MEUS FILHOS SOFREM - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/03/2026 (há 3 semanas) 45:15 881 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando [música] a ti. Obrigado. A comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília. Saudo aqueles que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham já aqui ao vivo e depois que assistirão, né, posteriormente gravado. Eu vejo aqui a Maria Pereira dizendo que ama suas palestras, né? tá aqui na expectativa. Riba Martins, Ananda Ferreira, Liliane Carolina, Líia Braga, desejando abençoado dia, né, para todos os nossos irmãos e irmãos de caminhada. Então pode deixar suas mensagens aí no chat. Fico convite para não esquecer de deixar o joinha e compartilhar, porque é uma forma de mostrar pra plataforma, né, que o conteúdo ele é relevante. Não sei se eu dou boa vindas pra Bárbara, não, porque ela vem falar do título aqui, meus filhos sofrem, né? >> Quem quer ver o filho sofrer, né? Mas vamos ver o que que a nossa irmã Bárbara tem para nos dizer com esse título, né? Meus filhos só. Mas para ajudar a gente acalmar nossos pensamentos, né? né, nessa correria do dia a dia que é comum para todos nós, a gente sempre faz uma leitura inicial e eu trouxe, né, esse livro Conselhos Úteis, a autoria de Hilda Pereira Magalhães, recebida pela Médio do Alonso, né? Eu particularmente sou apaixonado por esse livro. Todo mundo que eu tenho a oportunidade de presentear, eu vou e dou de presente esse livro. E eu gosto sempre de frisar que é são conselhos maternais, né? Porque a Yda Magalhães fora a mãe da Ida Alonso, então a gente vê um um tom

rtunidade de presentear, eu vou e dou de presente esse livro. E eu gosto sempre de frisar que é são conselhos maternais, né? Porque a Yda Magalhães fora a mãe da Ida Alonso, então a gente vê um um tom maternal. Então na nossa aflição, no nosso dia a dia, a gente tá ali querendo às vezes um uma mensagem, né? A gente faz uma uma oração singela, simples, abre ao acaso e muitas eh coisas boas podem eh surgir, né, pra gente orientar. E aqui eu voltei a abrir o acaso. A gente sabe que o acaso não existe, né? Vamos lá, mãe. Modelo no lar. Nunca te esqueças de que a posição que ocupas no lar é aquela a de garantir o equilíbrio e a paz de toda a família. dos teus gestos, de tuas atitudes, irão depender os destinos de muitos que te observam e te elegem como exemplo para as suas decisões. Há muitas atenções voltadas para ti, para as tuas reações, para as tuas palavras, aguardando através delas os sinais da experiência e do conhecimento que deves possuir pelos anos vividos e as atividades desenvolvidas. Cumpre que não os decepciones, que mantenhas o especial conceito em que vida ou indevidamente te colocaram. És um representante dos poderes divinos que a ti foram conferidos pela bondade do criador. Procura usá-los com sabedoria, bom senso e justiça. Que nunca te falte a assistência espiritual superior em todos os momentos e circunstâncias da tua vida. aqui, né? Eu falei de conselhos maternais, ela vem falar da do papel da mãe, né? E aí a gente veio de domingo um dia especial de comemoração para pras mulheres, vem a Bárbara falar agora do sobre os filhos, né? E aí vamos ver como toda essas peças do quebra-cabeça se encaixam. E após essa breve leitura que volto a frisar, tenho objetivo de acalmar nossos pensamentos, estarmos aqui presentes, porque a palestra ela começa muito antes da gente aqui chegar. E aí fica assim nosso agradecimento a toda a espiritualidade que faz esse trabalho de nos conduzir, de nos acompanhar para este momento de uma reflexão íntima que acontece por meio da palestra.

hegar. E aí fica assim nosso agradecimento a toda a espiritualidade que faz esse trabalho de nos conduzir, de nos acompanhar para este momento de uma reflexão íntima que acontece por meio da palestra. Pedimos as bênçãos do alto neste momento. renova as nossas energias, retirando qualquer resquício de pensamento negativo, qualquer conexão infeliz que possamos ter realizado, que possa ser o momento de regogizo, de refrigério para nós enquanto espírito. Nesse sentimento de agradecimento e de pedidos, um pedido especial para amparar a nossa irmã Bárbara, para que ela seja intuída em seus pensamentos e palavras para transmitir a mensagem que vem do alto. Que assim seja. >> Boa pal. >> Bom dia a todos. Fomos beneficiados aqui em Brasília de receber essa manhã tão bonita, né, que o sol aparece. Essa nossa cidade aqui no mesmo dia acontecem as quatro estações do ano, né? Aí ontem já tava um dia mais friozinho, mais fechado, agora já abriu. Legal. Para começar uma sexta-feira tá bom, né? Para dar uma vitalizada. Eh, falar do título da da palestra, Anderson, eu não acho que é não é difícil não, porque no mundo de provas e expiações não há quem não sofra. Então, se você acha que o seu filho não sofre, eu já venho dar a notícia de que você está equivocada, porque nós viemos a um mundo físico para vivenciar desafios que despertam a nossa inteligência. Então, esses desafios, por serem desafios, nos causam desconfortos. E o sofrimento é justamente a essa reação dolorosa, né, que a gente tem aos desconfortos. Então, por isso a proposta da reflexão, porque é inevitável, a dor é inevitável, né? Mas nós sentirmos a dor e batalharmos por lidar com ela, a gente aprendeu. Quando a gente vê os nossos filhos passando por isso, o nosso instinto de conservação e a nossa natureza de amar nos leva a querer evitar essa dor dos nossos filhos ou cessar de imediato. E não é possível. Às vezes a gente até consegue ter uma ação imediata, uma intervenção que resolve, mas eh muitas vezes não é possível porque ele precisa vivenciar o

ssos filhos ou cessar de imediato. E não é possível. Às vezes a gente até consegue ter uma ação imediata, uma intervenção que resolve, mas eh muitas vezes não é possível porque ele precisa vivenciar o próprio desafio. E é sobre isso que nós vamos falar. Há um rapaz que em vida física passou por uma série de experiências de abandono, abandonos da família, abandonos de amigos, de de parceiras afetivas, parceiros afetivos, seja lá eh qual a experiência afetiva que ele tenha. eh, passou por traições e tudo isso foi acumulando nele uma série uma série de frustrações e ele foi tentando lidar com a situação, enfrentava, seguia em frente, vivia, mas com a continuidade desse dessa emoção, né, desse sentimento do abandono, da dor, ele foi cada vez alimentando mais pensamentos pessimistas E com o tempo, com esses pensamentos pessimistas, ele foi se distanciando mais da esperança, da fé, foi se enxergando como vítima e sentindo um abandono da própria vida, né, do próprio divino. e começou a perder sentido pela vida, já que ele não conseguia desfrutar dos desejos que ele tinha de não vivenciar a experiência do abandono. com o tempo, logicamente envolvido numa atmosfera fluídica de baixa frequência e já muito densa, já que ele permeou muito tempo nesses pensamentos pessimistas, numa dor profunda, achando que a vida terminaria aqui, foi lá, interrompeu a vida física através do ato de suicídio e ao perceber que a vida continuava, se desesperou ainda mais. Porque o ato do suicídio é uma das atitudes que se a gente tiver não tem como desfazer, não tem como reparar este erro de imediato. A gente vai ter que vivenciar as consequências para reparar lá na frente quando nos for dada a oportunidade de valorizar a vida. Com isso, o espírito em perturbação ainda, logicamente, né? O espírito que tira a vida física já está nesse estado de perturbação. Se encontra então sintonizado com energias de baixa frequência e olha ao redor, enxerga irmãos também em perturbação e começa a vivenciar os as sensações

da física já está nesse estado de perturbação. Se encontra então sintonizado com energias de baixa frequência e olha ao redor, enxerga irmãos também em perturbação e começa a vivenciar os as sensações da morte do corpo físico por ainda estar vinculado a essa morte. E com o tempo o seu sofrimento agrava, aumenta. Ele vai seguindo as estradas da dor, a dor da do pior e do maior abandono que ele vivenciou, que foi o autoabandono, né? o próprio abandono a si mesmo. E com os anos e o passar dessa estrada, a dor foi tão profunda, tão profunda, que ele cansou, ele cansou de lutar contra aquilo, ele cansou de tentar interpretar, ele cansou de tirar conclusões e repetir as mesmas atitudes. E num raio de pensamento em que ele reconhece que ele não sabe lidar com a situação e que ele precisa de ajuda, ele eleva seu pensamento, abrindo espaço paraa sintonia com os espíritos elevados que chegam em seu socorro. levam esse irmão pro plano espiritual, acolhem ele, curam ele e levam ele para estradas de estudo e trabalho, onde ele vai ressignificar a visão da vida, o sentido de viver, vai se restabelecer enquanto espírito e reequilibrar seu ânimo até que um dia a espiritualidade diz: "Meu irmão, chega a hora novamente de uma nova reencarnação, um novo desafio para que você continue evoluindo e para que você tenha oportunidade da reparação. Esse irmão, já envolvido em outra atmosfera fluídica, consciente do verdadeiro valor da vida e do que é a verdadeira vida, se motiva a reencarnar porque quer crescer, quer se libertar das amarras, da ignorância e mudar a sua conduta. Junto a isso, uma moça passa a vida dedicando seus esforços à conquista dos seus desejos e de degrau em degrau ela consegue alcançá-los com muito esforço, com muita dedicação. Ela vai subindo os degraus dos seus desejos, conquistando aquilo que ela planejou. Com isso, ela tem um equívoco de interpretação. Ela acha que esses sucessos são somente méritos dela. E ela começa assim alimentar o próprio ego, se colocando acima dos outros irmãos,

ue ela planejou. Com isso, ela tem um equívoco de interpretação. Ela acha que esses sucessos são somente méritos dela. E ela começa assim alimentar o próprio ego, se colocando acima dos outros irmãos, dirigindo a palavra em reduzir o outro, em humilhar, em colerizar, em desrespeitar. Com o tempo, cada vez mais ela acredita ser mais inteligente, ser melhor que o outro. Alimentada pela vaidade, ela segue a vida. Um dia ela é levado ao desenlace e ao desencarnar se perceberá se percebe sintonizada com energias de baixa vibração. Porque a vaidade, o orgulho e o egoísmo não andam de mãos dadas com a lei de amor. Como ela está em baixa vibração, ao redor estão os irmãos também em perturbação. Com o orgulho e o egoísmo, ela conclui que aquilo não é justo e começa a alimentar o próprio desejo de fazer a justiça, se unindo a irmãos mal intencionados que vem ao mundo nos influenciar ao mal que nós nomeamos, classificamos como obsessores. com tempo, ela cada vez colhe mais o que planta e a dor vai se aprofundando, vai se ampliando até que ela não suporta mais e ela cansa. Nessa exaustão, ela tem um raio de pensamento e que se reconhece o próprio equívoco. E ela pede, clama por socorro, elevando sua vibração e abrindo espaço para que haja sintonia com a espiritualidade maior que vem em direção a ela paraa sua consolação. levam ela ao plano maior, orientam, explicam, ensinam, inserem ela em estudos para que ela ressignifique o real sentido da vida, os reais valores da vida, o que é a verdadeira vida. Ela começa a trabalhar no exercício do amor, no exercício de servir, até que chega o momento que a espiritualidade diz: "Minha irmã, chega a hora novamente de um outro desafio". E ela agora consciente, lúcida, sobre o objetivo da vida na Terra, se sente motivada a aceitar o convite, já que ela quer se libertar das amarras, da ignorância. Eu poderia contar 30 histórias aqui, 300 histórias aqui, que representa a oportunidade que nós temos de vir ao planeta Terra na vida física para

já que ela quer se libertar das amarras, da ignorância. Eu poderia contar 30 histórias aqui, 300 histórias aqui, que representa a oportunidade que nós temos de vir ao planeta Terra na vida física para adquirir novos aprendizados, mas tombamos no mau uso do livre arbítrio, representando a necessidade do retorno pra reparação. A, o irmão que tirou a própria vida desconfigurou o próprio perespírito. A irmã que utilizou da vaidade para fazer as suas escolhas, criou compromissos com outros irmãos que ela fez sofrer. Mas nós não temos só essas histórias. Nós temos a história daquela que veio com o objetivo de se desenvolver, de adquirir nova conduta, novas habilidades e assim fez. Utilizou da esperança e da fé nos momentos de dor, porque buscou ajuda, buscou o conhecimento que esclarece. E nos momentos de dor tinha a lucidez de que era uma travessia, de que ia passar e que tinha algo sendo proposto maior a ela. Ela se dedicou, ela se envolveu com a própria vida, utilizou dos recursos de ajuda para conseguir dar os passos que a vida lhe propôs. E quando ela chegou lá na frente, conquistando a sua missão, ela é levada ao desenlace, porque não tem mais motivo para ela estar aqui, já que ela cumpriu a missão. E ao desencarnar, diferente das outras histórias, ela se percebe no plano espiritual maior, elevado, já que a sua sintonia lá estava através das virtudes da humildade em reconhecer a necessidade de ajuda, a virtude da esperança e da fé em buscar recursos que lhe ajudasse a progredir. Ela vai pro plano espiritual, como já está eh harmonizada, é recebida por irmãos que que a amam. Ela passa pelo seu processo de refazimento, é inserida em estudos, em trabalhos de servir, até que a espiritualidade diz: "Minha irmã, chega a hora de voltar pra Terra novamente e vivenciar novos desafios. Porque a gente não vem paraa terra só para viver reparações. Na verdade, o objetivo da vida da Terra não é nem reparar, é aprender. Mas como a gente comete equívocos e fere a lei do amor, aí a gente busca pela reparação

vem paraa terra só para viver reparações. Na verdade, o objetivo da vida da Terra não é nem reparar, é aprender. Mas como a gente comete equívocos e fere a lei do amor, aí a gente busca pela reparação para ficar integrado a essa lei de amor. Porque quando a gente cai na consciência de que cometemos equívocos, cometemos desequilíbrios e harmonias, a própria natureza da lei de amor que está em nós busca por essa reparação. Trago essas histórias porque esses três espíritos, ao serem convidados a reencarnar passam por uma fase de arquitetura da próxima encarnação, onde a espiritualidade maior já habilitada e capacitada para arquitetar uma encarnação, fazendo cumprir a vontade de Deus nessas vidas, irá buscar os melhores recursos. para que a gente consiga vivenciar desafios de sucesso. Essas três personalidades precisarão de nova oportunidade de vir. Aquele que tirou a própria vida virá com configurações orgânicas imperfeitas, porque deixou registrado no seu perespírito a autoviolência, a violência física de um suicídio que imprime a autonegação, o autoabandono. Então, ao ir para a nova vida, seu perespírito marcado por essa atitude irá imprimir no corpo físico deficiências que ele precisará em vida física curar, tratar para reconstruir as células de seu perespírito. A irmã que caiu na vaidade e no orgulho precisará vir sentir a experiência da humildade através do não. E ela terá muitos insucessos em suas empreitadas para compreender que não é ela que decide, é Deus desenvolvendo a sua submissão à divindade e a sua humildade em aceitar as suas decisões. E a irmã que conquistou o êxito na vida anterior virá vivenciar novos desafios, que sim, sentirá dor, porque somente a dor nos causa o desconforto necessário para buscarmos recursos, para adotarmos uma nova conduta. Acontece que para que eles venham, alguém precisa recebê-los como pais. E quem são essas pessoas? Nós. Ontem éramos nós no plano espiritual, tendo a vida arquitetada. Hoje somos nós recebendo irmãos que tiveram também sua vida arquitetada.

ém precisa recebê-los como pais. E quem são essas pessoas? Nós. Ontem éramos nós no plano espiritual, tendo a vida arquitetada. Hoje somos nós recebendo irmãos que tiveram também sua vida arquitetada. Nós fomos selecionados a dedo pela espiritualidade nessa arquitetura para receber-los no papel de filhos. Portanto, temos o dever de servir, porque o papel dos pais é vivenciar o amor conforme as nossas condições. E ao vivenciarmos esse amor, ao vermos esse espírito em dor, é natural que queiramos cessar essa dor, que queiramos protegê-lo. É a natureza do amor. Por amarmos, nós queremos o bem a ele. Então, o nosso sentimento é natural em querer cessar a dor. Acontece que quando estamos frente à dorso filho, precisamos lembrar que antes dele ser meu filho, ele é filho de Deus. e que o fato dele ser meu filho nesta vida significa que as minhas características irão contribuir com as provocações educativas que este irmão precisa ter para alcançar a evolução que ele se propôs. O que significa que quando eu estiver com ele, vendo ele em dor, eu preciso ter a lucidez de que seja lá o que ele estiver vivenciando ou sentindo, é justo e é bom. Porque Deus ama muito mais do que eu, que sou imperfeita e ele é soberano. E se ele sabe o que está se passando e permite, é porque é justo e é bom. Então, quando eu estou de frente pra dor dos meus filhos, eu não devo me perguntar por quê? Por que ele sofre? Por que ele está passando por isso? Sabe por que eu não devo perguntar isso? Porque eu não vou conseguir responder. Por isso Deus não nos dá acesso às memórias da vida espiritual. Não é o caso saber o motivo que leva esse irmão a essa dor não vai solucionar. Se eu ficar tentando entender o porquê, é como se eu estivesse empurrando uma onda do mar para ela não vir. Já tentou empurrar uma onda do mar, uma onda grande ou do seu tamanho. Se você tentar, você vai ser violentado, porque é você ir contra a natureza da vida. Não tem como você ir contra a natureza. Por que não tem como você ir contra a

r, uma onda grande ou do seu tamanho. Se você tentar, você vai ser violentado, porque é você ir contra a natureza da vida. Não tem como você ir contra a natureza. Por que não tem como você ir contra a natureza? Porque a natureza é providência divina, é decisão de Deus, é o soberano, é o supremo, é o maior. Então, não adianta eu tentar ir contra a natureza da vida. O que eu preciso frente à dor dos meus filhos é perguntar como eu posso acolher e como eu posso direcionar de novo. como eu posso, não é como eu quero, porque eu sempre vou querer conforme o meu olhar, a maneira como eu interpreto, o meu senso de justiça. Só que, embora eu tenha já algumas inteligências conquistadas, alguns conhecimentos absorvidos, eu tenho muita ignorância ainda. Então eu não vou conseguir ter um olhar completo, integral e justo com a situação, porque eu não tô enxergando todo. Deus é quem tem esse olhar. Então, não é o que eu quero fazer para acolher, o que eu quero fazer para direcionar, é o que eu posso, o que está ao meu alcance. Poxa, mas o que eu posso fazer? Não cessa a dor do meu filho. Hum. Não cessar a dor do seu filho agora é justo e é bom. Quando for justo e bom cessar a dor do seu filho, vai acontecer através de você ou através de outros recursos, Deus proverá. Enquanto não é possível, eu posso então abandonar, já que Deus quer que sofra, deixa sofrer? Não, porque a proposta da dor é a evolução dos envolvidos. E a gente só vai adquirir novos conhecimentos e se desenvolver moralmente no exercício da cura, da solução, da resolução. É assim que a gente desenvolve a inteligência e adquire novas condutas. Meu filho sofre, sofre. E o seu sofrimento é justo e bom. O questionamento que precisamos fazer é se estamos honrando com o nosso papel de acolher e de direcionar conforme eu posso. Porque quando na arquitetura divina eu fui elegida para ser mãe, pai, tutor ou tutora desta criatura, é porque o que eu tenho de melhor é o que ela precisa. Com relação à dor, é uma vivência que precisa ser sentida.

a arquitetura divina eu fui elegida para ser mãe, pai, tutor ou tutora desta criatura, é porque o que eu tenho de melhor é o que ela precisa. Com relação à dor, é uma vivência que precisa ser sentida. Ela pode viver sozinha, agravando a dor. Ela pode ser mal direcionada, agravando a dor, ou ela pode ter a minha consolação com os melhores recursos que eu posso dar. Ela pode ter meu direcionamento com os melhores recursos que eu posso dar. Então, tomemos cuidado com esse olhar que a gente coloca, que a gente imprime na nossa vida de vítima. Meu filho é vítima, eu sou vítima, o outro é vítima. Nós somos amados pelo Pai, muito amados pelo Pai. A gente não consegue nem compreender esse amor, porque ainda é algo inalcançável. O mais próximo que a gente consegue chegar é o que Jesus fez por nós, por amor, mais próximo e a gente não chega lá. Nós somos muito amados. Nossos filhos são muito amados por Deus e eles vão receber tudo que for necessário para superação e vitória nessa trajetória espiritual que eles vieram para crescer. O que nós vamos fazer com isso? Vamos participar colaborando, construindo os degraus ou vamos fugir dessa partilha porque a gente não quer assistir a dor do filho. Então é melhor fingir que tá tudo bem, é melhor não dialogar sobre, é melhor gritar, é melhor falar: "Nem me conta o negócio dele, é melhor abandonar". Lembrando que nós somos um desses que eu contei a história. Todos nós estamos aqui o tempo todo sendo chamados para viver experiências que nos levam ao êxito da nossa evolução. no papel de pai, no papel de mãe, de tutor, de tutora, estamos sendo chamados a evoluir no exercício de contribuir com a evolução do nosso irmão. Então, vamos colocar o amor e a responsabilidade de mãos dadas, utilizando como recurso de colaboração, aceitando os nossos limites e se questionando continuamente como eu posso ajudar, porque eu sou uma mãe pequena, sou um pai pequeno, sou um doutor pequeno. O resto é com Deus. Bom dia a todos, um bom fim de semana e até nosso próximo encontro.

do continuamente como eu posso ajudar, porque eu sou uma mãe pequena, sou um pai pequeno, sou um doutor pequeno. O resto é com Deus. Bom dia a todos, um bom fim de semana e até nosso próximo encontro. Obrigada, Bárbara por essas reflexões, né, essa manhã de sexta-feira. Agradecer também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Saudo também todos que nos acompanham pela internet. Eh, mensagem aqui da Emiliana, né, dando bom dia, da Sônia, eh, agradecendo, né, a palestra da Bárbara, sempre bom ouvi-la, pedindo para você não perder esse seu jeito de transmitir o conteúdo doutrinário. Receba o fraternal um abraço. A Elivânia falando: "Conheço uma mãe que fazia tudo para não ver seu filho sofrer e ele tem agora 27 anos e ela não deixa ele nem sair de casa. Eh, eh, a Fátima falando que não tem filhos biológicos, mas os tem espiritualmente. Foi professora na área de humanos durante 32 anos, mas sempre me esforcei para considerá-los como enviados da providência divina, né? Vou quebrar um protocolo, mas me vem agora aqui a memória. Na quarta-feira, eh, eu fiz a palestra aqui e indiquei um dos filmes pra gente ver o filme do Soul da Disney, né? E o personagem principal, ele é professor, né? E que me marcou muito numa cena do filme aí, a fala da Fátima, que acho que vai ao encontro da palestra da Bárbara, que a gente às vezes minimiza o poder do professor, né, numa sala de aula. E aí a Fátima falando aqui, eu lembrei. E aí um dos um dos ex-alunos do personagem profissional falou assim: "Professor, às vezes a sua aula era a única razão para eu querer ir pra escola, né?" Então, a a Bárbara falou de filhos, né? como pais, mães, mas tutor e tutoras. E aí eu pediria licença para incluir também os professores, né? Esse papel que a gente que tem e nossas vidas. Mas voltando aqui, né? Volto a saudar todos aqui. Não dá, não vai dar para falar todos aqui no chat, mas sintam-se todos abraçados. Gostaria também de aproveitar o momento para convidar, né, a quem for possível.

o aqui, né? Volto a saudar todos aqui. Não dá, não vai dar para falar todos aqui no chat, mas sintam-se todos abraçados. Gostaria também de aproveitar o momento para convidar, né, a quem for possível. Eh, a partir de hoje, né, hoje e no final de semana nós estamos com uma peça teatral, Chico Xavier, o anjo das Escrituras Iluminadas, que vai acontecer no Teatro Nacional aqui em Brasília. Hoje às 20 horas e sábado e domingo duas sessões, matinê às 16 e depois às 20 horas novamente. Eh, quem tiver interesse no site da comunhão tem, né, o o link para pra compra. E aqui no Salão Bezerra de Menezes, no final aqui na saída tem o banner, né, que tem um QR code. As vendas são pela plataforma do Simple. Então volto a agradecer a presença de todos e todas, né? Sempre bom estarmos aqui conectados em energia e em especial a nossa irmã Bárbara pelas reflexões desta manhã. E nesse sentimento de gratidão e agradecimento, agradecemos ao alto. agradecer por este momento de estarmos aqui reunidos, refletindo sobre ensinamentos de Jesus, sobre essa doutrina consoladora que é o Espiritismo, que vem nos apresentar, que vem nos ampliar o nosso horizonte, trazendo a concepção de que somos imortais. de que toda a experiência existe um proveito e que acima de todos nós temos um pai de infinito amor, infinita misericórdia. que saibamos aceitar os seus desígnios, por mais difícil que possa ser num primeiro momento, que possamos internalizar que ninguém está órfão sobre a terra. Todos temos o mesmo pai. Assim, saímos daqui fortalecidos com as energias renovadas. Que vamos em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música]

s, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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