Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 12/10/2024
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Boa noite a todos. Vamos dar início à nossa palestra de momentos evangélicos com Divaldo Franco. Preparemo então para a prece de abertura dos trabalhos da noite. Senhor e mestre Jesus, nosso melhor amigo, nos apresentamos diante de vós para reiniciar o ciclo dos trabalhos do dia. Muito foi falado o vosso nome, muito foi explanado sobre o cristianismo, sobre o espiritismo. Tivemos a oportunidade de enriquecer o nosso conhecimento e fincar as nossas convicções no caminho reto que nos conduz a vós. Nesta noite, a partir de agora, vos rogamos a vossa misericórdia de acréscimo, para que os bons espíritos possam nos assistir e conduzir à nossa reunião segundo os vossos ensinamentos e os vossos princípios. abençoa a todos nós que aqui estamos na busca sempre constante da melhoria interior, da iluminação interna, do aperfeiçoamento do nosso espírito no caminho reto da retidão, do caráter e da moral. Abençoa-nos, pois, Senhor, nesta noite. S conosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Você vai dizer algo, senhoras, senhores, queridas irmãs, queridas Irmãos espíritas e amigas e amigos que nos acompanham pela web TV do caminho. Votos de muita paz. Tivemos uma atividade abençoada a algumas horas, desde às 16 horas que o nosso irmão Severino nos fez uma análise muito ao alcance da nossa mente a respeito da Bíblia, as suas traduções e os seus tradutores. Ainda estamos embalados pela doce voz do nosso confrade e venerando amigo. Temos material para meditar, reflexionar demoradamente a respeito dos textos que nos foram oferecidos. desses, passamos a ter uma ideia daquelotos que constitui essa obra gigantesca das mais famosas do mundo, que é a Bíblia, a respeito da história e do povo hebreu, desde os primórdios até os lamentáveis e dolorosos dias de hoje. O nosso irmão apresentou-nos quanto é difícil às vezes transladar de idioma complexo como o hebraico para uma língua neolatina, o seu conteúdo pela dificuldade de expressões correspondentes, porque nem todas as línguas, como
-nos quanto é difícil às vezes transladar de idioma complexo como o hebraico para uma língua neolatina, o seu conteúdo pela dificuldade de expressões correspondentes, porque nem todas as línguas, como sabemos, tem os mesmos vocábulos. Então, desejamos agradecer publicamente ao nosso querido irmão, que veio espontaneamente atender a um pedido nosso de confabular a respeito do Velho Testamento, das suas implicações históricas e doutrinárias a respeito do Espiritismo. quando ele comentava que a tradição protestante católica começava a dizer nos primórdios do surgimento do Espiritismo, que a Bíblia condenava o Espiritismo. Eu achei interessante essa reflexão que muitos religiosos também a mim me fizeram e apesar de apresentar argumentos históricos e éticos, desafiando a que nos apresentassem o texto na Bíblia em que havia qualquer reprimenda à comunicação dos espíritos. desde Moisés até este momento histórico. E um dia, conversando com uma dessas pessoas irredutíveis por causa da ignorância, eu encerrei o diálogo com uma frase que eu esperei que ele pudesse decodificar quando já não queria raciocinar, porque a pessoa tinha argumentos irracionais, disse: "Mas, meu amigo, a Bíblia não podia podia analisar e não podia negar aquilo que surgiu mais de 3.000 quando foi elaborada, quando um pouco antes Moisés apresentou os textos notáveis da Torá, porque o Espiritismo é de 1857 e a Bíblia já tem mais de 5.000 anos. O judaísmo agora na semana passada celebrou o seu ano novo e estamos na casa dos 5000. Então a pessoa me olhou e disse: "Mas por que ela não condena? Não existia. Só se condena uma coisa que existe e que fere a dignidade, o bem, os postulados éticos. de ORM. E nesse tempo não havia sequer a palavra, porque a palavra foi criada por Allan Kardec. O texto é o seguinte: para ideias novas, palavras novas, mas é óbvio, já temos a palavra espiritualismo. Toda e qualquer doutrina religiosa é espiritualista porque crê na imortalidade do espírito. Mas como esta doutrina nova vai além da
vas, palavras novas, mas é óbvio, já temos a palavra espiritualismo. Toda e qualquer doutrina religiosa é espiritualista porque crê na imortalidade do espírito. Mas como esta doutrina nova vai além da imortalidade, porque fala da reencarnação que outras não aceitam, falam da comunicabilidade dos espíritos, que também não recebe apoio de várias correntes religiosas, não apenas cristã, cada uma delas fala a respeito da pluralidade dos mundos habitados e outras doutrinas não abordam sequer a existência desses mundos, embora esteja aí a astronomia quântica para mostrar o nosso universo com aproximadamente 6hões de galáxias cantando as glórias da criação. Então, Allan Kardecôs a palavra espiritismo, foi ele quem criou por volta de 1857. Ele criou e definiu. O espiritismo é a ciência que estuda a origem, a natureza, o destino dos espíritos e as relações que existem com o mundo espiritual. Portanto, a palavra nasceu há menos de 150 anos. Como poderia a Bíblia condenar esse nascimento? Portanto, você vê que não é uma condenação ao espiritismo. Moisés condenou as comunicações dos espíritos. É certo, mas ele condenou porque acontece. Ninguém condena uma coisa que não existe. Só se condena o abuso do uso. Desta forma, ele condenou como nós condenamos, porque no deserto o povo não tinha o que fazer. Enquanto ele na montanha dialogava com Deus, na planície do deserto, aqueles que estiveram no Egito durante 400 anos de escravidão e que não conheciam senão a sua crença muito mal, porque eles eram escravos e as crenças egípcias. Então, começaram a sentir falta da adoração, dos cultos, das tendências, não do conteúdo moral. Porque muitos de nós, de qualquer religião, mesmo no orar, nós fazemos com um tal automatismo que a nossa prece não sai das nossas palavras. Quantas vezes eu me perco repetindo Pai Nosso, porque ele está tão de memória, tão memorizado, tão trmemorizado, que eu vou de olhos fechados. Pai nosso céu santificado. Ah, meu Deus, onde é que eu pari? Pai nosso cen santificado,
tindo Pai Nosso, porque ele está tão de memória, tão memorizado, tão trmemorizado, que eu vou de olhos fechados. Pai nosso céu santificado. Ah, meu Deus, onde é que eu pari? Pai nosso cen santificado, falta aquela unção. E quando fordes orar, dizei: Pai nosso, que Deus é o pai de todos nós. É o pai do meu amigo, mas é também o pai do meu inimigo que estais nos céus. Mas então os céus, esse lugar esplendidoroso, ele está lá e aqui na terra. Não está porque não diz nada. Ou o reino dos céus está aqui na terra mesmo? Será que existe um reino específico ali? É o reino dos céus. E só vai para lá quem é bom, quem é justo, quem é nobre. Muito bem. e aqueles que nasceram antes do cristianismo. Porque Jesus tem 2000 anitos. Se nós nos lembrarmos de uma das obras da Índia, o Bagavad tem 7.000 anos. Se nos lembrarmos do diálogo de Krishna e seu discípulo, ficamos emocionados pela beleza poética e também pela grandeza do conteúdo. Quando Krishna diz que existem para a criatura humana aquela raça terrível e aquela outra gentil, os Pândovas. Os Pândovas são poucos e os outros são muitos. Então é necessário que os Pândovas matem. E então o discípulo diz: "Mas como os Pândovas são poucos, os úos são muitos e eles hão de morrer porque são perteniciosos?" Sim. Então, tu tens que escolher na tua vida o comportamento Pândova, o bem, a solidariedade, a renúncia. Os Pândovas são as virtudes, os urdos são os vícios, são primos entre si. O vício decorre da virtude mal praticada. Então, apenas este poema que todo indiano desde o berço aprendia no passado. Agora são mais de 200 religiões numa Índia que fala 200 dialetos e 10 idiomas, dentre os quais o sânscrito, que é a língua dos anjos. Então, nós temos que alargar o pensamento. Jesus é um marco histórico. E vamos recorrer a algum cristão, Ernesto Renan, que escreveu a vida de Jesus em três tomos. era ateu. Não acreditava em Deus, nem da religião, nenhuma religião. A sua inteligência de poligota, de mestre de grego da Universidade de La Sorbone,
enan, que escreveu a vida de Jesus em três tomos. era ateu. Não acreditava em Deus, nem da religião, nenhuma religião. A sua inteligência de poligota, de mestre de grego da Universidade de La Sorbone, deu-lhe crédito para escrever sobre Jesus. E eis algumas das suas palavras desse livro, recomendado, aliás, por Allan Kardec. conforme se encontra na revista Rita em dois volumes diferentes. Disse Allan Kardec: "Jesus é um homem incomparável". Essa frase abalou a cultura francesa em pleno século XIX. Porque a cultura francesa e a história católica dizia que Jesus é divino. E Ren disse que ele é humano. Ele era um homem como um homem qualquer. Só que qualquer homem não era igual a ele. Os judeus diziam: "Quem é este homem? Fala como ninguém fala. E ninguém consegue penetrar no seu conhecimento falando como ele fala, não teve nenhum curso. E, no entanto, a sua mensagem foi a mais lida e é até hoje na humanidade com todas as imperfeições. que diz Ernesto Renan, o que provocou um grande problema na universidade. No dia 12 de janeiro de 1862, o colégio de França fez a sua aula inaugural nas universidades. A aula inaugural é aquele momento culminante da cultura. Enesto Renan, que era o maior cultuador da arte de bem falar e escrever, jornalista, escritor, poeta, orador, foi convidado para fazer a aula inaugural e naturalmente metade da Europa intelectual viajou a Paris para ouvir o discurso de Ernesto Renan. E ele começa hipes verbes. Jesus é um homem admirável. Ninguém a ele se compara. Ele é tão grande, tão grande, que não coube na história universal. dividiu a história. A partir do seu nascimento, a história começou a narrar os fatos antes e depois dele. Não houve na história ninguém do tamanho deste homem que viveu menos de 33 anos entre 32 e 33 com as mudanças de calendário. Então de Jesus é insubstituível. E com isto Ernesto Renan deu um golpe de teologia na teologia, porque a teologia católica, como a protestante, sempre dizia que Jesus, esse filho de Deus, era também Deus.
o de Jesus é insubstituível. E com isto Ernesto Renan deu um golpe de teologia na teologia, porque a teologia católica, como a protestante, sempre dizia que Jesus, esse filho de Deus, era também Deus. E então nós temos um problema de ética, porque dando largas ao pensamento indiano da divindade apresentasse sobre três formas diferentes, eles criaram a Santíssima Trindade, que para nos dar uma ideia Na vila de Santo Agostinho, no século há uma cena em que o grande orador e um dos maiores teólogos, ele praticamente fez a teologia da igreja, conta a seguinte historinha, que um homem vivia tão preocupado com a Santíssima Trindade, porque ele não conseguia compreender Deus é pai e é filho e é também o Espírito Santo. E Maria é virgem ao fazer nascer o ser transcendente. E então ele vivia preocupado e estava na praia. E de repente ele viu uma criança fazer um buraquinho na praia com o próprio dedo, ir ao mar, pegar uma poção de água e derramar do buraquinho. Então aquele sacerdote vem da criança, vai e volta, ficou curioso e perguntou: "Que fazes?" A criança que era um anjo, respondeu: "Eu estou colocando toda a água do oceano neste buraco". Aí ele disse: "Mas tu vez, é um absurdo. Como pode este buraco diminuto receber toda a água do oceano?" A criança disse: "É mais fácil o oceano todo entrar nesse buraco do que você entender o milagre da Santíssima Trindade. Quer dizer, haja buraco." Então ele próprio, Santo Agostinho, duvidou da Santíssima Trindade criada por interesses políticos. Porque se Jesus era Deus, esmagava aquele Deus tradicional de Moisés. Era uma briga entre cristianismo e judaísmo. Se Jesus era o Espírito Santo, simbolizado na pomba da paz, estava também unindo todas as facções universais. Mas bastava que se lessem alguns versículos da Bíblia para ver que Deus é único e que Jesus é o filho de Deus. Eu e o pai somos uno, não é? Um. Tradicionalmente, ao enumerarmos quaisquer coisas, começamos com 1 2 3 a unidade. Mas is português, porque espanhol é uno. Então se pode usar com licença verbal e
eus. Eu e o pai somos uno, não é? Um. Tradicionalmente, ao enumerarmos quaisquer coisas, começamos com 1 2 3 a unidade. Mas is português, porque espanhol é uno. Então se pode usar com licença verbal e licença frasiológica o uno, como se fosse um. Mas em verdade o Uno também é unido. Fulano e Beltrano são uno, estão unidos, mas não querem dizer que são uma mesma pessoa. É diferente. E aí vão as conjetudas muito felizes que o nosso orador da tarde nos apresentou, com expressões até cômicas e algumas até muito pesadas que ele naturalmente emitiu ou omitiu. Então nós vamos ver que ao surgir do Espiritismo, começou-se a dizer que a Bíblia havia ao tempo de Moisés dois irmãos e um dia foram queixar a Moisés que aqueles dois irmãos se comunicavam com os mortos, que a questão era morto e vivo. Aí Moisés disse: "Quem dera se todos pudessem profetizar como eles?" Então desarmou. A questão da comunicabilidade dos chamados mortos é nada mais nada menos do que a comunicação dos vivos com os mortos. Na matéria, a nossa lucidez plena está adormecida, está estado de germe. Quando nos libertamos do corpo, é que a memória se desanuvia do cérebro e nós ampliamos o nosso conhecimento. Quantas vezes no sonho que Allan Kardec explica ter duas causas básicas, também a psicanálise, o sonho premonitório, o sonho mediúnico, o espírito se desloca corpo e entra numa outra vibração, numa outra faixa. Porque se nós examinarmos a vida na Terra como onda, como vibração, quando, por exemplo, na minha imensa ignorância alguém me disse que a luz era matéria, eu tomei um choque porque eu havia aprendido na física de Newton que a luz era etérea, mas a física quântica provou que a luz é feita de ondas e de vibrações. A vibrações são átomos. Existem átomos que condensam a luz. É matéria. E ao mesmo tempo, quando é apenas luz, é energia. Então o mundo mudou completamente e a doutrina espírita antecipou. Também o que muito me fez bem foi no dia em que eu já havia lido o livro dos espíritos inúmeras vezes
quando é apenas luz, é energia. Então o mundo mudou completamente e a doutrina espírita antecipou. Também o que muito me fez bem foi no dia em que eu já havia lido o livro dos espíritos inúmeras vezes e Allan Kardec pergunta o que é o espírito? energia pensante. Então, há diversos tipos de energia, a elétrica e centenas e a energia que pensa, porque a energia do movimento não pensa, ela é estática, ela vai aonde vão os movimentos, mas o pensamento não é estático. Quantas vezes nós estamos assim? Aonde está? Aonde está o meu pensamento? Quantas vezes aqui tem uma frase que eu acho bonita, mas não concordo. O silêncio é uma prece. O silêncio é falta de zoada. Prece. Meu Deus. É a hora pior para muita gente é quando tá assim quietinho, a cabeça tá a 320 por hora, não é? Agora, o ideal seria que este silêncio fosse abençoado pelas reflexões positivas, pelos ideais. Então nós colocamos esta frase pelo repetir-se. Em todas as igrejas, todas as religiões, tem sempre essa do silêncio uma prece. Faça silêncio. Eu nunca vi um criminoso fazer farra dos seus crimes. Ele fica rindo caladinho e elaborando. Daí a medicina psicológica dizer que o criminoso sempre volta ao local do crime. E é graças a essa observação que a gente percebe quem é o infrator. Se eu cometo um crime, de vez em quando eu venho dar uma olhadinha para ver como é que vai tudo. O crime faz cartas anônimas porque ele tem prazer de que ninguém sabe. E o grande perigo é que ele sabe que o bandido é ele e ele termina se denunciando porque não aguenta ficar calado. Daí o espiritismo consegue fascinar-nos. E essa se deu comigo pela milésima vez. Quando eu li a teoria de Darwin, a origem da vida, ele publicou a tese em 1849, em 59, a evolução, os fatores biológicos da hereditariedade e os fatores do comportamento. a convivência. E eu fui lendo admirado, admirado e disse: "Masé, quem copiou Kardec? Quem copiou Darwin ou Darwin copiou Kardec? Era de dizer que foi Darwin que copiou Kardec, porque Kardec publicou isto, com
ência. E eu fui lendo admirado, admirado e disse: "Masé, quem copiou Kardec? Quem copiou Darwin ou Darwin copiou Kardec? Era de dizer que foi Darwin que copiou Kardec, porque Kardec publicou isto, com outras palavras, em 1857. E ele, Darwin, que há mais de 10 anos vinha fazendo essa pesquisa, publicou em 59. Portanto, o espiritismo revelou a origem, abordando que a linguagem bíblica é uma proposta teórica para dar uma ideia que ele traduz muito bem no livro A Gênese, quando ele fala dos sete dias e que, afinal de contas, são períodos, as diversas eras, porque a palavra era mais ou menos correspondente. E então eu fiquei tão feliz que aí eu fui ler várias vezes a tal da teoria e acreditei, terminei cedendo. Mais recentemente, quando os órgãos da ciência do Museu Britânico publicaram que o primeiro ser humano foi a mulher preta da África, aquela jovem foi o primeiro ser humano. Eu dissesse: "Mas que pretinha, hein? Ela sozinha ali na África saiu do coração da África a pé, foi andando e foi para Escandinávia e era pretinha, ficou branquinha. Depois desceu outra vez para as terras ardentes, para o Egito, a Mesopotâmia, particularmente Babilônia, Ninive, Assíria, Persércia, que completou 5000 anos no tempo do chá paraervir. Então eu vi que a ciência estava atrás da revelação. Aquela hipótese era como o pitecantropos erectos, o ser quase humano ficou bípede na ponta dos pés porque ele se apoiava muito na cauda. macaco da raça Grimalde. E então aparece o primeiro ser em transição. Não foi assim uma negrinha bonita, com cabelo espichado ou cabelo assaiado, não. Quase sem cabelo. O cabelo veio depois, foi chegando devagar, rebelde até hoje. Se a pessoa tem liso, caracola, se tem caracolado, lisa, se lisa e relisa, não sei o quê, cai o cabelo. Então é uma prova este amigo nosso, mas chegou devagar. Eu tenho um amigo que seu anseio era ser pai e várias vezes tentou com grande sucesso. Na terceira gestação teve uma gestação de risco, sua esposa e ficou deitada 7 meses para não perder a
ou devagar. Eu tenho um amigo que seu anseio era ser pai e várias vezes tentou com grande sucesso. Na terceira gestação teve uma gestação de risco, sua esposa e ficou deitada 7 meses para não perder a criança, porque ela já havia perdido uma trompa. E o médico que a atendeu disse que aquela criança não ia adiante. O notável médico que nós tivemos aqui na Bahia, o cientista. E os espíritos disseram que a criança ia nascer, mas aí nasceu a criança e dois dias depois o meu amigo feliz me contava da criança e começou a chorar. Eu atribuí que era de felicidade. Eu disse assim: "De felicidade tem que ser". Ele disse: "Mas como você está chorando por causa da sua filhinha?" Mas não é por isso não, Divaldo. É porque ela ainda não tem cabelo. Quase que eu mando internar meu amigo. A criança tinha dois dias e ele queria que ela fosse Rapunzel, que jogasse as tranças. Os cabelos são um pouquinho atrapalhados, né? Porque ele muda de cor, tem fantasia. Ele em uns quando eu completei 28 anos, eu descobri na minha basta cabeleira de mulato, eu descobri um fio branco que era diferente, mas eu achei aquilo o máximo. Cheguei a abrir para que ele brilhasse. Tempos depois eu tinha uma mancha aqui como o couro das vacas, aquela mancha branca. Eu me olhava e diz assim: "Mas que coisa horrível esta borra branca só ali." Eu então estava com 32 anos e fui visitar Chico Xavier. E Chico para mim era uma espécie de mentor amigo. E eu ia com a criança ver o seu mentor. Eu tomava banho para que ele dissesse: "Hum, tá limpo". penteava o cabelo, ajeitava, fazia de tudo para ele me achar bem. E ele achava porque ele era uma graça. E quando eu cheguei, ele disse assim: "Ei, Divaldo, a manchinha tá crescendo, não é? Era meu ponto vulnerável". Eu disse: "É, infelizmente." E no dia seguinte eu fui cortar o cabelo em Uberaba. Eu tinha o barrio lá para ficar bonitinho perto do Chico. Então sentei e ele me disse assim: "Seu Divaldo, lançaram agora um produto que o cabelo fica cinzento, senor já?" Eu disse: "Não, fica cinzento?" Eu deve
barrio lá para ficar bonitinho perto do Chico. Então sentei e ele me disse assim: "Seu Divaldo, lançaram agora um produto que o cabelo fica cinzento, senor já?" Eu disse: "Não, fica cinzento?" Eu deve ficar horrível. Não, fica assim branco, cinzento, fica lindo. E assim na sua pele, naquele tempo eu tinha pele, hoje eu tenho pelanca. na sua pele dá um bom contraste. Eu digo: "Se a gente não gostar, lava. Não me diga. Vamos fazer uma experiência." E eu disse assim: "Quando o Chico me vê amanhã com o cabelo dos 20 anos, ele vai ficar assustado." Aí o meu cabeleiro caprichou, eu olhava e quando ele deu a última lavada, ele disse: "Que tal?" Eu olhei a borra não tinha mais. Eu digo, o que é que você fez? Colori e botei ao natural. De forma que eu nunca pintei o cabelo. Eu restituí ao natural. Muito bem. Aí eu fui no dia seguinte, eu fui, era o dia que nós tínhamos palestra no abacateirino, todos nós, as quase 500 pessoas espalhadas no abacateiro, no chico do evangelho. E eu louco para ele dizer alguma coisa. Ele me me chamou até ao lado, ele pegou o evangelho, botou assim: "Ei, Edivaldo, tá rejuvenescido, hein?" E eu também com outro evangélio. Você gostou, Chico? Ai, tá ótimo, meu filho. Não deixe mais de botar esta cor. Que cor é essa? Eu digo, eu não sei não. Eu acho que é cinza. Era uma cor espiritual. Bom, e pai, vai, vai. E então aconteceu uma tragédia. Começou a chover com tanto dia para chover. Uberaba choveu no dia que eu cheguei. Pô, mas eu estava assim com o evangelho. Porque Jesus disse não sei o qu. Aí eu vi aquela borra no livro. Foi isso. Continuei outra borra. Aí eu senti aquela coisa fria. Eu disse o que será? E como que não quer nada com toda a gente linda? Quando eu lhei, era a borra naquele tempo de svia, quem se atrevia a pintar tinha que ter o vidrinho para depois preencher os claros. Mas depois eu estava em Miami e eu fiquei com vergonha naquele tempo, homem pintar o cabelo, que horror, mas já tava pintado, o que é que eu ia fazer? Aí eu cheguei e a moça disse
preencher os claros. Mas depois eu estava em Miami e eu fiquei com vergonha naquele tempo, homem pintar o cabelo, que horror, mas já tava pintado, o que é que eu ia fazer? Aí eu cheguei e a moça disse assim: "Oh, eu, how e o how tal?" E ela então perguntou assim: "É e you like?" Eu digo: "Lik, mas foi uma coisa". E ela então cortou e eu também tinha implicância. mulher cortar cabelo de homem não dava, pois as infelizes são muito melhores do que os mais masculinos, porque elas retocam aqui, puxam o fio ali e o outro que saiu do lugar e o e então ela dis assim: "Eh, what color?" E aí falou opção de coisa. Por que que eles têm que falar de pressa de falar devagar? Porque nem todo mundo sabe. Eu não sei a língua deles, mas faço uma força e rio. Digo assim: "Oh, yes." Deixo a dúvida. E alguns perguntam: "Você fala?" Digo, "Falar mesmo". Não, mas eu entendo. É só entender. Eu eu traduzo o que vi na cabeça. Eu digo: "O que é? Ninguém sabe, ninguém viu. Aí eu fiquei profissional porque aí eu botei um e encontrei um que não desmancha. Ele espera o fio crescer. Não sei porque que o fio tem que crescer. Já está aí. Devia ficar aí calmo, né? Mas ele cresce. Quando eu vejo aquela manchinha branca, a gente vai ficando girafa, não é? branco, aquela, aquela coisinha assim bem branca, horrível, aquela burra branca e a outra burra preta e a outra burra branca. Meu Deus, por fim, acostumei, mas muito bem. Então a moça de Miami disse assim: "Ol this dis wonderful". Eu aí olhei, era uma fórmula que ela me deu e que eu uso. Então eu tenho amigos que disivaldo, eu sou capaz de comprar a fórmula por R$ 100, R$ 100.000. Eu digo never. A minha tinta, a de Silvio Santos e a do presidente Sarnei, são três enigmas da psiquiatrica. Nós não revelamos a ninguém. Pois bem, certo dia eu estava em Cascavel na televisão e aí alguém me fez uma pergunta qualquer e disse: "Madivaldo, você tem 70 anos e o seu cabelo é preto? Por quê?" Eu falei: "Também não sei. O povo é muito mal educado. O que é que ele quer? Quando eu vejo que
uém me fez uma pergunta qualquer e disse: "Madivaldo, você tem 70 anos e o seu cabelo é preto? Por quê?" Eu falei: "Também não sei. O povo é muito mal educado. O que é que ele quer? Quando eu vejo que ele está ficando branco, eu me concentro. E ele com medo escurece. Ai, pronto, ficar tudo em paz. Ah, é? É. Mas isso uma qualquer pessoa de bom senso, perceberia que era um tom de brincadeira. Quando eu terminei, estava o senhor à porta da televisão. Senor Divaldo, eu vim conferir seu cabelo. Eu digo, "A palestra não valeu nada. Uma hora de pergunta e resposta, perguntas ciladas pra gente cair. Você não admirou? Não admirei a sua coragem. Eu dis qual coragem de pintar o cabelo. Eu digo: "Eu não pinto. Eu restito a cor do cabelo. Não é lindo? Ele fal usa". Eu digo: "Ah, você não veio por amor a mim, foi a meu cabelo e eu não vou lhe dizer". Então não disse, passa o tempo e o tempo é um grande missionário. Eu fui ser entrevistado por Jo Soares e Jo aqui para nós era filho de Satanás. Eu digo, ele vai bater no meu cabelo. É mesmo que eu estava vendo daquele gordinho. Mas se ele bater no meu cabelo, eu vou dar um chute da perna dele ali por debaixo da mesa que ele vai ver. Mas não, ele estava nesse dia muito deprimido e foi ótimo porque ele deprimido fez perguntas maravilhosas. Eu respondi tudo. Quando terminamos, ele disse assim e voltou, vocês espíritas não são vaidos. Eu digo absolutamente não. Ele disse: "E seu cabelo?" Ele pelo leite de sua mãe não se interesse por isso não. Mas foi depois do programa, fui salvo pelo G. Eu disse assim onde a você, Jo? Eu vou dizer porque você pode ser útil a sociedade, né? A maioria das pessoas no Brasil dorme com você. Aí eu dei o nome do xarope. Tem a gente que vai usar esse xarope, mas de público eu não posso dizer porque tem direitos autorais. Então aquele homem incomparável me fascinou porque ele disse: "Importa o que você é perante a vida". E trouxe a certeza da imortalidade da alma. No momento em que minha mãe estava morrendo,
autorais. Então aquele homem incomparável me fascinou porque ele disse: "Importa o que você é perante a vida". E trouxe a certeza da imortalidade da alma. No momento em que minha mãe estava morrendo, eu pedi ao médico para desligar os aparelhos porque ela já tinha tido morte cerebral. E o médico diz: "Olha, é de alguma forma eutanásia". Digo, não, não é eutanásia. Ela está com morte cerebral. O ideal era que ela tivesse uma morte do tronco encefálico. Os espíritos me dizem, mas ela não vai voltar. e vai ficar numa vida vegetativa, porque seu espírita está quase totalmente fora do corpo. Aí o médico fez a desligou os aparelhos e ao desligar os aparelhos, ela acordou. Olha que coisa, tinha olhos verdes. E eu tinha uma inveja dos olhos dela. Eu disse assim: "Mãe, mas a senhora tem olhos lindos. Ela dizia: "Meu filho, e somente sua irmã é que tem os meus olhos". Todos nós saímos aos olhos de meu pai e minha irmã, uma moça linda, porque a família é muito bonita mesmo. Ela aparece com olhos verdes e ficava piscando para mim. Isso é falta de caridade, né? Pois bem, mas antes de morrer, eu vou deixar no testamento para que o presidente bote olhos verdes no cadáver. Eu quero chegar lá em cima e vou dizer assim: "Senhor, não me dê olhos verdes, mas eu comprei. Vou dizer: "Adeus, pois." Então eu olhei para minha mãe, ela sorriu e me perguntou: "Está na hora, meu filho?" Eu disse: "Está, mãe". Agora imagine a gente dizer isso a própria mãe a que a gente ama mais do que a si mesmo. E eu disse assim: "Vai em paz. A senhora foi uma mãe especial. Ela disse: "Meu filho, assim que eu desencarne, que passe o período de perturbação, eu vou voltar para lhe acompanhar." Eu disse: "Não, mãe, não volte." A senhora criou 13 filhas, teve dois abortos espontâneos. teve uma filha com uma problemática cerebral muito grande e durou 7 anos a senhora cuidando. Então os espíritos me disseram que a senhora tem um lugar reservado no além, então a senhora vai agora descansar. Eu falava e as lágrimas que ele ouviu,
muito grande e durou 7 anos a senhora cuidando. Então os espíritos me disseram que a senhora tem um lugar reservado no além, então a senhora vai agora descansar. Eu falava e as lágrimas que ele ouviu, digo: "Não vou chorar". A senhora foi para um lugar feliz, aonde será muito feliz. Ela vai dis: "Meu filho, assim que eu despertar, eu volto para tomar conta de você". Eu digo, não faça isto, a senhora sofreu tanto na terra, agora é chegado o momento da sua felicidade. Mas a velhinha era fogo. Ela disse assim: "Você quer discutir comigo na hora da minha morte? Eu digo: "Não, mãe, é que o espiritismo, eu sei, mas eu vou voltar para tomar conta de você, porque você vai ficar sozinho na terra, só tem uma irmã." Eu disse: "Mãe, eu tenho uma família lindíssima. Eu tenho irmãos que eu não conheço. Eu tenho pessoas que oram por mim, mas não são nunca iguais à prece de sua mãe, não é? E entrando balançou a cabeça e disse: "Até logo". E eu a vi sair. As oleogravas sempre a pessoa saía pelos pés, aquela coisa toda. O fio de prata, o fioical, tudo isso é fantasia. O fio de prata é da do centro coronário, da glândula pineal. é a última que vincula o corpo. Quando separa, o corpo tem um grande choque e desce uma grande lágrima. Não é dor. São os esfíctares que retém as lágrimas que perdendo o controle afrocha e as lágrimas descem. Já está em estado mortes nesse momento que até eu vi os espíritos tirarem. Dr. Bezerra de Menezes, Joana de Angeles, tiraram e ela ficou assim, de repente ela olhou em volta e viu que eu estava vendo ela. Ela fez assim: "Di, eu disse: "Estou vendo a senhora, mãe". Os espíritos levaram e eu fiquei com aquela imagem. Ela estava vestida com uma camisola. Mas ela aí me aparecerá. Oito dias depois, numa cidade do Paraná chamada Castro, eu estava fazendo a conferência e de repente eu virei-me, ela estava a menos de 2 m e disse assim: "Di, eu não lhe disse que voltava e estava convestido de um tecido que eu lhe dei com meu primeiro ordenado. Fo meu primeiro ordenado, eu fui a uma
u virei-me, ela estava a menos de 2 m e disse assim: "Di, eu não lhe disse que voltava e estava convestido de um tecido que eu lhe dei com meu primeiro ordenado. Fo meu primeiro ordenado, eu fui a uma loja, comprei vestido de seda, um tecido, mandei para minha irmã que fez um vestido para ela e ela disse: "Eu vou usar quando morrer". E então usou uma vez para o ver e quando morreu minha irmã vestiu-a com aquela aquele tragio. Ela então, pastor, estava com o mesmo tecido e então ela ficou rindo e eu fiquei parado, tive o choque, mas esses choques fiquei sem saber o que falar. Ela então disse assim: "Fale para eles que ninguém morre". Fale que nós viveremos, eu estarei ao seu lado, meu filho. Ai, eu não sou de falar muito. Aí nesta hora eu fui inspirado, realmente fiz a mais bela palestra da minha vida porque ela estava, porque meu pai estava, minha irmã suicida estava. E e eu fazendo a palestra e prestando atenção ao que ela estava conversando com minha irmã. Minha irmã dizia assim: "Mãe, faça um cafuné na minha cabeça para tirar este sofrimento do meu suicídio". Minha irmã suicidou-se no dia 11 de novembro de 1939. Isto era 23 de fevereiro de 1972, 33 anos de sofrimento por causa do suicídio. Mãe então começou a atendê-la, a tomar conta, a zelar, a diminuir as dores do tóxico que ela ingeriu. E ela encarnou aqui no Pau da Lima. Pretinha veio com a mãe, ela para morrer esquálida. E a senhora veio pedir para tomar conta, porque ela se alimentava de sopa de papelão. Então eu me lembro de um espírito muito amigo que eu me dizia: "Um país que alimenta os seus filhos com sopa de papelão, ainda não adquiriu dignidade para merecer o amor de Deus". E então a mãe me disse assim: "Seu Edivaldo, ela e eu, eu sou catadora daqu do lixo e até eu pegar aqueles papelões dos bares, dos restaurantes, lavo, tiro a gordura e faço a sopa para ela e para mim." Mas ela estava misérrima com os 10 meses. Então, é claro. Eu disse: "Minha senhora, de-me para criá-la". Ela então me olhou com tanta tristeza,
lavo, tiro a gordura e faço a sopa para ela e para mim." Mas ela estava misérrima com os 10 meses. Então, é claro. Eu disse: "Minha senhora, de-me para criá-la". Ela então me olhou com tanta tristeza, ela disse: "Mas é minha filha?" Eu digo, "Então vamos ajudar que colocamos na nossa enfermaria, no nosso posto médico, tinha lábio bifocal aberto aqui assim. que foi do tóxico que ingeriu. Daí quando alguém me fala, tem hora que eu tenho vontade de me suicidar, eu digo, fic só na vontade, porque depois que fizer não retorna, não tem jeito. É 2, 30, 40, 50 anos. É a lei. Se Deus me deu 97 anos, qualquer direito poderia me suicidar os 50. Porque a namorada me largou. Porque eu larguei a namorada. Porque o homem que era meu amigo me traiu. Porque a mulher com quem eu me casei não me respeitou. E são acidentes. A vida é muito maior do que essas misérias do cotidiano. Então tem que respeitar a vida. E aquele que é o pai de misericórdia, o maior dom que existe no universo é a vida. conseguirmos compreender, analisar palavras, transformá-las em canto. Nesse instante cantava a nossa maravilhosa e querida amiga. E ela cantava uma música tão longe de me distante que foi concebida por um dos primeiros presidentes da Federação Espírita Brasileira. Depois cantou outra. Quem é da minha idade que não se lembra de Lili? Aquela vendedorazinha que ganhou o Oscar da academia. É, eu era jovem, mas também é o cinema. O cinema passava 20 minutos, parava para enrolar tudo mais 20 minutos, mas era cinema. E eu assisti no dia assim. Então, que maravilha é o ar passar nas cordas vocais e emitir esses agudos que a flauta e o violino dão com tanta propriedade como a garganta humana. Então, a doutrina espírita vem falar desta vida gloriosa, desta vida e desse homem. a quem ninguém se equiparava. Esse doce rabi, como chama Amélia Rodriguez, ela já escreveu por intermédio 13 livros. E essa poetisa baiana católica, professora famosa do século XIX, uma das mulheres mais cultas da Bahia, que é considerada a cidade do Salvador,
lia Rodriguez, ela já escreveu por intermédio 13 livros. E essa poetisa baiana católica, professora famosa do século XIX, uma das mulheres mais cultas da Bahia, que é considerada a cidade do Salvador, a de mulheres mais inteligentes do Brasil. As outras que nos desculpem, mas a elite baiana do século XIX, escritoras, a elite de Salvador, tendo à frente a D. Leda Jesuino, a insigne poetiza, filósofa, verdadeiro gênio da literatura que está quase com 100 anos, lúcida. esposa de um grande poeta da medicina, o Dr. Jesuío, que ia conosco visitar os leprosos e dar-lhes melancia, fazendo cirurgias das melancias para agradar os doentes. Então essa Bahia deu também Amélia Rodriguez. Ainda nós temos a herança do primeiro colégio feminino do norte, que está ali pertinho do Campo Grande, numa casa bicentenária, pertencente a uma família quatro centona. Então, dona Média me aparece para cantar os poemas daquela terra árida, que na primavera o deserto produz tantas flores que é comparável a um jardim, o áspero deserto da Judeia, as montanhas ponteagudas da Judeia, que ele atravessou várias vezes. a pé para chegar a Jerusalém, passando pela casa de Lázaro na Betânia, a cidade das rosas, para que as criaturas humanas amassem a natureza, que é o álbum que Deus pintou a sua criação. Então, dona Amélia, durante mais de 50 anos, vem escrevendo sobre Jesus, narrando-me fatos que não estão no cotidiano, nem poderia. Há uma frase de João, ele se fosse botar em livros as palavras dele, nem todos os livros do mundo caberiam. Quer dizer, é uma força poética, porque o que ele falou, tudo quanto ele disse. Mas dona Amélia também traz para nós aquilo que ele não disse, os grandes silêncios de Jesus. Nós entendemos o caráter de uma pessoa, não somente pelo que fala, mas pelo que deixa de dizer. A gente olha para o outro e sorri e não diz nada, porque nós somos imortais, somos eternos e a eternidade transforma este barro, este Adão feito da terra, tirado do solo. Nesse anjo, como está na questão?
nte olha para o outro e sorri e não diz nada, porque nós somos imortais, somos eternos e a eternidade transforma este barro, este Adão feito da terra, tirado do solo. Nesse anjo, como está na questão? 940 de o livro dos espíritos. O átomo de hoje que será anjo de amanhã, o anjo de hoje que foi o átomo de ontem. Então nós seremos anjos, mas anjos reais já existem dentro de nós os momentos de angelitude. Deixemos crescer. Não os castremos. Desistamos dessa frase: "Todo mundo faz". Não, nem todo mundo faz. Eu me lembro de um dia que uma firma baiana muito rica veio nos oferecer R$ 500.000, que hoje valeria R milhões. E então eu digo: "Ave Maria, mas se aceito?" E aí o doador disse: "Ó, tem um detalhe, você nos dá um recibo de 1 milhão". Eu então digo assim: "Não entendi. O senhor nos vai dar em nome da firma 500 e nós lhe damos um recibo de 1 milhão. É, todo mundo faz." Eu digo, "Mas eu não faço." Então não é todo mundo. Algumas pessoas fazem, mas muitas não fazem. Muitas são honradas, mesmo que a gente não acredite. Não precisa que ninguém acredite na nossa honra. Basta nós sabermos que somos honrados ou não. E então ele me disse, mas tal pessoa faz di sabe da vida. Nós, os espíritas não estimulamos a corrupção, nem vamos pedir para o nosso tesoureiro fazer uma caixa dois. Entraram 500.000 ou entrarão que não entraram mais porque já desistiu. Mas o senhor terá o recibo exatamente do valor. Agora eu vou lhe mandar um buquet de flores para sua senhora que isso está fora do donativo. É uma gentileza. Então essa é a mensagem. Como eu era jovem, tinha 18 anos, mas a doutrina me disse sim, sim, não, não. Quantos, quanta gente nós perdemos, se é que perdemos, ou não aceitamos a sua convivência para não nos levar a aquele Cristo que se vende nas igrejas, passa sacolinha aqui, ajuda quem quer, se quiser, mas nunca nos falta, meus irmãos. Imagine cada um que sabe como o dinheiro está caro. Hoje uma coisa muito cara é dinheiro. Tem joias, tem casa, tem e às vezes quer vender,
ajuda quem quer, se quiser, mas nunca nos falta, meus irmãos. Imagine cada um que sabe como o dinheiro está caro. Hoje uma coisa muito cara é dinheiro. Tem joias, tem casa, tem e às vezes quer vender, não acha que corresponde. Então, dinheiro que vale e nós gastamos em nossa entidade por mês, quase 2 milhões por mês. Quase 2 milhões. Nossa escrita é pública. Qualquer sócio pode ir e pedir para vir o balanço. Não tem nada escondido, não tem nada misterioso. A pessoa deu 5 centavos, recebe uma carta e um recibo de 5 centavos. Nós temos pessoas que dão R$ 5 e nós gastamos R$ 8 para agradecer, porque vai o recibo, vai uma carta, vai uma mensagem, vai o correio para a pessoa saber que o seu dinheiro, seu sacrifício entra na nossa tesouraria, é aberto. Por quê? Porque é uma casa para servir a Jesus e não servir-se de Jesus. Então, meus irmãos, depois de nós remontarmos à Bíblia e lembrarmos deste homem incomparável, façamos festa em nosso coração. Saiamos hoje daqui com muita alegria. Como disse Jesus, o reino dos céus está próximo. Quem sabe a hora que volta. De repente, de repente retornamos e nos arrependemos lá. Volvemos. Eu já fui, já voltei e cá estou para cantarmos juntos o hino do evangelho de Jesus. Amemos. Há poucos dias eu abordei a compaixão. Tenhamos compaixão. Não basta amar. Compadeçamos-nos daqueles que têm problemas talvez maiores do que os nossos e estão nos ajudando. Vejo pessoas que nos ajudam. No ano atrasado, nós demos 10.000 cesta básica, aliás 12.000. O ano passado 8.000. E logo depois do congresso, nós vamos lançar a nossa campanha para o Natal. E aproveitemos que o Natal é todo dia que se tem fome. É todo dia para nós fazermos o Natal também de terura, de abraçar. fazemos essa caridade que o nosso Severino conversando comigo dizia para o judeu, determinados atos não são de caridade, são de justiça. Eu nunca havia pensado isto. Estamos sempre aprendendo, mas porque de justiça. O judeu sabe que o outro tá passando necessidade. Pega o dinheiro, não olha quanto pega e
ão de caridade, são de justiça. Eu nunca havia pensado isto. Estamos sempre aprendendo, mas porque de justiça. O judeu sabe que o outro tá passando necessidade. Pega o dinheiro, não olha quanto pega e dá pro outro. O outro teu dever de não olhar quanto põe no bolso. É um ato de justiça, porque Deus me deu e mandou também que eu desse para ele que tem menos do que eu. Então é uma ação de ser justo, um blo desprendimento de caridade. Então o ato de dar é o ato de dar-se. Aprendemos a dar, a dar uma boa palavra. Quando é que estivermos, contarmos um fato bom, aproximarmo-nos. Este mês de outubro está excelente para nós. Sábado e domingo temos o congresso, o congresso Joana de Angeles, de psicologia, de psiquiatria. Temos aqui mais de 10 psiquiatras abordando nossos problemas. Quem não os tem? Jesus teve problemas. Aí o amigo dis ele? Eu digo assim, nós somos o problema dele. Quando ele quer ascender a Deus diz assim, aí o povo que vou deixar lá embaixo, ele aí volta ao deserto e grita os 10 mandamentos aos nossos ouvidos. Assim encerrarmos a nossa atividade do dia de reflexões bíblicas, bíblivro, livro mais livro mais livro mais livro. 78 livros formam o Novo e o Velho Testamento. O Novo Testamento tem 27 livros, portanto o velho restante e sairmos cantando essa música sublime da verdadeira paz em nossos corações. Agora neste clima de espiritualidade, sincronizar com os guias espirituais para recebermos a bioenergia que nos vai colocar em uma semana maravilhosa, que é esta semana na qual nós estamos peregrinando. Vamos orar. Pedimos aos médiuns, aos companheiros de atividade para que tomem os seus lugares. Senhor nosso benfeitor de todas as horas, abençoa os companheiros que irão ministrar o magnetismo do passe, o fluido magnético, a energia fluídica, a doação. Abençoa esses companheiros que se dedicam a ajudar o nosso próximo. Dá-lhes paz. Abençoa cada um de nós, dando-nos harmonia e serenidade a aqueles aos quais amamos, a nossos familiares e amigos. Nós te pedimos
sses companheiros que se dedicam a ajudar o nosso próximo. Dá-lhes paz. Abençoa cada um de nós, dando-nos harmonia e serenidade a aqueles aos quais amamos, a nossos familiares e amigos. Nós te pedimos por aqueles que não gostam de nós, que nos perseguem, que nos caluniam ou não, criando embaraços em nossa existência. Também te pedimos, Senhor, por misericórdia, pelos suicidas, pelos que foram vítimas de acidentes, vítimas de desastres, aqueles que tombaram na estrada da evolução e retornaram à pátria sem preparo. permite que os anjos tutelares recebam-nos os doentes e curáveis, os que se dedicam à sementeira do bem. Nós te suplicamos em favor da nossa casa, para que ela assimile energias divinas fora da dimensão material para ajudar o nosso próximo. pela nossa paz, pela paz do mundo, pela paz do Brasil, nas autoridades es que nos administram. Abençoa a água repetindo o fenômeno de Caná. torna medicamento saudável para nós em teu nome, em nome de Deus, da mãe santíssima e dos espíritos bons, nós encerramos a nossa reunião com votos de paz para todos. Está encerrada a nossa sessão.
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