Mário Augusto - SAUDADES [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, estou [música] aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim. Boa tarde a todos aqui presentes e também a quem nos assiste virtualmente. Um abraço aqui na pessoa de Wagner que teve aqui ontem nesta palestra e também que frequenta aqui a comunhão espírita de Brasília. O tema da tarde de hoje ele se intitula Saudades e tem dois propósitos. O primeiro é refletirmos um pouco sobre as saudades de quem já voltou pro plano espiritual, cumprindo mais uma experiência reencarnatória. E o segundo ponto são as pessoas que, por um motivo ou outro a gente não consegue mais conviver ainda reencarnado e deixa aí também um pouco de saudades nos nossos corações. Todos nós, enquanto espíritos imortais passamos por uma experiência bastante pedagógica, que é o aprisionamento temporário ao corpo. O espírito é livre, é tanto que na sua liberdade de pensamento, ele não é censurado, embora seja eventualmente censurável. E todos nós quando vamos tomando as nossas decisões, a gente vai criando como se fosse um campo psíquico, um campo magnético, caracterizando especificamente os nossos fluidos ou em uma linguagem mais popular a nossa energia. E assim a gente vai fazendo algumas conexões, a gente vai fazendo algumas interações e vai convivendo com algumas pessoas. quer seja em uma perspectiva compulsória, por exemplo, na família, logo ali nos primeiros anos, ou uma perspectiva mais facultativa, que são os amigos, as relações sociais que a gente constrói e as relações afetivas/raconjugais que nós escolhemos ter, independendo do que seja, tanto a gente quanto a pessoa que vivencia conosco a jornada da reencarnação tem experiência individualizada, tem um caminho único, tem toda uma história aí a ser construída e a gente vai se caracterizando pelo nosso jeito de ser. Às vezes podemos ser mais pacientes, às vezes podemos ser mais magoados e cada um aí com o seu cada qual em relação à escolha da qualidade do pensamento na qual nós vibramos. E
elo nosso jeito de ser. Às vezes podemos ser mais pacientes, às vezes podemos ser mais magoados e cada um aí com o seu cada qual em relação à escolha da qualidade do pensamento na qual nós vibramos. E quando a gente volta pra pátria espiritual, a gente permanece com a identidade mental que nós temos. É como fosse uma digital neurológica, não no sentido do cérebro. Mas no sentido do pulsar da característica do pensamento que nós temos. E como é o corpo que padece, o espírito, ele continua viajando, ele continua vivendo, ele continua construindo a sua história. E às vezes a gente pensa que o conhecimento espírita vai ser uma maisvia para quando nós desencarnarmos. Mas não é bem assim. Registra, por exemplo, a questão 165 de O Livro dos Espíritos, que todos nós passaremos por um estado chamado estado de perturbação espiritual. O que é que isso significa? Como nós, quando a gente desencarna, nós não temos mais as máscaras sociais, nós somos efetivamente efetivamente o que nós pensamos. o que nós vibramos. E Allan Kardec, com a maestria que lhe é peculiar, na questão 165, ele pergunta se o conhecimento sobre o espiritismo vai nos ajudar, se o conhecimento do espiritismo é primordial, como se, por exemplo, a gente fosse furar uma fila para quando a gente desencarnasse para irmos para um lugar muito bom. Alguns, como eu, provavelmente voltarão para uma região chamada umbral. Outros, numa vibração maior, mais ampla, uma maior conectividade com o Cristo. Poderão, por exemplo, já ir à colônia espiritual de nosso lar, narrada por André Luiz, no livro com o mesmo nome, que inaugura aí a trilogia dele, a vida no mundo espiritual. E quando a gente desencarna, o conhecimento espírita, ele não vai determinar uma prioridade, pelo contrário, ele aumenta a responsabilidade. O próprio Cristo nos ensina no Evangelho de Lucas que a quem muito foi dado, muito será cobrado. E como o espiritismo fala muito sobre questões como caridade, como sobre questões como indulgência, sobre questões como reconciliação,
Evangelho de Lucas que a quem muito foi dado, muito será cobrado. E como o espiritismo fala muito sobre questões como caridade, como sobre questões como indulgência, sobre questões como reconciliação, se nós temos acesso à informação e eventualmente não conjugamos, não praticamos, não nos enganemos que isso vai ser reverberado e não cobrado. Reverberado do lado de lá quando nós voltarmos. Tem uma historinha que eu sempre conjulgo com essa questão que eu tô falando, que é 165 de o livro dos espíritos, que tá no capítulo 2 de o Evangelho Segundo Espiritismo. É o último texto do capítulo chamado uma realeza terrestre. A história é a história de uma rainha que pensava, na verdade tinha certeza que quando desencarnasse iria ser recebida do lado de lá por todos os seus súditos, com todas pompas e circunstâncias características ao seu então reinado reinado. E ela tinha isso muito latente em seu coração, muito presente. O que isso significa dizer? Isso significa dizer o sentimento que nós temos ainda em estado de germinação a respeito da solidariedade e da fraternidade cristã que Jesus tanto nos ensina e recomenda a humildade e recomenda a gratidão, recomenda o desapego. Não saiba a vossa mão esquerda o que fez a mão direita. ou a depender da interpretação, não saiba a sua mão direita, o que fez a sua mão esquerda. O que que Jesus quer dizer com isso? que o sentimento de solidariedade, em tese, deve ser algo espontâneo da gente não fazer algo por alguém esperando receber algo em troca, como por exemplo, um abraço, um obrigado para quem vivencia aí a questão das redes sociais, uma curtida, não fazer de todo coração, porque o evangelho significa amor em ação. E nesse contexto da espiritualidade, da imortalidade da alma, da pluralidade das reencarnações, às vezes o discurso teórico na prática ele é muito diferente. Por exemplo, não sei se todos aqui presentes, presencialmente somos espíritas. Suponhamos que sim. Aí nós somos espíritos. A gente frequenta aqui a comunhão espírita de Brasília. A gente
to diferente. Por exemplo, não sei se todos aqui presentes, presencialmente somos espíritas. Suponhamos que sim. Aí nós somos espíritos. A gente frequenta aqui a comunhão espírita de Brasília. A gente frequenta o estudo que é o estudo sistematizado da doutrina espírita, que é um estudo gratuito uma vez por semana com duração de 1 hora30. Particularmente a turma que eu toco com o colega Wellington é toda terça, turma turma introdutória, toda terça das 8 às 9:30 da noite. Então eu frequento o ESD, frequento aqui a comunhão, frequento as palestras, sou um menino, uma menina do sábado, que é a nomenclatura da colega Maise. Então eu estou com um salvo conduto porque eu tenho todo o conhecimento espírita. sendo que às vezes vem a vida nos colocar numa ondulação como se fosse uma onda para quebrar a nossa rotina. Pode ser, por exemplo, que um parente o qual a gente ame muito, um cônjuge com o qual a gente convive durante muitos anos em um processo específico, venha desencarnar. E aí, como é que fica todo esse conhecimento teórico espírita efetivamente na prática? Porque o conhecimento da espiritualidade ele é comprovado comprovado nas dificuldades sociais que nós temos. Quando a gente pensa, por exemplo, que passa por um processo de sofrimento e se sente em abandono, aí uma pessoa desencarna e a gente pensa, pô, um dia vai aparecer, um dia vai mandar uma cartinha para mim na reunião mediúnica e até lá o que é que eu faço, da vida? Como eu vou conjugando o meu jeito Tomé de ser no sentido de ver para crer. Será? Será que se eu for ao cemitério eu vou estabelecer um nexo, um vínculo? Será que se eu for ao cemitério no dia de finados ou não, o meu filho, o meu esposo, a minha esposa, a minha mãe, o meu pai vai me esquecer? Qual é o ponto? O que é que o espiritismo vem a dizer? Demonstrar conhecimento de causa a respeito desse tipo de saudade. Uma saudade abre aspas, fúnebre fecha aspas. Certa vez, um espírito aqui na comunhão espírita de Brasília deu uma comunicação mediúnica por
trar conhecimento de causa a respeito desse tipo de saudade. Uma saudade abre aspas, fúnebre fecha aspas. Certa vez, um espírito aqui na comunhão espírita de Brasília deu uma comunicação mediúnica por intermédio da psicografia linda, chamada o seguinte: o amor não termina em uma cerimônia cúnebre. O que é que o espírito dizia? dizia que desencarnou cedo, ainda jovem, e a sua mãe não se conformava. rezava, vibrava, lembrava só de coisas boas, mas tinha um buraco de saudade no coração e resignada com a partida então precoce e frequentava o cemitério titulado aqui campo da esperança. E o espírito disse o seguinte, ele começou escrevendo, na verdade editando a mensagem e ele constrói um pensamento muito lúcido e coerente com que prescreve as questões 320 a 32 de O livro dos Espíritos. Ele fala mais ou menos assim: "Olhe, primeiro que ninguém morre. Segundo, o amor de Deus é tão amplo, é tão amplo, que ele não seputa uma relação de amor e uma cerimônia fúnebre. O amor vai muito além daquele ato, muito além daquela solenidade. E o espírito continua dando seu relato. Eu consigo ver e perceber o sofrimento da minha mãe. Eu consigo sentir a dor das suas lágrimas, mas eu não consigo ainda efetivamente me comunicar com ela, mas eu emito pensamentos no sentido de que eu estou vibrando em amor. E ele vai complementando que, igual a situação dele, existem inúmeras, inúmeras outras. E ele disse que no começo meio que não entendia, mas nada melhor para quem não entende sobre o processo da vida, tanto reencarnatória como espiritual, do que o tempo. O espírito vem dizer: "Olha, durante muito tempo eu ficava aqui sem entender, mas de tanto observar, eu descobri que tem uma equipe espiritual aqui no cemitério. E um desejo que eu tinha era de trabalhar com essa equipe e pensava que não ia chegar o momento até que chega." E ele vem falar que nessa perspectiva da comemoração dos dias dos mortos, nos funerais, no dia definados, existe toda uma preparação espiritual para acolher o nosso luto.
gar o momento até que chega." E ele vem falar que nessa perspectiva da comemoração dos dias dos mortos, nos funerais, no dia definados, existe toda uma preparação espiritual para acolher o nosso luto. E não nos enganemos. Se, por exemplo, esse meu sutarque, eu sou de Natal, um parente meu em Natal desencarna e eu não posso ir ao sepultamento, eu não posso ir ao enterro, não posso ir ao cemitério no dia de finados, eu não vou me desconectar dele, porque o espírito vibra não pela presença, mas sim pelo pensamento. e registra a questão 321a. Kardec pergunta o seguinte: "O dia de finados é para os desencarnados um dia especial de reunião junto das suas sepulturas?" Resposta: Nesse dia ele se reúnem em maior número nos cemitérios, porque maior número de pessoas que o chamam, mas cada espírito comparece ali pelos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes. O que é que se quer dizer com isso? Que todo sentimento que a gente emana, ele se transforma em uma onda eletromagnética. Ele vai se conectando com a perspectiva gravitacional, porque Deus, ele nos enxerga como particularidades, como individualidades, como singularidades. Cada um de nós aqui presente tem a sua própria história, não somente dessa atual reencarnação, mas da outra também. Então nós quando a gente desencarna a gente tem um encontro, conforme registrado na questão 165 já dita aqui, com esse estado de perturbação espiritual, que nada mais é do que o encontro com a nossa consciência. Onde está a lei de Deus? Questão 621 de O Livro dos Espíritos. A lei de Deus está nos livros, nas palestras, nos templos religiosos, nos ambientes de estudos, quer sejam espíritas ou não. Onde está a lei de Deus? A lei de Deus está na nossa consciência. E a lei de Deus registra a questão 616 ou a 615 do livro dos espíritos. É algo imutável que sempre existiu. E nós, enquanto espíritos imortais, reencarnados ou desencarnados, nos deparamos com a lei de Deus de uma maneira dinâmica, a depender do nosso contexto de vida. Às vezes a gente se depara com a lei de
nós, enquanto espíritos imortais, reencarnados ou desencarnados, nos deparamos com a lei de Deus de uma maneira dinâmica, a depender do nosso contexto de vida. Às vezes a gente se depara com a lei de Deus em uma perspectiva de júbilo, de esperança, outras vezes de arrependimento, em algumas com culpa. Por isso que Paulo escreve na carta aos Tessalonicenses que é preciso efetivamente crermos que Jesus é o nosso único Salvador, porque o Cristo se apresenta como caminho, a verdade e a vida. E nesse estado de perturbação que a gente passa, cada um tem o seu próprio tempo. Pode ser dias, pode ser meses ou pode ser anos. registra o livro Céu e Inferno, por exemplo, no sétimo capítulo da segunda parte, uma comunicação psicográfica de um espírito intitulado o espírito aborrecido. Ele passou 180 anos em um estado de perturbação e a época a reunião mediúnica questionou: "Nossa, muito tempo". Ele responde: "Não era o meu tempo". Porque cada um de nós aqui tem o seu próprio tempo. Se a gente tem saudade de quem já retornou à pátria espiritual, não nos preocupemos em necessariamente curar o nosso coração, mas sim entender o processo. Tempo não tem luto. É certo que precisamos sim, conforme o Cristo registra no Evangelho, deixar que os mortos enterrem os seus mortos. O que é que isso quer dizer? que a dinâmica do mundo espiritual possui uma especificidade bastante bastante singular. E é preciso que nós também tenhamos a consciência disso, no sentido de não reclamar a partida, mas sim de rezar para que aquele ente querido continue o seu caminho. É como se a gente dissesse mais ou menos assim: "Olha, tá difícil aqui, tá muito difícil. É um luto, é uma dor, é uma lágrima, mas eu sei que você precisa seguir o seu caminho do mesmo jeito que eu preciso seguir o meu. Tem até uma música que fala sobre amizade. A amizade nem mesmo a força do tempo pode destruir. É um samba de um conjunto intitulado Fundo de Quintal. Porque nós seria muito bom se a gente só convivesse sempre, sempre com pessoas
sobre amizade. A amizade nem mesmo a força do tempo pode destruir. É um samba de um conjunto intitulado Fundo de Quintal. Porque nós seria muito bom se a gente só convivesse sempre, sempre com pessoas que a gente gosta. Mas a lei da sociedade explicada na terceira parte do livro dos espíritos, diz que não é bem assim. Todos nós temos o nosso a nossa própria intercorrência, os nossos próprios processos. Então, se a gente tem saudade, luto de quem já partiu, alimentemos o amor e não a necessidade da presença. Paulo escreve na carta aos Romanos que o amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera e tudo sofre. é uma reflexão mais ampla, espiritualizada sobre esse sentimento que nós temos de fábrica, que é o amor. Já na segunda parte da palestra, que essa reunião das 13 horas, ela é bem curtinha, a gente começa a falar agora das saudades de alguém que porventura a gente conviveu e que por um processo ou outro decidiu seguir a sua vida ainda reencarnado. Pode ser um amigo que não fale mais conosco. Pode ser um colega de trabalho que por uma situação outra convive no mesmo ambiente, mas não fala com a gente. Pode ser um colega de movimento espírita para quem seja do movimento espírita, ou também pode ser um amor que decidiu partir. A gente tem que ter em mente que a lembrança que nos causa saudade nesse tipo de situação é uma memória que nós alimentamos. E nós somos seres biopsicossociais, somos seres psicossomáticos, temos uma necessidade incrível, incrível de sermos amados. E às vezes quando a gente não é acolhido, às vezes quando a gente não é correspondido, a gente cai em um processo de murmuração. a gente cai a depender da situação até em um processo de mágoa, de desequilíbrio sócio emocional, mas nós devemos ter em mente que não temos a ingerência sobre o que o outro pensa, nem nas escolhas do outro. A gente tem que se demonstrar como efetivamente nós somos. Então, se, por exemplo, Mário quer ser amigo de Wagner, que tá nos assistindo e Wagner não quer, meu amigo, minha amiga, Mário pode fazer
ro. A gente tem que se demonstrar como efetivamente nós somos. Então, se, por exemplo, Mário quer ser amigo de Wagner, que tá nos assistindo e Wagner não quer, meu amigo, minha amiga, Mário pode fazer o que for, o que for, inclusive reclamar, porque a decisão é de Wagner. Mário tem que demonstrar, não por palavras, mas por comportamentos, quem ele é. Mas se Wagner quiser ser amigo de Mário, por exemplo, e eu me considero amigo de Wagner, ele ele na época da jabuticaba, que tem quatro pés de jabutaba lá, que eu tô doido para que chegue a época da jabutabo para chupar jabuticaba até a língua pelar. Ainda vou levar uma caixa de sorvete para encher de jabuticabo para levar para casa. Não vejo a hora, Wagner. Da mesma forma, se Mário se relaciona com Maria e Maria decidiu seguir a vida dela, em um primeiro momento, aquele processo de enamoramento de Mário vai gerar um luto, vai gerar uma saudade, vai gerar um porquê, na verdade, inúmeros porquês. Como é que eu poderia ter feito melhor? E se eu fizesse assim? E se eu fizesse daquele outro jeito? Meu amigo, minha amiga, você fez o que você conseguiu e ninguém tem bola de cristal para adivinhar. Então, se a pessoa decidiu seguir, paciência. Tentemos lembrar da época da convivência o que mais nos deixa saudades. O que mais nos deixa saudados é a vontade de sermos amados. E se ter temos vontade, [risadas] desculpa, de sermos amados, é porque lá na relação nós fomos. Então, se Maria decidiu não conviver mais com Mário ou vice-versa, esse amor ele vai se transformar, ele vai ser gestacionado por um processo de luto para outra relação, até porque nós somos seres imortais. Deixame ver se tem alguma dúvida aqui no canal do YouTube. Boa tarde pra Tânia, Raquel, Larissa lá de Belém, Brena, Joelma, muito obrigado. Daniel Ribeiro, obrigado, Brena. Cláudio, puder dizer onde é aí pra gente interagir melhor da próxima vez, que aqui já acabou, né? Obrigado, Larissa. Ô Herliana, tamo junto. Olha só, tem uma pessoa aqui, a capa, a única saudade que tenho é do tempo que com o
é aí pra gente interagir melhor da próxima vez, que aqui já acabou, né? Obrigado, Larissa. Ô Herliana, tamo junto. Olha só, tem uma pessoa aqui, a capa, a única saudade que tenho é do tempo que com o salário mínimo eu vivia bem. Então, todos nós temos uma representação simbólica do sentimento de saudade. O idioma americano, por exemplo, ele não tem a palavra saudade, é algo específico do português, porque o brasileiro é muito sentimental. muito sentimental. Então, pessoal, se a gente vivencia um processo de saudade, tentemos não murmorar, tentemos compreender o processo, tentemos compreender que por uma situação ou outra que nos foge o controle, não existe mais aquela convivência, mas olhemos para dentro, porque a saudade é o termômetro de que o amor pulsa em nossos corações. Era isso que tínhamos para falar no tempo que nos foi concedido. Vamos à prece final. Esqueci de fazer a inicial. Vamos à prece final. Antes um aviso, esse final de semana, 13, 14, 15, vai ter o musical de Chico Xavier, que a diretoria de arte e Cultura Espírita da Comunão tá promovendo. Procurem aí as nossas redes sociais, vai ser aqui em Brasília presencialmente para comprar o ingresso se puder e se quiser. Aí de repente a gente assiste e fica depois com a saudade do musical. Aí vai estudar a obra de André Luiz. Vamos à nossa prece final. Quem porventura quiser fechar o olho, fica à vontade. Particularmente eu estou com olhos fechados, amado mestre Jesus, que nas minhas saudades de quem já partiu, quem decidiu tomar outro rumo na vida, que eu possa me fortalecer no teu evangelho, que me ensina sobre o reino dos céus, que me ensina sobre consolação e me ensina também que eu sou amor em ação. Que eu possa me fortalecer nos meus processos. na certeza de que nunca, nunca estou sozinho. Assim, com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da tarde de hoje. Que tentemos, não que vá conseguirmos voltar fortalecidos para os nossos lares. Boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de
lizados os trabalhos da tarde de hoje. Que tentemos, não que vá conseguirmos voltar fortalecidos para os nossos lares. Boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar [música] o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de [música] trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a
a colocar [música] o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de [música] trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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