PEIDADE FILIAL - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Então, vamos falar de piedade filial, né? Um um tema que nos chama atenção na nossa relação com aqueles irmãos que aceitam o desafio de nos receber em vida física, né? Lembrando que quando nós estamos ainda no estado da erradicidade, antes de encarnarmos, é feito todo um planejamento encarnatório para virmos, onde a espiritualidade maior, cumprindo com com seus deveres, com a vontade de Deus, procura arquitetar toda a condição que esse mundo vai nos receber para que a gente consiga vivenciar o nosso nosso aprimoramento, a nossa evolução. Então, a gente precisa sempre lembrar do objetivo de estarmos em vida física, né, e do objetivo de espíritos terem que ter se unido de alguma forma para nos conceber, né? Então, a gente já parte do reconhecimento de que estamos aqui, porque através do livre arbítrio desses irmãos nos foi dada a oportunidade de vir. E o interessante, que é legal também da gente lembrar, é que quando é feito o planejamento encarnatório, decide-se o propósito da minha encarnação. Então, embora a gente tenha muita coisa para aprender sobre o amor, muito a aperfeiçoar, a nossa encarnação foca em temas específicos, em pontos que nós já estamos prontos para desenvolver. Então, quando eu venho na vida física, não me é programada uma uma experiência para que eu aprenda tudo. É programada a experiência que vai provocar em mim a inteligência moral que eu já estou preparada para desenvolver. E é intelectual naturalmente, né? Então, Deus conhece todas as virtudes que você já conquistou e todas as fragilidades que você possui. Ele conhece as suas tendências comportamentais, os seus vícios comportamentais, mas ele não conhece só você, porque ele não criou só você, ele criou todos os espíritos. Então ele também conhece as virtudes dos irmãos que nos receberão como mãe, os defeitos, as fragilidades, as tendências comportamentais, os vícios comportamentais. E Deus também conhece tudo isso daquele que nos receberá como pai. Então, Deus conhecendo você, conhecendo o seu pai, conhecendo a sua mãe na
as tendências comportamentais, os vícios comportamentais. E Deus também conhece tudo isso daquele que nos receberá como pai. Então, Deus conhecendo você, conhecendo o seu pai, conhecendo a sua mãe na totalidade, ainda assim decidiu que você viria no papel de filho, né? Por quê? Porque tanto as virtudes desses irmãos, quanto as fragilidades, as ignorâncias e os defeitos vão provocar em você sentimentos que vão impulsionar a inteligência que você veio desenvolver. Então, na arquitetura divina, tudo que meu pai e minha mãe possuem de elementos a oferecer, causando confortos sentimentais ou desconfortos sentimentais, possuem uma proposta educativa na minha vida. E aí, para que a gente continue entendendo então essa relação parental sobre a luz dos ensinamentos de Jesus, sobre a luz do Evangelho Segundo o Espiritismo, eu vou só trazer um conceito que Joana de Ângeles nos traz no livro Espelhos da Alma sobre o sentimento. Porque quando a gente fala da relação com pai e mãe e aí vem esse dever de honrar, vem muita coisa em nossa mente, porque é uma história relacional. E numa história relacional, sentimentos são produzidos em mim enquanto filho e neles enquanto pais. Então, não dá pra gente simplesmente aceitar, honrar sem compreender o processo, porque às vezes parece contraditório, já que meu pai e minha mãe falharam em determinadas frentes das suas responsabilidades ou mesmo não falhando, me causaram dor. Então, sempre quando vem o dever de honrar, vem junto o questionamento. Mas e se o meu pai? E se a minha mãe? Não foi o pai e a mãe que conquistaram essa honra? E aí a gente vai entender então nessa reflexão de hoje o que significa isso na realidade das nossas relações. Então Joana de Angeles diz assim: "O sentimento é um processo que atribui ao conteúdo um valor definido no sentido de aceitação ou rejeição. Ou seja, quando eu estou vivenciando uma experiência, quando tem um acontecimento, eu interpreto de uma forma que eu dou algum valor aqui e dentro desse valor que eu estou
do de aceitação ou rejeição. Ou seja, quando eu estou vivenciando uma experiência, quando tem um acontecimento, eu interpreto de uma forma que eu dou algum valor aqui e dentro desse valor que eu estou colocando no acontecimento, eu tenho uma aceitação ou eu tenho uma rejeição. É isso que ela está explicando sobre o sentimento. Por isso que eu e você, diante do mesmo acontecimento, teremos sentimentos diferentes, porque iremos colocar valores diferentes, valores compatíveis com as nossas crenças, com a nossa índole, os nossos conceitos sobre a vida, o nosso discernimento entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, a nossa história. E aí Joana ainda esclarece dizendo que o sentimento é então uma espécie de julgamento, porque para que eu aceite ou rejeite, eu estou colocando um valor e tirando uma conclusão, né? E aí ela explica que o sentimento é a evolução do amor. Porque nós fomos criados para ser o amor em ação. Isso significa perfeição. Isso que Jesus veio exemplificar, né? Ele veio demonstrar. Olha, isso é o seu futuro. Por isso que ele disse: "Eu sou a verdade, eu sou o caminho, eu sou a vida". Eu sou o exemplo do seu futuro, porque você foi criado para amar. Então, Joana eh nos explica assim, o amor em seu processo evolutivo que se abre e se exercita nas relações e a consciência, orientando e estabelecendo uma atitude frente às relações. Portanto, a relação filial é uma proposta intensa de vivenciarmos a experiência do sentimento através das provocações desse relacionamento. E esses sentimentos é que vão me provocar atitudes e buscando a minha evolução através do sentimento. vou renovando as minhas atitudes. Essa é a reforma íntima. Mas olha que interessante, Deus poderia ter nos enviado para nos relacionarmos uns com os outros sem a necessidade da da filiação ou da paternidade, né? A gente poderia vir mais pronto, de repente e ter todas as relações no mesmo lugar desse livre arbítrio, né? Em que, ah, eu quero estar próximo, eu não quero estar próximo, mas
ou da paternidade, né? A gente poderia vir mais pronto, de repente e ter todas as relações no mesmo lugar desse livre arbítrio, né? Em que, ah, eu quero estar próximo, eu não quero estar próximo, mas Deus criou a relação familiar. criando uma dependência relacional. Ele nos envia num corpo físico limitado, que não me permite fazer escolhas, não me permite agir. E eu sou subordinado e submisso a espíritos que estão adotando o papel de pai e mãe na minha vida. Lembrando, mesmo sabendo de todas as nossas virtudes e defeitos, cada um na sua particularidade, pai, mãe e filho, mesmo sabendo das tendências comportamentais que os pais possuem no processo educativo do filho, justamente porque nós tendemos a fugir do desafio. Porque o desafio causa desconforto. Mas essa relação de dependência que se cria entre pai, mãe e filho faz com que o sentimento dessa relação se reverbere durante toda a trajetória física. Então, por mais que nós tenhamos uma relação distante com o pai e mãe, o sentimento com relação a eles caminha com a gente até o último dia da nossa vida. Mesmo que eu tenha sido entregue para outra paternidade, mesmo que eu tenha sido abandonada, mesmo que eu desenvolva uma relação de amor com os pais adotivos, eu nunca vou deixar de sentir algo ao pensar naqueles que me conceberam, justamente Porque temos o dever de aprender com as relações. E aí quando a gente estuda o ensinamento de Jesus sobre honrar pai e mãe e aprofundamos o entendimento sobre a luz do Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 14, no item três, que fala da piedade filial, temos a seguinte frase: "Honrar o seu pai e sua mãe não é somente respeitá-los, é assisti-los na necessidade. cercá-los de solicitude. Aí a gente prossegue e mais à frente diz assim: "Certos pais é verdade, menusprezam seus deveres e não são para os filhos o que deveriam sê-lo, mas cabe a Deus puni-los e não aos seus filhos". Nós fomos ensinados por Jesus a termos indulgência no relacionamento, a termos benevolência no relacionamento. Portanto, qualquer
o que deveriam sê-lo, mas cabe a Deus puni-los e não aos seus filhos". Nós fomos ensinados por Jesus a termos indulgência no relacionamento, a termos benevolência no relacionamento. Portanto, qualquer relacionamento que a gente tenha vai provocar sentimentos. E lembrando, o sentimento é justamente o amor em nós amadurecendo, começa engatinhando e cada vez vai amadurecendo mais. Então, à medida que a gente aperfeiçoa, nós vamos ampliando a capacidade de amor, aprofundando o amor em atitudes. E aí a gente começa a entender a benevolência, que é o bem pelo bem, a caridade, que é servir pelo bem, o perdão, a indulgência. Portanto, quando nós somos orientados a honrar pai e mãe, Jesus não teve a ingenuidade de reforçar este mandamento de Moisés, achando que as nossas relações com pai e mãe são perfeitas e nos favorecem no que significa a satisfação dos meus desejos. Não, Jesus não não tinha essa ingenuidade. Ele sabe que as relações geram conflitos e geram facilidades também, geram favorecimentos, alegrias. Acontece que nós só vamos desenvolver a habilidade de amar permeando o amor em diversos cenários. Então, o primeiro cenário mais fácil de desenvolvermos o amor é na relação de barganha. Se você me promove sentimentos bons, se você cativa sentimentos bons em mim, eu tenho sentimentos bons para te oferecer. Então, não há mérito nesse sentimento bom, porque é uma relação de barganha, é ação e reação, é da nossa natureza. Então, se vocês observarem a história de vocês, as pessoas que vocês se afastaram, que vocês decidiram tirar da vida de vocês, são pessoas que em algum momento o esferiu. Percebem? Então, não é natural eu ter um sentimento bom para quem me provoca desconforto. O que Jesus veio nos ensinar é que a relação de amor não é uma barganha em que eu devolvo o que me deram, em que eu reajo ao que fizeram. A relação de amor é dar, é servir, é fazer pelo bem. E aí quando a gente vai estudando a eternidade da vida, nós compreendemos que fomos criados simples e ignorantes
m, em que eu reajo ao que fizeram. A relação de amor é dar, é servir, é fazer pelo bem. E aí quando a gente vai estudando a eternidade da vida, nós compreendemos que fomos criados simples e ignorantes para conquistar o conhecimento. A perfeição é uma conquista. Por isso ainda estamos aqui aprendendo, repetindo experiências, né? Estamos no processo de conquista. Então, quando Jesus nos chamou ao aperfeiçoamento, ele também não tinha ingenuidade de que através da palavra dele iríamos nos tornar perfeitos. De repente, ele veio nos motivar e nos ensinar a tirar o olho de julgamento do outro e voltar o olhar analítico para si para compreender porque eu sinto isso. Porque se o sentimento é o valor que eu coloco no que está acontecendo, o sentimento está falando sobre a minha maneira de enxergar. Então, o sentimento é meu maior aliado no processo de aperfeiçoamento. Porque tentando entender porque que eu sinto isso, eu busco a minha cura, eu busco o meu aperfeiçoamento e aí eu consigo fazer valer a relação. Então, os sentimentos que meu pai e minha mãe, nesse vínculo que se cria provocam em mim, estão me apresentando para mim mesma. Quando eu os culpo, quando eu coloco neles a responsabilidade da minha dor, eu estou terceirizando as minhas fragilidades. E é quando a gente tem que lembrar, se Jesus estivesse no meu lugar, ele não estaria sentindo o que eu tô sentindo, porque ele já tinha a maturidade moral para colocar os valores adequados na situação. e consegue compreender que o outro está fazendo é coerente com quem ele é. Se eu estou interagindo com uma criança de 5 anos, determinadas atitudes dela, eu vou compreender, eu vou aceitar e eu vou buscar a melhor forma de lidar. Agora, essa mesma atitude de uma pessoa de 20 anos, eu já vou negar, eu já vou agir diferente. Então Jesus, em sua sabedoria sabia aceitar as nossas ignoranças, aceitar a nossa idade moral. Mas nós não estamos aceitando as nossas idades morais. Nós estamos usando o outro como objeto de prazer. Você precisa me satisfazer. Eu
sabia aceitar as nossas ignoranças, aceitar a nossa idade moral. Mas nós não estamos aceitando as nossas idades morais. Nós estamos usando o outro como objeto de prazer. Você precisa me satisfazer. Eu esqueço que o outro é também um espírito que está em desenvolvimento nas conquistas dele. Ele veio vivenciar a existência dele e eu a minha. E na troca relacional, os nossos sentimentos vão provocando a nossa evolução. Então, não cabe eu dizer: "Mãe, faça a minha vontade, porque a minha mãe não é um objeto de satisfação dos meus prazeres." A minha mãe é um espírito que possui características e através da relação com as características dela, eu terei sentimentos e eu tenho que dar atenção aos meus sentimentos. Por que eu sinto isso? E na busca por respostas, eu desenvolvo a minha moralidade. Por isso é honrar, não é uma relação de barganha. é um convite ao desenvolvimento da habilidade de amar. O que o outro fez por mim foi o que ele conseguiu. Ele achou que estava certo. Muitos já se arrependeram porque com o processo evolutivo deles conseguem reconhecer hoje. Hum. Eu falhei lá atrás, mas tá tudo bem. Que bom que hoje você consegue reconhecer. significa que você cresceu. Não é pegar o reconhecimento e trazer como punição ou culpa, e sim aceitação de que a minha idade moral lá atrás não é a idade moral que eu tenho hoje. Então, como mãe, como pai, eu reconheço que se fosse hoje, eu faria diferente, mas não dá mais tempo. Já foi. E há os que ainda não reconhecem, não se arrependeram e tá tudo bem, porque eles estão no processo de desenvolvimento dele. E aí a gente acha que Deus nos abandonou, que Deus privilegia outros, porque colocou na minha vida irmãos que ainda não reconhecem, que ainda não me dão o que eu gostaria que dessem. E não é para dar, porque se fosse para dar, na lá no planejamento encarnatório, teriam escolhido o pai e a mãe que te daria o que você quer, como muitos aqui têm. Eu tô trazendo relação dos conflitos, mas muitos de nós t a oportunidade de ter um pai e uma
anejamento encarnatório, teriam escolhido o pai e a mãe que te daria o que você quer, como muitos aqui têm. Eu tô trazendo relação dos conflitos, mas muitos de nós t a oportunidade de ter um pai e uma mãe que preencheu suas necessidades. Isso não é privilégio. É porque o preenchimento dessas necessidades é que provocaria na pessoa sentimentos que iria impulsionar o seu amadurecimento. Então é cada um conforme as próprias necessidades. Eu não posso buscar para mim a relação familiar que o outro tem, porque as minhas necessidades são diferentes do outro. As provocações de sentimentos precisam ser diferentes. Então, parece que é um devaneio ou uma loucura pedir para amarmos aqueles que faltaram com a gente ou que nos feriram ou que ainda nos fere. Mas aí é que tá o significado do amor. Não é uma barganha. Não importa o que o outro fez ou está fazendo. Ele está sendo coerente com quem ele é ele está plantando e irá colher. Porque a reparação está na lei divina. A reparação está no na lei de progresso. Então, haverá um momento em que esses irmãos terão a oportunidade de reparar. Não cabe a mim ser o Deus da vida deles. Querer impor a minha justiça da minha forma. Aproveitemos o banquete que temos relação filial no exercício do amor, porque foi por isso que encarnamos para exercitar o amor. Então, aproveitemos, porque se nós negarmos o pai e a mãe, que são os vínculos mais fortes e mais enraizados em nossa vida, nós estamos negando o nosso progresso. Nós estamos negando o aprendizado de amar. Iremos desencarnar com a mesma idade moral que viemos, desperdiçando tantos anos de experiência e precisando repeti-las. E tá tudo bem. Deus nos dá a eternidade e o livre arbítrio, mas nós estamos buscando a felicidade. Nós estamos cansados de sofrer, estamos cansados de viver a mesma dor. Então, saibamos aproveitar esse banquete que temos hoje. E aproveitando o dia das mães, né, é enfatizo, né, coloco em especial a relação com a mãe, porque também não à toa, Deus criou o nosso processo de
ão, saibamos aproveitar esse banquete que temos hoje. E aproveitando o dia das mães, né, é enfatizo, né, coloco em especial a relação com a mãe, porque também não à toa, Deus criou o nosso processo de vinda através do processo gestacional que nos une organicamente com a mãe, per espírito com perespírito. E também não é a turma. É para que as nossas características se fundem, porque eu, filho, sou provocado para minha evolução e eu, mãe, também. Todas as características do meu filho também vieram me trazer sentimentos que como mãe eu vou ter minha evolução impulsionada. Então, muitas das vezes nós estamos lutando pelos nossos filhos muito mais por instinto do que pelo amor, por causa do vínculo orgânico que se criou. Eu não consigo não lutar por ele. Como mães, vamos refletir sobre. Porque de que adianta eu fazer criticando, reclamando ou jogando na cara como se eu estivesse apresentando a conta que ele me deve? Se o exercício é da benevolência, é do bem pelo bem, é do amor. Então, reflitamos até onde eu estou aproveitando esse instinto materno protetor para desenvolver a verdadeira habilidade de amar, fazer porque eu quero, fazer pelo bem. Mesmo que ele, filho, me abandone, mesmo que ele não tenha gratidão, mesmo que ele não tenha reconhecimento, eu amei. E aí sim faz sentido. Aí sai do devaneio e sai da loucura. A parte então que aqui no Evangelho diz: "Os filhos devem a seus pais pobres, mas também tanto quanto possam, as pequenas doçuras do superérfo, as amabilidades, os cuidados delicados que não são do interesse do que eles receberam. o pagamento de uma dívida sagrada. Só aí está a piedade filial aceita por Deus. E o que é a dívida sagrada? É o amor que nós devemos a nós mesmos. Porque cansados de sofrer, queremos ser felizes. E a felicidade é a recompensa do amor na prática. Então fica sendo essa reflexão e o chamado para que a gente ressignifique a relação com os nossos pais e com os nossos filhos, transformando uma relação de cobranças e expectativas em uma relação de
. Então fica sendo essa reflexão e o chamado para que a gente ressignifique a relação com os nossos pais e com os nossos filhos, transformando uma relação de cobranças e expectativas em uma relação de servir, de amar pelo amor. Muito obrigada. Yeah.
Vídeos relacionados
Bárbara Britto | A JORNADA DA CURA (EXPLORANDO O ESPIRITISMO)
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
Bárbara Britto | RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
AJUDA EDIFICANTE - Bárbara Britto [EXPLORANDO O ESPIRITISMO]
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
ENTENDENDO A DESPEDIDA - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
Bárbara Britto | O MUNDO ME TRANSFORMA (EXPLORANDO O ESPÍRITISMO)
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
MEUS FILHOS SOFREM - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
Bárbara Britto | AS PESSOAS NA MINHA VIDA: Os Desafios e Alegrias que cada relação nos proporciona
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Brito
FAMÍLIA E PARENTELA: LAÇOS DE AMOR E EVOLUÇÃO - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Regina Borges