Mulheres no Espiritismo
com Marina Horbylon
Se eu subo até os céus, sei que ali também te encontro novo. No abismo está minha alma. Sei que ali também me amas. Senhor, eu sei que tu me amas, Senhor. Eu sei que tu me amas. almas, Senhor, eu sei que tu me amas, Senhor. Eu sei que tu me amas, Senhor. Eu sei que tu me sondas, Senhor. Eu sei que tu me sonas, Senhor. Eu sei que tu me sonas, Senhor. Eu sei que tu me sas. Senhor, eu sei que tu me sondas. Senhor, eu sei que tu me sondas, Senhor. Eu sei que tu me sonas, Senhor. Eu sei que tu me somas. que tu me amas. O amor pode ser como o sol nas trevas de alguém. O amor é dar abrigo se a tempestade vem. E quando tudo escuro for e a vida a solidão, o amor vai dominar o coração. O amor nos abre para paz, clareza e conversão. Convida está pertinho a unirmos nossas mãos. E se estiver perdido, sozinho e sem ninguém, o amor te leva ao caminho do bem. Às vezes é como uma flor em perfume e beleza. Às vezes passa pela dor, da força e traz firmeza. Mas ninguém vive sem amor. A gente quer carinho e vê quem nas horas de dou jamais se está sozinho. É o amor às vezes como mar na força e na brandura, como fogo que aquece o frio, pobreza de ternura. Para sempre assim quero viver e meu sonho alcançar, simplesmente para poderos te amar. Às vezes é como uma flor em perfume e beleza. Às vezes passa pela dor, dá força e traz firmeza. Mas ninguém vive sem amor. A gente quer carinho e vê que nas horas de dor jamais se está sozinho. O amor às vezes como mar na força e na brandura, como o fogo que aquece o frio, brisa de ternura. Para sempre assim quero viver e meu sonho alcançar, simplesmente para poder te amar. Alo. Agora sim. Pessoal, boa tarde. Boa tarde também para os encarnados. Sejam todos muito bem-vindos. Obrigado pela presença de vocês. Eh, domingo muito especial. Espero que vocês não se cansem de ouvir isso, né? Mas parabéns pelo dia de vocês, que a gente comemora, né, o Dia Internacional da Mulher. Mas como marido com muito juízo, todo dia é dia da mulher, não é verdade, né, minha filha?
m de ouvir isso, né? Mas parabéns pelo dia de vocês, que a gente comemora, né, o Dia Internacional da Mulher. Mas como marido com muito juízo, todo dia é dia da mulher, não é verdade, né, minha filha? >> A Bia vai estar aqui representando vocês hoje. Kaká pediu desculpas para não poder comparecer. Tentou até o último momento aí, mas não tava se sentindo muito bem. Então a gente vai cantar para ela e ela já prometeu que vai assistir de casa. Então esse domingo também a gente dedica para ela, tá bem? tá chorando. Porque se você tem um Deus >> que cuida de você e jamais te esqueceu, >> ele sabe de tudo que você tá passando >> e mandou te dizer que ele está cuidando. Lembra de onde você veio, aonde que você chegou. >> Lembra de todos os livramentos que você já passou. >> Nem era para você tá aqui. Mas Deus falou assim: >> "Esse aí vou levantar". E onde colocar a mão, eu vou abençoar. >> Não chore, quem cuida de você não dorme. >> Levanta, tem muita gente que te ama. Deus mandou te dizer que vai acontecer. >> Deus mandou te falar que tudo vai passar. Obrigado. Mais uma. Senti que você quer fazer mais uma. É verdade. Quer? Eu faço com você aqui. >> Te ofereço paz. Te ofereço amor. >> Te ofereço amizade. >> Pulso tuas necessidades. Vejo tua beleza. >> Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconheço essa fonte em ti. >> Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. Vamos todos juntos. Te ofereço pai. Vamos, galera. Te ofereço amor. Te ofereço amizade. Te ofereço amizade. Ouo tuas necessidades. Vejo tua beleza. >> Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconheço essa fonte em ti. >> Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. Pessoal, fala obrigado, tá? >> Obrigada. Deus está aqui. Aleluia. Tão certo como a que eu respiro. Aleluia. Tão certo como amanhã quis se levar. tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Jesus, Jesus está aqui. Aleluia. Tão certo como a quem eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta,
. Tão certo como amanhã quis se levar. tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Jesus, Jesus está aqui. Aleluia. Tão certo como a quem eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. O amor, o amor está aqui. Aleluia. Tão certo como a que eu respiro. Aleluia. Tão certo como amanhã que se levanta. Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Fecha os olhos. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar. Para falar com Deus tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você e Jesus dizer: Eu amo você e Jesus dizer: Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar mais. Deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. Gentileza, gentileza, auxílio e perdão. São as preces, são as preces. Sublimes do teu coração, gentileza, auxílio e perdão. Vou fazer uma música hoje. Já fiz ela aqui há muito tempo. Um tempo que a gente não tinha caixa de som, não tínhamos violão elétrico, que eu tocava aqui embaixo com vocês, praticamente andava no meio de vocês aí pedindo pra galera cantar. Para quem não sabe, esse trabalho já tem mais de 20 anos, tá bem? E eu fazia umas músicas assim pro pessoal participar. Então vamos ver se eu consigo cantem comigo, tá bem? Vivemos esperando dias melhores. Dias de paz, dias a mais, dias que não deixaremos para trás. Vivemos esperando o dia em que seremos melhores. Melhores, melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo. Vemos esperando o dia em que seremos para sempre. Vivemos esperando dias melhores para sempre. Dias
erando o dia em que seremos melhores. Melhores, melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo. Vemos esperando o dia em que seremos para sempre. Vivemos esperando dias melhores para sempre. Dias melhores para sempre. Vamos dias melhores para sempre. Dias bem mais uma vez. Dias melhores para sempre. É preciso amarrar as pessoas como se não houvesse. Porque se você parar para pensar, na verdade não há dias melhores, dias vocês. Dias melhores para sempre. Pra gente encerrar, quem entrar aqui não vai entender nada. Dias dias melhores. Ah, muito obrigado. Vocês fizeram um excelente momento para mim. Quem é desse tempo que eu cantava essas músicas aqui? Que bom que vocês continuam aqui, viu? Pai, eu quero te amar, tocar o teu coração e me derramar aos seus pés. Mais perto, mais perto eu quero estar, Senhor, e te adorar com tudo o que sou e te render. Glória, aleluia, aleluia, aleluia. Aleluia. Aleluia. Quando lutas vierem me derrubar, firmado em ti eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó ó Deus. E não importa E não importa onde estiver, no vale ou no monte adorarei. A ti eu canto glória, aleluia, aleluia, aleluia. Senhor, eu preciso do teu olhar, ouvir as batidas do teu coração, me esconder em teus braços, ó Pai, toda minha alma, toda a minha alma deseja te junto Com os anjos cantarei. Tu és santo, exaltado. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Senhor, fazei instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvidas, que eu leve a fé. Onde houver erro que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve à esperança. Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. que é morrendo que se vive para vida eterna. Pra gente encerrar. Ó mestre, fazei que eu procure
do. que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. que é morrendo que se vive para vida eterna. Pra gente encerrar. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. compreender que ser compreendido. Amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive para a vida eterna. >> Boa noite a todos. Boa noite aos nossos irmãos internautas que acompanham nossa reunião pública pelo YouTube. Que alegria poder estar aqui com vocês hoje nessa data tão especial que é o dia internacional do dia das mulheres. Não que todos os dias não sejam, mas hoje esse dia ele foi determinado para que se comemorasse de uma forma diferente. E não poderia ser melhor com essa música que o Betinho cantou. dias melhores. E como nós mulheres estamos precisando de dias melhores, quando nos noticiários nós estamos vendo tantas coisas difíceis de agressão, de feminicídio contra nós. Que esse dia seja um dia de conscientização. Que essas rosas que foram distribuídas a vocês signifique amor e paz. Nós temos a dois avisos para dar para vocês. Um deles é em relação ao brechó que está acontecendo aqui e por isso a saída vai ser feita na porta de madeira. Que todos vocês possem passar lá, olhar as peças e nos ajudar também. O outro aviso é em relação ao grupo de acolhimento Joana de Angeles, que acontece quinzenalmente aqui na nossa casa às terças-feiras às 19:30. Esse grupo ele foi feito com todo o carinho para acolhimento das pessoas que estão em situação de sofrimento, depressão, qualquer sofrimento psicológico. Se vocês souberem, vocês podem convidar. A pessoa não precisa vir todas as terças quinzenais. Ela pode vir quando ela tiver disponibilidade e será muito bem-vinda e acolhida. Agora nós vamos passar ao sorteio dos livros, que são um doado pela federação, que é de uma obra básica, e o outro do livro O Desafio de Viver, que um dos autores é o Rossandro Kinsley. Os números, para quem nunca veio a nossa
sorteio dos livros, que são um doado pela federação, que é de uma obra básica, e o outro do livro O Desafio de Viver, que um dos autores é o Rossandro Kinsley. Os números, para quem nunca veio a nossa casa, está vindo pela primeira vez, está no braço das cadeiras, tá? Número 164. Aqui número 97, ó, aperta aqui. Não, >> ali. >> Pronto. Bom, a leitura de harmonização de hoje é uma mensagem de Meime do livro Luz no Lar, item 22, psicografado por Francisco Cândido Xavier. Oração à mulher, missionária da vida. Ampara o homem para que para que o homem te ampare. Não te conspurgues, não te corrompas no prazer, nem te mergulhes no vício. A felicidade na terra depende de ti, como o fruto depende da árvore. Mãe, seu anjo do lar, esposa auxilia sempre. Irmã, sacrifica-te e ajuda. Mestra, orienta o caminho. Enfermeira, compadece-te. Fonte sublime, se as feras do mal te poluíram as águas, imita a corrente cristalina. que no serviço infatigável a todos, expulsa do próprio seio a lama que te atiram. Por mais te afli a dificuldade, não te confies à tristeza ou ao desânimo. Lembra os órfãos, os doentes, os velhos, os desvalidos da estrada que esperam por teus braços. e sorri com serenidade para a luta. Deixa que o trabalho tja as cordas celestes do teu sentimento, para que não falte a música da harmonia aos pedregosos trilhos da existência terrestre. Teu coração é uma estrela encarcerada. Não lhe apague a luz para que o amor resplandeça sobre as trevas. Eleva-te elevando-nos. Não te esqueças de que trazes nas mãos a chave da vida. E a chave da vida é a glória de Deus. Com essa leitura, eu convido vocês a fechar os os vossos olhos. e abrir os olhos do coração. Eu convido todos que estão aqui, encarnados e desencarnados a sentir as luzes que são derramadas de maneira abundante neste auditório. Luzes e pétalas de rosas brancas. caem de forma leve, sutil, lavando genuinamente o coração daqueles que sofrem, o coração daqueles que sentem angústia no dia de hoje, um dia tão especial, que todas as mulheres possam se sentir
ancas. caem de forma leve, sutil, lavando genuinamente o coração daqueles que sofrem, o coração daqueles que sentem angústia no dia de hoje, um dia tão especial, que todas as mulheres possam se sentir acolhidas, mas que não esqueçamos de maneira nenhuma da nossa condição de humanidade. Queremos ser tanto, queremos ser mães perfeitas, filhas, esposas e muitas vezes nos esquecemos que não temos armadura, que choramos. que no silêncio das noites debruçadas sobre os nossos travesseiros, choramos muitas vezes sem saber como agir como um filho, como melhorar um casamento difícil, mas que Jesus nesse momento derrame sabedoria sobre nós, sobre os nossos homens, sobre os nossos nossos filhos, que nós que temos o dever de educar, eduquemos as nossas crianças para que sejam homens de bem, homens de luz que estejam ao nosso lado, que possamos compreender que juntos somos mais fortes, que possamos criar filhos que serão esposos, irmãos, pais que protejam nossas mulheres, que nossa sociedade receba toda essa luz que está sendo derramada nesse ambiente e que sejamos melhores todos os dias um pouquinho. Lembremos que no momento do nosso planejamento reencarnatório, nós assumimos esse compromisso de sermos mulheres, de sermos amor, luz, esperança, onde quer que estejamos. Que assim seja. É com muita alegria que nós recebemos agora para falar conosco sobre o tema Mulheres no Espiritismo, a nossa irmã Marina Orbilhon, que é trabalhadora da nossa casa e também do Centro Espírita Francisco de Assis. Marina, seja muito bem-vinda e que os anjos de luz te intua bons pensamentos. Boa noite. >> Um feliz dia das mulheres para todos nós. Ao chegar nessa casa hoje, a hora que eu me deparei com a entrega das rosas, me veio uma emoção singular. Então, eu que já devo muito a essa casa, agradeço o convite, me sinto honrada de estar aqui hoje falando no Dia das Mulheres, representando uma das mulheres, né, no meio do espiritismo. Havia uma distinta senhora em uma cidade no interior do estado de Goiás,
e, me sinto honrada de estar aqui hoje falando no Dia das Mulheres, representando uma das mulheres, né, no meio do espiritismo. Havia uma distinta senhora em uma cidade no interior do estado de Goiás, de uma beleza física singular, mas de uma beleza espiritual. estonte e ela era corajosa. Ela chega nessa cidade na década de 60, uma cidade onde era sede de diocés, ou seja, além do padre tinha o bispo. começa então a frequentar o centro espírita que ali já existia. Portando uma perturbação espiritual muito grande, uma vez que era além de espírita praticante médium psicofônica, ela resolve começar um trabalho de assistência aos desfavorecidos. Então ela começa a visitar as casas, os lares, indo atrás do infortúnio alheio. Ela começa a trabalhar voluntariamente em um asilo de idosos mantido pela Igreja Católica da Cidade. Ela não falava de espiritismo ali, respeitava, né, mas falava de Jesus. acontece que ela foi ficando conhecida naquela cidade e aí à medida que ela levava medicamentos, levava médicos para fazer atendimento aos abrigados, levava alimento, levava consolo, ela começou a ser notada. Todos sabiam que ela era espírita, a cidade era pequena. Então chega uma carta do bispo pedindo que ela não ali mais fosse, que ela era uma persona não grata. Esse é um dos preconceitos que nós espíritas passamos. Mas ela não se venceu. Juntou com o grupo e resolveu então construir um abrigo onde cuidassem dos idosos, dos deficientes, dos abandonados, independente da religião. Fundou nessa cidade então um abrigo filantrópico que acolhia qualquer um que ali chegasse. Posteriormente, esse grupo foi se fortalecendo e preocupava essa mulher a quantidade de crianças nas ruas. E ela pensava: "Mas por que que vocês estão na rua?" "Ah, minha mãe foi trabalhar, a gente não tem com quem ficar". A maioria frequentava a escola em um período e no outro período ficavam na rua e a cidade era cheio de meninos de rua. E ela então reúne esse grupo espírita mais uma vez e fala: "A gente precisa
car". A maioria frequentava a escola em um período e no outro período ficavam na rua e a cidade era cheio de meninos de rua. E ela então reúne esse grupo espírita mais uma vez e fala: "A gente precisa fazer alguma coisa. Essas mães precisam ter um mínimo de tranquilidade para trabalharem, levando o sustento. A maioria mães solos ou viúvas ou abandonadas. Começa ali então um trabalho de profissionalização daqueles menores. Como é que era isso? Eles estudavam de manhã, era obrigatória frequentar a escola e no outro período eles iam aprender a trabalhar com agila, fazendo cerâmicas. E essa cerâmica conseguia vender pro Carrefur, para Ló Lerói Merlim, Lojas Americanas. E esses meninos tinham ali reforço escolar, atendimentos médicos odontológicos e ganhavam uma bolsa na época de meio salário mínimo para ajudar no sustento desses lares. Essa mesma mulher vendo a quantidade de crianças com dificuldade de aprendizado, percebendo que a escola convencional não atendia-os porque eles tinham limitações cognitivas numa época que era permitido, funda ainda com esse grupo espírita, uma escola para atender as crianças que não conseguiam estar numa escola convencional. Essa mesma mulher, um dia estando em um desses lugares, percebe que vem em direção a ela um homem que tinha problema mental para além de um distúrbio sexual, vem na sua direção com aquele olhar e com as mãos no intuito de agarrá-la como se ela fosse uma presa. E ela então abraça e fala: "Meu filho, eu te amo como mamãe". E aquele espírito cai de joelhos e chora porque ninguém nunca tinha falado assim com ele com tanto amor. Essa é uma das mulheres espíritas. anonimamente ninguém conhece, mas fez um trabalho espetacular em prol da sociedade. Afinal de contas, nós estamos aqui para quê? Homens, mulheres, para servirmos, para aprendermos a amar como Jesus amou, como ele nos ensinou. Essa mulher era casada, tinha quatro filhos. e nunca deixou que o obstáculo fosse maior do que a vontade de servir. para além dela. Quantas outras anônimas
amar como Jesus amou, como ele nos ensinou. Essa mulher era casada, tinha quatro filhos. e nunca deixou que o obstáculo fosse maior do que a vontade de servir. para além dela. Quantas outras anônimas seguem se esforçando para se educar, para ser melhor, para conciliar os papéis que são muitos, servindo, amando, trabalhando, perdoando. Tem uma outra desse tamanho, deve pesar 40 kg, magra, mas de uma força, de uma coragem. Desenvolve um trabalho na periferia de Aparecida de Goiânia, espetacular, evangelizando crianças, adultos, promovendo assistência material, social. Quando se vê, virou mestre de obras, tá lá coordenando barracões, tentando trazer dignidade num bairro onde existe a extrema miséria, não água tratada, esgoto. Para quem quiser ver, não existe energia. Os barracões muitas vezes de lonas, uma coragem, uma força, uma disciplina. Testemunhando Jesus na medida do que pode, obviamente, como todos nós. Quantas mulheres espíritas, cristãs, amando, servindo e prosseguindo nessa trajetória. Somos seres espirituais, vivendo uma experiência material. Ora, encarnamos como mulheres, ora como homens. Quando mulheres temos a dádiva da cocriação, essa ligação direta com o criador, seja por meio de gerarmos e gestarmos filhos, seja, nas palavras de Amélia Rodrigues, quando no seio embalo a figura de um filho alheio sem receio, dando esse amor indistinto, esse abraço, esse colo, esse consolo, o sustento muito mais do que físico ao nutrirmos por meio da amamentação, mas um sustento que dirige, que só ergue, que orienta. Não poderíamos deixar de falar das muitas mulheres no espiritismo que às vezes alguns conhecem, outras não, mas que merece o nosso reconhecimento exatamente pela coragem que ao longo do tempo conseguiram que não desanimassem, que não deixassem que os preconceitos, as perseguições, as calúnias impedissem que prosseguissem no trabalho, na fé que acreditassem. que é tão estranho, né, gente? Até hoje a gente lidar com isso, com preconceito, é triste, né? Toda religião é boa, desde que ela
nias impedissem que prosseguissem no trabalho, na fé que acreditassem. que é tão estranho, né, gente? Até hoje a gente lidar com isso, com preconceito, é triste, né? Toda religião é boa, desde que ela nos torne melhores. Tudo é caminho que nos leva a Deus. Então, eu vou falar um pouco de Ameli Gabriel Bodet, a esposa do nosso codificador, Alan Kardec, que teve um papel imprescindível na codificação da doutrina dos espíritos. Ela era professora, ele também. Então existia um uma separação muito grande, sobretudo na França, de religião e ciência. Isso explica-se, obviamente, pela quantidade de guerras santas, de perseguições religiosas, eh, da própria inquisição. Então, eh, até hoje, né, é um continente muito difícil de misturar religião com ciência. Então eles eram cientistas, amb os professores. Ele é auxiliar de pestalose e quando eles conhecem os fenômenos das mesas girantes e ele passa a investigá-la e não mais a tratá-la como um mero fenômeno de curiosidade ou de especulação para interesses pessoais, ela dá total apoio para ele e ambos começam a investigar juntos. Ela foi a sua primeira auxiliar, auxiliar de todas as horas. quando ele começa na correspondência, no que a gente chama do critério da universalidade, dos ensinamentos dos espíritos, que foi a forma com a qual a doutrina foi codificada, o que é ele fazia perguntas e mandava para que os médiuns do mundo todo respondesse. O que era uniforme, ou seja, as respostas que eram consonantes, ele separava das que divergiam. E foi com base nessas respostas que a gente tem a codificação de O Livro dos Espíritos, o livro base da doutrina dos espíritos. Então vocês imaginam a quantidade de correspondência que eles recebiam e ambos trabalhavam para o próprio sustento e iam ler essas correspondências, iam estudá-las, iam analisá-las, iam catalogá-las o quanto eles trabalharam. A gente precisa trazer essa história pra gente valorizar o trabalho do outro, porque a gente pega tudo pronto e aí a gente acha difícil, acha difícil ler, acha difícil
á-las o quanto eles trabalharam. A gente precisa trazer essa história pra gente valorizar o trabalho do outro, porque a gente pega tudo pronto e aí a gente acha difícil, acha difícil ler, acha difícil a linguagem. Então, ela foi essa companheira da primeira hora que, inclusive, após o desencarne de Kardec foi quem deu continuidade ao estudo, a obra, a a manutenção da sociedade espírita, Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas ali. Então, com certeza, se nós temos a doutrina dos espíritos hoje, a gente deve a Ameli Gabriele Bodet. Para além dela, as médiums que trabalhavam Lico Kardec nas primeiras reuniões mediúnicas eram as mulheres, duas irmãs de 14 e 16 anos, Júlia e Caroline. Tivemos ali a senhora Plenemazon, Jafer. Tem um filme do Allan Kardec que conta bem isso. Então, é um movimento que desde o início teve a presença de mulheres, de mulheres que muitas vezes eram vítimas de calúnias, eram chamadas de comediantes, de loucas. Porque segundo Dr. Bezerra de Menezes, no livro A loucura sobre o novo Prisma, ele escreveu vivo. Então, ele usa um pseudônimo de Max. Ele fala que a grande maioria dos internos nos hospitais psiquiátricos mais não são do que obsidiados. Quem são os obsidiados? São nós. Somos nós, os espíritos sofredores, que ainda erramos tanto e que sintonizamos com afetos ou desafetos de outroras. E a nossa consciência nos cobra o reajuste com as leis divinas. Então, quantas foram internadas, tidas como loucas, enquanto que eram médiuns, médiuns precisando ser educadas. Depois caminhando, chegamos aqui ao Brasil e tivemos tantas, tantas, tivemos Ana Prado, que nasceu no Amazonas, mas desenvolveu e educou e trabalhou a mediunidade no Pará, uma médium portadora de fenômenos físicos, efeitos físicos e que também foi muito vítima de preconceito, comediante. Ana Prado chegou a ser apedrejada na rua. Olha aondde o preconceito nos leva. Estava ali dando passividade mediúnica e não deixou todas essas, né? Não deixaram que qualquer interferência externa afetasse.
Prado chegou a ser apedrejada na rua. Olha aondde o preconceito nos leva. Estava ali dando passividade mediúnica e não deixou todas essas, né? Não deixaram que qualquer interferência externa afetasse. E aí é o diferencial dessas grandes almas é o tamanho da resistência moral delas. suportam, suportam com coragem, com coerência, com vontade, com fidelidade a Jesus, o que acredita, porque a gente não trabalha para ninguém, a gente trabalha para Jesus. Qualquer trabalho voluntário que a gente faz em qualquer viés religioso, a gente trabalha para Jesus, é para ele que a gente presta contas. Então, a opinião externa não pode afetar, não deve. Ana Prado, depois tivemos Gama, que foi tão importante pro movimento feminino institucional no próprio Brasil, foi uma das que eh escreveu sobre os direitos femininos, o direito ao voto, o direito ao divórcio. era também médium, se tornou espírita, recebeu uma psicografia direto de Kardec, incentivando a estudar a mediunidade, a educá-la, porque essas mulheres que tinham voz, elas precisavam também falar da imortalidade da alma. escreve um romance do espírito Víor Hugo e continua também trabalhando até o desencarne. A Nália Franco, a dama da educação brasileira. Tivemos aí Ivone do Amaral Pereira, a maior médium que se tem notícia, sobretudo aqui no Brasil, também vinda de uma infância muito pobre, né? Muito sofrida, vítima de uma vítima não, né? foi acometida por uma catalepsia quando tinha 30 dias de vida. Foi considerada morta por 6 horas. Depois, quando já tava ali no velório, a mãe nunca acreditou que ela tivesse realmente morrido. E a mãe orando por Maria, mãe de Jesus, a neném acorda chorando. Depois, mais velha, outro episódio de catalepsia, até que entende então que se tratava de uma mediunidade que precisava ser educada. Temos aí 20 obras da lavra de Ivone do Amaral Pereira de extremo teor, conteúdo, de excelência espírita. Ela tinha todos os tipos de mediunidade que se tem notícia, todos. E uma vida tão difícil, tão difícil.
20 obras da lavra de Ivone do Amaral Pereira de extremo teor, conteúdo, de excelência espírita. Ela tinha todos os tipos de mediunidade que se tem notícia, todos. E uma vida tão difícil, tão difícil. A ponto a Ivone tava em casa na casa de uma de uma famíar em Juiz de Fora, porque ela morava no Rio e ela é jogada em direção a um portão, quebra o braço e ela escrevia psicografia para ela, para que ela não conseguisse psicografar. Então, estou a narrar episódios que atrapalham a vida física, né? quebrou um braço para que ela não conseguisse psicografar. Adivinha o livro Memórias de um suicida? O livro que ficou por 30 anos guardado até que a Federação Espírita Brasileira autorizasse a sua publicação em razão do detalhamento que o espírito de Camilo Castelo Chaves narra do desencarne pós suicídio. E o mais bonito não é a primeira parte, a segunda que mostra o acolhimento e o consolo de Maria, mãe de Jesus, com cada um dos que suicidam. Por quê? Porque o amor cobre a multidão de pecados. Não há dor que dure para sempre. Não há desespero, não há males, não há tormento que dura para sempre. E a misericórdia divina é tão infinita, tão infinita, que é Maria, mãe de Jesus, que socorreu Judas após suicidar, que socorre a todos. Por quê? Porque somos mais frágeis do que perversos. A gente ainda erra muito mais por fragilidade do que por maldade. A gente sabe o que é certo, mas algo em nós ainda nos impulsiona ao erro. Então, Joana deângeles, que é uma grande mulher espírita desencarnada, vem nos falar que devemos eleger, educar a mente, disciplinar a vontade, eleger valores corretos que nos conduzirão a uma vida feliz. Esse espírito que desde a época de Jesus foi Joana de Cusa, já tive oportunidade inclusive de falar sobre ela aqui, mártir das primeiras horas testemunhando Jesus, a grandiosidade desse espírito que viu um filho sendo queimado e os verdugos falando: "Abjura, abejura o Cristo. O filho pede, mamãe abejura". E ela fala: "Meu filho, você não sabe o que está dizendo".
grandiosidade desse espírito que viu um filho sendo queimado e os verdugos falando: "Abjura, abejura o Cristo. O filho pede, mamãe abejura". E ela fala: "Meu filho, você não sabe o que está dizendo". E o Verdugo fala: "Foi isso que o seu Cristo te ensinou a ver seu filho morrer na cruz queimado?" E ela fala: "Não, muito mais do que isso. Ele também me ensinou a te amar". As labaredas sobem e é o próprio Jesus que coloque a mão no seu ombro e fala: "Vem, Joana, vem. A sua hora chegou. São tantos casos, tantos relatos, tantos exemplos. A literatura é vasta. Basta que queiramos nós alimentarmo-nos delas para que esses exemplos possam nos fortalecer moralmente, nos encorajarmos para que a gente não deixe que a preguiça, que o desânimo nos paralise o medo. Há tanta dor, há tanto sofrimento, há um clamor nas ruas. Para todo lado que a gente olha tem dor de todos os tipos. E não há nada que a gente não possa fazer. A gente sempre pode que seja um sorriso, que seja um abraço, uma palavra de consolo, de encorajamento, que possamos ir atrás dos infortúnios ocultos. Essa mesma senhora que eu comecei a contar no início da fala narra que os dias de muitas chuvas ela pensava: "Meu Deus, as famílias estarão ensopadas, as casas goteira naquele único colchão, na única coberta, uma mãe com seis, sete filhos e alguns sempre com deficiência ou com uma doença grave e ela disse que não dormia pensando Eu preciso fazer alguma coisa. E aí juntava o grupo, os amigos ia pedindo, conseguia fazer uma casa melhor, arrecadava um colchão, uma blusa de frio. Hoje nós temos as redes sociais, a gente consegue ajudar muito fácil e a gente acha difícil ou a gente sequer olha, sequer a gente tem a consciência de olhar pro lado e pensar, pode ter alguém sofrendo aqui perto de mim. ou longe. Então, a gente precisa desenvolver esse olhar de sairmos do nosso egocentrismo, egolatrismo, egoísmo, para que possamos ir atrás. os asilos, as pessoas querem falar, a gente pode ouvir as creches, os hospitais, os sanatórios,
senvolver esse olhar de sairmos do nosso egocentrismo, egolatrismo, egoísmo, para que possamos ir atrás. os asilos, as pessoas querem falar, a gente pode ouvir as creches, os hospitais, os sanatórios, os moradores de rua, a periferia. Esse outro caso que eu contei da periferia de Aparecida é meia hora daqui, ó, da federação. Quanta dor, quanta dor. Uma senhora de 70 anos criando a bisneta com vitligo, morando, eu não sei de metragem, mas assim, talvez 2 por 2, 3 por tr o barracão. Nunca tiveram vaso. Faz as necessidades físicas na Terra. Aqui meia hora de onde nós estamos. Há muita dor, há muito sofrimento, há uma falta de um mínimo, porque a gente não fala nem dignidade, não tem um mínimo. Temos então ainda o espírito de Meimei, autora do texto lido pela Keila no início, Irma de Castro Pereira, conhecida como Meimei, o apelido dado carinhosamente pelo seu marido, Arnaldo Rocha. onde ambos desenvolveram um trabalho incrível também de parceria com Chico Xavier, ela já desencarnada, o marido encarnado. E por meio da psicografia de Chico temos inúmeros poemas e histórias também desse espírito de scol que vem iluminar as nossas consciências. Temos Sueli Caldas Schuber, desencarnou há pouco tempo, grande estudiosa da mediunidade, também portadora de inúmeras delas, uma pessoa que palestrava muito bem, mas tinha uma autoridade moral, um convencimento, estudava muito e tinha a autoridade moral, porque tem diferença, né, a gente falar e a gente falar fazendo. A vibração é outra. É isso que dá autoridade moral. O que que é autoridade moral? É o que nos protege. A autoridade moral é o que faz, não sei se quantos aqui viram o filme do Divaldo, é o que faz um espírito que 40 anos o perseguia e o torna benfeitor. E a gente só convence os desafetos de outrora por meio do amor e da nossa transformação moral. Quantos de nós, quantos de nós temos a oportunidade do refazimento todos os dias? Cada dia, todos nós, na verdade, a cada dia é um motivo para recomeçarmos, para trilharmos novos caminhos, para
moral. Quantos de nós, quantos de nós temos a oportunidade do refazimento todos os dias? Cada dia, todos nós, na verdade, a cada dia é um motivo para recomeçarmos, para trilharmos novos caminhos, para prosseguirmos. Temos o espírito de Alta de Souza, temos inúmeros, inúmeras mulheres espíritas aqui em Goiás. A tia Abel, não sei quantos foram evangelizados aqui nessa casa, mas a tia Abel foi pioneira no trabalho de evangelização espírita no estado de Goiás. Escreveu livros, músicas e uma grande espírita de todas as horas também. Então, nós temos inúmeras mulheres no espiritismo que, se a gente for pegar o que que elas têm em comum? uma coragem admirável, uma estrutura, como elas são estruturais nos trabalhos. Sabe a hora de ser firme, mas sabe a hora de consolar, sabe a hora de cobrar, mas sabe a hora também de acalmar, de sustentar, de encorajar. Esse é o papel nosso, não é? aonde com quem estivermos, sermos a estrutura, sermos o amor, estamos na situação de cocriadoras. E André Luiz, no livração e reação, o espírito de Silas vai falar algo mais ou menos assim, que o amor feminino tem todo o respeito perante a divindade, porque a gente é capaz de renúncias. E aí a Joana fala uma frase que eu fico sempre me martela muito porque eu ainda não consigo. Ela fala que o amor é a capacidade da renúncia sem frustração. Muitas de nós conseguimos renunciar a vários papéis, a várias situações, mas com ou sem frustração. Então é uma busca, é uma meta. O amor é a capacidade de renúncia sem frustração. E quando a gente olha Ivone do Amaral Pereira, uma vida de entrega 100%. A própria Sueli, Joana de Angeles, Alta de Souza e tantas quantas essas anônimas vivendo e fazendo e esforçando. E aí quando Jesus escolhe os apóstolos, ele não escolhe ninguém perfeito, não é? A gente reconhece em cada um deles um monte de limitações que são nossas. E por que que Jesus faz assim? Porque ele conhece aonde a gente vai chegar. Ele sabe quem nós somos hoje e aonde a gente pode chegar. E foi por isso que ele escolhe Judas.
e limitações que são nossas. E por que que Jesus faz assim? Porque ele conhece aonde a gente vai chegar. Ele sabe quem nós somos hoje e aonde a gente pode chegar. E foi por isso que ele escolhe Judas. sabia que ia trair. Ele escolhe Pedro, sabia que ia negar, era impulsivo. Ele escolhe Mateus, que era pegada a matéria, custava muito dinheiro. E por quê? Todos eles se transformaram moralmente depois da crucificação. Maria de Magdala, o maior exemplo de conversão moral cristã. Não importa o que já fomos, o que já fizemos, para onde queremos ir, aonde queremos chegar, o futuro está nas nossas mãos. Então, o que eu escolher, os valores morais corretos que eu eleger hoje me conduzirão a uma vida feliz. Cabe a mim esse esforço de educar a mente, disciplinar a vontade, de ir atrás. E a gente só chega a Deus por meio do outro, por meio do próximo. Por isso, devemo-nos amarmo-nos uns aos outros como eu vos amei. É o primeiro mandamento. E o exemplo que essas mulheres espíritas, mulheres no espiritismo nos deixam, é um legado de força, de resiliência, de coragem, de fé, de amor, de perseverança. Porque todas nós temos, todos nós temos os dias difíceis, todos temos os dias que não queremos, que estamos desanimados, que estamos desequilibrados, todos sem exceção. Mas reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz em se educar, em se moralizar, em ser melhor todos os dias. Qual é o tanto de esforço que nós estamos fazendo? Será que nós na década de 60 suportaríamos as perseguições? Hoje ela é mais sutil, ela é velada, né? Mas as perseguições da forma que eram violentas, ofensivas, discriminatórias, humilhantes, testemunhar Jesus na época dele era dar a vida por ele nos circos. Testemunhar Jesus hoje é o quê? Sermos a transformação moral que a gente espera. Então, o processo em que pese ser coletivo, ele começa em cada um de nós. Nós precisamos sermos melhores. Não é o outro, somos nós. Inclusive nós mulheres temos a ilusão e a pretensão que vamos salvar alguém, principalmente
e pese ser coletivo, ele começa em cada um de nós. Nós precisamos sermos melhores. Não é o outro, somos nós. Inclusive nós mulheres temos a ilusão e a pretensão que vamos salvar alguém, principalmente os filhos. Nós não temos esse poder. Com muito esforço, com muita coragem, com muita vontade, a gente se salva e por meio do nosso exemplo, a gente pode ou não auxiliar os que convivem conosco. E lembrando que os maiores desafios são dentro de casa, né, a família, que não por um acaso reencarnamos juntos. Para quê? para apararmos as arestas, superarmos as dificuldades e prosseguirmos. Que bênção, que bênção que é podermos nessa vida ou termos nascido de uma mulher ou sermos mulher, ou termos filhas mulheres, porque a gente sabe que é o elo de ligação direto com Deus. É por meio dela que temos a vida, né? Por mais que a ciência avance, graças a Deus, né? O espiritismo, caminhe com a ciência ainda precisa da mulher pra gente ter a vida. Então, que essa sensibilidade que nos liga direta ao criador possa ser educada para que ela seja instrumento de alívio, de consolo, que seja o sopro divino a consolar, a orientar e a amparar a todos que cheguem para nós, inclusive o atormentado mental. Porque em cada ser humano que aparentemente parece perverso, existe dor. E por pior que pareça, o que mais ele está querendo mostrar é o tamanho do sofrimento. Sempre que a gente vê maldade, em qualquer aspecto, por trás dessa maldade tem dor, tem sofrimento. E a gente pode sempre emitir amor, doar amor e assim nós vamos evitando os julgamentos. Curiosamente ou não, eu trouxe um texto para ler no final e é o mesmo texto que a nossa irmã leu no começo, mas como eu acho que não existe o acaso, vale a pena eu ler pra gente fixar. Então vamos lá. À luz da oração de Meimei, missionária da vida, ampara o homem para que o homem te ampare. Não te conspur no prazer, nem te mergulhes no vício. A felicidade na terra depende de ti, como o fruto depende da árvore. Mãe, seu anjo do lar, esposa, auxilia sempre.
omem para que o homem te ampare. Não te conspur no prazer, nem te mergulhes no vício. A felicidade na terra depende de ti, como o fruto depende da árvore. Mãe, seu anjo do lar, esposa, auxilia sempre. Companheira, acende o lume da esperança. Irmã, sacrifica-te e ajuda. Mestra, orienta o caminho. Enfermeira, compadece-te. Fonte sublime, se as feras do mal te poluírem as águas, imita a corrente cristalina que, no serviço infatigável a todos, expulsa do próprio seio a lama que lhe atira. Por mais te afli a dificuldade, não te confies à tristeza ou ao desânimo. Lembra os órfãos, os doentes, os velhos e os desvalidos da estrada que esperam por teus braços e sorri com serenidade para a luta. Deixa que o trabalho tangas celestes do teu sentimento, para que não falte a música da harmonia, aos pedregosos trilhos da existência terrestre. Eleva-te elevando-nos. Não te esqueças de que trazes nas mãos a chave da vida, porque a chave da vida é a glória de Deus. Então, muito obrigada a todos. Um feliz dia das mulheres mais uma vez e que sejamos a melhor versão que a gente puder, ora no sexo masculino, ora no feminino, porque sabemos que existe essa alternância, porque temos o que aprender em ambos os papéis, ambos extremamente dignos. Então, que os exemplos dessas mulheres possam nos fortalecer e nos conduzir, sobretudo nos dias difíceis. Muita paz. Todos os dias a gente percebe que realmente não existe coincidência nas leis de Deus, mas providência, né? A leitura foi a mesma. Isso quer dizer que nós precisávamos ouvi-la hoje mesmo. Marina, muito obrigada. pela sua palestra tão esclarecedora e com tanto amor, viu? Nós vamos passar agora nesse momento pro momento do passe. Nós convidamos os nossos irmãos médiuns para que façam a preparação. Lembrando mais uma vez, obrigado pela paciência de vocês sem Kaká hoje e fazer essa música, eu peço que vocês me ajudem com as vezes da Kaká, tá bem? Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser.
e fazer essa música, eu peço que vocês me ajudem com as vezes da Kaká, tá bem? Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito ser. Tua palavra, tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto as dores da alma que quer nascer. Eu ouvi tu a voz teu falar me encantou que segui caminhar que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor seren palavra me sona, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma. que quer nascer. Eu ouvi tua voz teu falar me encantou que segui caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui min serenou. Queridos amigos, então vamos respirar profundamente. ente nos fortalecendo em nossos corações e mentes, sentando confortavelmente, mentalizando a luz do mestre amado Jesus sobre nós, nos trazendo paz, calma, fé e esperança. aos nossos corações e que o Mestre Jesus com seu olhar benigno possa nos curar nesse instante das dores, da alma e do corpo, nos tornando melhores do que antes, nos abençoando sempre e amparando nas provas. as da vida e que todos que estiverem aqui encarnados e desencarnados, os nossos familiares onde estiverem, que possa receber também, Senhor, essa vibração de amor e cura do mestre querido. onde estiver um leito de dor neste planeta, Senhor, no mundo físico, espiritual, que o Senhor possa acudir, nos amparar hoje e sempre. Agradecemos também, Senhor, pelo ar que respiramos, pelo sol que nos ilumina, pela água que nos decedenta. Pedimos, rogamos a nossa mãe maior, a mãe de Jesus, a mãe santíssima, que nos cubra com seu manto sagrado e a todas as mulheres deste mundo físico ou do mundo espiritual, onde estiver necessitando desse amor, dessa bênção. Pedimos. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós
esse amor, dessa bênção. Pedimos. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa passagem. Que assim seja. Graças a Deus e a Jesus. Vamos em paz, querido. Lindo, lindo, lindo és. Glória, glória eu te dou, Jesus. Jesus, lindo, lindo, lindo és. Glória, glória eu te dou, Jesus. Jesus, só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero
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