MEDIUNIDADE E EMOÇÕES - GILDA COQUEIRO (AME-DF NA SAÚDE INTEGRAL)

Comunhão Espírita de Brasília 17/08/2025 (há 7 meses) 1:11:16 845 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Boa noite a todos aqueles aqui presentes no Salão Bezerra de Minezes da Comunhão Espírita de Brasília e aqueles que nos acompanham pelos canais da TV Comunhão. Nossa alegria de estarmos mais uma vez aqui numa edição da AMDF na Saúde Integral, que é um projeto já de muitos anos junto a essa casa tão abençoada que a Associação Médica Espírita do Distrito Federal tem em parceria. Então, a cada dois meses a gente traz sempre um tema para que nós possamos refletir. Então, é, a gente fica muito alegre de estar aqui mais uma vez. E hoje, especialmente nós vamos receber a nossa querida amiga, membro da AMDF, a psicóloga Gilda Coqueiro, que é expositora e trabalhadora também dessa casa, com um tema bastante intrigante e importante, que é a mediunidade e emoções, que são duas das nossas potencialidades, né, de capacidades que nós trazemos e como que a gente pode compatibilizar isso de qual é a relação entre as dois, as duas. Então, tenho certeza que vai ser uma uma exposição e uma reflexão muito produtiva para todos nós. Então, nesse instante, eu gostaria de convidá-los, aqueles que se sentirem à vontade, podem fechar os olhos para que a gente possa fazer a nossa prece inicial, lembrando a figura meiga e querida do nosso mestre Jesus, dos nossos mentores, benfeitores espirituais, em especial Dr. Bizé de Menezes. Lembramos sempre com carinho da Dra. Marlene Nobre, que fundou a Associação Médico Espírita do Brasil e Internacional e foi a pioneira em espalhar por todo o Brasil esse movimento que tem por objetivo unir a ciência, a espiritualidade nessa aliança tão importante entre ciência e religião, que é tão bem citado no Evangelho Segundo Espiritismo. E nós, nesse instante pedimos que as bênçãos do mais alto cheguem todos os corações para que possamos nesse instante

te entre ciência e religião, que é tão bem citado no Evangelho Segundo Espiritismo. E nós, nesse instante pedimos que as bênçãos do mais alto cheguem todos os corações para que possamos nesse instante apreender, refletir e trazer para a nossa vida, para o nosso cotidiano, a mensagem que necessitamos para bem conduzir a nossa vida. No momento tão crucial pelo qual o nosso planeta Terra passa, que é esse momento de transição planetária, que possamos, através dessa exposição agradecermos cada vez mais ao Deus, nosso pai criador pela oportunidade do conhecimento que liberta, por ter colocado em nós todas essas potencialidades para ajudar-nos na condução da nossa jornada na Terra. E que esses efluvios de paz, de harmonia, possa envolver a nossa querida amiga e expositora Gilda para que dessa forma todos nós, no mesmo coração, no mesmo sentimento, possamos transmitir a todos que estejam à nossa volta tudo aquilo que nós aprendermos. para que assim possamos construir no nosso mundo íntimo e no nosso mundo coletivo a paz que todos desejamos. S conosco, Senhor Jesus. Que assim seja. Graças a Deus. Então nós passamos então a palavra agora a Gilda Coqueiro. Boa noite mais uma vez. que todos possam se sentir confortável aqui na nossa casa. Aqueles que já frequentam aqui, bem sabe, né, que já estamos aqui amparados pelos espíritos amigos, não somente os benfeitores desta casa, mas os nossos mentores, né, de cada um de nós que nos acompanham, notadamente quando quando nós buscamos um pouquinho mais eh temas ou análise de temas sobre aquilo que diz respeito à nossa alma, né, a nossa alma imortal, estamos sempre em busca, né, de respostas ou de nutrição para as nossas almas. E é sempre muito bom quando o fazemos e os nossos mentores nos motivam muito a isso, estão sempre conosco também nesses momentos. Então, como Fabiola disse, né, o nosso tema hoje é mediunidade e as emoções, né, e falaremos inicialmente, né, sobre saúde integral, né, que é o projeto da Associação Médico Espírita, que tem

omentos. Então, como Fabiola disse, né, o nosso tema hoje é mediunidade e as emoções, né, e falaremos inicialmente, né, sobre saúde integral, né, que é o projeto da Associação Médico Espírita, que tem trazido eh vários temas eh sobre o guarda-chuva, né, dessa dessa premissa da saúde integral. Então, saúde integral, né, nós eh designamos como eh considerando o ser humano como um todo, né? Nós não somos somente um corpo físico, nem tão somente um corpo espiritual, como nós aprendemos no Espiritismo, mas nós somos seres, né, como a própria Organização Mundial de Saú da Saúde já divulgou. Somos seres biológicos, psicológicos, sociais também. espirituais. Então, dentro dessa visão holística acerca de saúde, o que é saúde, né? Muito mais do que a ausência de doença, como era muito antes, né, de a OMS estatuir eh essa questão de que somos seres biopsicossocial e estaremos gozando de saúde se estivermos em equilíbrio e harmonia nesses aspectos, né? Então, eh, somos muito mais do que isso e buscamos essa visão holística também para estender notadamente nessa questão espiritual, né, eh, independente de isso representar uma questão religiosa específica, nós estamos falando aqui sobre o ser imortal, né, aquele que vive em diversas instâncias eh da vida e também notadamente oriundo de um mundo espiritual e retornante para esse mesmo mundo espiritual. E estando aqui temporariamente passando por uma experiência ou várias experiências em direção ao objetivo único que diz respeito à saúde integral, né? O bem-estar de uma maneira mais amplificada, nós equilibrados em todas essas dimensões. Então, quando falamos de saúde integral, nós falamos do homem integral. Quem gosta muito de falar dessa expressão é Joana de Ângeles, a mentora. Eh, e ela tem um livro chamado O homem integral. Então, o homem integral é esse composto por por essas diversas dimensões da vida e vinculados a essas dimensões que funcionam em um regime de interdependência, nada isolado, né? Não somos só seres psicológicos, nem somente

l é esse composto por por essas diversas dimensões da vida e vinculados a essas dimensões que funcionam em um regime de interdependência, nada isolado, né? Não somos só seres psicológicos, nem somente seres sociais. Somos tudo ao mesmo tempo e precisamos articular todas essas nossas dimensões para que a gente possa então eh caminhar cada vez mais em direção à saúde integral, que também a Joana de Angângeles chama de plenitude, né, para a qual fomos criados. Estamos aqui nessa busca por por integrar essas dimensões, harmonizar essas dimensões para chegarmos, enfim, a uma situação de saúde integral que a gente pode representar, pode imaginar e simbolizar como a gente adquirindo uma conexão total com as aptidões do nosso pai maior, né? nós como um todo integrados com essa fonte divina, vivendo então um bem-estar de uma forma mais ampliada. Então, nessa questão, né, a da saúde integral, a gente fala de integração e equilíbrio e harmonia de todas as dimensões do ser humano. Joana fala também que eh a questão da saúde integral, ela deve ser uma meta e uma ambição de cada um de nós, né? devemos olhar para essas dimensões, eh, sob pena da de nós não conseguirmos alcançar a saúde em uma dimensão porque não tratamos a outra, né? Então, ela fala que nós temos como meta, né? Devemos perseguir essa meta da saúde integral, né? E no espiritismo, por outro lado, né? Eh, nós temos, né, a felicidade de conhecer dentro dos princípios da doutrina espírita algumas questões que diz respeito também a essa nossa dimensão de uma forma diferente, no sentido de que os espíritos, disse a Kardec, né, no livro dos espíritos, que nós somos compostos, né, por um espírito, um perespírito e um corpo físico, além dos aspectos psicológicos e mentais. e que havia uma há uma interação muito intensa entre esses corpos, vamos assim dizer, de forma que um influencia o outro. O espírito seria a nossa parte imaterial, preistente em de qualquer forma que estejamos nos expressando. Vamos dizer que é a nossa

esses corpos, vamos assim dizer, de forma que um influencia o outro. O espírito seria a nossa parte imaterial, preistente em de qualquer forma que estejamos nos expressando. Vamos dizer que é a nossa essência, né? Eh, não dizemos que a nossa alma, que porque quando a gente fala alma, a gente se refere à pessoa, o homem encarnado na terra, mas é a nossa essência, é aquilo preexistente, aquilo que ao final ficará, né, que eh seria eh poderá ser uma expressão independente de qualquer delineação de desses outros corpos, porque aí temos o perespírito, embora não vejamos o perespírito um do outro, né? Todos nós temos um perespírito também além do corpo físico, eh, ele é ainda considerado um corpo material. E esse corpo material ele abriga diversas funções, né? Eh, uma das funções que nós gostamos muito de de tratar, né, Fabíula, é abrigar os nossos chakras, né, as nossos vórtices energéticos que nos põe em conexão com o mundo, né, no ir e vir de energias e numa interação muito eh muito perfeita entre esses esses pontos energéticos, mas eh funciona de acordo também com aquilo que pensamos de acordo com o que nós vibramos, mas o perespírito abriga os nossos chakras e ele é impactado e impacta o corpo físico também, assim como é impactado pelas pelo nosso psicológico, pelas nossas questões mentais, pelos nossos pensamentos, pelas nossas ideias. E por fim, temos o corpo físico, né, que é esse essa roupagem temporária, né, que todos nós temos aqui a cada encarnação de uma forma diferente, com as suas necessidades, né, biológicas, mentais e psicológicas, porque também o perespírito tem essa função de eh guardar todas as nossas memórias das outras vidas e também ele eh é responsável pela expressão necessária no corpo físico daqu daquilo que nós precisamos experienciar a cada encarnação. Então o perespírito é um corpo bastante importante, esse aqui também, né? Porque esse daqui é o que lidar lidar com o mundo material, né? Então é extremamente importante nós nós cuidarmos dessa expressão eh

o perespírito é um corpo bastante importante, esse aqui também, né? Porque esse daqui é o que lidar lidar com o mundo material, né? Então é extremamente importante nós nós cuidarmos dessa expressão eh física também. E tudo isso, né? Os espíritos nos dizem que a conquista eh das inclusive da nossa encarnação, a conquista que nós tivemos ao longo de milênios, né, enquanto humanidade, diz respeito uma chamada evolução anímica, né, que é a evolução da nossa alma, se aprimorando e se esforçando para cada vez mais se tornar melhor, cada vez mais se postar nesse caminho de uma forma mais segura. Então, eh, termos, por exemplo, adquirido a capacidade de falar, o pensamento contínuo, eh, a ideia da individualidade, da transcendência, tudo isso diz respeito à nossa evolução anímica que os espíritos dizem. E cada um desses corpos que a gente acabou de falar, eles cumprem uma função nessa nesse contexto da evolução anímica nossa. Então nós não somos os mesmos há milênios atrás, né? O nosso corpo físico, ele se adapta também em algumas eh em aspectos morfológicos, inclusive, né? Para que nós possamos alcançar cada vez mais essa essa eh, vamos dizer, essa possibilidade de avançar nesse caminho até chegarmos a uma evolução final, né? que, como eu falei, podemos chegar até o ponto de não precisarmos nem reencarnar e também não precisaremos nem mesmo do perespírito para transitar no mundo espiritual. Então, essa evolução anímica, né, eh os espíritos dizem que eh é algo que precisamos também ter consciência, porque tudo depende também da nossa vontade. Adquirimos o pensamento, a vontade, né? Então tudo isso também nos traz uma responsabilidade por decisões, por escolhas, né, que vão determinar a causalidade de tudo aquilo que vai acontecer conosco e pautar as nossas experiências. Eh, tem uma obra de eh Chico Xavier, uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito André Luiz, que eh o instrutor Calderaro, né, ele fala da conquista gradual e um esforço de ascensão, né, que devemos nos

tem uma obra de eh Chico Xavier, uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito André Luiz, que eh o instrutor Calderaro, né, ele fala da conquista gradual e um esforço de ascensão, né, que devemos nos envolver eh durante todas as nossas existências, né? E uma questão muito interessante, né, para que a gente pense um pouco sobre a nossa evolução, que a gente chama de evolução anímica, que impacta nas conquistas em todas essas nossas dimensões bio, psicossocial, espiritual, Calderaro fala da existência dele, ao levar André Luiz para uma reunião mediúnica, ele mostra para André Luiz eh as todo a aparelhagem cerebral de um médium. E ele fala, Calderaro, que eh nós temos um cérebro só, né? Mas ali se manifestam três situações diferentes nesse cérebro e ele distingue cada um deles, cumprindo uma função dentro da nossa evolução anímica. E por fim, ele fala uma coisa bastante interessante, só pra gente ter uma ideia, que nós continuamos nessa evolução anímica, nesse aprimoramento. Nós não chegamos eh ao ao ponto de dizer: "Não, já evoluímos no corpo físico, já tive uma evolução do meu corpo perespiritual, temos também o nosso corpo mental, né, que abriga a nossa mente, nossos pensamentos, nossas ideias, que por sua vez, né, tem o cérebro, né, como o aparelho físico, né, eh, como referencial. Mas Calderaro falou que eh nós temos, né, ele dividiu o cérebro em três partes eh no âmbito do sistema nervoso e ele fala que eh nós temos uma dessas partes que tem muito ainda para ser desenvolvida e que ela representa a parte mais nobre do nosso organismo divino em evolução. E nesse quesito a gente nós ficamos imaginando, né, que essa parte que é a que ele se refere é o o lobo frontal das imediações, né, toda a ali o contexto do lobo frontal. Então Calderaro diz que nós ainda temos algo de bastante valioso para que a gente possa desenvolver. Então nós temos uma caminhada evolutiva ainda, né? e vamos ter várias conquistas e com essas conquistas, como ele tá dizendo, desse material valioso,

stante valioso para que a gente possa desenvolver. Então nós temos uma caminhada evolutiva ainda, né? e vamos ter várias conquistas e com essas conquistas, como ele tá dizendo, desse material valioso, imaginemos o quanto conquistaremos também eh para eh usufruir do bem-estar dos das outras dimensões da nossa do nosso homem integral, né? o quanto desenvolveremos, por exemplo, uma melhor, eh, vamos dizer, o melhor controle, o melhor manejo das nossas emoções, dos nossos sentimentos, né, das nossas percepções espirituais, da das sutilezas da vida e da vida material, da vida espiritual. Então, temos uma caminhada e os espíritos nos dizem e nessa obra que é um capítulo, dois são dois capítulos, né, que fala sobre esse cérebro, né, eh, que nos parecem três, mas é um só, ele, o Calderaro, fala para André Luiz que nós ainda temos uma conquista a fazer nesse ponto, né, nós temos uma obra chamada O Cérebro Triuno, eh, que é uma obra da Associação Médico Espírita do Brasil, que faz toda uma análise acerca desses dois capítulos dessa obra no mundo maior, explicando no detalhe, destrinchando ali o que significaria tudo isso, né, dentro do nosso contexto evolutivo, que poderíamos avançar na na área da neurologia, da neuropsicologia, na área das ciências acadêmicas, médicas, né, para que a gente possa até mesmo, né, tratar algumas doenças, entre aspas, né, algumas questões que nós, enquanto eh modernidade, não conseguimos ainda destrinchar, né, de que forma eh podemos eh vamos dizer, alcançar melhorias e curas desses processos, né? Bem, eh, a mediunidade, como a Faula falou, né, que é uma das nossas potencialidades, né, tem tudo e muito a ver com essas dimensões nossas, né? Eh, nós quando nós falamos das dimensões do ser humano e e nós citamos, né, a aquilo que está está estatuído, né, de uma maneira geral, eh como saúde, né, como eh possibilidade de alcançar um equilíbrio. Por outro lado, nós temos então a doutrina espírita. Com advento da doutrina espírita, nós passamos a conhecer sobre essa potencialidade que

saúde, né, como eh possibilidade de alcançar um equilíbrio. Por outro lado, nós temos então a doutrina espírita. Com advento da doutrina espírita, nós passamos a conhecer sobre essa potencialidade que se chama mediunidade, o quão ela representa dentro desse contexto nosso evolutivo, o quanto ela representa no contexto mesmo da das nossas conquistas e da nossa evolução espiritual. a mediunidade, né, ela como conquista evolutiva também, quando adquirimos a capacidade, né, de nos relacionar, de perceber o mundo espiritual e com isso elaborar várias outras questões, né, se nós percebemos o mundo espiritual, existe um mundo espiritual e nesse mundo espiritual existem pessoas lá que eram pessoas como nós aqui encarnadas que agora sem a roupagem física eh habitam esse mundo espiritual. Então, a mediunidade é essa possibilidade de pensarmos sobre sobre esse sobre esses aspectos, né, da existência de uma vida após a vida, né, e como seria essa existência. Então, a mediunidade ela se torna uma potência porque nos dá a possibilidade de perceber, né, todo esse contexto de espírito imortal que há muito, há muito o nosso pai maior tem tentado nos repassar por vários meios, religiões, né, eh, doutrinas, filosofia e mais recente, né, considerando os milênios, né, que nós existimos, né, na face da Terra. Jesus com a sua, eh, vamos dizer, com a sua doutrina do amor, né, nos dizendo sobre várias coisas de outra forma, né, para que nós concluísssemos que nós estamos dentro de um contexto evolutivo e é preciso um esforço, é preciso considerar, né, e reconhecer essas potencialidades que nos ajudarão nessas conquistas evolutivas, né, para que a gente vá caminhando cada vez mais, né? Então, a mediunidade, ela é uma potência da alma, né? Eh, ela está inserida dentro da nossa também evolução chamada evolução anímica, né? Eh, e também nos traz a mediunidade quando o homem adquiriu a capacidade, né, de falar, né, de pensar, aquela questão de noção do eu, eh, aquela noção também de moral, né, que foi na passagem

ica, né? Eh, e também nos traz a mediunidade quando o homem adquiriu a capacidade, né, de falar, né, de pensar, aquela questão de noção do eu, eh, aquela noção também de moral, né, que foi na passagem do reino animal para o reino hominal, né? E quando nós fizemos essa passagem de um reino para outro, ainda assim, como homens e mulheres, nós não falávamos, né? Nós ainda estávamos ali envolvidos ainda eh em uma eh em uma condição que ainda estávamos construindo, né, toda as a nossa estrutura psicológica, né, todas as nossas eh questões de elaborações mais analíticas, mais complexas, né? Então, eh, nesse momento também o homem teve, começou a ter noção da transcendência, né? começaram então a ocorrer esse essa essa essas ocorrerem as tentativas de entrar em contato com algo para além da matéria que o homem percebeu. Nós sempre nós sempre percebemos que havia alguma coisa para além da matéria. Sempre sentimos isso desde os primórdios, né, do homem sobre a terra, quando nós estávamos nessa estávamos nessa condição e evoluindo, né, para esse pensamento contínuo. tudo isso impulsionados pelos espíritos, né? O homem nunca transitou na Terra sozinho dentro desses contextos mais eh simbólicos e significativos, né, de passar de um reino para outro, de adquirir uma potência da alma que vai ser significativa para poder avançar em outros aspectos até chegarmos aqui onde estamos, né? Hoje nós temos um pensamento analítico, complexo, profundo, né? nós pensamos, nós planejamos, exceto se tivermos alguma questão mesmo eh de adoecimento ou algum trauma nas nossas regiões cerebrais, mas nós temos muitas capacidades e eh podemos utilizá-las. Então, a mediunidade posteriormente veio caber nesse contexto também. mediunidade, eh, cunhado o termo pelo espiritismo, já existia muito muito antes, né? Nós sabemos do espiritismo. Espiritismo não criou o fenômeno fenômeno mediúnico, né? O ser humano há muitos, né? As antigas religiões, antigos rituais, né? Antigos povos já praticavam o que a gente chama

sabemos do espiritismo. Espiritismo não criou o fenômeno fenômeno mediúnico, né? O ser humano há muitos, né? As antigas religiões, antigos rituais, né? Antigos povos já praticavam o que a gente chama de mediunismo, né? Que é o contato, né, com os mortos, né? a a crença nessa em algum ente que pudesse ali estar próximo eh daqu da daquela comunidade, daquela sociedade que transcendia qualquer aspecto material. Então, há muito existe o fenômeno fenômeno mediúnico e há muito se pratica a o mediunismo. Eh, mas com o Advento do Espiritismo, com eh a questão da de Allan Kardec trazer a informação dos espíritos sobre a questão sobre a mediunidade, nós já eh já foi configurado ali uma organização para essa manifestação que há muito homem vinha fazendo. Então, nós temos um compêndio de informações acerca de mediunidade, a variedade de mediunidade, a variedade de médiuns, os escolhos da mediunidade, né, as a qualificação da mediunidade. Então, nós passamos a conhecer essa potência da alma muito mais de perto. Sabemos que houve uma grande um grande interstício entre essa questão de praticar o medionismo, né, essa questão dos rituais, né, que os povos antigos faziam até chegar o espiritismo. Porque sabemos na história antiga, né, das perseguições aos médiuns, né, ou as bruxas ou aqu todo aquele que entrava em contato com os mortos. Então, houve uma eh foi reprimida essa ideia e essa prática também de entrarmos em contato com o mundo espiritual, que era uma coisa muito comum para o homem encarnado na Terra. Mas eh resgatando, né, e também pensamos que não existe o acaso, né, talvez esse interstício tenha proporcionado que analisássemos a função da mediunidade, porque no espiritismo a gente fica sabendo que a mediunidade não é algo para nós eh utilizarmos para coisas frívolvas, por exemplo, né? Mediunidade é como um dom. com a potência da alma, ela veio nos servir nessa busca pelo aprimoramento. Então, o Espiritismo nos trouxe, ah, mas médiuns, né, quem são os médiuns? Então, se é um aprimoramento, algumas pessoas

om. com a potência da alma, ela veio nos servir nessa busca pelo aprimoramento. Então, o Espiritismo nos trouxe, ah, mas médiuns, né, quem são os médiuns? Então, se é um aprimoramento, algumas pessoas foram contempladas com o dom da mediunidade. Então, os espíritos trouxeram para Kardecédiuns somos todos nós, né? Que a mediunidade ela é inerente ao ser humano, é uma disposição orgânica que todos nós temos eh a possibilidade de perceber o mundo espiritual. E lá mais na frente, isso no livro dos médiuns, os espíritos dizem: "Entretanto, alguns, por terem a sensibilidade muito mais aguçada, eh tem eh a mediunidade, vamos dizer, mais exacerbada do que os outros. Se a sua mediunidade se manifesta de uma forma muito mais ampla". E aí se convencionou, muitas vezes a gente convencionando dizer: "Fulano é médio, fulano não é médium". Mas o fato que os espíritos disseram, médiuns somos todos nós, querendo dizer que todos nós percebemos o mundo espiritual, seja por uma inspiração, uma sugestão, uma um sonho que a gente tem recebendo uma mensagem, alguém que já desencarnou, afeto nosso. E nós sentimos o ambiente aonde estamos inseridos também. Muitas vezes entramos em alguns ambientes onde a gente não se sente bem, a gente passa mal, a gente tem uma taquicardia, de outras vezes, nós entramos em ambientes onde a gente sente uma paz muito grande e nós não sabemos explicar sobre a ótica mesmo das coisas objetivas, aquilo que a gente tá vendo, que estamos constatando. Então isso é a percepção também do mundo espiritual, porque estamos rodeados de espíritos, de diversos espíritos, de diversas vertentes e qualificações. E isso também tem no livro dos espíritos, né, na questão 459, que diz que nós somos permanentemente influenciados pelo mundo espiritual, né, e de tal forma, né, que em todos os momentos a gente está ali com algo que diz respeito ao mundo espiritual. Agora, nós somos perturbados por causa disso, perceber essa influência que é constante, né, que é cotidiana. Não. Cabe a nós

os momentos a gente está ali com algo que diz respeito ao mundo espiritual. Agora, nós somos perturbados por causa disso, perceber essa influência que é constante, né, que é cotidiana. Não. Cabe a nós educar essa potencialidade, cabe a nós dar um destino para essa potencialidade em nosso favor. A nosso favor, primeiro conhecendo essa mediunidade, o que como é essa mediunidade que se expressa em mim, né? o que ela está me trazendo, me dizendo, como que eu posso me enquadrar. Nem todo todos nós médiuns trabalhamos uma mesa mediúnica, como temos aqui nossos mais de 400 grupos mediúnicos aqui na nossa casa, mas nem todos os médiuns, inclusive os chamados ostensivos, estão na mesa mediúnica, porque mediunidade eh significa a pessoa ser um intermediário, né, da das questões que vêm do mundo espiritual. E nós podemos fazer isso em qualquer lugar, na nossa vida cotidiana também, não somente no em uma instituição durante 1 hora meia com começo, meio e fim. Nós somos médiuns o tempo inteiro e podemos ser o intermediário do bem em várias situações. Percebendo o ambiente, podemos ser o agente da paz naquele local, né? percebendo uma investida negativa que nós pensamos que ali não tem deve ter alguma penetração, né, de energias inferiores, nós podemos lançar a mão de uma prece naquele ambiente ou mesmo executando alguma coisa na prática mesmo, no nos afazeres voltados mesmo paraa assistência social, né, que a gente chama paraa caridade, né, pro auxílio ao outro, exercendo a fraternidade, expressando o nosso amor. nós estamos sendo intermediários do amor, da fraternidade, enfim. Então, a mediunidade ela é uma um uma das formas como nós podemos então fazer essa caminhada evolutiva. Eh, é uma capacidade nossa de sentir a influência dos espíritos, é um é uma disposição orgânica de que todos somos dotados. é inerente à natureza humana e a mediunidade ela tornou-se um objeto de estudo, né, notadamente dentro da doutrina espírita, mas também por outros estudiosos. E porque a doutrina espírita colocou a

s. é inerente à natureza humana e a mediunidade ela tornou-se um objeto de estudo, né, notadamente dentro da doutrina espírita, mas também por outros estudiosos. E porque a doutrina espírita colocou a mediunidade como objeto científico também, porque a mediunidade ela envolve vários, vamos dizer, vários mecanismos do nosso corpo físico, psicológico e mental. Quando nós estamos ali em um trans mediúnico, nós estamos mobilizando várias faculdades também, várias questões fisiológicas, neurológicas, químicas, hormonais, comportamentais, né? Então, a mediunidade ela é analisada por estudiosos da mediunidade. A psicologia estuda também na perspectiva da mediunidade dentro dos processos psicológicos, notadamente na psicologia analítica de Car Gustavo Jung e também na psicologia transpessoal. E tem sido o foco de diversas obras que os espíritos têm nos trazido. Dra. Marlene Nobre, né, citada agora a pouco pela nossa amiga Fabiula, que foi a precursora da implantação das associações médicoespíritas, ela tem uma obra também chamada O domunidade. Eu gosto de outra, né? A obsessão de suas máscaras dela, mas ela tem tantas outras, né? Mas em falando em mediunidade, ela também deitou o olhar sobre essa questão da mediunidade e ela utiliza as informações trazidas notadamente por André Luiz, que trouxe um tratado científico com a aquela quantidade de obras psicografadas por Chico Xavier, como citei para vocês a questão do cérebro, né, que o nosso lobo frontal que ainda está por desenvolver nos aspectos mais nobres, né, da dos sentimentos humanos. Eh, Emanuel mesmo na obra dele, Seara mediúnica, ele fala que a mediunidade é um sentido humano, né? Nós, quando a gente fala de sentido, né, nós temos a audição, né, temos o olfato, a visão, tato. E ele vem e diz, é um sentido também, a gente pode considerar um sexto sentido, podemos dizer assim, né? e eh que permite a comunicação entre os planos espiritual e o plano material. Temos também um estudioso da mediunidade à luz da psicologia,

e pode considerar um sexto sentido, podemos dizer assim, né? e eh que permite a comunicação entre os planos espiritual e o plano material. Temos também um estudioso da mediunidade à luz da psicologia, que tem uma obra chamada psicologia e mediunidade, né, que é o Adenauer Nová, né, ele fala uma coisa bem interessante nessa obra, né, que a mediunidade é entendida também como uma forma de comunicação com fontes que transcendem realidade física conhecida. não se originando da mente consciente do indivíduo, ele o faz, né? Ele faz essa assertiva porque há muitos questionamentos acerca de ah, mas eh aquilo ali não é uma manifestação mediúnica. Eh, eu acho que é o inconsciente, né, da pessoa, né, ou seja, a gente fala que isso é uma um fenômeno anímico que é próprio da pessoa. a pessoa está manifestando as emoções, sentimentos dela mesma, não é uma mediunidade, mas ele fala que eh essa comunicação ela é transcendente à realidade física, ela não diz respeito ao médium, né? Exceto, né? Se esse médium realmente estiver transitando por uma mediunidade desequilibrada. Ainda assim, eh, Dr. de Menezes fala sobre a questão do animismo na mediunidade, que ainda assim, se um médium estiver ali dentro de um trabalho mediúnico, por exemplo, expressando emoções e sentimentos que se espera seja de um espírito comunicante e não é o espírito comunicante seja ele, ele fala que nós devemos acolher, porque aquela aquele médium é um espírito também encarnado, né? Mas é um espírito e se ele está transbordando nessas questões, merece também ser acolhido com o diálogo fraterno que é feito, né, com os espíritos nos nossos grupos mediúnicos. Um diálogo de acolhimento, um diálogo terapêutico, né? é um diálogo eh sobretudo eh visando dar um conforto pra pessoa que se se encontra perturbada naquele momento para posteriormente esse médium ser orientado a buscar outros apoios, caso esteja, né, com as suas emoções desorganizadas por alguma situação que esteja acontecendo em sua vida, né, um apoio psicológico, um apoio

ormente esse médium ser orientado a buscar outros apoios, caso esteja, né, com as suas emoções desorganizadas por alguma situação que esteja acontecendo em sua vida, né, um apoio psicológico, um apoio médico e e outros, né, tipos de apoio, inclusive inclusive também apoio espiritual que nós temos aqui, né, o tratamento espiritual. Então, vale ainda assim eh acolher esse animismo, né? Então, eh, de qualquer forma é uma comunicação que transcende realidade física conhecida, né? Eu achei bastante interessante. E também ele fala que a faculdade mediúnica, né, ela permite uma alteração, aqui é bem psicológico, tá gente? Uma alteração na fronteira entre o inconsciente e a consciência favorece a saída de conteúdos do inconsciente em direção à consciência. Eh, nós temos uma vida muito mais inconsciente do que consciente. Nós temos uma eh uma, vamos dizer, um conteúdo enorme que mora no nosso inconsciente. A parte nossa, que vem para o consciente, ela é muito, muito menor. Por isso que significa que nós vivemos muito mais transitando pelo nosso inconsciente. E o que tem dentro desse inconsciente? Tem muitas coisas lá e todas elas reprimidas, em algum momento impedidas por nós mesmos de sair. Nós guardamos lá como se a gente tivesse com uma estantezinha cheia de gavetas e a gente coloca lá. Por que que nós fizemos isso? É porque a gente não quer evoluir, nós não queremos eh nos autodescobrir, né, da forma tal qual nós somos mesmo. Não, não, não é bem isso. Quando o Carl Gustavo Jung falou de inconsciente, de consciente, quando ele falou de complexos, traumas, sombras, ele falou também que tudo isso que a gente faz jogando algumas situações para o inconsciente, é porque naquele momento nós não conseguimos enfrentar aquela situação, que a gente chama de não conseguiu elaborar aquela situação. E o o nosso próprio psiquismo, a nossa dinâmica psíquica, para que não desestruture o nosso eu ou o nosso ego, faz esse se utiliza dessa, desse guarda-volumes, vamos assim dizer, e a gente coloca lá para em outro

próprio psiquismo, a nossa dinâmica psíquica, para que não desestruture o nosso eu ou o nosso ego, faz esse se utiliza dessa, desse guarda-volumes, vamos assim dizer, e a gente coloca lá para em outro momento nós lançarmos mão e enfrentarmos frente à frente aquela situação. Então, como eu falei ali, tem os nossos traumas, tem também as nossas potencialidades não desenvolvidas, porque não conseguimos em dado momento. Eu queria ter aprendido a tocar piano, não consegui tocar piano, fiquei na minha infância, minha adolescência, minha vida de jovem adulto e vi a impossibilidade que isso acontecesse por várias circunstâncias da vida. veio uma frustração e eu guardei esse desejo meu de tocar piano. Então, guardei uma potencialidade minha, mas o que acontece com esse conteúdo do inconsciente? Em algum momento eles vão querer vir à luz. em algum momento nós teremos, né, que enfrentar cada situação dessa, porque nada fica escondido, né, nada fica, a, né, embaixo do alqueire, porque nós somos luzes, né, criadas por Deus. E para que a gente se ilumine, é preciso que a gente se depare com as sombras, com todas essas questões. Então, importa muito nós fazermos um processo de autoconhecimento e pouco a pouco, na medida do possível, sejam apoiados, né, por alguma algum tipo de terapêutica, mas busquemos trazer essas coisas porque elas determinam muitas vezes os nossos comportamentos aqui na vida consciente. Às vezes a gente não sabe porque nós temos algum algum comportamento que nem mesmo nós entendemos porque que a gente age daquela forma, né? Nossa, por que que eu me encolerizo por pouca coisa? Eu sou uma pessoa que cultiva a paz, a calma, sou espírita, mas tem algumas situações que imediatamente me provocam e eu solto ali uma um comportamento colérico, né? Então, essas questões a gente analisa não na perspectiva de se martirizar nem se culpar, como diz Joana de Angeles. Ela fala que nós em se constatando nessas situações, que nós analisemos ela com carinho, com cuidado, com acolhimento

lisa não na perspectiva de se martirizar nem se culpar, como diz Joana de Angeles. Ela fala que nós em se constatando nessas situações, que nós analisemos ela com carinho, com cuidado, com acolhimento para a gente reconsiderar e nós descobrirmos depois para que essa emoção saiu daquela forma. E se a gente não fizer isso, nós vamos desencarnar e com toda essa bagagem, né, que a gente ficou ali não deixando sair, né, elas vão sair de alguma forma, gente. Sai por meio de sintomas, sai por meio de um adoecimento, por meio mesmo da cólera, né? É um sintoma, uma irritabilidade, uma intolerância paraa convivência social. de alguma forma, esses conteúdos eles vão vir à luz. Então, só pra gente ter uma ideia do que foi dito aqui, né? Eh, a faculdade mediúnica inerente ao ser humano permite uma alteração na fronteira entre o inconsciente e a consciência, favorece a saída de conteúdos em consciência em direção à consciência. Isso é muito interessante porque aí a mediunidade está trabalhando a favor do médium também, né? Sai conteúdos do do inconsciente e do médium também. Embora nas manifestações mediúnicas o que interessa é o inconsciente do espírito comunicante que vai ser acolhido naquele momento. O médium não pode nem deve, né? E se ocorrer é é uma algo a ser tratado, deixar a mente do desencarnado, suas emoções, suprimir, sobrepor as suas próprias emoções. Mas em algum momento o médium ele pode utilizar disso para constatar o que é dele e o que é da entidade comunicante. Essa emoção é minha ou é dele? Essa ideia estava passando na minha cabeça no momento em que eu recebi essa comunicação ou fora da do grupo mediúnico. Estou com uma sugestão muito persistente. Isso é meu ou tenho alguma sugestão vinda aqui que eu estou captando pelas minhas vias mediúnicas? Então tudo nos leva e a mediunidade também proporciona para um caminho de autodescobrimento para que a gente possa perceber todo esse contexto, né? Isso eu recomendo bastante leituras das obras psicológicas da Joana de Angeles.

iunidade também proporciona para um caminho de autodescobrimento para que a gente possa perceber todo esse contexto, né? Isso eu recomendo bastante leituras das obras psicológicas da Joana de Angeles. Ela detalha bastante essas questões. Bem, eh, agora é como faculdade psíquica, né, a mediunidade ela se relaciona com os estados mentais e psicológicos, envolvendo emoções, sentimentos e sensações também. Então, eh, destacando aqui a mediunidade e as emoções, né, a essa vivência que eu acabei de falar da do fenômeno mediúnico, seja como médium dentro de uma instituição ou na vivência da vida cotidiana, a gente perceber que nós temos uma percepção mais eh mais significativa ali no nosso cotidiano, isso pode desencadear emoções, as nossas emoções, ela podem vir à tona nesse desse momento, as nossas próprias emoções. Não tô falando aqui agora da perceber as emoções e se vincular à mente de um desencarnado que esteja triste, esteja com raiva, né? Não, a gente se constata muitas vezes por causa da sensibilidade mais acentuada, acaba que o médium ele tem ampliada, quando ele se abre nesse contexto da mediunidade, ele amplia as emoções que ele já tem. Então, às vezes podem vir situações mais desconfortáveis, né? Aí já é do médium irritabilidade, né? Uma às vezes um desconforto físico, uma taquicardia, uma mão que sua mais. um desconforto de alguma ordem, né? Então, eh o fato é que a mediunidade ela pode desencadear emoções mais ampliadas, né? Eu falei dos encarnados aqui agora do encarnado, porque há uma expansão dos sentidos do médium. Nós temos só cinco sentidos aqui. Quando nós desencarnamos, a gente vai descobrir muitos outros sentidos que nós não precisamos aqui e que se a gente tivesse, a gente ia ficar meio eh desorganizado, né? Muitas vezes alguém, né, que tem uma claridência, né, que não está ali bem controlada, tem relatos de que a essa clarevidência que ainda está em período de ajuste, tem atrapalha a pessoa na sua vida, né, no na sua vida comum, no seu trabalho, nos lugares onde está. Aí

li bem controlada, tem relatos de que a essa clarevidência que ainda está em período de ajuste, tem atrapalha a pessoa na sua vida, né, no na sua vida comum, no seu trabalho, nos lugares onde está. Aí aparecem espíritos, às vezes espíritos sofredores, às vezes espíritos perturbadores. Então, nós temos os cinco sentidos por um motivo também. Nós temos uma proteção desse desse corpo físico para que a gente não capte tudo que tem no plano espiritual, porque nós estamos agora em outra história, em outro roteiro, né? Imagine que a gente começa a a ter essa abertura tal que a gente começa a a saber de alguns outros contextos, envolvendo as mesmas pessoas que estão conosco, né? Então isso é muito providencial. E na questão das emoções ainda, eu eu considero bastante importante, porque assim, na minha prática clínica psicológica, eu percebo muito que as pessoas têm uma dificuldade para eh distinguir emoções de sentimentos e muitas das vezes tem dificuldade para identificar suas próprias emoções. Quando se pergunta, né, sobre elas, a pessoa ela responde com um sentimento ou quando pergunta de um sentimento, responde com uma emoção. E por que isso é importante? É importante porque não somente dentro de uma de um set terapêutico ali, é onde a gente é o lugar apropriado pra gente trazer tudo isso, que o que se sente, o que se passa, né, e a gente tentar ali ordenar, colocar as coisas no lugar, mas para nós mesmos, né? Será que naquele momento eu senti uma raiva ou eu senti um desprezo ou eu senti tristeza? Então nós precisamos disso, de deixar essas coisas muito claras, tanto para que nós possamos nomear, para que a gente possa investir nessa emoção quando é uma emoção negativa, valorizar as positivas e distinguir uma coisa da outra. Porque emoções, por exemplo, né, é algo que acontece eh muito rápido, são reações ou respostas em relação a algum estímulo externo. Então, e interno também, externo e interno. Então, é aquela reação que a gente tem, como eu falei, nossa, abriu o

contece eh muito rápido, são reações ou respostas em relação a algum estímulo externo. Então, e interno também, externo e interno. Então, é aquela reação que a gente tem, como eu falei, nossa, abriu o meu o elevador e o cachorro do vizinho partiu para cima de mim. Eu tive um acesso de raiva ali naquele momento, né? Eu tive uma emoção ali frente uma uma ocorrência externa, né, que me afetou, me afetou, mexeu com a minha adrenalina que foi jogada ali naquele momento, né, porque eu senti medo do cachorro me atacar e me desestabilizou. Então, isso é emoção, né? Elas se relacionam com essas respostas fisiológicas e muitas vezes instintivas. Nós conhecemos as emoções básicas, né? Raiva, alegria, tristeza, medo, né? Mas nós temos também eh algumas eh algumas reações, algumas emoções mais sofisticadas, mais complexas, como ciúme. Só um minuto, gente, que desapareceu aqui as minhas minhas colinhas, tá? Então, tem algumas que são mais eh eh mais sofisticada, porque elas são variações das outras emoções ou ela é uma sofisticação daquela emoção. Só um minuto, por favor. Vamos lá, estamos nas emoções, né? E os sentimentos já, gente, eles são experiências mais prolongadas, né? elas podem durar mais tempo e também elas podem resultar das emoções. Então, os sentimentos geralmente envolvem eh componentes cognitivos, pensamento, né, eh envolve processamento das informações, análise da situação, são muito mais prolongadas do que os sentimentos. Então, há uma assim, há uma sutil diferença entre emoção e sentimento. Emoções tem essas reações rápidas, fortes, né, desencadeando toda uma um complexo, né, de reações fisiológicas e os sentimentos já é aquela coisa que perdura, prolonga. Então, se nós temos uma emoção que se repete e ela é uma emoção negativa, tá sempre se repetindo, mesmo ela não sendo prolongada, ela já é um sinal amarelo pra gente pensar sobre isso, sobre essa emoção. Agora, os sentimentos também, eh, por exemplo, nós temos eh muita questão do luto, né? A gente precisa considerar

prolongada, ela já é um sinal amarelo pra gente pensar sobre isso, sobre essa emoção. Agora, os sentimentos também, eh, por exemplo, nós temos eh muita questão do luto, né? A gente precisa considerar isso. Estamos com uma tristeza muito profunda porque nós estamos em luto, mas é porque eu estou em luto. Agora, se a gente não tem uma resposta para isso e a coisa fique muito muito prolongada, também é um motivo de preocupação. Então essas questões todas de alguma forma impactam nas outras dimensões da vida nossa. impacta na mediunidade, porque a mediunidade acaba ampliando emoções e sentimentos também. Então, uma coisa vai se viiculando a outra, né? E de forma que a gente pode se ver em algum momento muito perdido em todo esse contexto. Primeiro a gente não entendendo sobre as nossas emoções, depois a gente não sabendo se a nossa mediunidade tá captando algo que não é seu, né? e enfim, é um complexo de coisas, mas a mediunidade num contexto geral ela é neutra e nós que qualificamos. Se acontece alguma coisa nesse nível, precisamos buscar realmente investir sobre o conhecimento dessa mediunidade e sobre o seu exercício e notadamente sobre as emoções, que determinam muitas coisas que acontecem nível mediúnico, muitas coisas mesmo. Uma das dessas coisas é que nós temos o princípio da sintonia, né, da afinidade da sintonia, de tanto repetirmos algumas situações emocionais negativas, né, que eh diz respeito a a uma coisa muito mais de fundo, né, que a gente ainda não trabalhou, pode ser que nós atraímos, vamos atrair espíritos com a a mesma eh, vamos dizer, o mesmo tôus vibratório. Isso pode acontecer da gente ficar um pouco mais sobrecarregado em relação a manejar essa emoção. Então, como nós estamos o tempo inteiro influenciad, né, no pelo mundo espiritual, nós podemos ser influenciados nesses momentos também em que a gente não tá conseguindo manejar algo vinculado às emoções. E a mediunidade, ela tem eh essa potência, mas quem qualifica essa potência somos nós. Ela não é boa nem ruim.

sses momentos também em que a gente não tá conseguindo manejar algo vinculado às emoções. E a mediunidade, ela tem eh essa potência, mas quem qualifica essa potência somos nós. Ela não é boa nem ruim. Na verdade, a princípio, ela é boa, porque nos dá a condição de perceber algumas situações que a gente pode evitar de entrar nelas, né? Bem, a situação entre a relação entre mediunidade e e emoção, então, né, a mediunidade sofre interferência das nossas emoções e dos nossos sentimentos também, como em qualquer outro sentido, né? a mediunidade pode exacerbar nossa visão, nossa audição, né, as nossas reações corporais. Então, dependendo da intensidade de repetição, como eu falei, eh nós podemos estabelecer inclusive uma condição de saúde ou doença, de adoecimento em vários níveis dos nossos várias dimensões, biológicas, psicológicas, né, sociais. Então, a gente pode acabar eh entrando no campo de adoecimento. Eh, o, mas o que mais interessa ao ser humano, né, ao médium, é ter a mediunidade como uma ferramenta mesmo de evolução, né, e sobretudo, né, fazer um trabalho individual, né, de eh revelar as suas próprias qualidades, né, embutidas, porque a gente fala muito aqui das questões emocionais, negativas, que a gente guarda de trauma, de complexo, mas nós temos muitas qualidades que a gente precisa da vazão e a mediunidade ela proporciona isso também, né, junto com a a os cuidados que a gente pode ter com as emoções para que a gente possa transitar nesse lugar mais seguro, né? Então, eh revelar a qualidade das nossas emoções e sentimentos, né? Eh, isso diz muito respeito a chamada reforma íntima, o autoaprimoramento, né, pessoal. E e assim a gente vai conseguir eh muito provavelmente eh melhorar o trânsito das nossas emoções. Então, mediunidade a favor do equilíbrio das nossas emoções. não as nossas emoções impactando na mediunidade, nem a mediunidade pela ampliação que nós temos, né, das nossas faculdades, exacerbando as nossas emoções e desalinam, né? Bem, eh, o médio iniciante, né, a gente

sas emoções impactando na mediunidade, nem a mediunidade pela ampliação que nós temos, né, das nossas faculdades, exacerbando as nossas emoções e desalinam, né? Bem, eh, o médio iniciante, né, a gente já tá quase no final, né? É só para dizer assim que o médio iniciante ele pode demonstrar maior sensibilidade no início, maior emotividade do que os outros médicos que já estão calejados, né, com a sua mediunidade, já conhece sua mediunidade, já trabalha na mediunidade. Então, o caminho é sempre que a gente orienta, é buscar eh aprender mesmo a estudar sobre a mediunidade, conhecer aquilo, né, que tá sendo apresentado ali como a sua potencialidade. como eu disse, eh, se conhecer em pensamentos, emoções e sentimentos, né? Quando a gente fala de qualificar a mediunidade, nós estamos falando nisso, pensamentos, emoções e sentimentos, né? O que estamos pensando, né? o que nós pensamos, eh, o que nós sentimos, com que eu estou me emocionando ou quais as acerbações de algumas emoções e o que pode vir em meu favor em termo de sentimentos e emoções também que possa me auxiliar nesse início eh do trabalho mediúnico, porque às vezes, né, nem todo médio tem essa dificuldade, mas muitos médiuns a gente ouve dizer que tem, né, principalmente mais os que estão eh iniciando, né? Então, tudo isso se expressa em bem-estar, gente. Quando a gente fala então de saúde integral, a mediunidade acaba entrando nesse contexto também, né? a gente podia falar espiritual barra mediúnico, mas a gente sabe que o espiritual, né, envolve várias outras coisas, né, envolve uma a transcendência de uma maneira geral, o reconhecimento mesmo como eh um ser integrante, né, dessa grande família de Deus, né, a gente se reconhecer nisso. A mediunidade é uma ferramenta, né? Vamos dizer que ela tá no num no nível menor do que a espiritualidade, mas podemos considerar, né, a nossa espiritualidade, né, o exercício das nossas experiências religiosas, a mediunidade também. Então ela entra na nessa nenhuma das nossas

nor do que a espiritualidade, mas podemos considerar, né, a nossa espiritualidade, né, o exercício das nossas experiências religiosas, a mediunidade também. Então ela entra na nessa nenhuma das nossas dimensões do ser e faz parte da nossa busca da saúde integral também. Então, por isso que é muito importante cuidarmos, né? Quando a gente fala também de todas essas dimensões e a gente acrescenta e também aspectos psicológicos, emocionais, né, dos sentimentos, é porque nós precisamos eh mais do que nunca, né, dadamente as emoções. E os espíritos nos dizem isso, né? Nós somos pegos muito pelas emoções. Nós temos muito conhecimento, já conquistamos várias coisas enquanto coletividade, né, pro avanço de uma sociedade, mas a gente muitas vezes pego pelas emoções, pela emocionalidade, e a gente acaba não conseguindo levar a cabo alguma coisa ou a gente entra no processo de ansiedade, né, um processo de desistência. Então, a emoção, as emoções são muito importantes pra gente deitar um olhar mais cuidadoso sobre aquilo que está acontecendo conosco, né? E se para isso a gente precisar de apoio, busquemos então o apoio. Então a gente fica aqui, né, eh, colocando, né, por fim, que para exercer a qualidade, eh, no exercício mediúnico, não esquecer desse autoaprimoramento. a compreensão dessa mediunidade, né, é muito oferecida pela doutrina espírita e o serviço fraterno também, gente, que nos ajuda bastante e a lidar com vantagem, com essa potencialidade que se chama mediunidade. Obrigada pela atenção. Então, meus irmãos, como vem, temos muito que trabalhar e muito refletir, né, sobre esse tema e nos conhecer, que eu acho que ficou bem claro, né, essa questão que todas essas potencialidades e esses atributos que Deus nos deu tem um propósito, né? E esse propósito é realmente estudarmos, aprendermos, nos conhecermos, mas nos autocuidarmos, né, com carinho, sabendo que nós estamos em aprendizado. Então, foi muito bom mesmo para que a gente pudesse refletir sobre esse tema. E nesse instante, então, já agradecendo,

, mas nos autocuidarmos, né, com carinho, sabendo que nós estamos em aprendizado. Então, foi muito bom mesmo para que a gente pudesse refletir sobre esse tema. E nesse instante, então, já agradecendo, né, a exposição da nossa querida amiga Gilda, vamos então já caminhando para o final com a nossa prece, mais uma vez convidamos a todos para que nesse instante, percebendo toda essa potencialidade do nosso ser, desses atributos que vem para nós, para que nós possamos possamos evoluir espiritualmente, que possamos aprender sempre com a boa sintonia, a sintonia do bem, a sintonia da fraternidade, a sintonia do amor, sempre baseado nos ensinamentos do Cristo, para que possamos melhor conduzirmos a nossa jornada aqui na Terra. Que nesse instante todos esses corações aqui unidos possam emitir paz, harmonia para todo o nosso planeta, para o nosso país, para todos aqueles que sofrem, para todos aqueles que se sentem nesse instante sozinhos, mas que todos nós, juntos sobre o amparo de Deus possamos prosseguir confiantes. de que Deus conduz as nossas vidas para que possamos alcançar tudo aquilo que Jesus nos ensinou, pois ele mesmo é o nosso roteiro, é o nosso guia e é o nosso modelo. Que a paz fique com todos e que possamos estar mais uma vez unidos em nossos corações, agradecendo a Deus por essa oportunidade. Fique conosco, Senhor Jesus, hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um

oções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,

sso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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