A VELHICE COMO COLHEITA DAS ESCOLHAS DA VIDA - Maurício Curi [2º SEMINÁRIO SOBRE ENVELHECIMENTO]
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Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Boa noite aqueles que nos assistem e acompanham pela TV Comunhão. Sintam-se todos abraçados, recepcionados nessa casa de Jesus. E hoje é motivo de muita alegria para nós na diretoria de atendimento e orientação a nossa DAL, porque mais uma vez nós estamos aqui para partilhar com vocês um dos nossos seminários. E nesse mês de outubro, já aqui no dia 1eo de outubro comemora-se o dia do idoso, né? A DAL então instituiu, se organizou para que ao longo do mês de outubro nós possamos refletir em algum momento sobre o envelhecimento. E esse é o nosso segundo ano de seminário sobre envelhecimento. Então, nós começamos hoje numa rotina que vai se estender até sexta-feira, sempre às 20 horas e no sábado encerramos com a nosso encontro às 17 horas. Então, já estão todos convidados a acompanhar conosco ou aqui presencialmente ou pelo YouTube, onde são transmitidos os nossos encontros, as nossas reflexões. Este ano, o nosso seminário, ele tem o propósito de refletir sobre a temática envelhecer o cumprimento da reencarnação. Então, nós vamos poder contar aqui ao longo dessa semana com alguns irmãos e irmãs queridas que vão nos trazer um pouco das suas reflexões acerca desse nosso tema central, sobre o envelhecimento como o cumprimento da reencarnação. E o nosso objetivo ao longo dessa semana é refletir sobre o envelhecimento como um processo de maturação do espírito, sobre as contribuições do idoso na na família, na sociedade e nos trabalhos espirituais. E pensar o envelhecimento como uma fase de preparação paraa vida futura. Alicerçadas todas as reflexões à luz da doutrina dos espíritos. Então, nós convidamos a todos a embarcar conosco nessa viagem ao longo dessa semana para que nós possamos refletir
ão paraa vida futura. Alicerçadas todas as reflexões à luz da doutrina dos espíritos. Então, nós convidamos a todos a embarcar conosco nessa viagem ao longo dessa semana para que nós possamos refletir sobre essa temática. E para que nós possamos dar início, então, ao nosso encontro dessa noite, eu convido a nossa diretora de atendimento e orientação, a nossa diretora da DAL, Evani Bueno, para fazer a nossa prece inicial para que nós possamos nos sintonizarmos no mesmo numa mesma sintonia, né? sintonizarmos uma mesma sintonia, ficou complicado, mas que nós possamos nos sintonizar numa vibração elevada para que Jesus venha estar conosco, nos permitir a bem receber as reflexões que vão ser trazidas e também intuir o nosso amigo da noite de hoje. >> Boa noite a todos. É com muita alegria, como diz a Patrícia, que estamos no nosso segundo seminário sobre o envelhecimento. E a Dal tá muito feliz com todos esses essas temáticas que foram tratadas e que serão tratadas essa semana toda para nos trazer conhecimento de como envelhecer melhor. Então, estamos eh na nossa melhor idade e precisamos refletir sobre alguns temas e nosso espírito vai ser sempre jovem. Então vamos pedir a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão maior e toda a espiritualidade amiga que nos acompanha, que possa nos intuir a absorver aquilo que é bom para nós, aquilo que vai fazer com que a gente viva com alegria e com saúde, que modifiquemos aquilo que não é bom, que possamos ter força Senhor, energia, sabedoria para seguir em frente, para melhorar cada dia, para a evolução desse espírito que somos hoje e sempre, que hoje utilizamos esse corpo físico e que precisamos dele paraa nossa evolução, que recebemos hoje, essa semana toda, esses ensinamentos para modificação dos nossos ações, do nosso comportamento, para que possamos viver um dia de cada vez e um dia melhor. Que Jesus possa abençoar todos nós que estamos aqui presente nesse evento hoje, nesse seminário e o que nos acompanha pelas redes sociais da comunhão. Que
mos viver um dia de cada vez e um dia melhor. Que Jesus possa abençoar todos nós que estamos aqui presente nesse evento hoje, nesse seminário e o que nos acompanha pelas redes sociais da comunhão. Que Jesus esteja presente nos lares das pessoas que necessita dessas palavras que serão ditas aqui. Que Jesus abençoe a todos nós e que tenhamos muita paz e muita luz. Obrigada. Bom, o nosso tema da noite de hoje é a velice como colheita das escolhas da vida. E para falar conosco sobre esse tema, o nosso irmão Maurício Curi, já um querido companheiro nosso aqui de seminário, trabalhador na seara espírita e eu passo a palavra para ele para que a gente não se alongue mais e possa aproveitar as reflexões que ele tão amorosamente preparou pra gente na noite de hoje. Boa noite a todos. É com alegria que nós nos encontramos nessa casa sobre o abrigo da casa comunhão espírita, mas acima de tudo sobre o abrigo da causa maior, que é o conteúdo luminoso, transcendente e imortal da doutrina espírita lastreada na revelação de amor insuperável do evangelho de Jesus Cristo. Esse é sempre o nosso ponto de base e nos sentimos imensamente satisfeitos, alegres e gratos por termos a oportunidade de ter, até pela incumbência, a reflexão anterior a vocês, para que a gente possa compartilhar aqui pedaços, flashes, porque são conteúdos inesgotáveis. É apenas um momento que deve servir para que a gente possa, à luz desses ensinamentos, entender, assegurar ao nosso ao nosso raciocínio, mas também a sensibilidade do nosso coração, aquilo que pode ser considerado alimento para as nossas almas, alimento, nutrição e, ao mesmo tempo o remédio para as nossas as dores ou para o enfrentamento da nossa experiência de forma geral, a vida que nós temos. Não é outro propósito que não é não que não seja também o desta casa e de tantas outras casas, não apenas as espíritas cristãs, mas todas as causas e casas que se propõem a dentro daquilo que nós chamamos de formatação religiosa, cultivar a essência. a nossa essência espiritual, porque todo
as, não apenas as espíritas cristãs, mas todas as causas e casas que se propõem a dentro daquilo que nós chamamos de formatação religiosa, cultivar a essência. a nossa essência espiritual, porque todo movimento religioso respeitável e autêntico trabalha com este elemento inato à nossa alma, que é a espiritualidade. Então, é óbvio que para para poder falar sobre o processo do envelhecimento, nós poderíamos aqui chamar diversos especialistas na área médica de uma ciência que nós inclusive já ouvíamos falar e pesquisamos e cada vez que passa está mais sendo divulgada. a gerontologia com uma ciência que estuda o processo. E nós vamos ouvir muito essa palavra processo. A gente acha bonito e fala processo, processo e esquece que processo é um movimento, não é algo estacionário. Até porque é muito difícil quando a gente fala: "Sou idoso, sou velho, sou jovem". A partir de qual premissa ou de qual referência que você está determinando isso? A sua idade? Nós temos inclusive a gerontologia, mas temos a geriatria, que é uma especialidade médica para tratar desse fenômeno que é um fenômeno natural, o fenômeno do envelhecimento ou de nós que chegamos a uma determinaridade do qual nós vamos avaliar aquilo que a ciência chama da degeneração celular. É uma palavra tão ruim, mas não chega a ser degeneração. Seja o enfraquecimento, a debilidade celular que mostra o envelhecimento que parte não apenas daquilo que é visto no corpo, mas que faz parte de todo o processo maravilhoso de um ciclo da natureza que acontece em todos os seres, não apenas em nós revestidos num corpo. envelhecer está presente nos seres vivos, nos animais, no mundo dos animais, animais superiores, mas também no reino vegetal, mas também na estrutura física do planeta, até o sol está envelhecendo dentro dessa desse olhar, que é um olhar que tem a sua criação, o seu início, o seu desenvolvimento, o seu apogeu e o seu declínio. mostrando que tudo em natureza está em processo, em movimento. E aquilo que nós enxergamos de forma apressada, tirando
sua criação, o seu início, o seu desenvolvimento, o seu apogeu e o seu declínio. mostrando que tudo em natureza está em processo, em movimento. E aquilo que nós enxergamos de forma apressada, tirando conclusão de que o declínio é algo ruim ou não favorável ou sinônimo de tragédia, de motivos de tristeza, de lamentação, nada mais é do que uma forma equivocada de nós olharmos para os processos da natureza e mais ainda a nossa a nossa falta de compreensão do propósito. desses fenômenos naturais dentro das nossas existências. E é necessário a gente fazer essa reflexão para que nós não nos precipitemos novamente em ao nos debruçarmos sobre uma temática como essa, entendemos que esta fala é apenas para trazer um consolo rápido, na verdade um tapinha nas costas, mas a realidade é outra. Não, nós estamos falando de realidade e dentro da velocidade da nossa vida, muito pouco às vezes destinamos espaço para uma oportunidade dessa, porque estamos sempre engolidos pelas ações, pelas atividades que nos demandam a vida física, que às vezes nós não paramos e por isso sofremos tantas as injunções de dores e perturbações que não são exatamente ente pelas dificuldades ou os desafios da própria vida, e sim pela falta de reflexão, pela falta do entendimento e compreensão, não apenas do pelo raciocínio, mas de nós sentirmos melhor que ocorrências são essas que fazem parte da minha estrutura, que permeiam as minhas relações com os outros e com o próprio meio e ao mesmo tempo pensar qual é o propósito de tudo isto? Então, quando nós nos debruçamos pelo aspecto da ciência, nós poderíamos trazer aqui especialistas em gerontologia, nós poderíamos trazer, e seria sempre, será sempre útil, os psicólogos de forma geral e eles aqui estarão no seminário, não é? Nós poderíamos trazer especialistas nesta área dentro das ciências psicológicas, dentro da psiquiatria, dentro da medicina orgânica e mais ainda dentro, por exemplo, dos processos daqueles que se colocam dentro do olhar da preocupação com o fenômeno do
o das ciências psicológicas, dentro da psiquiatria, dentro da medicina orgânica e mais ainda dentro, por exemplo, dos processos daqueles que se colocam dentro do olhar da preocupação com o fenômeno do desenvolvimento humano enquanto mergulhado na edumentária física. poderíamos trazer e todos eles vão trazer contribuições das quais nós nos servimos daqui também. E qual é o diferencial da reflexão que nos propomos na noite de hoje para vocês, para todos nós que estamos aqui, para quem nos assiste pelas redes sociais, pela TV Comunhão, assistindo agora e também oportunamente, o que que a gente ganha com isso e qual é o diferencial que a doutrina espírita coloca sobre esse processo de envelhecimento? Então, o primeiro ponto é o envelhecimento. E aí concordamos, é uma fase, uma etapa. E nós queremos dizer, respeitando aos materialistas, que é cada dia que passa, com todo respeito, os materialistas céticos da experiência e da vivência do espírito, eles estão cada vez em minoria, porque tá difícil negar a existência do espírito. Então, o primeiro ponto de discordância elegante, respeitosa, é a velice não é a etapa final da minha vida. E quem dentro daquilo que hoje inclusive se fala que o envelhecimento ou aquilo que nós conseguimos colocar como idoso ou inicia, porque se a gente for falar quando é que se inicia o processo de envelhecimento? No caso, é assim que eu nasci, porque basta eu aportar, nós temos um idoso adiantado, que é o menino. Filosoficamente e também cientificamente nós podemos dizer isso. É um processo, já há envelhecimento. É claro que do ponto de vista que nós precisamos ter um parâmetro, uma referência, tá tudo novinho, mas o novinho também é desgaste. A pele de bebê não vai ser pele de bebê o tempo inteiro, porque mesmo aqueles que são considerados à idade adolescente ou jovens, apesar de terem uma pele jovem, é uma pele que já não tem o mesmo tipo de elasticidade, de colágeno, não é isso? E esses processos eles são de uma movimentação imensa, assim como nós temos a ilusão de
apesar de terem uma pele jovem, é uma pele que já não tem o mesmo tipo de elasticidade, de colágeno, não é isso? E esses processos eles são de uma movimentação imensa, assim como nós temos a ilusão de que o ponteiro das horas não se mexe. A gente olha, ele tá paradinho, mas a vida material é um sopro. Quando a gente estalou os dedos, meu Deus, 20, meu Deus, 30 anos, meu Deus, no espelho, olha, 40, de repente 50 e de repente a gente faz 60 e já podem comemorar, porque segundo a Organização Mundial de Saúde, o 60 mais é considerado oficialmente, porque nós estamos no mundo material, ent, então preciso ter parâmetros que são revisados sempre. Já tínhamos lido várias notícias e vocês podem fazer essa experiência na internet. Notícias de jornal de duas, três décadas atrás, não precisa ser nem no início do século XX, não, lendo um periódico do estado do Rio de Janeiro, relatando, e isso foi colhido na internet, como vários casos, uma idosa de 47 anos foi atropelada, 1970 e pouquinho. Mostrei isso para uma colega minha que tá no 50 e mas não pode falar. Porque imagina se a gente conta a idade de alguém, ainda mais de uma mulher, que falta de etiqueta em relação aos nossos cuidados, em relação até mesmo de forma leve o nosso preconceito e aquilo que nós valoramos como bom, ruim ou belo, bom ou interessante. E ela tomou um susto, mas como uma idosa de 47. Hoje nós vemos que os avanços da própria ciência material nos levaram à condição que, segundo a própria Organização Mundial da Saúde, já nos países ditos desenvolvidos dentro da nomenclatura que a gente respeita, mas nunca é algo 100%, nada é radical, é são referências para que a gente possa refletir e estudar os países desenvolvidos. já considero 65 anos como a partir de E essas classificações são estão sendo cada dia que passa revistas. E mesmo nós que às vezes na nossa trajetória, quantas vezes enquanto crianças olhávamos alguém dentro da nossa autopercepção e diríamos: "Olha, este fulano aqui tem 40 anos. Eu me lembro disso porque eu sou jovem há mais
ezes na nossa trajetória, quantas vezes enquanto crianças olhávamos alguém dentro da nossa autopercepção e diríamos: "Olha, este fulano aqui tem 40 anos. Eu me lembro disso porque eu sou jovem há mais tempo. Tá vendo? São formas diferentes de dizer. E não porque a palavra velho, porque a palavra velho é carregado, infelizmente, de um significado pejorativo. Velho, algo que está desgastado, algo que deve ter pouca utilidade, algo que não é tão bom quanto o novo. Nós precisamos desconstruir isso, não sendo absolutamente chatos ou radicais da do ponto de vista de defendermos neologismos, não. mais do que a palavra. O que é que está por trás do entendimento e da sensibilidade daquilo que você enxerga nos outros e em si mesmo? E a doutrina espírita, o contributo maior é dizer você. A velice é mais uma etapa do desenvolvimento e ela não é a final, ela é mais uma etapa, porque o primeiro contributo é para o espiritismo, mas não só para o espiritismo, porque no íntimo de cada um de nós, nós sabemos que nós não vamos deixar de existir, que o ser que eu sou é de essência divina. E é por isso que nós chamamos de transcendente, transcende a expressão material. Isto não é apenas um pilar do espiritismo. Sem a ideia da imortalidade da vida futura, realmente o processo de envelhecimento seria uma tragédia. Porque vocês imaginam experimentarmos a fragilidade da infância com todos os seus sonhos, a sua aparente pureza e tudo, experimentarmos todo o acolhimento e o cuidado, cada um com a sua construção e a sua história que é feita em função das suas necessidades e que está ancorada e que está sob uma lei que é supremamente justa e bondosa. a despeito das imperfeições que norteiam a nossa trajetória, porque aqui é uma escola e as fases de desenvolvimento de apogeu, de início, de crescimento, de declínio das expressões materiais não são um acaso de ma sorte para aqueles que hoje de repente são jovens numa época em que os confortos materiais mesmo com as diferenças econômicas, sociais, são muito maiores mesmo para
es materiais não são um acaso de ma sorte para aqueles que hoje de repente são jovens numa época em que os confortos materiais mesmo com as diferenças econômicas, sociais, são muito maiores mesmo para aqueles que estão em classes sociais econômicas desfavorecidas, ainda é infinitamente mais confortável do que um soberano, por exemplo, antes da própria idade média, porque a própria expectativa de vida, aquilo que estatisticamente nós chamamos de expectativa de vida, que é apenas uma estatística, mas que mostra que as condições materiais vêm evoluindo em função dos desafios da manutenção da vida orgânica, impulsionando pelos problemas criados para a manutenção da própria vida orgânica, o desenvolvimento das nossas capacidades intelectivas. É por isso que a virtude da nossa geração atual é o desenvolvimento intelectual, mas há o vício das nossas gerações, dessa comunidade de espíritos que vê encarnando, desencarnando, como alunos que vão mergulhando sucessivamente em classes, experimentando a o fenômeno do nascimento, o fenômeno do apogeu, o fenômeno da morte para nós, A desencarnação, liberando o espírito, assim como o corpo, vai se utilizando de roupas. O que é mais importante? A roupa ou o corpo? o corpo e a roupa do espírito que eu sou é o corpo. Então, não que o corpo não tenha que ter o cuidado. E é por isso que todas as ciências que trabalham desde os cuidados da infância e que têm tido um olhar mais cuidadoso nos últimos tempos, corrigindo olhares e corrigindo processos de injustiça coletiva. Por quê? Porque a velice é ainda t uma doença. Conversávamos aqui antes informando que a Organização Mundial da Saúde somente em 2022 passou no relatório que eles fazem da International Classification of Diseases, ou seja, o a classificação internacional das doenças, o que gera inclusive os nossos sids, não é? Somente em 2022 é que a velice foi deixada de ser considerada uma doença. Sabiam disso? Uma organização humana respeitável que é referência. Porque até então a velice está associada apenas ao
, não é? Somente em 2022 é que a velice foi deixada de ser considerada uma doença. Sabiam disso? Uma organização humana respeitável que é referência. Porque até então a velice está associada apenas ao quê? as perturbações, as perdas cognitivas, as perdas do ponto de vista da minha mobilidade fisiológica, mecânica, motora, as perdas cognitivas, os processos demenciais, a velice ainda está sendo sempre associada à enfermidade e há enfermidades e há um processo que é tido como doença. Então vocês vejam que quando nós assim somente vemos a velice, como se o passar do tempo por si só trouxesse essas anomalias, essas patologias. Se nós assim olharmos, realmente nós vamos entender que estruturalmente nós temos tratado uma fase que tem o seu brilho, a sua importância, não só uma pequena importância, mas qual é a fase mais importante de um processo de uma vida na experiência carnal? É a infância? Será que é só a juventude? Mas o que seria da infância? sem o apelo, sem o apelo, não, sem o apoio. Porque a a infância pede, apela os cuidados e a proteção, cumprindo um papel para o espírito imortal de proteção, de anestesiamento do espírito imortal que ali está em aprendizado, mas que vem com seus traumas, os seus os seus dramas de tantas outras ocorrências, vem com as suas aquisições, mas a o anestesiamento que a infância proporciona e o esquecimento das ocorrências de forma geral do seu passado, são para o espírito um anestesiamento e um processo de tempo para que ele possa se reestruturar, para que ele possa absorver carinhos novos, cuidados e também não apenas novas informações, mas aquilo que Kardec cunhou como educação, a arte de formar caracteres e todos os outros que assim se debruçaram, entendendo a educação como um processo de captação de valores que são imortais, que são essas as aquisições que a infância, a madureza e a velice tem como propósito na educação de quem eu sou. E educação significa grangearmos a verdadeira riqueza que nós levamos. O fato de termos nessa vida posses,
uisições que a infância, a madureza e a velice tem como propósito na educação de quem eu sou. E educação significa grangearmos a verdadeira riqueza que nós levamos. O fato de termos nessa vida posses, propriedades, coisas, elas não são em si mesmo o objetivo. Então, o fato de termos uma vida mais saudável, uma vida mais exitosa, não é apenas a ausência das expressões difíceis na vida material, porque se assim fosse, a velice, mesmo tendo seus processos de patologia, ela deveria ser realmente ainda considerada como uma doença, mas ela iria inclusive contrapor-se e seria um contraditório com a própria sensibilidade. idade humana que mudou o conceito de saúde pela própria OMS, que a partir da própria fundação começou a se debruçar sobre o que que é o direito humano e o que que é a necessidade, não apenas básica, do atendimento às suas necessidades imediatas corporais. A definição que se tem ainda atual pelas organizações materiais, partindo da própria OMS, é que saúde não é apenas a ausência de processos patológicos na carne, não é apenas a ausência de doenças, é o bem-estar físico, social, psicológico, financeiro. Há um conjunto de situações dos quais contribuem para o que? fenômeno da saúde. Então, seria um contraponto estabelecemos que a velice por si só seja o processo de declínio natural, o enfraquecimento das forças, mesmo dentro daquilo que os estudiosos hoje conhecem e trabalham como a o objetivo do envelhecimento saudável. Mas o envelhecimento saudável não é apenas a manutenção de uma organização física sem as dificuldades que são naturais. Esse olhar dilatado para o que é a complexidade do ser humano não é apenas uma exclusividade do pensamento espírita, mas de todos aqueles que olham o ser humano dentro das suas multifacetas. Então, é óbvio que todo o cuidado com a expressão corporal é legítima. Porque a despeito de sermos espiritualistas ou espíritas, dizemos: "O corpo não é importante, o que vale é o espírito". Ué, então para que que você encarnou? Qual é o
a expressão corporal é legítima. Porque a despeito de sermos espiritualistas ou espíritas, dizemos: "O corpo não é importante, o que vale é o espírito". Ué, então para que que você encarnou? Qual é o propósito de estarmos aqui? Se estamos mergulhados numa matéria, estamos aqui para disciplinar valores e potenciais que precisam do corpo como objeto de disciplina, assim como o caderno, lápis de couro, o tablet, o celular, os veículos e os instrumentos pedagógicos mais sofisticados têm em relação ao seu objetivo com o processo de aprendizagem. É mais importante o hardware em si do que o conhecimento que ele pode aurir dentro do uso que você faz desse equipamento. O corpo é o nosso hardware. O software é o espírito essência. Porque o que que acontece quando, por melhor cuidado um equipamento que você tem, o que que acontece quando ele chega no seu esgotamento? A gente trata tão bem às vezes um carro, um computador, faz toda a manutenção, mas chega uma hora que ele não carrega mais sequer os programas que você agora tem mais desenvolvidos. O espírito tá ali pujante, mas a máquina não dá. Aí a gente chama um técnico e fala: "Faz o backup da minha produção, de tudo que eu incorporei nesta máquina, porque ela cumpriu o seu propósito. Não cabe, não dá, não dá mais recarga para ela, não tem condição." E aí a gente substitui. O bom uso que fazemos do corpo influencia. E aí o nosso tema, as escolhas que nós fazemos em relação a como nós olhamos o nosso corpo, como nós o respeitamos sem os excessos. Outra pista nossa dentro do contributo da doutrina espírita. O propósito de vida não é vivermos para o corpo, vivermos com o corpo e termos cuidado, mas é o corpo que me serve e não eu que sirvo ao corpo. Há uma diferença, porque há muitos de nós que ao percebermos em cada faixa a mudança que ocorre no corpo naturalmente, mas que é influenciada de maneira muito sensível pela forma como nós sentimos as ocorrências da vida. Quantas pessoas estão com o corpo, com todo o seu potencial, inclusive com os padrões
aturalmente, mas que é influenciada de maneira muito sensível pela forma como nós sentimos as ocorrências da vida. Quantas pessoas estão com o corpo, com todo o seu potencial, inclusive com os padrões estéticos no geral bem aceitos? Ou seja, aqueles que tradicionalmente nós chamamos pessoas muito bonitas, que também é questionável determinados padrões que são injustos e às vezes ditatoriais de beleza. Quando nós focamos isso de uma forma muito mais ampla e temos a convicção do por aqui estamos e o que é que nós devemos fazer com o tempo, com o corpo e com as circunstâncias que fazem parte daquilo que hoje é a minha personalidade, eu caminho dentro do mundo sem ser escravizado às injunções mundanas. Então, o que que eu vou fazer em relação ao meu corpo? Desde que eu tenho a consciência dele, porque na infância a criança que começa com os complexos de que ela se acha feia, se acha restrita, é muito mais, não apenas talvez de traumas que são reforçados pelo descuido e o cuidado com as emoções desde a área infantil, mas muitas vezes ela nem tá pensando nisso. Então os pais têm cuidado com a alimentação dela, com a vida saudável ativa. nos dias de hoje, uma preocupação de nós não deixarmos os nossos jovens 100%, exageradamente só com as telas, porque está provado que isto traz transtornos físicos e também mentais, os excessos, porque estamos mergulhados no corpo, ele nos influencia. Mas antes de mais nada, é o meu processo mental. E o processo mental não é escrescência dos meus processos neuroquímicos. O meu processo mental é o reflexo do espírito que pensa. Não é o cérebro. O cérebro é a máquina que traduz. Essa é a diferença também da doutrina espírita. Então, devemos cuidar do corpo. Quando a infância ainda não tem na infância maturidade, assumimos esse controle e vemos se aquela criança que já traz geneticamente predisposições, por exemplo, a um processo quase mórbido da obesidade infantil. Então, nós não vamos rotular a criança, mas aquela disfunção ou tantas outras aponta para um
a que já traz geneticamente predisposições, por exemplo, a um processo quase mórbido da obesidade infantil. Então, nós não vamos rotular a criança, mas aquela disfunção ou tantas outras aponta para um calcanhar de Aquiles que não foi um azar. cromossômico, dentro do processo da formação do embrião, dentro da doação do gameta masculino e feminino, porque isto é regido pelas forças perfeitas da natureza que estão sobre a injunção das leis de Deus. Então, as dificuldades que eu já trago geneticamente e que me influenciam durante todas as fases da vida é a aproximação da meu campo energético que traz as fragilidades, as adulterações ou as doenças, vamos chamar assim, os transtornos na vibração de um ser que feriu a própria lei divina nas suas organizações e na própria aproximação dele com o modelo biológico que ele vai formar o corpo. Ele traz sim as perturbações energéticas que fazem a aproximação por sintonia das necessidades para os pares genéticos que vão formular o seu corpo com as suas facilidades, as suas peculiaridades, mas também com as suas deficiências ou as suas restrições que estão sob o olhar magnânimo divino, que não o pune pelos seus atos passados, mas oportuniza não pela abundância dos recursos apenas, mas pela escassez no próprio corpo, com os as dificuldades e os desafios que ele vai encontrar no próprio corpo. E isto serve para um alerta para nós enxergarmos. Quantos de nós, mesmo com todos os bons cuidados, quando chega na fase adulta, percebe nos exames, na conduta, que no próprio corpo ele não pode ter uma alimentação igual a, entre aspas, a maioria que todos devem cuidar bem da alimentação, mas aquele sujeito, basta ele sair um pouquinho, exagerar um pouquinho, o seu sistema gastrointestinal é muito mais frágil do que os outros. Outro tem predisposições a inflamações em outros sistemas do corpo. Tudo isso vem num processo que vai ser também submetido ao próprio processo de envelhecimento e também fragilização dessas células. E o que eu faço com tudo
a inflamações em outros sistemas do corpo. Tudo isso vem num processo que vai ser também submetido ao próprio processo de envelhecimento e também fragilização dessas células. E o que eu faço com tudo isso? O que que eu tenho que aprender com os meus potenciais que se mostram às vezes os meus superperes, as minhas habilidades, inclusive físicas, e as minhas debilidades e as minhas fragilidades? Qual lições que no próprio corpo eu em vez de me rotular ou achar que isto é infelicidade? Porque se fosse assim, nós já com toda a aparelhagem científica que nós temos hoje, nós poderíamos diagnosticar, e já está acontecendo isso, alguém que vai ter a doença, ela esclerose lateral amiotrófica, não foi ela que vitimou durante tanto tempo uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos na ciência, que foi Stephen Hawk. Então, se a gente vai entender que a ausência de saúde plena, se não tiver perfeito, a gente pega e já impede logo. Stephen Hawk, se fosse diagnosticado com muita antecedência, talvez, se os pais não tivessem consciência, não dariam oportunidade de nós termos um gênio como nós tivemos. E o homem que chegou a criar o que ele criou, basicamente nem mexendo os olhos, onde está o meu valor? Será que só no corpo? Será que só na minha idade? E nós nos deixamos impactar e nós nos deixamos pela corrente entender que até determinada idade eu sou considerado pela sociedade. Quando uma sociedade injusta começa a entender que mesmo dentro dos padrões, quem tem agora 60, 65 anos, 70 já era. E o pior é quando nós começamos a acreditar que mesmo não tendo às vezes nem tantos problemas orgânicos, mas mesmo quando a gente observa o nosso desempenho, por exemplo, nas aquisições materiais, quantos de nós enfrentamos problemas e dificuldades e olhamos para uma idade já que começa a ser considerada a idade madura e nós não temos o patrimônio que de repente o nosso colega tem e aí dizemos: "Eu estou velho demais". O que eu tenho mais? Não deu certo. Quantos de nós dentro daquilo que estão
iderada a idade madura e nós não temos o patrimônio que de repente o nosso colega tem e aí dizemos: "Eu estou velho demais". O que eu tenho mais? Não deu certo. Quantos de nós dentro daquilo que estão destinando paraa gente, dizendo: "Não há mais tempo". E qual é o objetivo? Poxa, mas mesmo na expressão material, será que eu não tenho forças? Eu não devo lutar com os recursos que eu tenho no corpo, na mente, nas minhas aquisições? Quem disse que a partir de determinada idade você vale menos? Mas quem é você? Você é só seu corpo? Você é só os seus recursos que você angareou? ou tudo isso, por mais importante e necessário, porque tem a sua importância em determinado momento, por mais que a minha vida tenha sido, entre aspas, com poucos solavancos, eu não tive nenhum problema sério de saúde, gozei de uma fartura financeira muito grande, cuidei de todas as pressões, desencarnei como uma criança. Ainda assim, a expectativa de vida máxima não chega. aos dias de hoje, pode ser que a gente já esteja contemplando uma geração que vai chegar aos 125 anos e não sei como, mas por mais que se estique isso, o corpo vai falhar e a gente vai precisar se despedir do hardware. E aí vem a boa notícia, você não vai morrer, porque o que nós somos, nós levamos. E apesar de todas as conquistas, todo o dinheiro que você lucrou vai ficar. Todo patrimônio físico, inclusive o corpo que você cuidou também vai ficar. Então, qual é o recado que não é apenas silencioso que grita dentro da proposta espírita cristã? Tende bom âm, disse o Cristo, porque no mundo tereis aflições, mas eu venci o mundo. Palavras do Cristo através do Evangelho de João. O Cristo não disse: "Eu venci no mundo", que também não é problema. Vencer no mundo é conseguir uma um status social bacana, conseguir um patrimônio e cuidado porque o sarrafo tem aumentado. Chegar aos 35 anos com seu 1 milhão já ficou fraco. Fui conversar com um colega, ele falou assim: "Não, hoje o patamar é mais alto". Então fica complicado, porque se você, apesar de todos os seus
ado. Chegar aos 35 anos com seu 1 milhão já ficou fraco. Fui conversar com um colega, ele falou assim: "Não, hoje o patamar é mais alto". Então fica complicado, porque se você, apesar de todos os seus esforços, às vezes você não vai ter a capacidade, pelo menos agora. Pode ser que numa próxima encarnação tenha a questão toda, não é se comparar, é, e o esforço que eu faço para ser melhor em tudo, mas antes de tudo é ser feliz no mundo. Sim, vencer no mundo. Hum. Agora, vencer o mundo é a despeito das conquistas ou não materiais. O que que eu produzi? Com a abundância ou com a escassez do recurso que eu enfrentei? no círculo que eu aqui aportei e que não foi aleatório, porque já há planejamentos encarnatórios em que eu, antes de encarnar já faço a escolha da vida que eu quero ter, porque seria uma baita do injustiça nós se nascermos por acaso numa capital federal, dentro de um bairro bom, com pais que t um certo equilíbrio sócio financeiro e no mesmo tempo hoje tem gente nascendo nessa faixa de Gaza que só tem destroços, que tá nascendo dentro de uma comunidade africana, porque quase não se fala, que tá em guerra civil há décadas. E aquilo que nós chamamos de miséria, nós ainda não sabemos o que é miséria, porque apesar de toda a comunicação, nós nos chocamos com as injustiças e com a ferocidade e a insensatez e o primitivismo que a nossa indiferença moral, que tem vários estágios, ainda alcança em muitos rincões do nosso planeta. Mas não precisa sair do Brasil. Há lugares próximos da gente que se a gente não se fechar do ponto de vista da nossa sensibilidade e eu me enxergar naquele que tá lambendo a sarjeta, não do ponto de vista só material, porque há declínios do ponto de vista moral que nos levam à compaixão. E esse é um bom sinal. Não porque eu agora vou me sentir culpado por ter uma vida boa e equilibrada e até com recursos materiais melhor do que alguém que mal consegue se equilibrar nas pernas. Mas isso mostra que dentro da minha circunstância de vida, na idade que eu
r ter uma vida boa e equilibrada e até com recursos materiais melhor do que alguém que mal consegue se equilibrar nas pernas. Mas isso mostra que dentro da minha circunstância de vida, na idade que eu tenho, as escolhas que eu devo fazer não podem ser levadas em contas só com os meus projetos materiais. A espiritualidade na nossa vida não é apenas a vinculação com um movimento religioso. Espiritualidade é cuidar daquilo que não é t não é não é tangenciável por nós, não é palpável, mas absolutamente necessário. Equilíbrio emocional. Nós botamos as nossas nossos filhos nas melhores escolas, mas não ensinamos a ele a lidar com as disputas que já acontecem com os coleguinhas dentro da sala de aula. com as injustiças, com a violência, com o egoísmo, com as frustrações, sentimentos, valores, humanidade, compaixão, solidariedade, equidade. E é por isso que nós vivenciamos hoje e estamos colocando na conta da velice fracasso. Colocando na conta da velice a exaustão e a incapacidade humana. Nós vemos jovens que têm um comportamento de ociosidade extrema, letargia e vemos pessoas com idades mais avançadas que, é claro, tem consciência e não vão correr os 100 m como 100 bolt, mas tem o espírito vívido, otimistas, porque a todo momento sabem que jovialidade é um atributo do espírito. Então eu posso, como já vemos vários processos de pessoas que entenderam que dentro daquilo que olham dentro de si, qual é o meu propósito na vida, qual é o sentido? Então eu preciso me conhecer não só das minhas restrições, das minhas habilidades físicas, mas quais são os meus potenciais. Quais são as minhas facilidades? Quais são as pessoas que estão no meu círculo mais próximos? Eis aí a tua missão. Qual é o teu pendor? Eu adoro a função. Eu gosto da área do direito. Eu gosto da área financeira. Então é aí o teu superper, desenvolva-o. E é claro que você vai ganhar dinheiro com isso, mas quando eu começo a brilhar o meu olho, pelo que eu posso fazer e crescer e ser útil, não só para mim como pros outros, eu estou cumprindo a
olva-o. E é claro que você vai ganhar dinheiro com isso, mas quando eu começo a brilhar o meu olho, pelo que eu posso fazer e crescer e ser útil, não só para mim como pros outros, eu estou cumprindo a vontade do Cristo, amar aos outros como a mim mesmo. E estou às vezes honrando o mandamento maior, mesmo não tendo uma frequência, entre aspas, religiosa num templo. Vejam como o Cristo continua atual e ele não nos impõe sequer esse movimento religioso que é necessário por conta da nossa debilidade, porque a gente precisa estar em grupo para estudar e para poder aproveitar as atividades de um tempo religioso, de uma casa espírita, de uma uma paróquia, de um movimento religioso que não pensa só em às vezes em motivos espúrios ou na vaidade ou em acumular bens. Quando a gente tá aqui para cultivar valores transcendentais e para através das atividades de solidariedade, de apoio material, de apoio espiritual, e a gente se mete nisso, sabe para que que é? Não é só para ajudar os outros. É porque nesse processo em que eu saio da minha dos meus interesses muito restritos só do meu umbigo, quando eu começo dentro da casa espírita, eu começo a olhar o meu trabalho como uma oportunidade também ser útil aos outros. Eu não fecho apenas um contrato para poder crescer e botar dinheiro no bolso. Eu começo a olhar, mesmo que o cliente seja um chato, mesmo que seja uma pessoa complicada, é meu irmão e eu através do meu trabalho, posso ser o melhor ser ético possível. E no meu trabalho, em função da minha consciência de que eu estou querendo fazer um mundo melhor, eu faço como propôs grande, seja no mundo a transformação que você quer nele. Então, seja no seu mundo. Então, eu posso e devo fazer diferença na idade que eu tiver, com os recursos que eu já aquil latei e eu não preciso me comparar a ninguém. Hoje, conversando agora recentemente com minha filha, ela pegou e falou assim: "Eu tinha feito uma proposta: "Filha, vamos estudar quando a gente tiver junto lá em casa?" Aí ela: "De novo para
inguém. Hoje, conversando agora recentemente com minha filha, ela pegou e falou assim: "Eu tinha feito uma proposta: "Filha, vamos estudar quando a gente tiver junto lá em casa?" Aí ela: "De novo para estudar?" "Não, vamos fazer diferente. Vamos estudar sim, mas qual vai ser o objetivo? Vamos revisitar a literatura clássica". Ela: "Ai, que coisa chata, não escolhe". Aí eu pensei que ela escolheu uma obra da moda, né? Ela falou: "Dostoeves". Eu falei: "Caramba". Até para mim ficou assim, vamos embora. E é bom. Eu não me lembro qual foi a última vez que eu li alguma coisa desse autor que a gente pode colher coisas boas e vamos nos divertir. Para que que a gente vai fazer isso? Para tirar onda nas rodas com os amigos ou para enriquecer algo que eu não vou perder nunca e que eu vou fazer contraponto com a minha necessidade de autoiluminar enquanto eu posso de forma natural, sem nenhuma necessidade de aparecer. com todos os conhecimentos que eu vou adquirindo, servir. Hoje o que nos faz ter uma velice do ponto de vista negativo e pejorativo é o desencanto com a vida. é o desânimo e a sensação de que nós estamos dando errado. E nós somos corresponsáveis porque o índice de depressão dentro das pessoas consideradas de maior idade está também avaçalador por conta delas esquecerem de que as limitações físicas não as impedem de dizer nas palavras do próprio Cristo lá no livro Boa Nova, na na nas palavras captadas por Humberto de Campos, quando ele vai falar com Simão, não o Pedro, mas aquele que muitos conheceram mais paraa frente, como Zelote, que dentro do corpo apostólico já era mais velho à época, enquanto Tiago, João, os irmãos Bonerges, os irmãos Trovão, falavam que eram jovens, então aquela disposição da juventude. E quando olhava, o que que pode um Simão Pedro casado, cheio de limitações, já tá mais velho, o que que pode Simão Zelote? E eles faziam isso na cara. Gosto muito do Ariano Suçuna, que jocosamente falando assim: "Olha, não fala mal de alguém na frente dela, espera ela ir
ões, já tá mais velho, o que que pode Simão Zelote? E eles faziam isso na cara. Gosto muito do Ariano Suçuna, que jocosamente falando assim: "Olha, não fala mal de alguém na frente dela, espera ela ir embora, né? Aí você fala, ele brincando e eles falavam na cara, não deve falar mal de ninguém, mas assim também, né?" E Simão Zelote estava machucado, ele procura Jesus. E dentro desse recorte que Humberto de Campos vai colher da espiritualidade, ele fala e Jesus numa frase poética diz: "A vida em sua expressão terrestre é como uma árvore grandiosa a infância é a sua ramagem verdejante. A mocidade se constitui de flores perfumadas e formosas, mas a velice é o fruto da experiência e da sabedoria. Quantos de nós subestima uma vida? Porque a vingança dos velhos, como a gente costuma brincar dizer, é não ter desencarnado o moço. Então, não é possível que alguém que chegou lá, inclusive com todos os seus erros, nós é que não temos a sabedoria e a humildade de querermos aprender, não porque somos jovens, é porque somos orgulhosos. Não porque somos jovens no corpo, é porque nós subestimamos aquele que está com as suas forças já menores. E às vezes a gente não respeita o próprio pai ou a própria mãe só porque eles agora têm um pensamento um pouquinho mais lento em função da máquina que já não tá do mesmo jeito. Não precisa ter nem a patologia ou as demências clássicas mais instaladas. Basta aquele pensamento mais leve ou como é que era, meu filho? E a gente mostra a nossa falta de paciência que se diz de um conflito que eu tenho, porque quando eu começo a tratar mal alguém mais velho, isto não é só covardia, isto é medo e insegurança. Porque eu tenho medo? Porque quando eu olho um idoso que eu não valorizo, quando eu vejo alguém doente, em estado muito frágil, eu tenho medo. Porque no fundo, no fundo diz de algo, porque como eu não construí dentro, então eu me apego como um náufrago apenas à aparência ou à saúde física. E aí nós vamos ver gente desesperada, com 50, 60 anos, que fica caricato, que não aceita
o, porque como eu não construí dentro, então eu me apego como um náufrago apenas à aparência ou à saúde física. E aí nós vamos ver gente desesperada, com 50, 60 anos, que fica caricato, que não aceita o processo de envelhecimento. Não tá errado fazer plástica, não tá errado você cuidar do corpo e deixar ele escultural, mas por mais que você faça, o teu corpo de mulher ou de homem nunca vai ser igual a mais um de 20 anos. E isso tem enlouquecido pessoas que, por conta de não se sentirem e não se autovalorizarem, vão para as redes sociais. Só para ver se conseguem colocar os filtros e criando um mundo de ilusão. E quando tem a realidade ou de uma doença que chega e desconcerta porque não há filtro que dê mais conta, ou o processo de uma desencarnação iminente cai em si e vem, mas eu cuidei só do corpo, eu cuidei só do dinheiro. E aí a velice se torna um problema. Mas não porque ela é um problema, porque a velice ela nos mostra a hora de eu saborear as escolhas que eu fiz. E esse sabor, porque quando a gente vê o título da nossa reflexão, a velice como colheita das escolhas da nossa vida, parece até que a velice seria uma coisa ruim de colher, não. Porque mesmo quando eu na idade madura, onde há uma desaceleração do meu ímpeto, de tudo para ontem, eu tenho a chance da maturidade de dizer: "Poxa, eu olho para trás e vejo que eu fiz tantas besteiras, mas acolha o seu passado. Não entre no processo de culpa. Acolha no sentido não que você vai endossar positivamente, mas foi a história que eu pude construir, foi o que eu fiz. E não tenha vergonha de compartilhar com os mais novos, porque eles precisam da nossa experiência, do nosso testemunho sincero, porque a gente acha que o fruto da experiência é só o que foi saboroso. Há frutos amargos que são escolhas da nossa vida que nós precisamos colher sim por responsabilidade. Mas ainda assim esse fruto amargo, eu posso escolher me desesperar com ele, entrar num processo de culpa, de tristeza crônica ou dizer: "Ok, foi ruim, mas eu quero aprender com
m por responsabilidade. Mas ainda assim esse fruto amargo, eu posso escolher me desesperar com ele, entrar num processo de culpa, de tristeza crônica ou dizer: "Ok, foi ruim, mas eu quero aprender com o meu passado. Ele é meu". E é em cima destas ruínas, que não só são ruínas, porque não há vida nenhuma que seja tudo desprezado. Como? em cima delas eu quero crescer e eu posso ainda ser útil, não para compartilhar apenas uma história triste com os meus netos, meus filhos, mas compartilhar a minha experiência, porque isto também é sabedoria e só se transforma em sabedoria quando eu tomo uma atitude consciente de reconhecer aquilo que foi bom, de reconhecer aquilo que não está bom e de reconhecer que eu também tenho o que aprender pela frente e que, apesar de eu poder desencarnar amanhã, idoso, ou não, a bondade de Deus sempre vai me oportunizar. Então, por quê, apesar das imitações da idade, por que não aprender um curso novo amanhã? Por que não ler Dostoyevsk ou então Monteiro Lobato, Machado de Assis? Para quê? Eu já passei, já não tenho mais necessidade escolar. A doutrina espírita e o próprio Cristo só tem sentido com a vida futura, porque senão, qual é qual é o sentido de ter uma vida às vezes com tantas experiências tristes? Por que nos despedirmos de pessoas que a gente cultivou tanto amor e que, por mais que a gente tenha feito certo, tem tanta coisa que não tá no meu controle e que vai doer? Aí a pergunta não é por quê? A pergunta é para quê? O que que eu faço com as alegrias, mas também com as dores e as frustrações das ocorrências? Porque para o espírito imortal, sabe qual é o tempo que nós temos? O hoje, hoje é dia da gente refletir. Hoje é dia da gente pensar e dizer assim: "Eu tenho sido uma porta de insensível, mas eu posso ser menos amanhã, eu posso ser menos hoje, eu posso começar, se eu sou tão truculento, se eu sou tão impaciente, se essa é uma necessidade, por que não experimentar amanhã? Eu não tenho nada a contribuir. Vós sois, vós sois deuses,
menos hoje, eu posso começar, se eu sou tão truculento, se eu sou tão impaciente, se essa é uma necessidade, por que não experimentar amanhã? Eu não tenho nada a contribuir. Vós sois, vós sois deuses, disse Jesus. Vós sois o sal da terra. Ele disse isso só para as crianças, pros jovens ou ele disse para o espírito que atravessa todas essas etapas? Porque aquele que está próximo da desencarnação não está próximo do fim. Ele está adiantado para vir novamente num mundo que nós estamos construindo aqui. Se queremos numa próxima oportunidade encararmos uma terra mais justa dentro do meu raio de ação, dentro das possibilidades que eu tenho de mudar a minha vida e influenciar positivamente aqueles que estão no meu convívio sem a pretensão de mudar e impor as nossas verdades. Este é o evangelho do Cristo como guia para as nossas readequações que são constantes de rota. A lei divina é aquele GPS constante que sempre aponta a rota mais fácil. Mas se a gente, por teimosia quer se desviar toda hora, como um bom programa navegador, ele mostra a rota alternativa, porque nós temos sempre, pela providência divina, todos os planos B. Agora, se eu quero uma trajetória com tanto menos desgaste, tanto menos experiências dolorosas para eu extrair sabedoria, sejamos sábios hoje na idade que tivermos do corpo, porque a idade do espírito, esta nós é que determinamos em termos do nosso entusiasmo e, a despeito de todas as lágrimas, enxugá-las e dizer hoje, agora É hora de renovar, renascer. A noite vem, apazía, os nossos ânimos, como o próprio exemplo da natureza dizer: "Hoje tu morres um pouquinho". E o sono metaforicamente esta morte aparente, para que com os primeiros raios do sol tu renasças com as impressões e com as decodificações da noite anterior, prometendo a si e a todos e a si mesmo a Deus. Hoje é dia de ser melhor. que a paz do Cristo nos envolva, nos estimulem a fazer da velice e do envelhecimento um processo mais prazeroso, independente das limitações e das dores que hão de
mo a Deus. Hoje é dia de ser melhor. que a paz do Cristo nos envolva, nos estimulem a fazer da velice e do envelhecimento um processo mais prazeroso, independente das limitações e das dores que hão de vir, para que ao fecharmos os olhos da carne, o espírito que nela habita agora possa dizer: "Obrigado, meu Deus, valeu muito a pena. Que Deus nos abençoe hoje, agora e sempre. Eu convido a a nossa vice-diretora Rutdaia para fazer a nossa prece final e os agradecimentos. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vou sair daqui bem mais bem mais moça, né? Mais moça. É tão bom, né? Quando alguém fala assim pra gente, a gente vai fazendo uma caminhada, né, da quando nasceu até hoje. Eu acho que eu estou regredindo, eu tô ficando lá mais criança, né, eh, saboreando tudo que eu já passei, tudo que eu já fiz e chegando a essa conclusão de que eu estou cada dia melhor, cada dia é mais renovada, assim dizer. Bom, nós vamos agradecer, né, a Maurício, que já é um trabalhador da comunhão, né, porque aqui quando vem depois de duas vezes já assinou, assinamos carteira com tudo certinho e não tem como falar não quando a gente convida. Sempre fala assim: "Que dia que eu vou fazer a palestra?" Então, a gente agradece imensamente pedindo a Deus que proteja e ampara ele nesse trabalho maravilhoso de trazer para nós sempre uma palavra confortadora, uma palavra de estímulo. Muito obrigada. Que Deus te proteja e te ilumine sempre. Eh, e vamos o nosso seminário, né, que é o segundo seminário sobre o envelhecimento. Ele continua. Patrícia vai falar isso, continua. Não termina agora não, né Patrícia? Mas eu já tô adiantando porque amanhã nós temos o José Carlos também, que é outro trabalhador. Ele é mais antigo que o Maurício. Ele vai falar para nós envelhecer com esperança e alegria. Tá vendo como a gente tem que assistir todos os dias? Que cada dia traz um pouquinho de de assim nos alimenta, né? um pouquinho de alimento para quando chegar no sábado a gente tá bem remoçada
legria. Tá vendo como a gente tem que assistir todos os dias? Que cada dia traz um pouquinho de de assim nos alimenta, né? um pouquinho de alimento para quando chegar no sábado a gente tá bem remoçada com tudo isto. Mas vamos fazer nossa prece final, que é uma prece de agradecimento, porque que que nós podemos pedir? Nada mais hoje. Nada mais. Hoje nós estamos abastecidos de muita fé, de muita coragem, de muita persistência para cada dia nós vivermos. aquele dia que Deus vai nos permitir viver. Hoje estamos terminando, amanhã é um outro amanhecer. E com outro amanhecer, nós também amanhecemos com vigor, com esperança, com alegria e tendo a certeza que Deus estará sempre nos ajudando a vencer as nossas dificuldades, mas também nos alegrar com os nossos sucessos, mas sempre sendo gratos. Gratidão é uma coisa tão maravilhosa que tem que morar no nosso coração. Gratidão por hoje cada um de nós termos chegado onde chegamos, com muitas dificuldades, mas também com muito sucesso, com muitas alegrias, com muitas tristezas, que isso faz parte da nossa vida. Então, mestre amigo, Jesus querido, Deus pai de infinita bondade, Dr. Bezer de Menezes, o mentor da comunhão espírita de Brasília, gratidão, gratidão por essa oportunidade de estarmos aqui hoje no segundo seminário sobre o envelhecer com essa palestra maravilhosa, com esses esclarecimentos tão bons para todos nós, para aqueles também que estão nos assistindo pela TV Comunhão. Que Deus nos ilumine cada dia mais e que cada dia somos gratos pela vida que estamos tendo. Que assim seja e uma boa noite. Um beijo no coração de cada um de vocês aqui do salão, vocês que estão nos assistindo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,
da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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