MISSÃO DE MOISÉS - Ângela Colares [PALESTRA ESPÍRITA]
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Nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de [música] coração a paz dentro [música] de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Muito bom dia. Sejam tudo muito bem-vindas, muito bem-vindos à Com Espírito de Brasília. Saudo todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Saúdo aqui, vejo pelo chat já a Elisete desejando a todos nós bom dia. A Rosana, né, desejando bom dia aqui pr pra Ângela, para mim, para todos que estão aqui presencialmente. Inês Ribas, a Emiliana de Juazeiro do Norte no Ceará. E aí deixo o agradecimento aqui a Inês e a Emiliana que se tornaram membros aqui da comunhão no canal. É uma forma de tá ajudando a comunhão financeiramente, mas também indica pra plataforma, né, que o canal é de conteúdo de boa relevância e ajuda a fazer, né, eh, indicações, né? E então fica o convite para quem tá online, né? Se não for inscrito, se inscrever, ativar as notificações e deixar seu seu joinha, né? E aí a o vídeo ele também acaba sendo indicado para outras pessoas. Hoje estamos com a nossa irmã Ângela Colares, que vai trazer o tema Missão de Moisés. Para ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos e ficarmos mais presente aqui no momento da palestra, eu vou ler um capítulo do livro Agenda Cristã. que foi ditado pelo irmão André Luiz e recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 33. Sem tais armas.
s presente aqui no momento da palestra, eu vou ler um capítulo do livro Agenda Cristã. que foi ditado pelo irmão André Luiz e recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 33. Sem tais armas. Sem boas sem boas maneiras, você viverá desamparado da confiança dos outros. Sem fortaleza, succumbirá aos primeiros obstáculos do caminho. Sem fé positiva, vagueará sem rumo. Sem devotar-se ao bem, experimentará terrível endurecimento. Sem exemplos nobres, passará inutilmente pelo mundo. Sem trabalho digno, o tédio apodrecerá suas energias. Sem esforço próprio, jamais alcançarás as portas do alto. Sem esperança, suas notes terrestres serão mais escuras. Sem compreensão, dolorosa lhe será a jornada através das sombras. E sem espírito de renúncia você não educará a ninguém. Então, André Luiz faz aqui um paralelismo, né? entre diversas que ele chama aqui de armas, né? Armas da positivas, né? De da nossa luta interna, boas maneiras, nossa fortaleza íntima, fé positiva, devotar-se ao bem, exemplos nobres, um trabalho digno, esforço próprio, esperança, compreensão e por fim espírito de renúncia. Toda vez que a gente se afaste, né, dessas virtudes, desses desses exercícios, a gente também vai se desamparar, vai ficar eh com dificuldade. Então, após essa singela leitura, mas com um conteúdo que fica como lição e reflexão pra gente pensar depois da palestra sobre o nosso dia a dia, aproveitemos este momento em que acalmamos um pouco o nosso pensamento para fazer uma respiração profunda. e agradecer a nosso Pai por mais esta oportunidade deste dia que se inicia diante de nós. A natureza cheia de vida também se desperta e que possamos aqui reunidos pelo amor de Cristo também despertar em nosso íntimo o que é necessário para o nosso aprimoramento individual. que durante a palestra bênçãos caiam do alto diante de nós, em especial da nossa irmã Ângela, para que ela seja intuída em seus pensamentos e conduza a palestra que queremos ouvir. Que assim seja. Boa paz. Bom dia a todos.
bênçãos caiam do alto diante de nós, em especial da nossa irmã Ângela, para que ela seja intuída em seus pensamentos e conduza a palestra que queremos ouvir. Que assim seja. Boa paz. Bom dia a todos. Nós estamos reunidos aqui hoje para refletir sobre um tema. Os temas escolhidos, eles são livres, parcialmente livres, porque nós precisamos estar como seres humanos, andantes e caminhantes nessa terra, sempre buscar conexão com o alto, usar de forma útil o nosso tempo para receber as boas intuições, os bons as boas mensagens. E para isso eu gosto de me de estar atenta durante as leituras ou as conversas ou as reuniões. E muito me saiu durante os últimos dias, até os meses, esse mês, as figuras de destaque, as pessoas que vieram ao planeta, as que vêm ao planeta ainda, eh, para nos servir de exemplos, para que a gente tenha neles uma mensagem, extraia deles uma mensagem e uma prática de facilitar a nossa caminhada. E aí o Anderson escolheu a mensagem, as armas comisaris armas. E essas armas aí de que André Luiz fala através de Chico, são as melhores armas que nós podemos lançar mão para vencer as batalhas corretas, aquelas que estão destinadas a nós. E aí, como sempre muito bem intuído, é a mensagem traz as armas, destaca as virtudes que Moisés utilizou como um expoente do da humanidade. Não vou dizer nem do cristianismo, mas da humanidade. Outros tantos já tinham vindo, mas ele veio no momento crucial. É o que nos diz é aqui o o próprio André Luiz, porque não por acaso o livro também é psicografia de Chico, com as instruções e orientações de André Luiz. O livro é evolução em dois mundos e ele é didático para nos ensinar a viver aqui. Nos traz uma consequência de coisas, de fatos muito facilmente compreensíveis por nós, eh, sobre a nossa existência, como sobre como é que nós somos aquele princípio inteligente de Deus. E como nós, como princípio inteligentes, governamos e dirigimos um corpo físico estando no planeta. E aí vem Moisés muitos, muitos anos antes de Cristo, mas
somos aquele princípio inteligente de Deus. E como nós, como princípio inteligentes, governamos e dirigimos um corpo físico estando no planeta. E aí vem Moisés muitos, muitos anos antes de Cristo, mas com a missão principal de trazer a primeira revelação, que é o próprio, a própria chegada, o advento que viria 1200, 100 anos depois a chegada do próprio mestre para dividir a história da humanidade em duas, como nós nós já tratamos aqui em outros períodos. Então diz o os estudiosos dizem e diz diretamente André Luiz no livro que Moisés foi o missionário da primeira revelação. Não significa dizer que nós aquela época não tivéssemos a noção do Deus único, não tivéssemos já em nós a intuição ou a divulgação da existência do Deus único. Não é isso? Muitos outros eh missionários haviam estado aqui. Muitos chamados patriarcas haviam conduzido a a população sobre seus comandos, já direcionando para a existência do do Deus único, para essa irmandade que deveria chegar, para esta noção de que somos filhos da mesma origem do mesmo princípio, filhos do mesmo pai, criados da mesma forma, simples e ignorantes, como depois André eh André Luiz e tantos outros benfeitores nos alertam. Mas para Moisés a missão era diferente. Moisés nasceu escravo. E é um pouco estranho pensar isso, porque antes dele nós tivemos também missionários como José, que chegou a ser governador do Egito. Mas ainda tantos anos tinham se passado e nada havia mudado efetivamente na vida daquela daquele povo que já tinha esse conhecimento, esse sentimento de unicidade da criação. Muitos anos tinham se passado e nada tinha alterado. Já há 400 anos eles eram subjugados, eram escravizados e estavam escravos. Moisés nasceu escravo, teve que ser mantido escondido, porque a época a população havia aumentado tanto de hebreus que existia uma lei determinando o extermínio mesmo de dos meninos que nascessem, dos meninos hebreus que nascessem naquele período. Existia uma delimitação de tempo. A análise era do faraó e ele entendia
existia uma lei determinando o extermínio mesmo de dos meninos que nascessem, dos meninos hebreus que nascessem naquele período. Existia uma delimitação de tempo. A análise era do faraó e ele entendia orientado por aqueles que já sabiam que algo iria acontecer, que tínhamos uma um evento a caminho e existia essa determinação. teve que ser mantido escondido até ser colocado no rio de forma programada, na área onde a filha do faraó costumava passear ou, enfim, a eh estar ao ar livre para que ela o encontrasse. E como sempre temos visto aqui, nada na programação de Deus para nós, para o nosso planeta, para a nossa humanidade é por acaso. Tudo é bem direcionado. Ele veio num período de fragilização da administração, mas ainda com a realidade da escravidão daquele povo, que seria o povo preparado por mais muitos anos até a chegada de Jesus. Então, o retrocesso era inevitável, tínhamos que caminhar. E quando esse plano, esse planejamento é colocado em prática, Moisés é criado no palácio, tem contato com todas as práticas, com todas as a realidade, com todas as facilidades, com todas as benéces do palácio do faraó, mas nunca afastado da origem dos ensinamentos que já eram divulgados, que já eram conhecidos, por poucos, é verdade, mas já eram conhecidos, já eram estudados, até porque ele teve como ama a própria mãe que foi contratada para ser que foi chamada ao palácio para ser a não conhecido fato, mas era para ser a cuidadora, a ama de leite e etc. Então ele não perdeu em momento nenhum o contato. Ele fez a escolha, aquela escolha, aquela missão, aquele sentimento tava dentro dele já há muito. e não houve um único momento em que ele tenha vacilado e pensado em estar no palácio e pensado em não seguir o planejamento que ele não conhecia eh precisamente, mas que ele por sentimento e por intuição sabia. Tanto é que o fato que levou Moisés a se afastar do palácio foi grave a nossos olhos, como aos olhos da época, inclusive da legislação, né? foi grave. Ele atacou um soldado egípcio
por intuição sabia. Tanto é que o fato que levou Moisés a se afastar do palácio foi grave a nossos olhos, como aos olhos da época, inclusive da legislação, né? foi grave. Ele atacou um soldado egípcio que maltratava um hebreu. E esse soldado morreu e ele fugiu então da cidade, foi para o deserto e ficou muito tempo afastado. Então, novamente chamado a voltar para o lugar, a voltar para o contexto social onde ele tinha estado e agir diretamente para a libertação daquele povo que seria o povo de 40 anos no deserto com ele, com a companhia dele, com a direção dele, com a orientação dele, usando todas estas virtudes. diz de que a leitura inicial falou para guiar aquele povo. Nada, absolutamente nada por acaso, usando as armas certas para travar a batalha necessária. Eu gosto de pensar em tudo que viveram os benfeitores da humanidade, em tudo que nós ouvimos, em tudo que está no Evangelho, principalmente no Evangelho de Jesus, no Novo Testamento. Gosto de trazer todas essas todas essas informações, todos estes exemplos para a nossa realidade, porque nós travamos batalhas todos os dias. Nós temos a nossa missão. Não somos avatares da humanidade. Alguns de nós são no silêncio do da sua das suas tarefas, das suas atividades. Sim, são. Mas todos nós temos as nossas batalhas com os familiares, nos locais de trabalho, com os vizinhos, com a humanidade inteira, com as nossas vibrações para que a humanidade esteja erguida e esteja equilibrada. Então, sobre a missão de Moisés, o que nos fala André Luiz no livro Evolução em Dois Mundos? nos diz que ele nos reforça que ele foi o missionário da primeira revelação, que era anunciar em definitivo, claramente, publicamente, de forma expressiva a existência do Deus único. aquele princípio, aquela ideia, aqueles ensinamentos iniciais que já tinha o povo hebreu, que já tinham as tribos, até porque foram criadas pelos irmãos de Moisés, pelos irmãos de José, muito antes de Moisés. Então, já existia a ideia, o sentimento já existia, mas ele era muito
ovo hebreu, que já tinham as tribos, até porque foram criadas pelos irmãos de Moisés, pelos irmãos de José, muito antes de Moisés. Então, já existia a ideia, o sentimento já existia, mas ele era muito velado, até porque tudo que se opusesse às práticas egípcias eram eh proibida. Existia, por exemplo, concomitante a chegada de Moisés, ao nascimento, ao crescimento, enfim, a a passar dos anos da existência dele, existiam os chamados padres tebanos, que se dedicavam ao estudo da vida espiritual. Creiam eles a época que o espírito anima corpo para ações felizes ou infelizes. E eram chamados padres ou são chamados pelos historiadores padres, conhecidos com esse nome, mas não eram propriamente padres, porque nem existia ainda essa função como nós conhecemos hoje. E na verdade era uma legião romana. formada por egípcios e romanos e eram combatentes que depois foram dizimados. Por quê? A partir do momento que o estudo se eh se aprofundou e eles passaram a conhecer essa capacidade, essa individualidade do espírito, eles também tiveram conhecimento do Deus único, da criação única, da origem única de todos nós e passaram a renegar as práticas egípcias e romanas e por isso acabaram ao longo do tempo sendo exterminados. Mas esses estudos, esses núcleos de estudos, eles existiam por todas as regiões, mas isso era sempre muito concentrado, muito limitado para pessoas de posses ou para pessoas designadas pelos pelos reis, pelos faraós para o para o conhecimento oculto dessas chamadas verdades eh veladas Ainda com Moisés não seria isso. Seria trazer toda aquela quantidade enorme de pessoas, hebreus e egípcios que os seguiram também na saída, no êxodo, eh, na liberdade que foi concedida pelo faraó. E aí a gente nem vai entrar nos detalhes sobre as sobre como se procedeu isso, mas aconteceu. Eh, ele teria que conduzir todas aquelas pessoas e a missão dela é dele era aquela, trazer a divulgação, trazer esta ideia. Então, a grande mediunidade de Moisés aflorou ali a grande capacidade
teceu. Eh, ele teria que conduzir todas aquelas pessoas e a missão dela é dele era aquela, trazer a divulgação, trazer esta ideia. Então, a grande mediunidade de Moisés aflorou ali a grande capacidade dele, dizem os amigos espirituais e os estudiosos dos eventos cristãos, que Moisés foi o grande médium da nova era, da primeira revelação, do início da nova caminhada. quando ele recebeu os 10 mandamentos, as leis que deveriam orientar nossas atitudes. Também teve Moisés dito isso pelo próprio no no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos que a obra de Moisés é considerada o alicerce das leis civis da humanidade. verdade, porque o Antigo Testamento todo ele é um conjunto muito grande, todo é exagero nosso, claro, é uma uma colocação, mas ele reúne um número muito grande de princípios e determinações de comportamento que foram seguidas e existem hoje codificadas em diversas legislações civis. Isso é fato, é fácil da gente confirmar. Então, a justiça, com esse conceito que a gente tem, as leis civis com esse conceito que que nós conhecemos, muitos tiveram origem à época, no Antigo Testamento, com a com os estudos, com as colocações, com as determinações de Moisés. E Moisés tem um fala-se muito, se salvo engano, os cinco primeiros livros da do Antigo Testamento, Gênese até Deuteronômio, fala muito dos feitos de Moisés, fez muitas coisas que a gente nem vê divulgadas, nem ouve, nem se inteira a respeito, porque salta aos olhos, obviamente, a saída do do povo hebreu, do da do julgo do Egito e a travessia do deserto. Eu costumo dizer que este exemplo a gente deve pegar para a nossa caminhada, porque quem de nós aqui neste planeta não atravessa próprio deserto, não tem a os seus compromissos, não tem a missão de se conduzir, pelo menos de se conduzir pelos anos em que estamos aqui. E se esses anos não são bem conduzidos, se não observamos, se não temos contato, se não temos reflexão, se não somos tocados por esses preceitos, por essas condições, por esses ensinamentos, vamos ficar durante essa caminhada
em conduzidos, se não observamos, se não temos contato, se não temos reflexão, se não somos tocados por esses preceitos, por essas condições, por esses ensinamentos, vamos ficar durante essa caminhada caindo ora no fogo e hora na água. Porque vamos ficar em desequilíbrio. Eh, nasceu hebreu, escravo, viveu no palácio, cumpriu a tarefa que lhe cabia de tirar aquele povo do julgo egito, do julgo egípcio e seguir no deserto. Teve dificuldades, muitas, inúmeras, como qualquer um de nós encarnados as tem. deixou-se eh tocar por pela imperfeição também, porque todos nós estamos sujeito a isso. Quando vivemos a realidade deste planeta, quando estamos na nossa encarnação, quando est estamos animando este corpo físico que nos é dado. Então, nós estamos sujeitos, sim, aos sentimentos, às emoções, às imperfeições, mesmo aquelas que já tenhamos superado como espíritos. E Moisés, dizem os estudiosos, não teve a bênção de ver a terra prometida, de entrar nela, digamos melhor, de entrar nela porque entregou-se a ira. E na ira ele quebrou a tábua dos 10 mandamentos, a pedra onde ele tinha cunhado as leis divinas. as orientações para nosso bem viver. Por quê? Porque diante das dificuldades e limitações do povo, não teve não teve a calma suficiente, o equilíbrio suficiente para lidar com a dureza das pessoas. E nós somos assim também. Nós queremos que a pessoa compreenda tudo que a gente fala, porque a gente acha que entende do que é melhor para a vida do outro. E aí nós queremos dar uma orientação, dar um um conselho e que aquela pessoa entenda perfeitamente e coloque em prática. Geralmente as pessoas mais próximas da gente, filhos então passam por isso em relação à gente. Mas aí Moisés tem destacadamente para o movimento espírita uma polêmica. com toda a bênção que esse ser teve, que esse irmão teve, com toda dedicação, todo o uso das virtudes que ele podia eh para conduzir-nos naquele período, ele teve uma questão que deixa um debate grande até hoje, que foi a proibição da comunicação
irmão teve, com toda dedicação, todo o uso das virtudes que ele podia eh para conduzir-nos naquele período, ele teve uma questão que deixa um debate grande até hoje, que foi a proibição da comunicação com os chamados por ele mortos. E isso foi lei. Ele está em na tá em Deuteronômio. Ele proíbe, abomina, como está escrito lá, a o intercâmbio com os mortos. E por que isso aconteceu? nos revela André Luiz no livro que houve uma programação para que ah fosse feito com o povo um estudo aprofundado da ingerência da individualidade do espírito. E então foi autorizado que eles selecionassem. Quando eu digo eles é a equipe de desencarnados, os benfeitores espirituais e encarnados, porque os trabalhos nunca são realizados sozinhos. Se Deus usa o homem para ajudar o homem, estando ele encarnado ou desencarnado. Esses dois, esses, essa equipe procura, procurou então uma forma de organizar essa, essa prática que era usar, escolheram uma pessoa, uma mulher que tivesse essa capacidade de receber as mensagens. uma média e transmitir. E essa prática começou a ser divulgada ali naquela caminhada, naquela viagem, naqueles 40 anos. acontece que como nós nas nossas limitações desvirtuamos um tanto quanto a programação de Deus para nós, as facilidades que ele quer nos colocar à disposição, nós divirtuamos isso também e aí começamos a usar de forma eh individual, né, com aquelas nossas expectativas. Eu quero isso. Eu quero saber se eu vou comprar aquele rebanho. Eu quero saber se eu vou constituir uma família, se eu a fulana vai ficar comigo, se o fulano isso, se eu vou receber um benefício aqui, outro ali, quando eu vou chegar em tal lugar, enfim, para as nossas necessidades pessoais normais, normalmente, no mais das vezes materiais, da nossa existência material, desvirtuaram as comunicações a ponto de desequilibrar a médium, chamada então de pitonisa, eh, com referência ali a alguns oráculos e etc, que já existiam na história precedente da humanidade. E a ela ficou desequilibrada e não conseguia mais eh fazer o que
édium, chamada então de pitonisa, eh, com referência ali a alguns oráculos e etc, que já existiam na história precedente da humanidade. E a ela ficou desequilibrada e não conseguia mais eh fazer o que deveria, traçar, e realizar a atividade que ela para a qual ela tinha sido convocada, treinada, orientada, intuída. E então essa capacidade foi eh reduzindo com o desequilíbrio dela a ponto de se encerrar essa tarefa. E quando Moisés percebeu o que tinha acontecido com esta atividade, com esta missão, é que ele então disse que não mais era permitido a comunicação com os mortos, disse ele que era abominável que nos comunicássemos com os mortos. Mas era verdade que ele precisava das leis civis duras da época para orientar aquela multidão, aqueles milhares que o estavam seguindo. E ele era o missionário. Então ele entendeu por bem do Não quero crer que foi de forma equivocada. Hoje, antes eu achava, eu confesso, eu pensava em Moisés e ficava, poxa, mas ele foi teve foi desequilibrado, ele poderia ter feito diferente, as coisas poderiam ter acontecido diferente. Não é verdade, porque nossa visão é muito limitada. Então, a partir do momento em que a gente vai se informando, se enteirando, que a gente vai se humanizando em relação às pessoas, a gente vai percebendo que todos nós tivemos muitas e temos muitas limitações. E com os missionários não é diferente. Eles também tm as limitações. Davi, na época em que comandou exércitos, extrapolou de sua condição, tornou-se beligerante demais e não foi dado a ele construir o templo que era para ter sido construído. Então, de todos os personagens que a gente chama de missionários, principalmente naquela época tão inóspita das reuniões das congregações eh civis, né, das tribos e etc, dos aglomerados de pessoas, vamos dizer assim, nem falemos de cidades e vilas e etc. As dificuldades eram grandes. Então, a missão de Moisés foi plenamente cumprida e restabelecida a comunicação. Há uma espécie de autorização dessa comunicação. E se prestarmos atenção com a orientação
As dificuldades eram grandes. Então, a missão de Moisés foi plenamente cumprida e restabelecida a comunicação. Há uma espécie de autorização dessa comunicação. E se prestarmos atenção com a orientação dos amigos espirituais, dos benfeitores, quando foi restabelecida essa autorização, quando ela se manifestou e como quando Jesus, na presença de alguns eh de seus seguidores, teve a conversa com ninguém menos que o próprio Moisés com o em espírito. Horas antes dele ser preso. Jesus estava orando, afastou-se dos discípulos, mas três discípulos presenciaram a conversa. Pode ir lá em Mateus, que ele relata isso muito bem. E ele diz que eles compreenderam, tá lá no evangelho dele, eles compreenderam que Jesus estava falando de Moisés, que Jesus estava falando que João Batista tinha sido Elias, então ele já estava falando de reencarnação, de sobrevivência do espírito. E a autorização da comunicação foi trazida por nada menos do que o próprio Moisés. em espírito, falando com Cristo na presença dos encarnados. Estava então restabelecida a nossa autorização, vamos dizer assim, publicamente restabelecida, como público, como pública era a missão de Moisés, como era trazer a a conhecimento daqueles milhares de pessoas e não mais nos grupos fechados de estudos. a individualidade do espírito, a nossa existência, a nossa sobrevivência, a nossa eternidade e a nossa origem única. Então essa, na verdade, o assunto da missão de Moisés interessa a milhões de seres, desde aquela época até hoje. É para todos nós. se hoje podemos conversar a respeito, se se hoje temos sistematizado, se hoje temos amplamente divulgado, é porque em algum momento isto veio a público e foi com Moisés que veio a público. E hoje a gente vai para casa um pouco mais tranquilos, eu acho, né? pensando que temos as nossas missões, os nossos desertos, mas vamos escolher as armas certas, como bem orientou André Luiz através de Chico Xavier. Muito obrigada a todos. Obrigado também a Ângela. Só um minutinho. Obrigado, Ângelo, pelas reflexões sobre
os, mas vamos escolher as armas certas, como bem orientou André Luiz através de Chico Xavier. Muito obrigada a todos. Obrigado também a Ângela. Só um minutinho. Obrigado, Ângelo, pelas reflexões sobre a sobre Moisés, né, sobre a missão dele. Acho que se a gente fizesse um seminário aqui ainda não seria suficiente, né, para abordar tanta coisa que podemos aprender, né? Eita! Agradecer também todos que estão aqui presencialmente na comunhão espírita de Brasília, aqueles também que nos acompanham pela internet, fica o nosso agradecimento nessa conexão que a gente faz, né? Eh, estando aqui ouvindo a palestra, acompanhando a palestrante e trocando essas energias do lado de cá e também do lado de lá. queria deixar o o registro, né, nesse nessa perspectiva de estudo, que nós estamos com a com as inscrições abertas na diretoria de estudos doutrinários para diversos estudos, né, aqui na comunhão, tanto presencialmente quanto de forma online. As aulas começarão no dia 23 de fevereiro. Mais informações é só entrar no site da comunhão. pelo que eu vi na as inscrições poros cursos online, eh, encerram nessa semana e também, né, tem aqui o o convite que tá sendo acontecerá, né, uma peça teatral musical chamado Chico Xavier, o anjo das Escrituras Iluminadas. Acontecerá no Teatro Nacional Rodrigo Santoro na sala Martins Pena. Na sexta, dia 13 de março, às 20 horas e sábado, dia 14 e domingo 15 de março, teremos uma matinê às 16 e depois outra sessão às 20 horas. Também mais informações no site da comunhão. Os ingressos estão sendo vendidos na plataforma do Simpla. Volto a agradecer então a companhia de todos aqui presencialmente e virtualmente, em especial da nossa irmã Ângela. E nesse sentimento de agradecimento, agradecemos ao alto por estar junto de nós neste momento em que parece que os mundos se aproximam, onde ficamos mais próximos daqueles que não conseguimos enxergar com os olhos da carne, mas que velam por nós, que torcem por nós, que se esforçam no seu dia a dia, nas suas obrigações,
se aproximam, onde ficamos mais próximos daqueles que não conseguimos enxergar com os olhos da carne, mas que velam por nós, que torcem por nós, que se esforçam no seu dia a dia, nas suas obrigações, por nos ajudarmos a encontrarmos o nosso próprio caminho, que possamos sair daqui então fortalecidos e, por que não multiplicarmos, distribuirmos todas essas bênçãos recebidas para todos aqueles que encontrar nos dias de hoje e nos dias posteriores, porque o maior desejo de nosso pai é que amemos uns aos outros. E Jesus deixou uma das suas últimas lições enquanto encarnado de que seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem. que possamos ter uma ótima semana, uma ótima terça-feira e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida [música] e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.
Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário [música] para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo [música] o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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