MOTIVOS DE RESIGNAÇÃO - Fátima Guimarães [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/06/2025 (há 10 meses) 43:11 458 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Com certeza a espiritualidade maior que aqui se encontra responsável por este horário, nos acolhe com muito carinho e que a paz do mestre de Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes, os nossos corações e com certeza esta mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o grande prazer de receber nossa irmã Fátima Guimarães. Ela é da FEB Federação Espírita Brasileira e ela vem com muito carinho falar para nós um tema que é importante para todos nós e vem falar sobre a resignação e esse tema está lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, bem-aventurados os aflitos. E como sempre fazemos uma leitura para nos harmonizar mais a prece e depois passaremos a palavra paraa nossa irmã Fátima. E a mensagem é uma mensagem curta, mas de grande conteúdo. É do livro Gotas de Esperança do Lorival Lopes. Busque adaptar-se às situações do momento. Cada uma exige de você diferente postura. reclama capacidade de ação. Muda de uma hora para outra. É risonha ou triste? Há ou não movimentação, pede ou não o recolhimento interior, você tem que agir com equilíbrio. Em qualquer situação, mantenha a alegria. Não se oponha às pessoas e coisas, nem se deixe abalar pelos acontecimentos. Defenda a paz. Use a energia divina que há em você. Acredite que Deus está lhe sustentando. Você sempre cresce quando atua melhorando o lugar em que se encontra. E assim vamos ser elementos construtivos, edificantes, no meio no qual vivemos, como aqui foi sugerido, que sejamos sempre aquele que

ê sempre cresce quando atua melhorando o lugar em que se encontra. E assim vamos ser elementos construtivos, edificantes, no meio no qual vivemos, como aqui foi sugerido, que sejamos sempre aquele que ajuda, auxilia, que acolhe e assim com essa disposição, com esse propósito. de nos tornarmos instrumentos na mão do mestre Jesus, instrumentos de amor e de paz. Pedimos a ele que nos envolva com seu infinito amor, nos fortalecendo, nos amparando e que nós possamos sair daqui melhor do que chegamos, absorvendo os ensinamentos que aqui receberemos. E que esses ensinamentos sejam colocados em prática no nosso dia a dia, nas nossas convivências. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. E neste momento pedimos à equipe espiritual responsável por este horário, que inspirem tu e a nossa irmã Fátima que está com a palavra. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Ali eles vão lançar você. Você tem mais uns minutinho. Prezados irmãos, boa tarde. Como sempre repito, né? Me repito constantemente, é uma alegria estarmos nesta casa e estarmos estudando o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. E o assunto da tarde de hoje, ele cala os nossos corações, porque, como foi anunciado pela nossa querida amiga Vânia, né, é o capítulo 5, bem-aventurados os aflitos. E Kardec, a espiritualidade que organizou a codificação, nos fala, nos alerta logo no começo, quando se fala em aflições, que aflitos na terra somos todos nós, mais ou menos, dependendo do momento, incluindo aos nossos irmãos que estão no plano espiritual vinculados à Terra, porque ainda somos um planeta de aprendizado. os bastante duros, ainda muito próximos da matéria e sofrendo as ações destas, desta matéria, que ainda é uma matéria bastante densa, os instintos afloram em cada um de nós como meios de conservação e acabamos eh nos desviando e nos equivocando nos no caminho. E precisamos reparar. E nessas reparações surgem então as nossas os nossos desafios, as aflições. Neste capítulo 5, nós vamos observar a organização que Kardec, sob a inspiração

ocando nos no caminho. E precisamos reparar. E nessas reparações surgem então as nossas os nossos desafios, as aflições. Neste capítulo 5, nós vamos observar a organização que Kardec, sob a inspiração do espírito de verdade, da equipe do espírito de verdade, eles colocam para que nós possamos alcançar o tema da tarde de hoje, que é motivos de resignação. Anteriormente, no início do capítulo, o subitem, ele inicia falando sobre a justiça das aflições, nos explicando que Deus não nos pune, porquê das aflições, que ela não vem porque Deus no momento daquela da nossa criação não estava de bem naquele dia e criou uns para o sofrimento, outros para alegria. Então, vem nos falar sobre a justiça divina. E porquê das aflições nessa justiça? E é logo no item seguinte, vai abordar de forma clara, mais detalhada, trazendo nos exemplos falando das causas atuais das aflições. E eles vêm nos mostrar que muitas vezes nós que já adentramos a doutrina espírita, já conhecemos eh so um pouco mais, não é, através do processo da reencarnação, que aqui viemos para nos aperfeiçoar e viemos com um programa e que esse programa muitas vezes aquilo que nós eh pensamos ser, relacionamos de dificuldade em nossa vida, uma doença grave, um problema grave eh em relação ao trabalho ou à saúde. Nós logo dizemos: "Ah, eu fiz algo passado ou a dificuldade de relação com uma pessoa. Eu fiz algo no passado, maltratei essa pessoa e hoje, ó, ela está me cobrando." Nesse item, causas atuais das aflições, a espiritualidade nos diz que a maioria das aflições atuais são criadas por nós mesmos, não tem relação com a nossa vida passada, tem relação ainda com as nossos velhos hábitos, as nossas tendências, os gostos que ainda estão muito mais próximo da satisfação material do que daquela realização espiritual. E aí no item seguinte é que ele vai abordar a nossa compreensão, vai se fazendo, o nosso entendimento vai se fazendo, nos mostrando que muit das coisas que eu passo hoje tem a ver com a minha disciplina de hoje. Um pequeno exemplo

e vai abordar a nossa compreensão, vai se fazendo, o nosso entendimento vai se fazendo, nos mostrando que muit das coisas que eu passo hoje tem a ver com a minha disciplina de hoje. Um pequeno exemplo que costumamos lembrar, eh, aquela pessoa que traz, vamos dizer, um diabetes, sabe que não pode comer doce, mas ela não resiste ao doce, até porque organicamente, né, o metabolismo ali, toda a aquela parte fisiológica que falta, né, queima mais açúcar, mas ela sabe que não pode comer açúcar, mas ela se deixa levar e come o açúcar. E muitas vezes como escondido da família, achando que escondendo dos outros aquilo vai lhe fazer mal, quando na realidade ela sabe que não pode. A mesma coisa uma pessoa que tem uma pressão alta, tem o problema circulatório, sabe que precisa de uma dieta, menos sal, evitar aborrecimentos, tomar os remédios. Ah, mas sou ainda muito intempestiva, me indigno com facilidade. Ao invés de eu me disciplinar, porque a vida, o corpo está me chamando para disciplina, eu continuo com os mesmos hábitos, com as mesmas atitudes que agridem o meu organismo e fazem com que a minha pressão dispare. E aí vem nos falar: "Mas por que isso tudo, né? Não seria mais fácil se eu me lembrasse porque falou das causas anteriores das aflições. E a gente sabe que muitas coisas que aquelas doenças mais crônicas que já vieram de nascenço, os problemas às vezes que se repetem na minha vida, esses realmente tem origem lá no nosso passado. Aí por que nós esquecemos? Então, Kardec, os espíritos da codificação, vem no item seguinte, nos falando do esquecimento do passado. Porque se nós nos lembrássemos de tudo, primeiro lembraríamos daqueles que nos feriram e de quem nós ferimos. E a nossa relação ficaria muito difícil. E aqueles aquelas dificuldades que aconteceram no passado, onde houve desentendimento e muitas vezes agressões violentas, elas ressurgem com o mesma força, com a mesma impetuosidade. Então, eu tenho, teria muito mais dificuldades para conviver com o espírito que de repente vem como um

e muitas vezes agressões violentas, elas ressurgem com o mesma força, com a mesma impetuosidade. Então, eu tenho, teria muito mais dificuldades para conviver com o espírito que de repente vem como um filho, como um pai, como um irmão, como um tio, como um avô e que eu prejudiquei, eu fui prejudicada por ele. Alendo mais, esquecermos o muitas coisas no nosso passado, é para que nós possamos desenvolver outras habilidades, porque a tendência que nós temos é de continuarmos fazendo o que gostamos. Então, eu sei pintar muito bem, não sei não, viu, gente? É só um exemplo. Eu sei pintar muito bem, eu sei tocar um piano, gosto de música. E aí se eu não esquecer, não, não é esquecer, não tiver abafado essa minha apetidão, eu não vou querer aprender fazer outras coisas, eu vou querer continuar fazendo aquilo que me dá prazer. E eu preciso desenvolver outras aptidões dentro da ciência, dentro da área social. Então, as aflições, aquilo que nós, o esquecimento passado não se dá apenas dos nossos erros, mas daquilo que realmente às vezes eu já sei fazer bem e não gosto de realizar. Eu, por exemplo, fugi sempre da área das exatas. Meu estudo buscou sempre as minhas opções pela área de humanas. Mas eu me vi num momento quando fui pra universidade onde eu precisei aprender física acústica. Não adiantou nada eu fugir da matemática quando fiz lá fui pro clássico em ver do científico. Aí é que vem o aprendizado. Porque ao invés de eu aprender paulatinamente aquela matéria, eu tive que aprender toda a base para entender aquele estágio que já era de um conhecimento mais elaborado e mais difícil. Então é assim, o nosso esquecimento é para que nós possamos desenvolver aptidões, virtudes que ainda não adquirimos, não é? E aí, então, entramos no item de hoje, motivos de resignação. A espiritualidade vem nos falar que por estas palavras, bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados, Jesus aponta a compensação que hão de ter os que sofrem e a resignação que leva aquele que padece a bendizer o

nos falar que por estas palavras, bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados, Jesus aponta a compensação que hão de ter os que sofrem e a resignação que leva aquele que padece a bendizer o sofrimento como um prelúdio da cura. E aí que o pouco entendimento, o aprofundamento do estudo da doutrina espírita. Muita gente considera os espíritas pessoas que ah são apáticas, aceitam tudo, ah, resignam-se. Não, a resignação não significa aceitarmos todo que a vida nos oferece de difícil, de bom, aceitamos fácil, né? Mas as dificuldades, aí não precisamos de resignação, mas as dificuldades, aquilo que nos contraria, porque a resignação é resignar em ação. É com o trabalho, com o entendimento, com o aprendizado, é no crescimento. para que eu possa a entender e aprender com aquela situação que eu tenho que disciplinar uma série de instinto, desenvolver uma série de virtudes para que realmente eu cresça, como diz aqui, não é? Para bendizer aquele sofrimento que é está me anunciando o quê? A cura. Quando podemos usar um exemplo do atleta, enquanto ele se prepara para as olimpíadas, porque ele quer o pódio do primeiro, segundo, terceiro lugar, ele tá num sofrimento atroz, não é? Nós vemos atletas aí que têm que mergulhar em banheiras de gelo para poder recompor os músculos que ali eh eh foram levados, não é, ao extremo do exercício. Então, ali é o sof, mas qual é a alegria deste sofrimento que é buscado para o aprendizado para ele alcançar o quê? O clímax. O primeiro lugar, a medalha. Se nós começamos então a entender que as dificuldades que a vida nos traz, as contrariedades que são suportadas pacientemente, essas dores nos falam, nos fala aqui o evangelho, vos poupam séculos de sofrimentos na vida futura, porque já entraremos, já retornaremos ao plano verdadeiro da vida, deixando uma série de ligações com essa matéria, uma série de ligações com a mágoa, com a raiva, com a inveja, que a raiva, a tristeza, a alegria, elas são emoções naturais da nossa condição, eh, da nossa

ando uma série de ligações com essa matéria, uma série de ligações com a mágoa, com a raiva, com a inveja, que a raiva, a tristeza, a alegria, elas são emoções naturais da nossa condição, eh, da nossa matéria, que devemos ir educando e transformando. A raiva, ela é necessária como preservação, o medo como preservação. Alguém me fere na hora eu fico com raiva, mas aí eu começo a elaborar como ser racional que sou. A doutrina espírita, quando se fala que é a fé raciocinada, não significa que ela é só em termos intelectuais, não. é o conhecimento para que eu elabore e passe a entender como eu funciono nessa criação, o que eu preciso desenvolver e como atleta entendendo que eu vou passar por estágios onde eu vou ter grandes dores, as dores físicas, muitas vezes as dores morais, mas que eu estou neste processo de aperfeiçoamento. Com certeza já vamos eh olhar esses momentos em que somos eh desafiados na vida de uma outra forma, sem revolta, sem cobrança. Claro que entendendo mais o outro, não é? vendo que ele se encontra muitas vezes numa situação em que naquele momento ele está às vezes padecendo de dores, de sofrimento. Ainda hoje minha filha ligou para uma funcionária de de que trata de imóveis, né? E a funcionária foi extremamente rude com ela e ela ligou para mim muito chateada. Aí eu falei: "Minha filha, é o instrumento para o nosso exercício, o seu exercício do treinamento da tolerância e da paciência". E aí conversando com meu marido, eu eu lembrei disse de repente, porque quando ela conversa com meu marido é uma pessoa muito gentil, eu se de repente nesse momento ela tá passando por uma dificuldade ou de doença ou problema em casa, problemas familiares ou problema no próprio trabalho. E aquela primeira pessoa que ela atende, ela descarrega essa raiva, não é? esse eh e essas emoções que nos trazem a defesa, ela já vê como se a pessoa já estivesse partindo para lhe agredir. Quando vamos elaborando então essas situações, nós vamos evitando aumentar a nossa dívida, que é o que ele fala

nos trazem a defesa, ela já vê como se a pessoa já estivesse partindo para lhe agredir. Quando vamos elaborando então essas situações, nós vamos evitando aumentar a nossa dívida, que é o que ele fala assim, ó. Cada nova falta aumenta a dívida, porquanto nenhuma há qualquer que ela seja, que não acarrete forçosamente, inevitavelmente um ressarcimento, uma cobrança. Mas não é Deus que vai nos punir ou que vai nos cobrar, é a nossa consciência que depois quando vamos ver os fatos ou sabemos mais adiante, vamos dizer numa situação de um atendimento num comércio, no no trânsito na rua, a pessoa que não está bem e e nos trata com agressividade, muitas vezes depois vamos saber, vamos adiante saber que aquela pessoa naquele momento estava passando por uma situação bastante difícil. E aí nos sentimos culpad. Poxa, eu não deveria ter contribuído mais ainda para a dificuldade daquele irmão, né? E ele nos diz o seguinte: "Se murmurarmos nas aflições, se não as aceitarmos com resignação e como algo que devemos ter merecido, se acusarmos a Deus de ser injusto, nós vamos contraindo o quê? novas dificuldades para nós. Aqui usa a palavra dívida, não é? Que nos faz perder o fruto que devíamos colher do sofrimento. Então, se olharmos tudo que se eh eu tô tirando muito essa palavra sofrimento da vida, eu tô procurando porque as palavras elas têm força, elas têm uma força muito grande nas emoções que elas transmitem. E eu tô procurando e eh tirar problemas eh eh tô pagando, eu tô procurando substituir por desafios. Porque são desafios. Se eu encarar como desafio, não como problema? Se eu encarar como ressarcimento e não como pagamento, é uma forma diferente até de questões vibracionais. A neurolinguística nos mostra nos dias de hoje, a ciência nos mostra o que a doutrina já vem nos trazendo há muito tempo, que palavra tem energia, pensamento tem energia e que quando queremos não esquecer alguma coisa, a neurolinguística já diz: "Não, substituam, tiram, não, eu costumo brincar muito lá em casa". Diz assim:

e palavra tem energia, pensamento tem energia e que quando queremos não esquecer alguma coisa, a neurolinguística já diz: "Não, substituam, tiram, não, eu costumo brincar muito lá em casa". Diz assim: "Ah, não me deixe esquecer". Aí eu digo: "Já esquecemos". Porque eu já usei o não. Segunda neurolinguística, eu já tô dizendo pro meu cérebro, ó, pode esquecer. Então, vamos substituir, pô. Vamos lembrar de pegar tal coisa, vamos lembrar de fazer tal coisa e tirar os nãos, aquelas palavras que nos trazem a carga de negatividade. Eles nos dizem que ao entrar no mundo dos espíritos, o homem ainda está como operário que comparece no dia do pagamento. dirá ao Senhor: "A que tens a paga dos teus dias de trabalho". A a outros, aos venturosos da terra, aos que hajam vivido na ociosidade, que tiveram eh que tiverem feito consistir a sua felicidade na satisfação do amor próprio e nos gozos do mundo. Nada vos toca. É a resposta que vai vão receber. Pois que recebeste na terra o vosso salário, ideçai a tarefa. Qual é esse recomeço da tarefa? é a reencarnação para que possamos voltar à escola da vida e aprender a virtude que ainda não conseguimos porque deixamos a revolta, eh, a vitimização, que é a pior postura que qualquer ser humano pode ter. Porque quando eu me vejo como vítima, eu não tenho que fazer nada por mim. Se eu sou a vítima, eu tenho que ser socorrido. Quem foi meu algote tem que se corrigir, tem que vir e me ajudar. Tem que ressarcir, me ressarcir do mal que me fez. A vitimização é a pior situação que tem, porque eu aí eu acho que eu não preciso. Eu tenho que estar esperando que Deus me ajude. Oh meu Deus, olha a minha aflição. Deus, porque eu sofro tanto? Por que isso comigo? É porque eu preciso, é porque eu escolhi, é porque é a lição necessária que eu atraio para junto de mim para o aprendizado. Isso é um outra questão, é um outro esclarecimento que a doutrina nos traz. Ninguém nos manda o mal. Podem quem quiser mandar, tudo que quiser pensar, fazer. Tem até um seriado que o rapaz pensa, pensa,

so é um outra questão, é um outro esclarecimento que a doutrina nos traz. Ninguém nos manda o mal. Podem quem quiser mandar, tudo que quiser pensar, fazer. Tem até um seriado que o rapaz pensa, pensa, pensa. Eu vou te eletrocutar. e ele fica ali mentalizando. Se o outro não estiver na sintonia, o mal não me alcança. Por isso, nós temos que controlar aquilo que chega até nós. Claro que nós sentimos a aversão de uma pessoa por nós, uma palavra ríspida, mas a minha postura é como diz André Luiz, eu não coloco, ele pergunta, nós colocamos a cabeça na lata do lixo todos os dias e você ficar lembrando daquele momento da agressão, da ofensa, é você revirar o lixo que não te faz, que não te ajuda em nada. Pelo contrário, é trabalhar. Por eu aconteceu aquilo? Eu fiz até porque eu preciso me corrigir. Eu fiz alguma coisa? Eu provoquei o meu irmão para que ele reagisse daquela forma comigo? Senão eu oro para que ele encontre o equilíbrio e peço a Deus para que desperte cada vez mais em mim a vigilância para que eu não faça a mesma coisa que eu condeno no outro. Não julgueis para não serdes julgados. A resignação, ela pode ser entendida como uma virtude. Os estudiosos nos dizem que sim, a resignação pode ser considerada uma virtude, especialmente dentro do contexto espiritual e filosófico. A resignação nesse sentido, não se refere à aceitação passiva, mas sim aceitação ativa e sábia das circunstâncias, com a compreensão de que as coisas nem sempre podem ser mudadas, mas podem ser enfrentadas com dignidade e serenidade. Mais à frente nós vamos encontrar, se eu não me engano, no capítulo 9 ou 19, eh, que vai nos falar do Evangelho Segundo o Espiritismo, porque aí já tivemos uma série de estudos, de entendimentos que Kardec vai nos trazendo nas interpretações das passagens do Evangelho e vai nos falar sobre obediência e resignação. E lá nos diz, a obediência é o consentimento da razão e a resignação é o consentimento do coração. Porque terão situações que não temos como eh rejeitar e entender, meu Deus, por que

cia e resignação. E lá nos diz, a obediência é o consentimento da razão e a resignação é o consentimento do coração. Porque terão situações que não temos como eh rejeitar e entender, meu Deus, por que apareceu essa doença grave agora comigo? Por que para mim? Por que nesse momento que a minha vida tava tudo indo pra frente? Porque de repente um desilace, aquela pessoa que eu amo tanto teve que partir, voltar e eu fiquei nesse momento. As respostas racionalmente eu não tenho como obedecer, porque não há nada palpável que me explique para para que eu aceite. É o momento da resignação. A resignação implica em reconhecer e aceitar a situação presente sem resistir ou se revoltar contra ela. Ao aceitar as dificuldades com resignação, a pessoa pode fortalecer sua capacidade de lidar com o sofrimento e desenvolver virtudes como a paciência e a esperança. E aí temos a fé. É a fé na proteção, no amparo de Deus, que muitas vezes está ao nosso lado, através de um amigo, de uma pessoa, de um artigo, de uma música, uma palavra que ouvimos ao passar por alguém, a um anúncio na televisão que ali tá buscando nos despertar para a solução, mas eu estou tão revoltada em mim mesma que eu não vejo que o Pai está constantemente ao meu lado nos dando a solução, nos mostrando, não a solução, pronto, acabou, mas a solução de como enfrentar, de como sair daquele momento. A resignação pode ajudar a superar o egoísmo, o apego às próprias vontades, porque geralmente é isso que nos revoltas. Eu não quero ter a minha vontade contrariada. Eu não quero estar doente. Eu não quero perder o meu afeto. Eu não quero. Eu não quero. Nós só usamos a palavra eu não quero. Eu não quero. Eu não quero. Então é o egoísmo. Eu quero tudo sempre que esteja bem. Então diz, a resignação pode ajudar a superar o egoísmo e o apego às próprias vontades, permitindo uma maior abertura para o divino e para a sabedoria universal. É o que a doutrina nos diz. Naquele momento em que eu me volto para me aquiietar, buscar o equilíbrio, eu começo a

s vontades, permitindo uma maior abertura para o divino e para a sabedoria universal. É o que a doutrina nos diz. Naquele momento em que eu me volto para me aquiietar, buscar o equilíbrio, eu começo a perceber pela intuição ou por pessoas que me chegam em situações, como falei anteriormente, da ajuda dos meus anjos guardiães, dos meus benfeitores que estão ali a me socorrer, a me fortalecer. Muitas vezes a coisa não é nem concreta. Naquele momento em que choramos e que estamos assim, não conseguimos mesmo raciocinar, aí fazemos aquela oração com a nossa fé alicerçada de que Deus é pai, é justiça e é amor. Naquele momento, às vezes, se estamos deitados ou sentados, nos dá aquela feita uma espécie de torpor até pelo próprio cansaço. E quando voltamos, nos sentimos outra, com uma força, com criatividade a aflorar em nossos corações. É o fortalecimento da confiança. E assim nós vamos crescendo nesse sentido de buscarmos cada vez mais, através do do conhecimento espírita trabalharmos a resignação, porque só nós podemos fazer isso conosco. Ninguém pode fazer o exercício do aluno no dia da prova. Em resumo, a resignação, quando praticada de forma consciente e equilibrada, pode ser uma virtude que contribui para o nosso desenvolvimento pessoal, para a paz e para a aproximação com o divino. E toda toda criatura obedece a alguém ou alguma coisa nos fala Emanuel. O homem obedece a toda hora. Entretanto, se ainda não pôde definir a própria submissão por virtude construtiva, é que não raro atende antes de tudo aos impulsos baixos da matéria, resistindo ao serviço de autoelevação. Saibamos nos momentos difíceis da vida que vivemos um momento de transição, que pedimos para aqui estarmos no lugar onde estamos, com as pessoas onde estamos, nas circunstâncias em que estamos, para que possamos desenvolver em nós as virtudes tão necessárias ao nosso progresso. Muita paz, muita luz, muita força e muita resignação. Jesus nos abençoe. Obrigado. Agradecemos a nossa irmã Fátima pela reflexão tão importante para todos nós,

udes tão necessárias ao nosso progresso. Muita paz, muita luz, muita força e muita resignação. Jesus nos abençoe. Obrigado. Agradecemos a nossa irmã Fátima pela reflexão tão importante para todos nós, né, paraas nossas vidas. E só temos a agradeccê-la. E neste momento vamos agradecer a Deus por essa doutrina bendita que nos esclarece e nos consola, nos mostrando o norte para onde devemos nos dirigir. que busquemos sempre a fortaleza, a inspiração da espiritualidade maior, para que possamos enfrentar os desafios que se nos apresentam e que sejamos, tenhamos sempre a esperança, a alegria, a fé, que tudo passa. Tenhamos a certeza que o amor de Deus este não passa. Ele cada vez mais está presente em nossas vidas. É necessário que os busquem, que o busquemos através das nossas ações. Que Jesus nos ampare e nos fortaleça. E neste momento que essa energia de amor e de paz envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados. E que essa mesma paz, esse mesmo amor possam ser direcionados a toda a humanidade, onde há dor, desespero, sombras, desequilíbrios, enfim, todos que necessitam. Jesus nos disse que veio para os doentes e não para os sãos. e se busquemos exercitar a resignação. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos, eu peço a gentileza para guardar sentados aqueles que vão tomar o passe. E temos dois avisos. Muitos já devem saber agora as quartas-feiras após tem a palestra, né? tem passe presencial das 12:30 às 14 horas no mesmo local. E um convite vai ter uma apresentação do coral no dia 14 de junho às 19 horas. Todos estão convidados. Quem já assistiu já já sabe que é muito bom. Que Jesus nos abençoe e tem um resto de final de semana de muita paz. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,

mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado

m e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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