MOMENTO DE ORAÇÃO 23/05/2025

TV Goiás Espírita 23/05/2025 (há 10 meses) 4:10 82 visualizações

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Transcrição

da obra Justiça Divina, ditada pelo espírito Emanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Mensagem 49. Por nós mesmos. Quando a morte do corpo terrestre nos conduz à sociedade dos espíritos, muitas vezes somos cercados pelo amor puro a mergulhar-nos em divino clarão. Antigos afetos que o tempo não nos riscou da memória ressurgem de improviso, envolvendo-nos na melodia da aventura ideal. Amigos a quem supún haver servido com algum pequenino gesto beneficente, repontam do Dia Novo, descerrando-nos os braços. Sorrisos espontâneos por flores de carinho desabrocham em semblantes nimbados de esplendor. Quase sempre, contudo, ai de nós. Reconhecemo-nos no festival da alegria perfeita, a afeição do lodo movente, injuriando o carro solar. Quanto mais a bondade fulgura em torno, mais nos oprime o peso da frustração. Temos o peito qual violino de barro, que não consegue responder ao arco de estrelas que nos tange as cordas desafinadas. E do coração semelhante a símbolo morto, apenas arrancamos lágrimas de profundo arrependimento para chorar. Lamentamos então as lutas recusadas e as oportunidades perdidas. Deploramos a passada rebeldia antes os apelos do bem que nos teriam conquistado o merecimento e a fuga deliberada aos testemunhos de humildade que nos haveriam propiciado renovação. Sentimos-nos amparados por indisíveis exaltações de claridade e ternura. No entanto, por dentro carregamos ainda remorço e necessidade. É assim que nos excluímos por nós mesmos da assembleia gloriosa, suplicando o retorno às arenas do mundo, até que a reencarnação nos purifique nas aquisições de experiência e valor. Alma que choras na teia física, louva o tronco de sofrimento a que te encontras temporariamente agrilhoada na terra. Abençoa os espinhos que te laceram. Abençoa o pranto que te lava os escaninhos do ser. Executa com paciência o trabalho que a vida te pede, porque um dia os companheiros amados que te precederam na vanguarda de luz estarão contigo em preces de triunfo, a desatarem-te as

caninhos do ser. Executa com paciência o trabalho que a vida te pede, porque um dia os companheiros amados que te precederam na vanguarda de luz estarão contigo em preces de triunfo, a desatarem-te as últimas algemas, de modo a que lhes partilhes os cânticos de vitória na grande libertação. Peçamos ao Pai que nos auxilie para que nessa tarefa de nós mesmos caminharmos, lembremo-nos sempre de aproveitarmos as oportunidades, de entregarmo-nos da melhor forma possível as tarefas a que fomos chamados e para que saibamos quais são elas, que possamos pedir a espiritualidade maior que nos indique, que nos clareie o caminho, as lembranças das promessas feitas antes mesmo de reencarnarmos. que possamos agradecer a Deus pela oportunidade que nos é dada desse consolo, desse aconchego, desse amor infinito que nos perdoa, mas que possamos também, Senhor, lembrarmos das nossas responsabilidades e cada dia de dor, cada dia de luta, possamos valorizar e entendermos que estamos, na verdade, aprendendo. que o Senhor nos abençoe e que por nós mesmos tenhamos sempre a força, a firmeza, esse encantamento que o Senhor nos entrega sempre para sermos melhores e conquistarmos assim essa humildade, essa leveza, essa doçura e essa energia positiva a que somos sempre convidados.

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