudo que foi adquirido com tanto esforço, de repente vai se perder. De nada nos serviria, portanto, qualquer esforço na repressão das paixões, da fadiga, né, de nos ilustrarmos de devotamento, a causa do progresso, de que tudo isso nada, né, não seria aproveitável, predominando o pensamento de que amanhã mesmo talvez de nada não serviria tudo isso. Imagina que coisa mais assim desalentadora, não é? Se assim for, a sorte do homem seria 100 vezes pior do que a do bruto, porque este vive inteiramente do presente na satisfação dos seus apetites materiais, sem aspiração para o futuro. Veja aí, quem não tem essa visão futura do mundo espiritual, que que acontece? a pessoa vai viver o hedonismo, o prazer de viver a existência física aqui, dos gozos, da apenas da satisfação, do materialismo, do consumismo, das paixões, ela não vai mais estar vinculada ao que é essencial, ao que é importante, não é? Então, veja como a gente vai sentindo, eh, que quando nós temos essa compreensão da espiritualidade, da imortalidade, eh nós também vamos, eh, nos preparando mais adequadamente para esse retorno à vida verdadeira, não é? Então, diz-nos uma secreta intuição, porém que isso não é possível, né, de tudo se acabar. Uma secreta intuição vai dizendo: "Olha, nós continuamos vivos, né? Pela crença em nada, o homem concentra todos os seus pensamentos forçosamente na vida presente. E aí vem todo o sofrimento decorrente disso. A aflição se torna muito maior, o desespero, porque a gente começa a se perder, a gente não tem uma visão mais ampla da realidade, né? Olha, o Maurício Prado Alves, né? Ele diz assim para nós: "Acredito que não haja preferência entre os mundos. Tudo faz parte de um processo contínuo de evolução, pois o mundo material também é
de, né? Olha, o Maurício Prado Alves, né? Ele diz assim para nós: "Acredito que não haja preferência entre os mundos. Tudo faz parte de um processo contínuo de evolução, pois o mundo material também é necessário para o nosso crescimento, senão não haveria sentido. TV Manando Caminho aqui trazendo para nós. Válida, viu, Maurício Prado, querido, muito obrigado pelo seu comentário. A gente vê como é importante de fato o mundo eh material, sobretudo para nós que passamos pelas encarnações no sentido do progresso, porque há tantas coisas, gente, no mundo de tanta criação de Deus nos diversos múltiplos, né? nos multiversos que a gente às vezes não faz ideia. Por isso que nós vemos sobre nossa perspectiva. E evidentemente, né, você tem toda a razão, querido amigo, porque quando nós estamos, né, Maurício, assim na existência física, nesse momento como nós está vi, nós estamos vivendo, não há nada que seja mais importante do que o momento atual. Nada para nós é mais prioritário, mais fundamental. do que o momento agora, o dia de hoje, a oportunidade que a presente encarnação nos enseja. Isso realmente é muito valioso e por isso que a gente deve empreender todos os esforços para aproveitar o máximo possível essa existência, fazendo bem, auxiliando o próximo, estudando para aprender, nos desenvolvendo cada vez mais, procurando fazer a diferença onde nós fomos e onde nós estivermos, deixando o nosso contributo, o nosso legado, porque isso é que vai fazer a diferença, né, no esforço das virtudes, na superação dos vícios. É, então são esses valores fundamentais que vão nos enriquecendo. E aí a gente compreende porque isso faz sentido, porque nós não vamos permanecer meramente na existência física, nós vamos seguir muito além, transcendente na vida espiritual. Isso porque tem muito mais coisa pra gente viver. Então, quando se faz uma comparação didática, como Kardec fez, evidentemente, né, você tem essa predominância, digamos, prioritária de essencialidade e de importância do mundo espiritual sobre o
iver. Então, quando se faz uma comparação didática, como Kardec fez, evidentemente, né, você tem essa predominância, digamos, prioritária de essencialidade e de importância do mundo espiritual sobre o mundo eh material, né? Mas para nós que estamos atravessando essa roda, né, da espiral da evolução pelas reencarnações, evidentemente o mundo material para nós, ele tem a necessidade para que nós possamos evoluir, senão ficaria tudo mais complicado, né? Queria trazer para vocês aqui também como divulgação o Voltei em Esperanto, me revenis. Eu voltei, Chico Xavier, a tradução aqui para o Esperanto, né, da nossa Maria Nazaré Laroca, já tá disponível, publicado pela FEB em parceria com a Lawrence, né? Já disponível para quem tiver interesse aí no www.febeditora.com.br, também no site da Laurence Editora, né? Olá, Marcela. Olá, Eline. A Marcela diz assim: "É importante estarmos cientes da nossa imortalidade, que sempre estaremos conosco mesmos". Isso está em 1902 ali, né, que ela diz, e assim fazer boas escolhas para nos aperfeiçoarmos e contribuirmos com a regeneração do mundo. É interessante, eh, porque nós estamos sempre conosco. Se tem alguém de quem nós não vamos conseguir nunca fugir, é de nós mesmos. Por mais que queiramos nos enganar, a gente não vai dar conta. Por quê? Porque nós nunca fugimos de Deus e Deus está dentro de nós, na nossa consciência, não é? Registrada ali as suas leis. E a gente sempre vai buscar, né, nessa escola abençoada, né, como Eline fala, né, eh, que é a Terra, que é esse nosso planeta lar, não é, que é o planeta trabalho, oficina, não é? templo, eh, essa escola maravilhosa, a gente tem que aproveitar a oportunidade de fato, né? A doutrina espírita é uma bênção para todos nós, nos esclarece tudo o que tem a ver com o mundo espiritual e com o verdadeiro sentido da vida, né, Marcelo? É a grande oportunidade que a gente não pode desperdiçar, né? Por isso mesmo, a gente vai verificando que na medida em que nós temos essa ciência, para chegar essa
adeiro sentido da vida, né, Marcelo? É a grande oportunidade que a gente não pode desperdiçar, né? Por isso mesmo, a gente vai verificando que na medida em que nós temos essa ciência, para chegar essa consciência, tudo vai ficar mais fácil, porque nós não vamos sofrer, gente, as agruras numa dimensão ah hipervorizada. Nós não vamos dar uma ênfase exagerada à aflição, às dificuldades, aos problemas, aos empecílios, mas nós vamos vislumbrar que aquilo que está acontecendo no momento presente é capital, é extremamente relevante paraa nossa evolução. Mas a dor, o sofrimento, a perda, por exemplo, é aquilo que nos traz um afetamento muito íntimo e muito profundo não deve nos abalar a ponto da gente perder o equilíbrio. nessa aflição, nessa grura, a gente é perder a essência de poder se resignar, que é aceitar com coração, de poder agradecer com o olhar que transcende aquilo que nós estamos vivendo. Porque, queridas e queridos, todos nós passamos por provas extremamente difíceis e nem sempre é fácil suportar, ter o suporte necessário para superar, para seguir em frente, notadamente quando nos faltam as bases. E mesmo nós espiritistas que temos conhecimento, que temos aí a manchei as informações, muitas vezes nos deixamos abalar porque na hora do testemunho nos sentimos fragilizados. E aí a gente precisa então se fortalecer, nós precisamos reforçar a nossa fé, nós precisamos viver esse testemunho do dia a dia, compreendendo que às vezes num dado momento nós estamos numa situação, no dia seguinte a nossa situação já é muito diferente. Num dia nós estamos na existência física, no outro dia nós já podemos estar no plano espiritual. É uma coisa assim tão, às vezes a gente pode, nossa, acontece tão rápido, tão célere e às vezes a gente não se dá conta. Então, ciente disso, pela sensibilização e levando pela internalização a busca de nós nos conscientizarmos contra a importância desses conceitos, que a gente possa, queridos, não só conhecer, mas refletir. Não só refletir, mas sentir. E não só
levando pela internalização a busca de nós nos conscientizarmos contra a importância desses conceitos, que a gente possa, queridos, não só conhecer, mas refletir. Não só refletir, mas sentir. E não só sentir, mas vivenciar, como é a proposta do Evangelho Rede Vivo. Tudo isso que nós estamos aprendendo, não ficarmos só na teoria, mas irmos paraa prática. Não apenas o conhecimento, mas a vivência transformadora. Porque não é assim dizer: "Olha, sou espírita, eu tenho meu, né, meu eh meu lar garantido, eu tenho meu plano espiritual seguro, né? Eu vou para um mundo feliz quando eu desencarnar". Não é o conhecimento que nos dá isso, mas sim a nossa ação. Então não é nem o otimismo. Eu tava vendo, ouvindo, né, a expressão daquele crenaque, né, aquele indígena, filósofo intelectual, vale a pena a leitura das obras que ele escreveu. E ele tava dizendo assim que o que salva o mundo não é o otimismo, mas é o ativismo. E essa palavra ativismo é no sentido da ação, não tem nenhuma que pejorativo, negativo, né? Vai para um conteúdo político partidário. Não se trata disso. Aqui é que nós somos agentes de mudança. Nós devemos seres ativos. A fé ela tem que ser com obras, ou seja, a fé ativa, porque se fossem obras, ela é morta, ela ela inativa. Então precisa ter esse movimento. E isso é o que vai fazer a diferença. Então a Irandete Dias Coelho, ela diz assim: "Vamos viver a vida material, mas trabalhando o desapego." Ela tá falando de Salvador aí na Bahia. Que coisa linda. Olha, e esse Irandete, aí está a essência. do que nós precisamos eh destacar na existência física, nós vivermos no mundo, mas sem sermos no mundo, como o apóstolo Paulo nos ensina. Então, é nós usufruirmos das condições materiais, dos pertences, propriedades, objetos que nos servem de instrumentalidade para a evolução, inclusive não só nossa, mas também do nosso próximo. Eí a importância dessa visão social, nós colaborarmos para o desenvolvimento social, não só egoístico nosso, mas principalmente do próximo, do
ção, inclusive não só nossa, mas também do nosso próximo. Eí a importância dessa visão social, nós colaborarmos para o desenvolvimento social, não só egoístico nosso, mas principalmente do próximo, do semelhante, num apoio que a gente possa fazer comunitário, porque somos seres sociais, não é assim? Então isso é fundamental e diz respeito ao desapego. Quando a gente considera a vida espiritual, o mundo espiritual, nós estamos falando em desprendimento, em desapego. E aí quando a gente tá apegado, nós estamos aprisionados, nós somos prisioneiros dos objetos, das emoções, das questões, né, de propriedades. Nós vamos ter dificuldade após o passamento, após a chamada morte do corpo físico, de realizar esse desprendimento, esse desapego, ou seja, de efetivar a desencarnação, porque a gente às vezes morre, mas fica preso ao corpo físico. Então, não há esse desenlace, não é? Não há esse passamento no sentido da libertação. E essa libertação só se dá com desprendimento, com desapego. E a vida que a existência física, ela é um exercício para que a gente possa aprender, como a Marcela destaca, não é? eh a gente perceber o verdadeiro sentido da vida na existência física, passando pelas provas que sempre são carregadas de lições, como Emano nos ensina na psicografia do Chico, toda a prova carrega a lição para o nosso aprendizado. Então, a gente tem ali a prova para que a gente apresente o testemunho, para que a gente coloque de fato como está a nossa condição. E ali a gente vai verificando. O verdadeiro sentido da vida não está no material, está no espiritual, não está no físico, está naquilo que transcende. Não é no transitório, mas é no permanente. Não é na ilusão, é no real. Não é na fantasia, é no verdadeiro. Então, é importante a gente ter essa percepção para que diante das ocorrências tão dinâmicas numa sociedade pós-moderna, caracterizada por Zigmundo Balmo, sociólogo e também filósofo polonês, que deixou para nós mais de 60 livros, 40 deles foram traduzidos para o português, que criou esse alcunhou essa
dade pós-moderna, caracterizada por Zigmundo Balmo, sociólogo e também filósofo polonês, que deixou para nós mais de 60 livros, 40 deles foram traduzidos para o português, que criou esse alcunhou essa expressão da liquidez, né, sociedade líquida, medos líquidos, relações líquidas, as amor líquido, enfim, pra gente perceber que duas características vão aí trazer para nós a sociedade que a gente tá vivendo, é a transitoriedade e é a celeridade. Tudo passa e tudo passa rapidamente. Temos já enfatizado isso em algumas oportunidades. A existência física, ela é passageira, vai passar e passa rapidamente, gente. É coisa impressionante. Hoje é sexta-feira, dia 11, né? Amanhã já é o último dia da semana, depois dia 13 já começa o primeiro dia da semana seguinte, não é? já vai chegando o meio do mês de julho. Daqui a pouco a gente já, nós já estamos no segundo semestre, daqui a pouco tá no final do ano. Então, celeramente esse tempo da cronologia, o cronológico vai passando e a gente tem que tomar cuidado. é a recomendação do filósofo e é o que o Espiritismo faz também através desses orientadores, André Luiz, Emanu Joana de Ângeles, né, Manuel Filomeno, Bezerra de Menezes, para que a gente não perca o que é essencial, para que a gente não se distraia nos processos ilusórios, para que depois nos custe caro, a ponto da gente se deixar enganar e inclusive navegar, né, por algumas paragens que não nos fazem bem. Nós não estamos falando aqui, gente, para não viver, para não gozar, para não usufruir, para não ter o conforto. Tudo isso é válido, tudo isso é importante. O que não se pode fazer, isso é a custa do prejuízo alheio. É prejudicando o semelhante, o próximo. É, por exemplo, eh prejudicando a natureza, essa mãaia, né? Um planeta Terra maravilhoso que nos serve de morada, é o nosso lar e a gente fazendo tantas ações infelizes. É nós não procurarmos retaliar, revidar o mal com o mal, mas é compreendermos que aquele que nos faz o mal é infeliz, é ainda apresentando o estado, né, doento,
a gente fazendo tantas ações infelizes. É nós não procurarmos retaliar, revidar o mal com o mal, mas é compreendermos que aquele que nos faz o mal é infeliz, é ainda apresentando o estado, né, doento, está doente, precisando de ajuda. E a gente vai compreendendo uma visão mais ampla e aí sim cultivando os valores que são essenciais, aqueles valores perenes que vão permanecer então para sempre. Eu queria trazer para vocês aqui também quando a gente fala, né, do espiritismo de a que é um glossário, uma espécie de dicionário, quando vai trazer assim o vocábulo, né, eh, mundo espiritual, ele remete a plano espiritual, que é sinônimo, né? É tão interessante que vai dizer aqui para nós, né, que o mundo espiritual tem as suas organizações assistenciais, administrativas, científicas, seus métodos de trabalho, suas atividades, enfim, como qualquer agrupamento humano condigno. E porque se lá é a origem de tudo, gente, né, nós precisamos entender que essa vida espiritual ela é ampla, ela é extremamente dinâmica, a gente não faz às vezes nem ideia, não é? aqui a Terra, que é uma cópia, né, bastante imperfeita, diga-se de passagem, de desse mundo, né, o mundo dos espíritos é para nós celeiro imenso, né? Aqui a nossa pobreza espiritual, um imenso velário que nos limita a visão para além das fronteiras da crusta. O invisível é com efeito, a verdadeira pátria de todos nós. E a gente vai lembrar, é tão bonito Santupir, no pequeno príncipe a dizer que o essencial é invisível aos olhos. Então, o mundo invisível, o mundo, né, espiritual, é o mundo principal nesse sentido, não é? não é desprezando o mundo material, né, conforme bem destacou, né, o nosso querido, eh, Maurício, né, a gente tem que valorizar assim, cuidar de ambas as vidas, né, a existência material e a vida espiritual naturalmente. Mas assim, entendendo que nós não vamos permanecer aqui na terra e que a gente tem que trabalhar para deixar um legado o melhor possível, porque certamente na condição de espíritos, né, assim, não somos
s assim, entendendo que nós não vamos permanecer aqui na terra e que a gente tem que trabalhar para deixar um legado o melhor possível, porque certamente na condição de espíritos, né, assim, não somos perfeitos, mas perfectivos, estamos num processo evolutivo e a gente vai precisar de muitas outras existências, não é? A gente vai retornar mais cedo ou mais tarde à Terra, se assim merecermos. E a gente tem que fazer por merecer. Daí o desafio que a gente tem, né, enorme nesse contexto que a gente tá enfrentando. E já encerrando, querida, aqui, ó, queridos, as nossas palavras, né, eh, trazer aqui a vida no mundo espiritual, né, estudo da obra de André Luiz, né, de Chico Xavier, não é? Esta coleção que são 13 livros. E aqui a gente vai ver a importância quando eh Manuel, né, Filomeno de Miranda faz a apresentação desta obra, desse trabalho que é um repertório, traz o resumo dos capítulos, dos livros, traz também os personagens, não é, que André Luiz vai trazendo para nós. Eh, apresenta aqui para nossas orações, uma coletânia de mais de 40 orações. eh vai trazer também um vocabulário, né, um glossário pra gente poder entender o significado das palavras, um índice, né, de todos os assuntos e a curiosidade das antecipações, né, assim, científicas e tecnológicas na obra de André Luiz. Tem muita coisa que André Luiz foi prevendo, né? E e só agora a gente tá descobrindo, alguns a gente ainda não conseguiu descobrir, mas nós estamos chegando lá aos poucos, né? a gente lembrar dessa apresentação que Manuel Filomeno faz e ele destacar para nós a seriedade do trabalho de André Luiz desvendando o mundo dos espíritos, trazendo para nós de uma maneira bem palpável, objetiva essa realidade espiritual, sem alarde, sem fantasia, sem aquele caráter, né, apocalíptico no sentido de revelações bombásticas, mas trazendo a seriedade e sempre colocando que é essencial, fundamental o processo da nossa renovação íntima. Isso é o que conta mais. Todos estamos aqui para nos melhorar e a gente se melhora fazendo o
trazendo a seriedade e sempre colocando que é essencial, fundamental o processo da nossa renovação íntima. Isso é o que conta mais. Todos estamos aqui para nos melhorar e a gente se melhora fazendo o melhor ao nosso alcance. Tudo que estiver dentro das nossas possibilidades, queridos, não percamos tempo. Não deixemos para amanhã o que a gente pode fazer hoje. Não deixemos de auxiliar quem bate a nossa porta. Procuremos ajudar aqueles que têm necessidade e a gente vai potencializando a nossa competência em todas as relações que a gente tiver com o nosso semelhante, com o nosso próximo, com todos os seres da natureza, para que quando nós estivermos, né, nessa relação com os outros, seja no plano físico, no plano espiritual, do mundo material com material, do mundo espiritual com espiritual, do espiritual material, do material pro espiritual, seja a relação que for, que possa traduzir a melhor melhor qualidade, o melhor valor, o melhor sentimento, a melhor expressão. Porque todos nós, queridos, somos filhos de Deus e Deus quer o melhor para nós. E quando a gente entende o conceito do amor em ação, que é esse movimento que a caridade nos enseja, estamos todos trabalhando para a construção do mundo melhor. esse mundo de regeneração, esse mundo feliz, esse mundo já perfeito que a gente busca divino aqui na nossa possibilidade, para que nós sejamos efetivamente todos irmãos, formando uma só família e podendo dizer que na minha existência eu me esforcei e procurei fazer o melhor. E se assim merecer, que no plano espiritual eu possa encontrar o resultado do que eu fiz, do que eu deixei de fazer, porque assim será, mas tendo a certeza de que busquei fazer tudo, tudo que estava ao meu alcance e se não consegui realizar tudo, o que eu fiz foi o melhor que eu pude. Então, muito obrigado pelo carinho, pela oportunidade. Que Deus nos abençoe a todos. E nós convidamos a nossa irmã dirigente para já nos prepararmos aqui pro encerramento, né, Rosângela? Nossa gratidão a todos pela atenção, pelo
arinho, pela oportunidade. Que Deus nos abençoe a todos. E nós convidamos a nossa irmã dirigente para já nos prepararmos aqui pro encerramento, né, Rosângela? Nossa gratidão a todos pela atenção, pelo acolhimento. A gratidão é toda a nossa, Geraldo, por trazer esse tema de forma tão leve. Tenho certeza que todos nós absorvemos bem qual o nosso papel nesses entre os dois mundos, né? a nossa imensa gratidão, amigo. Que o Senhor da vida te proteja, te ilumine sempre. Um grande abraço a ti e a todos vocês que aqui nos acompanharam. esteja aqui pela webtv, bem aqueles outros que estão conosco pela TV Manão do Caminho. A nossa imensa gratidão pela generosidade da presença, lembrando sempre, se esse conteúdo nos é importante, se nos esclarece, se nos consola, que possamos ampliar para outras mentes, compartilhando e dando a ênfase necessária para o nosso aprimoramento. Então a nossa gratidão a todos vocês. Lembrando também que todas as manhãs às 7 horas nós nos encontramos aqui na UFCTV ao vivo para começarmos o dia na luz da oração, o nosso momento de reflexão. E todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa de entrevista Somos Todos Imortais. Aguardamos a presença generosa de todos. No mais, a todos, paz e luz. Que tenhamos um bom fim de semana.
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