Momentos Evangélicos (Especial) • Divaldo Franco e Alexander Moreira • Ciência da vida após a morte
» Momentos Evangélicos especial com Divaldo Franco e Alexander Moreira • Tema: Ciência da vida após a morte • Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Boa noite a todos. Estamos dando início ao nosso reunião doutrinária, nossa reunião doutrinária de sábado à noite, que é aqui de forma presencial. Hoje é uma reunião especial e também vai ser transmitido remotamente pelo YouTube, Instagram. Então, para início das atividades, vou convidar o Dr. André Peixinho para proferir a prece de abertura dos trabalhos da noite. Jesus, mestre dos mestres, incondicional amigo da nossa evolução, reunidos em teu nome, buscamos uma vez mais evoluir no sentido de encontrar a nossa condição espiritual mais elevada, descobrirmos que podemos ser perfeitos, como é perfeito o Pai Celestial. e vivermos as suas lições de amor, de misericórdia, de solidariedade em nossas vidas cotidianas. que nesses instantes chegue-nos a inspiração dos amigos espirituais através da palavra, através do pensamento, orações psíquicas e que todos nós possamos sentir esta presença como inefável dádiva do teu amor para o nosso progresso até a comunhão com Deus. em teu nome, em nome dos amigos espirituais que orientam esta instituição, vamos iniciando a nossa reunião doutrinária da noite de hoje. Muito obrigado, Dr. Peixinho. Eu passo imediatamente a palavra, então, a Divaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. De início, gostaria de lembrar que demos início ao feirão do livro espírita aí de fronte no edifício Labanhos. Estará funcionando até às 22 horas. É que vale dizer que ao terminarmos a reunião, quem ainda não foi visitar, seria bem interessante fazê-lo, pelo menos, para que tenham ideia dos títulos que nós já possuímos em nossa casa à disposição do nosso público. O nosso feirão tem também um objetivo beneficente, porquanto estamos vendendo livros até com 70% de desconto. E as pessoas que adquirirem os centros espíritas, que poderão fazer por internet, poderão distribuí-los vendendo-os a preço de capa. E a diferença aplicar nas próximas sexas do Natal.
70% de desconto. E as pessoas que adquirirem os centros espíritas, que poderão fazer por internet, poderão distribuí-los vendendo-os a preço de capa. E a diferença aplicar nas próximas sexas do Natal. Como está muito difícil garantear recursos para atender o nosso problema ou programa social, esse é um recurso valioso, porque distribuímos a mensagem, tornamos-la a mais acessível possível e vamos divulgando o espiritismo e agindo na caridade. Também tivemos a magna satisfação de inaugurar o café de Paris. Desculpem ter sido em português, é que a partir da próxima reunião somente serão atendidas as pessoas que falarem o idioma do Pau da Lima, porque é o nosso objetivo, nossa mensagem, nossa homenagem pessoal ao nosso presidente, a sua esposa, a nossa Sônia, que é a encarregada deste setor de nossa casa. A inauguração foi comovente, até os céus comoveram-se porque houve chuva e foi testada a construção do hêno. Suportou a tempestade, graças a Deus. E por etapa chegamos ao nosso Dr. Alexander, o amigo querido desde há algumas décadas que conhecemos quando ainda estudava nos Estados Unidos e tivemos a oportunidade de no lar da querida Vanessa mantermos o contacto e acompanhar de os estudos que o tornaram hoje um dos maiores expertos da investigação para a normalidade humana. O Dr. Alexander, para quem não sabe, é professor titular de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora. é também do núcleo de pesquisas em espiritualidade e saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, é coordenador da sessão de espiritualidade, Associação Psiquiátrica da América Latina, ex-coordenador das sessões de espiritualidade e psiquiatria das associações mundial e brasileira de psiquiatria. Mas acima desses títulos nobres conquistados com uma grande garra, é espírita, é um psiquiatra espírita devotado, cuja existência, como mestre de psiquiatria na Universidade de Fora é dedicada, além de manter a grade escolar, a afirmação da sobrevivência da vida. a disjunção molecular da matéria.
pírita devotado, cuja existência, como mestre de psiquiatria na Universidade de Fora é dedicada, além de manter a grade escolar, a afirmação da sobrevivência da vida. a disjunção molecular da matéria. Estando ele em Salvador com membros da sua família de passagem, convidamos-lo e ele aceitou vir estar conosco este fim de tarde e agora esta noite, trazendo-nos um belo tema para meditação, para reflexões. Agradecemos aqueles que atenderam ao nosso convite, a aqueles que estão em mais duas outras salas superlotadas e aqueles que nos acompanham através desta web TV, se não é a mais importante do Brasil, é a mais importante do bairro Pau Lima. Então, com uma alegria imensa, a alegria do aluno diante do mestre, a palavra ao Dr. Alexander. Pode ser sentado? Fique à vontade. Fique à vontade. Bom, boa noite. Eu perguntei se podia ficar em pé porque sentado eu não consigo, né? Assim, eu tenho, quem me conhece sabe que eu tenho um certo desassossego, então eu preciso ficar de pé. Então, primeiramente eu gostaria de agradecer a presença de vocês, aos que nos assistem pela internet. Agradecer ao querido Divaldo, Mário Sérgio Peixinho, a todos que nos recebem com muito carinho, a mim, a minha família. É, é um prazer e uma honra. E também a segunda vez que eu visito a Mansão do Caminho, a primeira vez foi há mais de 20 anos, quando eu vim pro Congresso Brasileiro de Psiquiatria aqui. E eu fiquei muito impressionado já aquela época, há quase 20 anos atrás, de ver as dimensões, a capacidade eh de trabalho e o que é capaz de realizar pessoas determinadas, né, determinadas, com a busca no bem, com a persistência inabalável. É realmente impressionante. Agora, voltando quase 20 anos depois, me impressiona ainda mais ver esse trabalho e, sem dúvida uma inspiração para todos nós. Muito bem. O tema que eu venho apresentar para vocês hoje faz parte de um trabalho que nós estamos fazendo já há bastante tempo, né? Eu sou psiquiatra, como foi comentado, sou professor eh eh de psiquiatria e trabalho há mais de 25
apresentar para vocês hoje faz parte de um trabalho que nós estamos fazendo já há bastante tempo, né? Eu sou psiquiatra, como foi comentado, sou professor eh eh de psiquiatria e trabalho há mais de 25 anos com as relações entre religiosidade, espiritualidade e saúde. E como a ciência pode explorar a religião, a religiosidade, a espiritualidade. Por muito tempo, ao longo do século XX, se dizia no ambiente acadêmico e no ambiente intelectual que a religião, a religiosidade estava desaparecendo, estava fadada a desaparecer, porque com um avanço do conhecimento, dos estudos, da ciência, as pessoas reconheceriam que a religião é apenas uma criação humana, que as experiências espirituais que falariam de uma dimensão espiritual seria apenas uma projeção de necessidades humanas, uma alucinação cerebral ou um fruto apenas de uma pressão do ambiente cultural que todos nós vivemos. era e que além de tudo a espiritualidade também seria algo deletério, geraria neuroses nas pessoas, as pessoas seriam saudáveis se abandonassem a religião. Isso foi boa parte do que foi apresentado como o conhecimento estabelecido no ambiente acadêmico durante quase todo o século XX. final do século XX, vários pesquisadores de destaque começam a explorar esse tema do ponto de vista verdadeiramente científico. O que nós tínhamos antes eram afirmações de pessoas de destaque, afirmações de pessoas famosas, até de pescadores famosos, mas muito pouco de pesquisa científica de qualidade. até que se começa. Harig, por exemplo, na Universidade de Duke nos Estados Unidos, um dos principais nomes nessa área, começa a fazer pesquisas sobre primeiro a frequência com que as pessoas têm alguma forma de religiosidade, de espiritualidade e como isso impacta a saúde, a vida de cada um de nós. e duas coisas ao longo dessas décadas. começa por volta de 1980 essas pesquisas nessas 40 anos de pesquisas aproximadamente. Eh, o que se comprovou primeiro que a religiosidade, a espiritualidade continua muito frequente no mundo
décadas. começa por volta de 1980 essas pesquisas nessas 40 anos de pesquisas aproximadamente. Eh, o que se comprovou primeiro que a religiosidade, a espiritualidade continua muito frequente no mundo inteiro, se mudou, teve uma série de transformações, mas a maioria da humanidade de longe tem uma religiosidade, uma espiritualidade. Só pra gente ter uma ideia, no mundo 84% da humanidade tem uma religião. E dos 16% que não tem uma religião, a maior parte acredita em Deus ou em espíritos ancestrais, algo do gênero. No Brasil, segundo pesquisa do Datafolha deste ano, de junho deste ano, 88 brasileiros têm uma religião e dos 12% que não tem religião, nove em cada 10 acreditam em Deus. Então, no Brasil, por exemplo, apenas 1% da população não acredita em Deus. Então, mostra que agora em pleno século XX, em 2022, a religiosidade espiritualidade continua muito importante. Segundo ponto, a religiosidade, espiritualidade impacta a saúde. Há inúmeras, literalment milhares de pesquisas atualmente mostrando o quanto as pessoas que de um modo geral frequentam, por exemplo, a frequência semanal a um grupo religioso tem um impacto importante sobre níveis de depressão, de suicídio, menor mortalidade. Há inúmeros estudos sobre isso, sobre frequência religiosa, sobre práticas religiosas, oração, meditação, eh enxergar o mundo segundo uma ótica espiritual, etc. Então, dois pontos já estão bem estabelecidos hoje em dia do ponto de vista acadêmico. Isso já é consenso. Primeiro, que a maioria da humanidade continua tendo religiosidade ou espiritualidade. E segundo, que ela, de um modo geral, tem impacto positivo sobre a saúde. Pode também ter impacto negativo, sem dúvida nenhuma. O grande desafio hoje em dia nessa área é levar para os profissionais de saúde, por exemplo, médicos, enfermeiros, psicólogos, aprenderem a lidar com esse tema nos seus pacientes. E isso tá crescendo também. Agora, surge uma um outro grande desafio, uma outra grande questão, que é o tema da nossa fala aqui hoje.
, psicólogos, aprenderem a lidar com esse tema nos seus pacientes. E isso tá crescendo também. Agora, surge uma um outro grande desafio, uma outra grande questão, que é o tema da nossa fala aqui hoje. Quase todas as tradições espirituais e religiosas falam de um tema. que é a sobrevivência após a morte. De uma forma ou de outra, no hinduísmo, no budismo, no islamismo, no cristianismo, nos indígenas brasileiros, no espiritismo, há uma ideia de que nós somos mais do que este corpo e que esta outra coisa que nós temos, esse outro aspecto nosso, sobrevive à morte corporal, a noção de certa forma de vida após a morte. Então, essa é uma questão central na maioria das tradições espirituais. E o que nós temos investigado é sobre a investigação científica deste tema. E é o que nós vamos conversar hoje, que é o tema deste livro. Nós acabamos de publicar esse livro que se chama, em português, Ciência da Vida Após a Morte, que é foi publicado para uma revista, uma editora acadêmica internacional, justamente para o ambiente acadêmico, mas ao mesmo tempo aberto para o público em geral, tá certo? Esse vai ser o tema nosso. Então, a a apresentação aquião basicamente do que que existe pesquisa no mundo científico brasileiro internacional de excelência sobre este tema. Primeira pergunta que vem é o seguinte: a questão de vida após a morte sempre foi uma questão religiosa e filosófica. Os filósofos lidaram com isso. Platão na antiguidade, as religiões trabalham com esse tema, mas tornar isso uma questão científica? Será que isso é possível? Isso é muito interessante. A maior das pessoas não sabe que é possível investigar cientificamente a questão da sobrevivência após a morte. E na realidade, desde meados do século XIX, 1850, 60, teve todo um movimento que começa na Europa, expande para para as Américas e depois pro mundo inteiro de investigação científica deste tema, que é o que nós vamos apresentar daqui a pouco, brevemente para todos vocês. Muito bem, para começar, deixa eu dar uma olhadinha aqui no meu roteiro. Eu
inteiro de investigação científica deste tema, que é o que nós vamos apresentar daqui a pouco, brevemente para todos vocês. Muito bem, para começar, deixa eu dar uma olhadinha aqui no meu roteiro. Eu não sou tão bom quanto o Divaldo poder falar tudo de cabeça e sem usar slide. Então eu vou eh olhando aqui o índice do livro que aí facilita o que que eu vou falar. Como eu disse, a questão da espiritualidade eh da sobrevivência após a morte esteve em todas as tradições praticamente religiosas e filosóficas, desde na Grécia antiga, Pitágoras, Sócrates, Platão, todos eles trabalharam com esse tema. e depois e Tomás Jaquino, Santo Agostinho, Kant Lock, quer dizer, toda uma tradição de filósofos nessa área, assim como também naturalmente as tradições religiosas e espirituais. E vem uma outra questão também, antes de entrar nas evidências se tem como investigar isso ou não. Uma outra pergunta que se faz é o seguinte: mas hoje em dia no nosso mundo, com as pessoas com conhecimento científico, as pessoas não acreditam nessa questão de vida após a morte? Muitos acham que a ideia de vida após a morte é uma ideia primitiva de superstição, de que o conhecimento científico acadêmico vai desfazer. E há estudos muito interessantes mostrando estudos no mundo, nos principais países mais populos do mundo, mostrando primeiro que a maioria da população mundial acredita em vida após a morte. Primeiro dado. Segundo dado bastante interessante e há evidências ainda em vários países, como no Brasil, França e Rússia, três países bem diferentes, que ao contrário do que se imaginava, as pessoas com nível de escolaridade superior, que fizeram faculdade, universidade, acreditam mais em vida pós a morte do que aqueles que não têm esse nível de escolaridade. Então, questiona a ideia, muitas vezes assumida, de que a crença de vida após a morte seria para alguém que teria uma ignorância dos conhecimentos acadêmicos e científicos. Mostra que na sociedade não é assim que funciona. Muito bem. Dado esse ponto todo, vem uma outra
ida após a morte seria para alguém que teria uma ignorância dos conhecimentos acadêmicos e científicos. Mostra que na sociedade não é assim que funciona. Muito bem. Dado esse ponto todo, vem uma outra pergunta importante. Algumas pessoas consideram que a vida após a morte seria uma ideia antiscientífica. A ciência, segundo alguns pensam, teria provado que tudo que existe é composto de átomos, partículas ou forças físicas, forças gravitacionais, forças eletromagnéticas e partículas elétrons, átomos, etc, etc. Tudo que existe são apenas partículas materiais. Qualquer coisa fora disso seria sobrenatural. Outra ideia muito frequente também que as pessoas aceitam como se fosse verdade seria de que já teria sido provado de que o cérebro gera a mente, a consciência. Isso que pensa, isso que sente, isso que tem vontades, isso que sofre, isso que se empolga, isso dentro de nós, a nossa mente, a nossa consciência, a nossa alma. Segundo muitos, a ciência teria provado que o cérebro é que gera isso. Bom, se o cérebro é que gera a consciência e quando o cérebro morre, não pode existir mais a consciência, então tá resolvido o problema. E além disso também, se tá provado que tudo que existe é só matéria, toda essa conversa de experiência espiritual, de visão de pessoas já falecidas, de experiência fora do corpo, tudo isso seriam também eh superstições, seriam ilusões, etc, etc. Esses são os dois principais argumentos a priori e contra. E o que a gente precisa fazer antes até de apresentar as evidências da sobrevivência, da consciência ou de discutir sobre elas, é preciso abordar esses dois obstáculos. Porque se de fato, se for verdade que só existe matéria, não tem que discutir de vida após a morte. Se for verdade que o cérebro é que gera consciência e acabando o cérebro não tem mais mente, não tem mais eu, não tem mais nada, acabou a discussão de vida após a morte. Muito bem. Aí vem um dado muito importante. Segundo o a melhor formação acadêmica, os melhores filósofos, cientistas e tudo mais. Primeiro se sabe
m mais nada, acabou a discussão de vida após a morte. Muito bem. Aí vem um dado muito importante. Segundo o a melhor formação acadêmica, os melhores filósofos, cientistas e tudo mais. Primeiro se sabe que a ideia de que, primeiro que é falsa a ideia de que a ciência teria provado que tudo que existe são só átomos, matéria e forças físicas, etc. Isso é falso. Nenhum cientista jamais provou isso, até porque é impossível provar tudo que existe no universo. A ciência vai estudar coisas específicas, vai estudar o comportamento dos corpos, um o Sol atraindo a Terra, por exemplo, vai estudar a passagem da carga elétrica num fio, vai estudar coisas muito específicas, dizer tudo que existe no universo não é tarefa da ciência. Então isso é uma é um pressuposto, uma ideia, um pressuposto filosófico, metafísico, até ideológico, chamamos de materialismo. Então o materialismo, a ideia é que tudo que existe é matéria, não é um fato científico, é um pressuposto filosófico, é uma opinião filosófica, digamos assim, que o cientista pode ou não ter. É falso também que o cientista necessariamente é materialista. Na realidade, a ciência que a gente conhece surgiu pros cientistas que não eram materialistas. Os fundadores da ciência moderna, como Francis Bacon, Kepler, Newton, Galileu, todos eles não só não eram materialistas, como eram profundamente religiosos e viam, inclusive, a sua prática científica como um modo de louvar a Deus. Ao estudar a criação, eu entendo e louvo o criador. Então, este é um ponto muito importante. Então, primeiro, a ciência não provou o materialismo. O materialismo é uma hipótese ou uma visão de mundo que algumas pessoas têm que equivocadamente apresentam como seria a ciência. Isso é falso. Segundo ponto, também não está demonstrado que o cérebro é que gera a mente, que gera a consciência. Essa é uma das hipóteses. Nós chamamos tecnicamente isso de problema, mente e cérebro. O que quer dizer isso? Como o cérebro se relaciona com a mente? São duas ideias fundamentais. O cérebro com
ncia. Essa é uma das hipóteses. Nós chamamos tecnicamente isso de problema, mente e cérebro. O que quer dizer isso? Como o cérebro se relaciona com a mente? São duas ideias fundamentais. O cérebro com as suas atividades elétrico químicas lá dos neurônios gera o a consciência, que é a visão materialista, ou que a consciência seria algo além do cérebro, mas que usaria o cérebro como instrumento, como ferramenta para poder se manifestar. São duas visões diferentes que estão ao longo da história da humanidade. Há várias outras possibilidades, mas duas principais que estão ao longo da história da humanidade e que sendo disputadas e que as pessoas estão tentando refletir e entender. E até hoje do ambiente acadêmico não está comprovado qual que seria a correta. Então várias opções são possíveis. Muito bem. Então, nós estamos eh e só para dar um exemplo, as pessoas muitas vezes citam o seguinte: "Mas tá provado que o cérebro é que gera a mente". Por exemplo, se eu sofrer um acidente de carro e sofrer um acidente no e o meu cérebro for parcialmente destruído, eu vou ter, eu posso ter problemas, por exemplo, na minha memória, eu posso ter problemas na minha personalidade, ficar mais impulsivo, ficar mais desinibido sexualmente, eu posso ficar eh mais agressivo, mais apático, vári ou posso começar a ter ouvir vozes, tudo isso pode acontecer. E muitos entendem então o que olha, tá vendo? Se eu lesei o cérebro e lesou e modificou a mente do indivíduo, isso mostra que o cérebro é que tá gerando a mente. Outra argumento que é utilizado também, se eu fizer um exame de ressonância magnética funcional que mostra como o cérebro tá funcionando a cada momento, quando, por exemplo, eu estou pensando no amor que eu tenho pela minha família, eu vou ativar algumas áreas do meu cérebro. E algumas pessoas falam: "Tá vendo? Tá provando, olha, ele pensou no amor dos filhos dele, aquela área tá ativada". Então aquela área ativada é que tá gerando esse amor aos filhos. Então, essas são algumas visões que são
lam: "Tá vendo? Tá provando, olha, ele pensou no amor dos filhos dele, aquela área tá ativada". Então aquela área ativada é que tá gerando esse amor aos filhos. Então, essas são algumas visões que são entendidas como provas de que o cérebro é que gera a mente. Mas, mas isso é um dado muito interessante. Algumas pessoas acham que então basta conhecer um pouco esses dados de neurociência, de neurologia, de psiquiatria pra gente poder provar que o cérebro gera a mente e o materialismo é verdade. Porém, é muito interessante saber que os fundadores da psicologia científica e mesmo da neurociência conheciam esses fatos e não eram materialistas, pelo contrário, aceitavam a ideia de que o cérebro era algo, a mente era algo além do cérebro. Por exemplo, William James. William James, psicólogo, médico, filósofo da Universidade de Harvard, um dos grandes fundadores da psicologia científica. Ouve o Hein Vundit, psicólogo alemão, considerado grande fundador da psicologia científica. Os dois conheciam muito bem esses fenômenos que eu acabei de escrever e os dois não achavam que isso provaria que o cérebro geraria mente. Outros dois exemplos de neurocientistas, por exemplo, para quem é da área da medicina, da psicologia, vai ouvir falar do omúnculo de Penfield, que é uma área do cérebro. a gente vai ver é um uma representação no cérebro do corpo humano. E Penfield é um neurocirurgião canadense que fazia o seguinte, olha que interessante. Ele, isso foi nos anos 60 por ali, ele tinha que que tratar pessoas com epilepsias muito graves e ele tinha como neurocirurgião que tirar do cérebro a parte que estava gerando a epilepsia. Sabe o que que ele fazia? Ele operava as pessoas, abria o crânio com a pessoa acordada, só com anestesia local. A pessoa ia pro centro cirúrgico, fazia anestesia local, o cara paciente acordado, abria o crânio do indivíduo, tirava a calota craniana e dava uns pequenos choquinhos no cérebro do indivíduo para poder ver se ele descobria a parte aonde estava gerando
cal, o cara paciente acordado, abria o crânio do indivíduo, tirava a calota craniana e dava uns pequenos choquinhos no cérebro do indivíduo para poder ver se ele descobria a parte aonde estava gerando as crises epiléticas graves desse indivíduo. E ao dar esses choquinhos, ele começou a descobrir que função cada parte do cérebro tinha. E ele, o Wilbert Penfield de neurocirurgião, inicialmente ele era fisicalista, materialista. Ele achava que o cérebro é que gerava a consciência, que gerava a mente. Ele foi dando um choquinho no cérebro. Uma parte da ele dava um choquinho no cérebro, a pessoa esticava o braço, dava um outro choquinho, esticava a perna. Então ele foi vendo a área motora, o múc foi assim, tal. Depois ele deu um choque em outras áreas e a pessoa sentia uma um um um toque no braço, um toque na barriga, um toque na coxa e tudo mais. Ele foi vendo as áreas sensoriais do cérebro, desenhou lá e foi desenhando e foi vi dava choquinho numa área, a pessoa tinha eh às vezes uma vinha uma lembrança na mente da pessoa, etc e tal. Mas ele foi vendo que não tinha nenhum lugar que ele dava choquinho que fazia a pessoa tomar decisões, fazer escolhas, amar alguém, as questões realmente humanas. E após esse estudo todo, ele conclui que o cérebro não é o cérebro que gera a consciência. Não tem área nenhuma que eu dê choquinho no cérebro que vai gerar alguma a decisão humana mais profunda. Ele publica um livro The Mystery of Mind, o mistério da mente, em que ele conta toda essa história. Então ele é um exemplo, mais um exemplo de um dos fundadores da neurociência que também não tinha essa visão fisicalista. E por quê? Porque esse mesmo fenômeno que eu falei de lesar o cérebro e a pessoa alterar a mente ou de você encontrar uma relação entre a atividade do cérebro e da mente pode ser explicado sim do cérebro tá gerando a mente. Como pode ser explicado se o cérebro for um mero instrumento paraa mente se manifestar. Vou dar um exemplo. Imagine que vocês eh quem tá me vendo no vídeo, na tela aí, por exemplo,
tá gerando a mente. Como pode ser explicado se o cérebro for um mero instrumento paraa mente se manifestar. Vou dar um exemplo. Imagine que vocês eh quem tá me vendo no vídeo, na tela aí, por exemplo, eh o quem vamos lembrar o seguinte, quando eu era criança, eu via Sítio do Picapa-apau amarelo. Quando eu era e quando eu daquela quando eu era criança, eu via o sítio e eu achava que eu Visconde Sabugosa e a Emília moravam dentro da minha TV lá em casa. morava lá dentro. Só depois que eu cresci que eu descobri que não, que a TV era um aparelho que captava uma imagem de outro lugar que ela só ela era só um meio para eu poder perceber, mas que eles não moravam ali dentro. Essa é a analogia que a gente pode fazer da mente com o cérebro. Se eu imaginar que o cérebro é como o aparelho de TV, o cérebro permite que a mente se manifeste daquele modo. Do mesmo modo que o aparelho de TV permite que o programa se manifeste daquele modo, mas ele não tá lá dentro. E olha que interessante, se eu lesar o meu aparelho, se eu estragar, arrancar uns fios e deteriorar o circuito do meu aparelho de TV, ou eu não vou conseguir ver mais o meu programa, meu sítio papo amarelo, ou eu vai, a imagem vai ficar ruim, o som vai ficar ruim, porque o instrumento de manifestação do programa ficou prejudicado. Do mesmo modo, se eu lesar o cérebro, a consciência não consegue se manifestar adequadamente. E do mesmo modo também vai haver relação entre, se eu for ver, a ativação dos circuitos da TV e a imagem que tá passando, tal ativação de imagem vai gerar tal ativação de circuito. Isso não prova que a TV é que é a causa última do programa do Visconde Sabugosa. Do mesmo modo no cérebro. O que eu quero dizer que esses dados científicos que a gente escreveu aqui antes, eles apenas mostram que o cérebro é importante paraa mente se manifestar, mas que não que necessariamente a mente é um produto do cérebro. A mente pode ser apenas um instrumento do cérebro. Muito bem. Dado isso, então estamos empatados. Até aqui nós estamos
e se manifestar, mas que não que necessariamente a mente é um produto do cérebro. A mente pode ser apenas um instrumento do cérebro. Muito bem. Dado isso, então estamos empatados. Até aqui nós estamos empatado. Continua o mesmo problema. O cérebro produz a consciência, o materialismo, ou o cérebro é um instrumento de manifestação da mente, que pode ser chamado de dualismo ou outras perspectivas. Muito bem. Como que a gente faz para avançar a partir disso? Como que a gente avança? Essa é a grande questão. Nós podemos estudar experiências espirituais. As experiências espirituais são exatamente relatos que sempre aconteceram em todas as culturas, em todas as épocas da história da humanidade, de pessoas relatando estarem de alguma forma em contato com uma dimensão transcendente que vai além da matéria, uma uma experiência espiritual, por exemplo, experiência fora do corpo. pessoa tá dormindo ou está em parada cardíaca, alguma coisa, e se vê fora do corpo. A pessoa tem uma visão de um parente ou de um amigo já falecido. A pessoa tem, por exemplo, eh um uma a lembrança de uma alegada vida passada. E são exemplos de experiências espirituais que as pessoas podem ter e que são sugestivas de que de alguma forma a consciência pode estar além do cérebro. E é isso, tem que ser investigado. Muito bem. Dado tudo isso, como como nós podemos então investigar se cientificamente se pode ou não existir vida depois da morte ou traduzindo isso para uma questão realmente investigável cientificamente. Há evidências de que eu, o, a mente, a consciência, a alma continue ativa, viva, ativa, depois que o cérebro não está mais funcionando. A pergunta é: como que eu transformo isso numa questão científica? Porque sempre foi da filosofia da religião. Como é que eu transformo isso numa ciência? Aí vem uma questão muito interessante. Como que eu investigo? Como que eu sei, por exemplo, que o meu amigo é meu amigo? O que eu quero dizer, tá meio esquisito isso. Assim, por exemplo, imagina que eu tenho amigo João.
muito interessante. Como que eu investigo? Como que eu sei, por exemplo, que o meu amigo é meu amigo? O que eu quero dizer, tá meio esquisito isso. Assim, por exemplo, imagina que eu tenho amigo João. Quando eu encontro o meu amigo João, o que que eu espero? Eu espero encontrar um padrão que é o meu amigo João. O que que é esse padrão? É um padrão chamamos de caráter e de memória. Memória por quê? Eu espero que o João lembre de quando a gente era criança e andava de bicicleta. E conta aquele caso que a gente caiu, desceu do morro e se machucou. Eu espero que o João lembre quando nós viajamos para tal lugar, que ele lembre de uma série de coisas que nós vivenciamos, por exemplo. E eu espero que o João também tenha eh o jeitão dele. Cada um de nós tem um jeitão, não é isso? Quer dizer, um caráter. Um é mais engraçado, o outro é menos. Um faz piada meio daquele jeito, o outro é meio ranzinza. Cada um de nós tem um jeitão que é o caráter da pessoa, não é isso? Então quando eu encontro João, eu olho pro corpo dele e quando eu vejo aquele corpo, eu logo imagino que eu vou encontrar aquele padrão do João que eu conheço. É assim que funciona. Agora imaginem que, infelizmente o João sofreu um acidente de carro terrível. teve o corpo inteiramente queimado, ficou desfigurado completamente e teve ainda os membros amputados. E aí ele ficou completamente irreconhecível. Se você olhar para ele, você não tem como reconhecer mais que é o João. Imagine que algum tempo depois eu encontro o João, mas eu olho pro João e não sei se é o João. Eu olho, eu não consigo reconhecer. E vamos dizer que não tem teste de DNA. Como que eu vou saber que o João é o João? Como que eu vou saber? Porque olhando para ele não reconheço nada, nem pelo tamanho, porque ele sofreu amputações, ele tá totalmente desfigurado. Eu não olhando para ele, eu não reconheço o João. Eu não tenho teste de DNA. Como é que eu sei que é o João que não é um impostor, por exemplo, pela continuidade da memória e do caráter. Se ele começar a contar coisas
ra ele, eu não reconheço o João. Eu não tenho teste de DNA. Como é que eu sei que é o João que não é um impostor, por exemplo, pela continuidade da memória e do caráter. Se ele começar a contar coisas que eu esperaria que o João soubesse, se ele começa a lembrar de coisas que quando a gente vivenciava, se ele além do de lembrar, ele tem, por exemplo, João sabia falar francês e ele sabe falar francês. O João fazia umas poesias assim, o assado fazia uns repentes. Até comentei aqui de um amigo nosso, o Pedro de Santa Cruz do Sul, que faz repentes maravilhosos. Se o Pedro tiver ouvindo, tudo bom, Pedro? E aí falamos dele hoje, fal assim, e se ele faz repentes, por exemplo, e ele como é que continua fazendo? E além disso, o jeitão, a pessoa tem aquele humor, aquele jeitão e tudo, eu me convenço. É o Pedro. Ô Pedro, é o João. É o João naturalmente. Pedro, você tá na minha cabeça. Então, é o afeto com os amigos. Então aí quer dizer, é o João necessariamente. Quer dizer, pela continuidade do caráter da memória, eu sei que é o João. É essa que é a questão fundamental que fica na minha cabeça. Tudo bem? Até aí isso, gente, tô falando para você, tô tentando resumir isso é filosofia da mente hoje em dia, assim, é filosofia da identidade, da personalidade. É um tema muito estudado hoje em dia, muito claro. A pergunta é o seguinte: e se o João tivesse morrido num acidente? Como que eu poderia ter evidências que aquele João continuaria vivo? Essa é a questão da sobrevivência após a morte, a investigação científica. Como que eu posso ter certeza ou testar que evidências me indicariam de que o João efetivamente continua vivo? É exatamente a mesma coisa. Se eu conseguir de alguma outra forma brincando a com aparelho de TV, aquele aparelho de TV desapareceu. Aquele aquele cérebro não existe mais. Mas talvez eu consiga ver o Visconde sabugosa em outro aparelho de TV, ou no computador ou no celular. Eu consigo que ele se manifeste de outra forma. Então, será que eu consigo de uma outra
ste mais. Mas talvez eu consiga ver o Visconde sabugosa em outro aparelho de TV, ou no computador ou no celular. Eu consigo que ele se manifeste de outra forma. Então, será que eu consigo de uma outra forma ter acesso à memória, a a personalidade, o caráter, as habilidades do João depois da morte dele? Se eu tiver, eu posso investigar cientificamente a vida após a morte. O que era uma questão meramente filosófica, religiosa, não meramente no sentido negativo, né? Mas era uma questão não científica, uma questão filosófica e religiosa, vira também uma questão científica. E é isso que em meados do século XIX começa a acontecer tanto com espiritismo em Allan Kardec, com espiritualismo moderno nos países anglo-saxões, com a metapsíquica na França, com eh eh Charles Richet, com o pessoa da Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres, pesquisa do Nad Cambridge, começaram a investigar isso a partir de final de meados do século XIX. E o mais interessante, por 150 anos desde então, muitas das melhores mentes humanas na filosofia e na ciência desde então se dedicaram a este tema. E é isso que nós vamos conversar aqui agora. Quais seriam as evidências possíveis de sobrevivência da consciência que têm sido estudados do ponto de vista científico? Muito bem, vamos falar de três delas fundamentalmente. Experiências fora do corpo e experiências de quase morte. Experiências de aparição ou experiências mediúnicas e experiências de pessoas que alegam vidas passadas. Nós vamos tratar dessas três experiências, já que as três têm sido muito investigadas cientificamente, há dezenas de pesquisas eh publicadas sobre elas no ambiente acadêmico. Vamos começar então com a experiência fora do corpo, especialmente na experiência de quase morte. Como eu disse antes, pela visão fisicalista ou materialista, se o cérebro, atividade elétrica e química dos neurônios é que gera a mente, que gera o espírito, que gera a consciência, quando o cérebro para de funcionar, não tem mais consciência. Essa é a
alista, se o cérebro, atividade elétrica e química dos neurônios é que gera a mente, que gera o espírito, que gera a consciência, quando o cérebro para de funcionar, não tem mais consciência. Essa é a ideia. Se quando o cérebro não está funcionando começa, eu eu ainda há evidências de atividade mental da pessoa estar pensando, sentindo, fazendo, sugere que o que a mente seja algo além do cérebro e este algo poderia sobreviver. Muito bem. O que que acontece na experiência de quase morte? Tipicamente a pessoa está numa situação clínica grave, numa eh, numa sepse, numa infecção grave, numa hemorragia grave, numa parada cardíaca. E a pessoa refere uma uma percepção de uma dimensão transcendente espiritual, frequentemente se vê fora do corpo, frequentemente eh encontra seres de luz. frequentemente tem uma noção mais ampliada da vida, parece assim: "Puxa, agora eu entendi um pouco mais o que que significa isso tudo da vida. Tem uma visão panorâmica da tem uma série de questões aí, mas alguns falam: "Ah, tudo bem, mas isso pode ser alucinação". A pessoa tá alucinando, tá viajando na maionese, ela achava que ela ela tinha medo da morte, aí ela fantasia essas coisas ou porque ela era religiosa e aí ela fantasia isso, etc. e tal. Só que há muitos estudos de boa qualidade hoje em dia sobre isso. E se sabe que a ocorrência de espaste não depende da pessoa ter ou não medo da morte, não depende se a pessoa tem religião ou não tem religião, não depende se ela já estudou sobre esse assunto ou não. Nada disso explica. Mas o mais desafiador e o mais interessante nesses casos é quando a pessoa eh durante uma parada cardíaca e numa parada cardíaca o que acontece? O coração para de funcionar. Parada cardíaca ele para de funcionar. O cérebro, gente, ele precisa de energia. Todo o corpo precisa de energia. O cérebro precisa muita energia. O cérebro é um consumidor, é um gastador da de energia. Ele é uma parte pequena do nosso corpo em termos de peso, mas ele consome quase 1/4to de toda a energia
nergia. O cérebro precisa muita energia. O cérebro é um consumidor, é um gastador da de energia. Ele é uma parte pequena do nosso corpo em termos de peso, mas ele consome quase 1/4to de toda a energia que a gente produz no nosso corpo. Então ele é um gastador danado e a energia vem por glicose e oxigênio. É açúcar e oxigênio. Glicose e oxigênio. O coração tem que julgar sangue arterial cheio de glicose e oxigênio pro cérebro funcionar. Só que tem um detalhe, o cérebro não tem reserva de glicose de oxigênio. Acabou a acabou, parou de vir sangue novo comigênio, o cérebro para de funcionar. É como se fosse uma casa sem caixa d'água, não tem reserva. Qu se parou de chegar a água da rua, você abre a torneira, não tem mais água. Assim é o cérebro em termos de energia, ele não tem reserva nenhuma. chegou, parou de chegar, ele para. E é assim que acontece. Numa parada cardíaca, o cérebro fica isoelétrico, ou seja, sem atividade elétrica, que significa funcionamento ali, né? Se atividade elétrica cerebral, cortical, em poucos segundos depois, 30 segundos, 1 minuto, o cérebro fica isoelétrico, ele para de funcionar. Bom, na visão materialista, se o C para de funcionar, não tem mais nada. Mas acontece que as pessoas referem e referem às vezes percepções verídicas, descrevem coisas que aconteceram efetivamente durante a parada cardíaca, quando a pessoa estava com um cérebro sem funcionar. Vou contar um caso para vocês, caso famoso, publicado por um cardiologista holandês chamado Pim Van Lomel. Bonito o nome, né? Pim Van Lomel. Ele publicou esse artigo na revista de Lancet, considerada provavelmente a melhor revista médica do mundo. Que que ele fez? Ele estudou vários hospitais na Holanda e estudou as paradas cardíacas. Ele estudou mais de 300 paradas cardíacas nos hospitais da Holanda e investigou a ocorrência de experiências de quase morte. Beleza? E lá ele mostra exatamente isso. Como eu falei antes, isso não, ela não dependia a ocorrência da quase e morte. se a pessoa tinha medo
e investigou a ocorrência de experiências de quase morte. Beleza? E lá ele mostra exatamente isso. Como eu falei antes, isso não, ela não dependia a ocorrência da quase e morte. se a pessoa tinha medo da morte, se ela não tinha, eh, questão religiosa, nada disso impulsionava. Mas ele contou um caso que ele descreve neste artigo no Delancet em 2001, que é o seguinte: uma pessoa sofreu uma parada cardíaca lá na rua, lá na Holanda. Levaram esse indivíduo pro, mas demoraram um tempo, levaram pro hospital ele em parada cardíaca. Quando ele chega no hospital, ele tava morto basicamente, ou seja, coração parado, totalmente cianótico, ou seja, roxo. Foram fazer os exames iniciais, ele tava sem respiração, naturalmente para cardíaca e tudo mais, e reflexo pupilar, colocava a luz na pupila, normalmente a pupila se fecha com a luz, tava midriase fixa, a pupila não respondia. Significava que nem o tronco cerebral, que é uma área mais profunda do cérebro, mais primitiva, nem ela tava funcionando. Ou seja, o cérebro tá completamente parado, morreu. Basicamente é isso que ele tava morte cardíaca. Muito bem. começaram a reanimar esse paciente, começaram a reanimar para tentar reanimar, reanimar e choque e adrenalina e vai fazendo procedimento e vão tentando e vão tentando meio desanimado porque o paciente já chegou parado há bastante tempo assim há vários minutos tudo mais tentando, tentando, tentando, tentando, tentando, conseguem, o coração volta a bater, chama ritmo, eu começa a retomar o ritmo cardíaco, mas claro, o paciente completamente eh inconsciente e tudo mais, sobem o paciente para UTI, etc e tal. Depois ele volta, ele melhora, ele volta paraa consciência e aí mais de uma semana depois ele tá na enfermaria. Aí de repente chega uma enfermeira e ele olha pra enfermeira e fala: "Você sabe onde está minha dentadura?" A enfermeira olha para ele assim: "Como assim? Você sabe, você estava lá quando eu cheguei aqui no hospital e enfermeira ficou porque ela tava mesmo, né? Aí ela ficou
sabe onde está minha dentadura?" A enfermeira olha para ele assim: "Como assim? Você sabe, você estava lá quando eu cheguei aqui no hospital e enfermeira ficou porque ela tava mesmo, né? Aí ela ficou assim: "Meu Deus". E ela falou: "Mas eu sei que ele tava morto quando quando ele chegou aqui. Ele não podia ter me visto. Eu vi que ele, a púpila dele nem mexia". Bom, ele falou: "Você tava lá?" E ele falou: "Tava você e tava um médico." Ele descreve o médico, descreve ela. E foi aconteceu o seguinte, quando eu cheguei, vocês iam me entubar, mas vocês viram que tinha dentadura, vocês tiraram minha dentadura e colocaram na gavetinha daquele carrinho cheio de uns potes em cima, ou seja, o carrinho de parada. E ela tinha feito exatamente isso. Você guardou a minha dentadura ali. E mais, eu fiquei observando vocês fazendo e teve uma hora que eu fiquei muito desesperado. Por quê? Vocês começaram a ficar falando que ia desistir, que não ia mais me reanimar, já que tava muito difícil, já achava que eu não ia ter mais volta. E eu comecei a gritar desesperado, não para, não para, vai, não para. E aí? E a enfermeira é só assim, porque era verdade tudo isso. Efetivamente ela tinha pego a dentadura dele, ela guardou no carrinho de parada, eles realmente estavam desanimando de reanimá-lo, tava ela e tava o médico, etc, etc, etc. Então esse é um exemplo de percepção verídica durante uma experiência de quase morte, que é muito difícil de você explicar numa visão estritamente fisicalista, ou seja, de que seria o cérebro gerando a consciência. Mas se o cérebro não tava funcionando, como que ele tava gerando? E gerando a consciência fora do corpo, observando todas as situações, sem o cérebro nem reflexo pupilar, que é a coisa mais básica a pessoa tinha. Então esse é um exemplo de como as, esse é um exemplo, mas vários outros como as experiências de e as experiências quais mais são tão importantes. Nós estamos fazendo atualmente uma pesquisa na na Federal de Juiz de Fora, estamos com mais de 300 casos de Equm do Brasil
ros como as experiências de e as experiências quais mais são tão importantes. Nós estamos fazendo atualmente uma pesquisa na na Federal de Juiz de Fora, estamos com mais de 300 casos de Equm do Brasil inteiro e as pessoas que fizeram relatos, né, de de EQM, eh por sinal, quem quiser, se alguém tiver experiência de Equm, quiser fazer relato, fjf.br/nups br/nups, é o nosso site, tem lá para quem quiser participar da pesquisa como voluntário, orientando um doutorado e um pós-doutorado nessa área. E aí, eh, nós estamos com mais de 300 casos e nós vimos para as pessoas que tiveram em média há 15 anos atrás a experiência de quase morte e a maioria delas refere que continua achando que aquilo ali realmente foi uma experiência espiritual verdadeira e que aquilo mexeu profundamente com elas, com seus valores, com a sua vida. O que é muito diferente, por exemplo, de apenas um estado confusional na UTI que a pessoa tem, por exemplo. Bom, então, EQM, um tipo de experiência. Outro tipo de experiência são as aparições ou vivências mediúnicas, tá certo? Vou contar dois casos aqui para poder ilustrar, mas para cada tanto na EKEM, h, há muitos outros estudos, né? Eu vou citar casos para ficar mais interessante para ilustrar, mas há muito mais detalhes sobre isso no próprio livro e tudo mais que a gente tem investigado. Então, sobre aparição, vou contar um caso bem interessante que aconteceu nos Estados Unidos. Uma pessoa, o Chafinim, ele tinha três filhos e aí ele brigou com dois, fez um testamento deserdando os dois primeiros filhos e dando todos os seus bens para o terceiro filho. Beleza? E registrou esse testamento em cartório. Tudo bem? Assim ficou. Vários anos depois, mais de 10 anos depois, parece que ele se arrependeu de certa forma. E aí ele faz um outro testamento distribuindo igualmente para os três. Mas ele não registra esse testamento em cartório. Provavelmente ele achou que ele não ia morrer tão em breve. E aí que depois ele faria isso. Aconteceu que no ano seguinte sofreu um acidente, uma queda e
ele não registra esse testamento em cartório. Provavelmente ele achou que ele não ia morrer tão em breve. E aí que depois ele faria isso. Aconteceu que no ano seguinte sofreu um acidente, uma queda e morreu. Por isso, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Vocês estão vendo, né? Assim. Então a morte vem como um ladrão, né? E assim aconteceu com ele. Ele morreu subitamente e tudo bem. E aí só ninguém na terra conhecia esse segundo testamento, OK? E aí ele morreu, distribuíram, deram tudo, deserdaram os dois primeiros, deram tudo pro terceiro filho. Muito bom. Até que 3 anos depois, acho que é 3 anos depois, se eu não me engano, um dos filhos deserdados começa de noite a ver o pai no pé da cama. Ele ficou meio assustado, vocês imaginam, né? né? Ainda mais que tava meio assim com o pai, né, quando naquela história toda. E começou a ver noite após noite o pai no pé da cama e ele começou a chamar estranho e começou a ficar com medo. Até que uma hora o pai fala com ele. Depois dele, aquele susto todo, o pai fala, o pai aparece com sobretudo e fala: "O testamento veja no bolso desse meu sobretudo". e desapareceu. Ele ficou estranho, achou estranho, mas no dia seguinte foi ver o que tava acontecendo. Foi procurar onde estava o sobretudo. Tava na casa de um outro irmão, localizou esse sobretudo. Quando foram olhar no bolso sobretudo, tava costurado o bolso. E lá dentro dessa costura tinha um papel com a letra do Pai dizendo o seguinte: "Veja a minha Bíblia antiga, capítulo 27 do Gênesis, do livro Gênesis da Bíblia. Ninguém entendeu nada. Foram procurar a Bíblia, tava na casa da mãe. Foram na casa da mãe, acharam. Quando abriram a Gênesis, no capítulo 27, estava dobrado esse capítulo, a página, os as folhas do capítulo, e lá dentro tava anotado no manuscrito dele, o testamento, fazendo a distribuição dos três eh para os três igualmente. E o capítulo 27 é um capítulo que tem a ver com a questão e eh de relação pai e filho, etc e tal, e tudo mais. Depois, esse caso, então, foi
fazendo a distribuição dos três eh para os três igualmente. E o capítulo 27 é um capítulo que tem a ver com a questão e eh de relação pai e filho, etc e tal, e tudo mais. Depois, esse caso, então, foi levado à justiça nos Estados Unidos. 10 testemunhas confirmaram a caligrafia que era efetivamente dele. E no final esse testamento novo foi tido como válido e foi feita a distribuição. Então é um exemplo de situação de que como que uma informação que ninguém tinha ninguém tinha não poderia ser telepatia, né? E não poderia ser fraude porque a letra foi reconhecida por todo mundo como sendo a do pai, era compatível. demonstrando o quê? Uma persistência daquela mente, daquela consciência do pai e com o desejo de dar seguimento àquilo que ele queria, que era esse de corrigir uma injustiça. Então, esse é um exemplo. Um outro exemplo pra gente poder ilustrar também eh na mediunidade, obviamente, um caso típico, né? não típico, mas um caso emblemático, o caso do Chico Xavier, por exemplo, né? Ou seja, e e ele tem vários tipos de evidência que podem nos ajudar muito a entender isso e há várias pesquisas. Nesse sentido, nós sabemos que a primeira obra psografada pelo Chico foi Parnazo de Além Túmulo. Foi um livro com uma coletânea de poemas, né? Eh, poemas atribuídos a múltiplos poetas, portugueses e brasileiros já falecidos, Castro Alves, Casimiro de Abreu, Guerra Junqueiro, Olavo Bilac, etc, etc, etc. E o interessante que quando esse livro foi publicado, o Chico tinha apenas 22 anos. nível de instrução primária, morando no interior de Minas, sem acesso à internet 1932, obviamente, sem acesso a grandes bibliotecas, a nada disso. E o que que é interessante, há um mestrado e um doutorado em literatura na Unicamp do Alexandre e Carol Rocha, que investiga exatamente vários desses escritores e poetas, o estilo, a forma, o conteúdo, etc., que eles tinham em vida. E comparou com os poemas escritos através do Chico Xavier. E o impressionante é que há extrema similitude. E para ser capaz de fazer isso com os
lo, a forma, o conteúdo, etc., que eles tinham em vida. E comparou com os poemas escritos através do Chico Xavier. E o impressionante é que há extrema similitude. E para ser capaz de fazer isso com os dezenas de tipos de poem, de poetas e tudo mais, o Chico teria primeiro que ler o poeta, conhecer muito bem o estilo literário de cada poeta, estilo muitas vezes que só especialistas conhecem de cada um deles. E não só isso, e ser capaz de repetir e simular cada um desses poetas apropriadamente e muitas vezes rapidamente na frente de todo mundo. Só isso. Se ele fizesse isso com um poeta, já seria um fenômeno. Fazer isso com dezenas de poetas é um fenômeno maior ainda. Ou seja, há evidências de certa forma, então, como uma hipótese mais plausível, que aquela consciência daquele poeta manteve a continuidade de caráter e de menor e de estilo que ele continua aqui. Esse é um exemplo de evidência. Há outros exemplos de evidência, por exemplo, tô citando apenas aqueles que foram investigados academicamente. Nós eh investigamos com um grupo de colegas eh cartas psicografadas pelo Chico Xavier, né? Pais, né? Tiveram seus filhos que desencarnaram e buscavam através do Chico Xavier a cartas de contato. E o que nós fizemos, né? Basicamente, nós eh estudamos eh o quanto que as informações eram verídicas, corretas, melhor, quantas conversões eram corretas, isso. E depois tentamos ver se essa informação tinha sido passada pro Chico de cer de alguma forma ou como o Chico poderia ter obtido essa informação de outras formas. E fomos analisando isso e nós publicamos isso em revistas científicas, psiquiátricas, etc. e tal. E aí o que que nós encontramos? Por exemplo, algumas das cartas que nós estudamos, há, primeiro informações, 97% das informações eram corretas, cartas com 15 20 itens de informação, 97% corretas, os 3% eram, a gente não conseguia verificar basicamente. E o mais interessante e impressionante é que havia informações que nem o familiar que foi obter a carta conhecia. Por exemplo, havia o caso em que o filho
a gente não conseguia verificar basicamente. E o mais interessante e impressionante é que havia informações que nem o familiar que foi obter a carta conhecia. Por exemplo, havia o caso em que o filho havia falecido e o pai eh tava mantendo pensamentos suicidas secretos, sem contar para ninguém. E o pai ia todo dia no cemitério até o túmulo do filho. Ninguém sabia disso. Os familiares não sabiam, ninguém sabia. E isso está na carta. Quer dizer, além disso, quer dizer, uma informação que o familiar não sabia. outras informações muito detalhadas, por exemplo, desde eh eh o que o pai queria construir um hospital pro filho cuidar de criança doente. Quer dizer, coisas bastante específicas que estavam nas cartas que era muito improvável do Chico ter tido acesso, já que muitas eram informações muito privadas e muitas nem os outros familiares conheciam. e há vários casos nesse sentido. Então, são exemplos da mediunidade, sugerindo mais uma vez a continuidade do caráter e da memória. E há estudos também, outros estudos especificamente sobre eh eh a estudos controlados, digamos assim, em que eh o médium recebe a informação, ele recebe as informações mediúnicas sem até ter contato com nenhum familiar e depois o familiar recebe a em pesquisas familiar recebe a informação mediúnica do familiar dele. e de quatro outros pessoas falecidas do mesmo sexo, idade aproximado. E ele tem que dizer das quatro ou cinco cartas que ele tem, qual que é do familiar dele para não ficar uma coisa, ah, só porque eu tô com muito luto, eu aceito qualquer coisa. Não. E mesmo assim ele consegue acertar com mais probabilidade a carta dele. Então, resumo, há uma série de estudos de boa qualidade, altamente sugestivos da capacidade mediúnica. Por fim, para encerrar o nosso dia, a nossa noite, a terceiro nível de evidência, casos sugestivos de reencarnação. O maior pesquisador no mundo nessa área foi o Dr. Ian Stevenson, psiquiatra, professor titular de psiquiatria da Universidade da Virgínia, nos Estados
l de evidência, casos sugestivos de reencarnação. O maior pesquisador no mundo nessa área foi o Dr. Ian Stevenson, psiquiatra, professor titular de psiquiatria da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, que nos anos 60 ele começa a investigar esse tema até o seu falecimento em 2006, se eu não me engano, em 2006. foi um grande investigador. Ele conseguiu compular, computar na sua universidade mais de 2.000 1 casos de casos que chama de casos sugestivos de reencarnação, que é o seguinte: uma criança, assim que a criança começa a falar com 2 anos, 3 anos, ela começa a falar de uma alegada vida passada, começa a falar que viveu em tal lugar, começa a falar que eh morreu atrupelada de tal forma, que tinha tal nome, tal, não sei o que lá e pá pá pá pó pó. Muitas vezes você não consegue encontrar nada nesse sentido, mas muitas vezes, na maioria das vezes, se consegue localizar uma pessoa que encaixa com bastante precisão esses dados e dados bastante precisos e específicos que são bastante improváveis da criança ter obtido esse acesso de outra forma. E mais, essa criança frequentemente ela tem fobias relacionados ao alegado modo de morte dela e ainda muitas vezes tem marcas de nascença ou defeitos de nascença também compatíveis com o modo de morte da alegada à vida passada. Vou contar para encerrar um caso ilustrativo da Purnima. Purnima era uma menina do Sri Lanka. Esse é um caso investigado pelo professor Erlend Haraldson, professor titular de psicologia Universidade da Islândia, na Europa, e ele faleceu recentemente e ele investigou esse caso e publicou. A pornima nasceu no Sri Lanka com 3 anos de idade. Ela tava lá em casa e a mãe conta que teve um acidente e alguém morreu atropelado. A mãe conversando em casa que houve um atropelamento e alguém morreu no bairro. A menina teve uma reação muito estranha. Nossa, que horrível. Quem mata os outros atropelado é muito mal. Essa pessoa é muito malvada. Uma coisa assim meio de onde ela assim ficaram assim. Tudo bem. Um tempo depois eles estavam vendo na
nha. Nossa, que horrível. Quem mata os outros atropelado é muito mal. Essa pessoa é muito malvada. Uma coisa assim meio de onde ela assim ficaram assim. Tudo bem. Um tempo depois eles estavam vendo na televisão apareceu um templo chama templo Kelânia, bastante famoso lá no Sriilanca. Aí ela olha e ela fala: "Eu já morei lá". Como assim? Aí ela começa a contar. Ela foi estimulada assim por aquele por ver aquilo. Eu já morei lá. Aí, resumo, ela foi contando que ela morava atrás do rio, atrás do templo Kelânia, fazendo incenso. Fazia incenso de de marca Ambiga e Getapita. Não existia essa marca de incenso aonde a a Purnima morava. E ela tava indo de carro, de bicicleta, vender incenso e de repente um carro grande vem e bateu nela e ela morreu. Tem outras coisas, mas isso é o essencial da história. Resumo, vai se investigar o caso e o tempo queelânia era alguns centenas de quilômetros longe de onde eles moravam. Eles nunca tinham ido lá, a família nunca tinha ido lá. se localiza um indivíduo que vendia incenso. E esse indivíduo que vendia incenso teve um cunhado que fazia incenso de marca ambiga e getapita. E mais, quando a pornima foi lá, quando mostraram a o envelope do incento, falou: "É, mas vocês mudaram, não era assim o envelope, não?" e mudaram mesmo. E esse fazedor de incenso, eh, tava indo de bicicleta vender incenso no templo Kelânia. Ele é atrupelado por um cam ônibus e o ônibus passa com a roda aqui assim em cima dele e ele morre. Muito bem. E aí eles observam a menina, a menina tem uma marca de nascença, ela tem várias manchas brancas nessa região sobre a costela à esquerda. E eles conseguem ter acesso ao lado de necrópsia do fazedor de incenso, que morreu por lesões nessa área, por fraturas da costela que que penetraram pulmão e baço eh nessa região. Ao todo, a purnima fez 20 afirmações sobre a vida passada. 14 delas eram corretas, seis três indeterminadas e três incorretas. Esse é um exemplo de um caso em que ela tinha uma reação emocional exagerada, por exemplo, a questão do
mações sobre a vida passada. 14 delas eram corretas, seis três indeterminadas e três incorretas. Esse é um exemplo de um caso em que ela tinha uma reação emocional exagerada, por exemplo, a questão do acidente de carro, ela tinha a marca de nascença, ela tinha uma série de memórias bastante precisas, que é muito difícil explicar de outra forma. E ela eh tem, e esse é um exemplo, há só que há literalmente milhares de casos investigados, inclusive do Brasil nesse sentido. O Wian Stevenson, ele investigava casos do mundo inteiro, inclusive ele tinha uma parceria com Hernan Guimarães Andrade no Brasil. Quando eu estive num departamento lá da Universidade da Virgínia, eu tive a chance de ver as pastas sobre o Brasil e tinha as cartas do Yen Stevens com Hernan Guimarães de Andrade discutindo os casos que tinham no Brasil. O os times mandava perguntas para perguntar pros casos, o Hernan respondia, investigava e tudo mais e tal. Então esses são três exemplos. Então, para finalizar mesmo, agora para encerrar de vez, nós estamos com casos de experiência fora do corpo em quase de morte, aparição mediúnica e casos sugestivos de reencarnação. Todos eles fortemente sugestivos de uma consciência que vai além do cérebro e que consegue sobreviver quando o cérebro não está funcionando, indicando a continuidade do caráter e da memória. E são três tipos de experiências. Há muitas outras, mas são os principais. que têm sido estudadas há décadas ou até mais de um século por dezenas de pesquisadores em diversos países e todos encontrando casos e achados muito sugestivos. Então, ou seja, o que nós temos é uma convergência de resultados apontando pra gente para efetivamente um, a possibilidade de investigação científica sobre evento da consciência e dois que esses dados são altamente sugestivos do ponto de vista científico dessa eh possibilidade. Ou seja, tem havido efetivamente um caminhar, né, de transformar esta questão da sobrevivência de uma questão puramente filosófica e religiosa para uma questão
vista científico dessa eh possibilidade. Ou seja, tem havido efetivamente um caminhar, né, de transformar esta questão da sobrevivência de uma questão puramente filosófica e religiosa para uma questão eminentemente também científica. Quem quiser conhecer e explorar um pouco mais, tá no nosso livro. Infelizmente, por enquanto, só em inglês. A gente tá tentando trabalhar para tentar no ano que vem a gente conseguir uma ver só em português, mas quem quiser ir conseguir ler inglês, na Amazon, vocês conseguem comprar Science of Life After Death. Eh, tem muito mais detalhes, todos os casos citados, a referência científica para quem quiser aprofundar. E é um livro aberto para quem tiver, não preciso ser de especialistas, é para pessoas que têm interesse de estudo e poder aprofundar. Eu queria agradecer demais a atenção de vocês, agradecer o convite e uma boa noite a todos. Depois deste banho de luz que a todos nos cativou em menos de uma hora, lamentavelmente, resta-nos reflexionar a respeito de uma questão fundamental. Qual é o objetivo da nossa existência na Terra? Cada um perguntasse o que é que eu vim fazer ou que me falta fazer para encontrar-me comigo mesmo e ser feliz. Como de hábito, em nossas reuniões de sábado, fazemos também a parte prática do espiritismo, a terapia dos passes. Aproveitemos este momento de paz, de reflexões e solicitamos aos nossos médiuns para que tomem os seus lugares, a fim de emos momentos podermos encerrar a nossa reunião. Senhor da vida e da morte. Aqui estamos na jornada fisiológica, procurando não esquecer a realidade que somos imortais. E a ação da caridade, filha do amor, é a mais eficiente para alcançarmos a meta para a qual renascemos. Então, queremos pedir-te que abençoes os nossos médiuns, que irão oferecer as suas energias mimetizadas por aquelutas que procedem de outra dimensão cósmica da vida, que eles possam canalizar as forças saudáveis que proporcionam bem-estar, alegria de viver e resgate das provações. Em consequência, pedimos
r aquelutas que procedem de outra dimensão cósmica da vida, que eles possam canalizar as forças saudáveis que proporcionam bem-estar, alegria de viver e resgate das provações. Em consequência, pedimos por nós próprios a benefício do nosso ser, do ser que somos, mas incluímos aqueles aos quais amamos, nossos familiares, afetos de outra natureza, amigos E sem dúvida, recordando-nos dos adversários, pedimos por eles para que sejam felizes e, por efeito, nos deixem em paz. Queremos rogar-te pelos suicidas, almas que se não deram oportunidade a si mesmas, a fim de acertarem o passo com o bem. Ó Jesus, por aqueles que neste momento padecem enfermidades cruéis, irreversíveis e se encontram em situação deplorável. Abençoa-os pelo teu amor. Graças à nossa interferência. Também te pedimos pelos espíritos que se comprazem no mal, esses que incitam a situações conflitivas íntimas, familiares, grupais, nacionais. E te pedimos pela paz, pela nossa paz pessoal, pela paz e nossa família, em favor da paz no Brasil, nesta hora muito grave de ressentimentos pela paz na Terra, ultrajada pelas guerras que consomem as esperanças. Abençoa a nossa água, tornando-a veículo de bênçãos, qual ocorreu quando fosse solicitada pela paz no mundo, essa harmonia, essa alegria, esse bem-estar. que nos torna irmãos uns dos outros. Agradecemos a noite, o dia, a mensagem que nos trouxe o irmão querido. Pedimos-te pelo seu messianato na terra em teu nome, evocando a misericórdia do Pai, a tua bondade e a ternura da mãe santíssima, ao lado dos bons espíritos que nos assessoram, encerramos a nossa reunião. formulando harmonia, saúde e paz para todos. Está encerrada a nossa reunião.
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