Missão dos Espíritas - Márcia Ramos- 29/02/2016

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 01/03/2016 (há 10 anos) 24:52 922 visualizações

Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (SEDE), no dia 29/02/2016 as 20hs, com o tema "Missão dos Espíritas", E.S.E. Cap. 20 – TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORAI, pelo orador Márcia Ramos. Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.org Facebook: https://www.facebook.com/mensageirosdaluztv

Transcrição

Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Boa noite, sejam muito bem-vindos. Nós estamos concluindo esse capítulo que é o 20º Os trabalhadores da Última Hora. E essa mensagem ela foi recebida, foi lida somente uma parte dela. Foi recebida pelo espírito Erasto, foi ditada pelo espírito Erasto em Paris. E o espírito Erasto, ele foi um dos discípulos de Kardec, desculpa, foi um dos discípulos de Paulo e assina juntamente com Kardec a codificação da doutrina espírita. É um espírito muito preparado e a gente observou a beleza dessa mensagem. E ele começa falando, e vamos voltar aqui, ele começa dizendo: "Novos apóstolos da crença revelada pela voz profética superiores, e de pregar o novo dogma da reencarnação." Então, aqui tem duas situações que a gente deve observar. Primeiro, ele está falando voz profética dos espíritos que trouxeram a codificação da doutrina espírita. Nós sabemos que a mediunidade não foi, embora a palavra mediunidade tenha sido e descrita por Allan Kardec, que essa conceituação, a palavra médium, mediunidade, foi Kardec um sentido mais lógico aos fenômenos mediúnicos, a ligação do plano físico com o plano espiritual. Mas a mediunidade não foi criada por Kardec. A mediunidade sempre existiu e a gente vai ver lá no Velho Testamento muitas e muitas eh situações que nos remetem às comunicações dos espíritos. Temos os profetas do Velho Testamento, temos o decálogo, que é a base de toda a justiça do mundo, trazida por Moisés, recebido mediúnicamente. Temos a revelação, o anjo revelando a Maria Santíssima. que ela seria a mãe do Messias. Temos a as informações trazidas por João Batista e todos os apóstolos que depois da passagem do mestre também realizaram grandes prodígios. E Jesus, o médium de Deus, que realizou o trabalho, é excepcional em todos os aspectos. o governador espiritual do planeta Terra, o espírito mais perfeito que já passou pela Terra, segundo a informação trazida na questão 625 do livro dos espíritos. E em todos os tempos a gente vai ver os

o governador espiritual do planeta Terra, o espírito mais perfeito que já passou pela Terra, segundo a informação trazida na questão 625 do livro dos espíritos. E em todos os tempos a gente vai ver os santos da Igreja Católica, e muitos se tornaram santos porque faziam o que eles chamavam de milagres. A doutrina espírita vai nos orientar que não existe milagre, porque milagre é feito sem causa. E todas as causas de curas que aconteceram e que acontece, existe uma causa porque é o tratamento realizado no perespírito. Então, todas essas informações da mediunidade, a gente sempre as teve e Kardecendo uma uma codificação, um método com relação a esse intercâmbio do do plano físico com o plano espiritual. E com detalhe no livro dos espíritos, que é o primeiro livro da codificação, com 1018 perguntas ou 1019. Então, é o livro, o código de todos os espíritas é o livro dos espíritos. Nesse livro dos espíritos, ele está falando, nessa sequência aqui, ele tá falando em dogma da reencarnação. E nós já aprendemos de sempre que a doutrina espírita não tem dogmas. E aí, então, como é que fica essa situação de dogma da reencarnação? Nós encontramos num livro do professor Herculano Pires, que foi um grande filósofo, eh, um literato, professor. A definição, a distinção, esse livro chama-se Agonia das Religiões e ele vai fazer a distinção entre o dogma religioso e o dogma. Vamos ver o que que ele fala. A palavra dogma é grega e seu sentido original é opinião. E mais paraa frente, o dogma religioso é de fé, princípio de fé que não pode ser contraditado, pois provém da revelação de Deus. Então esse é um dogma que não pode ser contraditado. Por exemplo, o dogma do céu e do inferno, que existem seitas, religiões que advogam, admitem, é dogma. Então isso aí não se discute, é dogma. E ele se tão racional que se não houver reencarnação não existe justiça, porque a desigualdade que existe de dentro de uma mesma casa, dentro de uma mesma família, é muito grande. Filhos que são muito diferentes uns dos

al que se não houver reencarnação não existe justiça, porque a desigualdade que existe de dentro de uma mesma casa, dentro de uma mesma família, é muito grande. Filhos que são muito diferentes uns dos outros, coletividades que são muito diferentes, países, a gente tá vendo a dificuldade de alguns milhares de pessoas para porque estão sem pátria, necessitando de um solo, necessitando de uma pátria e outros estão bem acomodados, tranquilos, felizes nos seus nos seus territórios. A gente vai ver, por exemplo, as pessoas na África e temos testemunho de tantos e tantos. Sabemos pelas informações da da imprensa a dificuldade que essas pessoas passam e outras que moram na Áustria, no Canadá, em países de primeiríssimo mundo, onde tudo funciona bem, onde não existe corrupção, na Noruega, na Finlândia, na Islândia, onde não existe corrupção, onde o o a o sistema de saúde funciona, o sistema de transporte funciona, a segurança funciona, a escola funciona, a educação funciona, tudo funciona. Então a gente imagina como é que pode haver uma diferença dessa. E essa diferença então está respondida pela reencarnação. E muitas vezes a gente não observa a problemática da reencarnação e ela existe dentro das nossas casas. É aquela situação de familiares que não se suportam, filhos que não suportam pais, mãe que não suporta filho, pai que não suporta filho. E a gente então vê como que pode acontecer uma situação dessa. É exatamente porque existe uma animosidade e às vezes até uma uma ogeriza mesmo com relação a esses espíritos que pela misericórdia divina reencarnaram na mesma família. É uma bênção, é uma oportunidade bendita estarem reencarnados na mesma família, mesmo com dificuldades. E a gente sabe que essas dificuldades, se houver a boa vontade, se houver a oração, o sentimento cristão, a boa ação dentro dos lares, essas situações vão se eh diluindo, vão se minimizando, porque a proposta de Deus para todas as criaturas é a harmonia, a serenidade, é o bem-estar, é a paz, é a saúde, é a felicidade plena.

os lares, essas situações vão se eh diluindo, vão se minimizando, porque a proposta de Deus para todas as criaturas é a harmonia, a serenidade, é o bem-estar, é a paz, é a saúde, é a felicidade plena. É para isso que nós fomos criados, para Por isso é que Kardec nos fala e tá inserido na própria, no própria tumba de Kardec aquele axioma que diz nascer, morrer, renascer, às vezes, evoluir sempre. Esta é a proposta de Deus para suas criaturas. E como é que nós vamos evoluir, evoluir? Evoluímos no convívio com as pessoas, evoluímos muitas vezes através das nossas dificuldades físicas, porque muitas vezes nós temos uma dificuldade física para dar um limite aos nossos desmandos. E aí, então a gente vem limitado porque sabemos que o diabetes vem para que limitemos a nossa alimentação, para que tenhamos as condições de disciplina maior na alimentação, nos horários. outras enfermidades, a pressão alta arterial, a gente sabe que tem que ser mais contido com relação à a paciência, a tolerância, para que não agrave essa situação. Então, nós sabemos disso. E aqui no texto do Evangelho vai falar a continuidade, tá falando sobre a missão dos espíritas. Aqui em Goiânia teve, desencarnou há poucos meses, uns seis meses por aí assim, o Militão, muitos conheceram o Militão aí nas repartições públicas. Já velhinho, amigo, nosso amigo, ele saía todos os dias de ônibus a pé, não sei como que ele andava, distribuindo mensagens edificantes nas repartições públicas. Quantas e quantas pessoas que naquele momento de de muito muito estress, de muita dificuldade, pegou uma mensagem do Militão falando sobre a paciência. Quantas vezes aconteceu isso nos últimos dias de vida dele, ele já estava aqui no solar colombino e companheiros nossos que iam visitá-lo, ele dizia assim: "A minha mãe já está aqui, meus parentes já estão aqui e eu não morro. Eu tô louco para ir e ainda não fui. Quer dizer, olha o preparo dessa pessoa com relação a passar para o plano espiritual, porque todas as pessoas têm muito medo de desencarnar,

o aqui e eu não morro. Eu tô louco para ir e ainda não fui. Quer dizer, olha o preparo dessa pessoa com relação a passar para o plano espiritual, porque todas as pessoas têm muito medo de desencarnar, tem muito medo de deixar o corpo físico. Eu conheci uma senhora, ela tinha 104 anos, ela dizia assim: "Mas eu tenho tanto medo de morrer". E a gente pensava assim, a única certeza que ela tem na vida é essa, né? viveu 104 anos e foi uma luta mesmo para essa senhora deixar o corpo físico. O Militão realizou esse trabalho de distribuir essas mensagens. E a dona Ivana do Amaral no livro A Luz do Consolador, ela conta histórias semelhantes a essa de três jovens que foram fazer um um uma atividade profissional e chegaram nesse local. Era um local assim de muita discórdia, de muita disputa, de muita animosidade, de questões assim muito pequenas e que viravam coisas muito grandes, de pequenas corrupções e eles todos três espíritas. E aí eles começaram também realizando os trabalhos de oração. Chegavam mais cedo fazer oração na no local que eles trabalhavam, colocavam as mensagens em cima da mesa para as pessoas começarem a ler. E essas pessoas começaram lendo essas mensagens, os amigos espirituais começaram ajudando e elas foram se transformando e no final eles realmente tiveram uma vitória muito grande que foi acalmar aquela situação dentro daquela daquela repartição. Quando nós viemos aqui pra Vila Brasília, na década de 70, nós tínhamos uma uma parte que era um apartamento e que morava sempre alguma pessoa para ficar cuidando do centro. E quando nós contratamos a dona Rosa, mas foi um problema seríssimo, porque as pessoas chegaram, falou assim: "Dona Rosa, mas você ficou louca, ela é fofoqueira, conversa demais da conta, vai tramar uma intriga aqui dentro que vocês não vão dar conta dessa mulher". Eu fale: "Ó, mas a gente não tem outra, vamos ficar com a dona Rosa mesmo, né?" E um ano, dois anos e o centro era bem miudinho nessa época. Ela sentava sempre na última cadeirinha lá e ficava sentada 1

fale: "Ó, mas a gente não tem outra, vamos ficar com a dona Rosa mesmo, né?" E um ano, dois anos e o centro era bem miudinho nessa época. Ela sentava sempre na última cadeirinha lá e ficava sentada 1 ano, 2 anos, 5 anos, muitos anos. A dona Rosa ficou aqui conosco. O dia que a dona Rosa veio nos dizer que ia embora, o marido tinha arrumado emprego no outro lugar, ela ia embora, todas as pessoas que estavam no centro naquela época lamentaram muito. Era outra pessoa, aquela pessoa prestativa, aquela pessoa solidária, aquela pessoa amiga. Quer dizer, a estava tinha faltado a oportunidade para dona Rosa ser diferente, mas ela ouviu tanto o evangelho e não é o detalhe de ouvir. Ela colocou em prática o que ela ouviu, porque tem uma história também que diz que tinha um que ouvia e o outro que falava. E quando eles encontraram no plano espiritual, o que falava tava numa situação bem mais a quem daquele que ouvia. E ele e ficou intrigado, falou: "Por que que você tá tão bem assim, sendo que eu que falava, eu não tô tão bem." ênfase, mas é porque eu coloquei em prática tudo que você falou. Quer dizer, de repente o que tá falando não tá colocando em prática não resolveu. O que tá lendo não tá colocando em prática. Então tem que colocar em prática aquilo que lê, aquilo que ouve para realmente dar um resultado. Foi nesse sentido que muitos escravos realizaram um grande trabalho de divulgação do cristianismo primitivo, porque aquelas servas, elas iam pentear o cabelo das suas senhoras e as mulheres com muita, muita dificuldade, maridos muito irracíveis, eh, com muita muito cerciada nas suas liberdades. Então, eram mulheres muito tristes, mulheres muito infelizes e essas servas começavam a pentear os cabelos e a dar banho nas suas senhoras e começou começaram a falar de Jesus. E muitas se tornaram cristãs exatamente porque sabia que aquela informação que era trazida por aquelas servas daquele Jesus que acalmava realmente as aflições, as tristezas das pessoas. Dentre essas servas existiu uma que se chamava Ana. E

porque sabia que aquela informação que era trazida por aquelas servas daquele Jesus que acalmava realmente as aflições, as tristezas das pessoas. Dentre essas servas existiu uma que se chamava Ana. E essa serva foi de uma importância fundamental na vida de uma de uma família muito nobre, muito ilustre, que é a vida do a família do senador Públo Lentlos. Quando a família do senador mudou-se de Roma para Palestina, logo eles contrataram essa serva e a filha do senador Flávia Lentúlia, ela tinha lepra. Imagina a filha de um senador com lepra. que problema complicadíssimo, né? Porque ele não ia deixar a menina lá no Vale dos Imunos, mas também não podia conviver em sociedade, não podia fazer nada, era muito complicado. E a Sérvia, então, cuidava da senhora e cuidava da menina. E quando a menina estava em grandes dores, aflições, muito sofrimento e por isso todos eram envolvidos naquele sofrimento, ela dizia para a senhora, no caso a Lívia, né, a grande Lívia, que daqui a pouquinho o Júnior vai cantar as músicas dela com o senador, ela falava pra senhora que tinha um mestre, o mestre de Nazaré, que poderia trazer ao bem-estar, a cura para aquela menina. Assim começou o primeiro contato, o primeiro momento que levou o senador a se encontrar com Jesus na calada da noite. Porque a Lívia dizia assim: "Mas ele, uma pessoa tão importante, jamais ele irá se encontrar com esse Nazareno, porque ele não pode descer da sua condição de senador do Império Romano, grande império romano, para encontrar com o senador." Mas aí num determinado momento que a menina estava muito mal, prestes ao desencarne, ela, o pai dela diz assim, o senador diz assim: "Minha filha, eh, escolha o que você quiser e eu farei tudo que você quiser". E ela disse: "Ah, papai, a única coisa que eu gostaria é que o Senhor fosse ao Nazareno, ao mestre Nazareno, e pedisse a ele que me curasse." Um pedido de uma filha, naquela agonia, naquela aflição, ele realmente ele saiu e foi se encontrar com Jesus. Ele naquele momento

osse ao Nazareno, ao mestre Nazareno, e pedisse a ele que me curasse." Um pedido de uma filha, naquela agonia, naquela aflição, ele realmente ele saiu e foi se encontrar com Jesus. Ele naquele momento ele não teve a percepção, a grandeza da alma, a humildade para entender a mensagem de Jesus. as coisas pioraram bastante na vida dele. E o final, esse essa história está em um livro que se chama 2000 anos, do nosso querido Emanuel, pela psicografia do Chico. É uma obra prima da literatura espírita, merece ser lido, mas também para aqueles que têm mais dificuldade existe também a rádio Novela. pode comprar lá na federação e escutar a rádio novela, que é muito interessante. O livro sempre melhor. Mas aí então, eh, depois de todos os sofrimentos, de todas as dificuldades, a Lívia já havia retornado ao plano espiritual. Ela foi sacrificada no círculo romano e ele estava com a família, ele já cego. Ele se ficou cego exatamente naquele momento em que os romanos invadiram Jerusalém. destruíram a cidade de de Jerusalém, destruíram inclusive o templo de Jerusalém, que era a identificação do povo judeu. E naquele momento, então, o ele foi, ele ficou cego, eles cegaram, os próprios judeus o cegaram. Ele estava em Pompeia com a família, a filha também cega. A Ana, essa serva estava junto. E quando começam as o Vesúvio, o grande a erupção do Vesúvio, a Terra se abrindo, foi um uma tragédia eh muito grande registrada pela história universal. Naquele momento ele pede, ele vê, percebe que estava no fim mesmo. Ele pede a Ana para buscar a cruz, uma cruz que a Ana tinha, que tinha sido derdada da Lívia, que tinha sido derdada do Semeão. Ele pede para ela buscar a cruz e a Ana busca a cruz e naquele momento ela se ajoelha com a cruz na mão, começa a fazer a oração do Pai Nosso. Então esta serva, ela serviu de exemplo, ela acompanhou essa família, ela influenciou essa família de uma maneira tal que nós temos em encarnações subsequentes, Lívia no plano espiritual de alta luminosidade, mas nas

, ela serviu de exemplo, ela acompanhou essa família, ela influenciou essa família de uma maneira tal que nós temos em encarnações subsequentes, Lívia no plano espiritual de alta luminosidade, mas nas encarnações subsequentes, nós vamos ter em muitos momentos santo, que é considerado santo da igreja, que é exatamente o espírito que animou esses corpos, que é o espírito do senador Públulentros. E uma das últimas, não a última, mas numa das últimas roupagens dele, ele vem como padre Manuel da Nóbrega. Anteriormente ele veio como escravo e numa das últimas ele veio como padre Manuel da Nóbrega, aquele que trouxe o evangelho para o Brasil, catequisando índios, catequisando portugueses e todos que aqui estavam juntamente com José de Anchieta. a cidade de São Paulo, o pátio do colégio, o colégio e tudo isso, ele colocando sempre o nome de Paulo, porque tinha uma grande veneração pelo apóstolo da gentilidade. Hoje nós temos a beleza da da complementação da doutrina espírita. E ele, esse que estava lá nesse começo, que essa Ana chegou e falou sobre Jesus a primeira vez, esse é o mentor espiritual de toda a obra literária de Chico Xavier, nos trazendo tanto alento, tantas orientações tão preciosas. E nós temos essa esse privilégio mesmo de conhecermos essa doutrina que é tão consoladora. Mas missão dos espíritas, não basta rótulo. Espírita tem que ter atitude, tem que ter ação, porque espírita é uma maneira de viver. O espírita não vive de qualquer maneira. Ele vive mais para os livros, mais para a religião mesmo, mais para as orações. Foi nesse sentido que o Jacó, que é o Fred Figner, um dos diretores da Federação Espírita Brasileira, já desencarnado, quando ele escreve o livro Voltei, ele diz exatamente o assim: "O espiritismo fora para mim não só uma simples crença religiosa, era clima onde minha alma respirava. Então, doutrina espírita é onde nós, a nossa alma respira mesmo. E não basta a gente se designar espírita, a necessidade dessa transformação moral, de atender o outro, de ser gentil com o

a respirava. Então, doutrina espírita é onde nós, a nossa alma respira mesmo. E não basta a gente se designar espírita, a necessidade dessa transformação moral, de atender o outro, de ser gentil com o outro, de amar e perdoar o outro. E assim nós vamos aumentando o nosso circo de pessoas envolvidas no movimento espírita. A revista Época dessa semana traz em reportagem de capa a influência dos espíritas, a o nível intelectual dos espíritas e esses espíritas levando os espíritas do Brasil levando o evangelho para o exterior. Todas as casas de oração da Europa, dos Estados Unidos estão lotadas, assim como lotada estão as nossas casas de oração, todas elas estão lotadas. Nós tivemos oportunidade recente de participarmos de uma atividade de uma cidade que chama-se Leiria. É uma uma Leiria foi uma cidade onde viveu dona Isabel de Aragão e don Dinis, que a gente já falou sobre eles. É a rainha Santa de Portugal e Espanha e ele é o fundador da Universidade de Coimbra. falamos acho que há duas semanas atrás sobre eles. Essa cidade de Leiria é uma cidade onde eles moraram e eles fizeram grandes grandes benefícios. As instituições espíritas de lá são enormes. Eh, Portugal tem mais de 170 centos espíritas e essa casa que nós fomos, o auditório dela eh dá duas vezes o tamanho deste aqui. Estava lotado de portugueses. Então, é o Brasil realmente levando o evangelho para o exterior. E esse trabalho a gente deve muito a Chico Xavier. o grande missionário da humildade, do livro, do amor, da simplicidade. E o trabalho dele foi realizado exatamente juntamente com o espírito Emanuel, esse que lá há 2000 anos atrás não aceitou Jesus, onde essa serva dizia a ele a importância de Jesus, onde dizia alívia a importância de Jesus. E o tempo mostrou que realmente a serva estava certa, porque Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Muita paz. Que Jesus nos abençoe a todos.

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