MOMENTO DE ORAÇÃO 14/12/2025

TV Goiás Espírita 14/12/2025 (há 3 meses) 6:59 88 visualizações

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Transcrição

do livro Antologia Mediúica do Natal, lição 47, Crônica do Natal, espírito irmão X. Desde a ascensão de Herodes, o grande, que se fizera rei com o apoio dos romanos, não se falava na Palestina, senão no Salvador, que viria em fim. Mais forte que Moisés, mais sábio que Salomão, mais suave que Davi, chegaria em suntuoso carro de triunfo para estender-se sobre a terra às leis do povo escolhido. Por isso, judeus, prestigiosos, descendentes das 12 tribos, preparavam-lhe oferendas em várias nações do mundo. Velhas profecias eram lidas e comentadas na Finícia e na Síria, na Etiópia e no Egito. Dos confins do Mar Morto às terras da Ailena tumultuavam notícias da suspirada reforma. Irmãos ábeis preparavam com devotamento e carinho o advento do Redentor. Castiçais de ouro e prata eram burilados em Cesareia. Tapetes primorosos eram tecidos em Damasco. Vas finos eram importados de Roma. Perfumes raros eram trazidos de remotos rincões da Pérsia. Negociantes habituados à cobiça, cediam verdadeiras fortunas ao templo de Jerusalém. Após ouvirem as predições dos sacerdotes e filhos tostados desertos, vinham de longe trazer ao santuário da raça a contribuição espontânea com quem desejavam formar nas homenagens ao celeste renovador. Tudo era febre de expectação e ansiedade. Palácios eram reconstruídos, pomares e vinhas surgiam cuidadosamente podados. Touros e carneiros, cabras e pombos eram tratados com esmero para o regozijo esperado. Entretanto, o emissário divino desce ao mundo na sombra espessa da noite. Das torres e dos montes, hebreus inteligentes recolhem a grata notícia. Uma estrela rutila no firmamento. O enviado, porém, elege pequena manjedoura para seu berço de luz. Milícias angelicais rejubilam-se em pleno céu, mas nem príncipes, nem doutores, nem sábios e nem poderosos da terra lhe assistem à consagração comovente e sublime. São pastores humildes que se aproximam, estendendo-lhes os braços. Camponeses amigos trazem-lhe peles surradas. Mulheres pobres entregam-lhe gotas de leite alvo. E porque as vozes

comovente e sublime. São pastores humildes que se aproximam, estendendo-lhes os braços. Camponeses amigos trazem-lhe peles surradas. Mulheres pobres entregam-lhe gotas de leite alvo. E porque as vozes do céu se fazem ouvir cristalinas e jubilosas, cantam eles também. Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens. Ali na estrebaria sea, então ele povo, e o povo com ele inicia uma nova era. É por isso que o Natal é a festa da bondade vitoriosa. Lembrando o rei divino que desceu da glória a Mangjedoura, reparte com teu irmão tua alegria e tua esperança, teu pão e tua veste. Recorda que ele, em sua divina magnificência elegeu por primeiros amigos e benfeitores aqueles que do mundo nada possuíam para dar, além da pobreza ignorada e singela. Não importa sejas por enquanto, terno e generoso para com o próximo somente um dia. Pouco a pouco aprenderás que o espírito do Natal deve reinar conosco todas as horas de nossa vida. Então serás o irmão abnegado e fiel de todos, porque em cada manhã ouvirás uma voz do céu a sussurrar-te sutil. Jesus nasceu. Jesus nasceu e o mestre do amor terá realmente nascido em teu coração para viver contigo eternamente. Queridos amigos, queridos irmãos, nesta reflexão tão nobre, tão linda sobre o nascituro de Jesus, nós te pedimos, querido amigo, continue a nascer em nossos corações dessa forma tão simples, tão meig, tão discreta. O Senhor que chega ao mundo anunciado por uma estrela, trazido o Senhor Jesus na maior simplicidade que pudesse, no lugar mais simples, porque esperavam um rei, alguém com jubilosas homenagens. E o Senhor nasce entre aqueles animaizinhos com pessoas simples junto do povo, que era na verdade aqueles que mais estavam famintos de esperança e paz. O Senhor traz então aos nossos corações, desde o seu nascimento, a verdade, que o Senhor era realmente o caminho, essa luz que nos iluminaria até os dias atuais, como o Senhor mesmo disse, não nos deixaria órfãos. O Senhor nasce entre nós, planta a sua mensagem nos nossos

de, que o Senhor era realmente o caminho, essa luz que nos iluminaria até os dias atuais, como o Senhor mesmo disse, não nos deixaria órfãos. O Senhor nasce entre nós, planta a sua mensagem nos nossos corações e nós, os seus discípulos, temos o dever e a missão de espalhá-la. espalhá-la da mesma forma que o Senhor fez, com amor, com brandura, com acolhimento. Nós te pedimos, querido amigo, continue a estender as suas mãos, essas mãos tão amorosas, iluminadas sobre nós, os seus discípulos ainda tão carentes e tão necessitados de aprendizado. Que nesse Natal que se aproxima, nesse mês em que nós nos lembramos do seu nascimento, possamos cada vez mais nos lembrar de que somos uns aos outros necessitados. do teu auxílio, mas que ainda assim é nosso dever auxiliar, acolher, ajudar a todos. Fica conosco, mestre amado. Nos ampare hoje e sempre. Que assim seja.

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