Maurício Curi | CONFORMISMO E CONFORMAÇÃO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 07/04/2025 (há 1 ano) 1:10:11 1,197 visualizações

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Transcrição

Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi. Sejam todos bem-vindos. Tenhamos um bom final de tarde, um ótimo começo de noite. Com certeza quando nós aqui adentramos, a equipe espiritual responsável por este horário já nos aguardavam e nos acolhe, nos recebe com muito carinho. E que a paz do mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber o nosso irmão Maurício Curi. Ele é oriundo do Centro Espírita Aualpa, mas já participou e participa de trabalhos aqui da comunhão e ele é sempre muito bem-vindo. E com certeza a reflexão que ele nos trouxe hoje, que o título é conformismo e conformação, vai nos auxiliar, né, e nós no sentido de nós refletirmos junto com ele e absorver esses ensinamentos para o nosso dia a dia, para as nossas vidas. E assim como sempre fazemos uma leitura inicial à prece para depois nós passarmos a palavra para o nosso irmão. E nós vamos ler hoje uma mensagem que está inserida neste livro Ceifa de Luz, é ditado pelo benfeitor Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier e tem por título Renovação em Amor e faz uma citação do apóstolo Paulo, segunda carta aos Tessalonicenses, capítulo 3, versículo 13, que diz: "E vós, irmãos, não vos cansei de fazer o bem. E vejamos a mensagem. Quando as crises te visitem ante os problemas humanos, é justo medites nos princípios de causa e efeito, tanto quanto é natural reflitas no impositivo de burilamento espiritual com que somos defrontados. Entretanto, pensa igualmente na lei de renovação, capaz de trazer-nos prodígios de paz e vitória sobre nós mesmos, se nos decidimos a aceitar construtivamente as experiências que se nos façam precisas. Se atingiste a

a igualmente na lei de renovação, capaz de trazer-nos prodígios de paz e vitória sobre nós mesmos, se nos decidimos a aceitar construtivamente as experiências que se nos façam precisas. Se atingiste a integração profunda com as bênçãos da vida, considera a tarefa que a divina providência te confiou. Deus não nos envia problemas de que não estejamos necessitados. Aceitação e paciência, sem fuga ao trabalho, são quase sempre a metade do êxito em qualquer teste a que estejamos submetidos em nosso proveito próprio. Se qualquer tempo é suscetível de ser ocasião para resgaste e reajuste, todo dia é também oportunidade de recomeçar, reaprender, instruir ou reerguer. O amor que estejamos acrescentando a obrigação que nos cabe cumprir é sempre plantação de felicidade para nós mesmos. Onde estiveres e como estiveres nas áreas da dificuldade, dá-te a serenidade ao espírito de serviço e entenderás com facilidade que o amor cobre realmente a multidão de nossas faltas, apressando em nosso favor a desejada conquista de paz e libertação. E assim vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus, mestre de amor, que ele nos envolva num abraço fraterno, nos fortalecendo, nos amparando. Ele nos convida a segui-lo ao caminho que ele mesmo nos disse. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Vamos buscar esse caminho da prática do bem, da renovação, de pautar as nossas vidas no Evangelho de Jesus. E assim pedimos a nossa mãe amantíssima Maria e a sua equipe de amor, espíritos abnegados do bem, que envolva os nossos irmãos que partiram deste mundo de uma forma precipitada, nossos irmãos suicidas, que seja levado limito consolo, a esperança para esses irmãos. E só temos a dizer: "Graças vos damos, Senhora. Graças vos damos, Jesus. Que assim seja." E assim pedimos a equipe espiritual responsável por este horário, ao mentor desta casa, Bezerra de Menezes, que inspire em tu e o nosso irmão Maurício, que está com a palavra. Boa tarde. Bom início de noite a todos. Coração cheio de alegria, pessoal, por

te horário, ao mentor desta casa, Bezerra de Menezes, que inspire em tu e o nosso irmão Maurício, que está com a palavra. Boa tarde. Bom início de noite a todos. Coração cheio de alegria, pessoal, por estarmos aqui mais uma vez no abrigo da casa e no abrigo espiritual, que é o que tá sendo construído também com a nossa participação, enquanto o nosso esforço legítimo, a despeito das nossas dificuldades, dores e problemas, a gente faz o esforço numa casa que representa aquilo que nos fornece A instrução, sim, a informação, sim, mas a nutrição espiritual, aquilo que de fato nós falamos tanto, mas às vezes parece algo tão abstrato quanto a sanidade do espírito que somos, a integridade do nosso mundo sentimental, o nosso equilíbrio tão falado atualmente, não por acaso diante da pandemia, dos sofrimentos, dos nossos transtornos, da afetividade, do sentimento, das emoções. Nós estamos de fato num amadurecimento, num processo constante de não apenas aceitarmos a realidade imortal, que é uma realidade posta, mas não só aceitarmos a nossa condição de espíritos imortais e que é a grande boa notícia, não aquela que o espiritismo traz como uma grande novidade para a humanidade, mas o espiritismo veio a seu turno como um movimento da espiritualidade superior. sob o comando dos grandes espíritos que trabalham nos desígnios do cumprimento da misericórdia, do amor divino para todos nós. Vem a seu tempo revelar aos homens, de acordo com o nosso entendimento já dilatado, não apenas aquilo que já do ponto de vista inato, nós temos dentro de nós. Nós sabemos que nós somos algo muito mais do que a identificação com o nosso próprio corpo, muito mais do que as expressões da vida palpável, que é maravilhosa a despeito de ser também desafiadora. Mas por mais que a gente cultue e deva cuidar das nossas expressões materiais, de tudo que nos cerca, da nossa vestimenta, do próprio corpo, do nosso alimento, do nosso conforto e de tantas outras preocupações materiais, isso tudo faz sentido por quê? Com qual objetivo?

teriais, de tudo que nos cerca, da nossa vestimenta, do próprio corpo, do nosso alimento, do nosso conforto e de tantas outras preocupações materiais, isso tudo faz sentido por quê? Com qual objetivo? E é em cima desse tipo de reflexão que a doutrina espírita pode e vai nos ajudar enquanto conteúdo, com todo respeito ao movimento espírita, que é mais um movimento religioso, respeitável e necessário. Mas quando nós falamos de espiritismo, aos irmãos que estão aqui presentes e que nos assistem pela TV Comunhão, pelas mídias, pela internet, entendendo que o objetivo do Espiritismo não é mais um movimento religioso para ampliar o seu número de adeptos, de fazer o proselitismo. às vezes está no coração de muitos de nós que ainda não entendeu que a divulgação de um conteúdo como esse, a divulgação das atividades espíritas deve ter o propósito exarado por Kardec, lastreado pelo evangelho de Jesus. Para quem está adentrando, não existe espiritismo sem cristianismo. Mas falamos de cristianismo também, não como movimento religioso, mas cristianismo enquanto o conteúdo, as máximas morais do Cristo que nos servem de lastro. O objetivo do espiritismo é o quê? O compromisso com a formação do homem de bem. E quando nós falamos homem de bem, gente, homens e mulheres, falamos de humanidade, viu? Para ninguém aí tomar o pé da letra nada, não é verdade? paraa formação do ser humano de bem. E quando a gente fala ser humano de bem, é a construção de um ser humano que consegue fazer frente às dificuldades do seu processo, que é um processo evolutivo. E essa é a grande boa notícia quando a gente se dá conta de que o processo da minha vida às vezes é tão complicado, quantos estão aqui sentados pensando assim: "A minha vida, quando é que será o dia que eu vou ter paz?" Não é uma coisa meio constante? Meu Deus, eu preciso ser feliz, eu ainda não fui. E com todo respeito às dores, como desaitando, cada um é que sabe a dor e a delícia de ser o que é. Tudo bem? Mas com todo respeito a isso, a doutrina

Meu Deus, eu preciso ser feliz, eu ainda não fui. E com todo respeito às dores, como desaitando, cada um é que sabe a dor e a delícia de ser o que é. Tudo bem? Mas com todo respeito a isso, a doutrina espírita tem algo a dizer para você. Olha, além de você ser imortal, estar aqui experimentando limitações e dificuldades tem um propósito muito maior do que efetivamente um Deus muito antropomorfizado, com cara de humano, porque a gente tem dificuldade, porque somos limitados e achamos que Deus é limitado. Então, é uma infantilidade ainda do nosso processo visualizar o bom velhinho. Outro dia eu fui falar do bom velhinho e as meninas mais aguerridas falam: "Por que que não pode ser uma boa velhinha?" Eu falei: "Tudo bem, bota ela de boa velhinha também. Adorei um filme da cabana que tinha lá. Deus era uma mulher e para poder quebrar paradigmas, uma mulher preta, como tem que falar. Outro dia eu fui falar negra, quase apanhei. Tudo bem, não vamos ter problema com isso. De fato, qual é o móvel, o sentimento que tá por trás? Não só das nossas denominações, não só daquilo que a gente significa. ou ressignifica. Mas qual é o sentimento que tá por trás de tudo isso? Qual é o objetivo de estar vivo? Será que esse criador que nós às vezes colocamos na figura de um ser humano por conta de algo que nos defina melhor? E a doutrina espírita também com, né, confirma e amplia o entendimento que Deus não é um humano, que ele é a força, a inteligência, ele é a personificação do amor que sustenta toda a vida e todo o universo. Ele é o criador não criado, a causa não causada. Ele é a causa de tudo. Não só a inteligência suprema, mas a justiça suprema, a perfeição suprema. Se tem gente com encrenca com Supremo Tribunal, não fiquem preocupados que o Supremo tá na mão de Deus. E apesar de todas as nossas bateções de cabeça, apesar do nosso livre arbítrio, a liberdade que temos de ação e que por conta dela como alunos num grande processo evolutivo, temos a liberdade de desconstruir através da nossa

sas bateções de cabeça, apesar do nosso livre arbítrio, a liberdade que temos de ação e que por conta dela como alunos num grande processo evolutivo, temos a liberdade de desconstruir através da nossa insistência, que nós chamamos às vezes de persistência. E devemos saber a diferença entre persistir e teimar, porque teimar é insistência num caminho equivocado. E como saber se equivocado a lei divina ou a lei natural está estabelecida? E a grande dificuldade para o aluno é que nós, como alunos ainda rebeldes, achamos que a nossa apreensão da verdade é a única. E a gente esqueceu que ponto de vista é só um ponto. Então vamos acalmar o nosso coração, porque o espiritismo não vai dizer que as outras revelações ou as outras fontes de filosofia, de religiosidade estão equivocadas. Ela vem fazer par. as confusões que nós temos ainda no meio religioso, não é por conta do conteúdo que promana de Deus e que em todos os tempos, em todas as épocas, houve o espiritismo enquanto conteúdo. Porque se o Espiritismo é uma revelação divina, lei divina não se aprimora, gente. Aprimoramos o nosso entendimento dela. Mas lei divina é perfeita porque ela carrega os atributos da divindade. que se Deus está em processo de aprimoramento, desculpa gente, nós estamos lascados, porque realmente sobre esse olhar não dá pra gente ter nem conformação, nem conformismo. Não dá para aceitar a realidade da vida que se mostra, a depender de como olhamos para ela, insuportável. Hoje é uma noite especial aos nossos irmãos que deram cabo da própria existência física, da existência física, porque a lei de Deus é de tamanho amor que mesmo você cometendo um ato desse que é um crime contra as leis divinas, quando fala um crime, quando a gente fala assim, parece que algo sem perdão, não. Crime porque foi contra a lei. Mas diante do processo de justiça divina, não há correção sem amor. Não há justiça, ajustamento sem misericórdia. Essas coisas andam juntos. Nós é que temos dificuldade em entender que os processos de reeducação, de regeneração

ustiça divina, não há correção sem amor. Não há justiça, ajustamento sem misericórdia. Essas coisas andam juntos. Nós é que temos dificuldade em entender que os processos de reeducação, de regeneração dentro dos parâmetros divinos não são punitivos, não são coercitivos no sentido de exprimir uma ira, um desajuste e um conflito que é nosso. Extrapolamos tanto que projetamos na divindade a ira de Deus. Isso é uma leitura humana que pode ser vista, por exemplo, nas Escrituras Sagradas como uma metáfora, mas de pronto, a doutrina espírita nos ajuda a repensarmos de acordo com a luz da razão e da capacidade e dos instrumentos que nós fomos angareando com o tempo, entendendo que esse processo é: "Não aportei só hoje aqui. Hoje essa essa minha expressão material e que mais lindinha, mais fofa, mais maravilhosa. Não tô me gabando não, gente. É porque se eu não gostar de mim, eu tô no sal, mesmo que eu esteja exagerando. Então, profetiza, não mente. Mas tem que se gostar. E não confundamos isso com o amor próprio, com vaidade, que vaidade é o excesso. O autocuidado só pode existir quando eu começo a entender que, pois é, não sou, me perdoe a referência do, não vou falar referência dos galães porque de repente alguém vai ficar chateado. Não é o meu, né? Não é a minha. Mas vocês sabem, né? Esse povo que a gente olha e a gente espírita não tem inveja, né? Olha aquela mulher sensacional. Mulher então nem se fala, olha e fala: "É só uma irmã muito linda, mas eu sou muito melhor, né? Não tem despeito, não fica com raiva, né?" Outro dia eu tava no dermatologista, só para poder aliviar um pouquinho, né? E fui, gente, e eu era o dermat, o convênio tava pagando. Então eu falei: "Então vou embora, vou vou aproveitar." tinha umas manchinhas e eu pensei, vou tirar porque isso aqui pode virar um câncer de pele, mas o dermatologista atende isso, mas também os padrões de beleza, né? Aí tinha uma senhora sentada do meu lado, já olhou, falou para mim: "É a primeira vez?" É, falou assim: "Veio fazer aplicação". Aí eu não tinha

ogista atende isso, mas também os padrões de beleza, né? Aí tinha uma senhora sentada do meu lado, já olhou, falou para mim: "É a primeira vez?" É, falou assim: "Veio fazer aplicação". Aí eu não tinha entendido. Eu falei assim: "Olha, eu não sei o que ela vai fazer ainda, é a primeira consulta, não vai botar botox?" Aí eu fiquei chocado. Falei assim: "Gente, será que eu já tô precisando, né? entende? Fiquei chocado, né? Aí eu falei assim, não, né? E fiquei até meio decepcionado porque a gente no sentido de agradar até socialmente uma coisa tão simples como essa, quase que eu falei para ela, é, não é isso? É um conformismo. É eu querer diante de situações como essas que parecem atolice e que a gente ri, mas de repente situações muito mais graves que nós vemos hoje a divisão nas famílias em função de política que nós não vamos trabalhar aqui, gente. Nem sonhem. Daqui a pouco vão querer saber em que eu votei, se eu sou da direita, se da esquerda, né? Outro dia recebi um telefonema de um pessoal de um movimento dentro do movimento espírita. E eu vou falar, gente, com maior cuidado, mas é só pra gente brincar. Mas quando a gente brinca é porque é sério mesmo, né? e perguntaram se eu queria me afinizar com movimento que eram espíritas mais aí vocês ficam entendendo, né, de onde é, se é pra direita, se é pra esquerda. Aí eu achei aquilo tão estranho, porque dentro daquilo que a gente pouco, né, porque eu acho que a gente ainda estuda pouco, Kardec, ele deixou bem claro para que a gente se afastasse de questões polêmicas políticas, não por uma omissão, mas porque esses assuntos que só trazem pela nossa falta de maturidade divergências que são inconciliáveis e que só fazem pra gente acerrar os ânimos. Então, quando a gente quer apenas discutir para brigar com o outro, qual é o contributo dessa conversa? E ele pediu para que a gente se afastasse não da política, mas dessas políticas partidárias que a gente não deve trazer para o centro. E não quer dizer que eu não tenha que exercer se

dessa conversa? E ele pediu para que a gente se afastasse não da política, mas dessas políticas partidárias que a gente não deve trazer para o centro. E não quer dizer que eu não tenha que exercer se quiser e o mundo precisa de gente envolvido, inclusive na política partidária, porque nós temos que fazer o contrário, não é trazer os sistemas do mundo que são cheios eivados de quê? de interesses sórdidos, às vezes mal disfarçados, onde uma coisa tão bela como a política, que deveria ser a arte de dialogar, a arte de trabalhar interesses diversos, porque diversa é a humanidade para mediar os nossos conflitos em prol de um interesse maior. A gente fala tão bonito na Constituição, tá uma beleza. Quantos de nós querendo não num processo de resignação ativa, um conceito já espírita, não sentido de construção, de uma paz, de um entendimento, mas de um conformismo. Aí a gente no final das contas vê que a encrenque é grande e acaba dizendo: "É, vou fazer". E aí falta não uma situação de querer agradar. Esse é o grave problema. Não, eu não vou falar o que eu penso porque a maioria não concorda. Houve um tempo que só o fato de você dizer que era espírita dava problema, dava até cadeia, porque o livre exercício de culto, inclusive paraa expressão espírita, que hoje pode dar até um certo status, né? Mas já teve época que os nossos confrades que nos antecederam tiveram que renunciar muito da sua seguridade, da sua segurança pessoal. O próprio Cristo e todos os grandes que assim fizeram da sua vida um devotamento a um princípio espiritual que transcenderam, passaram por situações difíceis, por sofrimentos e muitos doaram a própria vida para que o cristianismo pudesse ter a força que teve. É só a gente ver na história. Nós tivemos que ver pessoas, irmãos nossos, que com uma bravura que até hoje encanta, não só na literatura, mas faz a gente pensar pessoas que entraram num circo, numa arena, não para jogar um jogo difícil de final de Libertadores, não. para entregar a vida pro divertimento, né,

canta, não só na literatura, mas faz a gente pensar pessoas que entraram num circo, numa arena, não para jogar um jogo difícil de final de Libertadores, não. para entregar a vida pro divertimento, né, pérfido, alucinante, psicopático. Eu nem sei se a palavra existe, me perdoe. a insânia de pessoas que estendiam o seu dedinho para cima ou para baixo porque se locupletavam com derramamento de sangue daqueles que deram a vida por não tergiversarem e não deixarem de assumir que eram cristãos. Porque sabia o que o império romano fazia no processo, nos três primeiros séculos de perseguição, quando você era preso por indicação, é porque a gente dedurava o vizinho. Nem porque o vizinho era ruim, porque às vezes era um bom cristão mesmo, mas porque tinha encrenca com ele, porque tinha inveja, tinha ciúme, indicava ele para poder perseguir e ele era preso. E o império romano dava uma oportunidade. Olha, você renda aqui e faça um sacrifício em nome de o deus fulano belutano, um deus pagão do panteão romano. Renuncia a esse Cristo e a gente libera você. Eu digo a vocês, gente, não critico quem disse, nem sei quem é Jesus. Porque se hoje, diante de determinadas dificuldades, às vezes nós negamos as pessoas que nos amam, quantos de nós, por conta de uma de um olhar paraa vida que teme e se agarra excessivamente, não que não cuidemos do corpo, cuidemos da nossa integridade, porque temos um instinto de conservação, mas quando a gente amplia e entende aí o contributo do sentimento da vida imortal elucidado pela doutrina espírita, mas também reafirmado na boca e no exemplo do Cristo que tudo vivenciou em função de uma vida futura. Porque aonde poderia haver a bem-aventurança? Na tristeza, na dor, na aflição, como ele falou, se não existisse consolação e continuidade da vida? Não é mais uma questão de aceitarmos a imortalidade. É sabermos se nós estamos colocando a imortalidade como um paradigma para eu olhar pra vida, dizendo: "Eu preciso cuidar do carro, da casa, preciso cuidar da comida". Mas ao

aceitarmos a imortalidade. É sabermos se nós estamos colocando a imortalidade como um paradigma para eu olhar pra vida, dizendo: "Eu preciso cuidar do carro, da casa, preciso cuidar da comida". Mas ao fazer isso, qual é o propósito? É me afastar das pessoas? é travar esse medo, essa angústia, esse conflito de o angu, a farinha pouca, meu angu primeiro. Sempre viemos aqui na contradição, dizemos: "Aceito Jesus, aceito ele como o meu salvador". Mas eu falo isso apenas no templo, no espírito ou no evangélico, aonde quer que seja, cristão ou não. Aceito Deus, aceito a força que governa a vida, mas na hora que eu transpasso o portão da instituição da qual eu me filio pela conveniência do interesse imediatista em apenas ter e sorver primeiro, eu não sou capaz de renunciar nada. Eu, a ética é apenas usada quando é conveniente a mim, quando não é, eu relativizo para o político de pequeno ou grande escalão ou administrador público privado que corrompe as próprias leis, nós ficamos indignados e falamos ladrão, mas quando a gente corrompe, e aí me perdoe, não vou apontar o dedo para ninguém porque eu aponto um para vocês, tem pelo menos três para cá. Quem é que pode dizer que não fere algum tipo de lei humana? Não vou nem falar da divina, mas quando é com a gente, não, eu trabalho tanto, qual é o problema nisso aqui? Então, corrupção, dureza da lei para o inimigo, para mim misericórdia. Veja que o evangelho deixa de ser apenas um instrumento para o culto e o Cristo deixa de ser apenas este elemento que nós adoramos dentro das igrejas, mas tiramos esse homem do nosso ideário, do dia a dia, como aquele que pode, uma vez sendo acolhido no meu coração e no meu entendimento, fazer frente às minhas tendências milenárias, porque não é de agora que eu venho como aluno repetindo diante do testemunho que é Estar vivo. Estar vivo é estar matriculado numa escola. E deixa eu dar uma notícia que é boa e para uns pode não ser, mas nós somos aluno repetente, povo cheio de encrenca e a gente reencarna porque a

Estar vivo. Estar vivo é estar matriculado numa escola. E deixa eu dar uma notícia que é boa e para uns pode não ser, mas nós somos aluno repetente, povo cheio de encrenca e a gente reencarna porque a gente ainda precisa dessas limitações, porque aí a dor, a dificuldade não é castigo divino dentro do ciclo estreito da família consanguínea, que não é à toa que esse ciclo de pessoas às vezes estão diferentes e estão juntas, não é a obra do acaso e não é alguém que quer te castigar. Nós atraímos pessoas, espíritos, circunstâncias na nossa vida que tem a ver com a minha necessidade evolutiva. Não como uma tortura. É como um pai que ama não vai privar o seu filho dele fazer o dever de casa, dele cumprir as suas obrigações. Porque quem ama não pode dizer sim para todo para tudo. Nós estamos estragando a nós e aqueles que nós dizemos que amamos, porque estamos num vivendo uma sociedade que para não se indispor, porque o outro vira pra gente, fala que a gente vai fazer aplicação de botox e a gente vai falar que faz, ou mente ou então vai e entra na fila, porque a nossa vontade está anestesiada em função de agradarmos a quem. Significa que o nosso mundo íntimo realmente foi abandonado. Porque a gente deixou de perguntar a nós mesmos quem somos e o que que nós estamos fazendo aqui. Por que que esta minha relação com o meu esposo ou com a minha esposa é tão difícil? Porque que efetivamente não num processo de culpa, de martírio, mas de entender os processos. Aonde está a dificuldade, aí está a minha lição. Então, o problema da bem-aventurança dos aflitos não é que basta sofrer para que a gente possa estar bem, pelo contrário, o sofrimento gera dor. Agora, a resignação, que é disso que nós estamos falando, conformismo, conformação. Na hora que a gente ouve essas palavras, até eu me compliquei, falei: "Deixa eu ir pro dicionário". Porque segundo o dicionário, conformismo é o aspecto negativo, é a acomodação. Ah, é aquele espírita que não quer estudar, é a muleta, né? Ah, eu tô

me compliquei, falei: "Deixa eu ir pro dicionário". Porque segundo o dicionário, conformismo é o aspecto negativo, é a acomodação. Ah, é aquele espírita que não quer estudar, é a muleta, né? Ah, eu tô sofrendo porque Deus quer, meu karma. Aí senta em cima da dor e não faz nada. Eu tenho fé, Deus vai me ajudar. Gente, eu olho esse negócio, me dá uma aflição, uma agonia, entendeu? Falei assim, mexe, menino, entendeu? Ah, eu tô doente, mas Deus vai me ajudar. Não vai na farmácia, não pede para alguém, não procura o médico, não aceita. Veja quantas formas, porque não existe resignação, porque nós somos julgados. Inclusive o espiritismo é acusado de que resignação e tolerância é coisa de gente passiva. Tolerância, compreensão, nada. Vamos atrás da justiça. Não é isso que a gente tem ouvido? Tolerância zero, perdão, gente fraca, porque o mal a gente combate na pancada, tem dado muito certo. Vamos estudar a história. Tem gente que acha que a manutenção da paz é só na base da guerra. Ué, e não é? Ah, então o cristão de fato só é legal no culto, porque quando fala em perdão, a gente não sabe o que é perdão, porque nós esquecemos de seguir a Jesus, estamos adorando, mas ele lá e é o cá. E não é só na Igreja Católica, porque não o problema não é da Igreja Católica ou das igrejas evangélicas ou de qualquer denominação cristã. O problema somos nós que nos dizemos cristãos, mas de fato não estudamos e sequer vivenciamos ou buscamos vivenciar o cristianismo. Porque não é tão difícil assim vermos que se nós temos um Cristo, será que alguém consegue ver o Cristo passivo? Ele nunca foi violento dentro das injustiças do seu tempo. Ele nunca foi cúmplice. Ou ele passou recibo ou se coadunou com a mentira, com a com a inverdade, com a desfaçatez. Nossa, mas como ele agiu? Porque ele não deixou de agir. Então ele foi resignado o tempo inteiro no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 9, bem-aventurados os brandos e pacíficos. Porque se a gente não for olhar com esse olhar, gente, é ridículo então entender

foi resignado o tempo inteiro no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 9, bem-aventurados os brandos e pacíficos. Porque se a gente não for olhar com esse olhar, gente, é ridículo então entender o cristianismo. Não faz sentido a gente dizer que feliz é aquele que é brando e pacífico. Porque quando a gente fala isso, o que que o pessoal pensa na mesma hora? Um sujeito que tá dizendo assim: "Ah, você tá me batendo? Bate mais, filho, que eu sou cristão". rebenta, passa por cima. Será que foi isso que Jesus quis dizer? Ou ele quis dizer que se a o mal, o ódio é um conflito que eu não dei conta dentro de mim, porque o violento na prática é um covarde, porque ele não tem coragem de enfrentar o próprio inimigo que é dentro dele e ele transfere para os outros, para a sociedade, para a política, para todos os outros que também tem a sua encrenca, algo que ele não dá conta. Então ele não vai no sentido profundo de ajudar e contribuir na sociedade. Ele não quer justiça, ele quer vingança. Ele não dá conta do próprio fé dentro de si. E me perdoem se alguém vai ficar chateado. Não tô falando de vocês, também tô falando de mim. Porque todos nós temos essas questões arquetípicas. Olha que coisa chique. É porque nós temos essas essas forças que estão deseducadas dentro de mim. E por falta de nós nos conhecermos diante das justiças sociais, você pega aquela indignação que é justa. Quando a gente vê corrupção, quando a gente vê negligência, quando a gente vê indiferença à dor humana, individual coletiva, as tragédias nos lares que ganham, os noticiários criminais, tudo isso nos impacta, OK? Como deve agir o homem verdadeiramente conformado, não conformista ou resignado? Ele compreende o mal. E qual é a receita para o mal? Expor o mal. falar mal de quem faz o mal no sentido de denegrir, de achincalhar. É esta a postura do Cristo. Tem algum relato do Cristo dele dizendo assim: "Vamos fazer um au lá na frente do templo, aqueles hipócritas, vamos pegar e vamos atiçar a população porque

de achincalhar. É esta a postura do Cristo. Tem algum relato do Cristo dele dizendo assim: "Vamos fazer um au lá na frente do templo, aqueles hipócritas, vamos pegar e vamos atiçar a população porque nós vamos derrubar o império romano?" Ele foi condenado porque o pessoal tinha medo que ele fizesse isso. Foi isso que tirasse o poder dos ricos judeus que temiam esse tal reino, um reino material. E Jesus tava falando para nós renovarmos o nosso cenário íntimo. Porque quando o meu coração de fato se humaniza, quando meu coração é justo e bondoso, todas as outras instituições que sociais ou coletivas, elas são formadas pelas individualidades. Um coração transformado, por vezo, mas a gente acreditou, desacreditou dos nossos próprios potenciais. Subestimamos o nosso poder transformador do mundo e achamos que para transformar o mundo tenho que ir paraa agressão. Não, você tem que pegar essa força de indignação e olhar com compaixão, porque o que mais necessita de corrigenda, o que mais necessita de compreensão, de tolerância, é o criminoso. Ah, Maurício, eu não aguento isso que você falou, não vou embora, né? Não levantem, não, calma aí, porque não é comigo, é Jesus que falou isso. Falou a tal ponto que diz assim: "Perdoai aqueles que vos ofendem, que vos caluniam. Perdoai não só sete vezes, mas 70 vezes 7. Amai os vossos inimigos. Bem dizei, bem diizei aqueles que vos maldizem. Fazei o bem. Se o cara te pediu a capa, entregue o manto. Se ele te forçar a dar 1000 passos, anda 2000. E a gente tá achando o que disso? Tá dizendo o seguinte: na mesma força que ele te pede para te constrangir algo, ofereça o bem. Mas para fazer o bem, nós precisamos ter sabedoria. Se alguém quer me tirar a vida física, é óbvio que eu tenho que cuidar disso. Agora, a maior defesa que nós estamos negligenciando é: "Eu aceito o ódio que o cara quer?" Porque quando alguém nos maltrata, quando nós somos vítimas de violências graves, não quer dizer que a gente não tenha que procurar justiça, gente. Não

genciando é: "Eu aceito o ódio que o cara quer?" Porque quando alguém nos maltrata, quando nós somos vítimas de violências graves, não quer dizer que a gente não tenha que procurar justiça, gente. Não tem que dizer que a gente não tenha que procurar polícia. Não quer dizer que eu tenho que ficar dentro de uma casa onde eu estou correndo risco por conta de uma relação abusiva e violenta. Isso não tem nada a ver com perdão. Perdão é, eu não vou tomar o veneno do ódio para me defender da maldade do outro que é doente. Eu tomo as minhas atitudes e as minhas providências materiais quando tá afetando o material. Mas eu confio que acima de tudo, fazendo isso e tomando as medidas, eu não viva cercado pelo medo e não viva cercado dentro de mim pelo ódio. Porque aquele que me fez mal um dia, por conta de eu não perdoar, eu fico revivendo a minha vida toda e me escravizo ao mal que eu sofri o resto da vida. É por isso que o perdão hoje saiu das igrejas, graças a Deus, estão nos consultórios psiquiátricos, psicológicos, como medida preventiva de saúde. Nós estamos prestes a ver uma campanha do Ministério da Saúde, mês do perdão, da prevenção contra o ódio. Olha que maravilha. Vamos sanar doenças físicas, porque a gente acha que não perdoar significa dar razão ao ofensor. Isto não é conformação, isto não é resignação. Resignação é aceitar aquilo que eu não posso mudar, porque eu não tenho controle sobre as tempestades e até os malefícios que os doentes possam vir a fazer para mim. Mas quando vem a resignação é aceitar de forma consciente, inteligente, operante uma situação, porque às vezes eu tomei conta da minha saúde e quem é que não tem o choque de ir no médico e recebe aquela notícia? É por isso que os homens corajosos, como nós somos, a gente não vai no médico, porque a gente sabe que se for, vai descobrir algo, porque a gente é muito corajoso, né? Cabra macho, machucado, né? Desculpa, galera, tô falando que é todo mundo, né? Tô falando por mim, mas é um pouco disso, uma fuga

e que se for, vai descobrir algo, porque a gente é muito corajoso, né? Cabra macho, machucado, né? Desculpa, galera, tô falando que é todo mundo, né? Tô falando por mim, mas é um pouco disso, uma fuga psicológica. Vá ao médico e não vá só quando a coisa tiver ruim. Vá preventivamente. Isto não é resignação. Isso não é aceitação de da vida e das dificuldades. Isso é respeito ao teu veículo físico, respeito à tua integridade mental. Cuidemos da nossa saúde mental. Isso não é deixar de ser resignado. Não confundamos perdão, não confundamos resignação com comodismo, com ociosidade. E se assim estivermos, também não vamos ser cruéis conosco mesmo. Há no processo de resignação um acolhimento. Primeiro, eu preciso acolher-me. Aceitação. Que que é aceitação? É, eu aceito que eu tô sentindo isso. Eu aceito que eu tenho defeitos. Porque enquanto eu não reconheço-me como um frágil, como um doente, menos ou mais em determinadas áreas, como terei consciência para diagnosticar-me, para abrir-me para um passo adiante, para uma ação efetiva? Esta é a sabedoria do amor e do perdão que o Cristo colocou. O que é caridade? Perguntou Kardec no entendimento de Jesus. A pergunta dele foi muito específica. Beneficência para com todos. Mas para aquele que é do outro partido, para aquele da família que eu cancelei, é porque agora é chique. Não é só perdoão, não é só, não é só não perdoar, é cancelar. E se puder fazer uma campanha difamatória com vídeos lacradores no Instagram, no TikTok, vai ficar melhor. Desculpa, gente. Isso não tem nada a ver com ser cristão. Temos que defender a nossa sociedade. Eu vou me armar. Mas Jesus falou: "Amai-vos uns aos outros". Eu não me lembro dele falar: "Amai-vos uns contra os outros". E eu não tô falando, gente, não é nada em relação à política de arma. Esquece isso aí também serve. Eu estou falando de maneira geral e com todo respeito aos posicionamentos que as pessoas possam ter, mas não tem a ver com a proposta do Cristo. Se hoje utilizamos armas, nós

ece isso aí também serve. Eu estou falando de maneira geral e com todo respeito aos posicionamentos que as pessoas possam ter, mas não tem a ver com a proposta do Cristo. Se hoje utilizamos armas, nós temos que entender que que nem dentro de um centro cirúrgico, você acha que em san consciência um cirurgião quer amputar um membro, quer fazer uma cirurgia que ele sabe que ao final preserva a vida, mas tem sequelas graves? Ele só chega nesse ponto quando todas as outras medidas preventivas não foram feitas ou quando os desgastes naturais fazem. Então, efetivamente, nós precisamos as nossas forças de segurança, porque determinados crimes que são tão complicados precisam, mas nós estamos nos arvorando injusticeiros. Sério, esquecemos da nossa principal defesa, de onde nós devemos atacar as causas da violência, que para chegar na violência urbana, ela tem que começar diante de um coração que foi negligenciado por nós mesmos, porque é muito fácil nós culparmos pais e mães omissos. E são muitos, mas antes de serem pais e mães, são espíritos também com as suas precariedades. E Deus não erra, permitindo que nós espíritos nascemos em lares do quais o pai e a mãe que tem todos os deveres também falham. E aí você cresce, teve todos os traumas, mas na hora que tem consciência que pode dar a volta por cima, se escraviza numa amuleta e diz: "Eu sou assim por conta do meu pai e da minha mãe e eu fico com essa juscativa o resto da minha vida. E alguém diz assim: "Oh, vai fazer o que com isso? Vai ficar culpando o dia, a vida inteira? Não vai dar volta por cima?" Se já tenha consciência de que tava errado, seja o pai que eles não foram para você com seu filho, seja o cidadão. Isso é oferecer o bem diante do mal para mim e para quem estabelece relação comigo. Mas eu acho que resignação é coisa de gente fraca, que é uma aceitação consciente daquilo que efetivamente eu posso mudar. Ah, mas a minha doença é séria. Talvez eu desencarne, mas não vamos todos desencarnar. Então faz o seguinte, OK, resignação. Eu tomo o o o

aceitação consciente daquilo que efetivamente eu posso mudar. Ah, mas a minha doença é séria. Talvez eu desencarne, mas não vamos todos desencarnar. Então faz o seguinte, OK, resignação. Eu tomo o o o BAC, quem é que recebe a notícia dessa e fica comemorando? Tá, choro, tenho meu momento de luto, respiro e a pergunta deve ser: E agora? Que que eu faço com isso? Eu tenho escolhas, não aceito. Ah, é isso mesmo. E aí eu nego a doença. Quem conhece essa história e nega, nega, nega, nega. Toma um remédio, não tomo, não aceito. Vamos no médico, não vou. Mas você vai piorar que eu morra mesmo. Tôado, né? E aí esta não aceitação, que é uma energia canalizada paraa rebeldia, machuca a gente, machuca quem tá nos vendo, quem tá no nosso lado, machuca quem tá nos acompanhando. É falta de caridade, benevolência para com todos, para comigo e para com o meu inimigo, porque o meu inimigo é um doente. Ele se não tem consciência, se está escravizado pelo próprio ódio, então é óbvio que ele vai expressar o seu desequilíbrio. Mas se eu já me considero cristão, se eu falo que eu sou o correto, como é que o correto reage da mesma forma como ele? Como de repente eu, um médico, na minha consciência recebo um paciente completamente alterado e vou me trocar com com o paciente translocado, falando as neiras, totalmente invadido pela dor. Quem tá com a dor, já não tem muito filtro, fala besteira no médico. Aí eu pego, fico brabo da vida, dou na cara do paciente. Olha que maravilha. E depois vou ter que explicar pra comissão de ética, sei lá o que for, o pessoal da corregedoria, sei lá como é que é isso, que foi ele que me provocou, dei na cara dele, falei: "Mas quem é que era o São aí na história? Quem é que precisa de médico? Porque acusaram Jesus de andar com gente chamada de má vida. E esse povo de má vida era o povo que tinha consciência dos seus erros, mas queriam mudar de vida e enfrentaram a vergonha dos rótulos que já tinham da sociedade. Criminoso, prostituta, ladrão. E Jesus não porque dizia: "Eu

era o povo que tinha consciência dos seus erros, mas queriam mudar de vida e enfrentaram a vergonha dos rótulos que já tinham da sociedade. Criminoso, prostituta, ladrão. E Jesus não porque dizia: "Eu passo recibo pros teus erros". Não, ele vê o ladrão, ele vê o ser humano com as suas encrencas e sabia quem o procurava, porque Jesus não perdia tempo. E dizia para os hipócritas que julgando posturas alheias fiscais das nossas posturas. Alguém conhece gente assim que o prazer parece que é fiscalizar a vida dos outros? Oh, tristeza. Antes tinha janela da vizinha pra rua, hoje é a internet. Deram poder a esse povo todo, doido para todo mundo ficar melhorzinho, pra gente ter paz. Mas e se não fizerem? Então eu é que tenho que ser aquele que não transfiro, não delego a minha felicidade quando o mundo fizer paz fora para que eu possa ter paz, para quando o meu filho me entender, para quando meu esposo se modificar, para quando meu ex-marido ou minha ex-mulher, tome as providências, mas blinde o seu coração da raiva, blinde o seu coração do ressentimento, porque o ressentimento vai te escravizar e vai te deixar no looping de reviver. ver aquela dor não é só reviver o que aconteceu, porque perdoar não é esquecer, gente. A gente esquece com problema de demência mental, com Alzheimer, com outros problemas que vão aí a gente esquece. Você toma uma paulada de alguém. Eu me lembro da surra que eu tomei quando era pequeno. Outro dia eu fui dar palestra, achei o rapaz. 40 anos depois falei: "Gingente, é ele? Eu lembrei. Vocês já jogaram bolinha de good? O desgramado, eu ganhei dele. Aí a gente, a gente é como espírito evoluído, né? Eu ganhei dele e a gente tinha apostado. Apostar já dá um problema, né? E eu ganhei a bolinha dele, né? Tinha três búlicas, vocês lembram disso? E tô denunciando a minha idade, né? Pois é. Aí eu ganhei dele. Aí eu não sou satisfeito em ganhar. Fiquei e fui zoar, né? Ah, rapaz, para quê? Ele não gostou. Eu me lembro da terra entrando pelo meu nariz, porque ele

a minha idade, né? Pois é. Aí eu ganhei dele. Aí eu não sou satisfeito em ganhar. Fiquei e fui zoar, né? Ah, rapaz, para quê? Ele não gostou. Eu me lembro da terra entrando pelo meu nariz, porque ele jogava assim a cabeça. Eu me lembro do cheiro dele. Vocês vê como é que a gente grava essas coisas, né? Ele nem lembrava quem era eu, mas eu lembro da cor da camisa dele. Nunca mais esqueci o nome. Não vou falar, claro, para vocês, mas não esqueci. Mas graças a Deus eu ri porque quando eu lembrei, eu falei assim e fui procurá-lo. Quando eu falei assim, você não lembra a surra que ele me que você me deu? Eli, hã, imagina se eu não tivesse perdoado, ia ficar com raiva dele não ter nem lembrado, não é? Como é que é essas coisas? Então, quando a gente perdoa, a gente lembra do acontecimento sem remoer a dor. Assim como não sei vocês, mas sou da época que o psicólogo tinha psicólogo particular em casa. Era um chinelo de couro, uma régua de madeira, né? Na nossa época o psicólogo era assim, trabalhava toda semana, gente. Era uma beleza. Minha mãe não gosta que eu fale isso não, mãezinha. Beijo. Era o melhor da época, não é? Então a gente quando tinha esse tipo de coisa, a gente hoje lembra e a gente lembra com graça. Mãe, você lembra? Você corrida atrás da gente na mesa, né? E morrendo de ri, né? E o chinelo, né? Na época inventaram o drone. Foi aí, né? O chinelo voador, né? E acertava com a precisão, rapaz. Era uma coisa maravilhosa, né? Tecnologia anos 70, 80. E aí a gente já ressignifica, porque aquilo era o melhor daquela época. Aquilo foi o que o outro pôde elaborar pra gente. E a gente ressignificou o amor e perdoou no sentido de essa dor não cabe mais. E não foi porque o que foi feito era o melhor, foi o melhor que as pessoas puderam dar. Porque em san consciência ninguém vai para o mal porque tem convicção de que eu quero fazer o mal. São sempre dores atuais ou milenares que fazem com que o criminoso, que a gente chama de criminoso, na verdade também é filho de Deus. Somos

ara o mal porque tem convicção de que eu quero fazer o mal. São sempre dores atuais ou milenares que fazem com que o criminoso, que a gente chama de criminoso, na verdade também é filho de Deus. Somos todos irmãos desse sentido. Então, não é que eu não possa sentir raiva diante de agressões, porque eu não posso, mediante alguém que eu amo profundamente, que o meu coração bata da mesma forma como alguém que só chegando a presença, aquilo me causa um certo trauma. Mas essas situações do espiritismo ajuda a nos ampliar para que a resignação não seja um processo alienador. Aceita porque tem que aceitar. Não. É um processo em que eu me predisponho a não odiar. Eu me predisponho a não me vingar e a utilizar o sistema da justiça que tragam paz e tranquilidade para mim na medida das minhas resistências morais, porque eu não posso fazer as renúncias que fez o Chico ou Madre Teresa, porque eles já galgaram um patamar de controle das próprias emoções, de malhação, de virtude que eu não consegui ainda. A grande questão não é que a gente não dá conta, a grande questão é você conhece tudo aquilo de bom que você já angareou para botar para jogo. Porque nós estamos feito as temos feito escolhas de catar no meu universo íntimo só aquilo que eu tenho de encrenca. Então na hora que alguém pisa no meu calo, ah, meu amigo, espiritismo nessa hora vai pras cucuiu quando for domingo eu vou tomar meu passo e eu me harmonizo, mas agora eu vou dar na lata. Vocês não fazem isso não, né, gente? Graças a Deus, né? para ninguém ficar chateado comigo, porque, né, eu fico rezando para ninguém me encontrar às vezes no supermercado num dia ruim. Já pensou? Brigando com a mulher do caixa. Outro dia eu fui fazer um negócio desse, não é porque eu sou bonzinho não, gente. E aí eu me lembro que eu tava com meu filho e minha filha, né? E na hora que E era uma coisa chata, um absurdo que estavam fazendo, né? Aí a gente já vai com a, né? A gente pensa, né? Não posso nem dizer o que eu pensei. Coisa feia, né? A

filho e minha filha, né? E na hora que E era uma coisa chata, um absurdo que estavam fazendo, né? Aí a gente já vai com a, né? A gente pensa, né? Não posso nem dizer o que eu pensei. Coisa feia, né? A gente tá aqui para harmonizar, né? E aí na hora que eu fui fazendo aí, menina danada, aí vem minha menina. Tá bravo, pai? Tô. Pessoal vai ver. Já pensou se alguém conheceu? Aí o Aroldo contou isso, aconteceu uma coisa parecida com ele. Vocês se conhecem, não? O Aroldo do outro dia dis que o menino dele, o homem fechou, contou uma história parecida. Eu falei: "Audo, os meninos estão salvando a gente". Fechou. Ele abri a janela do carro e o filho dele pegou e falou assim: "Tá nervoso, pai?" Aí ele falou assim: "Tô. Vai xingar ele?" Ele falou: "Tô pensando falou assim: "E se for alguém que assiste as suas palestras?" Ele falou assim: "Aí eu tô desmoralizado. Nem que seja por isso que a gente vem, vai pra recepção, fala: "Meu irmão, boa noite", né? Eu lembro de um amigo meu palestrante, gente, a gente não pode confundir isso com resignação. Isso foi caso verídico. Ele no trânsito indo atrasado, né? Já tava errado. E aí teve problema com motoboy. Essas coisas não acontecem, né? Aqui em Brasília, então também não tem problema nenhum. E ele achava que era motoboy, ainda falou, né, que era motoboy. Mas enfim, tava lá com aquele negócio, com capacete. E aí eles trocaram gentilezas, ele a caminho da palestra. Imagina que situação, né? Trocaram gentilezas. Aí ele pegou e parou. Ai meu Deus, perdão. Pediu perdão só para Deus, né? Que o rapaz foi. Perdão, deixa eu me harmonizar. Não foi na comunhão, tá gente? Porque senão vocês vão querer saber quem é. Eu não vou poder dizer de jeito nenhum. Aí ele chegou na hora que ele diz assim: "Meus ir passou, meus irmãos passou a palavra, meu irmão". Ele olhou na primeira fila: "Uh, o motobo". Eu falei assim: "Gente, antes de começar, vamos falar sobre o perdão. Vejam que a gente ri porque é sério, gente, porque não tem mais essa coisa da religião que diz respeito à

ra fila: "Uh, o motobo". Eu falei assim: "Gente, antes de começar, vamos falar sobre o perdão. Vejam que a gente ri porque é sério, gente, porque não tem mais essa coisa da religião que diz respeito à nossa capacidade de pensar, de raciocinar. O espiritismo, é uma religião de consciência, não é a religião mais certa. O seu conteúdo pode promover a nossa estabilidade com ou sem o rótulo religioso, porque o espiritismo está em a natureza. Porque o espiritismo é, antes de mais nada, a revelação do mundo de não só o entendimento de que o mundo das relações morais é regido pelo mesmo princípio da lei que rege todas as relações da matéria em todos os seus estados, porque tem um único grande autor que é Deus. Esta beleza está ao nosso alcance. Então, pra gente ir finalizando, que nós estamos já chegando, tô de olho aqui, né? Vou correr aqui um pouquinho os nossos minutos finais. Olha só que maravilha, gente. Vou trazer para vocês aqui um texto, cadê que eu peguei aqui? Ele é maravilhoso. Olha, é do Albino Teixeira em espírito, do livro Passos da Vida, que são de vários espíritos. desse espírito Albino Teixeira, psicografia do Chico. E aí o tema é o que mais sofremos, como é bem pequenininho, é uma cutucada, mas com grande amor para todos nós, para que nós possamos entender a resignação como esse sentido de aceitar aquilo que a gente não tá dando conta. Tem até uma frase que eu acho que todo mundo conhece aqui. Meu Deus, dê-me o quê? Forças para aceitar aquilo que eu não posso mudar. e forças também para eu poder mudar aquilo que eu, porque resignação significa ação, bom enfrentamento. E o que por último sabedoria pra gente distinguir uma da outra. Quando é que eu sei que eu tenho que entregar? Porque não existe resignação sem o cultivo de fé, que é confiança de que nós não somos regidos pelo acaso, que existem leis sábias e amorosas que não permitirão que a gente passe por dificuldades que não estejam no meu caminho ou como necessidade dos reflexos que eu ofereci pra vida. E a vida traz de

caso, que existem leis sábias e amorosas que não permitirão que a gente passe por dificuldades que não estejam no meu caminho ou como necessidade dos reflexos que eu ofereci pra vida. E a vida traz de volta, não como punição, mas como minha necessidade, porque eu plantei abacaxi, então o abacaxi é meu, eu tenho que descascar. E eu não descasco sozinha, porque Deus é pai. O quarto tá com cheiro de jaula. A mãe podia arrumar sozinha porque é muito mais rápido, mas ela chega para adolescente e fala: "Jesus amado, esse teu quarto não vai ficar assim e eu não vou arrumar porque se eu ficar arrumando toda hora, você não tem o crescimento de arcar com as responsabilidades da sua sujeira. Deus é assim com a gente, só que ele não fala: "Vai, arruma o quarto". Se a mãe é consciente, vai e fica do lado, porque se deixar sozinho. Entenderam a diferença? Por quê? Então, o que que mais a gente sofre? Será pela circunstância de difícil que vem pra gente? O que mais sofremos no mundo não é a dificuldade, hã? É o desânimo em superá-la. Porque quando a gente cresce, se fortalece, a dificuldade não vai embora. Mas a gente ficou, ó, fortão. Agora tiro de letra. Entenderam a dificuldade? Este é o segredo do evangelho. Ah, meu pai, tira-me esse sofrimento. Não faço essa pressa. Não vai dar certo, gente. Deus não vai tirar aquilo que é dia de prova. A gente até faz prece pro professor adoecer no dia da prova, pra escola ter um problema, um terremoto. Só vai adiar, eu vou ter que fazer a prova. Entendem? Não pede isso, não. Pede para ele te dar força. Estuda, pede o auxílio para ele. Ó Senhor, eu quero passar nesse concurso. Estuda, desgramado, porque se tu não estudar, vai ser uma injustiça. O teu benfeitor não vai te dar a cola, porque se ele é benfeitor, ele não vai fazer injustiça. Olha que pensamento. Então, não é a dificuldade, é o desânimo que a gente tem. Não é aprovação, é o desespero diante do sofrimento. Então, diante de uma dor legítima, a gente tem que chorar, porque isso é acolher o meu

o. Então, não é a dificuldade, é o desânimo que a gente tem. Não é aprovação, é o desespero diante do sofrimento. Então, diante de uma dor legítima, a gente tem que chorar, porque isso é acolher o meu sentimento. Mas depois eu tenho que entender que é um limite. A cadeira é uma tristeza. A tristeza, ô, perdão, tristeza é uma cadeira que quando eu preciso, eu preciso sentá-la, porque ela é um espaço de reflexão para eu valorizar aquilo que eu tô perdendo para refletir. Agora não fica sentado o tempo inteiro, porque cadeira não é para você sentar o tempo inteiro. Então, tem um momento que você precisa levantar dela. Então, você não pode ir pro desespero, tem que fazer o bom enfrentamento e peça ajuda quando tiver dando conta sozinho. Não é a doença, é o pavor de nós recebê-lo. Não é o parente infeliz o grave problema que enfrentamos, mas é a mágoa de tê-lo na equipe familiar. Vocês já fizeram pra Senhor leva. Tanta gente precisando desencarnar. Nunca fizeram a prece da desencarnação. E gente boa esse pessoal da comunhão. Graças a Deus. Vamos, vamos em frente. Não é o fracasso, é a teimosia de não reconhecer os próprios erros, porque nós vamos errar. Errou. Divaldo falava: "Quando cair, gente, já levanta e agradece, porque já que caiu, cai pra frente porque já caminhou". Olha que maravilha. Não é ingratidão, é a incapac incapacidade de amar sem egoísmo. Não é a própria pequeneza, o grave problema que nós sofremos é revolta contra a superioridade dos outros. Porque todo mundo fala: "Qual é o seu defeito? Ah, eu sou perfeccionista". Ninguém fala que é invejoso. Já ouviram? Fala assim: "Ah, eu sou muito invejoso. Ninguém. Você acha que o mundo tá cheio de inveja? Ó, tá cheio, mas ninguém se declara também. Eu não vou falar para vocês. Então, a gente não reconhece que a gente não dá conta. Então, em vez da gente se estimular para crescer, a gente quer que o outro se diminua e nem reflete que tá sentindo isso, porque a gente não quer se conhecer. Não é injúria, é o nosso

te não dá conta. Então, em vez da gente se estimular para crescer, a gente quer que o outro se diminua e nem reflete que tá sentindo isso, porque a gente não quer se conhecer. Não é injúria, é o nosso orgulho ferido. Como é que ele ele sabe com quem tá falando? Como é que ele tem a coragem de me falar isso? Hã? Você é aquilo? Não. Então deixa a doença dele. Alguém já te deu um saco de lixo de presente bem embaladinho. Você aceita? Eu não. Então por que que a gente aceita o lixo emocional dos outros? Eu preciso brigar com ele. Eu só digo para mim mesmo, não vou ficar com isso. É dele, é dela. E isso é ser resignado sem ser violento. É agir. Não é a tentação. É a volúia de experimentar-lhe os alvrios. Ou seja, é a volúia de eu aceitar. Porque a tentação, segundo Chico, é você ser perseguido por um cachorro enorme, correr dele doido para que ele te pegue. Tentação é isso. É o conflito no fundo. No fundo eu só vou porque é a conscupciência, é o meu desejo. Não, não confesso de que eu ainda me comprazo nesse tipo de vício. Faz o bom enfrentamento, sem medo e sem vergonha de ser ainda o que está, o que é. Não é a velice do corpo, é a paixão e o apego pelas nossas aparências. Vai ter um dia que eu vou pegar essa esse essa coisa linda, maravilhosa, murchinha, se eu demorar mais tempo, e vou dizer: "Gratidão, corpinho lindo, gostoso, desgastado, veículo dessa minha alma que eu quero que saia formosa, aperfeiçoada." Como é fácil de perceber, não na solução de na solução de qualquer problema. O pior problema é a carga de aflições que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós. Então, meus queridos irmãos, a mensagem é de esperança, de que a resignação seja um processo de conquista e que está a nossa mão, com o exercício daquilo que nós podemos fazer todos os dias, de ver aonde eu posso usar dessa minha caixa de ferramentas que é infinita, com os poderes do espírito que nós temos herdados por Deus, de saber que, apesar das encrencas que eu descubro no autoconhecimento, das das mazelas, mas

essa minha caixa de ferramentas que é infinita, com os poderes do espírito que nós temos herdados por Deus, de saber que, apesar das encrencas que eu descubro no autoconhecimento, das das mazelas, mas também dos meus potenciais, mas não só dos meus teus potenciais, como disse Santo Agostinho, conhecer-te, ó conhecedor de mim, tal qual tu me conheces, é buscar a visão de alguém, e eu falo alguém com a licença poética que nos conhece muito mais do que nós estamos, porque quem ama como Deus nos ama não nos vê hoje arrastando e rodupiando nas teias dos nossos das nossas encrencas, ele vê o anjo do futuro. Nós precisamos olhar para nós com esse potencial, porque diante disso a esperança se dilata e a resignação passa a ser muito mais palpável como instrumento da nossa harmonia e de uma vida, ainda que atribulada, muito mais feliz. Muita paz para todos nós. Que Deus nos abençoe hoje, agora e sempre. Gratidão imensa ao nosso irmão Maurício pela reflexão e a alegria que ele nos trouxe, né, que é muito importante. É ser cristão, é ser alegre também. E assim elevando o nosso pensamento, trazendo a doce e meia figura de Jesus, olhando a cada um de nós e nos convidando a oferecer a outra face, a face do amor, da indulgência, da compreensão, a face do acolhimento, a face da paz. E assim, meus irmãos, Jesus ao nosso lado nos envolve um abraço fraterno e dizendo que aguarda todos nós nessa caminhada evolutiva, mas que sejamos determinados, perseverantes na nossa transformação, para que nós a cada dia nos tornemos um pouquinho melhor para que nós sejamos instrumentos do amor de Jesus onde estivermos e com quem estivermos. E rogamos a ele que a sua paz e o seu amor sejam direcionados a toda a humanidade, encarnados e desencarnados, levando lenitivo o consolo e a esperança. E assim só temos a dizer: graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja, meus irmãos e irmãs. Aguardem, por favor, a orientação do nosso irmão para o passe, tá? Tenham todos uma ótima semana, uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de

e graças a Jesus. Que assim seja, meus irmãos e irmãs. Aguardem, por favor, a orientação do nosso irmão para o passe, tá? Tenham todos uma ótima semana, uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e

ntores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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