Momentos Evangélicos com Adilton Pugliese • Lembranças do Passado

Mansão do Caminho 15/06/2025 (há 9 meses) 52:42 12,843 visualizações 2,059 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho

Transcrição

Queridas irmãs, queridos irmãos, é muito agradável estar aqui esta noite e agradecemos as palavras generosas do amigo Mário. Enquanto ele relatava a história da reunião conversando sobre espiritismo, eu me recordo que foi numa quarta-feira que eu procurei Divaldo e disse: "Ele tem uma ideia para uma reunião doutrinária". Ele me olhou com aqueles aquele olhar de chinês e disse: "Você tá muito ocupado agora?" Eu disse: "Não, vem aqui comigo". Aí descemos até a creche, estava tendo uma atividade, uma festividade lá que eu nem sabia muita gente. Ele já foi começando dizendo assim: "Atenção, atenção, a partir de amanhã já tem uma nova reunião na casa". Eu tomei o maior susto era assim a delicadeza, né? uma pelo acolhimento, a generosidade, foi um mestre em várias situações na minha vida. Mas nossas saudações fraternas a todos os queridos irmãos, a que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho. Que Jesus, o amor amigo de nossas vidas, nos abençoe agora e sempre. O setor doutrinário programou os comentários desta noite com o tema lembranças do passado, que a querida mentora Joana de Angeles escreveu no livro Sendas Luminosas. É o capítulo 20. É um tema fascinante porque ele tem profundas conexões com a lei da reencarnação. Poderíamos dizer que a lei da reencarnação tem algumas NRs, quer dizer, normas reguladoras. Uma delas é a lembrança do passado. A outra, podemos dizer que é a questão do das causas e dos efeitos. Uma certa feita, o líder do budismo do Tiber, Tizan Guiatson, o Dalilama, que é o 14º Dailama, ele estava em Londres para fazer uma conferência. Quando chegou no local, um repórter avançou, adiantou-se e de súbito perguntou a ele: "Sua santidade, prove que reencarnação existe?" E o Dalilama respondeu: "Prove-me que ela não existe." A questão da reencarnação envolve muitas pesquisas e muitos estudos. sobretudo no campo examinado por muitos cientistas que consideram, denominam casos sugestivos ou casos que sugerem a reencarnação. Uma das personalidades que ficou famosa

s pesquisas e muitos estudos. sobretudo no campo examinado por muitos cientistas que consideram, denominam casos sugestivos ou casos que sugerem a reencarnação. Uma das personalidades que ficou famosa no campo da pesquisa da reencarnação foi o Dr. Ion Steenson. Era um psiquiatra nascido na cidade de Quebec no Canadá. Ele nasceu no ano de 1907, 1918 e desencarnou no ano de 2007. Ele ficou conhecido como o detetive da reencarnação. Esteve na Índia e viveu mais de 30 anos nos Estados Unidos e dedicado à pesquisa sobre a reencarnação. Ele tinha um pensamento, eu diria também um sentimento. Quando ele foi na Índia, um dos gurus indianos perguntou: "Mas o senhor já sabe tanto sobre reencarnação? O que é que o senhor deseja mais ainda?" Ele disse: "É porque eu creio que se eu provar que a reencarnação é uma verdade, talvez eu seja capaz de mudar o caráter do povo americano." Ele tinha um objetivo muito profundo nesse campo. Dr. Ein Stevenson, ele ficou famoso com um livro que ele escreveu, que era um bestseller, 20 casos sugestivos de reencarnação. O livro tem 508 páginas, que foi reeditado em 1970. Ele lançou a primeira edição em 1966, mas em 1970 foi republicado com o título reencarnação, 20 casos. Ele fez pesquisa de sete casos na própria Índia, na Índia, sete no Alasca, três no Seilão, um no Líbano e dois no Brasil. os 20 casos famosos que o Dr. Ein Steverson demonstra como casos sugestivos. O livro é volumoso. Logo em seguida, ele lançaria o livro Crianças que se recordam de vidas passadas, que foi publicado com cerca de 488 páginas e caso casos 14 situações que foram definidas com autênticas. O Dr. A Steva se dedicou a esses casos de crianças que recordam de vidas passadas, porque há situações em que o espírito desencarna e fica pouco tempo no mundo espiritual, reencarna de imediato, quase de imediato. Então essa fase é conhecida, essa situação é conhecida como de recordações espontâneas. está no nosso nossa mão. O espírito tá renascendo aqui com 5 anos. A medida que avançamos para 15 anos, 35

iato. Então essa fase é conhecida, essa situação é conhecida como de recordações espontâneas. está no nosso nossa mão. O espírito tá renascendo aqui com 5 anos. A medida que avançamos para 15 anos, 35 anos, já estamos com a reencarnação assumida. Em seguida, 50 anos, 60 anos, estamos retornando. Então, aos 5 anos estamos ainda impregnados do mundo espiritual. com possibilidade de reminiscências espontâneas. Há um caso muito interessante, né, na historiografia das reminiscências espontâneas como comprovação da reencarnação. No ano de 1951, no mês de dezembro, nasceu na Índia, na cidade de Xandangale, uma criança que recebeu um menino, recebeu o nome de Munes. Um dia Munes cometeu uma uma taquinagem. A mãe ele deu uma palmada, ele ficou sério, olhou para a mãe, a mãe e disse: "Mamãe, não me bata outra vez". Porque se você me bater, eu não sou daqui, vou voltar para minha casa. A mãe, tendo em vista o período lúdico da vida da infância, da paz infantil, considerou a reação da criança perfeitamente normal. No dia seguinte, mulher estava tomando banho com ela e ela notou que ele estava cabis baixo, como se tivesse meditativo. E ela perguntou: "O que que você tem, Moneste?" Ele disse: "Estou com saudade da minha esposa". A mãe achou assim muito interessante, muito embora os tempos modernos, mas achou assim impressionante uma criança de 4 anos, uma criança ainda de 4 anos, que ele estava com 4 anos nessa época, ter saudade de uma esposa. Mas Monestriu para ela e disse: "Eu nasci na cidade de It. Eu não sou daqui. A minha esposa se chamava Alodia. A mãe ficou curiosa achando que tudo aquele uma brincadeira. Um dia o monestãe eu agora me lembro. A minha esposa tinha chamado realmente a lódia. Ela tinha cabelos negros. Eu morava numa casa que tinha na frente um poço, uma árvore, tinha também um jardim. Era uma casa toda caiada de branco. Era na cidade de Tânia que eu nasci, mamãe. Quando ele tinha 5 anos. Ele novamente teve uma recordação impressionante. Disse: "Mamãe, a minha

inha também um jardim. Era uma casa toda caiada de branco. Era na cidade de Tânia que eu nasci, mamãe. Quando ele tinha 5 anos. Ele novamente teve uma recordação impressionante. Disse: "Mamãe, a minha esposa se chamava a Lódia Devi e eu morri de febres. Mamãe, quando ele tinha 6 anos, eu me recordo do meu nome, eu me chamava Bajan Sing e morri no mês de janeiro do ano de 1951. Toda essa história dessa lembrança da criança deixou a mãe muito assustada. Ela então resolveu reunir a família e pediu que todos guardassem segredo. Porque o menino, além de falar o dialeto da cidade de Xandangali, na Índia, ele falava também um dialeto estranho que ninguém entendia. Ela então reunia a família e pediu que todos guardassem segredo. Vocês juram? Todos juraram. E no dia seguinte toda a cidade de Sangal sabia da história de Munj. Porque querem guardar, querem divulgar uma ideia, basta pedir segredo. Eu me recordo no banco, às vezes um colega dizia: "Proese, alguém me disse um segredo, eu vou dizer a você, mas não diga a ninguém, não ia adiantar". Então, à medida que o assunto, o mistério Muneste Bajancing, se divulgava em toda a região, ultrapassou a fronteira de Xandangal e chegou na cidade de Nova Deli, na Índia. E chegou ao conhecimento de um grande parapsicólogo naquela época, o Dr. Emendra Nati Banergi, que nasceu no ano de 1929 e morreu em 1985. Ele era, ele pertencia à universidade da cidade de Rajastan. Ele tomou conhecimento e resolveu investigar, porque ele era um investigador da reencarnação. Ele escreveu um livro que ficou muito famoso sob a memória de presente e futura. E ele resolveu então ir a Chardangal entrevistar Monest. Conversou com o menino e perguntou: "Mas ô Muneste, de que família é? De que cidade é essa senhora que você diz que é a sua viúva? Ele disse: "Ah, é da família de Visara. É uma aldeia um pouco distante de Xandangali. O Dr. Banegi se deslocou até a cidade e lá identificou a existência da família Visara e também a a senhora a Lódia Devi e uma irmã.

da família de Visara. É uma aldeia um pouco distante de Xandangali. O Dr. Banegi se deslocou até a cidade e lá identificou a existência da família Visara e também a a senhora a Lódia Devi e uma irmã. combinou com as duas se deslocarem daquela aldeia até a cidade de Xandangal para conversar com a criança. Elas aceitaram, mas foram com toda a vestimenta indiana e mas também com o rosto coberto. E o pesquisador, o Dr. Banegi disse: "Vocês vão se apresentar como a mãe e a irmã de Bajan Sing para saber se era verdade. O menino tinha razão. Quando ela chegaram em Xandangal, o Dr. Banegi disse: "Muneste, eis aqui a mãe e a irmã de Alóia Devi. O menino ficou lívido, emocionado, aproximou-se, pegou na nas mãos daquela que era mais alta e disse: "Não, essa é minha querida esposa, a minha amada, a Lódia Devi". e beijou as mãos dela. Foi aquele clima de emoção. A a viúva disse: "Mas como é possível que você pode sacer o a alma de meu filho que do meu marido que voltou? Como você pode me provar isso?" E Monest disse: "Ah, mas é muito fácil. Eu posso lhe relatar momentos íntimos da nossa existência". Ela aceitou, eles foram para uma sala com duas testemunhas e o menino fez relatos tão impressionantes que ela procurou a loja Devi. O pesquisador Banegi disse: "Professor, não sei explicar, mas esse menino é realmente a alma do meu marido que voltou". O Dr. Banegi, que relata essa história nos seus livros, ele considerou esse fenômeno como memória extracerebral. Quer dizer, uma lembrança que a criança tinha, a pessoa tinha fora da do da do ambiente cerebral. A criança se lembrava, tinha lembrança de antes da constituição fetal na intimidade da madre de uterina. é o fenômeno chamado da reminiscência espontânea. Mas existe outra situação da possibilidade de buscarmos informações do passado através da reminiscência provocada. A reminiscência provocada, ela pode ser é feita através de hipnoses. Há muitos relatos na história conhecidas como TVP ou terapia de vidas passadas e também terapia regressiva a vivências

a provocada. A reminiscência provocada, ela pode ser é feita através de hipnoses. Há muitos relatos na história conhecidas como TVP ou terapia de vidas passadas e também terapia regressiva a vivências passadas. As ambas as situações, as experiências utilizam a reencarnação como base para fazer a experiência de regressão da memória. Mas a TVP, a terapia de vidas passadas, utiliza apenas a busca, visa a procurar memórias de vidas anteriores para buscar identificar possíveis comportamentos, padrões comportamentais, traumas, bloqueios emocionais que possam estar dificultando a vida atual. Então, visa uma cura também, uma um autoconhecimento da pessoa, uma transformação através da da tese da reencarnação. Já a terapia regressiva à vivências passadas, além de vidas passadas, utiliza também memórias da vida atual, na nossa infância. Então são técnicas de grande valor em muitas situações. Várias personalidades na história se dedicaram a a provocar esses fenômenos, como o Dr. O engenheiro francês Alber Rochá, muito conhecido pelos Estudiosos Espíritas, Fernando Cola Vida, foi um espanhol, ficou conhecido como Kardec Espanhol, ele também realizou essas experiências de terapia de vidas passadas. Eh, a Dra. Predit Fiora, que também escreveu livros. Nós nós vivemos antes, você já viveu antes. A experiência também de Dr. Brian Oce muitas vidas, muitos mestres. A literatura é riquíssima nesse campo dessas dessas experiências de regressão de vidas passadas em busca de lembranças de outras existências. Mas anotei as experiências da doutor, da doutora Helenback. Ela escreveu um livro no ano de 1979 que é Life Before Life, Vida antes da vida, que ficou muito famosa. Escolhi o caso da Dra. Helen, o, porque o o Hermínio Miranda, grande espírita, autor de vários livros, um escritor de renome, ele se refere muito à doutora, a sua as experiências da Dra. Umbak no seu livro e Nossos Filhos são espíritos, considerando as experiências da psicóloga como autênticas. Ela fez as experiências com 750

le se refere muito à doutora, a sua as experiências da Dra. Umbak no seu livro e Nossos Filhos são espíritos, considerando as experiências da psicóloga como autênticas. Ela fez as experiências com 750 pacientes. Elaborou um o a o inatismo do trabalho dela foi a elaboração de um questionário com 11 perguntas. O paciente era submetido à hipnose de uma regressão e ela fazia as perguntas. Uma delas fundamental, foi sua a decisão em nascer, porque a reencarnação, segundo os estudiosos, Carlos Toledo Vizini, por exemplo, escreveu um livro maravilhoso sobre os diversos princípios nucleares do Espiritismo. E ali ele faz uma demonstração que a reencarnação ela pode ser livre, ela pode ser proposta ou programada e pode ser também compulsória. Então os pacientes da Dra. Umbac, 81% responderam que sim, que eles haviam escolhido a reencarnação, haviam participado. André Luiz explica isso muito nos seus livros, né? Os espíritos que têm condição, que estão conscientes, não estão materializados, mas estão com a consciência livre no mundo espiritual e participam de toda a programação da reencarnação, os mapas cromossômicos, os grandes lances da existência, os desafios, as provas. Há uma participação, daí ser chamada a reencarnação que é programada ou proposta. Então, muitos daqueles pacientes da Dra. Ambque tiveram uma participaram na realização dos mapas da sua futura vida. Manuel Filomeno de Miranda no livro no livro Temas da Vida e da Morte fala com muita propriedade de uma forma bem didática, um livro que foi psicografado por Divaldo sobre essa questão da participação dos espíritos na reencarnação. Mas a Dra. também teve uma experiência de resposta de 29% em que o paciente disse que não tinha lembrança nenhuma, o que sugere uma reencarnação compulsória. O espírito está muito materializado, não ter condições, não ter nem noção de que está desencarnado, mas por a questão da lei de evolução e progresso, ele é submetido compulsoriamente à reencarnação. Há muitos casos desse. e a reencarnação livre, os missionários,

r nem noção de que está desencarnado, mas por a questão da lei de evolução e progresso, ele é submetido compulsoriamente à reencarnação. Há muitos casos desse. e a reencarnação livre, os missionários, aqueles que simplesmente reencarnam, como muitos casos do que já ocorreram no planeta Francisco de Assis e muitos outros espíritos elevados, em que eles têm a capacidade deles mesmos participarem da programação de suas reencarnações. Então, a Dra. Bac, além dessas perguntas, ela fazia pergunta de outros interesses. Como é que você está nessa nessa atual reencarnação? Você tá otimista quanto às possibilidades? E muitos diziam: "Não estou sim, estou confiante. Acredito que eu vou ter chances evolutivas nessa oportunidade." Mas umas uma pergunta que ela fez, que muito meoveu particularmente foi ela perguntar aos 750 pacientes, você traçou o objetivo? Qual foi o objetivo que você traçou para essa atual reencarnação? foi aumentar sua cultura, conseguir conquistar um talento especial, faculdades especiais, um destaque na sociedade ou em algum campo do conhecimento humano. A maioria respondeu: "Meu objetivo foi aprender a amar, aprender a me relacionar com os outros, a amar sem ser exigente nem possessivo." Isso na experiência da Dra. que foi realmente fascinante. Então, há uma preocupação de todos nós de retornarmos, mas com objetivos maiores no campo do sentimento. Isso inclusive é o que demonstra as lembranças que ficam guardadas. Mas além das reminiscências espontâneas que nós relatamos, a experiência de Munes e são milhares de casos desses de crianças que se que lembram de vidas anteriores, além da reminiscência provocada através das terapias e também de grande utilidade e as reminiscências permanentes, será que seriam úteis? que muitas pessoas rejeitam a reencarnação ou deixam de quarentena alegando que não se recordam de vidas passadas e nós não nos lembramos realmente e aí rejeitam, não aceitam. Mas eu não me lembro, sobretudo quando há uma perspectiva, uma referência

xam de quarentena alegando que não se recordam de vidas passadas e nós não nos lembramos realmente e aí rejeitam, não aceitam. Mas eu não me lembro, sobretudo quando há uma perspectiva, uma referência de que o sofrimento, como explica muito bem Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo, a dor ou sofrimento tem causas atuais, mas também causas anteriores e propõe analisarmos dentro da visão da doutrina espírita, a justiça do sofrimento, a justiça da dor e obter em torno de tudo isso a resignação, somente examinando a a a porta que a doutrina abre com a possibilidades de existências de causas anteriores. Então, a a recordações permanentes, será que elas seriam úteis? As pessoas que advogam que deveria recordar-se de vidas passadas? O que que o Espiritismo diz a respeito? O espiritismo estuda as reminiscências espontâneas, aceita, porque é uma das provas da reencarnação e há casos impressionantes, como o caso do Dejavi. A pessoa vai em algum lugar e até em outro país. Eu já estive aqui, conheço tudo, faz uma descrição antes de chegar no lugar. É uma recardação que estava adormecida, de repente vem à tona. Na psicanálise, Freud se dedicou muito a esses estudos. Essa semana eu estava relendo um pouco sobre isto, embora não sendo psicanalista, nem conhecer a profundidade do assunto, mas fiquei imaginando que muitos desses estudiosos pescadores chegaram como Freud e Ung e outros na fronteira do espírito. Então, imaginando que todas essas lembranças que ficam escondidas, eu achei até a expressão interessante, v embora com um pouco pejorativa e que o inconsciente, essas lembranças para ele seria como se fosse um purão, um purão da mente e que alguns estudiosos chamam de um purão da das calamidades, porque às vezes são lembranças que estão adormecidas e que estão reprimidas e que às vezes vindo à tona pode ser um motivo de libertação do paciente. Gente, então, o que é que o Espiritismo fala sobre o caso do esquecimento do passado? Qual será o motivo? Haverá uma razão para que isso aconteça?

à tona pode ser um motivo de libertação do paciente. Gente, então, o que é que o Espiritismo fala sobre o caso do esquecimento do passado? Qual será o motivo? Haverá uma razão para que isso aconteça? Nós nos recordarmos? Não seria talvez interessante que nos lembrássemos? Talvez teresse alguma utilidade? Seria conveniente ou seria inconveniente? Vamos perguntar a doutrina. Então, mas para isso nós vamos que fazer uma viagem, nós vamos voltar um pouco no tempo, porque o espiritismo, antes de nós nos encontrarmos com o espiritismo, naquele 18 de abril de 1857, quando o Kardec Paris, Vivaldo disse que estava chovendo no dia em suas palestras. recebeu na tipografia, da livraria do jovem Danti, o primeiro exemplar de o livro dos espíritos, começaria ali a surgiria na Terra, além de Allan Kardec, também o Espiritismo. Mas qual teria sido o ponto de partida do Espiritismo? Houve um ponto de partida. Kardec considera no livro dos médiuns que foram as mesas girantes, as mesas girando na Europa. Aliás, foi o que o atraiu. No ano de 1954, o senhor Forti diz a ele, eram amigos. Estudiosos do magnetismo, Fortier era um chaveiro, vai abrir a porta para Allan Kardec. Professor Riv, senhor tá sabendo que as mesas giram nos salões? Perfeitamente válido. Eu acredito por causa do magnetismo. Ele era um estudante do magnetismo desde os 25 anos, mas depois ele recebe um convite para ir ver o fenômeno. O que me sempre me surpreende é o professor Rival não recusar a informação ou não desdenhar, não banalizar. Não é possível que uma mesa recebendo uma atuação do magnetismo, da eletricidade, ele se movimente. Mas logo em seguida, forte diz a ele, professor, algo impressionante. As mesas não magnetizadas não apenas se movimentam, mas também elas falam, perguntamos e elas respondem. Fazemos uma pergunta mental e a mesa responde mais uma vez. O professor Rival não banaliza, é porque era um espírito preparado para o momento que estaria a viver na vida aquele na vida dele. Disse: "Bom, enquanto alguém não me provar, veja,

ponde mais uma vez. O professor Rival não banaliza, é porque era um espírito preparado para o momento que estaria a viver na vida aquele na vida dele. Disse: "Bom, enquanto alguém não me provar, veja, veja uma posição do cientista. Enquanto alguém não me provar que uma mesa tem cego para pensar e negros para sentir, tomarei isso como uma história da carochinha. Assim no na tradução do francês, mas não recusa logo em seguida o convite que ele recebe. O senhor quer ver a experiência na casa da média, a senhora Pliner Meon. Eu vou. E foi, foi a nossa sorte, porque enquanto todos viam ali uma brincadeira e um passatempo na residência da médio, ele na posição de um cientista viu, ele diz, deixou anotado na sua agenda íntima que Kardec ele tem um testamento doutrinário que está no livro Albasões, as anotações do do professor vivendo a su os seus primeiros momentos no espiritismo, os primeiros momentos emocionantes, né? Ele ele anota: "Enquanto todos viam passatempo, eu vi naqueles fenômenos o surgimento de uma nova lei que tomei a mim mesmo pesquisar e começaria então a partir daquele dia do ano de 1855, na terça-feira do mês de maio, as suas anotações, a sua convivência com os espíritos. O ponto de partida então poderia ter sido as mesas girantes, mas poderia também ter sido 31 de março de 1848, quando o mundo espiritual iria abrir uma porta para que os espíritos se comunicassem. O escritor Arthur Conondy, o inglês, ele considera o fenômeno de Ridesville nos Estados Unidos naquela noite de 31 de março, como uma invasão organizada. Porque os espíritos iam começar a bater na porta do da do da criatura humana. Bater mesmo na porta, pancadas, reps, batendo nas paredes da casa da família Fox e as crianças ouvindo a mãe delas. O que é isso? São ratos? É alguém que fazendo alguma brincadeira? Depois de várias pesquisas, até que a mãe das crianças resolveu conversar com as pancadas. Ficou conhecido isso como uma telegrafia espiritual. Mas o que significa isso? É um ser humano que está fazendo isso?

e várias pesquisas, até que a mãe das crianças resolveu conversar com as pancadas. Ficou conhecido isso como uma telegrafia espiritual. Mas o que significa isso? É um ser humano que está fazendo isso? Silêncio. Se for um espírito de duas pancadas, quase que a casa vem abaixo. Eram os espíritos. Bom, é uma história belíssima. belíssimo da família, os fenômenos de raio 10 vilos, tudo ia começar aí. Muitas pessoas foram atraídas porque as as pancadas respondiam perguntas mentais, sacerdotes, religiosos, a comunidade da todo mundo queria saber que a história era aquela. Um governador americano entrou na residência, chegou no salão, disse: "Mas que confusão é esta? Por que que vocês estão querendo com tudo isso?" Perguntou aos espíritos. E os espíritos responderam: Porque alguém notou que era uma comunicação e criou um código. Uma pancada e a letra A, duas pancadas a letra B. demorava, mas eles conseguiam traduzir. E o o governador perguntou: "O que é que vocês querem com tudo isso?" E as pancadas responderam: "O que nós queremos é que a humanidade viva em harmonia e que os céticos se convençam da imortalidade da alma. É a viga mestra do espiritismo. É o sonho milenar desse planeta. os céticos se convençam da imortalidade, porque tudo muda, tudo muda. Centenas de pessoas vivendo a experiência de quase morte, depois de um momento considerado impossível, retornam à vida ou nas experiências de terapia de vidas passadas voltam e reconhece que então há uma vida anterior. Se há uma vida anterior, haverá então uma vida futura. Nunca mais serão os mesmos. Nunca mais foram os mesmos. Nunca mais mudaram de vida, passaram a ter um comportamento diferente com as pessoas no relacionamento e tudo. Antes Cadec diz isso. No momento em que o ser humano percebe a realidade de que há um futuro, sobretudo um futuro a ser construído, ele nunca mais é o mesmo. Mas recuando no tempo, nós vamos identificar que a pedra fundamental do Espiritismo foi uma promessa de amor feita por Jesus. Se me amais, guardai meus mandamentos e

struído, ele nunca mais é o mesmo. Mas recuando no tempo, nós vamos identificar que a pedra fundamental do Espiritismo foi uma promessa de amor feita por Jesus. Se me amais, guardai meus mandamentos e eu rogarei ao Pai e Ele enviará o consolador que vos explicará tudo o que eu estou falando e vos ensinará todas as coisas. O que significa bem o contexto tríp do espiritismo, todas as coisas, cientificamente, filosoficamente e religiosamente. Então está aí nesse momento da promessa do Consolador, é que estão as vigas mestras dos princípios nucleares do espiritismo. Tá lá no Novo Testamento, a existência de Deus, a comunicabilidade com os espíritos, que que Jesus fazia isso, sempre conversando com os chamados demônios. Há muitas moradas na casa do Pai, a polaridade dos mundos habitados, a exist a imortalidade da alma, mas sobretudo um dos princípios nucleares do Espiritismo, a reencarnação. Está lá também no Novo Testamento. Quem relata é João. Dois homens encontra-se numa noite numa residência em Jerusalém. Poderia ter sido um bangalô. na varanda de uma casa. Dois homens, todos os dois operadores do direito. Um mais idoso, operador do direito judaico, Nicodemos, um doutor da lei. O outro bem jovem, operador do direito. Que direito messiânico? Porque ele era o Messias. O Messias aguardado por séculos, detentor do direito messiânico. Dizem que inclusive Jesus foi crucificado pelo choque entre os três direitos da época, o judaico, o romano e o dele. Ouvistes o que foi dito? Hum. Amareis o teu amigo, odiareis, odiareis o teu inimigo e amareis o teu amigo. Eu vos digo, amai vossos inimigos. Era o direito messiânico em choque com que na época era conhecido como lei de italião. Olho por olho, dente por dente. Não, mas eu vos digo, se alguém lhe exigir uma capa, lhe dê também a túnica. Onde estiver teu tesouro, aí esteja o teu coração. Era o direito messiânico. Então eles dois se encontraram naquela a varanda e o rabi diz: "Nicodemos, Nicodemos, é preciso nascer de novo?" Nicodemos.

Onde estiver teu tesouro, aí esteja o teu coração. Era o direito messiânico. Então eles dois se encontraram naquela a varanda e o rabi diz: "Nicodemos, Nicodemos, é preciso nascer de novo?" Nicodemos. Nicodemos doutor da lei, mas fica assustado. Nicodemos é preciso nascer de novo. É uma afirmação filosófica. Mas, Rabi, como isso é possível? É uma indagação científica, porque é a ciência que diz como acontece as coisas. E Jesus diz a ele, mas Nicodemos, o que é da carne, o que nasce da carne é carne. O que nasce do espírito é espírito. O espírito só para onde quer. Ouves a sua voz, mas ninguém sabe de onde vem, nem para onde vai. séculos depois a gente avançamos e aí colocamos o olhar da doutrina espírita sobre esse episódio da vida de Jesus. O espírito sopra onde quer. É o livre arbítrio, a livre escolha. Ouves a sua voz. Que voz? A voz da consciência. Quem não já ouvi falar disso, né? Ele não tem consciência. A consciência dele um dia vai doer. Ninguém sabe de onde ele vem. É o esquecimento do passado. Nem para onde vai. É o livre arbítrio novamente, construindo o futuro. Então quando nós colocamos olhada da doutrina tudo se esclarece. Então, desde o tempo de Jesus, ele já profere a aula magna sobre a importância do esquecimento do passado. Ouves a sua voz, a voz Adilton, não sei de onde eu vim, mas eu ouço a voz da minha consciência. O que seria a consciência? Seria algo, seria um neurônio, seria algo físico? O Jon diz que não é um é algo extrafísico, é o próprio espírito, é uma energia que faz parte do espírito. Eu me recordo de um homem que cometeu um desativo na empresa que ele trabalhava. Ele se arrependeu porque a consciência não deixava ele sossegado. Ele não resolveu fazer uma carta à empresa. Estou devolvendo uma parte do dinheiro que eu roubei. Se eu não conseguir dormir esta noite, mandarei uma nova parcela. Então era um resgate parcelado que ele estava querendo fazer, porque a consciência o doía terrivelmente. Então a consciência na visão da doutrina

onseguir dormir esta noite, mandarei uma nova parcela. Então era um resgate parcelado que ele estava querendo fazer, porque a consciência o doía terrivelmente. Então a consciência na visão da doutrina espírita é são essas exatamente essas lembranças que Kardec vai examinar isso com muita propriedade. Mas gostaria de fazer um destaque que recordei a história de Muneste, mas para fazer uma homenagem a um querido amigo, o saudoso amigo Divalda, porque ela contou, ele contou essa história de Mun setembro do ano de 1973, há mais de 50 anos, na Assembleia Legislativa na cidade de Maceió. Ele fez uma conferência e ele conta a história de Munes de uma forma emocionante. A minha narrativa aqui foi pálida perante que ele proferiu. A conferência foi muito longa e foi promovida pelo Centro Espírita William Cruz daquela cidade. A conferência foi gravada e foi transcrita para esse livretozinho que Divaldo me deu de presente no ano de 1995, quando é que cheguei, colocou nas minhas mãos, magnífico, uma obra prima de conferência. É aqui que ele conta a história de Munes e outras histórias envolvendo a reencarnação. Mas preciso preciso recorrer a Kardec para poder esclarecer qual a razão do Espiritismo, onde é que está no espiritismo a questão da importância da não lembrança do passado. E lhe pergunta aos espíritos: "Não pode o homem nem deve saber tudo por isso não ocorre a lembrança do passado. Deus assim o querer. Ele a Ele como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas de quem não se lembra? Como é que pode aproveitar a existência de a experiência de vidas que não que ele se esqueceu?" E os espíritos disserem respondem, onde seria o mérito se ele se lembrassem? É verdade. Só temos mérito não nos lembrarmos e resistirmos. Daí Kardec insiste e pergunta: "Mas como ele pode, não se lembrando, distinguir o bem do mal?" Aí que os espíritos diz informam a ele, revelam: "É a voz da consciência que vai nos dizer. É a voz da consciência que vai dizer, falar para isso. E recorrendo

se lembrando, distinguir o bem do mal?" Aí que os espíritos diz informam a ele, revelam: "É a voz da consciência que vai nos dizer. É a voz da consciência que vai dizer, falar para isso. E recorrendo aos ensinos da mentora, no seu livro que nós estamos utilizando, ela vai dizer sobre a questão da importância de não nos lembrarmos do passado. Tendo em vista essa fragilidade temporária do espírito em desenvolvimento, as lembranças das reencarnações devem permanecer silenciadas até quando, possuindo condições de recatalogá-las e utilizá-las idealmente, supere o impedimento da memória, procedendo corretamente. Quando nós, quando o espírito desencarna e que ele chega no mundo espiritual, depois de um certo tempo, ele recorda. Quando minha mãe desencarnou, já estava aqui na mansão, Divaldo foi ao velório, tinha muita gente, porque minha mãe se dedicava muito à Igreja Católica, onde ela morava. Ela mal tinha um curso primário, mas era uma pessoa boníssima. Divaldo foi chegando numa combi com Nilson, um padre estava faz oficiando uma missa. Quando o Divaldo saiu da Kombi, o ambiente foi impregnado por um éter impressionante. Foi um fenômeno. Todos ficaram assustados. Até eu o sacerdote ficou pálido, todo o ambiente impregnado. Ele chegou, ficou um pouco. No dia seguinte, na hora do almoço, ele me disse: "Quando eu fui chegando no velório de sua mãe, ela me acompanhou, disse: "Olha, eu não posso demorar muito não, que eu tenho muito o que fazer, viu? Até logo". Eu disse: "Meu Deus, que coisa incrível". Mas ela era sempre muito dinâmica. Alguns meses depois ele foi chegando de viagem de Goiânia na hora do almoço. Foi sentando e disse pro Grem estava em Goiânia. Não consegui, não percebi. Ele disse: "Sua mãe?" Eu digo, "Minha mãe". Aí me lembrei, minha mãe realmente era uma vida de cigana, que ela não parava em lugar nenhum, que ela não pagava o aluguel e era despejada toda hora. Morei em vários bairros em Salvador, mas eu digo, mas agora em Goiânia, impressionante. Ele disse assim, eu fui subindo no

rava em lugar nenhum, que ela não pagava o aluguel e era despejada toda hora. Morei em vários bairros em Salvador, mas eu digo, mas agora em Goiânia, impressionante. Ele disse assim, eu fui subindo no palco, ela disse: "Professor, estava ali esperando para ouvir sua palestra e o senhor também dá um recado para meu filho. Diga a ele que nós só entendemos muitas coisas da vida depois da morte". Eu fiquei emocionado. É verdade. Ela recuperou porque foi uma vida de muito sofrimento. Eu me recordo pequeno. Ela ficava costurando. Naquela época tinha só um rádio. Ela ficava ouvindo um programa só para mulheres. Não sei se alguém já ouviu aqui, mas tem muito tempo isso. Ela costurando e eu fazendo dever. E ela ve respirava e dizia assim: "Ah, minha vida daria um romance". Foi realmente uma vida com muitos acidentes, percaços, que separou muito cedo de meu pai, uma vida de muito sofrimento, mas voltou para o mundo espiritual, recuperou a lembrança e aí entendeu o motivo do sofrimento da dor. Diga, meu filho, que nós só entendemos muitas coisas da vida depois da morte. Então, muitos querem realmente acessar o passado para poder entender o presente, porque como diz André Luiz, o presente é filho do passado, mas é pai do futuro. Queremos acessar às vezes o passado, mas aí vem uma mensagem: "Acesso o negado." Conhece isso quando ligo um computador? Acessa o legado. Digite a senha. Mas nós não temos a senha. A senha terá que ser um mergulho na nossa própria consciência. ir lá buscar, ouvir essa voz interior do nosso passado, que são as almas que nos amam, que nos nos acompanham, os protetores, os espíritos amigos, o recolhimento íntimo, como Joana ensina em todas as suas obras. Queremos compreender a vida atual e buscar informações no passado. Vou dar uma sugestão. Levem Joana para casa. Hospedem Joana na casa de vocês. Levem Filomeno de Miranda. É uma pessoa que maravilha. Você está em casa. Ah, vou perguntar aqui a Joana. Aí você abre o livro. Ah, acho que eu vou perguntar a esse

a. Hospedem Joana na casa de vocês. Levem Filomeno de Miranda. É uma pessoa que maravilha. Você está em casa. Ah, vou perguntar aqui a Joana. Aí você abre o livro. Ah, acho que eu vou perguntar a esse caso. Acho que eu vou perguntar é a Ven de Carvalho. Acho que ele entende mais. Perceberam a riqueza que nós temos nas mãos? ter o momento de conversar com eles é o maior tributo, a maior honra, a maior declaração de amor que nós podemos fazer a esse amigo que voltou às regiões celestes e recordá-loando a sua memória através das obras que ele escreveu que psicógrafou. com uma extremada dedicação, um exemplo, uma vida diamantina. Que Deus então nos abençoe hoje, agora e sempre. Agradeço ao amigo Puglies. Eu não disse que ele era o Kardec Baiano, viu só? Que palestra? Ele conhece bastante a doutrina espírita. Ele o Bugules aqui, ele foi responsável pela estruturação do Departamento de Recursos Humanos da Mansão do Caminho, né? ele e a sua esposa que está aqui, dona Jucinara, os dois é que estruturaram, desenvolveram toda hoje essa nosso gestão de pessoas. Começou com Bugese nos primeiros passos, né? Então, agradeço muito a brilhante palestra dessa noite, que é uma palestra espírita, né? se falou aqui de Kardec, se falou de Jesus, se falou dos benfeitores espirituais, né? Essa é a palestra verdadeiramente espírita, né? Então vamos agora nos preparar para a nossa o nosso encerramento e vamos convidar os médiums passistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso amigo, verdadeiramente todos nós somos muito, mas muito felizes. a oportunidade que tivemos nesta presente reencarnação, de vivenciar a doutrina espírita, de termos a companhia de um ser altamente preparado pelo mundo espiritual para conviver conosco. Vivaldo Pereira Franco. A estrutura desta casa, seus alicerces fundamentados pelo nosso irmão Nilson de Souza Pereira. Esta dupla maravilhosa foi fiel, fiel a Jesus, fiel à doutrina espírita.

conosco. Vivaldo Pereira Franco. A estrutura desta casa, seus alicerces fundamentados pelo nosso irmão Nilson de Souza Pereira. Esta dupla maravilhosa foi fiel, fiel a Jesus, fiel à doutrina espírita. muito nos honra e devem honrar a todos nós termos esta oportunidade na presente existência de estarmos aqui neste local, nesta ação, ainda bebendo dessa fonte segura e sábia da doutrina espírita e extremamente mente divulgadora do conhecimento dessa maravilhosa, desse maravilhoso conhecimento da doutrina espírita para todos nós. Abençoa-nos, pois, Senhor, neste momento do exercício da ciência, onde os médiuns desenvolvem as suas ações com os passes e nós, fontes seguras da recepção, desses bons fluidos mesclados com a energia anímica dos médiuns e do mundo espiritual. Abençoa-nos, Senhor. Embençoa Divaldo, a Nilson de Sousa Pereira, a todos nós aqui presentes, encarnados e desencarnados. Abençoa os nomes que colocamos na entrada desse cenáculo, estendendo a eles a vossa misericórdia. fluidifica a água, tornando-a num líquido percioso, que ao sorvê-la possamos sentir os benefícios para o nosso corpo físico e o nosso corpo espiritual. Conduze-nos de retorno ao lar, pacificados, dulcificados, sentindo a mansuetude do vosso amor e a paz do vosso coração. Abençoa-nos, ser conosco hoje e por todo sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.

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