Momentos Evangélicos com Adilton Pugliese – O Consolador

Mansão do Caminho 28/12/2025 (há 2 meses) 59:30 7,040 visualizações 1,162 curtidas

Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #LuzdoMundo #AméliaRodrigues #AdiltonPugliese #OConsolador *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Boa noite a todos. >> Abençoe-nos Jesus, um amor amigo de nossas vidas. Nossas saudações fraternas aquele que nos acompanham, acompanha a programação da instituição pela web TV Mansão do Caminho. Há muitos anos só fazíamos uma palestra em um centro espírita. E uma pessoa perguntou: "Mas por que o Espiritismo é o consolador prometido por Jesus?" Nós podemos dizer que no dia 19 de setembro de 1861, algum tempo depois que Allan Kardec publicou o livro dos espíritos, ele ia responder a essa questão. Mas para fazer nossos comentários, eu vou precisar fazer algumas viagens. Se os irmãos me queridos quiserem me acompanhar, nós vamos à Alemanha, vamos à Grécia antiga, vamos à Índia, vamos também à Palestina do tempo de Jesus. Vamos visitar Jerusalém, Betânia. É uma viagem longa. Vamos visitar também a França e lá vamos visitar Paris. Talvez até fazer uma visita especial em Paris, na Alemanha, na nossa. Vocês aceitam a viagem? Então vamos primeiro na Alemanha. Em uma rua da cidade de Dresden estava andando um homem, um filósofo do autor de livros notáveis, Aedoria da V. o mundo como manifestação de vontade de manifestação. Ele está andando pela rua de Dresden, fazendo vários questionamentos de assuntos que o atormentavam. De repente ele viu um jardim horas admirando as flores. Schoppenhauer tinha um perfil quase que enigmático, muito elegante. Vestia-se de uma forma tradicional, mas um pouco excêntrico também, com aquele ar de intelectual que ele era. usava luvas, uma bengala, óculos de aros grossos. Mas de repente numa janela de um apartamento, uma senhora achou estranho aquele homem com os cabelos partidos ao meio e ela chamou a polícia. De repente, um carro parou ao lado de Schoppenhauer e disse um um policial soltou do carro e com a voz dura disse: "Quem é o senhor? Chopenhall olhou para ele calmamente disse: "Se o senhor souber responder esta pergunta, eu lhe ficarei grato a vida toda". Ele era um grande filósofo, mas não sabia quem era. Desde todos os tempos em memoriais,

olhou para ele calmamente disse: "Se o senhor souber responder esta pergunta, eu lhe ficarei grato a vida toda". Ele era um grande filósofo, mas não sabia quem era. Desde todos os tempos em memoriais, o homem tem feito perguntas: "De onde eu vim? Para onde eu vou? O que é que eu estou fazendo na terra?" Mas podemos dizer, tudo começou com a Grécia, a Grécia antiga. Tudo teria começado segundo o Dr. Marcelo Gleiser, autor do livro Mundos Invisíveis. Dr. Marcelo Giser é um físico teórico brasileiro e nesse livro ele destaca que o pensamento científico teria começado com a uma pergunta. Do que tudo é feito? E essa pergunta foi feita na Grécia 600 anos antes de Cristo por um homem chamado Thalis. Thales de Miledo. Thales pode ser é considerado o primeiro dos filósofos e também ficou conhecido por destacar que o mundo está vivo e que as coisas estão cheias de deuses. Mas ele não se referia aos deuses da mitologia grega. Ele queria dizer as causas ocultas dos fenômenos naturais. Thales não deixou a sua pergunta sem resposta. Ele mesmo respondeu que tudo era feito de água, um símbolo da transformação. Segundo o Dr. Marcelo Graz, uma resposta metafórica. Thales teve discípulos, um deles chamava-se Anaximandro. Anaximandro postulou que, diferentemente do pensamento de Thes e de que a origem das coisas era água, postulou que tudo era decorrente de um princípio que ele chamou de o ilimitado e onde tudo nascia e tudo fluía. Anaximano também teve o seu discípulo chamado Anaximenes, que postulou que tudo era feito de ar. O que identifica uma volta ao pensamento materialista de Tar de Milito. Logo mais tarde, no ano 480 antes de Cristo, nós vamos identificar o filósofo chamado Heráclito. Heráclito viveu na cidade de Éfeso. E esse filósofo postulou porque que por trás de todas as coisas, todas as coisas, existe um princípio organizador que ele chamou de logos. E tudo estava sempre em movimento constante. Para Heráclito, o princípio das coisas, a essência da matéria seria o fogo.

isas, todas as coisas, existe um princípio organizador que ele chamou de logos. E tudo estava sempre em movimento constante. Para Heráclito, o princípio das coisas, a essência da matéria seria o fogo. Por quê? Segundo o filósofo, porque purifica e modifica. Avançando no pensamento filosófico, nós vamos encontrar em Pédocles, 450 anos antes de Crist. Esse filósofo postulou que a essência da coisa seria a combinação de quatro elementos: a água, o ar, o fogo e a terra, mas que o comportamento desses quatro elementos vai depender de duas tendências, do equilíbrio entre duas tendências, o amor que une e a discórdia que separa. Então, é fascinante encontrarmos mais adiante Leucócrito, filósofos gregos, destacando que a essência das coisas seriam partículas invisíveis chamadas átomos. Isso. 2400 anos antes de Cristo. Podemos dizer que é fascinante a evolução do pensamento reflexivo em busca do desconhecido. Procurando saber a resposta para todas as coisas. O mundo que nós vivemos é um mundo de perguntas. Desde tempos mais antigos. Já os filósofos já perguntavam quando começou o universo, quem criou o universo. Mais adiante, no século V, vamos encontrar um príncipe que depois de ter deixado o palácio, onde ele vivia segregado, ele não conhecia a vida e um dia saindo do palácio se deparou com a velice, com a morte, com a doença. E isso o impactou e ele viveu atormentado para encontrar uma explicação acerca do sofrimento. Príncipe Sidarta, Sidarta Gautama, que foi encontrar a explicação debaixo de uma figueira, onde encontrou a iluminação e passou a ser Buda, o iluminado. E chegou à conclusão que toda a questão dessa pergunta, qual a causa pela qual o mundo sofre, era a ignorância em torno de quatro nobres verdades sobre o sofrimento. a origem da dor, a existência da dor, a cessação da dor e o caminho que nos leva à sensação da dor. Se nós avançarmos no tempo, vamos encontrar inúmeras perguntas foram feitas ainda nesse século XX, no ano de 2013, no mês de março, uma revista de circulação nacional,

que nos leva à sensação da dor. Se nós avançarmos no tempo, vamos encontrar inúmeras perguntas foram feitas ainda nesse século XX, no ano de 2013, no mês de março, uma revista de circulação nacional, publicou uma longa reportagem sobre as sete perguntas mais difíceis do mundo, sete enigmas, diz a reportagem. Sete enigmas que desafiam a ciência desde o início de todos os tempos. Deus existe. De onde viemos? Qual o sentido da vida? Existe vida após a morte? A alma existe, há vida fora da terra. Destino existe. Vejam, sete enigmas na ciência no século XX. Mas são tantas as perguntas. Lembro-me também da pergunta que fez o filósofo Daniel. Não foi o profeta, o filósofo Daniel. Daniel Campos. Já ouviram falar nele? No filósofo Daniel? Não é meu neto de 9 anos. Daniel Campos. Um dia resolveu Daniel. Daniel ele está ainda em dúvida se ele será católico, budista ou espírita. Está ainda refletindo filosoficamente a respeito. Tem 9 anos. Mas um dia ele resolveu fazer uma reflexão. Diferentemente de Thales, de em Pédocles, todos perguntando de que tudo é feito. Daniel resolveu perguntar um dia: "Quem fez tudo isso? Quem fez tudo isso? As estrelas, as constelações, a natureza, as plantas? Estava presente no momento uma outra filósofa, Jul Puglies, que além de filósofo, é também avó de Daniel. E ela de imediato respondeu: "Foi Deus. Tudo foi feito por Deus, o criador de todas as coisas". Mas estava presente também outra filósofo, era uma a Santíssima Trindade dos filósofos da família Progrés que estavam ali. A irmã de Daniel, Sicília e disse: "Na Bíblia diz que foi Deus e que ele fez tudo em sete dias." Daniel assustado disse: "Em sete dias. Ah, mas Deus é muito rápido. É verdade. Além de rapidez, também Deus constrói tudo, cria tudo com extrema qualidade. Mas são tantas as perguntas. Qual o destino do homem na terra? Qual terá o destino do homem na terra? Essa pergunta foi colocada nos lábios de um rei, o rei da Pérsia. É uma lenda, uma lenda que o escritor Natólio Franz, um grande escritor

tino do homem na terra? Qual terá o destino do homem na terra? Essa pergunta foi colocada nos lábios de um rei, o rei da Pérsia. É uma lenda, uma lenda que o escritor Natólio Franz, um grande escritor francês, autor de romances de obras notáveis, ele colocou em um dos seus textos sobre a lenda do rei da Psia. O rei da pesta, que hoje é o Irã, ele tinha ansiedade de obter resposta para esta pergunta: "Qual o destino do homem na terra?" Viveu até quase até morrer sem obter a resposta. Quando ele estava no momento da morte, mandou chamar o seu filho único, queria sucedê-lo. E o filho muito preocupado, era muito jovem, inseguro, inexperiente, disse: "Meu pai, estou muito preocupado em assumir todos esses impérios, esses domínios. Não tenho experiência, não quero ser injusto com os meus súditos, administrar todas essas posses. O que é que o senhor me recomenda?" E o pai disse: "Procure resposta para a seguinte pergunta: Qual o destino do homem na terra?" Depois que o rei desencarnou, o jovem príncipe organizou uma caravana de notáveis do reino, de sábios e disse: "Saiam pelo mundo e me tragam a resposta para esta pergunta. com o destino do homem na terra. Eles saíram e os anos avançaram, muitos anos. E o rei, o príncipe agora rei, ansioso, havendo o tempo avançar, envolvendo-se com várias questões do dos do império, questões de terras, de fome, necessidade dos súditos, e ele não conseguia a resposta. para essa pergunta. Até que um dia alguém anuncia: "A caravana retornou, majestade. Centenas de livros onde estava escrita a resposta: o qual o destino do homem na terra?" Mas o rei disse: "Mas eu estou muito idoso, não vão conseguir ler isso tudo". Recolham-se numa sala do palácio e façam um resumo de reduzam essa informação. Os estúdios obedecem, os anos se passam. Agora é o rei que, como seu pai, está às portas da morte. Vou morrer e não vou saber qual o destino do homem na terra. Quando de repente alguém anuncia, está aí o último sú da caravana, manda, ele manda, autoriza ele entrar e

eu pai, está às portas da morte. Vou morrer e não vou saber qual o destino do homem na terra. Quando de repente alguém anuncia, está aí o último sú da caravana, manda, ele manda, autoriza ele entrar e ele entra trazendo nos braços um livro enorme e diz: "Majestade, aqui está o que eu pude fazer, um resumo sobre o destino do homem na terra". O rei disse: "Mas eu estou morrendo, estou cego, não vou conseguir ler. Aproxime-se. Diga aqui nos meus ouvidos, você que pesquisou qual o destino do homem na terra?" E o suito diz: "Senhor, se eu posso fazer um resumo no que eu posso lhe dizer que o destino do homem na terra é nascer, sofrer e morrer?" É uma conclusão pessimista, convenhamos, balizada no pensamento materialista, certamente uma visão materialista na horizontalidade da vida. Uma informação, uma conclusão balizada certamente na visão da vida única, da unicidade existencial. Mas podemos também dizer que essa lenda, representando um livro do rei da peste com a história do destino do homem na terra, podemos dizer também que foi uma tentativa de codificação do homem. O que seria codificar? Reunir leis que estejam dispersas, afastadas, juntar. É uma primeira tentativa. A história do rei da peça é uma tentativa dessa codificação, mas a história registra que há pelo menos dois momentos históricos dessas tentativas de codificar o homem e que ficaram conhecidas como testamentos. O Velho Testamento e o Novo Testamento. Segundo Emanuel, o guia espiritual de Francisco Când Xavier, a Bíblia que é composta pelo Velho Testamento e o Novo Testamento, representa um diálogo de dos homens com Deus. O Velho Testamento é a súplica, são as perguntas dos homens ao criador. De onde eu vim? Qual a razão da dor? O que estou fazendo na terra? Qual o meu destino? Segundo Emmanuel, e nós sabemos 39 livros para os protestantes e católicos e judeus foram escritos para explicar, para dar essas respostas através dos profetas. Para os católicos são 46 livros do Velho Testamento. Durante séculos, os homens continuaram a

estantes e católicos e judeus foram escritos para explicar, para dar essas respostas através dos profetas. Para os católicos são 46 livros do Velho Testamento. Durante séculos, os homens continuaram a perguntar ao Criador: "De onde eu vim? Para onde eu vou? Qual a razão do sofrimento?" E os profetas diziam, tentavam explicar, mas sem informações, sem o conteúdo científico necessário, mas diziam: "Tu és pó e para o pão retornarás". Somente 15 séculos depois, segundo Emmanuel, é que ocorreria a resposta de Deus aos homens por meio de Jesus. Quem vai se notabilizar no Velho Testamento é Moisés. Mas quem vai notabilizar no Novo Testamento era Jesus. Jesus vem e vai iniciar várias informações sobre a lei da reencarnação. Em vários momentos vai fazer sinalizações sobre a lei de causa e efeito. Tudo que quiseres que vos faça os homens, fazei vós a eles a eles. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Há vários momentos em que Jesus atualiza o pensamento de Moisés. é o Novo Testamento, mas seria necessário que houvesse uma síntese. E é quando ocorre então, porque o Antigo Testamento ele já traz ali as informações da vinda do Messias, mas o Novo Testamento também sinaliza a informação que mais tarde viria o Novíssimo Testamento. E vai acontecer isso quando Jesus vai fazer a promessa, uma promessa sobre a vida do consolador. Isso iria acontecer num momento que ficou na história conhecido como o sermão do cenáculo. O sermão do cenáculo era 6 de abril do ano 30. Jesus resolve comemorar a Páscoa. Ele era judeu. Reuni os apóstolos, amigos e amigas. Os judeus comemoravam a Páscoa em homenagem e lembrança à libertação da escravidão egípcia. Jesus então resolve comemorar a Páscoa. Chama Pedro e João, o adolescente João, e diz a ele, ele estava em Betânia, informa clérigo espanhol Rusto Perez de Urbel, no seu livro A vida de Cristo. Jesus estava em Betânia, estava na casa de Lázaro e das irmãs Marta e Maria. Desejava comemorar a Páscoa, chama Pedro e João e diz: "Desloque-se até Jerusalém

de Urbel, no seu livro A vida de Cristo. Jesus estava em Betânia, estava na casa de Lázaro e das irmãs Marta e Maria. Desejava comemorar a Páscoa, chama Pedro e João e diz: "Desloque-se até Jerusalém e lá vocês vão ver um homem com um cântaro de água. Aproxime-se e digo a eles que eu desejo comemorar a Páscoa na residência dele. Ele conhece o aposento, ele sabe, ele vai entender a minha solicitação. Pedro e João afastam-se de Betânia, atravessa o Monte Oliveiras, desce ao vale de Ceddro e quando chegam nas arredores da piscina de Siloer, onde Jesus havia em um momento dos mais impactantes dos seus milagres que ele realizou, quando ele restitui a visão a um cego de nascença. Pedro e João veio um homem com cântaro. Era Marcos, João Marcos, jovem ainda, filho de Maria Marcos. Era na casa dela que Jesus se hospedava várias vezes e era na casa dela um salão no primeiro andar, segundo os historiadores, que Jesus iria realizar as comemorações da Páscoa e proferi o famoso sermão do cenáculo. Mariaos, muito famosa na história do Evangelho, irmã de Barnabé, um grande seguidor do Cristo. Barnabé é citado pelo menos 25 vezes no livro Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas, pelo menos cinco vezes. Paulo de Taro vai citá-lo nas suas epístolas. Foi um fiel seguidor, companheiro de Paulo em suas viagens. O certo é que naquele dia 6 de abril do ano 30, realiza-se a Páscoa na casa de Maria Marcos. Mas o ambiente, a atmosfera não era só de alegria pela comemoração. Muitos preparativos foram feitos para organizar o local, umas almofadas para os os visitantes sentarem e uma série de outras providências. Mas havia uma atmosfera de preocupação. José Antônio Pagola, um cientista bíblico, no livro Jesus aproximação histórica, ele diz que a Páscoa que Jesus estava realizando, que ficou conhecida com a ceia Pascoal, Pascal, havia um motivo superior, porque, segundo esse cientista bíblico, seria o momento da despedida de Jesus. Jesus ia se despedir, sabia que ia ser preso, ia ser morto, mas não podia abandonar os seus

al, havia um motivo superior, porque, segundo esse cientista bíblico, seria o momento da despedida de Jesus. Jesus ia se despedir, sabia que ia ser preso, ia ser morto, mas não podia abandonar os seus seguidores, não podia fugir. Por isso realizar aquela Páscoa. Mas os apóstolos estavam preocupados, sentiam no ar uma atmosfera diferente, já começavam a trocar informações entre eles e já se diziam: "Mas o que será do projeto do reino de Deus sem Jesus, sem nós? O que é que acontecerá com a nova era, com a boa nova, sem o seu idealizador, sem o seu líder? O que será de nós, os seus seguidores, sem Jesus para nos orientar? Então, havia um clima de muita emoção. O momento era dramático, realmente. Mas Jesus preparara aquele momento como líder que era, não só para comemorar aquele momento da da festa judaica, mas também para passar, como ele sempre fazia, uma palavra motivacional. Ele sempre dizia: "Vós sois o sal da terra. procurava animar os seus seguidores. Vós sois a luz do mundo. Eu vos chamo amigos. Então, naquele dia, Jesus preparara o seu sermão, sobretudo para alertá-los quanto ao futuro. Porque viria o futuro. Era ainda o ano 30, mas logo mais o cristianismo vai vivenciar as perseguições de Paulo, de Saulo de Taso, mas também a sua conversão. O cristianismo mais tarde, o futuro, vai mostrar mais tarde um surgimento dos quatro evangelhos que vão compor o Novo Testamento, que escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João, também de Atos dos Apóstolos, que será escrito por Lucas, o Apocalipse de João e outros textos que irão compor o Novo Testamento. também o cristianismo, logo mais, 283 anos depois daquele dia, o cristianismo vai vivenciar também um momento muito especial, quando Constantino, o imperador, vai decretar o cristianismo como a religião oficial do império romano. foi o primeiro imperador de Roma a se converter ao cristianismo através do ético de Milão do ano 313, onde ele proíbe a perseguição aos cristãos e oficializa o cristianismo, legaliza o cristianismo. Então, tudo isso iria

ador de Roma a se converter ao cristianismo através do ético de Milão do ano 313, onde ele proíbe a perseguição aos cristãos e oficializa o cristianismo, legaliza o cristianismo. Então, tudo isso iria acontecer. Aí Jesus prepara os seus apóstolos e diz a eles: "Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim." Mas eles estão inquietos. Pedro, sobretudo. Há um momento que Pedro dirige-se ao Senhor. Mestre, mas para onde vais? E Jesus disse: "Para onde eu vou, não podeis ir agora, mas logo mais você me seguirá. Vou preparar-vos o lugar, porque há muitas moradas na casa do pai". Pedro afirma ali naquele momento a sua fidelidade a Jesus. Mas Jesus disse para ele, Pedro, logo mais você vai me trair três vezes. Você será pressionado pelos homens do Sinédrio e por outros inimigos da minha causa. Realmente isso aconteceu. Uma vez eu perguntei a meu pai, mas meu pai, essa situação de Pedro negou Jesus três vezes. Meu pai me disse, mas ele amortizou, amorteceu essas três negações com um trinômio de afirmações. Isso quando foi isso? Foi depois que Jesus ressuscitou, quando ele tem o terceiro ou quarto encontro com os apóstolos nas margens do lago de Genesaré, as ondas, as ondas do mar batiam na praia. como se fosse um fundo musical. E Jesus olhando para Pedro diz a ele: "Pedro, tu me amas?" E Pedro estranho e diz: "Amo-te, Senhor". Jesus disse: "Então, apacente as minhas ovelhas." Pedro, tu me amas pela segunda vez? Sim, senhor. Eu te amo. Então, apacente as minhas ovelhas. Pedro, tu me amas, Pedro? Senhor, não duvides. Eu te amo, Pedro. Então, apaciente as minhas ovelhas. Pedro foi uma figura singular no cristianismo, mas era um homem sanguíneo. Nós o entendemos, um homem do mundo, um homem que ele precisava ter a medida das coisas, era acostumado a medir o tamanho das redes, do fundo do mar, o tamanho da sua embarcação, tamanho dos peixes. Quantas vezes devo perdoar meu irmão, Senhor? Até sete vezes. Mas ele tinha aquilo que Allan Kardec vai escrever mais tarde no livro o

do fundo do mar, o tamanho da sua embarcação, tamanho dos peixes. Quantas vezes devo perdoar meu irmão, Senhor? Até sete vezes. Mas ele tinha aquilo que Allan Kardec vai escrever mais tarde no livro o Evangelho Segundo Espiritismo. Ele não era possuidor da fé robusta, mas sim da fé frágil. E ele vai mostrar isso naquele momento, enquando Jesus tá andando na sobrefície do lago. Pedro olha, fica estasiado e diz: "Senhor, diga para eu: Vá onde tu estás?" E Jesus disse: "Venha". Pedro salta do barco. Que milagre. Ele começa a andar sobre a superfície do líquido, mas de repente vem um agalhão, ele assusta-se, começa a se afogar e Jesus deixaria paraa história a sua palavra. Homem de pouca fé, por que duvidaste? Diz as lendas, dizem as lendas que Pedro, em decorrência da sua fragilidade, de não ser detentor da fé robusta, mas sim de uma fé vacilante, quando as perseguições aos cristãos se tornaram mais ativas em Roma com Nero acusando os cristãos de ter incendiado Roma. Pedro então resolve fugir, abandonar Roma. dizem as tradições, sobretudo um documento chamado Atos de Pedro, que é um documento apócrifo, que não fazem parte dos livros canônicos da igreja. Pedro começa a se afastar de Roma pela vida ápia. De repente, ele vê uma luz aproximando-se dele. Ele para, fica observando aquela luz cada vez mais perto e de repente ele vê que era a silhueta de um homem. Mais próximo, ele vê e reconhece aquela roupa, aqueles cabelos a Nazareno. Era Jesus. Jesus passa, não fala com Pedro. E diz as tradições que Pedro então em latim diz: "Covades domina, covades domina, para onde vai, Senhor?" E Jesus se olhar para Pedro diz: "Vá do Roma em latim, volto a Roma". As tradições acrescentam, volto, a ruma para ser novamente sacrificado. Pedro então entende, era preciso, nos momentos mais decisivos da vida, dar o testemunho. Ele não compreende, retoma o passo, volta para Ruma, é feito prisioneiro e pede para ser crucificado de cabeça para baixo, por não se julgar digno de morrer como Jesus morreu.

vida, dar o testemunho. Ele não compreende, retoma o passo, volta para Ruma, é feito prisioneiro e pede para ser crucificado de cabeça para baixo, por não se julgar digno de morrer como Jesus morreu. Então, essa fé de deixou Pedro como uma história de um homem que se dedicou ao Cristo. Mas naquele dia do sermão do cenáculo também Tomé está aflito. Senhor, não sabemos o caminho. Mostre-nos o caminho. E Jesus diz, mas eu sou o caminho da verdade e da vida. Ninguém irá o Pai ser um por mim. Felipe, um pescador de Betsaida, muito fiel a Jesus, desde os primeiros momentos, também está aflito e disse: "Senhor, mostra-nos o Pai. será suficiente. E Jesus disse, quem me vê vê o Pai. E naquele momento Jesus então vai deixar anotados no seu discurso que será anotado por João, evangelista no seu evangelho, a promessa da vida do consolador para ser fiel ao texto do evangelista. Seamais, guardai os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos enviará o consolador, a fim de que fique eternamente convosco, o espírito de verdade que o mundo não pode receber porque o não vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo eis, porque ficará convosco, estará em vós. O consolador que é o Santo Espírito que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tem dito. Foi inevitável fazer uma reflexão sobre essa passagem. O queão foi a quem ele estava se dirigindo quanto a vós aos que estavam na casa de Maria Marcos. É o que eu imagino. Quanto a vós, com esse eis, porque ficará convosco, estará em vós. Quem é paração podemos ter desse discurso? É certamente que ali estavam os futuros seguidores do Cristo do momento do Advento do Consolador. Particularmente, acredito que ali estava o futuro Allan Kardec. Os futuros pesquisadores queriam confirmar os fenômenos paranormais que que seriam eles que dariam início o advento do consolador na terra na casa de uma médium em Paris. Certamente ali estavam inúmeros médiuns do futuro. Certamente Jesus estava se referindo

ranormais que que seriam eles que dariam início o advento do consolador na terra na casa de uma médium em Paris. Certamente ali estavam inúmeros médiuns do futuro. Certamente Jesus estava se referindo à existência do espírito imortal, à mediunidade, quanto a vós, conheclo e ficará convosco e estará em vós. Também quanto à informação de Jesus, um consolador que vos ensinará todas as coisas, todas as coisas. só pode interpretar dentro do simbolismo do espírito Emanuel, que o Espiritismo é uma ciência, uma filosofia e uma religião. Todas as coisas esse consolador virá para responder todas as perguntas dos filósofos, dos cientistas de todos os tempos. O consolador, que é o Santo Espírito que ficará convosco, estará em vós. Rodrigues, que é o livro do mês que estamos seguindo o capítulo que ela escreveu com esse título, o consolador. Ela diz que neste momento em que Jesus promete a venda do consolador, a música da sublime promessa modulava no leve ar uma esperança consoladora. Humberto de Campos diz do livro Boa Nova que quando que Roma viveu um momento especial no tempo de Otávio, o imperador, não havia mais guerras, as artes se proliferavam, os artistas, os poetas. às vezes as lágrimas emocionado. Humberto de Campos diz que era em decorrência da aproximação da esfera do Cristo da Terra para acontecer o seu nascimento. E Humberto cria uma imagem emocionante, uma esperança messiânica se aproximava da Terra. Neste dia discurso de Jesus, ele prometia então uma esperança no futuro consoladora. E Amélia Rodrigues diz: "Lembra Jesus dizendo: Não vos deixarei órfãos, eu voltarei a vós." Quem examinar os textos de João até o dia 17 de abril de 1857, não vai fatamente localizar o cumprimento dessa promessa, porque essa promessa vai consolidar no dia 18 de abril de 1857. Eu gosto sempre de me referir ao 17 de abril. Você não tá citando a data errada, não é a véspera que fiquei imaginando o silêncio do dia 17 de abril. Todos dormiam em Paris até o codificador, mas algo iria acontecer no dia seguinte, que iria

ril. Você não tá citando a data errada, não é a véspera que fiquei imaginando o silêncio do dia 17 de abril. Todos dormiam em Paris até o codificador, mas algo iria acontecer no dia seguinte, que iria mudar o mundo, ia surgir uma doutrina em um livro exposto numa livraria. No palé royale, na galeria de Orleans, número 13, em Paris, um livro ia ser colocado na vitrine, iria mudar, ia surgir o consolador, ia nascer Allan Kardec, nasceu o Consolador, nasceu o Espiritismo, nascer a literatura espírita. Eu perguntei a meu pai, mas por 18 séculos, que demora para cumprir uma promessa? Meu pai me disse, mas é porque precisava existir a nação para recepcional o consolador, a França. Precisava existir um casal de educadores, o professor Rivago, a professora Melig para codificar a doutrina. Precisava, meu filho, existir também a nação que iria movimentar o consolador, o Brasil. Então, Kardec, naquele 18 de abril vai lançar o livro dos espíritos com 501 perguntas em 1860, no mês de março, com 1019 perguntas. Um dia conversando com Divaldo, eu disse: "Mas Divaldo, as respostas dos liv do livro dos espíritos, que maravilha". A Edivaldo me disse: "Se não fossem, se não fosse a inteligência das perguntas, não teríamos a sabedoria das respostas. Graças ao homem escolhido, o codificador Allan Kardec. Então, no momento em que surgiu o livro dos espíritos, surgia o Novíssimo Testamento na Terra. Marlá Kardec em algum teve um momento nas suas vidas, na sua vida que eram foram momentos preciosos. Um desses momentos era quando ele recebia as cartas, porque depois que ele lançou o livro dos espíritos, foi uma valfresências. Ele publicou 1200 exemplares no dia 18 de abril de 1957, mas logo em seguida inúmeras cartas. Vamos simbolizar, imaginar. Agora nós estamos em Paris. Eu prometi uma visita especial em Paris. A rua dos mártires número oito, no segundo andar. Era onde ele residia, o seu gabinete, sempre acompanhado, acompanhado por Amelia Gabriel Bud e certamente ao lado deles o espírito de verdade. Ele recebia

a dos mártires número oito, no segundo andar. Era onde ele residia, o seu gabinete, sempre acompanhado, acompanhado por Amelia Gabriel Bud e certamente ao lado deles o espírito de verdade. Ele recebia as correspondências. Vamos imaginar que ele estivesse recebendo uma carta que nós não recebemos mais. Eu sempre me emocionava quando eu chegava em casa alguns anos. Tem uma carta para você. Eu achava isso uma maravilha. Um dia, quando eu cheguei em casa, alguém me disse: "Tenho uma carta de Divaldo para você". Eu fui às lágrimas. Uma carta de Divaldo. Tenho todas guardadas. Um papel decorado, perfumado. Cartão, a letra inconfundível. A carta de Divald, quem não recebeu, recordam-se das cartas que nós recebíamos antes? Era emocionante. Quando eu servi a Marinha no Rio, a minha maior emoção era receber as cartas. Hoje são os e-mails. Naquela época, Cadec recebeu uma carta. No envelope estava escrito Mencier Allan Kardec. Ele abriu e estava escrito. Lon, 4 de julho de 1857. Senhor Allan Kardec, não sei como vos exprimir todo o meu reconhecimento pela publicação. Quinto depois de o ler. Como é consolador para nossaade o que nos fizeste saber de minha parte? Confesso-vos que estou mais forte e mais corajoso para suportar as penas e os aborrecimentos ligados à minha própria existência, a minha pobre existência. Compartilho com vários de meus amigos das convicções que a na leitura da vossa obra. Todos estão muito felizes. Agora compreendem as desigualdades das posições sociais e já não murmuro contra a providência. A certeza de um futuro mais feliz, caso se comporte bem, os consola e encoragem. Assinado um missivista que se declara um simples filho do povo. Outra carta, Messier Allan Kardec. Muitas vezes ele abria e pedia a doce Gabi para ler. Bordou 25 de abril de 1857 de um capitão reformado após a leitura de O livro dos Espíritos. Senhor Allan Kardec, sinto-me como um homem que saiu da escuridão. Quem quer que leia esse livro, meditando como eu, nele encontrará inesgotável tesouro de

ado após a leitura de O livro dos Espíritos. Senhor Allan Kardec, sinto-me como um homem que saiu da escuridão. Quem quer que leia esse livro, meditando como eu, nele encontrará inesgotável tesouro de consolações, pois que ele abarca todas as fases da existência. Ainda naquele mesmo ano, Kardec tem em mãos um jornal, o Corrier de Paris, e lê um artigo que foi publicado por um jornalista chamado G de Chalá, que recebeu naquela manhã de 18 de abril das mãos do livro Senorou, jovem Danti, um exemplo vivo dos espíritos. Ele resolveu escrever um artigo e publicou no dia 11 de julho de 1857. Kardecão ler para Melo. O livro dos espíritos do senhor Allan Kardec é uma página nova do grande livro do infinito. Estamos persuadidos de que um marcador assinalará essa página. Não conhecemos absolutamente o autor, diz o jornalista, mas confessamos abertamente que ficaríamos felizes em conhecê-lo, porque quem escreveu a introdução de O livro dos Espíritos deve ter a alma aberta a todos os sentimentos nobres. E diz o jornalista: "A todos os deserdados da terra, a todos os que caminham e caem, regando com suas lágrimas o pó da estrada, diremos: "Lede o livro dos espíritos, isso vos tornará mais fortes também aos felizes, aos que pelos caminhos só encontra os apusos da multidão ou os sorrisos da fortuna. Eu direi: "Estudai o livro dos espíritos, ele vos tornará melhores." Em 19 de setembro de 1861, ele vai a Lum pela segunda vez, sua cidade de Natal. Lá provavelmente alguém perguntou: "Por que o Espiritismo é o consolador prometido?" E ele vai dizer: "Aquela multidão que eu vi os leoneses já iniciando os primeiros movimentos centros espíritas na terra, é porque ele devolveu a paz a grande número de famílias, tornou mansos e pacíficos homens coléricos e violentos, deu resignação aos que não a tinham, consolações aos aflitos. devolveu a paz e a concórdia a grande número de famílias, insiste ele em dizer. Retornou a Deus os que o desconheciam, destruindo-lhes as ideias materialistas, que é uma verdadeira chaga social que

s. devolveu a paz e a concórdia a grande número de famílias, insiste ele em dizer. Retornou a Deus os que o desconheciam, destruindo-lhes as ideias materialistas, que é uma verdadeira chaga social que aniquila a responsabilidade moral do homem. E diz Kardec no seu discurso, isso é que o consolador está fazendo. Isso é o que ele fará muito mais à medida que se espalhar. Então, naquele momento ele reconhece, então é verdade, o consolador estava entre nós e certamente foi dentro de toda essa emoção que ele viu, começou a viver, dessas informações que ele em 1863 vai se concentrar na sua localidade que ele tinha no interior de Paris para escrever o Evangelho segundo o Espiritismo. depois de analisar os antigo e o novo testamento e selecionar as peças da que se identificava as máximas morais do Cristo e nos deixou. E diz dona Amélia Rodrigues, livro comentando o consolador, chegado. O consolador encaminha e ampara já milhões de seres preparando os dias do Senhor entre os deserdados do orbe, homenageando o amanhã da felicidade desde o agora das lágrimas. Meus amigos, minhas amigas, meus irmãos, os que nos ouvem pela web TV Mansão do Caminho. Este é o momento delicado das nossas vidas. aproxima-se o novo ano. Estamos em preparativas para comemorar o centenário do nosso querido amigo Divaldo Franco. É um momento para nós refletirmos sobre o tesouro que nós temos na mão. E deixo com homenagem a esse que foi o grande pecador, o o semador de as estrelas, divulgando o consolador por todo mundo. uma mensagem que ele psicografou no dia 15 de abril de 1977 diante das câmaras da TVã aqui em Salvador, uma mensagem do espírito Alta de Souza que ela intitulou Súplica de Fé. Senhor, agora que é nova madrugada, em que o Evangelho esplende em luz intensa, vencendo a noite fria, triste e densa, em que a vida esta é torora malograda, dá-nos serviço e amor nesta alvorada para forjarmos em ações a crença. Perdoando agressão, maldade, ofensa em união fraterna, afervorada. Ajuda-nos descobrir sem conforto

vida esta é torora malograda, dá-nos serviço e amor nesta alvorada para forjarmos em ações a crença. Perdoando agressão, maldade, ofensa em união fraterna, afervorada. Ajuda-nos descobrir sem conforto aquele que padece quase morto, sem um irmão que o ajude na amargura. E revivendo os homens do caminho, transformemos a terra em santo ninho por ti, com fé cristã, robusta e pura. Muito obrigada atenção. Muita paz para todos. >> Muito obrigado, meu irmão, pela palestra da noite, pelos ensinamentos a respeito do Advento do Consolador, que é o Espiritismo prometido por Jesus para todos nós. Agora, então, no encerramento desta reunião, convidamos os médium passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e mestre Jesus, abençoado amigo, há pouco tempo estivestes conosco. Pouco tempo, Senhor. Foram só 2000 anos. diante da idade da nossa terra, quando já eras um espírito puro, perfeito, o nosso irmão mais experiente, bem mais velho, preparaste durante bilhões de anos essa jornada da humanidade sobre a terra. Grande preparação, Senhor, e não nos deixastes a sós. Prometeste-nos, rogaste ao Pai que ele nos enviasse, o Consolador para nos trazer os vossos ensinos que na casão não podias nos dizer. nos interpretar as vossas parábolas, os vossos ensinos e dizer-nos coisas novas. Assim nós, em súplicas e agradecimento, nos colocamos diante de vós, genuflexos, erguendo as mãos aos céus para louvar a vossa bondade. Eis o caminho da verdade da vida. Nós o sabemos. Apacenta, apacenta, pois, as vossas ovelhas este rebanho tão aflito irriquieto e perturbado, que ainda não compreendeu a vossa mensagem de amor. Mas tu que és a paciência em pessoa, permita-nos vos agradecer o legado do nosso irmão Divaldo Franco Nilson de Souza Pereira, a generosidade, a bondade, o amor, o carinho, a dedicação da benfeitora Joana de Angeles. e da equipe dos bons espíritos que nos assistem. Vos rogamos que olheis pelos nomes deixados na porta desse cenáculo,

osidade, a bondade, o amor, o carinho, a dedicação da benfeitora Joana de Angeles. e da equipe dos bons espíritos que nos assistem. Vos rogamos que olheis pelos nomes deixados na porta desse cenáculo, encarnados e desencarnados. Por ele, Senhor, nós rogamos a vossa misericórdia. abençoa e fluidifica através dos benfeitores do mundo superior, a água que ali deixamos, transformando-a num remédio para todos nós. conduzem-nos hoje de retorno ao lar, pensando em ti, na grande expectativa de um mundo novo, um mundo de regeneração que nos abre as portas neste momento, convidando-nos, convidando-nos ao nosso aperfeiçoamento e a nossa caminhada em vossa direção. S, pois conosco, Senhor, hoje, por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Gratidão a todos. Sigamos em paz.

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