Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?
Com Marina Horbylon
Senhor, fazei-me instrumentos de vossa Vossa paz. Onde houver ódio, >> onde leve o amor. >> Onde houver ofensas, >> leve o perdão. Onde houver des a união. >> Onde houver dor, que eu erreue a fé. Onde houver ero, leve a verdade. >> Onde houver um desespero, que leve a esperança. >> Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Mestre, fazei que eu procure mais. Consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido. Amar que ser amado, pois é dando que se é perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive para a vida eterna. Uh. Jesus, o silêncio da prece, teus irmãos a tientos para aliviar um pouco as aflições, Senhor. Enxai nosso pronto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença envolver nossos corações. Por isso vem Jesus. Jesus não silenciou para si. Meus irmãos, a ti pedem vós para aliviar aflições. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença envolver nossos corações. Por isso vem Jesus e vir ao teu encontro queremos te seguir >> e afastar o mal da terra e acabar de com a terra e caminharmos juntos e ir ao teu encontro. Queremos te seguir >> e afastar o mal da terra e acabar de ver sua guerra e caminharmos juntos Como estiveres agora o nosso bom Deus te guarde como estiveres pensando. Nosso bom Deus te use. Onde te encontres na vida que Deus te humilhe com quem esteja seguindo nosso Senhor te guia. O que fizeres tu, sou bom Deus que força te amar e em cada amor de Deus irá te abençoar. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Paz no céu, na terra onde for, em tudo que me acontece encontro o teu amor. Já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É. Impossível te encontrar. É impossível fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti teu ideal. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Estás no céu, na terra onde vou, em tudo que me acontece encontro o teu amor. Já não se pode mais deixar de crer no
ontrar. É impossível não fazer de ti teu ideal. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Estás no céu, na terra onde vou, em tudo que me acontece encontro o teu amor. Já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito se tua palavra sonda me conta de um reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto às dores da alma que quer renascer. Eu ouvi a tua voz. Eu falei de seguir caminhar, de saber onde vou. Eis o que minha dor serenou. Um sentimento me ronda não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito se. Tua palavra me sonda, me conta de um reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Eu falar me cantar. Quero seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me dor serenou. Eis que mostre caminho So modo excelente, um caminho de amor, de amor. Um caminho de amor. Ainda que eu tivesse a mensagem de Deus. Se não tiver amor ou amor, se não tiver amor, ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, amor. Não tiver amor. >> Tendo a fé que transporta os montes, conhecendo a ciência, os mistérios. Se em nós não existisse o amor, nada disso se compartaria. Se não fosse o amor, o amor, se não fosse o amor, o amor se não fosse o amor. Ao ano em Carvanaú, a casa de Pedro tão simples, casinha comum, se enchia de paz, repas de luz, ouvindo as palavras eternas do Mestre Jesus. Vou me imaginar sentado ali entre João, Pedro, Tiago, André e Levi. A beira do lobo de Genesar. Lançando na alma para sempre sementes de fé. E eu tão criança
vindo as palavras eternas do Mestre Jesus. Vou me imaginar sentado ali entre João, Pedro, Tiago, André e Levi. A beira do lobo de Genesar. Lançando na alma para sempre sementes de fé. E eu tão criança ainda naquele lugar, quem sabe Jesus me levasse para passear no quintal da casa. Casa de Pedro, a luz do lar, sentindo a brisa da noite, o perfume do mar dissesse para mim: "Já é horra de novo no seu evangelho no lar". A gente se encontra de novo no seu evangelho no. >> Boa noite a todos, sejam bem-vindos. Boa noite. Queríamos cumprimentar também os nossos amigos internautas que estão com a gente agora nesse momento. Agradecer a Emilio Adones pela alegria cristã que tanto acolhe e aquece os nossos corações. Muito obrigado, amigos. Foi lindo, né? Bom, na noite de hoje queria dar os recados para vocês. Eh, nós temos os trabalhos da casa, parece que andar perguntando sobre os trabalhos. Então, quem quiser saber de trabalho, de voluntariado, de como fazer parte, de como trabalhar na casa, pode procurar a gente no final da reunião pública, tá? Ou nós vamos estar com a camiseta ou com crachá e para esclarecer todas as dúvidas de vocês, tá bom? Quem está vindo na casa pela primeira vez? Bom, sejam sempre todos bem-vindos. Qualquer dúvida estamos aqui. E nós temos também o mural lá fora, tá? Com todas as atividades da casa, tá certo? Queria lembrá-los do festival de sorvete que tá chegando dia 18. Quem não comprou ainda o ingresso, nós temos aqui para vender, tá? Então venham, tragam a família, tragam os filhos, os netos. É um momento nosso da casa, é um momento de confraternização. Muitas vezes a gente chega aqui cansado do trabalho, senta, se aquieta, harmoniza, mas quando termina a gente só quer ir embora muitas vezes para casa, né? Porque amanhã ainda é dia útil. Então esse é o momento pra gente estar junto e pra gente confraternizar, tá? Então sejam sempre todos bem-vindos, tá bom? E lembrá-los também que nós vamos ter o show do Gan esse final de semana. Coloca para mim,
o momento pra gente estar junto e pra gente confraternizar, tá? Então sejam sempre todos bem-vindos, tá bom? E lembrá-los também que nós vamos ter o show do Gan esse final de semana. Coloca para mim, Rafa, por favor. Espelho de você. É lindo esse espetáculo. Vale a pena. São duas sessões, uma às 18:30 e a outra 20:30 no sábado, tá? Vale realmente muito a pena assistir, tá bom? Ainda dá tempo de comprar o ingresso e ainda dá tempo de participar, tá bom? E vamos fazer o sorteio do livro. O livro é Família, Vida e Paz aqui da Fé Ego, tá? Sempre o livro estará disponível na nossa livraria aqui da FEGO, com preço bom pra gente ler, pra gente ter na nossa biblioteca, tá bom? Número 47. Lembrando que o número está na prece que vocês receberam hoje e vai também com a pomada do vovô Pedro. Parabéns. Boa leitura. Bom, agora eu chamo paraa leitura e paraa prece a nossa amiga Soninha. Boa noite, meus irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Eu trouxe aqui pra gente uma leitura do livro Fonte Viva pelo espírito Emanuel na psicografia de Francisco Când Xavier. A lição 88, Caindo em si, faz o comentário de um versículo do evangelho de Lucas, capítulo 15, caindo, porém, em si. Esse pequeno trecho da parábola do filho pródigo desperta valiosas considerações em torno da vida. Judas sonhou com o domínio político do evangelho, interessado na transformação compulsória das criaturas. Contudo, quando caiu em si, era demasiadamente tarde, porque o divino amigo fora entregue a juízes cruéis. Outros personagens da boa nova, porém, tornaram a si a tempo de realizarem salvadora retificação. Maria de Magdala pusera a vida íntima nas mãos de gênio perversos. Todavia, caindo em si sob a influência do Cristo, observa o tempo perdido e conquista a mais elevada dignidade espiritual por intermédio da humildade e da renunciação. Pedro, intimado ante as ameaças de perseguição e sofrimento, nega o mestre divino. Entretanto, caindo em si, ao se lhe despertar o olhar compassivo de Jesus, chora amargosamente
dade e da renunciação. Pedro, intimado ante as ameaças de perseguição e sofrimento, nega o mestre divino. Entretanto, caindo em si, ao se lhe despertar o olhar compassivo de Jesus, chora amargosamente e avança resoluto para sua reabilitação no apostolado. Paulo confia-se a desvairada paixão contra o cristianismo e persegue furioso todas as manifestações do evangelho nascente. No entanto, caindo em si, perante o chamado sublime do Senhor, penitencia-se em seus erros e converte-se num dos mais brilhantes colaboradores do triunfo cristão. A grande massa de crentes de todos os matizes, nas mais diversas linhas da fé. Todavia, reinam entre elas a perturbação e a dúvida, porque vivem mergulhados nas interpretações puramente verbalistas da revelação celeste, em gozos fantasiaístas, em mentiras na hora carnal, ou em mantados à casa da vida a que se prendem desvairados. Para eles, a alegria é o interesse imediatista satisfeito, e a paz é a ascensão passageira de bem-estar do corpo, de carne, sem dor alguma, a fim de que possam comer e beber sem impedimento. Cai, comudo, em ti mesmo, sob a bênção de Jesus, e transferindo-te então da inércia para o trabalho incessante pela tua redenção, observarás surpreendido como a vida é diferente. Então, meus irmãos, vamos nesse momento unir os nossos pensamentos, trazendo a figura amorosa de Jesus a nos envolver, rogando a esse nosso mestre que esteja conosco nesse momento. Mestre amado, aqui nós nos reunimos, Senhor, mais uma vez seguindo o teu chamado de trabalhar em favor da divulgação do seu evangelho, te pedindo, mestre, que nos envolva com as bênçãos da paz, da serenidade, nos amparando e nos fortalecendo nas nossas dificuldades para seguirmos a nossa jornada de aprendizado e nessa escola abençoada que aqui nos encontramos, nós nos sentimos, Senhor, agraciados pelo teu amparo e pela tua boa boa vontade para conosco. Pedimos, Senhor, que todas essas bênçãos que aqui nós recebemos, nós possamos irradiar através dos nossos pensamentos, dos nossos bons
raciados pelo teu amparo e pela tua boa boa vontade para conosco. Pedimos, Senhor, que todas essas bênçãos que aqui nós recebemos, nós possamos irradiar através dos nossos pensamentos, dos nossos bons sentimentos, a todas as pessoas que trazemos nos nossos corações, a todos os nossos irmãos que estão em aflição, em dor, em enfermidade, em sofrimento. nós também possamos emanar para os nossos lares as vibrações de paz, envolvendo os nossos familiares e, enfim, Senhor, que nós possamos nos irmanar com os teus sentimentos de amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. E que nós possamos nessa noite, Senhor, preencher os nossos corações com o teu amor que é capaz de nos transformar, de nos amparar para que nós possamos seguir amando e aprendendo, servindo em Teu nome. que o Senhor possa inspirar a nossa palestrante da noite e ela possa, Senhor, trazer a mensagem do seu evangelho aos nossos corações e que a tua paz esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos. Nós vamos convidar a nossa palestrante da noite, já é conhecida nossa, muito querida, Marina Orbilon, uma criatura espetacular. E ela vai falar para nós hoje sobre um citação do Evangelho de Jesus, onde ele diz: "Quem é minha mãe? Quem são os meus irmãos?" Que está no capítulo 14 de O Evangelho Segundo Espiritismo. Seja bem-vinda, Marina. Boa noite. Tô falando alto, né? É bom que acorda. Eh, para mim é sempre motivo de muita alegria poder estar nessa casa, a qual particularmente eu devo muito. Então, conforme a Soninha disse, o tema é: Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Esse tema está no Evangelho de Mateus. Lucas e Marcos. Nós vamos usar como base Mateus capítulo 12 versículos 46 a 50. E aí depois é desdobrado em um Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 14, itens 5 a 7. O Evangelho Segundo o Espiritismo foi o terceiro livro publicado da codificação espírita no ano de 1864 e é o livro responsável pela parte moral doutrinária evangélica. E o que que é isso? A doutrina dos espíritos é uma
o Espiritismo foi o terceiro livro publicado da codificação espírita no ano de 1864 e é o livro responsável pela parte moral doutrinária evangélica. E o que que é isso? A doutrina dos espíritos é uma doutrina cristã. A nossa base é o evangelho de Jesus. A gente estuda o Antigo Testamento, o considera, mas o nosso foco é o Novo Testamento. Foram os três anos de apostolados vivenciados por Jesus. Então o Evangelho começa no capítulo primeiro falando: "Não vim destruir a lei, onde os espíritos da codificação desenvolvem um raciocínio de complementariedade." O que que é isso? Moisés traz os 10 mandamentos, a lei judaica, trazendo ali a primeira noção de monoteísmo, de rigor, de um código moral de conduta pro povo da época. Passaram-se quase 1200 anos, mais ou menos. Vem Jesus falar do amor, porque já houvera um amadurecimento espiritual e a população já estava preparada para ouvir um pouco mais. E aí, depois de 17 séculos, vem a doutrina dos espíritos também esclarecer, interpretar já sob a ótica do espírito imortal toda a mensagem trazida por Jesus, por Moisés. E essa passagem é um exemplo disso. Essa passagem vai nos falar sobre honrar pai, mãe, que é um mandamento mosaico, o quarto. Depois Jesus fala sobre isso. Nós vamos falar disso aqui. E o Evangelho Segundo o Espiritismo também, dando a interpretação dos espíritos, nos dando a certeza dessa complementariedade. Então, o espiritismo realmente não vem eh destruir a lei, não vem trazer uma nova verdade, nada disso. Ele vem complementar os ensinamentos, mas agora com o vé da interpretação da imortalidade da alma. O que é isso? Que a vida continua. que nós somos seres espirituais vivendo uma experiência material, mas a nossa essência é de espírito. A nossa vida real é a de espírito. E a experiência terrena é uma experiência transitória, efêmera, frágil e muito breve. Por quê? Para a doutrina dos espíritos, o sentido da vida é a evolução. Nós estamos aqui para progredirmos, para sermos melhores todos os dias. para vencermos a nós mesmos, educando os
e muito breve. Por quê? Para a doutrina dos espíritos, o sentido da vida é a evolução. Nós estamos aqui para progredirmos, para sermos melhores todos os dias. para vencermos a nós mesmos, educando os vícios que nos atormentam e potencializando as virtudes que nos é familiar. Então, quando a gente reencarna, a gente tem aqui um propósito, uma missão, que é a de evoluirmos. E para isso a gente precisa se autoconhecer, identificar as nossas mazelas e nos esforçarmos verdadeiramente todos os dias por educá-los. Entrando especificamente no tema, Jesus houvera acabado de proferir aquelas sete parábolas, acabado de curar o endemoniado de Gadera, Gadara. E ele então vai para a região da Galileia, a cidade de Cafarnaum. Quando ele chega, a população está muito eufórica e ele entra na casa de Simão Pedro para se alimentar e as pessoas quase que invadem ali o recinto. Naquele momento, Maria, a sua mãe, que morava em Jerusalém, que era bem perto dali, chega até ele. Quando ela vê a multidão, ela não entra, pede que avisem a ele que ela queria falar com ele pessoalmente. E aí ele responde: "Quem é a minha mãe? Quem são os meus irmãos?" Na passagem do Evangelho de Mateus, narra-se que ela estava acompanhada dos seus irmãos. E aí eram irmãos por parte de pai. José era viúvo quando casou com Maria. E aí esse ensinamento chega para muitos como uma estranha moral, né? Como se ele estivesse a tratando com indiferença, a renegando, enquanto que na verdade o que ele estava lhe querendo ensinar era sobre o amor universal. A preocupação de Maria foi porque há pouco tempo Jesus tinha acabado de curar o cego de Betesda. Quem assistiu o seriado The Chosen, essa cena é belíssima. Ele ficava de frente a um poço e tinha uma profecia que quem pulasse primeiro a hora que o poço, a água subisse, obti obtinha a cura. E ele sempre tentava, o cego, não, me desculpe, era o paralítico. Ele tinha uma deficiência física, as pernas, né, ele arrastava. E aí, eh, ele sempre tentava e nunca conseguia pular
i obtinha a cura. E ele sempre tentava, o cego, não, me desculpe, era o paralítico. Ele tinha uma deficiência física, as pernas, né, ele arrastava. E aí, eh, ele sempre tentava e nunca conseguia pular primeiro. E ele viu inúmeras curas ali e ele nunca desistiu. Então, naquele momento, Jesus tinha há pouco tempo proferido essa cura e ela houvera sido em um sábado para os judeus um dia santo, onde não podia ter qualquer tipo de atividade, né, ação. Então, os fariseus tinham assistido essa cena e isso os incomodou profundamente porque sentiram que Jesus estava blasfemando, não cumprindo a lei, descumprindo a lei e começaram então ali, de fato, bem no início do segundo ano do apostolado, as perseguições e em favor de Jesus. Então, Maria tinha ficado sabendo desse burburinho todo e como mamãe vai até o filho falar: "Meu filho, o que que tá acontecendo? tem que ter mais cuidado, senão você vai morrer logo, né? Vão te perseguir. E ela já estava de fato pressentindo o que ia acontecer e foi o que aconteceu, né? Então, nesse momento, quando Jesus fala, a passagem é exatamente essa. E tendo vindo para casa, reuniu-se aí tão grande multidão que eles nem sequer podiam fazer a sua refeição. Sabendo disso, vieram seus parentes para se apoderarem dele, pois diziam que perdera o espírito. Entretanto, tendo vindo sua mãe e seus irmãos e conservando-se do lado de fora, mandaram chamá-lo. Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te chamam. E ele lhes respondeu: "Quem é a minha mãe e quem são meus irmãos?" E perpassando o olhar pelos que estavam assentados ao seu derredor, disse: "Eis aqui a minha mãe e meus irmãos, pois todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, a minha irmã e a minha mãe." O cristianismo primitivo tinha por prática nomear os que tinham aquela mesma filosofia, aquele mesmo modo de ver, de ser a crença como irmãos. Então, quando Jesus fala desse amor universal e dessa passagem, ele está a dizer: "Todo aquele que acredita em Deus, que tenta ser melhor, que acredita
mesmo modo de ver, de ser a crença como irmãos. Então, quando Jesus fala desse amor universal e dessa passagem, ele está a dizer: "Todo aquele que acredita em Deus, que tenta ser melhor, que acredita nos postulados cristãos, esses são a minha família". E aqui fica muito difícil da gente compreender se a gente olhar somente pela ótica material. Por isso que às vezes é difícil a gente compreender os ensinamentos de Jesus. Primeiro porque é o relativo tentando entender o absoluto. Segundo que o nosso olhar é muito voltado paraa matéria. E a gente só compreende na essência os ensinamentos de Jesus se a gente extrapolar o olhar para o espírito, tentar entender com esse olhar da imortalidade, da transcendência. Então, qual que é a reflexão nossa? A família consanguínea, que é a família que a gente reencarna, os pais, os irmãos, depois a gente cria a família, né, secundária, maridos, filhos, eles são pessoas extremamente importantes. É graças à reencarnação que nós temos a oportunidade do progresso, da evolução. Então, é a bênção de Deus concedida a nós para que aqui a gente exercite os ensinamentos evangélicos e evoluem. A questão é que uma existência terrena, quando muito ela dura 100 anos. E o que que é isso? Perto da eternidade, honrar pai e mãe extrapola a família consanguínea. Honrar pai e mãe é na essência, vai muito além de prover, de respeitar. de consolar, de cuidar os pais que nos criaram ou que nos geraram nessa existência. Essa fraternidade universal, esse amor universal é que Jesus fala, é uma cobrança para que nós consigamos ir além. É como que é o mínimo fazer pela família consanguínea, é o mínimo, mas a gente tem condição de fazer mais, de subir um degrau a mais. E Jesus conhece cada um de nós e sabe aonde nós estamos e aonde a gente pode chegar. E foi ele mesmo quem disse: "Vá, faças tudo que eu fiz e muito mais". Então o ensinamento é não é uma estreia moral, não é uma contradição, é porque a gente interpreta com os nossos olhares, com os nossos vícios. E nós, conforme
"Vá, faças tudo que eu fiz e muito mais". Então o ensinamento é não é uma estreia moral, não é uma contradição, é porque a gente interpreta com os nossos olhares, com os nossos vícios. E nós, conforme está no livro dos espíritos, Kardec pergunta: "O que causa mais perturbação aos espíritos ao desencarnarmos?", ou seja, o que que faz a gente sofrer mais quando a gente morre? E os espíritos respondem: "O apego, o apego às coisas, às pessoas, o apego." Então, se a gente começar a desenvolver um olhar amplo, nós vamos fazer o mínimo, que é fazer o melhor que a gente puder, pelo pai, pela mãe, pelos avós, por quem nos criou, por quem nos renunciou à vida por nós. Beleza? Mas isso é a nossa obrigação mínima. E o que ele está pedindo é façam mais, amem de forma universal, desenvolva o amor, porque o amor é um sentimento a ser desenvolvido, conforme nos relata Joana de Ângeles no livro O amor imbatível ao amor, belíssimo, onde ela traz um estudo sobre esse amor, sobre onde nós estamos e aonde a gente pode chegar em relação a esse sentimento. Então, a gente precisa entender onde nós estamos pra gente traçar uma meta para onde nós vamos. E aí foi Mata Teresa quem nos também orientou que nós amássemos até doer. Amem até doer. Em o livro consolador, Emanuel falando sobre a paciência, ele vai nos dizer que a paciência é um ato de amor. A ciência da paz só é possível a uma alma que muito se ama. Ele fala, já conquistou a virtude de amar-se, de perdoar-se, de acolher-se, então consegue entender as suas limitações e se ela consegue, consigo, ela consegue ofertar outra. Então, ele desenvolve um raciocínio onde fala do da paciência sendo um ato de amor, um ato de uma alma que muito se ama e consegue ofertar o amor a outra. E a gente percebe o quanto é difícil a gente colocar isso em prática. E é importante a gente ter noção do nosso lugar, sabe? Primeiro para desenvolvermos a indulgência, segundo para termos um plano de vida, um roteiro onde eu quero chegar. A gente não pode viver no
ica. E é importante a gente ter noção do nosso lugar, sabe? Primeiro para desenvolvermos a indulgência, segundo para termos um plano de vida, um roteiro onde eu quero chegar. A gente não pode viver no automático, dia após dia, como se a doutrina espírita nos chama a reflexão. Onde eu estou, de onde eu venho, para onde eu vou, porf, o porquê dá dor. Então, quando Jesus vai nos falar desse amor universal, ele tá nos pedindo que a gente um dia consiga amar o filho do outro como a gente ama o nosso. Desenvolver a paciência, a tolerância, cultivar a virtude, fazer para o outro que eu gostaria que o outro fizesse para mim. Tudo isso é desdobramento desse ensinamento. E se a gente ficar preso à literalidade da letra, empobrece. empobrece o ensinamento. Então, Jesus está a nos dizer que todos somos membros da mesma família universal. Somos filhos de Deus, criados à imagem e semelhança dele. Jesus é o irmão mais velho que vem nos dar o exemplo, nos ensinar por meio da vivência a dignidade moral. Vem nos falar que vale a pena termos a coragem, a coragem em elegermos valores corretos. que vão nos conduzir a uma vida feliz. E é ele quem vai nos ensinar a educar a mente e a disciplinar a vontade. Então, a gente escolhe amar ou não amar. Nenhum de nós aqui olha pro cônjuge à primeira vista e ama da forma que se ama depois de um tempo de relacionamento. O amor é construção. A mulher que gera um filho, ela não nasce amando ele do mesmo jeito que ela ama depois que ele tem 1 ano, 2 anos, 3 anos. Esse amor é construído. A amizade, que é uma forma de expressão do amor, a gente constrói. Então, esse sentimento ele é desenvolvido, ele é uma escolha nossa. Eu escolho amar o meu sogro e a minha sogra. Eu escolho amar o meu vizinho. Eu escolho amar o meu colega de trabalho. Eu escolho amar quem me desafia, porque eu entendo que ele é um grande professor nessa existência. Não existe o acaso, não tem nada errado. Nós estamos aonde deveríamos, com as pessoas que deveríamos. E a Joana quem vai nos dizer que todas as pessoas,
que ele é um grande professor nessa existência. Não existe o acaso, não tem nada errado. Nós estamos aonde deveríamos, com as pessoas que deveríamos. E a Joana quem vai nos dizer que todas as pessoas, todas as situações que passamos tem o intuito de fazermos com que evoluamos. Tudo é pensando no nosso progresso. Agora, a escolha cabe a cada um de nós. Depois quando passa e Jesus tá lá na crucificação, na cruz mesmo já tinha passado o calvário. Quando na cruz ele chama Maria, chama João, o evangelista, o discípulo amado, o mais novo, o único que o acompanhou durante todo o trajeto, amparando Maria, a mãe de Jesus. E os dois muito tristes. Tristes, a palavra é essa. E Jesus chama os dois e fala: "Mulher, eis aqui o teu filho. Filho, eis aí a tua mãe". Entregando-o ao seu cuidado, através de cuja ação inaugurou a era da fraternidade universal, acima de todos os vínculos terrenos. Então vocês imaginam, em cada encarnação, nós estamos no núcleo familiar. ou exercendo papéis diferentes. Já imaginou o tamanho da nossa família espiritual? No Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec relata isso de forma belíssima da família espiritual e da família corporal consanguínea. E quanto mais a gente ama, mais membros fazem parte da nossa família espiritual. E é o amor o nosso melhor advogado em qualquer tempo. No livro Plenitude, capítulo 10º, terapia antsessiva, salvo engano, chama o título. Joana de Ângeles vai falar da obsessão como uma doença, chaga moral do espírito. E lembra, nos adverte que só tem obsessão espíritos endividados. Somos todos endividados. E ela fala do amor como primeiro medicamento para obsessão. E aqui ela não faz ressalva se é uma obsessão simples, se é uma fascinação, se é uma subjulação. Então, se a gente quer curar as doenças da alma, as dores da alma, a gente precisa amar. Amar universalmente não tem condição, não é imposto condição. A gente é que precisa nos esforçarmos para dobrar o orgulho, a vaidade, o ego e alcançarmos esse estado pleno do amor. Porque é esse amor que Deus tem por nós.
ão tem condição, não é imposto condição. A gente é que precisa nos esforçarmos para dobrar o orgulho, a vaidade, o ego e alcançarmos esse estado pleno do amor. Porque é esse amor que Deus tem por nós. É esse amor que chega para nós em forma de misericórdia. Quem de nós não é carecedor da misericórdia divina todos os dias? Porque ainda sabemos o que é certo e fazemos muito errado. Somos tão carecedores dessa misericórdia, como é que nos sintamos no direito de não ofertá-la a outrem, de julgarmos, de Uma vez eu ouvi um palestrante espírita que eu gosto muito, Alberto Almeida, dizendo que o perdão é um ato de arrogância, porque a gente se colocar acima o ofendido do ofessor, e esse papel se inverte, se alterna quantas vezes ao longo da vida? Pior do que ser arrogante de perdoar, eu não sei nem o nome que nós damos para aquele que não quer perdoar. E o perdão, ele é um ato unilateral. A palavra perdão significa doar de si. Ele não depende do outro. A reconciliação, sim, que é um outro degrau processo. A reconciliação exige duas vontades. O perdão não. O perdão é uma, é unilateral. E o perdão é um ato de doar de si. O que que eu dou de mim? O que eu tenho de melhor? As minhas virtudes, o meu amor. E eu me liberto. Eu me liberto do que me afasta de Jesus, do que me afasta de Deus. E todas as vezes que a gente se afasta de Deus, a dor vem, a doença vem, os reveses nos chegam para nos convidar a voltar para o caminho reto, que é a nossa relação com o divino. Então, em razão do meu horário, a gente precisa entender que a finalidade desse amor universal é para que a gente amplie a consciência, comece a pensar nesse sentido de expandir, de não enxergar o outro como um qualquer. Porque se hoje a gente se indignana com algumas ações dos outros, talvez em pouco tempo estávamos fazendo muito pior. E não tem ninguém, gente, não tem ninguém. que não tem alguém que o ame profundamente, não tem ninguém que é tão ruim que não possa ser bom, digno do amor. No livro Sexo e Obsessão do Espírito Manuel
E não tem ninguém, gente, não tem ninguém. que não tem alguém que o ame profundamente, não tem ninguém que é tão ruim que não possa ser bom, digno do amor. No livro Sexo e Obsessão do Espírito Manuel Flomeno de Miranda, Divaldo Pereira Franco é o médium e conta-se a história do marquês de Sad, o espírito que criou o sadismo, sadomasoquismo. E o livro é belíssimo, porque conta toda a trajetória desse espírito, o que o levou a chegar nesse lugar, pra gente ter noção dos nossos complexos, das nossas culpas, como é que foi o processo de desenvolvimento, o desencarne desse espírito e depois o esforço ergúo de uma mãe que o amava profundamente e que lutou muito para trazer esse espírito pro caminho do bem, da reeducação moral. E aí tem toda uma pleede de espíritos trabalhando no resgate, no atendimento, no socorro a esse espírito que antes de qualquer coisa era um sofredor. Porque foi Jesus quem disse a Pedro: "Somos mais frágeis do que perverso e a gente erra muito mais por fragilidade do que por maldade. E o atendimento é belíssimo e ele termina a história sendo socorrido. Vai ter todo um período de reajuste que todos nós temos e vai ter inúmeras oportunidades de recomeço, igual todos temos. A prece é nossa. E aqui eu gostaria muito de trazer dois trechos, um curto do Leon Deni, onde no livro Problema do Ser do Destino da Dor, ele vai nos dizer que o amor, que é o princípio da vida universal, é o princípio, é o básico. E a gente ainda tem tanta dificuldade de vivenciá-lo. E eu falo isso assim com muita sinceridade, porque nós somos pais, a maioria deve ser. E eu fico pensando se o o amor mais próximo disso que a gente consegue viver nesse nível evolutivo é o amor de pai para filho, né, vicever. E eu fico pensando se esse amor é de fato incondicional. E eu não acredito que seja, porque no fundo a gente tá sempre esperando algo em troca, que seja uma ligação, que seja uma atenção, que seja uma presença. Então, no meu modo de ver e aqui é uma opinião pessoal, eu acho que nem o amor de pai
undo a gente tá sempre esperando algo em troca, que seja uma ligação, que seja uma atenção, que seja uma presença. Então, no meu modo de ver e aqui é uma opinião pessoal, eu acho que nem o amor de pai para filho a gente não consegue ofertá-lo de forma totalmente incondicional. Então, imagina o quanto a gente ainda tem que caminhar. E aí, Leon Deni vai nos dizer que o amor, o princípio da vida universal, proporciona a alma em suas manifestações mais elevadas e puras a intensidade de radiação que aquece e vivifica. Tudo em roda de si. É por ele que ela se sente estreitamente ligada ao poder divino, foco ardente de toda a vida, de todo o amor. Diz ele que acima de tudo Deus é amor e por amor criou seres para associá-los à suas alegrias, à sua obra. Então, nós fomos criados para amar, para sermos felizes. E se a gente hoje sofre, se hoje a gente tá infeliz, é porque a gente não tá amando. Então vocês imaginam, nós temos toda a receita. Só depende de nós. Só depende de nós. E isso é libertador, porque só nós podemos fazer por nós. E agora vou pedir um pouco mais de paciência, mas eu acho que vale a pena a leitura desse texto, que já é um pouco mais longo, do livro que eu mencionei anteriormente, Amor imbatível, amor, da Joana, onde ela diz que o amor é substância criadora e mantenedora do universo, constituindo por essência divina. É um tesouro que quanto mais se divide, mais se multiplica e se enriquece à medida que se reparte. Parece contraditório, né? Mas não é. Vou ler de novo. É um tesouro que quanto mais se divide, mais se multiplica e se enriquece à medida que se reparte. Por isso a gente não tem que ter ciúme, não tem que ter medo de dividir, não tem que ter competição, não tem que ter comparação. A inveja esvazia, mais se agiganta na razão que mais se doa, fixa-se com mais poder quanto mais se irradia. Nunca perece porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força resida no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida. O amor não é ato de receber, gente, é ato de doar, é servir.
is se irradia. Nunca perece porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força resida no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida. O amor não é ato de receber, gente, é ato de doar, é servir. E aí isso é muito desconfortável para nós. E é aí que a gente percebe o nosso lugar na evolução. Eu tive a experiência de conver uma pessoa que eu eu à medida que eu fui estudar nessa palestra, eu pensei eh vem, né, memórias e eu lembrava de eu olhar para ela assim e ela era muito amada e um exemplo de verdadeiro espírita e ela amava. Ela amava a todos. Eu acho que foi alguém que eu que eu lendo e estudando isso, eu percebi que ela já vivenciava esse amor universal. Mas para nós que era família gerava desconforto. A gente queria ser especial assim, mas eu sou neta, né? Tipo assim. E ela não distinguia. Era um amor muito amplo, tratava todos com o mesmo carinho, com o mesmo afeto. E às vezes a gente queria ter uma atenção especial, mas isso mostra a nossa carência emocional, a nossa incompreensão do amor e gera um desconforto, por é o nosso nível evolutivo. Então a Joana vem nos falar, assim como o ar indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma. sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver. Olha quanta gente sem achar o sentido pra vida. Quanto suicídio, quanta depressão. É imbatível porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas. Quando aparente de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato, se debilita, se envenena, se entorpece, dando lugar à frustração. Quando é real, estruturado, maduro, o que espera, estimula e renova não se satura, é sempre novo, harmônico, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade. O prazer legítimo decorre do amor pleno, que é o que gera a felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante. O amor atravessa várias fases. O infantil que tem caráter possessivo, o juvenil que se expressa pela
que é o que gera a felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante. O amor atravessa várias fases. O infantil que tem caráter possessivo, o juvenil que se expressa pela insegurança. O maduro é pacificador, se entrega sem reservas e faz-se plenificador. Que pensemos em qual fase nós estamos. no infantil que é possessivo, no juvenil que é inseguro, ou no maduro, que é pacificador, que se entrega sem reservas. Há um período em que se expressa como compensação na fase intermediária entre a insegurança e a plenificação, quando dá e recebe, procurando liberar-se da consciência de culpa. O estado de prazer difere daquele da plenitude em razão de o primeiro ser fugaz e o segundo permanente. Somente o amor real consegue distingui-los e pode unir quando se apresentem esporádicos. Mesmo que se modifique os quadros existenciais, que se altere as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante e indestrutível. Nunca se impõe porque é espontâneo, como a própria vida. expande-se como um perfume que impregna, agradável suavemente, porque não é agressivo, não é embriagador, não é apaixonado. O amor não se apega, não sofre, não sofre a falta, mas flui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece. sempre esperando algo em troca. O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos. O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à humanidade e prossegue doando até hoje na condição de quem doa e não de quem recebe. Então, enquanto a gente não entender que o amor é ato de doar, que nós estamos aqui para servirmos, para abrirmos mão desse ego que nos enseguece, que nos limita, que nos aprisiona, que nos empobrece, a fim de que o self, esse eu divino, potencialize e prossiga pela eternidade, formando uma família universal tão linda, a ponto de, quem sabe um dia termos o desencarne como de Dr. Bezerra de Menezes, que ao fazer a passagem e
eu divino, potencialize e prossiga pela eternidade, formando uma família universal tão linda, a ponto de, quem sabe um dia termos o desencarne como de Dr. Bezerra de Menezes, que ao fazer a passagem e despertar, encontra uma multidão clamando pela sua volta à verdadeira pátria. E ele pergunta: "Maria Santíssima: "Quem são esses?" E ela responde: "São as almas que você muito amou e que agora vem te receber, doando todo o amor que sentem." Que Jesus esteja sempre conosco nessa trajetória desafiadora, mas possível, porque ele é quem nos sustenta e está sempre conosco, nos amando incondicionalmente. Que assim seja. Agradecemos nossa companheira Marina pela linda palestra, né, gente? Objetiva, instrutiva, consoladora, muito boa. Obrigado, Marina. Obrigado. Convidamos todos a nos preparar pro momento do passe, ouvindo uma bela música que será tocada. Vamos elevar nossos pensamentos, nos preparar para esse momento tão importante da noite. Agradecemos, Senhor, estes momentos de paz, que te sentimos aqui em vibrações fraternais. Na estrada da vida, conduz ao bem, na alegria ou na dor, seja o amor. Nossa bandeira de luz é a alma do mestre. Jesus seja o amor nossa bandeira de luz, alma do mestre. Convidamos nossos irmãs e irmãs passistas a se posicionarem no salão, todos os demais presentes, a fecharem os olhos, sentarem de forma confortável, tomando uma respiração calma e profunda. Ó nosso Senhor e nosso Deus, Deus eterno e todo- poderoso, criador de tudo e de todos, inteligência primeira e suprema, infinita bondade, infinita justiça, nós te damos graças, ó Senhor, pelas maravilhas que todos os dias realiza em nossas vidas. Ó pai de bondade, ó Pai de misericórdia, somos gratos, Senhor, por essa oportunidade de estarmos juntos em comunidade para refletir sobre a experiência e o modelo do Cristo, sobre a mensagem de amor deixada para nós. Ó Senhor Deus, derrame sobre nós a sua luz. Dai-nos a sua paz e a sua misericórdia, Senhor, para que nossos corações sejam terras férteis, onde a
do Cristo, sobre a mensagem de amor deixada para nós. Ó Senhor Deus, derrame sobre nós a sua luz. Dai-nos a sua paz e a sua misericórdia, Senhor, para que nossos corações sejam terras férteis, onde a semente do Cristo frutifique de um para sempre. Mestre Jesus, companheiro e amigo de todas as horas, rogamos, Senhor, que permita a boa influência nossos anjos e guardiões, não só no momento de hoje, mas sempre, que possamos estar sendo intuídos, Senhor, para ver o nosso próximo como o irmão fraternal que nos mostraste, que possamos ver em cada um que encontramos o nosso cotidiano. o próximo, mais próximo, o irmão da humanidade fraternal que havemos de construir. Mestre amado, agradecemos por essa oportunidade de reflexão e de oração e rogamos, Senhor, o socorro daqueles que mais necessitam, aos aflitos, aos doentes, aos famintos, os desabrigados, aos presos, aos ensandecidos. Senhor Jesus, derrama a sua luz sobre todo aquele que sofre e que permita, Senhor, que a graça vossa chegue por meio da caridade, da emergulência. Senhor Jesus, agradecemos por esse momento e rogamos que possamos ser instrumentos de vossa paz hoje e sempre. Que assim seja. Boa noite, meus irmãos e irmãs. Agradecemos pela presença de todos, convidando aqui para tomar água fluidificada e reforçando o convite de fazer a leitura em casa do evangelho no lar, seguindo na sequência dos nossos estudos. Vão com Deus e boa semana. Quanta luz neste ambiente descendo sobre nós. Vibra tudo em nossa mente. Quanta luz quando assim prece como a alma cresce. Aos olhos de Jesus. Quanta luz, pois em oração, a voz do mestre fala em nosso coração. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz quanta.
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