LIVRE-ARBÍTRIO • Adilton Pugliese
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #LeideDestruição #PatrickPires #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa virtual. É sempre um prazer renovado nos encontrarmos novamente aqui nestas nesta casa. Que a paz de Jesus esteja sempre conosco. Então, vamos agradecer a Deus, a Jesus, aos benfeitores amigos por mais esta oportunidade de reencontro. Que a sua divina luz, Senhor Jesus, se espalhe por todo o nosso planeta, envolvendo todos aqueles países que vivem conflitos. Envolvendo também todos aqueles irmãos que precisam de ti, Senhor. Que o palestrante da noite de hoje, Adilton Puglies, que ele possa ser envolvido pelos benfeitores e intuídos com a sabedoria divina. Ser conosco, divino amigo Jesus, hoje e por todo sempre. Então, meus amigos, neste momento nós convidamos o nosso querido amigo Adilton Pugliesi para fazer a sua reflexão. Ele é ex-diretor da Federação Espírita do Estado da Bahia, administrador aposentado, escritor com vários livros publicados, trabalhador voluntário da mansão do Camil. Com votos de de muita paz, nós o convidamos para a sua reflexão. Boa noite, Aton. Adildo. >> Boa noite, queridas irmãs, querido amigo Barreto que nos acompanha. Saudações fraternas aos internautas que acompanham as atividades da União Espírita de Vitória da Conquista. É um prazer, uma grande alegria renovada. estarmos aqui participando desse momento de estudos doutrinários, inclusive para abordarmos um tema de muita importância para a vida humana. muito é um dos temas que eu considero de excelência da doutrina espírita, que é a questão do livre arbítrio. Esse tema envolvendo o destino fatalidade, livre arbítrio e determinismo. Meus queridos irmãos e companheiros, podemos dizer que é uma das mais complexas questões filosóficas, filosófica, religiosa, a ser resolvida pelo homem. Nós faremos alguns comentários em torno desse dessa temática muito importante sobre a visão da doutrina espírita. Há muitos anos, eu ainda era muito jovem, meu pai me contou uma lenda muito interessante. Ele, eu ouvi ele pronunciar uma palavra mactúbica.
mática muito importante sobre a visão da doutrina espírita. Há muitos anos, eu ainda era muito jovem, meu pai me contou uma lenda muito interessante. Ele, eu ouvi ele pronunciar uma palavra mactúbica. Perguntei-lhe o que significava. Ele me disse que representava ou significava estava escrito e que era uma expressão árabe. E naquela época, na minha juventude, deu-me um livro para ler de autoria de Ma Bataan, o grande escritor brasileiro, usando que usou esse pseudônimo, onde se encontra um conto intitulado o livro do destino. Consoante a narrativa de Malbata. Um velho árabe teve acesso, graças a um poderoso talismã de um gênio, a lendária gruta da fatelidade. E ali, nessa gruta, ele encontrou o livro do destino, onde cada homem tem a sua página com tudo o que de bom ou de mal lhe vai acontecer. narra batal e esse homem teve a oportunidade de poder modificar na parna de sua vida o que lhe estava reservado no futuro, certamente para melhor dele, fazendo um homem rico, feliz. O muçulmano, contudo, expressando o egoísmo humano, relata o escritor, vendo páginas com os nomes de algum de seus desafetos, resolve primeiramente lhes alterar o destino para pior. Esgota-se, porém, o tempo máximo de permanência na caverna, consoante as exigências do gênio. E o homem é expulso do ambiente, lembrando-se tardiamente, culpado em prejudicar o próximo, havia se esquecido de si próprio. Importante destacar que essa expressão árabe mactub é um princípio passado do verbo catab, que significa escrever e que expressa e que traduz o fatalismo humano. Então podemos fazer uma reflexão a partir dessa lenda, desse conto de Malbata. O que é que nós somos? Será que existiria realmente um livro do destino onde nós pudéssemos modificar a nossa existência, os lances, aqueles lances mais difíceis, mais desafiadores, seremos seres completamente livres, donos absolutos de nosso destino? Podemos ainda considerar e refletir a liberdade das ações humanas? Podemos tomar decisões e modificar as nossas vidas?
safiadores, seremos seres completamente livres, donos absolutos de nosso destino? Podemos ainda considerar e refletir a liberdade das ações humanas? Podemos tomar decisões e modificar as nossas vidas? Essas são expressões filosóficas muito profundas. Recordo-me que que no ano de 2013 uma revista de circulação nacional, uma revista super interessante, publicou uma matéria muito profunda, bem dentro do campo da ciência, foi uma matéria de capa com mais de 10 páginas. Eh, o jornalista escreveu sobre os sete enigmas que desafiam a ciência. Sete enigmas, diz a reportagem, que desafiam a ciência desde o início dos tempos. Deus existe, de onde viemos? Qual o sentido da vida? O que acontece depois da morte? A alma existe, a vida fora da terra. E afinal o sétimo enigma da ciência, destino existe. Muitas pessoas acreditam que sim, mas nós podemos analisar que este assunto é disputado tentando encontrar uma solução ou demonstrar uma solução por duas correntes filosóficas. que disputam a solução do problema da liberdade ou não das ações humanas, de a pessoa ter ou não um destino implacável poder modificar as suas vidas. Uma dessas correntes chama-se determinismo. A corrente do determinismo, que é uma doutrina que afirma que todos os acontecimentos, todos os acontecimentos, inclusive vontades e escolhas humanas, são causadas por acontecimentos anteriores. O ser humano, portanto, seria destituído da liberdade de decidir e de influir nos fenômenos e que toma parte. Quando eu li esta essa consideração, recordei-me do capítulo em que Allan Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo, fala das causas atuais, causas anteriores às aflições. Mas além o a corrente do determinismo, ela defende que a nossa liberdade de escolha é apenas aparente na praça de uma grande ilusão. E de que muitas causas, certas causas, certas opções que fazemos é que determinam a nossa vida. São fatores estranhos à nossa consciência que muitas vezes nos atormentam e alheios à nossa vontade que nos obrigam a agir de um modo e num de
certas opções que fazemos é que determinam a nossa vida. São fatores estranhos à nossa consciência que muitas vezes nos atormentam e alheios à nossa vontade que nos obrigam a agir de um modo e num de outro. E isso causa muito tormento, muita insegurança, muita incerteza. Muitos procuram os diversos recursos da autoajuda da psicologia com muita propriedade. Existe essas ciências da Terra que tentam decifrar esses enigmas. Onde estariam as causas do sofrimento? Qual a razão de certas determinações de nossas vidas que nós não podemos modificar? O determinismo, os estudiosos dividem em dois grandes campos. Um deles seria o determinismo hereditário. O ser humano receberia uma herança genética não da qual não pode fugir. Ao nascer, o homem já carrega o próprio destino. Eu estive hoje revendo essa essa informação da ciência quanto à herança genética. Tudo começa numa união, a união entre dois gametas na intimidade da mada de uterina, como nós sabemos, e dessa união surge uma célula chamada zigoto. O zigoto logo mais vai se transformar em embrião, depois feto e vai surgir a criança ou o bebê. Tudo isso seguindo um processo de evolução. Mas o que é interessante aí é sempre que é um processo de união, porque no momento que ocorre a união entre os dois gametas, o masculino e o feminino, é que vai também ocorrer outra união. A primeira ciência explica a da união dos gametas, mas a outra união que é a do espírito ligando-se aos zigoto para iniciar uma trajetória na vida física, essa que o espiritismo tem a excelência para explicar no processo, como nós sabemos, da reencarnação. Mas a segunda ciência, mesmo observando o aspecto apenas biológico, já considera que a partir da do surgimento daquela da célula do do chamado ovo primordial, ovo básico, o homem já está com seu destino sacramentado. Alguns ditos populares, recordo-me, reafirmam essa ideia de que cada pessoa já vê o mundo com suas características fundamentais. Eu acredito que muitos vão se lembrar algumas dessas colocações populares.
uns ditos populares, recordo-me, reafirmam essa ideia de que cada pessoa já vê o mundo com suas características fundamentais. Eu acredito que muitos vão se lembrar algumas dessas colocações populares. Filho de peixe é peixinho. O que é bom nasce feito. Quem herda não furta. Aí estaria um reginismo hereditário, mas há também um outro determinismo, outra corrente que defende também a existência de um determinismo que é conhecido como determinismo mesológico. O que quer dizer isto? O homem seria um produto do meio. Daí o mesológico, o homem seria um produto do meio. É o ambiente que determina a personalidade humana. E observemos que há muitas situações que assim se considera. Os homens nascem muito diferentes entre si. Primeiramente, a família, a sociedade são as estruturas responsáveis pelas diferenças individuais. Muitos, com base nessa visão do determinógico, dizem que o meio bom gera o homem bom e que o ambiente mau vai gerar o homem mau. Veja como falta. nessas concepções, a existência do espírito imortal viajando no tempo com as suas convicções, suas conquistas, suas tragédias, seus equívocos, sua vontade de evoluir. Imaginemos, por exemplo, o homem como uma árvore para entendermos o processo do determinismo meiológico e hereditário. O homem seria uma árvore. Para o deterministas partidários da hereditariedade, a árvore depende da semente. Já para os defensores da influência do meio ambiente, entende que a árvore, o homem depende da terra e que a semente é plantada. Mas uma outra corrente que examina a questão da liberdade ou não das ações humanas chama-se a corrente do livre arbítrio. Nessa bem diferente de que existiriam determinações implacáveis, irreversíveis, insuperáveis na vida humana. Já o livre arbítrio defende que o homem possui inteira liberdade na construção do seu destino. Então não existe um livro do destino onde já nascemos com tudo já escrito nas nossas vidas. Pelo contrário, meu pai à vezes me dizia, podemos até nascer já com algumas páginas escritas, como um
stino. Então não existe um livro do destino onde já nascemos com tudo já escrito nas nossas vidas. Pelo contrário, meu pai à vezes me dizia, podemos até nascer já com algumas páginas escritas, como um verdadeiro romance, mas a renascemos com muitas páginas brancas, onde iremos continuar escrevendo as nossas vidas, nossas experiências. Segundo a corrente do livro arbítrio, cada indivíduo escolhe o bem ou o mal por meio de um ato de livre vontade, a sabedoria divina. Quantas vezes eu perguntei a meu pai, pai, mas o Deus deu ao homem a liberdade em agir, escolher? Ele disse: "Sim, mas também deu, exige do homem a responsabilidade em decorrência do livre arbítrio, a responsabilidade pelos seus atos. E isso nós vamos ver que ocorre através da consciência. é a consciência que é o espírito, mostra a cada um que deve fazer e a vontade lhes permite agir livremente. Observe aí essas forças a consciência que é o espírito e a vontade que pode deve ser adestrada as reencarnações, inclusive sem essa finalidade, adestrarmos a prática do amor e sobretudo também a vontade para exercer com equilíbrio e cumprimento das leis de Deus. O nosso livre arbítrio, o livre arbítrio defende a crença na liberdade do comportamento humano. Quem erra, vamosizar assim, quem erra erra porque quer. Quem acerta é porque quer. O destino do homem é livre como o voo de um pássaro. Bonito. Parece uma poesia, né? Mas é ciência pura, ciência espírita puríssima. Me permitam repetir. Quem erra, erra porque quer. Quem acerta é porque quer. O destino do homem é livre como o voo de um pássaro. Já observaram a excelência que temos em nossas mãos de uma doutrina que defende esse princípio na vida humana? Mas com quem estará a verdade? Qual será a posição do espiritismo nessa história, do determinismo, do livre arbítrio? Aí nós vamos fazer um olhar em o livro dos espíritos. Livro dos espíritos. Eu sempre me surpreendo. Uma vez eu perguntei a Edivaldo, mas Edivaldo, as respostas dos dos espíritos em Oro dos Espíritos, que coisa fascinante.
olhar em o livro dos espíritos. Livro dos espíritos. Eu sempre me surpreendo. Uma vez eu perguntei a Edivaldo, mas Edivaldo, as respostas dos dos espíritos em Oro dos Espíritos, que coisa fascinante. Ele disse: "Ah, mas se não fosse a sabedoria das perguntas, não teríamos a inteligência das respostas." Então, ao ler o livro dos espíritos, precisamos examinar essa questão, a inteligência dos espíritos, mas decorrente da sabedoria de Allan Kardec em realizar aquelas perguntas fundamentais. Por isso que pelo menos de Mir Manuel Pena de Carvalho, ele diz que o livro dos espíritos é a resposta do céu às perguntas aflitas da terra. uma síntese maravilhosa. Mas entre as perguntas 843 e 867, Kardec vai analisar com os espíritos a questão do determinismo do livre arbítrio. E aí nós vamos encontrar a informação de que essa situação da liberdade do homem depende da conjugação das duas correntes tradicionais. O homem não tem liberdade absoluta. A vida do homem não é determinada de modo absoluto. Sua vida atual vai sofrer grandes influências das suas existências anteriores. No livro Gênese, Kardec diz isso: "As vidas são solidárias uma com as outras." Observe André Luiz nas suas obras dizendo: "O presente é filho do passado e pai do futuro". Que que síntese maravilhosa. Eu fico imaginando o dia em que a ciência, as ciências, a psicologia, a psiquiatria, sociologia, antropologia, nos seus gabinetes de estudo, nas universidades, os profissionais, os professores, os cientistas dizerem: "Vamos ver o que Kardecos do Espírito dizem a esse respeito, porque aí já será uma visão do homem tridimensional, que o homem não é apenas corpo, mas é um homem que tem um corpo espiritual e é um espírito imortal. Na na nessa visão da doutrina espírita, a vida atual dos do indivíduo vai sofrer grandes influências das suas existências anteriores. É a onde estaria a determinação que às vezes não conseguimos fugir promana do passado. Promana o correto do uso do livre arbítrio atuais atual é que vai construir o futuro.
uas existências anteriores. É a onde estaria a determinação que às vezes não conseguimos fugir promana do passado. Promana o correto do uso do livre arbítrio atuais atual é que vai construir o futuro. observar a preciosidade desses ensinos, o quanto pode modificar a nossa visão de mundo, nossa visão do ser humano, a nossa visão do mundo em que nós vivemos, na família, as pessoas que nos cercam, nas repartições, os episódios que já vivenciamos, o que ainda vamos vivenciar. Este momento em que a Terra vive de grandes desafios transformativos. Segundo a visão dos espíritos, um planeta que vai sair de um programa para de um de um momento para entrar num processo de renovação, na que os espíritos chamam de transição planetária, onde todos nós estamos transitando. Agora, essa transição com essas informações certamente serão feitas de uma forma mais equilibrada, mais consciente. Podemos também dizer que o homem é dependente a certo ponto de seu passado, mas é senhor do futuro e arquiteto de seus destinos. E relembrando, André Luiz, o presente é filho do passado e pai do futuro. Sobre o destino que a revista Super Interessante destacou como sete enigmas da ciência, podemos afirmar, consoante os ensinamentos da doutrina espírita, que o destino de uma pessoa é obra dela mesma, pode ser por facilidades ou dificuldades. Podemos dizer também, com a visão da doutrina espírita, que é o destino que pode ser modificado, que a ação positiva do presente corrige os efeitos do passado antigo. Só o amor cobre a multidão de nossos pecados. Quem cumpre as leis de Deus recebe o que lhe é necessário, sem entrar em luta pela força ou pela astúcia. Mais uma vez lembrando com meu com meu meu pai que ele foi quem me me deu uma um presente, uma herança, um tesouro em um sábado, há 50 anos, colocou em minhas mãos o Evangelho Segundo Espiritismo. E nunca mais realmente eu fui o mesmo. Comecei então a ficar vigilante com a questão do livre arbítrio, mas eu me recordo muitas vezes que eu perguntava a ele: "E quem não cumpre as
gundo Espiritismo. E nunca mais realmente eu fui o mesmo. Comecei então a ficar vigilante com a questão do livre arbítrio, mas eu me recordo muitas vezes que eu perguntava a ele: "E quem não cumpre as leis de Deus? Quem cumpre a lei de Deus está amparado pela providência divina." Ele me dizia: "E quem não cumpre vai estar condenado?" e dizia: "Não vai est amparado pela misericórdia de mas observe essa informação doutrinária. Quem cumpre as leis de Deus recebe o que ele é necessário. Lembra-se de alguém dizendo isso? Pedi e obtereis. Buscai e achareis. Bater a porta, ela se lhe abrirá. É isso. Cumprindo as leis de Deus. Não vamos precisar entrar em luta pela força ou pela situação. Como adquir experiência um espírito encarnado? Eu vou vou recorrer agora à inteligência de um espírito chamado Emanuel, além de inteligente, altamente evangelizada no livro O Consolador. Como adquire experiência o espírito encarnado? Ele responde: "A luta e o trabalho são imprescindíveis ao aperfeiçoamento do espírito. É trabalhando e lutando, sofrendo e aprendendo que a alma adquire as experiências necessárias na sua marcha para a perfeição." Determinismo e livre arbítrio diz Emanuel, coexistem na vida, entrosando-se na estrada dos destinos para a elevação e redenção dos homens. O primeiro, o determinismo é absoluto nas mais baixas camadas evolutivas, quando nós estamos ainda no pelo extinto. Mas o segundo, o livre arbítrio, amplia-se com os valores da educação e da experiência. Imagine uma vida educada mediante os aliceces da doutrina espírita, uma vida educada com base na literatura espírita, além de da literatura universal, perfeitamente válida a ciência, mas um alicece diferenciado, nos dando sustentação, respostas para as nossas dúvidas, nossas angústias e sobretudo abrindo inúmeras portas e janelas para o futuro. O determinismo, podemos dizer, está na escolha das provas. Isso quem diz Allan Kardec e o livro e os espíritos no livro dos espíritos, na questão 872, o determinismo está na escolha das
para o futuro. O determinismo, podemos dizer, está na escolha das provas. Isso quem diz Allan Kardec e o livro e os espíritos no livro dos espíritos, na questão 872, o determinismo está na escolha das próprias. Gost de dizer que sempre fui fascinado por esse assunto sobre destino, determinismo, lei de causa e efeito. Eu consideraria que os centros espíritas poderiam realizar um trabalho, trabalho pedagógico fantástico, sempre abordando nas suas casas esse assunto fundamental para a vida. Ar reencarnação, família. São várias experiências, várias temáticas que o espiritismo nos oferece para analisar essa questão da complexidade da vida entre as quatro paredes lá. Então, quando a doutrina diz que o determinismo está na escolha das provas, abre janelas para o passado. Quando fica escolhemos antes de renascer, não é? Mas não nos lembramos, mas é decorrência da importância do esquecimento de vidas passadas. Mas para quê? Como fator de reabilitação dos desvios da lei de Deus. Então, quando eu vejo a ciência dizer que o lar é uma reunião onde onde os gênes se reencontram, que é uma visão da genética, a psicologia também dizendo que o lar é onde se encontram e ocorrem as emoções, os complexos. Mas também quando eu vejo a doutrina espírita, os espíritos dizendo que o lá é onde os espíritos se reencontram. Os espíritos se reencontram. Que maravilha. E nós procedemos então de onde? Quando foi que nós nos encontramos e que precisamos nos reencontrar? Tudo isso realmente é emocionante e nos leva a muitas muitas ilações e reflexões. Diz Kardec ainda em Livro dos Espíritos, antes de começar a nova existência corporal, tem o espírito consciência e previsão do que ele sucederá na vida terrena? Ele faz essa pergunta aos espíritos e os espíritos responde ele próprio. Aí está o livre arbítrio e também a misericórdia de Deus, a sabedoria divina. Ele próprio escolhe o gênero de provas, porque há de passar. E nisso consiste o seu livre arbítrio, a livre escolha. Claro que existe situações
rio e também a misericórdia de Deus, a sabedoria divina. Ele próprio escolhe o gênero de provas, porque há de passar. E nisso consiste o seu livre arbítrio, a livre escolha. Claro que existe situações das chamadas reencarnações compulsórias, uma assunto também analisada com muita propriedade pelo espiritismo. O espírito não está em condições de raciocínio, de participar daquela programação de uma reencarnação futura, mas aos protetores, aqueles espíritos nobres, seus anjos guardiães, os criiadores da sua reencarnação e que vão ajudá-lo nessa programação. O livre arbítrio, portanto, pergunta o Kardec: "Goza o homem desde o seu nascimento? E os espíritos respondem: "A liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo." Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Então, tudo observemos. Aí está a lei da evolução. Estamos sempre evoluindo, adquirindo experiências, cometendo equívocos, lendo essa temática a qual agradeço a União Espírita da Conquista por ter programado esse assinto que considero de grande preciosidade. Acordei meio de Santo Agostinho e um pensamento dele, ele escreveu no livro Confissões, um livro de mais de 15 anos. Ele viveu entre os anos 354 e 430 da era cristã, mas ele utilizou, como nós sabemos, seu livro arbítrio de uma forma equivocada, até um momento que despertou, lendo inclusive dizem os historiadores, um texto de Paulo em uma de suas epístolas. Mas ele escreveu também, Agostinho, um livro com o título de O livre arbítrio. E sabe o que que ele diz nesse livro? O livre arbítrio é uma bênção. O livre arbítrio é uma bênção, mas se torna uma maldição se você não educar a sua vontade. Foi o que aconteceu com ele. Falou de cátedra. administrou de uma forma equivocada sua suas vontades, deixando se dominar por vários interesses mundanos, mas um dia despertou e escreveu esse livro maravilhoso que sugiro que todos conheçam, Confissões de Santo Agostinho. Avançando ainda um pouco em nossos
xando se dominar por vários interesses mundanos, mas um dia despertou e escreveu esse livro maravilhoso que sugiro que todos conheçam, Confissões de Santo Agostinho. Avançando ainda um pouco em nossos comentários, podemos destacar pelo menos quatro princípios espíritas do mecanismo do livre arbítrio. Porque a lei da reencarnação, mas a reencarnação procura seus possui seus mecanismos e um dos mecanismos do do reencarn da lei da reencarnação é o livre arbítrio. O outro mecanismo, a lei de causa e efeito. Mas um um dos quatro mecanismos do livre arbítrio podemos destacar, depende do que se fez antes e da iluminação obtida na vida atual. Estamos nesse movimento, dependendo do que fizemos antes e da iluminação abtida na vida atual. Eu me recordo os filamentos de Miranda suas obras, seus romances, se referindo à questão do uso inadequado do livre arbítrio, como se nós jogássemos na vida um bumerangue. Sabe o que é um bumerangue, né? Aquele brinquedo, você joga o bumerangue, ele vai e volta. O que é que isso lembra? lei de causa e efeito. O bumerangue volta e aí de repente você usando seu livre arbítrio de uma forma irregular, não cumprindo as leis de Deus, você joga o bumarang na sua e se arrepende. Foi o que eu fiz. Mas acontece o choque do retorno. É a lei de causa e efeito. O que fazer então? Meu Deus, me arrependo. O que é que eu faço agora? Já coloquei esse equívoco no meu destino, no meu futuro? Será que ele vai retornar? Vai. Vivaldo sempre me alertava. Cuidado pro Ges que a vida sempre devolve. Quantas vezes eu vi isso desde Divaldo, na manção? Olha uma frase filosófica profunda, a vida sempre devolve. Então temos que semprear a vida coisas boas, altruístas. Mas então Filomeno diz que esse bumerangue vai retornar com o choque do retorno, mas podemos fazer algo para amortecer o retorno. Atitudes nobres. outra pessoa fazer o bem. E aí de repente acontece algo e aí o médico diz assim: "Aconteceu um milagre ou então um acidente, nossa, como foi que isso você escapou de boa, né?" Como dizem muitas
obres. outra pessoa fazer o bem. E aí de repente acontece algo e aí o médico diz assim: "Aconteceu um milagre ou então um acidente, nossa, como foi que isso você escapou de boa, né?" Como dizem muitas pessoas, mas foi isso, novas atitudes, novas maneiras atitudinais na vida de comportamento, de tratamento com as pessoas. Mas um outro mecanismo que eu já citei é que as vidas passadas são solidárias uma com as outras. Um outro mecanismo do do livre arbítrio é que todas as criaturas trazem a história de si mesmas em caracteres indeléves no ladrinto do ser. Freud, se eu não me engano, Sigomo Freud, o pai da psicanálise, acho que chamou isso de o purão das calamidades, escondido. As histórias, as criaturas trazem si mesmas suas histórias indeleves, inapagáveis. Só se for com novas atitudes, só o amor poderá cobrir a multidão dos pecados. O um outro mecanismo do livre arbítrio que as facilidades e as dificuldades que encontrarmos pelo caminho serão resultado dos méritos e deméritos. Daí quando Jesus disse pedi e obtereis, mas vai precisar de méritos para poder sermos atendidos. Buscai e achareis. Parece algo assim incisivo, imperativo, mas é uma lei que vai depender de nós estarmos sintonizad com as leis divinas. O que podemos mais dizer sobre o livre arbítrio? Lembrar Kardec também perguntando no livro dos espíritos. O homem tem livre arbítrio nos seus ratos? Kardec era sempre cuidadoso, pedagógico, fazia as perguntas de uma forma diferente para confirmar. Eram novos entendimentos sobre a vida que estavam surgindo, novas leis. Afinal de contas, era uma revelação, a terceira revelação das leis de Deus. Precisava ter muito cuidado com as informações que procediam do mundo espiritual. Ele tão sempre cuidadoso e às vezes renovava a pergunta de uma forma diferente com o outro colorido. O homem tem livre arbítrio nos seus atos. Mas podemos dizer que o homem tem três liberdades. Três liberdades. A liberdade para pensar, porque a liberdade começa do pensamento. Livre para pensar.
rido. O homem tem livre arbítrio nos seus atos. Mas podemos dizer que o homem tem três liberdades. Três liberdades. A liberdade para pensar, porque a liberdade começa do pensamento. Livre para pensar. Podemos alterar as coisas. Podemos influir em nossos destinos. Podemos pensar nisso, mas a outra liberdade é a licidade para decidir. Porque depois que nós pensamos em algo que nós queremos realizar, revidar algo que nós estamos pensando. Faço ou não faço, perdoo ou não perdoo? Exijo ou eu esqueço, abandono ou não abandono? Já perceberam? Uma vez eu li que nós temos cerca de 50.000 pensamentos por dia. Imagine, não sei como a ciência calculou, liberdade para pensar. Mas depois desse movimento do pensamento, nós teremos a liberdade de decidir. E aí vamos ficar ali com essa capacidade de nosso livre arbítrio para tomar uma decisão daquilo que pensamos. O que que vai influenciar a nossa decisão? O passado pode influenciar aquele momento que estivamos vivendo, a nossa capacidade de desculpar ou de perdoar ou de relevar aquela situação, a nossa visão de futuro, o conhecimento das leis humanas, mas sobretudo das leis de Deus. E logo em seguida, depois que nós pensamos e decidimos, agimos. Liberdade para pensar, liberdade para decidir, liberdade para agir. Três liberdades possibilitadas pelo livre arbítrio. Só que tem um detalhe. No momento que nós partimos para o movimento da liberdade para agir, nós vamos ficar presos aos efeitos da causa que gerarmos. Nunca esqueça, estaremos presos aos efeitos das causas que gerarmos. Vai então entrar em cena a famosa lei causa e efeito. Notar o quanto faz falta a excelência desses conhecimentos na vida humana? quantas situações podiam ser evitadas, né, e quantas estivermos, estávamos pensando ou decidindo antes de agir, porque agindo o mecanismo da lei entre em funcionamento. Então, se o homem tem liberdade de pensar, ele é responsável pelo seu pensamento. É o responsável perante Deus. Somente Deus é possível conhecer o nosso pensamento
nismo da lei entre em funcionamento. Então, se o homem tem liberdade de pensar, ele é responsável pelo seu pensamento. É o responsável perante Deus. Somente Deus é possível conhecer o nosso pensamento e ele não vai e na questão de 134, Kardec diz que ele vai, Deus vai nos condenar ou absolver segundo a sua justiça. Quando nós lemos isso, imaginamos uma condenação como se fosse um tribunal divino, mas na verdade essa condenação é o tribunal da nossa consciência, que todos aqueles que cometem equívocos um dia despertam, chega um dia em que tomamos consciência, né, do mal praticado, porque o nosso fanal é a felicidade. O nosso fanal está bem destacado e bem delineado nos 18 perfis que Kardec escreveu sobre o homem e a mulher de bem e o evangelho segundo espiritismo. Tá ali, é o nosso fanal, aqueles 18 perfis, o homem e a mulher de bem todos os tempos do planeta. foi definido para isso, mas é uma construção, construtores do nosso destino. Eu adoro essa frase, nós sermos construtores do nosso destino. Há um caso apenas em que eu anotei que o homem está livre ou está privado do seu livre arbítrio, é quando há uma alteração das faculdades mentais. Isso é importante dizer, mas o homem é sempre responsável por aquilo que faz o que não fez na condição de espírito, porque ele gosta do liberal livro no estado de espírito. conserve essa liberdade no estado corporal a fim de poder lutar contra essas mesmas provas, porque graças ao livre arbítrio é que ele vai iniciar todo um programa de vivências para lutar contra as suas imperfeições, cada dia procurando se observar, melhorando, quer fazendo a sua vida um espaço pedagógico de transforma transformacional, observando-se, verificando aquilo que ele ainda não ainda é dominado do por de algum impulso, né, que às vezes a psicologia não consegue identificar, às vezes busca uma explicação na hereditariedade, mas nós sabemos que nós não herdamos dos nossos pais o nosso perfil moral, nossas qualificações morais. Nós herdamos a parte biológica, genética. A questão
zes busca uma explicação na hereditariedade, mas nós sabemos que nós não herdamos dos nossos pais o nosso perfil moral, nossas qualificações morais. Nós herdamos a parte biológica, genética. A questão moral é uma herança do nosso próprio espírito, do nosso modo de viver do passado. Muitas vezes as pessoas querem saber que personalidade animei no passado. Alguma personalidade notável na ciência ou no império. Fui um grande general, um conquistador ou fui um homem simples. É muito difícil saber. Mas uma coisa eu afirmo, nós podemos saber como fomos em vidas passadas. Basta você observar como você é hoje, como somos hoje, o que é que nos atrai, o que é que facilmente desperta as nossas inclinações. Não consigo resistir a isso, aquilo. Gosto de ouvir músicas clássicas notáveis que nos serenem, etc. Ou músicas mais agitadas. Essa questão são conquistas do passado. Me destacar um item do livre arbítrio que muitas pessoas gostam de destacar e analisar que é a questão da fatalidade, porque também Allan Kardec examina no mesmo livro dos espíritos. Haverá fatalidade dos acontecimentos da vida, existindo as leis de Deus, o livre arbítrio, a lei de causa e efeito. Então, haverá uma fatalidade conforme se dá um sentido a esse vocábulo, uma coisa fatal, todos os acontecimentos da vida então estão preternados. Então, Allan Kardec explica com os espíritos. A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez ao encarnar desta ou daquela prova para sofrer. Aí é que é a fatalidade. Observem a fatalidade que muitos dizem a a vida dele foi toda uma fatalidade. Aquele acontecimento na vida dele foi uma fatalidade. Mas no fundo, por trás de toda os episódios, a história daquelequela pessoa, o que na verdade existe com escolha de uma prova que ele escolheu sofrer. Então, no momento em que o espírito no mundo espiritual escolhe uma prova e que na vida terrena será vista com um olhar da de uma fatalidade, ele nesse momento vai instituir para si uma espécie de destino. Muitas vezes eu vi minha mãe dizer isso
espiritual escolhe uma prova e que na vida terrena será vista com um olhar da de uma fatalidade, ele nesse momento vai instituir para si uma espécie de destino. Muitas vezes eu vi minha mãe dizer isso com referência a algum familiar, alguma vizinha. Ah, era o destino. Foi destino. Nada pode ser igual o fatalismo do muçulmano. Estava escrito, nada podia ser feito. Quando nós sabemos que é possível. O livre arbítrio, o determinismo é relativo. E os infortúnios, infortúnios domésticos, infortúnios conjugais, infortúnios financeiros, infortúnios por enfermidade, infortunes. Imagine quantos infortúnias tem a terra, os infortúnios da guerra. O que é que sucede a guerra? Transbordamento das paixões, diz o espírito da Kardec, o afastamento das leis de Deus. O que é um infortúnio, uma fortuna, adversidade, desdita, infelicidade, um fato infeliz que sucede a alguém, um grupo de pessoas. Diariamente a gente observa esses episódios no noticiário nas redes sociais, chega em nossa sala de visita, nos entristece, nos deixa perplexo, mas como é que pode acontecer isso na nossa sociedade ainda? Mas esses infortúnios, como nós vimos, são são decorrentes, sabe de o quê? Efeito do passado. O que movimentamos no passado? Já pensaram a respeito? O que movimentamos? Quem movimentamos? A família que temos. Quando foi que nós a construímos? Como nós construímos na nossa família atual? Já pensaram nisso? As forças que movimentamos no passado com as nossas ações, querem saber? Tendem a continuar na mesma direção, impelindo-nos para onde hoje não queremos, mas quisemos ontem. É André Luiz que diz isso. Hoje não queremos, mas eu não quero mais isso. Mas como é conhecida a expressão, a tentação vem para que a gente resista. Lembra-se de Jesus? Orai e vigiai para não cairdes em tentação. O que é a tentação? O movimento do passado, doutor, não consegui resistir. Não sei, algo me tomou esse algo são escolhas que fizemos no passado e vem à tona para que nós possamos dizer: "Não, você não faz parte da minha vida".
mento do passado, doutor, não consegui resistir. Não sei, algo me tomou esse algo são escolhas que fizemos no passado e vem à tona para que nós possamos dizer: "Não, você não faz parte da minha vida". Lembra-se de Paulo? Não sou eu mais que vivo. Não queria ser mais aquele senador, déspota. perseguidor dos cristãos. Não sou eu mais que vivo. Eu eu sempre me emociono lembrando isso. É Jesus que vive em mim. Por que ele disse isso? O que significa isso? É porque Jesus é o protótipo do homem. Como Kardec perguntou, qual o modelo que Deus deu o homem para lhe servir de modelo? E os espíritos disseram, diz que a resposta mais sintética de livro dos espíritos, vê de Jesus. Deo. Então, não queremos ir hoje, mas ontem eu quis e agora vem novamente, retorna do passado a tendência, a inclinação, para que eu possa dizer você não vai parte da minha vida. Então, tudo isso é sempre extraordinário e maravilhoso na doutrina. Mas encerrando nossos comentários, é importante dizer, não é efeito sem causa, é o livro dos espíritos, na questão quatro, é o mecanismo do axioma de causa e efeito, que é uma lei moral aplicada a relações intrapessoais e interpessoais no mundo material e no mundo espiritual. Todo efeito é contingente. Pode acontecer ou não, de forma similar. Não quer dizer que algo que você fez no passado que vai acontecer exatamente igual, mas para ele será contingente. Estamos ficar sempre atento. Observem 2000 anos de um ensinamento e de uma advertência. Orai e vigiai para não cair em tentação. Pode ser do passado, a tentação do passado. Quantos casos eu conheci nessa natureza? Então a doutrina tem essa excelência. Tudo que o homem semear, isto mesmo se fará. É Paulo em Gálatas. E que é muito traduzida nos dias modernos. com uma frase que eu acho que foi Herculano que cunhou, Herculano Piges, a sementeira é livre, mas a colheita é obrigatória. Fiquemos então vigilantes, vigilantes com o nosso livre arbítrio. 25 horas por dia. Eu digo 25 horas porque uma vez na mansão, Divaldo me disse, ó, Joana disse que
livre, mas a colheita é obrigatória. Fiquemos então vigilantes, vigilantes com o nosso livre arbítrio. 25 horas por dia. Eu digo 25 horas porque uma vez na mansão, Divaldo me disse, ó, Joana disse que você já está na 25ª hora. Fique atento, então, uma hora extra para ficarmos atentos com a nossa existência, a nossa vida. Iso é maravilhoso. Agradeço pela paciência, pela compreensão de todos e esperamos que esses comentários possam ser úteis para não construirmos um futuro melhor para nós, para aqueles que nós amamos, para toda a humanidade. Muita paz. >> Muito obrigada, Adilson. por tão preciosas reflexões. Que Jesus te abençoe sempre. Gratidão, meu amigo. >> Obrigado, querides. >> Agradecemos a carinhosa presença dos amigos internautas, como também a amorosidade dos queridos amigos da mansão do caminho. Um bom fim de semana a todos e que a paz do Cristo esteja sempre conosco. Uma boa noite a todos.
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