Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso – Devotamento e abnegação
Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #VidaGloriosa #JoannadeÂngelis #PaulodeTarso #DevotamentoeAbnegação *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus irmãos, boa noite. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita esteja conosco nesse instante, nos trazendo paz e nos trazendo luz no coração. Vocês estão bem? >> Muito bom, né? Olha gente, sábado de noite, estamos aqui reunidos para mais um capítulo do nosso livro Vida Gloriosa da nossa querida Joana de Ângeles, que sempre nos traz assim de uma forma muito primorosa, aspectos importantes das nossas vidas, reflexões que nos ajudam a compreender melhor a nossa existência, o por estarmos aqui. e ela vai tratar nesse capítulo, que é o assunto do nossa conversa de hoje sobre duas palavras que estão no Evangelho Segundo Espiritismo, em toda a codificação, de uma forma muito relevante. No Evangelho Segundo o Espiritismo, a palavra abnegação aparece 20 vezes e devotamento aparece 25 vezes, mostrando a importância dessas duas companheiras dentro da explicação do que é realmente o o postulado de um cristão. Porque segundo o espírito de verdade, abnegação e devotamento são duas palavras que podem ser traduzidas como uma oração, uma força, um instrumento de força a partir dos quais ou a partir do qual é possível superarmos as adversidades da vida. Assim também o espírito Felon diz que a palavra abnegação é filha de Leteta do amor. Uma rainha de França diz que é a porta que abre o reino dos céus. Então, é algo grandioso. Por isso, Joana de Angeles vem nos apresentar nesse capítulo essas duas palavras e o que que isso tem a ver com a vida da gente, que é isso que nos importa hoje. Joana começa o capítulo específico falando sobre a transição planetária. Esse assunto que Severino vai trazer aí no seu seminário, a questão do apocalipse, da mudança dos tempos, é algo que nos intriga. Porque uma pergunta muito comum que acontece ordinariamente é assim: Paulo, nós estamos em transição planetária, mas o mundo tá tão ruim, Paulo, o mundo tá tão difícil, as coisas estão são tão
ntriga. Porque uma pergunta muito comum que acontece ordinariamente é assim: Paulo, nós estamos em transição planetária, mas o mundo tá tão ruim, Paulo, o mundo tá tão difícil, as coisas estão são tão complicadas que eu acho que não tá transitando é nada. E essa é a visão geral, porque quando a gente abre o noticiário, a gente vê tantas coisas ruins acontecendo. A gente vê o a humanidade caminhando para valores extremamente complexos. a gente vê a natureza se apresentando de uma maneira assim agredida, o mundo passando por mudanças importantes. Tivemos recentemente aí uma pandemia que durante a pandemia muitas pessoas se levantaram para dizer que haveria uma mudança no na postura da humanidade quando passasse a pandemia. E no entanto, nós estamos vendo uma repetição de situações deprimentes que acontecem mesmo depois da pandemia, como se aquela situação grave pela qual nós passamos não tivesse nos trazido ensinamentos importantes a respeito da vida, da valorização da vida, do sentido moral da existência. Então essa pergunta é válida, sim, claro, porque é são muitas mudanças que estão acontecendo. No capítulo 18 da Gênese, quando Allan Kardec trata da questão da mudança, da chegada dos tempos novos, ele faz uma digressão a respeito das mudanças que nós experimentamos aqui na face da Terra. Nós já vimos, por exemplo, as mudanças geológicas que aconteceram no planeta. O planeta era antes massa ígnea, era uma bola de fogo que foi se aprimorando a partir do momento, ela foi sendo transformada a partir dos das das mudanças que aconteceram na superfície e hoje é essa lindeza que a gente conhece. Então, a Terra não foi criada assim como esse paraíso verde, cheiroso, colorido, sedutor que ela é. A Terra foi criada de uma maneira horrível, um mundo extremamente difícil para as primeiras, os primeiros habitantes, que certamente tiveram que experimentar as as durezas, né, de um planeta em estado inicial de formação. Então, hoje nós temos aí o resultado de um processo que não parou,
ras, os primeiros habitantes, que certamente tiveram que experimentar as as durezas, né, de um planeta em estado inicial de formação. Então, hoje nós temos aí o resultado de um processo que não parou, porque nós podemos imaginar que a Terra vai ficar assim para sempre e a gente sabe que há essas mudanças acontecendo. E Allan Kardec é muito, é muito claro em dizer que existem dois tipos de mudança. Existem aquelas mudanças que são rápidas, que são visíveis, são perceptivas, como, por exemplo, um tsunami. O tsunami quando acontece, a gente sabe que foi ali uma placa tectônica que se mexeu e que provocou aquela onda que avançou sobre o o continente. Então ali é uma mudança, um um vulcão que explode ou que entra em estado é de erupção. Então a gente sabe que ali houve uma mudança, mas existem outras mudanças que são silenciosas, que levam milhares de anos para ocorrer e que nós não conseguimos assistir porque nossa vida é curta diante de um cenário que se arrasta lentamente. Isso do ponto de vista da existência material, da existência do planeta como um ORB que está se modificando. A mesma coisa aconteceu com nós, com o nosso corpo, com a nossa estrutura humana. Nós éramos antes seres primitivos. E esses seres primitivos foram sendo adaptados à medida em que o tempo foi passando, a gente foi se transformando, nosso corpo foi passando por um processo de adaptação. Então, segundo o Dr. Paul McLin, o cérebro humano, que é essa maquinaria impressionante que faz com que a gente seja como a gente é, ela passa por três estágios. O primeiro estágio é a criação do cérebro chamado sistema o cérebro reptiliano, do sistema R, chamado assim, que é aquele responsável pelas nossas reações instintivas, o nosso processo de reprodução, a nossa vida de um modo geral regulada da maneira mais básica possível dentro do sistema reptiliano. A partir de uma nova implementação, recebemos um outra uma outra camada que é o chamado sistema límbico. O sistema límbico, quando ele chega no cérebro,
s básica possível dentro do sistema reptiliano. A partir de uma nova implementação, recebemos um outra uma outra camada que é o chamado sistema límbico. O sistema límbico, quando ele chega no cérebro, ele traz a experiência valorada. Ou seja, a gente pode dizer o que é bom, o que é ruim, porque a gente experimenta, a gente sabe, consegue sentir algo prazeroso pela produção de substâncias que nos dão prazer ou que nos fazem repelir uma determinada experiência. E depois, mais aí, por volta de uns 100.000 1 anos atrás, nós recebemos a última camada do cérebro, que foi o chamado cérebro e córtex pré-frontal ou cortical mais imediato, aonde aqui acontece o processamento das informações e faz com que nós sejamos capazes de botar foguetes no espaço, submarinos no embaixo da das águas e fazermos tudo isso que a Terra hoje experimenta. Isso é também um processo lento de transformação e de mudança. E no campo da moral, no campo da moral também nós temos aí experiências de evolução muito sistemáticas e significativas. Porque se nós compararmos, por exemplo, nossa vida num num período de 200 anos atrás, nós vamos encontrar aqui na cidade de Salvador, por exemplo, pessoas presas ali no mourão, tomando chicotadas nas costas. Isso era algo normal. Então, nós tínhamos escravos, isso era uma maneira de se lidar. Os seres humanos, eles não tinham esse negócio dessa, desse negócio do romantismo de frufru que a gente tem hoje, não tinha. Isso era uma coisa mais eh, digamos assim, eh, eh, pragmática, muito pragmática. As crianças não eram esses seres idolatrados como são hoje. Eles eram adultos miins. Então é comum, por exemplo, você pode perguntar seu vovô, sua vovó, se na no tempo deles, com 4, 5 anos de idade era comum ter uma criança trabalhando na roça. Era muito comum. Essas crianças já estavam na vida. Eu tenho amigos que com 10, 11 anos de idade eles eram colocados para morar sozinhos. A família vivia na roça, levava criança paraa cidade para poder estudar, ficava sozinho. Tinha uma pessoa que passava
tenho amigos que com 10, 11 anos de idade eles eram colocados para morar sozinhos. A família vivia na roça, levava criança paraa cidade para poder estudar, ficava sozinho. Tinha uma pessoa que passava lá, fazia comida e tal, mas a criança ficava ali. Então esse movimento de transformação da família, a transformação do ser humano, do ponto de vista da sua vida na sociedade, isso também é mudança. Agora, claro, existem mudanças radicais, rápidas, que a gente percebe e tem mudanças lentas, subrepetícias, que acontecem ao longo do tempo. Então, de um certo modo, a lei do progresso está agindo sobre tudo. Está agindo sobre o planeta, está agindo sobre o universo, está agindo sobre a sociedade, está agindo sobre os seres humanos. E nós estamos experimentando hoje um período de transição. E esse período não é porque estamos saindo de provas e expiações para regeneração. Viver é transitar. Afinal de contas, nós somos na criados simples e ignorantes e caminhamos na direção da luz. Então, todo o nosso processo de aprendizado e de evolução é um processo de transição. Então, eu conto uma história que eu eu não sei, eu acho que vocês nunca passaram por uma experiência dessa, eu tenho certeza, dada aí a elevação moral de vocês que eu conheço, eu sei da maioria de vocês, mas quando eu tinha 15 anos de idade, gente, eu tinha o hábito de ir em festas que eu não era convidado. Por que vocês estão rindo? Naquele tempo era comum para mim fazer isso. Tinha até um nome, eu esqueço assim o nome. Ah, então vocês fizeram também. Captei a mensagem. Vocês estão vendo como são as coisas? E eu achando que eu tava no meio assim de espíritos puros. Olha só. Então, nessa época o que que nós fazíamos? Eu chegava em casa, dizia: "Mãe, tem uma festa sábado numa casa importante ali no caminho das árvores." Aí minha mãe ia no Guatemi, passava numa loja, comprava roupa. Que perversidade a gente fazia com a mam, né? A mãe comprando a roupa pra gente pular muro, para entrar numa festa que a gente nunca. E o pior de tudo, gente, é que a
assava numa loja, comprava roupa. Que perversidade a gente fazia com a mam, né? A mãe comprando a roupa pra gente pular muro, para entrar numa festa que a gente nunca. E o pior de tudo, gente, é que a gente ainda voltava para casa com bandeja de doce, né? Ainda levava as coisas assim. Não era só entrar na festa, tinha que sair e levar alguma coisa. Eu fazia aquilo com alegria, os amigos ficavam alegres e a gente com fazia festa e era uma coisa alegre. Depois de passaros alguns anos, eu fico me me observando hoje, eh, hoje eu tenho dificuldade de ir nas festas que eu sou convidado. A chance de eu pular um muro hoje para entrar na casa de alguém que não me chamou é zero. Então, olha como a vida da gente é. a gente evolui, a gente cresce, a gente muda e às vezes a gente vai aprendendo com as coisas e quanto mais a gente vai recebendo da vida inputs importantes, mais a gente consegue melhorar. Algumas pessoas vão aprimorando o seu modo de fazer e seu modo de viver de tal sorte que elas vão se transformando seres verdadeiramente especiais. Pessoas que passaram por experiências difíceis e tiveram a oportunidade de se revelar em conteúdos muito nobres na vida hoje. São pessoas que nós tomamos como exemplos. Então, pega, por exemplo, aqui um caso de Valdo Franco, um jovem que não tinha recursos, que não tinha absolutamente nenhuma formação de estudo, mas com o seu esforço e guiado pela luz do Cristo que o chamou juntamente com o Espiritismo, que o coptou através das suas ideias, dentro da sua formação espiritual, trouxe ele para esse espaço onde nós estamos aqui. aqui hoje usufruindo graças a essa história. Não, não. Aqui não é como o planeta que chegou eh verde colorido e sedutor. Isso aqui tem história. Eh, pessoas abrindo essas ruas na mão com picaretas abrindo essas estradas que hoje nós passamos com os carros, achando que elas sempre existiram. Houve um momento que ali era mato e a pessoa de repente enxergou ali uma estrada e abriu esse lago maravilhoso que está embaixo.
que hoje nós passamos com os carros, achando que elas sempre existiram. Houve um momento que ali era mato e a pessoa de repente enxergou ali uma estrada e abriu esse lago maravilhoso que está embaixo. Tio Nilson fez com as próprias mãos. Mas o que que faz uma pessoa olhar para um riacho e transformar num lago onde vai botar os peixes que vai ornar uma floresta? uma visão de futuro que dá a eles uma perspectiva de caminhar numa cenda que faz com que ele acumule ao longo dessa estrada todos os elementos importantes para que esse objetivo seja alcançado. Então, a diferença específica entre a Terra a evoluir através dos vulcões e dos tsunamis é que a Terra está submetida a um processo de uma injunção determinada pela própria natureza. E o homem, por conta de sermos capazes, de tomarmos decisão e termos o livre arbítrio, nós evoluímos por nossa vontade. É basicamente essa diferença, né? Vocês nunca viram uma abelha tomando rivotril? Já viram, hein? Saú? Já viu, amigo? Nunca viu. Por que ela não toma? Porque ela está condicionada na no seu determinismo existencial. Ela não tem crise existencial. Por que que nós temos crises? É porque nós temos o conflito entre aquilo que nos parecia ser correto e aquilo que nós conseguimos viver. E nessa diferença entre o que parece ser e o que é, existe o conflito. Além de tudo, nós somos seres palingenésicos, seres que reencarnamos e trazemos, conforme Joana nos diz, de forma muito clara e sistemática, trazemos as heranças das nossas vidas transformadas em culpas que criam em nós outros esses esses ambientes difíceis de se lidar. Então, observe que o ser humano é mais difícil do que uma abelha, porque ele tem que tomar decisão, ele tem que resolver conflito, ele tem que fazer DR. Quem gosta de fazer DR aqui levanta a mão, por favor. É DR é discutir relação, gente. É, é isso mesmo. É o silêncio mesmo, né? Você vê como é importante, né, entre nós. Então, esse tipo de coisa é tipo de humano, porque quando a gente quer fazer alguma coisa, a gente busca os caminhos,
É, é isso mesmo. É o silêncio mesmo, né? Você vê como é importante, né, entre nós. Então, esse tipo de coisa é tipo de humano, porque quando a gente quer fazer alguma coisa, a gente busca os caminhos, a gente busca as alternativas, a gente faz por onde isso acontecer. Agora observe só o seguinte, o mundo hoje tá estranho para uns, porque para os que estão agora chegando nesse exato momento, o mundo é absolutamente normal, estranho, somos nós que estamos vindo de uma outra perspectiva, mas para essas pessoas que estão aí hoje não tem nada diferente daquilo que era para nós outros lá atrás pular o muro de uma casa para fazer uma festa. Então, cada momento nós vamos encontrar essa geração nova que chega e que experimenta esse novo transformado. E nós que estamos ainda num processo carregando em nossas memórias vivências de um tempo passado, nós precisamos nos acostumar com essa nova visão de mundo, porque o mundo não dá ré, o mundo avança. E pode parecer estranho acontecer da forma que é, mas uma coisa a gente precisa saber, não existe movimento aleatório na criação. Deus não joga os dados. Não é uma coisa aleatória, não é, vamos ver se dá certo. Todo movimento, ele tem um sentido de ser. E é por isso que às vezes as transformações elas podem parecer caóticas. Mas elas são visualmente caóticas, em termos perceptíveis, caóticos, mas a situação é essencialmente ordenada, é uma ordem subjacente a um caos aparente. Eu chamo isso de movimento caórdico. é o caos aparecendo na forma de uma confusão, mas que está ali sendo presidido por uma ordem que nós precisamos entender. Quando Leids olhava o mundo, isso no século XVII, ele dizia de uma forma interessante, ele dizia o seguinte: "E esse mundo, do jeito que é, ele é a melhor configuração de mundo que você pode imaginar, porque é criado pelo ser mais perfeito que existe. E o que é criado por Deus, que é perfeito, não pode ser imperfeito, não pode ter defeitos. A gente é que não compreende. Eu gostaria que o mundo fosse diferente,
ado pelo ser mais perfeito que existe. E o que é criado por Deus, que é perfeito, não pode ser imperfeito, não pode ter defeitos. A gente é que não compreende. Eu gostaria que o mundo fosse diferente, gente. Eu gostaria muito que nós já estivéssemos no outro patamar. Eu gostaria muito que nós não tivéssemos mais as brigas, não tivéssemos mais as discensões, não tivéssemos mais a violência. Eu gostaria muito de poder andar pelas ruas da nossa cidade sem ter medo. Eu gostaria muito, eu gosto muito de abraçar. É, eu gosto de abraçar. E aí o que que acontece? Você às vezes você tem dificuldade de fazer esse movimento de encontro com as pessoas. Por quê? Porque você tem o receio, você tem a dificuldade e às vezes você tem a própria hostilidade que impede que haja essa aproximação, mesmo que você queira. Então, imagina que uma situação dessa acontece por quê? Porque nós estamos ainda dentro da nossa grande, né, massa de seres humanos habitando esse planeta. Nós estamos aqui em diferentes graus evolutivos. Isso é ruim, é, mas é maravilhoso, porque é justamente nas diferenças que nós aprendemos a crescer individualmente. No fundo, no fundo, as experiências da Terra, essas que parecem ser de sabores, que parecem ser estranhas, anacrônicas, são as experiências melhores para o nosso processo evolutivo. Mas é preciso ter olhos de ver, é preciso ter ouvidos para ouvir, é preciso ter o coração para sentir, porque se assim não for, a gente desiste. A gente não tem motivação. Qual é a motivação para ser bom? Jesus diz assim: "Eis que vos envio como eh mensageiros do mundo. Sede, portantos, sede, portanto, prudentes como as serpentes e mansos como as pombas. prudentes como as serpentes e mansos como as pombas. Porque Jesus sabia naquele tempo que quando mandasse os seus homens com seus ordenamentos de moral elevada para o meio daquela turba, completamente poluída dos desgastes morais, aquilo ali ia dar problema. as pessoas iam ser massacradas como foram ele mesmo foi massacrado por isso.
amentos de moral elevada para o meio daquela turba, completamente poluída dos desgastes morais, aquilo ali ia dar problema. as pessoas iam ser massacradas como foram ele mesmo foi massacrado por isso. Então, imagina na sociedade de hoje, a pessoa diz assim: "Paulo, como é que eu vou ser bom no meio dessas pessoas tão cruéis? Eu vou chegar no meu trabalho de repente e vou chegar lá, bom dia, gente, que maravilha é o dia. Vamos trabalhar que aqui a gente tem que produzir que não é não é o nosso negócio aqui é produção, não negócio conversinha não, vamos parar com isso e tal. Então, como é que você lida com esse tipo de coisa? Como é que você lida com a disputa de poder dentro de uma empresa, dentro de uma organização, dentro de uma família? Como é que você lida com as pessoas de diferentes graus evolutivos com as quais você é obrigado a viver, no caso, sua família? É preciso ter discernimento para entender o papel de cada um dentro da obra da criação, que está na questão 132. Quando Allan Kardec pergunta qual é a finalidade ou para que Deus submete o espírito à reencarnação, é para fazê-lo chegar à perfeição. E não somente isso, para que cada um possa assumir a parte que lhe cabe na obra da criação. Então nós sabemos que há uma consciência que vai chegar individualmente para cada um de nós, no sentido de nos esclarecer a respeito do sentido da vida e assim da finalidade e princípio da existência de cada um. E é por isso que nós, entendendo esse papel individual, nós podemos claramente saber como nós podemos entender ou superar as dificuldades que nos são colocadas no caminho. Porque no meio dos pedregulhos da mansão do caminho da década de 50, das árvores, existia um sonho e uma vontade de transformar esse ambiente aparentemente inóspito, fechado, selvagem, em uma cidade do bem. Então, para isso, alguém planejou, alguém se determinou e não foi fácil fazer. Então, ninguém pense que fazer o burilamento moral, fazer o burilamento espiritual é uma coisa simples. Eu tenho
do bem. Então, para isso, alguém planejou, alguém se determinou e não foi fácil fazer. Então, ninguém pense que fazer o burilamento moral, fazer o burilamento espiritual é uma coisa simples. Eu tenho inclusive feito aí umas orações para Dr. Haneman, que foi quem trouxe aqui pra terra, segundo dizem, a pomada do vovô Pedro, para que ele traga agora o perfectil de 300 mg. É um remedinho bom, gente. Você toma um de manhã antes, tem que tomar jejum, porque essas coisas tem que ter o fetiche, né? Você tem que tomar de manhã antes do café, toma meio-dia antes do almoço e toma um outro de 6 horas da tarde antes de tomar a janta. E com 15 dias você será perfeito como perfeito é o Pai Celestial. Quem quer tomar esse remédio? >> Cuidado com o cálice que você haverá de beber. O espírito puro, ele não vive da mesma forma que a gente vive. O espírito puro faz renúncias. O espírito puro vive em outra, né, outra vibe, outra vibração. Então é preciso entender que nosso estágio atual é o que nós estamos aqui, porque a construção é essa. Agora, o mundo é desacertado porque nós ainda não conseguimos achar o nosso caminho. Nós ainda não conseguimos fazer a parte ou saber a parte que nos cabe. Por isso a gente age de maneira tão assim, né? estranha. Olha o que está acontecendo no mundo hoje de Joana. Apesar de todas as dificuldades de nós termos aí as síndromes todas, depressão, ansiedade, torrei e outros nomes mais, termos um aumento absurdo na quantidade de pessoas, de crianças com autismo. Gente, as estatísticas são alarmantes. Quase mais de 30% das crianças nascidas com algum espectro autista. Então isso revela uma mudança de alguma forma, uma mudança nessa questão da da das conformações do próprio corpo, do psiquismo, da ação do sujeito sobre a terra. Nós estamos passando sim por mudanças significativas. Nós temos aí esses índices alarmantes de violência, graçando ainda nos noticiários, conforme já disse, mas nós temos, por outro lado, o avanço da ciência. o avanço da ciência que tem trazido
icativas. Nós temos aí esses índices alarmantes de violência, graçando ainda nos noticiários, conforme já disse, mas nós temos, por outro lado, o avanço da ciência. o avanço da ciência que tem trazido coisas muito boas, porque eu me recordo quando eu era, não digo pequeno porque eu ainda sou, mas quando eu era criança lá em Jquier, que eu ia no gabinete lá do dentista, que por sinal faleceu outro dia, era um negócio horroroso, gente. Parecia uma câmera de tortura que era assim polia, que subia, que descia de couros, mas vel vão lembrar disso. E o cara pegava aquilo, botava na boca e ficava assim com o pé parecendo a costureira assim, apertando assim, ó. E aquilo furava a boca da gente. E não tinha negócio de anestesia, porque era o menino que chorava. Não chore não, porque o homem chora. Era assim que a gente resolvia o problema da dor e pronto. Hoje até o mestolate não arde mais. Olha como era legal. E por isso muita gente não usa porque acha porque não arde, não faz efeito. Isso é coisa da gente, é coisa de velho, viu, gente? Olha para lá. Então, a coisa está evoluindo porque hoje nós temos medicamentos poderosos, nós temos grandes avanços na área da psiquiatria, remédios que conseguem recuperar as pessoas dentro do seu estado de depressão, traz de volta as pessoas que estavam caídas da vida, conseguem fazer com que elas tenham ímpeto ou ânimo para voltar a viver. Então, nós temos hoje muitas coisas acontecendo no campo da própria eh informação. Nós nunca tivemos tanto acesso à informação como temos hoje. Isso é bom. É bom que nem chocolate, é maravilhoso, mas se você comer 10 kg de chocolate, você vai passar mal. A informação é maravilhosa, mas você tem que saber consumir. Consumir com prudência. Você pega uma criança, por exemplo, que está com seu processo de formação cerebral. Você pega essa criança e coloca ela exposta às telas de maneira abundante, esse cérebro está sendo desenhado de uma forma diferente daquela que é a natural. Então é natural que essa criança vai ter
l. Você pega essa criança e coloca ela exposta às telas de maneira abundante, esse cérebro está sendo desenhado de uma forma diferente daquela que é a natural. Então é natural que essa criança vai ter dificuldades em algumas áreas, vai ter facilidade com outras, porque está tendo ali uma nova indução de neuroplasticidade. Esse é o grande problema das telas em um cérebro que leva 23 anos para se para se constituir como algo maduro. Então observe que nós estamos vivendo em um momento aonde você em sua casa pode aprender inglês, pode aprender francês, pode aprender alemão. Você pode estudar sobre o Egito, pode estudar sobre as antiguidades, pode estudar sobre a Bíblia, pode assistir palestra de um pastor e na mesma hora de um de um budista. Você pode fazer o que você quiser. Você tem o mundo nas suas mãos e isso é maravilhoso. Mas se a pessoa de repente for abduzida por uma rede social e ficar ali só rodando o dedinho aqui, o dedo o polegado daqui a 10 anos, o polegado ser humano vai ter 1 m. É, segundo e lamar, né? vai ter um método de polegar, porque a gente vai ficar aqui, ó, com a habilidade do dedo e compensação, a gente não vai ter paciência para ler uma página do livro, porque nosso cérebro vai ser instruído a mudanças repentinas de imagens, de sons, de sensações o tempo todo. Então, observe que não é ruim em si, é maravilhoso, mas a gente tem que aprender a usar. É que nem o evangelho, é maravilhoso, mas a gente tem que saber como é que a gente faz. Então, tudo é dado de uma maneira muito forte para que a humanidade progrida, avance. Mas nós temos que aprender a lidar. Por isso que o Espírito de verdade diz: "Instrui-vos". Eis aí uma boa orientação, porque nós não podemos mais no mundo de hoje alegar ignorância de nada. Olha, outro dia eu estava fazendo uma palestra sobre reencarnação e eu disse assim: "Você sabe qual é o problema dessa dessa palestra que eu estou acabando de fazer aqui para mim e para vocês? é que nunca mais, em lugar nenhum a gente pode dizer que não sabia,
nação e eu disse assim: "Você sabe qual é o problema dessa dessa palestra que eu estou acabando de fazer aqui para mim e para vocês? é que nunca mais, em lugar nenhum a gente pode dizer que não sabia, porque a partir do momento que eu estou falando, eu sei. Então eu não posso dizer que sei na boca e não sei porque não fazia aquilo que é correspondente ao saber. Então essa esse ponto da sociedade avançando, nós temos a inteligência artificial. Olha que coisa maravilhosa. A inteligência artificial é uma coisa espetacular, gente. Você, de repente, você tá fazendo ali um livro e aí você pega, coloca o livro, a inteligência artificial lê o livro e você começa a conversar como se fosse alguém entendido no assunto. Você não vai pedir para ele pensar por você, até porque nós somos seres humanos, temos capacidades muito maiores do que uma IA. Mas conversar com o livro, olha, eu quero conversar com você. Você pega o Evangelho segundo o Espiritismo e diz: "Me explique na perspectiva do espírito e verdade o que é o perdão". E ele vai pegar os textos, vai te formular ali uma resposta que poderia ser algo que vai ajudar na reflexão do dia a dia. Isso é maravilhoso. É maravilhoso também de repente você tá com uma ideia, você quer fazer uma canção e você não sabe tocar um instrumento, como é meu caso. Aí você chega lá e cria uma música e e alguém até vai achar que você é um músico experimentado. Por quê? Porque você está produzindo algo agradável para os seus ouvidos e para os outros também. Então isso é da no moderna tecnologia. Nós temos os nossos carros com segurança. Gente do céu, olha o táxi em Salvador. Alguém lembra como era? Era um Fusca sem o banco do carona. E na nossa frente, bem na nossa frente, tinha um taxímetro, que era um negócio assim grande, uma engração, com uma coisa em cima que ficava rodando para lá e para cá, e que quando o taxista dava um freio, não tinha c segurança. Se o sujeito não se segurasse naquele negócio, tá aqui em cima, ficava com taxímetro preso aqui no
ma que ficava rodando para lá e para cá, e que quando o taxista dava um freio, não tinha c segurança. Se o sujeito não se segurasse naquele negócio, tá aqui em cima, ficava com taxímetro preso aqui no rosto. E no entanto os carros hoje são cheios de free, cheio de coisa de aeg e tal, de segurança. Isso é tecnologia, isso é coisa boa, isso é avanço, isso é progresso. Na área da moral, nós temos hoje uma percepção avançada desde a década de 50, quando a psicologia incorporou a força da transpessoalidade, trouxe a possibilidade de explorarmos a dimensão noética, a dimensão espiritual do ser humano, incluindo na sua integralidade. É por isso que Joana de Angeles, no livro e O homem integral e o Ser consciente, ela vai trazer essa integralidade de uma forma muito clara para que nós possamos compreender que nós não somos carne e que pensamos, nós somos espíritos vivendo uma experiência humana num corpo físico que tem a sua fisiologia e tem as suas dinâmicas psíquicas que precisam ser compreendidas, porque senão a gente não consegue fazer aquilo que é chamado de autoconhecimento, autodescobrimento. e as coisas outras que estão relacionadas ao crescimento espiritual. Então, é importante a obra de Joana por conta disso, porque Joana foi o único espírito que falou sobre esse assunto da profundidade que ela fala. Então ela traz aqui o que é o humano com todas as suas idiossincrasias, com todas as suas capacidades, com todas as suas limitações, com todas as consequências de sermos como somos, traz a experiência espiritual como algo importante para que nós possamos refletir sobre o vir a ser, sobre as potências humanas. Ela não esquece de dizer para nós outros que nós somos fadados a glória estelar. Ela não deixa de dizer isso em momento nenhum. Ou seja, isso nos motiva a saber que aqui dentro tem luz e que nós não somos esses seres ignorantes que a gente acha que nós somos. E a partir daí nós temos esse casamento entre o ser encarnado e o ser espiritual para que nós possamos
ue aqui dentro tem luz e que nós não somos esses seres ignorantes que a gente acha que nós somos. E a partir daí nós temos esse casamento entre o ser encarnado e o ser espiritual para que nós possamos nessas reflexões sermos pessoas melhores. Olha a importância da obra dela e por isso ela faz a diferença. É por isso que se estuda hoje Joana no mundo. Joana está sendo entendida hoje, estudada no mundo inteiro por conta disso. Então esse lugar que é o lugar da transpessoalidade é um progresso, é um avanço, porque nós podemos hoje falar pros seres humanos acessando a sua alma nos nos consultórios terapêuticos, nos sets terapêuticos. Nós temos isso. A pessoa chega lá, é a alma que está falando, é o espírito com a reencarnação, com as possibilidades das suas heranças de outras vidas e assim aqueles vínculos que nós sabemos, além das influências espirituais que estão nos campos mentais em todo lugar. Não é isso que a gente ouve falar o tempo todo, é isso que está aí. Além disso, nós temos as próprias universidades de medicina que estão incorporando nos seus currículos a espiritualidade e medicina. Ou seja, saúde e espiritualidade hoje é uma cadeira da escola de medicina. Não é mais o médico frio que sai simplesmente para representar ali um mecânico da repimorca da parafuseta que deu o defeito, mas ele é alguém que tem a sensibilidade para ouvir o ser integral e acessar as dimensões variadas desse ser. para dar encaminhamentos pertinentes a essa pessoa. Isso é progresso. Há outras questões também no campo da moral. Existe um documentário que está no Netflix, que é From Business to Bang. Eu acho que é esse o nome e a pronúncia. vocês me desculpem que eu não sei falar inglês. E essa é mais ou menos dos negócios à saúde, é mais ou menos isso o o a transição e fala sobre executivos com síndrome de burnout que tiveram dificuldades na Europa de se adaptar nas suas empresas. Eles quebraram, crecharam. E o que que o pessoal entendeu? que esses gênios dos negócios eles causam prejuízos enormes quando
urnout que tiveram dificuldades na Europa de se adaptar nas suas empresas. Eles quebraram, crecharam. E o que que o pessoal entendeu? que esses gênios dos negócios eles causam prejuízos enormes quando eles são afastados das suas funções laborais por conta das suas incapacidades psíquicas. Então eles estão pagando para que essas pessoas vão para retiros e lá eles fiquem sendo trabalhados fazendo aquela meditação de Titna, né, daquele monge iraniano, que é o atenção plena, o mindfulness. As pessoas estão abraçando árvores que aqueles que viviam, que eram works, né, eram viciados em trabalho e agora eles estão abraçando árvores, respirando, aprendendo a respirar, respirar com abdômen, não com a respiração de afogado, aquela que a gente costuma ter aqui no peito. Então, esse tipo de coisa está acontecendo no mundo. Eles estão entendendo que os seres humanos precisam de espaço para desenvolver habilidades espirituais. Isso é progresso no meio de toda essa confusão. Agora, no meio de tudo isso, para lá e para cá, estamos nós. E a pergunta é: o que individualmente cada um de nós está fazendo dentro desse cenário para assumirmos a parte que nos cabe na obra dessa criação? Essa pergunta precisa ser feita, porque se nós não sabemos o que nós fazemos aqui, não sabemos qual é o nosso oriente, o nosso norte, se nós não sabemos qual é a nossa bússola no que nos guia e quais são os valores que vão nos encaminhar a esse lugar, desculpa, mas nós estamos que nem aquela história lá do de Alice que chega, pergunta essa estrada vai dar a onde? E aí o coelho pergunta, você para onde você vai? Não sei. Então pode ir para qualquer lugar, porque que para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. E a gente precisa ter esse norte. E o convite da espiritualidade, isso é muito importante, esse convite é como um sol que brilha à nossa frente. E esse sol que brilha à nossa frente nos atrai, nos chama para que nós sejamos atraídos por um estado que a própria Joana diz, que é o nosso estado de teotropismo. Nós
m sol que brilha à nossa frente. E esse sol que brilha à nossa frente nos atrai, nos chama para que nós sejamos atraídos por um estado que a própria Joana diz, que é o nosso estado de teotropismo. Nós somos seres atraídos por Deus. Porque trazemos em nossa constituição íntima a própria essência divina que nos atrai de volta para casa como filhos pródigos retornando para o lar. Então isso é o que está nos constituindo hoje como a chama ardente vigorosa do nosso coração, nos clamando ou nos empurrando para Deus. Quem tem olhos de ver, quem tem ouvidos de ouvir, quem tem coração de perceber, está sentindo o chamado nesse instante para fazer transformações profundas no seu modo de viver. E a partir daí, essas pessoas estão contribuindo positivamente na mudança do cenário, do mundo de provas e expiações para o mundo de regeneração. Olha, gente, vou falar uma coisa para vocês. O planeta Terra é maravilhoso, não tem que mudar nada. Se mudar estraga. Vocês concordam comigo? Você vai tirar a cachoeira do mundo, eu vou zangar, né? vai tirar a flor do mundo, eu vou ficar zangado. Vai tirar a nuvem do céu. Como é que nós vamos imaginar os ursinhos e os desenhos que a gente fica sonhando quando tá deitado no jardim? Então não tem que mudar nada, tá tudo lindo, maravilhoso. Quem tem que mudar somos >> nós. Porque nós temos um planeta que Deus fez de uma forma tão, tão criativa e tão maravilhosa que ele se mostra em todos os lugares o tempo inteiro para que os seres humanos nunca duvidem da sua existência. Eu estava numa cidade aqui no interior da Bahia a trabalho e vou saindo assim com a cabeça cheia de problemas e vou andando pelo jardim e de repente tem uma florzinha ali. Aí a moça falou assim: "Olha que flor linda". E eu parei para ver, era uma florzinha vermelha que a pétala parecia um veludo e que tinha na bordinha da pétala tinha assim um negocinho de uma linha assim. Ela só não era mais bonita que Mário hoje com esse blazer dele que tá lindo aqui, mas era um negócio lindo assim, todo bordado.
tinha na bordinha da pétala tinha assim um negocinho de uma linha assim. Ela só não era mais bonita que Mário hoje com esse blazer dele que tá lindo aqui, mas era um negócio lindo assim, todo bordado. E aí eu disse assim: "Mas é chato esse esse criador não precisava só botar uma flor vermelha, precisava botar a bordinha. E o pior é que a bordinha de uma folha era igual da outra, a pétala a outra era igual, era tudo igual. Ou seja, não admite imperfeição em lugar nenhum para que a gente não esqueça que tudo está sobre a presidência de Deus. Não existe nada que não esteja sobre a presidência de Deus. O que nós temos que fazer é a nossa parte. E daí é que entram essas duas palavras. O que que é abnegar? A me negar é negar-se de uma maneira tal que eu diminua para que você cresça. Fazer algo que seja natural da própria caridade. O sujeito para fazer a caridade, para tirar alguém do chão, ele tem que necessariamente se abaixar. Ele tem que ir ao encontro daquele que está deitado na calçada. Ele não pode levantar ninguém de pé porque ele não alcança. Ele precisa se curvar, ele precisa se abaixar, ele precisa chegar perto. Então, para isso é necessário que a pessoa esqueça suas suas impressões, esqueça suas imagens, esqueça suas fantasias. A pessoa simplesmente negue a si mesmo como Jesus pediu. Você quer me seguir, meu filho? Você nega a você mesmo, pega a tua cruz, me segue, pega a tua vida e vem atrás de mim, mas para com essa ideia de ficar fazendo essas projeções de que você já é o bambambã das coisas quando é somos ainda aprendizes. Então, se eu não tenho ouvidos para te ouvir, como a sua ciência chega à minha consciência? Como você consegue me ensinar alguma coisa? É o que Jesus queria dizer com os pobres de espírito. Os pobres de espírito, gente, não é nunca foi a referência a pobres materiais, porque existem pessoas que são pobres materiais, que cometem crimes, que são pessoas que não conseguem ter amor no coração, assim como tem ricos que também t essas mesmas coisas, como também tem ricos
porque existem pessoas que são pobres materiais, que cometem crimes, que são pessoas que não conseguem ter amor no coração, assim como tem ricos que também t essas mesmas coisas, como também tem ricos bons, pessoas generosas que fazem tudo certo e pessoas pobres que são boas, maravilhosas, não é a matéria. O espírito pobre por coração ou coração pobre de espírito, é aquele coração ávido de espiritualidade. Senhor, eu quero ouvir as tuas palavras e falei do meu ouvido bem pertinho para que meu coração aqueça e fique bem quentinho com elas e eu saia daqui fortalecido por essas palavras que eu recebo de ti. Isso é um pobre de coração que recebe aquelas migalhas e aquelas moedas das palavras simplesmente transformando em verdadeiros tesouros, que para quem não tem nada, um centavo é riqueza. Então nós temos que pensar na abnegação, sim, como filha dileta do amor. Temos que pensar, como o fênelo nos diz, temos pensar, como o espírito de verdade nos chama, como oração constante que nos fortalece. Porque o ato de negar a si mesmo não é um ato de fraqueza, ao contrário, é um ato de força. Eu não preciso das minhas externalidades para me apresentar ao mundo, porque aquilo que eu sou, a energia que eu emito, é algo que fala sobre mim. Por isso, eu não preciso de quinquilharias, eu não preciso de bugingangas para falar sobre mim. Eu não preciso de cargo, não preciso de roupa, não preciso de nada que fale mais além dos meus atos, dos meus gestos, meus pensamentos, meus sentimentos. Então, quando ele conclama a abnegação, significa dizer baixar a bola, sermos humildes e capazes de nos devotarmos uns aos outros através desse outro lugar que é justamente a a devoção. O devotamento é estarmos diante da possibilidade de servir. Servir com foco, com vontade, com determinação, a subir a parte que nos cabe na obra da criação. Então, imagine uma pessoa que é humilde, que é um trabalhador. Imagine uma pessoa que é humilde e que sabe que as suas mãos são instrumentos de Deus para a transformação das coisas, pega uma
criação. Então, imagine uma pessoa que é humilde, que é um trabalhador. Imagine uma pessoa que é humilde e que sabe que as suas mãos são instrumentos de Deus para a transformação das coisas, pega uma picareta e transforma o mato na mansão do caminho. Isso é abnegação, isso é devotamento, é aquele esforço inalito de todos os dias não desistir. E aí, óbvio que diante de uma um mundo de incertezas, aqueles que são os devotados, aqueles que são os abnegados, eles não estão medindo o seu agir pelas condições do mundo. Eles estão medindo o seu agir pelas suas motivações internas, por aquilo que está no seu peito, na sua alma, no seu coração e nada mais. E o que que nos alimenta? A força divina. O que nos alimenta? o encontro com Deus, a vontade de fazer aquilo que nós precisamos fazer. Por isso é tão importante falarmos sobre isso, porque não importa que esteja chovendo, não importa que esteja caindo granizo, não importa que as pessoas sejam todas corruptas, não importa. Deixa que eles acertem as vidas deles, vão morrer, né? Eles vão chegar no plano espiritual, vão chegar lá com os seus crachás, com seus suas carteiras, com suas carteira cheias de dinheiro, vão chegar com o número da conta da Suíça e não vão poder sacar, não vão poder voar nem no avião que compraram com o dinheiro roubado do pobre, do aposentado. Não vão poder fazer nada disso. Por que não vão fazer isso? Porque isso não é moeda que serve no plano espiritual. No plano espiritual serve o espírito, o coração, serve o amor, serve aquilo que nós conseguimos nos transformar, serve aquilo que é a nossa verdadeira essência. E é assim que a gente se identifica. Nós não temos nem nome. Espíritos nem nome tem, gente. Não tem nome, não tem sobrenome. Aqui na terra, no meu tempo lá de menino, você chegava, ia comprar um carro e dizer assim: "Carro de médico". Ou seja, bastava ser médico pro carro ser bom. Já pensaram um negócio desse? Você pega um médico barbeiro que só andava na primeira, que acabava com o carro todo.
rro e dizer assim: "Carro de médico". Ou seja, bastava ser médico pro carro ser bom. Já pensaram um negócio desse? Você pega um médico barbeiro que só andava na primeira, que acabava com o carro todo. Carro de médico comprava, era um lixo. Mas o povo achava carro de juiz, carro de médico, tabelião, eram as pessoas importantes da cidade. Agora imagine, morre uma pessoa, chega assim: "Quem és tu?" Sou doutor fulano. Sim, mas só fulano. Porque o doutor ficou lá embaixo. Aqui não tem nem bisturi. André Luiz quando desencarna vai lá para o lugar e deram a ele foi uma vassoura. O primeiro instrumento dele foi uma vassoura. O bisturi, o remédio, as prateleiras ficou para depois porque lá não vale nada disso. Então, olha onde é que o progresso vai nos levar. ao entendimento da verdadeira essência dos seres impermanentes. Olha onde isso vai nos conduzir, a possibilidade de nós estarmos agindo no mundo de uma maneira diferente, porque nós sabemos que essas coisas que são virtualidades na Terra não valem no plano espiritual. O corpo é finito, o espírito é imortal, o personagem acaba e vai pro túmulo, é enterrado. Ai visco, visco vai descansar e tal, tal, tal. O espírito é quem continua trabalhando. O corpo descansa porque vai desconstruir todo. Os bichos lá vão comer e tal. Desculpa eu falar assim, mas é assim. Então a gente vai ter que um dia compreender que essas coisas que nós estamos correndo, nós estamos correndo atrás de quimeras. Estamos correndo atrás de sonhos que não vão se realizar. Se nós não olharmos para dentro, não fizermos aquilo que Joana vai chamar de autodescobrimento. O autodescobrimento é perceber-se na sua integralidade e saber quem somos ou o que somos e a partir daí nortear as nossas vidas a partir do que somos e não do que nós pensávamos ser, das nossas projeções, dos fantasmas, daqueles personagens que foram tão desenhados. Por isso a importância, gente, de nós assumirmos essa cruzada. Porque o mundo precisa de vocês, de todos nós. Esse papel que eu estou
ões, dos fantasmas, daqueles personagens que foram tão desenhados. Por isso a importância, gente, de nós assumirmos essa cruzada. Porque o mundo precisa de vocês, de todos nós. Esse papel que eu estou fazendo aqui não é um papel de esclarecer, porque eu sei que tudo que eu falei aqui vocês já sabem. Talvez eu esteja falando de uma outra forma para ver se entrando pela portinha ali da emoção possa ser que essa palavra desperte em cada um aquilo que é necessário para que nós possamos nos tornarem seres abnegados e devotados. ter a vontade de fazer algo com propósito. Então, quando a gente faz a pergunta, Paulo, o mundo tá transitando? Está. A gente pode não estar vendo, pode não estar entendendo, mas está. E nós também estamos e vamos progredir muito mais quanto maior seja a nossa disposição para aceitar as experiências que estão chegando a nós outros, para que nós possamos superar com abnegação aquilo que nos chega, com devotamento aquilo que nos chega, para que sejamos capazes de alcançar as metas que desejamos nessa vida. Não tem nada melhor do que um espírito que conclui a sua vida, ciente de que cumpriu o seu papel, de que fez o que tinha que fazer. Gente, isso deve ser bom demais. O sujeito tá ali naquele momento, aí chega aquela senhora com a foice na mão, disse: "Chegou a sua hora". A pessoa sorri e diz para ela: "Por que você chegou agora? Podia ter chegado amanhã porque ainda teria um tido mais para fazer." Mas ele disse: "Mas a sua hora é chegada e agora foi você que acertou". Questão 853, letra A. do livro dos espíritos. Depois vocês olham lá, o tempo de vida nós determinamos. Então ela traz o contrato de vida, diz: "Você combinou que ia viver esse tanto, agora eu vim cobrar o contrato, vim te trazer de volta." E a pessoa sorri, disse: "A irmã, vai fazer que nem tagore, quando a morte chegar na porta da minha casa, eu surrirei para minha amiga. Entregarei a ela um prato cheio da minha vida. Eu não a deixarei sair de mãos vazias. É diferente uma pessoa que quando chega
uando a morte chegar na porta da minha casa, eu surrirei para minha amiga. Entregarei a ela um prato cheio da minha vida. Eu não a deixarei sair de mãos vazias. É diferente uma pessoa que quando chega o seu momento, e a notícia ruim que eu tenho que dar para vocês é que esse momento vai chegar para todos os seres humanos desse planeta, incluindo nós todos. Desculpa, mas é assim também. É verdade. E quando esse momento chegar, estejam preparados para entregar na mão dessa companheira amiga um vaso cheio da vida de cada um. Paulo de verdade, quando ele estava perto de morrer, o carrasco ia cortar seu pescoço e ia cortar o pescoço de Paulo. E Paulo, coitado ali franzino, já tinha naufragado, a cobra, já tinha mordido, o ladrão já tinha matado quase ele. Ele apanhou tanto na cidade de Listra que foi jogado no lixo. No outro dia ele estava na rua em pé trabalhando. Então ele devia ser uma pessoa acabada. Teoroc disse que ele era uma pessoa muito feia e a pessoa uma pessoa feia acabada devia ser um quadro horrível de se ver. E quando o carrasco está baixando a cabeça, baixando a a espada para cortar a cabeça de Paulo, ele vacilava porque o Carrasco era um ser humano. E ele dizia assim: "O que que eu vou dizer pros meus filhos em casa hoje? Papai, o que você fez? Eu arranquei a cabeça de um inocente. E aí então ele vacilava em cortar a cabeça de Paulo. E Paulo olhou pro soldado e disse assim: "Soldado, compra seu trabalho, porque o meu aqui eu já terminei." Todos somos soldados de Deus. Todos somos missionários. Todos viemos aqui para fazer algo importante no progresso da humanidade. Todos estamos aqui para ajudar na transição individualmente, não coletivamente, especialmente, porque o nosso coletivo é a união de cada um de nós. Portanto, abnegados e devotados servidores do Cristo, a espiritualidade os conclama para estarmos unidos em prol do bem, trazermos luz aonde existe trevas e mudarmos esse mundo apenas no campo da moral e das nossas interferências no planeta perfeito, que
a espiritualidade os conclama para estarmos unidos em prol do bem, trazermos luz aonde existe trevas e mudarmos esse mundo apenas no campo da moral e das nossas interferências no planeta perfeito, que é o planeta Terra. e possamos transformar este planeta não só num planeta de regeneração, mas o mundo de paz, aonde todos nós possamos ser identificados como filhos verdadeiros de Deus. Muita paz. >> Muito obrigado, Paulo, pela palestra. esclarecedor e emocionante, emocionante. Vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Eu convido os médiuns passistas da casa para se colocarem aí ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, viestes vós até nós para nos convidar a desenvolver os nossos trabalhos junto à espiritualidade. fizestes vós a vossa parte. Cabe-nos a cada um de nós neste momento desenvolver então os compromissos que assumimos no mundo espiritual. Nada, absolutamente nada é por acaso. Tudo foi adredemente preparado. Como nos diz a benfeitora Joana de Ângeles, o acaso nada mais é do que uma programação no mundo espiritual para que aconteça naquele exato momento, conforme foi lá programado. Sim, Senhor, esculpido na nossa consciência estão todas as informações que necessitamos. Basta-nos, através da meditação, do recolhimento, do autodescobrimento, dos pensamentos positivos. caminhar nessa trajetória que nós mesmos preparamos, que foi regamente aprovada por vós e pelos benfeitores espirituais. Acolha, pois, neste momento, os nossos sentimentos, a nossa determinação, abnegação do trabalho do bem. Abençoa os médiuns, pois, passistas desta casa, no desenvolvimento dos seus trabalhos e que as energias repousem sobre nós como ondas de luz, trazendo-nos um balso medicamentoso para as nossas problemáticas físicas, mentais e espirituais. Leva nosso sentimento de amor e gratidão Adivaldo Franco e a Nilson de Sousa Pereira. Nosso reconhecimento penhorado a benfeitora Joana de Ângeles e rogamos que abençoes os nomes dos encarnados e
ais. Leva nosso sentimento de amor e gratidão Adivaldo Franco e a Nilson de Sousa Pereira. Nosso reconhecimento penhorado a benfeitora Joana de Ângeles e rogamos que abençoes os nomes dos encarnados e dos desencarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Para ele, Senhor, a vossa misericórdia. A água transforma num fluido medicamentoso para quando formos beber, possamos sentir os benefícios do mundo espiritual. Ao nos recolhermos ao lar, conduz-nos em paz, pensando em ti, levando as boas energias para aqueles que lá nos aguardam. Abençoa-nos, Senhor. S conosco hoje, por todo sempre e que assim seja. Nossa gratidão pela presença de todos. Está encerrada a nossa reunião. Muito boa noite,
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