MOMENTO DE ORAÇÃO 07/12/2025

TV Goiás Espírita 07/12/2025 (há 4 meses) 8:06 98 visualizações

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Transcrição

Momento de oração. Livro Antologia Mediúnica do Natal. Psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito de irmão X. Item 29. Glória do Natal. Senhor, Rei Divino, projetado à sombras da manjedoura, diante do teu berço de palha, recordo-me de todos os conquistadores que te antecederam na terra. Em rápida digressão, vejo Sessostri em seu carro triunfal, pisando escravos e vencidos em nome do Egito sábio. E Cises, rei dos persas, ocupando o vale do Nilo, antes poderoso e dominador. Reparo as lutas sanguinolentas dos assírios. disputando a hegemonia do seu império dividido e infeliz. Nabopolaçar e Nabucodonossor reaparecem à minha frente, arrasando Nínive e atacando Jerusalém, cercado de súditos a se banquetear sobre presas misérimas para desaparecerem depois num sudário de cinzas. Não observo, contudo, apenas o gentil na pilhagem e na discórdia, expandindo a própria ambição. O povo escolhido, apesar dos desígnios celestes que lhes fugaram na lei, entrega-se de quando em quando a sementeira de miséria e ruína. Revoluções e conflitos ceifam as 12 tribos e orgulho desvairado com pele irmãos ao extermínio de irmãos. Vejo os medas açoitados pelos simerianos e citas. Dário surge ao meu olhar assombrado, envolvido nos esplendores de Persépolis para mergulhar-se em seguida nos labirintos do túmulo. Esparta e Atenas, entre códigos e espadas se estraçalham mutuamente no impulso de predomínio numerosos tiranos dentro de seus muros. manobram o centro da governança, fomentando a humilhação e o luto. Alexandre, a maneira de privilegiado, passa esmagando cidades e multidões, deixando um cortejo de lágrimas atrás da fanfarra guerreira que lhe abre caminho à morte em plena mocidade. E os romanos, Senhor, desde as alucinações dos descendentes de Priamo, o último dos imperadores, deposto por Ooacro, jamais esconderam a vocação do poder, arrojando povos livres ao despenhadeiro da destruição. Todos os conquistadores vieram e dominaram, surgindo na condição de pirilampos barulhentos, confundidos

ro, jamais esconderam a vocação do poder, arrojando povos livres ao despenhadeiro da destruição. Todos os conquistadores vieram e dominaram, surgindo na condição de pirilampos barulhentos, confundidos a pressa num turbilhão de desencanto e poeira. Mas tu, soberano Senhor, te contentastes com o berço da estrebeira. Ministros e sábios não te contemplaram na hora primeira, mas humildes pastores ajoelharam sorridentes diante de ti, de ti, buscando a luz de teus olhos angelicais. Hinos de guerra não se fizeram ouvir a tua chegada libertadora. Todavia, em sinal de reconhecimento, cânticos abençoados de louvor subiram ao céu. Dos corações singelos que te exaltavam, a estrela gloriosa, a resplandecer nos constelados caminhos. Os outros, Senhor, conquistaram a custa de punhal e veneno, perseguição e força, usando exércitos e e prisões, assassínios e tortura, traição e vingança, aviltamento e escravidão, títulos fantasiosos e arcas de ouro. Tu, entretanto, perdoando e amando, levantando e curando, modificastes a obra de todos os déspotas e legisladores que procediam do Egito e da Assíria, da Judeia e da Fenícia, da Grécia e de Roma, renovando o mundo inteiro. Não mobilizastes soldados, mas ensinastes a um punhado de homens valorosos. a luminosa ciência do sacrifício do amor. Não argumentastes com os reis e com os filósofos. No entanto, conversastes fraternalmente com algumas crianças e mulheres humildes, semeando a compreensão superior da vida no coração popular. Enfim, mestre, longe de escolheres um trono de púrpura, a fim de administrares o reino divino, de que te fizeste embaixador e ordenador, preferistes o solo da cruz, de cujos braços duros e tristes ainda nos endereças, compassivo olhar, convidando-nos a caridade e a harmonia, ao entendimento e ao perdão. conquistador das almas e governador do mundo. Agora os teus tutelados afiam as armas para novos duelos sangrentos. Neste século de esplendores e trevas, de renovação e morticínio, de esperança e desilusões, ajuda-nos a

lmas e governador do mundo. Agora os teus tutelados afiam as armas para novos duelos sangrentos. Neste século de esplendores e trevas, de renovação e morticínio, de esperança e desilusões, ajuda-nos a dobrar a serviz orgulhosa diante de teu berço de palha singela. Mestre da verdade e do bem, da humildade, do amor, permite que os astro sublime de teu Natal brilhe ainda na noite de nossas almas e estende-nos caridosas mãos para que nos livremos de velhas feridas, marchando ao teu encontro na verdadeira senda da redenção. Então, essa foi a mensagem, livro antologia mediúnica do Natal. E nós vamos então elevar o pensamento até Jesus, agradecer o nosso mestre amado, a oportunidade bendita dessa reencarnação, a oportunidade estarmos reunidos entre irmãos, amigos em mais essa obra, em mais esse trabalho. E que a espiritualidade amiga então envolva, ampare a cada um de nós. E com a oração que o nosso mestre amado Jesus nos ensinou, vamos dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Pai, as nossas dívidas, assim como perdoamos os nossos devedores. E não nos deixe cair em tentações, mas livre-nos, Pai, de todo mal, hoje, agora e sempre. E que assim seja.

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