29 Jesus e a regeneração da humanidade
Estudo sobre Jesus e a regeneração da humanidade com Otaciro Rangel.
เฮ Olha aqui, preste atenção. Essa é a nossa oração. Vamos cantá-la seja onde for. É um canto de louvor e de amor ao Senhor. Ó Jesus, meu Jesus, és a razão que nos conduz. que nos faz cantar a uma só voz. Este amor imenso que existe em nós. És o caminho, a verdade e a vida. És a mão sempre estendida, guiando ao céu, ao Pai a salvação. Ó Senhor, olha o teu povo aqui cantando forte para o mundo ouvir essa nossa oração. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome. Venha a nós o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas ofensas. como perdoando-vos a quem nos tem ofendido. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos de todo mal. Amém. Boa noite, sejam todos bem-vindos à sala de estudo do IGES, em parceria de transmissão com a Rede Amigo Espírita, o Web Rádio Fraternidade Centro Centro Espírita Chiv Xavier aqui de Santos, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, o Eco Espiritismo com Otaciro e o Conecto Espiritismo, onde estudamos sobre Jesus e a regeneração da humanidade com o nosso amigo, nosso companheiro, nosso professor Otaciro Rangel. Seja bem-vindo, meu amigo. >> Boa noite, Ronaldo. Boa noite, Ana. Boa noite, amigos todos que estão aqui conosco. É sempre muita alegria a gente poder nos reunir aqui nesses momentos tão agradáveis, onde nós deixamos as nossas coisas, não é, de lado pra gente conversar sobre valores espirituais. Então, é muito bom. Estamos aqui muito felizes de estar com todos vocês. >> E nós estava comentando nos bastidores, né, professor, numa sexta-feira, que é um feriado, >> é, >> né, que relembra o que nós fizemos no passado, eu me incluo nessa que eu devia estar lá no meio, né? E depois o senhor dá fala para nós, professor, um pouquinho do que a gente pode tirar de lição desta data, né? >> Aham. Uh, que >> devemos fazer nessa nossa jornada aqui evolutiva. >> Muito bem. >> Bom, >> tá bom. >> Vamos à nossa prece. >> Vamos. Aliás, hoje na nossa música aí já fez
de lição desta data, né? >> Aham. Uh, que >> devemos fazer nessa nossa jornada aqui evolutiva. >> Muito bem. >> Bom, >> tá bom. >> Vamos à nossa prece. >> Vamos. Aliás, hoje na nossa música aí já fez uma prece, né? É, >> é uma música em tom de uma prece, onde nosso amigo que canta lembra o a lição que Jesus, a prece que Jesus nos ensinou, que é uma prece muito significativa, né, que a gente não pensa muito nela, né, Ronaldo, no significado, >> a gente fala meio que as palavras, né? Eh, a gente decora e fala as palavras sem pensar muito no grande significado que essas palavras têm, né? Quando a gente diz, "Pai nosso que estás nos céus", a gente na verdade tá fazendo um esforço de procurar em sintonia, entrar em sintonia com o nosso criador. E aí a gente se submete à bondade divina, porque a gente diz: "Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome." Quem que deve santificar o nome de Deus? Nós, pelas nossas atitudes, né? Então, quando a gente tá dizendo: "Santificado seja o seu nome", nós estamos dizendo assim: "Estou fazendo o meu esforço para com as minhas atitudes estar em harmonia com aquilo que tu estabeleces para a harmonia do universo." Veja que tem um significado profundo, né? E aí a gente pede a Deus, né, que venha o reino dele de amor, de paz para nós. Venha nós o vosso reino, não é? Mas na verdade o reino de Deus está sempre conosco. Na verdade, quando a gente fala, "Ven a nós o vosso reino", a gente está falando para nós mesmos que nós estamos nos esforçando para viver em harmonia com as leis espirituais, das leis da natureza, que são as leis divinas. O reino de Deus é expresso por suas leis, pela sua realidade em torno de nós, que obedece sempre as leis do equilíbrio. Então, venha nós o vosso reino, não é? É muito importante porque significa que a gente tá fazendo o nosso esforço de estar em paz com a nossa consciência, porque estar em paz com a nossa consciência está seguindo os caminhos que Deus traça para nós, que é o caminho da evolução,
a gente tá fazendo o nosso esforço de estar em paz com a nossa consciência, porque estar em paz com a nossa consciência está seguindo os caminhos que Deus traça para nós, que é o caminho da evolução, do da responsabilidade do trabalho, não é? E aí a gente, né, culmina essa esse louvor a Deus. pedindo que seja feita a vontade dele. Mas a vontade de Deus é feita em tudo que não depende de nós. E para que a vontade de Deus se faça naquilo que depende de nós, nós temos que fazer vontade dele e outra vez fazer a vontade dele e cumprir suas leis. Então, toda essa primeira parte do da prece que Jesus nos ensina do Pai Nosso, uma prece onde a gente procura compreender e se aproximar de Deus, né? E aí a gente então entra na segunda parte da prece, né, que a gente pede a Deus, né, perdão de nossas falhas, porque apesar da gente saber das leis, do que Deus espera de nós, a gente não cumpre isso. Então a gente pede a Deus que tenha piedade de nós, né? Que perdoe as nossas faltas, as nossas dívidas, mas a gente não pode fazer esse pedido sem um compromisso. E aí o compromisso é que a gente também aja dessa mesma maneira que a gente espera que Deus haja conosco, com os nossos irmãos. Então isso significa que a gente deve ter o perdão das nossas dívidas, desde que a gente também perdoe aqueles nossos irmãos que falham conosco. Então é um compromisso espiritual que a gente tá fazendo quando a gente diz essas frases, né? Depois, em continuidade a gente pede a Deus que nos livre, né, das tentações, não é? Livrar-nos das tentações significa dar força pra gente, para que a gente possa olhando para dentro de nós, ver os nossos pontos frágeis no qual nós somos tentados e nos ajude a superá-los para que a gente não caia em tentações. E aí a gente pede a Deus em seguida para livrar do livrar-nos do mal. Mas aí a gente aprende com Paulo, né, que o mal que os outros fazem para nós não é mal para nós, é mal para eles. Mas o mal que eu faço pros outros, esse é mal para mim. Então, quando eu peço a
o mal. Mas aí a gente aprende com Paulo, né, que o mal que os outros fazem para nós não é mal para nós, é mal para eles. Mas o mal que eu faço pros outros, esse é mal para mim. Então, quando eu peço a Deus que me, né, me livre de todo mal, eu tô pedindo a Deus, por outro lado, que eu me esforce para não fazer o mal a ninguém, não é? Então, a prece, essa prece que Jesus nos ensina é realmente uma prece, né, de entendimento da nossa relação com Deus. Toda ela, não só a relação com Deus, mas é também a nossa relação conosco e com os nossos semelhantes. Então, essa lei é uma essa prece é uma uma oração que tá falando dos dois ensinamentos importantes de Jesus. onde ele resume toda a lei e os profetas, que é o amar a Deus sobre todas as coisas, a primeira parte do Pai Nosso, e amar ao próximo como devemos amar a nós mesmos, que é a segunda parte da prece o Pai Nosso. >> A gente não faz essa relação, né? >> Fazer ao outro tudo daquilo que a gente quer que façam por nós, né, professor? Isso. Então é a prece a prece o Pai Nosso. A rigor é um desenvolvimento do amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como devemos amar a nós mesmos. É muito bonito. >> Muito lindo. >> Então já fizemos a nossa prece. >> Muito bem. Ô professor, então, como a gente estava falando nos bastidores, eu gostaria que o senhor pudesse fazer um um comentário para nós sobre esta data, né, que é um feriado católico, né, mas como o senhor comentou comigo, teve uma alteração de data para se adequar a algumas questões, né, mas o que que nós devemos tirar de lições, nós espíritos espíritas nesta jornada que aqui estamos. É muito interessante isso. Quando a gente pega o Evangelho de Mateus, por exemplo, não é? No final do Evangelho de Mateus, a gente começa a ver, não é, o sofrimento de Jesus. Na verdade, a sexta-feira santa, como é chamado pela teologia católica e também é seguido por muitos outros correntes cristãs, não é? Ela está baseada no nas narrativas dos evangelhos, não é? na no evangelho de Mateus,
a-feira santa, como é chamado pela teologia católica e também é seguido por muitos outros correntes cristãs, não é? Ela está baseada no nas narrativas dos evangelhos, não é? na no evangelho de Mateus, Marcos, Lucas e também de João, porque todos eles falam sobre o sacrifício último de Jesus, quando Jesus então é preso, né? Ele ele faz a última Páscoa com os discípulos, não é? E aí na Páscoa, ele reunindo com os discípulos, ele chama atenção para aquela pela necessidade que todos tinham de cuidar uns dos outros, viver com harmonia como grupo. E anuncia ali que aquele que ia pegar do pão junto com ele o trairia. Então isso se dá, né, de sexta para sábado na Páscoa, tá tá OK? A gente a rigor tá comemorando a Páscoa, mas isso acontece uma semana antes, porque logo em seguida depois, então Jesus, não é? Entra na cidade e depois entra em Jerusalém. Na verdade, ele está em Jerusalém. Tudo isso passa em Jerusalém. Então Jesus é vai pro pro pro monte na região do Getsemani e ali ele é preso, né? Ele é preso, passa a noite na prisão e é curioso que essa noite em que ele é preso é a noite em que Jesus, em que Pedro, né, de longe acompanha Jesus e entra no pátio da casa do, né, do pátio do templo, onde ficava o sacerdote. E ali ele é reconhecido, não é? como discípulo de Jesus e ele então nega Jesus. Isso acontece três vezes antes que o galo cante. É na madrugada, não é? Que quando ele nega pela terceira vez, o galo canta. Aí ele lembra que Jesus na festa da Páscoa avisa para ele que ele, né, ia por >> negá-lo, >> por fraqueza, né, ia eh negá-lo. Então Pedro sai daquela daquele lugar muito entristecido, porque ele percebe que ele desconsiderou o chamamento de Jesus e acaba fazendo realmente por fraqueza, por fragilidade ainda do sentimento dele, por fragilidade moral, ele nega Jesus. Aí ele chora muito, chora como criança mesmo, é um tem um arrependimento profundo, mas ao mesmo tempo ele faz uma reflexão, porque naquele momento ele na sua consciência ouve Jesus que o ajuda, lembrando que a fragilidade
hora como criança mesmo, é um tem um arrependimento profundo, mas ao mesmo tempo ele faz uma reflexão, porque naquele momento ele na sua consciência ouve Jesus que o ajuda, lembrando que a fragilidade humana não é para ser, não é, eh, tratada com com mais fragilidade. o contrário que a gente deve levantar e seguir em frente. Então, Pedro, a partir dessa experiência, ele muda o comportamento dele. E aí Jesus então é julgado no dia seguinte, não é? e é levado à crucificação, é levado, então, né, a sexta-feira da paixão é basicamente o sacrifício da crucificação. E Jesus então eh volta, né, depois no terceiro dia que é no o dia do domingo, né, o primeiro dia da semana, porque sábado, na verdade, sábado era considerado o último dia da semana no na maneira de contar o tempo pelos hebreus, pelos judeus, né, pelo pessoal da região descendente da da tradição hebraica. Então ele no domingo ele ressuscita. Porque hoje nós vamos falar um pouquinho disso, talvez ainda na lição de Jonas que a gente vai comentar. Então é interessante que Jesus não é aparece depois do sacrifício da cruz para os discípulos e demonstra para eles a continuidade da vida. Então, a coisa mais importante não é não é lembrar propriamente desse sacrifício todo de Jesus, mas perceber, né, que quando a gente está voltado a nossa atenção para os valores espirituais, a gente vence a materialidade da vida e passa a viver como espírito imortal. Então essa é a coisa importante. Quer dizer, a ressurreição de Jesus é a demonstração definitiva que Jesus dá aos seus discípulos e deixa pra história, porque é contado por eles, não é? que a vida continua após a morte do corpo físico. Então, se a vida continua, isso significa que nós também continuaremos, não? Isso não aconteceu só com Jesus, porque Jesus antes demonstra a continuidade da vida, mostrando a vinda de Moisés e Elias no Monte Tabor na transfiguração, mostrando em várias circunstâncias, ele fala do mundo espiritual, principalmente quando ele tá curando pessoas de
nuidade da vida, mostrando a vinda de Moisés e Elias no Monte Tabor na transfiguração, mostrando em várias circunstâncias, ele fala do mundo espiritual, principalmente quando ele tá curando pessoas de processos de perseguição espiritual, dos espíritos malévolos, né, mostrando que a vida espiritual é contínua e abundante. As pessoas que fazem a maldade na terra e desencarnam, corpo morre, continua no mundo espiritual fazendo essas coisas e interferindo na vida humana. Então, a vida espiritual é abundante e é coparticipante conosco. Então, Jesus deixa isso muito claro com a sua própria demonstração de sobrevivência após a morte do corpo físico. Então esse esse é o recado importante desse momento em que a gente tá considerando, né, a sexta-feira da paixão, a Páscoa, tudo isso que a gente faz é uma uma reinterpretação dos hábitos hebreus, né, do povo hebreu, que tem um outro significado para eles, a Páscoa. Para os cristãos, a Páscoa significa, não é, a reunião de Jesus com os discípulos e recomendando a eles que eles se reunissem sempre em nome dele, que se amassem uns aos outros. Ele no evangelho de João é muito claro isso. Jesus deixa muito dos ensinamentos dizendo que aqueles que eram seguidores dele, não é, que agora não era mais chamado de discípulo, mas de amigos, porque Jesus tinha ensinado a eles tudo aquilo que precisava ensinar. E ele deixa então um novo mandamento para os discípulos, um novo mandamento. Olha só que coisa interessante, não é? Que qual o novo mandamento? Jesus resume o mandamento maior no amor a Deus e no amor ao próximo como a si mesmo. Mas ele disse que vos ameis uns aos outros como eu vos tenho amado. Então Jesus se coloca como exemplo de amor para nós, que a gente deve amar uns aos outros como Jesus nos ama. Então, que a gente seja reconhecido por esse amor, por esse sentimento de doação e dedicação que devemos uns aos outros. Então, essa é a informação importante que Jesus deixa nesses últimos momentos para que a gente possa seguir, certo? Então, a Páscoa,
r esse sentimento de doação e dedicação que devemos uns aos outros. Então, essa é a informação importante que Jesus deixa nesses últimos momentos para que a gente possa seguir, certo? Então, a Páscoa, todas essas festas, elas, do ponto de vista material, elas são tradições de outro, do povo judeu, não é a tradição nossa. A nossa tradição, né, tá misturada com outros costumes de outros povos que o povo ocidental, né, tem tinha cada povo tinha suas tradições diferentes, tudo foi sendo misturado. E a Igreja Católica para eh recuperar essa tradição do povo hebreu, mistura com comportamentos teológicos que a Igreja Católica colocou, né, do jejum. né, de não comer carne, como se essas atitudes exteriores tivessem alguma importância, porque não é isso que tem importância. O que tem importância é aquilo que Jesus disse, esse novo mandamento que ele nos deixa, que a gente ame uns aos outros como ele nos tem amado. Então eu vejo, né, e a compreensão que a doutrina espírita nos dá da realidade espiritual nos coloca uma visão muito mais ampla. e mais espiritualizante, que não vale só para esse momento da vida terrena, mas vale para sempre, >> porque o amor que devemos uns aos outros é um amor >> eterno que a gente devia ter para sempre. >> Nós estamos tando, tendo um pouquinho de dificuldade, né, professor, em cumprir esse novo mandamento, né? A gente tá aprendendo, né, Ronaldo, não é que a gente tem dificuldade, é que a gente tá aprendendo. Todo aluno que tá aprendendo uma coisa tem dificuldades naturais do aprendizado. Isso faz parte da nossa vida, né? Nós agora que estamos vivendo uma realidade espiritual diferente, graças ao esclarecimento que a doutrina espírita nos traz do mundo espiritual, não é? como a gente tá aprendendo no estudo do livro dos espíritos, né, no mundo espiritual, a gente tá vendo que a nossa realidade é muito mais ampla e que aqueles ensinamentos de Jesus não eram ensinamento por e simplesmente para os homens, mas era ensinamento para nós, os espíritos imortais que somos, que
que a nossa realidade é muito mais ampla e que aqueles ensinamentos de Jesus não eram ensinamento por e simplesmente para os homens, mas era ensinamento para nós, os espíritos imortais que somos, que devemos através dos processos reencarnatórios, irmos acumulando as conquistas do espírito na direção desse amor que Jesus deixa como recomendação para nós. >> Então, tá bom. Muito obrigado, professor. Muito bom esse bate-papo que o Senhor já fez para nós aqui. E agora vamos lá. Nós vamos falar de Mateus 12, né? Versículo 33 a 37. Depois, se der tempo, como o senhor falou, de 38 a 45, que é o sinal de Jonas, né? É como nós estamos estudando Jesus e a regeneração da humanidade. E a regeneração da humanidade implica, não é, nesse nessa mudança significativa do nosso planeta pro mundo de regeneração. E isso claramente vai se dar momento em que nós tivermos a condição de avaliarmos tudo aquilo que aprendemos dos ensinamentos de Jesus e podermos então merecer um mundo onde mais facilmente a gente possa ir adquirindo os valores espirituais sem a intervenção das atitudes ainda de desequilíbrio, de maldade. que o ser humano ignorante das verdades espirituais pratica. Então, nós estamos estudando Jesus, é a regeneração da humanidade e estamos buscando os ensinamentos de Jesus que falam sobre essa época de transição do famoso juízo final, né, que é uma alega alegoria ou uma nota que Jesus coloca em várias das suas lições para que a gente possa compreender esse momento em que nós estamos vivendo. Então, no capítulo 12, versículos de 33 a 37, não é? a gente vai ver uma lição eh chamada a árvore seus frutos, onde Jesus vai mencionar, não é, de novo essa essa época em que haveria um juízo. Ela começa assim, é um ensinamento bonito. Considerem ou fazei a árvore boa e seu fruto bom, ou fazei a árvore deteriorado e o seu fruto deteriorado, não é? Ou em outra linguagem, não é? Uma árvore boa, não é? Dá bons frutos e uma árvore má dá maus frutos. E a árvore é conhecida pelos seus frutos. Pois como diz a
eriorado e o seu fruto deteriorado, não é? Ou em outra linguagem, não é? Uma árvore boa, não é? Dá bons frutos e uma árvore má dá maus frutos. E a árvore é conhecida pelos seus frutos. Pois como diz a lição, pelo fruto se conhece a árvore. Então Jesus está usando uma uma metáfora aqui que nos ajuda a analisarmos a nós mesmos, porque ele não tá falando da árvore propriamente dita, ele tá usando a árvore como um símbolo. A árvore boa dá bons frutos, a árvore má dá maus frutos. árvore deteriorada produz fruto deteriorado, não é? E aí ele afirma isso, pois pelo fruto se conhece a árvore. Então quando a gente traz isso paraa nossa realidade pessoal, para nós, os seres humanos, para nós, os seres espirituais, a gente pode perguntar assim pra gente: "Ora, se eu fosse uma árvore, qual é o tipo de fruto que eu devo dar?" Não é? Então, é claro que se você tá falando de uma laranja, laranjeira, ela vai dar laranja. Se você tá falando de um abacateiro, ele vai dar um abacate. Então, cada um de nós, não é? Pode ser comparado, ó, uma árvore que dá frutos, não é? Qual é o fruto do ser humano? Olha, são seus comportamentos, são seus pensamentos, seus sentimentos. Então, conhece-se o ser humano pelo que ele sente, pensa e faz. Os atos do ser humano são os atos, não é, que representam o fruto de suas decisões. Então, quando a gente decide agir de uma determinada maneira, a gente produz um ato que é semelhante, a um fruto, resultado da nossa escolha. Por exemplo, numa guerra, quando não é o chefe da nação decide jogar bomba no outro país, ele vai matar gente, com certeza gente vai morrer. e gente muitas vezes inocente, como escolas, crianças, pessoas que estão vivendo as suas vidas muitas vezes com dignidade e que são alvo dessas bombas. Então, o fruto desse indivíduo que decide jogar bomba em outro lugar é um fruto destrutivo, portanto é uma árvore mar, certo? Isso vale paraas nossas atitudes cotidianas também. Alguém contrata o meu serviço, seja ele qual for, eu vou lá e realizo o meu serviço de maneira
m fruto destrutivo, portanto é uma árvore mar, certo? Isso vale paraas nossas atitudes cotidianas também. Alguém contrata o meu serviço, seja ele qual for, eu vou lá e realizo o meu serviço de maneira inadequada. Não capricho, não faço o meu melhor trabalho que eu posso fazer. Então eu estou dando um fruto mau, porque eu podia fazer um trabalho muito bom. e deixo de fazê-lo muitas vezes por conveniência interesseira da minha parte. Então esse é meu fruto. Eu tô agindo como árvore mar. Obviamente que se eu vou lá e faço o meu melhor trabalho e faço com alegria e contentamento para que a outra pessoa fique feliz, então eu sou uma árvore boa, estou dando bons frutos. Então, Jesus está fazendo essa comparação para que a gente entenda. E aí ele aplica esse conhecimento naqueles que eles estavam falando. E diz assim no versículo 34: "Raça de víboras, como podeis dizer coisas boas sendo maus? Pois da abundância do coração fala a boca. O homem bom extrai boas coisas do seu bom tesouro e o homem mau extrai coisas más do seu mau tesouro. Então veja que Jesus usa a árvore como símbolo e aplique imediatamente nas pessoas, deixando claro que não basta dizer, é preciso fazer, não é? Porque a a boca fala do que tá cheio o coração. Então Jesus tá dizendo que o nosso sentimento são nossos frutos, o nossas escolhas, os nossos pensamentos são os nossos frutos. As nossas ações são os nossos frutos. E aí Jesus no versículo 36 chama atenção para isso, porque isso vai ter consequências. Eu, porém, vos digo que toda palavra inútil que os homens falarem dela prestação prestarão conta no dia do juízo. Então, tem um dia do juízo, tem um dia da avaliação. Nós somos criaturas das quais quando agimos geramos resultados e esses resultados falam da qualidade da nossa ação. Se a gente é árvore boa, a qualidade da nossa ação é uma qualidade boa. Mas se a gente tem no nosso coração mau tesouro, não é? O nosso ato e a nossa fala é representativa desse mau tesouro e, portanto, a gente vai ter consequências.
ade da nossa ação é uma qualidade boa. Mas se a gente tem no nosso coração mau tesouro, não é? O nosso ato e a nossa fala é representativa desse mau tesouro e, portanto, a gente vai ter consequências. Nós vamos ter, vamos ser pedidos através da nossa consciência no dia do juízo, avaliação do nosso comportamento. Então, vamos repetindo. Eu, porém, vos digo que toda palavra inútil que os homens falarem dela prestarão conta no dia do juízo, pois a partir das tuas palavras serás justificado. e a partir das tuas palavras será condenado. E aqui Jesus está falando das palavras que sai do tesouro do nosso coração. Portanto, é a palavra aqui representa uma ação, uma atitude, uma definição de comportamentos, tá certo? Então essa lição à árvore seus frutos que tá narrado por Mateus, onde Jesus conversando com aqueles que estavam à sua volta faz essa comparação da árvore e dos seus frutos e aplica no nosso comportamento, chamando muitas vezes atenção para as nossas ações inadequadas, dizendo com dureza até: "Raça de víboras, como podeis dizer coisas boas sendo maus. Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. Então a gente não tem como, muitas vezes a gente usa palavras doces, não é, falsas para impressionar a pessoa, mas a gente não sustenta esse tipo de palavreado por muito tempo, porque o nosso coração tá agindo com maldade, com sentimento de desrespeito ao nosso semelhante. Então nós seremos analisados, avaliados no dia do juízo pelas nossas ações. Então esse ensinamento de Jesus é um ensinamento importante, porque Jesus não tá pedindo pra gente amar a Deus, ser piedoso, ser piegas, né? adorar a Deus, fazer cumprimentos de deveres religiosos, mas não agirmos com o nosso coração como fonte de coisas boas. Então, não é pela palavra, não é pela aparência, não é por aquilo que a gente usa num ritual. Por isso, veja bem, não comer carne ou jejuar nos dias das Páscoa, dos dias que a gente considera santo, e viver os outros
a palavra, não é pela aparência, não é por aquilo que a gente usa num ritual. Por isso, veja bem, não comer carne ou jejuar nos dias das Páscoa, dos dias que a gente considera santo, e viver os outros dias como um homem qualquer, sem a responsabilidade da boa ação é falsidade, raça de víboras. É isso que Jesus tá dizendo aqui para nós, não é? É do mesmo jeito que ele diz lá no sermão do monte, no capítulo 6, ele fala isso. Se fordes fazer uma oferenda no altar a Deus e lembrares que tem um adversário, larga a oferenda, vai reconciliar primeiro com o adversário. Então Jesus tá mostrando, não é, para nós que as nossas ações são determinantes, que aquilo que a gente movimenta nas nossas ações, através dos nossos pensamentos e sentimentos, é que falam de nós. Então, no mundo espiritual, quando a gente volta pro mundo espiritual, nosso corpo perespiritual é um corpo sutil que toma a aparência e a forma dos nossos sentimentos, da nossa posição mental, psicoemocional. Portanto, não há no mundo espiritual jeito de falsear a verdade. Porque a gente pensa maldade, a gente irradia a escuridão, vibrações negativas que impressionam mal as pessoas, os outros espíritos que estão à nossa volta. Mas se a gente age com bom sentimento, pensa com bom sentimento, busca os valores do equilíbrio psicoemocional, buscando ser uma pessoa boa, melhor, então nossas vibrações espirituais que radiam do nosso corpo perespiritual impressionam bem as pessoas à nossa volta e a gente então tá produzindo bons frutos. Não há como não ser reconhecido. Por isso que a gente vê muitas vezes nas nossas reuniões mediúnicas espíritos com luzes iluminados, né, irradiando luz, porque são bons espíritos, enquanto que os espíritos atrasados e malvos estão na sombra, num sentimento ruim, são desagradáveis, criam malestar a presença deles entre nós. Então, que nós não sejamos assim. Então, esse é o ensinamento de Jesus, árvores e frutos. E o dia do juízo representa a nossa avaliação conosco mesmo, sempre. Mas num momento em que a humanidade vai
. Então, que nós não sejamos assim. Então, esse é o ensinamento de Jesus, árvores e frutos. E o dia do juízo representa a nossa avaliação conosco mesmo, sempre. Mas num momento em que a humanidade vai passar por uma transição, onde vai ficar no nosso planeta só os espíritos que querem progredir, que trabalham esforçadamente pela sua evolução espiritual, buscando os valores do coração, esses, nesse juízo, merecerão continuar na terra. E aqueles que não são assim merecerão de expiações e provas um pouco mais atrasado que a Terra, para começarem de novo, sem as facilidades do desenvolvimento científico material. É um recomeço no mundo onde haverá choro e ranger de dentes na linguagem que Jesus utiliza. Então, é muito bom a gente entender, não é, que há um processo avaliativo contínuo em nós, mas há um processo avaliativo também em momentos de decisão de mudanças planetárias, tá certo? Então, depois dessa lição, vem uma outra lição em seguida, onde Jesus de novo fala no dia do juízo. Então, o dia do juízo a gente tem que eh entendê-la. E essa lição é chamada o sinal de Jonas, não é? o sinal de Jonas ou o milagre de Jonas que está no capítulo 38, no capítulo 12, versículo 38 até o versículo 45, onde Jesus, não é? fala, usa uma linguagem interessante do Velho Testamento para poder trazer um ensinamento espiritual importante para nós. Então, ele começa dizendo o seguinte: "Então, alguns dos escribas e fariseus replicaram a Jesus dizendo: "Mestre, porque essa lição é em continuação a anterior que a gente leu. Então Jesus tá falando, Jesus chama raça de víboras. Então alguns dos escribas e fariseus que ouviram aquilo replicaram a Jesus dizendo: "Mestre, queremos ver um sinal da tua parte". Quer dizer, eles queriam saber se Jesus era mesmo o Messias, não é? Porque Jesus estava falando ali firmemente com eles e que autoridade Jesus tinha para falar com eles daquele jeito. Então, queremos ver um sinal da tua parte. Ele, porém, lhes respondeu: "Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas não lhes será dado
e que autoridade Jesus tinha para falar com eles daquele jeito. Então, queremos ver um sinal da tua parte. Ele, porém, lhes respondeu: "Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas não lhes será dado um sinal, senão o sinal do profeta Jonas." Isto é, esse sinal já foi dado anteriormente e ninguém quis prestar atenção nela, que é a história do profeta Jonas lá atrás, né? Tá lá no livro de Jonas, no Velho Testamento. Jonas foi um profeta em que o Senhor chama ele, pede para ele realizar uma missão, né, de ir até a capital da Assíria, onde os homens estavam agindo de maneira inadequada. E na Assíria tinha muitos judeus, muitos hebreus na época. Então ele manda, Deus manda, aparece, né? Fala com o profeta Jonas, claro que não é Deus, são os espíritos bondosos, e diz para ele se dirigir à cidade de Nínive, capital da Assíria, na época, para falar, chamar a atenção dos homens daquele povo e trazê-los de volta à busca dos valores espirituais. Então essa é a história de Jonas. Então Jesus fala assim: "Não, mas não lhe será dado um sinal senão o sinal do profeta Jonas. Isto é, vocês têm tido chamamentos espirituais diversos. Por que que não cumpre? Por que que precisa de mais um sinal? Não precisa de sinal. É preciso é cumprir aquilo que já tem ensinado. E aí Jesus continua dizendo: "Pois assim como Jonas esteve no ventre do grande peixe três dias e três noites, assim estará o filho do homem no coração da terra três dias e três noites." Então Jesus compara a dificuldade da do profeta Jonas, que é uma parábola contada, uma história contada, não é? Onde ele é jogado no mar e ele então é engolido por um grande peixe e ele então se arrepende porque ele tava fugindo da tarefa que o Deus tinha pedido para ele realizar na cidade de Nínive. Ao invés disso, ele busca fugir da responsabilidade. Então, ele acaba sendo jogado no mar e no mar ele é engolido por um peixe e fica três dias e três noites dentro da barriga do peixe. É claro que isso é uma história, é uma, outra vez é uma parábola ou é uma metáfora, um símbolo,
o no mar e no mar ele é engolido por um peixe e fica três dias e três noites dentro da barriga do peixe. É claro que isso é uma história, é uma, outra vez é uma parábola ou é uma metáfora, um símbolo, né? Aí Jesus então compara a história de Jonas com a sua própria história, dizendo que ele também, o filho do homem, ficaria enterrado no coração da terra três dias e três noites, fazendo uma alegação exatamente do sacrifício em que Jesus seria crucificado, seria colocado num túmulo e ressuscitaria no terceiro dia. três dias e três noites no seio, no coração da terra. Os varões ninivitas, que eram aqueles da Assíri que viviam na cidade de Nínive, onde Jonas foi enviado para chamar a atenção deles, os varões ninivitas se levantarão no dia do juízo com essa mesma geração de pessoas que estão aqui falando comigo e a condenarão essa geração, Porque eles, os nenevitas, se arrependeram com a proclamação de Jonas. Mas aqui há alguém maior do que Jonas e vocês não ouvem que sou eu, Jesus. Então Jesus, veja, tem uma conversa muito interessante com aquele povo. Eu vou ler de novo para que vocês possam ter uma ideia de conjunto. Então, alguns dos escribas e fariseus replicaram, dizendo: "Mestre, queremos ver um sinal da tua parte". Ele, Jesus, porém, lhes respondeu: "Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas não lhe será dado um sinal, senão o sinal do profeta Jonas. Pois assim como Jonas esteve no ventre do grande peixe três dias e três noites, assim estará o filho do homem no coração da terra três dias e três noites. Os varões ninivitas que foram convencido por Jonas se levantarão no dia do juízo com esta mesma geração de espíritos de pessoas que estavam ali conversando com Jesus, que continuaria vivendo na terra durante algum tempo e sem modificar o comportamento. E a condenarão, quer dizer, os ninividas condenarão os hebreus, os fariseus, não é? e escribas que não se dobravam aos ensinamentos de Jesus, porque eles se arrependeram com a proclamação de Jonas. E eis aqui alguém
quer dizer, os ninividas condenarão os hebreus, os fariseus, não é? e escribas que não se dobravam aos ensinamentos de Jesus, porque eles se arrependeram com a proclamação de Jonas. E eis aqui alguém maior do que Jonas e vocês não ouvem. E ele continua ainda a rainha do sul, que nos é da da do povo hebreu, se levantará no dia do juízo com essa geração e a condenará, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui outra vez alguém maior do que Salomão, que era Jesus. Jesus é maior, portanto, né, do que Jonas, maior do que Salomão. Quando o espírito impuro sai do homem, atravessa lugares áridos, procurando repouso e não encontra. Quando a gente desencarna, morre no mundo espiritual, volta pro mundo espiritual, sai do homem, atravessa lugares áridos, procurando repouso e não encontra. Por quê? Porque é um espírito impuro, é uma pessoa malévola. Então, diz: "Voltarei para minha casa de onde saí. Volta à vida corporal, reencarna. Após a após vir, encontra a casa desocupada, varrida e adornada. Isto é, a gente pega um corpo zero bala, novinho, limpinho, maravilhoso. A casa é o nosso corpo. Varridas e adornadas. Toda criança que nasce são lindas. Então sai e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele e entrando habitam ali. Isto é, continua agindo ainda em consonância com os espíritos malévolos e torna-se o último estado daquele homem pior do que o primeiro. Assim será também para esta geração mar. Veja que coisa linda que Jesus faz aqui. faz uma comparação bonita, mostrando para nós que se a gente não nos corrigirmos, a gente fica de geração em geração nascendo em novos corpos, mas comportando da mesma maneira, perdendo as nossas múltiplas vidas com reincidência nos erros do passado, porque a gente não faz a mudança de comportamento. É uma geração má. E ele diz isso quando ele tá olhando o povo que tá ouvindo ele daqueles fariseus, aqueles escribos, aqueles homens que não se davam conta da importância dos valores espirituais, ele
É uma geração má. E ele diz isso quando ele tá olhando o povo que tá ouvindo ele daqueles fariseus, aqueles escribos, aqueles homens que não se davam conta da importância dos valores espirituais, ele diz: "Não é assim será também para esta geração má. vai continuar nascendo, vivendo, morrendo, renascendo, vivendo, morrendo, vindo para casa limpa, bonita, de volta, mas perdendo, trazendo a sujeira para aquela casa, porque não se liberta das escolhas inadequadas. É outra vez, é a árvore má dando maus frutos. Então essa lição fala do juízo final, do juízo em que a gente vai ter, porque no dia do juízo essa geração será condenada porque ela não fez o progresso espiritual que deveria fazer. Então, a Terra passará por um processo seletivo. É isso outra vez que Jesus tá falando aqui, falando da regeneração da humanidade. Muito bom. Vamos conversar entre nós um pouco sobre essas passagens de Jesus. >> Nossa, professor, eh, estudar com o senhor é diferenciado, viu? Eu já tinha ouvido essa lição, mas olha, essa essa interpretação nunca passou pela minha cabeça. >> A gente vai aprendendo devagarinho. Eu também tô aqui aprendendo, não é? os espíritos me ajudam a compreender as lições, interpretá-las de maneira mais adequada e trazer que eu também, né, já li essas lições várias vezes e a gente quando tá estudando vai pensando, vai vendo, olha que casa é essa que, né, que Jesus fala, senão a nossa corporificação no processo reencarnatório? >> Nossa, muito bom, muito bom. O pessoal ainda tá meio pensativo, mas tem um uma comentário do do Franco, que ele colocou logo que o senhor já tava falando da primeira do da árvore, né, do fruto da árvore. >> Ele colocou assim: "Somos avaliados continuamente por aqui e por lá". O ideal seria ter consciência de nossas atitudes, nos policiarmos. O ideal mesmo é a gente lembrar, Franco, que Jesus diz que a gente deve vigiar e orar. A vigilância é a atenção que nós devemos ter para conosco mesmo, atentos ao que nós pensamos, sentimos e fazemos. Se a gente tiver
gente lembrar, Franco, que Jesus diz que a gente deve vigiar e orar. A vigilância é a atenção que nós devemos ter para conosco mesmo, atentos ao que nós pensamos, sentimos e fazemos. Se a gente tiver atenção com a vigilância, com as nossas atitudes, com os nossos pensamentos, com os nossos sentimentos, a gente estará nos policiando, né, se quiser dizer, usar essa palavra. E aí estará pedindo a Deus força e coragem para a gente pensar, sentir e agir de maneira adequada. É isso mesmo. Você tem que ter a razão. E a Kelb aqui, professor, ela colocou assim, ó. Tenho muita dificuldade na interpretação destes desses textos. É assim mesmo, Kelbia, porque a interpretação dos ensinamentos de Jesus depende da nossa capacidade que é desenvolvível pelo exercício, pelo esforço, pela meditação, não é? de pensar nas lições de Jesus como espírito. Veja bem, quando a gente diz assim, quando o quando a gente lê essa frase, quando o espírito impuro sai do homem, atravessa lugares áridos, procurando repouso e não encontra. Que espírito impuro? A gente vai pensar que é um outro espírito, que o homem e o espírito são duas pessoas diferentes. E não é verdade. O homem é um espírito que tá ali encarnado. Então, quando o espírito, não é impuro, sai do homem, sai do homem que é impuro, que age de maneira inadequada, que age prejudicando o semelhante, prejudicando a si mesmo. Então, esse espírito impuro, ao sair do homem, ora, para sair do homem é preciso que o corpo morra, porque ele deixa de ser homem para ser um espírito, tá certo? E aí ele diz: "Sai do homem e procura repouso e não encontra". Por que que não encontra? Porque o espírito tá com dramas de consciência porque ele é impuro. Ninguém que tá com problemas conscienciais pode encontrar repouso, pode ficar tranquilo, porque a consciência não nos deixa tranquilo, certo? Então diz quem diz o espírito que saiu do homem. Voltarei para minha casa de onde sair? Da onde ele saiu? Do homem. Então ele tá dizendo o quê? Que vai voltar a ser homem de volta. Então vai
o, certo? Então diz quem diz o espírito que saiu do homem. Voltarei para minha casa de onde sair? Da onde ele saiu? Do homem. Então ele tá dizendo o quê? Que vai voltar a ser homem de volta. Então vai nascer de novo, vai reencarnar. E após vir, encontra a casa desocupada, porque é um corpo novo, varrida e adornada, porque um corpo zero bala, um corpo bonitinho, feitinho, com tudo perfeito, porque o nosso corpo que a gente herda de Deus na nossa encarnação, quase sempre é um corpo beleza, não é? Quantas encarnações a gente já teve com o nosso corpinho perfeito e a gente usou de maneira inadequada. Então, encontra a casa varrida e ornada. quer dizer, encontra um corpinho limpo, puro, perfeito. Só que se ele tá atormentado, porque ele não encontrou repouso, ele traz consigo outros sete espíritos piores do que ele. Isto é, ele, se ele não se regenerou e não buscou uma mudança de comportamento no mundo espiritual, ele nasce com todas as impurezas dele de volta. Então, age de uma maneira pior até, tá certo? Então torna-se esse último, o estado daquele homem pior do que o primeiro. Assim será também para essa geração má que vive múltiplas encarnações e não muda de comportamento. Quantas encarnações a gente tem tido repetindo erros do passado. A gente vê essas histórias nos romances espíritas, não é? Tem muitos romances espíritas que contam a trajetória de grupos espirituais fazendo maldades uns pelos outros. Veja, por exemplo, o livro Renúncia, não é? O psicografado pelo Chico Xavier e ditado pelo espírito Emanuel, não é? A gente vai ver o o homem, não é? personagem importante que a o espírito auxil nasce para ajudá-lo, repetindo erros do passado. É, o livro é um exemplo claro dessa reincidência através de uma encarnação perfeita, agindo ainda batendo na mesma tecla do mal, do prejuízo, da ação desequilibrada, porque tem como valores, não os valores do espírito, mas os valores do mundo material, do poder, da importância do dinheiro, né? E isso nos ajuda a desencaminhar dos
prejuízo, da ação desequilibrada, porque tem como valores, não os valores do espírito, mas os valores do mundo material, do poder, da importância do dinheiro, né? E isso nos ajuda a desencaminhar dos objetivos espirituais. Então, à medida que a gente vai fazendo o esforço de se espiritualizar, a gente vai deixando de permitir que os interesses materiais predominem nossas escolhas. A gente vai fazendo as escolhas espirituais. E aqui, professora Maria Marquor colocou assim, perguntou: "Professor, por que os evangelistas quando falam do mestre coloca Jesus como filho do homem, não filho de Deus?" >> Jesus usava para se identificar três coisas: filho do homem, o filho de Deus, tá certo? E como o nosso guia e modelo, como o nosso guia vem após mim, aquele que vi após mim, que aquele que quiser me seguir. Então Jesus se coloca como modelo para nós. Aqui, por exemplo, veja nessa lição, ele diz aqui, eis aqui alguém maior do que Salomão. Eis aqui alguém maior do que Jonas. Tem outras passagens que Jesus diz assim: "Moisés falava de mim, eu sou anterior a Abraão, Isaque e Jacó." Então, Jesus fala sobre ele como um espírito que já tem a experiência da perfeição, da angelitude, tá certo? Mas ele não quer deixar de mostrar para nós que ele encarnado é um homem como qualquer um de nós. Por isso filho do homem que está sujeito aos desafios da vida material e precisa vencê-la com seu poder, com a sua decisão, com a sua coragem de espírito angelical e de espíritos que todos nós devemos buscar ser. Então Jesus se usa para se identificar conosco como filho do homem. Ele quando fala sobre sobre ele mesmo como filho do homem, ele está dizendo que ele não é diferente de nós e que nós podemos, como ele também fazer muito mais do que o que ele fez, porque a gente é capaz. Basta procurar a perfeição. Essa é a ideia. Não é? Você vê que nessa lição do Jonas, ele mesmo, na versículo 12, ele pois assim como Jonas esteve no ventre do grande peixe, três dias e três noites, assim estará o filho do homem no
sa é a ideia. Não é? Você vê que nessa lição do Jonas, ele mesmo, na versículo 12, ele pois assim como Jonas esteve no ventre do grande peixe, três dias e três noites, assim estará o filho do homem no coração da terra três dias e três noites. Não é os discípulos que o chama assim, é ele que se identifica como filho do homem para dizer que todos nós estamos sujeitos às coisas da vida material. Então ele como filho do homem morreria e o seu corpo seria colocado numa cova, numa como era costume na época. Então ele era filho do homem, ele era como nós. Ele tinha um corpo de carne osso como nós. É essa a ideia, o significado. Mas ele diz como espírito, eu sou maior do que Jonas e sou maior do que Salomão. Na mesma lição, ele se identifica como espírito e como o filho do homem. É muito bonito. Jesus de tá falando para nós da realidade espiritual, que apesar de nós sermos filhos do homem, nós somos espíritos também e somos filhos de Deus. É, professor, né, que às vezes só dá uma pausa para esse campamentar, eu entro e já tá terminando o raciocínio. Pode ficar junto conosco, fica junto comigo. >> Não, o senhor explicando. >> Tem nada disso. Você é tão importante quanto eu aqui. >> E a Kelba colocou assim: "Sou muito litoral nessas informações. É como se Jesus passasse mensagens em código. >> É, até a gente pensar como espírito, a gente fica pensando como homem. E a linguagem de Jesus é um código, porque ele não tá falando da vida material, ele tá falando do mundo espiritual para nós. >> Nada, >> elusa a simbologia, né? Não é, mas é assim mesmo, né, Ronald? Quando a gente conta uma história paraa pessoa, a história tem um tem uma moral por trás, né? A história é uma metáfora, é um símbolo. A história do corvo e da raposa é um símbolo, é uma metáfora. Que que ela tá falando para nós? tá falando sobre a vaidade, sobre a sedução, que a história do corvo e da raposa fala sobre a sedução e sobre a vaidade, os as nossas falhas. >> Depois você vai contar essa história para nós, professor. É,
lando sobre a vaidade, sobre a sedução, que a história do corvo e da raposa fala sobre a sedução e sobre a vaidade, os as nossas falhas. >> Depois você vai contar essa história para nós, professor. É, >> pois é claro, essa história é uma fábula. Hoje a gente não lê muitas fábulas, fábulas de zopo, né? Tem várias fábulas que a gente estudava na língua portuguesa como histórias, mas que tinham um significado espiritual, um significado humano, chamando atenção paraas virtudes e para, não é, aquilo que a gente precisava desenvolver na gente. É esse o objetivo das histórias. Todas as histórias têm um fundo moral. E aqui os ensinamentos de Jesus tem uma revelação espiritual. Então a gente tem que pensar como espírito para entender. >> Ainda bem que o senhor tá aqui para nos para interpretar para nós, porque com o senhor fica mais fácil, né? Sen fala vamos juntos que fica mais fácil, sozinha é mais difícil. É porque eu tenho 60 anos de aprendizado. >> Nós vamos nós vamos chegar lá, hein, professor. >> Todos nós chegamos. E a Rosâela colocou: "Eu não tinha interpretado dessa forma a casa como sendo um novo corpo." Interessante. >> É. >> E o óesso aqui da da família, hein, professor. Bem isso aqui. >> É o Nils. Nilson é o meu sobrinho e a Kelb é a esposa dele. >> Ah, ele já começou pedindo a bênção, ó. Entendo que o mundo >> é Deus que nos abençoa, viu Nilson? Abençoa nós todos. Entendo que o mundo como conhecemos está acabando. Percebo que muitas crianças estão mais despertas e amorosas muito à nossa frente. Isso já é um reflexo da preparação para o novo mundo. >> Com certeza é um reflexo, não é uma realidade, porque uma transição planetária gasta várias gerações. Unilos. Nós vamos ver isso com os netos, bisnetos, tetranetos, né? Eu vou desencarnar, vou ficar uns alguns anos no mundo espiritual, vou nascer de novo e claro, tô com esse aprendizado todo aqui, já vou aproveitar melhor minha próxima encarnação também, porque já tô me preparando para isso. A gente vai melhorando devagarinho.
tual, vou nascer de novo e claro, tô com esse aprendizado todo aqui, já vou aproveitar melhor minha próxima encarnação também, porque já tô me preparando para isso. A gente vai melhorando devagarinho. Leia outra vez a última resposta. que o espírito, os espíritos dão paraa última pergunta do livro dos espíritos. Tá bem explicadinho isso lá. Então, é a última pergunta de O livro dos Espíritos, né? >> É, nós já discutimos ela aqui, >> depois a gente vai procurar lá também. E aqui é uma pergunta aqui de casa, hein, professor. Professor, por que ainda está tão forte em nós? O bem que quero fazer não faço. Já o mal quando, né, que não quero, quando vejo, já fiz. Porque a vontade do bem ainda é tão frágil. >> Porque nós estamos despertando pros valores espirituais agora. Por isso, Ana, nós somos espíritos que tivemos preparação no mundo espiritual, né, em função da última encarnação que a gente teve, não é, pra gente aproveitar essa encarnação. Então essa encarnação a gente nasceu e acabou esbarrando com a realidade espiritual através da doutrina espírita e estamos tentando incorporar nas nossas atitudes humanas o nosso comportamento espiritual melhor. Então isso é um aprendizado. Como a gente tá aprendendo, é claro que o passado ainda é forte dentro da gente e a gente tem que mudar de comportamento. Toda mudança de comportamento leva tempo. É um aprendizado que leva tempo. Por isso que Deus bondosamente nos oferece as múltiplas encarnações. Porque a gente não progride numa encarnação só. A gente progride usando várias encarnações. Daqui 10 encarnações, a gente fazendo o bem, como a gente tá tentando fazer, a gente já vai est muito melhor. 10 encarnação, mais 1000 anos. Pensa no Emanuel do a 2000 anos e pensa no Emanuel. Hoje passaram 20 séculos e ele nesses 20 séculos teve várias encarnações e foi aprimor aprimorando a atitude dele. Então ele é um espírito que já tá engajado no bem. Nós estamos nos engajando no bem. Uma vez você deu uma palestra aqui no Guarujemos milhares de encarnações. Aquilo lá me
aprimorando a atitude dele. Então ele é um espírito que já tá engajado no bem. Nós estamos nos engajando no bem. Uma vez você deu uma palestra aqui no Guarujemos milhares de encarnações. Aquilo lá me assustou um pouquinho. >> Mas nós somos espíritos imortais. >> É que >> quantas encarnações você acha que você já teve desde o homem de Neandertal? >> Você foi Neandertal? >> Eu também. Todos nós fomos. >> Umas 300, >> umas 3.000, 4.000. É porque a gente a gente a gente pensa ainda no tempo como encarnado, né, professor? Então fica mais difícil. >> Nós já tivemos milhares de encarnações e vamos ter ainda muitas. >> Ainda bem que o senhor falou milhares, não, milhões, né? >> Não, milhares >> não. Pela frente. Pela frente >> não. Nós vamos, a gente não sabe muito, mas veja bem, 10.000 1000 anos são muitas encarnações, são de 50 a 100 encarnações. É, fez uma conta, mais ou menos a cada 300 anos a gente tem uma encarnação. >> 100, 200 anos. A gente passa 100 anos aqui, 100 anos no mundo espiritual. 100 anos aqui, 100 anos no mundo espiritual, tá certo? Então, cada 200 anos a tá repetindo o processo, tá? OK. >> Vamos aprendendo, né? >> Então, 10.000 1000 dividido por 200 dá quanto? Ó, >> professor, nessa hora, deixa eu ver fazer pegar. Dá 500 >> 50 dá 50 encarnações. >> É, chutei. Tô mal, tô mal de matemática. >> Professor, o Francalo ajudou nós aqui, ó. Questão 1019 de livre dos espíritos é uma injeção de ânimo >> e é mesmo. Ela é consoladora. E o Benedito colocou aqui: "Boa noite a todos. O significado de três dias e três noites serão nossas provas e expiações ou estou equivocado?" A gente pode interpretar esse período de várias maneiras, não é? Do mesmo jeito que a gente interpreta aqui, olha, né? que o espírito imundo impuro saiu do homem, atravessa lugares áridos, procurando repouso e não encontra. Quanto tempo gasta? Depende. Cada um tem uma história. Às vezes gasta 100 anos, 200 anos, às vezes gasta 20 anos, 10 anos, depende da história de cada um. Então, esses três dias e três
e não encontra. Quanto tempo gasta? Depende. Cada um tem uma história. Às vezes gasta 100 anos, 200 anos, às vezes gasta 20 anos, 10 anos, depende da história de cada um. Então, esses três dias e três noites, na verdade, representam na a rigor a nossa mudança de homem para espírito, porque a gente gasta algum alguns dias para poder se libertar da influência do corpo físico no fenômeno da morte. E depois tem que reacostumar com o mundo espiritual sem o corpo físico durante algum tempo. Tem espírito que leva um, 2, 3 anos para se adaptar à realidade espiritual. Tem outros que se adaptam em menos de um mês. Se vocês lerem o livro Voltei do irmão Jacó, vocês vão ver que ele em um mês ele se adapta ao mundo espiritual. Se vocês lerem A vida continua do André Luiz, vocês vão ver que os espíritos que estão ali na na narrativa do livro gastaram algumas alguns meses para poder se descobrirem espíritos no mundo espiritual. Então essa é a história de cada um de nós. Representa o período. >> Esses três dias e três não. Então é o período que nós vamos permanecer, professor. >> É, mas não tome o dia como o dia, porque isso varia de pessoa para pessoa. Pode ser 3 meses, pode ser 3 anos. O, a palavra dia não tem um significado de 24 horas. A palavra dia tem um significado de período. Você acha que o Jonas ficou na barriga do peixe três dias e três noites vivo? Isso é impossível. >> Ah, >> não é porque o suco digestivo do peixe mataria o Jonas. Então isso é uma metáfora e a gente não pode entender o pedaleto, tem que entender como uma metáfora, uma comparação. E ele dentro do peixe, quando a gente lê a história do Jonas, dentro do peixe, ele se arrepende de ter fugido da missão que o Senhor tinha pedido para ele e ora a Deus pedindo a chance de continuar. E aí então o peixe vomita ele na terra e ele então vai para Nínive cumprir a tarefa que o Senhor tinha pedido para ele de chamar a atenção das pessoas pro mundo espiritual. Cumprir a tarefa de profeta. é simbólico. >> Ô professor, eh, aproveitando esses
i para Nínive cumprir a tarefa que o Senhor tinha pedido para ele de chamar a atenção das pessoas pro mundo espiritual. Cumprir a tarefa de profeta. é simbólico. >> Ô professor, eh, aproveitando esses essas explicações todas, eh, no livro Paulo e Estevan, a gente tem a figura de Tarso, de Saulo de Tarsum. >> E vira Paulo, né? >> Sim. E ele numa encarnação se modificou completamente. Eh, ele já ele já tinha eh podemos dizer que ele já tinha no seu espírito já essa essa questão >> na sua história espiritual. Ele já era um espírito decidido. Você veja que mesmo perseguindo os cristãos, ele fazia isso a serviço de Deus. da crença num Deus único que ele tinha. Ele só não compreendeu as lições de Jesus. Quando ele percebe com a presença de Jesus que há uma realidade nova, ele não modifica o comportamento, ele redireciona o comportamento. Com a mesma energia que ele defendia as ideias de um Deus único, as tradições da Torá, da tradição hebraica, ele começa a defender os lições. Ele estuda as deções de Jesus, compreende e defende aquele aquela aquela nova maneira de pensar com a sua própria vida. Tanto é que ele morre fazendo isso em consequência das ações. Então, era um espírito decidido que já tinha progressos espirituais em outras existências. >> É, não, não dá pra gente se comparar com ele, não, né? Cada um tem sua história. Para que comparar a história da gente com a dos outros? >> É com nós mesmo. >> É conosco mesmo. Eu não me comparo com ninguém. Não falei: "Ah, quero ser igual Paulo de Tarto, quero ser igual o Emanuo, quero ser igual André Luiz. Eu não quero ser igual a ninguém. Eu quero ser eu mesmo melhor, >> melhor do que ontem. Isso, cada dia melhor. >> E o carioca New York, ele deve tá lá em Nova York. >> Isso. >> Uma vez ouvi que os espíritos mais primitivos reencarnam mais rápido que os espíritos mais evoluídos. Leva mais tempo entre reencarnações. Isso procede? >> Claro que sim. É lógico. Quer ver? Se você tem noção da realidade espiritual, quando você desencarna, vai pro mundo
e os espíritos mais evoluídos. Leva mais tempo entre reencarnações. Isso procede? >> Claro que sim. É lógico. Quer ver? Se você tem noção da realidade espiritual, quando você desencarna, vai pro mundo espiritual, você tem muito mais recurso de aproveitar o mundo espiritual que você sabe e acredita nele, do que aquele que morre sem saber que é espírito. Uma pessoa primitiva, morre, não sabe que é espírito ainda. Então o que que ele fica fazendo no mundo espiritual? Ele fica fazendo isso aqui, ó, procurando repouso e não encontra. O espírito impuro sai do homem, atravessa lugares áridos, procurando repouso e não encontra. Então, o que que ele faz? Ele nasce de novo, que é a melhor coisa para ele, nasce mais rapidamente do que um espírito bom, que pode fazer cursos, aprender coisas espirituais melhores, viajar, sair do planeta Terra, visitar outros planetas mais adiantado, aprender muito mais coisas e voltar mais sabido pra próxima encarnação. Então, em vez dele nascer logo, ele aprende muito no mundo espiritual e volta mais sabido. É assim mesmo. Tá certinho o que você ouviu? Não tá errado não. E o Franc, deve ser a mensagem de São Luís, né? >> Uhum. É a mensagem que tá lá no livro, na resposta da pergunta 1019, a última pergunta do livro dos espíritos. Legal. A Silvia Aparecida perguntou: "A história de Jonas não poderia ser entendido como ele desencarnado tendose ter se arrependido e numa nova encarnação ele volta e dá e cumpre a vontade do Senhor?" >> É, é possível. A gente pode também reinterpretar sim, porque ela é uma história, não é? Você não pode dizer assim: "Ah, o Jonas existiu mesmo do jeito que tá contado na Bíblia, tomar o pé ao pé da letra, foi engolido pelo pelo peixe, ficou na barriga dele três dias, três noites." Não é, não é bem assim a história. Pode pode representar isso sim. Mas o que é importante é que Jonas, como uma pessoa, como profeta que não atendeu a vontade do Senhor, quer dizer, utilizou do recurso da profecia, fugindo da sua responsabilidade, acaba
tar isso sim. Mas o que é importante é que Jonas, como uma pessoa, como profeta que não atendeu a vontade do Senhor, quer dizer, utilizou do recurso da profecia, fugindo da sua responsabilidade, acaba sendo sofrendo consequências disso e retorna ao Senhor agora querendo cumprir direitinho aquilo que ele podia cumprir. Não é possível. A gente pode interpretar assim também. Não, não é não é inválido, não. >> É a mesma coisa a nós, né, professor? Muito provavelmente a gente deve ter pedido para fazer >> para tentar acertar nessa, né? >> É, >> fazer aquilo que teríamos que fazer. Mas >> mas a gente não >> porque é uma mágica, né? Ele é lançado no mar, porque ele tava fugindo de barco, indo para outro lugar, não queria cumprir a tarefa que o Senhor tinha pedido para ele. Aí o Senhor aumenta os ventos e faz uma tempestade e os donos do barco ficam assustados e rezam pros deuses deles e não aplaca a tempestade. Aí eles reúnem todo mundo e faz todo mundo conversar, descobrir porque tava acontecendo aquilo. Aí o Jonas se revela aí. Então eles percebem que se eles julgarem o Jonas da do bar, o mar ia acalmar. E eles jogam e o mar acalma. É >> um sacrifício. >> Era por culpa de Jonas que não tava cumprindo a vontade do Senhor. Então é uma história. Aí o Jonas, né, julgou no mar, ele ia morrer afogado, né? Em vez disso, um peixe grandão, um grande peixe, tem livro que traduz, tem Bíblia que traduz pelo como a baleia. Mas a a a história é um grande peixe, um grande peixe engole ele e ele não morre, fica três dias e três noites na barriga. Como ele fica três dias e três noites na barriga do peixe, orando ao Senhor, pedindo força para ele cumprir a tarefa dele, que ele tava arrependido, a o grande peixe cospe ele na terra. É toda uma história. El não pode tomar o pé da letra. Ela tem um significado, para ela ter um significado espiritual pode ser exatamente isso, ter desencarnado, depois retornado ainda no trabalho como médium, porque o profeta era um médium para poder cumprir os
um significado, para ela ter um significado espiritual pode ser exatamente isso, ter desencarnado, depois retornado ainda no trabalho como médium, porque o profeta era um médium para poder cumprir os ensin a profecia que Deus tinha pedido para ele fazer. Muito bom. A Maria das Graças falou que chegou atrasada, mas chegou. Mas as todas as lives ficam salvas lá, tá? Maria das Graças. Isso. >> O carioca agradecendo pelas explicações e a MBS 269 também. Gratidão pela preciosidade dos ensinamentos. >> A preciosidade dos ensinos é de Jesus. Nós é que vamos adentrando devagarinho nas lições dele. >> E aqui, professor, não temos mais perguntas nem comentários. Já são 21:20, 22:27. >> Isso. Vamos agradecer a Deus. >> Hoje chegamos aos 86 telas simultâneas. Tem um agradecimento aqui da MS 269 por esta elucidação de hoje que nos revelou o mundo espiritual ali retratado. Já vemos que temos lido, lido e pouco aprendido. A Ângela de Florianópolis. >> Um abraço, Ângela. Tudo de bom para você. Um bom final de semana. A Deis também agradecendo. Gratidão pelo estudo. Gratidão pelos ensinamentos que nos traz a Maria Marquiori, a Helena que é aqui de Santos. Gratidão pelas lições preciosas. Boas semanas e boa Páscoa a todos. Então é isso, professor. Gratidão a Deus por estarmos aqui também. >> Gratidão Deus. Isso. Gratidão a todos vocês também que estão sempre aqui junto conosco. >> Exatamente. Eles que sem eles a gente não consegue ter esse bate-papo, essa interação, >> né? Tirar essas dúvidas todas, adquirir um pouquinho mais de conhecimento e a gente sabe que todas as lives ficam gravadas, né? Então, quem quiser ir lá pode fazer pergunta também que o professor >> pode >> responde. Nós temos esse e-mail, mas também dá para fazer lá pelos canais do YouTube, pelo Instagram. né? Então fiquem à vontade, professor, na medida do possível vai lá e responde prontamente. Então é isso, queremos agradecer a todos por essa noite, né, professor, tão iluminada, tão gostosa. >> E eu vou pedir pro senhor fazer a prece
sor, na medida do possível vai lá e responde prontamente. Então é isso, queremos agradecer a todos por essa noite, né, professor, tão iluminada, tão gostosa. >> E eu vou pedir pro senhor fazer a prece hoje. Pode fazer, professor? >> Nossa, claro, com muita alegria. >> Ah, tem, professor, chegou um comentário aqui, ó. Professor, podemos pensar que a a baleia seria quando temos um problema para resolver nós e nós nos engole também pode. Às vezes a gente é engolido pelos problemas. É verdade. É, a gente não pode deixar ficar engolido. A gente trata de pensar, achar solução e resolver. Pede a Deus. a gente faz como o Jonas lá dentro da barriga do problema, a gente pede a Deus força, coragem, entendimento e aí a gente acha o caminho da solução. >> Então, tá bom. Vamos lá então, professor. >> Amado Mestre Jesus, aqui estamos, Senhor, terminando o nosso estudo da noite. todos nós aqui unidos uns aos outros, nos abraçando como irmãos, como amigos que somos, como espíritos, que estamos fazendo o nosso esforço de aprendermos as tuas lições espirituais e colocá-las no nosso cotidiano da vida, no nosso pensamento, nos nossos sentimentos e nas nossas ações. Ajuda-nos, Senhor, a sermos árvores capazes de dar bons frutos. que possamos ter a coragem de seguirmos em frente, cultivando os valores do coração, procurando aprender, Senhor, que somos todos irmãos e humanidade, que devemos nos auxiliarmos uns aos outros através do nosso pensamento, do nosso sentimento, das nossas orações e dos nossos atos. como atitudes que devemos praticar, demonstrando, Senhor, pelas nossas ações que estamos caminhando contigo. Tu disseste para nós, Senhor, que era importante que todos nós acendêssemos a nossa luz e a colocássemos no candieiro para que todos pudessem se beneficiar dessa luz. Ajude-nos, Senhor, para que possamos ascender em nós que seja um palito de fósforo, que pode parecer sem importância durante o dia onde o sol ofusca a luz simples de um palito de fósforo. E na noite ainda obscura que vive a
que possamos ascender em nós que seja um palito de fósforo, que pode parecer sem importância durante o dia onde o sol ofusca a luz simples de um palito de fósforo. E na noite ainda obscura que vive a nossa humanidade, essa luzinha ganha um outro destaque porque representa um ponto de referência para aqueles que se encontram ainda na escuridão. Ajude-nos, Senhor, a mantermos o nosso fósforozinho aceso sempre. Dá-nos força, coragem, bom ânimo para que nós sigamos sempre em frente, trabalhando por um mundo melhor. Abençoe todos os nossos irmãos e humanidade do Senhor. Que assim seja. Então, bom fim de semana a todos. Muito obrigado por mais uma noite. Boa Páscoa, né? Celebrem família. E até a próxima sexta com o mundo dos espíritos, com o professor e com a Ana. Fiquem todos com Deus.
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