Mário Augusto | AS BEM-AVENTURANÇAS: OS POBRES EM ESPÍRITO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 30/10/2024 (há 1 ano) 49:54 997 visualizações

Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Neste vídeo, o palestrante Mário Augusto discute a bem-aventurança da pobreza de espírito, que é a primeira das bem-aventuranças do Sermão da Montanha. Ele explica que a pobreza de espírito não significa ser pobre materialmente, mas sim ser humilde e reconhecer que somos dependentes de Deus. Ele também fala sobre a importância de perdoar os outros e de amar a Deus acima de todas as coisas. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu Whatsapp! Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais no Youtube, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. - Comunhão Espírita de Brasília (canal de Palestras e Lives) https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 - TV Comunhão (canal de Projetos e Programas Espíritas): https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 - TV Comunhão 2 (canal de Transmissão 24 horas e mensagens espíritas): https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 - TV Comunhão Kids (canal infantil): https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? Uma palestra pública espírita é uma atividade que faz parte da programação de muitos centros espíritas ao redor do mundo. É um momento em que um expositor espírita, geralmente um voluntário, apresenta um tema relacionado à doutrina espírita para um público interessado em conhecer mais sobre essa filosofia. Essas palestras podem abordar uma ampla variedade de tópicos, desde temas mais gerais, como amor, caridade e espiritualidade, até temas mais específicos, como a reencarnação, mediunidade e o processo de evolução espiritual. O objetivo das palestras públicas é compartilhar conhecimentos e esclarecimentos sobre a doutrina espírita e suas práticas, além de proporcionar um espaço para reflexão e debate sobre questões importantes da vida e do mundo espiritual. As palestras públicas espíritas são abertas ao público em geral e geralmente não têm custo. É comum que os centros espíritas promovam essas atividades regularmente, em diferentes dias e horários, para que um número maior de pessoas possa participar e aprender sobre a doutrina espírita. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de Adins. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília em mais este fim de tarde, início de noite, onde todos buscamos aqui obter um reforço à nossas reflexões para fortalecer nossos mecanismos, nossas ferramentas para lidarmos com a vida. sobre o evangelho de Jesus e o ensino da doutrina dos espíritos. Hoje teremos então o nosso irmão Mário Augusto, que abordará um tema bastante conhecido. Está no sermão da montanha Bem-aventurados os pobres de espírito. E eu já lhes antecipo uma observação. Este é um dos muitos temas que se repetem nas casas espíritas e mesmo aqui durante o ano. Mas cada palestra tem diferenças em relação a outras. Cada palestrante tem uma abordagem única pautada na sua experiência, no seu conhecimento, no seu ponto de vista. E sempre todos nós temos algo a aprender de novo, mesmo sobre um tema que nos parece já conhecido. E assim os convido a abrirem suas percepções para o que o nosso irmão preparou para passar para nós. E nessa abertura das percepções, eu os convido a elevarmos os nossos pensamentos a Jesus. o nosso amado mestre, o nosso amado bom pastor. E neste templo de amor, que é um dos muitos neste mundo em que Jesus se encontra presente, indo além das fronteiras religiosas, aqui viemos acolher a mensagem rogativa dele, a orientação do vinde a mim, todos vós que sofreis e estais sobrecarregados. E eu vos aliviarei. Assim, amado mestre, aqui nos encontramos. conscientemente ou não, aqui viemos impelidos por uma força invisível, muitas vezes que nos atrai magneticamente a este templo. E estamos descobrindo que o nome desta força é o amor, que nos acolhe, nos orienta, nos acalenta, fortalece a nossa esperança para buscarmos a solução das dificuldades mais duras que possamos estar enfrentando, pois as tuas palavras ainda ecoam neste planeta, em todas as partes. partes, mas principalmente em nossas mentes, em nossos corações, que já tivemos muitas existências desde que as proferistes para nós e alguma

as palavras ainda ecoam neste planeta, em todas as partes. partes, mas principalmente em nossas mentes, em nossos corações, que já tivemos muitas existências desde que as proferistes para nós e alguma delas certamente te ouvimos. Amparai a todos nós que estamos aqui, encarnados e desencarnados, necessitados de sentir-te, ouvir-te em mais uma vez neste templo. Que tua paz seja conosco. Ilumine também o nosso palestrante para que ele possa ser um instrumento fiel à tua vontade. Assim seja. Com a palavra então nosso irmão Mário Augusto. Olá pessoal, boa noite, especificamente a quem nos assiste da internet. Deixa me ver aqui se tem alguém. Larissa, Eliana e Isabela. Conforme Roberto registrava, esse tema é um tema bem transversal, é um tema bem batido na casa espírita, na verdade em qualquer credo, porque ele vem tratar sobre as bem-aventuranças. Ele vem tratar sobre o sermão do monte no evangelho de Mateus, onde Jesus vem nos ensinar, vem nos propor um processo de autoconhecimento. As bem-aventuranças são a perspectiva que nós temos de olharmos para dentro nesse desafio que é a reencarnação, que nos ensina que os nossos perrengues, as nossas angústias são necessárias. para o fortalecimento da alma, que significa o espírito reencarnado, como do espírito, que é o ser habitante do universo, conforme registro o espírito de Sanson na segunda parte do livro Céu e Inferno, em que ele vem falar sobre a reverberação da vida. ou ven ampliar o capítulo 10, versículo 10 do Evangelho de João, onde Jesus vem nos ensinar, vem se propor em primeira pessoa de que é a porta. Eu sou a porta. Quem passa por mim tem vida. Tem quem passa por mim tem vida em abundância. O livro Céu e Inferno, pouco lido na literatura espírita, é o quarto na codificação de Allan Kardec, o quarto de cinco. E ele, em uma perspectiva de metodologia é dividido em duas partes. A primeira, a parte geral, em que Kardec vem nos escrever um tratado sobre as nossas percepções, sobre os nossos sentimentos. Kardec vem

e, em uma perspectiva de metodologia é dividido em duas partes. A primeira, a parte geral, em que Kardec vem nos escrever um tratado sobre as nossas percepções, sobre os nossos sentimentos. Kardec vem construir um texto maestral no sentido de que o céu e o inferno são os nossos pensamentos. Nós somos o que pensamos. Isso significa que mesmo estando em Brasília e fazendo uma viagem de férias a trabalho, nós carregaremos a nossa essência. E a gente se engana bastante quando pensa que vai viajar e desconectar dos problemas. Nós podemos desconectar do nosso cotidiano, da nossa agenda de estudo, na nossa agenda de trabalho, para quem porventura tem um trabalho, mas de si ninguém foge. Isso quer dizer que onde nós estivermos, para onde nós formos, a nossa consciência estará lá. Diferente da sombra que precisa do sol, a da sombra que precisa da luz, a nossa consciência está conosco diariamente. nossa consciência e Jesus, o governador espiritual da Terra, a entidade mais perfeita que habitou o planeta e que vem nos ensinar os nossos processos de descobrimento e de desbravamento interno. E as bem-aventuranças elas falam sobre isso. Começamos essa trilogia que eu particularmente estou abordando nas tribunas das minhas intervenções com a primeira bem-aventuranças, o autoconhecimento, em que falamos acho que há cerca de um mês a respeito da proposta do sermão do monte pra gente, em que Jesus vem topografar, vem deixar claro que o processo é difícil, mas que nós não estamos sozinhos. Em cada bema-aventurança, ele traz uma reflexão bastante específica e a de hoje, que é o primeiro desdobramento, é a bem-aventurança da pobreza de espírito. E o que é que significa a bem-aventurança da pobreza de espírito? Primeiro o texto, porque não existe texto sem contexto. Quando Jesus vem nos ensinar a bem-aventurança da pobreza de espírito, no capítulo 5, versículo 3 do Evangelho de Mateus, ele diz o seguinte: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus". E aqui

nsinar a bem-aventurança da pobreza de espírito, no capítulo 5, versículo 3 do Evangelho de Mateus, ele diz o seguinte: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus". E aqui a proposta é fazer uma reflexão inversa. Primeiro pensarmos, primeiro refletirmos sobre o que significa o reino dos céus para depois falar sobre a bem-aventurança da pobreza de espírito. O reino dos céus, quando a gente vai estudar o Novo Testamento e Jesus proclama o reino dos céus, ele sempre faz numa perspectiva alegórica, como se induzisse um pensamento na gente. Porque o Cristo não nos apresenta fórmulas prontas. Jesus sabe da nossa especificidade. Jesus sabe da nossa singularidade. E quando ele vem falar nos reinos dos céus, ele sempre fala: "O reino dos céus se assemelha aí vem contar uma historinha. O contador do além, Jesus, que vem nos ensinar a mantermos firmeza. independente, independente do estado psíquico que porventura estejamos passando. Porque nós somos seres, embora neguemos, com a aridez nosso coração que nos é ainda característica, nós somos seres sentimentais, nós somos seres psicossomáticos. Isso quer dizer que respiramos intuitivamente as nossas emoções. Em outras palavras, ninguém foge de si. Ou na perspectiva psicológica do evangelho, a boca fala do que o coração está cheio. E quando Jesus se propõe a falar do reino dos céus, ele diz de encontro íntimo com Deus. Se pudéssemos fazer uma intervenção e perguntar o que é Deus, quem é Deus para cada um de nós, provavelmente os conceitos seriam coladinhos. Alguns poderiam ser idênticos. Deus é amor, Deus é perdão, Deus é misericórdia. Mas qual a construção mental que nós temos de Deus? É algo individual. Porque a imortalidade do espírito o coloca em inúmeras jornadas, tanto aqui nesse palco chamado reencarnação, como na pátria espiritual, de onde todos nós partimos e para onde todos nós um dia, se Deus quiser, e eu não vejo minha hora, voltaremos. Às vezes, com quem não é espírita, eu tenho essa conversa um pouco mórbida.

a espiritual, de onde todos nós partimos e para onde todos nós um dia, se Deus quiser, e eu não vejo minha hora, voltaremos. Às vezes, com quem não é espírita, eu tenho essa conversa um pouco mórbida. mas que de mórbida não tem absolutamente nada, porque a morte nada mais é do que um ato fisiológico, assim como o ato de respirar. E até lá, nesse vai e vem, em que a gente se encontra, em que a gente cai, em que a gente recomeça, cada um vivencia a sua própria bemaventurança. E a bem-aventurança que nos conduz ao reino dos céus, nos mostra a Deus na sua plenitude. é um encontro em 4K aí na tecnologia visual, em que a gente tem uma aproximação com Deus em uma perspectiva neurosensorial, porque Deus é isso. Deus é uma sensação neurosensorial. Eu não preciso ver, não preciso enxergar para construir um conceito de Deus. Eu não preciso escutar para perceber Deus me aconselhando. O conselho de Deus está no meu coração. Ou conforme pontua a questão 625 de livro dos espíritos, a lei de Deus está na nossa consciência. E o reino dos céus, ele se assemelha à intensidade de amor, independente do momento que estejamos passando. Antes, porém, uma correção. A questão 625 fala sobre a pessoa mais perfeita que habitou o planeta, que é Jesus. a da nossa consciência, que a lei de Deus está na consciência, salvo me engano, é a questão 621. Se não for, quando eu conhecer o reino dos céus, eu saberei o número da questão. Mas o que eu sei é o conhecimento. Porque Jesus, quando ele se propõe a falar sobre Deus, ele não nos apresenta formas, porque Deus não é a moldura de um livro. Por exemplo, Jesus se propõe a entregarmos o nosso coração ou, conforme já registrado pela presidência dos trabalhos, abr-lo, abrir as nossas mentes para o vinde a mim. E o vind de Amim tem um grande destaque. Jesus não procura no vim de Amim os que estão felizes. Jesus não procura no vim de Amim os que vieram ao centro espírita só para tomar um passe, que com todo respeito, com todo o respeito, passa uma palestra no

procura no vim de Amim os que estão felizes. Jesus não procura no vim de Amim os que vieram ao centro espírita só para tomar um passe, que com todo respeito, com todo o respeito, passa uma palestra no celular. No vinde a mim, Jesus procura quem precisa, os cansados e os sobrecarregados. É como se ele dissesse: "Tá sendo difícil, mas eu estou aqui doidinho, como a gente fala lá em Natal, doidinho para lhe ajudar, porque a vida não é fácil. Nós temos os nossos processos. E para conhecermos o reino dos céus, nada melhor do que primeiramente termos um conceito sobre Deus. Deus é amor, misericórdia, mas a depender, a depender, Deus pode ser uma sensação de vingança, de rancor, de troca, a depender a depender da percepção, Deus não pode, inclusive significar absolutamente nada. Respeitemos a crença dos outros. Até porque para negarmos Deus, para negarmos a existência de Deus, temos que ter no mínimo um conceito sobre ele, porque ninguém nega aquilo que não conhece. E como seres divinos, nós temos uma semente, uma semente no nosso coração, que é o amor de Deus por nós, que nos chama dizendo conforme Jesus nos ensina, que o reino dos céus, por exemplo, é a nossa capacidade de se arrepender, mas não de se arrepender da boca para fora. em um pedido de desculpas superficial. É nos arrependermos do coração para dentro. E aí cada um sabe de si em relação ao seu processo do conhecimento íntimo a respeito do reino dos céus. E o reino dos céus não tem nada de coroas. O reino dos céus não tem nada de anéis. O reino dos céus não tem nada de tronos. O reino dos céus não tem nada de indumentárias, de vestimentos. O reino dos céus é trabalho. O reino dos céus é esperança. O reino dos céus são novas prioridades e oportunidades quando o espírito desperta para recomeçar. Quando o espírito desperta para realinhar a sua órbita, para se ver dentro de um contexto em que é protagonista, para se ver dentro de um contexto em que pode sim colaborar primeiro consigo para depois com o outro. reverberando aquele

alinhar a sua órbita, para se ver dentro de um contexto em que é protagonista, para se ver dentro de um contexto em que pode sim colaborar primeiro consigo para depois com o outro. reverberando aquele jargão, seja você a mudança que você quer ver no mundo. Tem uma parábola no evangelho de Lucas que é bem repetida também. Eu gosto muito dela, que toda vez que eu leio eu me lembro dos meus processos de arrependimento. É a parábola da dracma perdida no capítulo 21. E Jesus vem ali em outra perspectiva alegórica, metafórica, nos ensinar o que é o reino dos céus. Ele se utiliza de uma dona de casa que perdeu uma prata, que perdeu dinheiro e que tava ali desesperada, adaptando o exemplo para fazer a feira do mês. Procurou em todo canto e não encontrou. Chegou à noite, acendeu uma lamparina, um candinheiro e encontrou. E quando encontrou ficou eufórica. Eufórica. Tentemos fazer um juízo de valor cognitivo quando ficamos eufóricos de felicidade. Porque esse é o exemplo que Jesus traz na parábola da dracma perdida. E aquela mulher quando acha a dracma, procura as amigas e as vizinhas e diz: "Estou muito, muito feliz por ter encontrado a moeda que eu pensava que havia perdido." Aí Jesus vem e finaliza. Com a suavidade que lhe é peculiar, o reino dos céus se assemelha a essa mulher. Quando Deus consegue tocar um coração em arrependimento, isso significa que no reino dos céus está o está o nosso recomeço. Na verdade está a nossa continuidade. A filosofia espírita nos ensina a representar, a ressignificar inúmeras palavras. Inúmeras palavras, inúmeros jargões, inúmeras expressões. E a filosofia espírita nos ensina que aquele pensamento que podemos ter, que todo dia temos um livro em branco para escrever, é um equívoco, porque ninguém apaga o que foi feito, ninguém volta, graças a Deus, ao passado. Nós temos as nossas próprias histórias, nós temos as nossas próprias lutas, nós temos as nossas próprias algemas, nós temos os nossos próprios erros. E seria muito cômodo falarmos: "Ah, se eu pudesse voltar no tempo, eu

próprias histórias, nós temos as nossas próprias lutas, nós temos as nossas próprias algemas, nós temos os nossos próprios erros. E seria muito cômodo falarmos: "Ah, se eu pudesse voltar no tempo, eu faria diferente, não faria. faria igual. Porque quem cometeu aquele erro ontem fomos nós de ontem. Nós não tínhamos o amadurecimento intelectual ou moral que nós não temos hoje. O que isso quer dizer? que na procura do reino dos céus nos observemos, não perspectiva de auto julgamento, eu posso, eu poderia fazer melhor. Não. No reino dos céus devemos nos pensar como algo que podemos fazer, que conseguimos fazer, tanto a gente quanto o nosso próximo, que a gente tanto julga. Tem uma parábola no Evangelho de Mateus, que é a parábola do tesouro e da pérola. Em que Jesus vem falar sobre os reinos dos céus. E ele começa, o reino dos céus se assemelha a um viajante que encontrou um terreno, encontrou um tesouro, voltou paraa sua casa, vendeu tudo que tinha e comprou aquela aquela terra para guardar aquele tesouro. O reino dos céus se assemelha a um comerciante que encontra uma pérola que reluz. Voltou a sua casa, vendeu tudo que tinha, voltou e comprou a pérola. Há um primeiro momento, quando eu descobri essa parábola, eu associei com patrimônio, mas não. A parábola do tesouro e da pérola, ela vem dizer sobre as nossas prioridades. A parábola do tesouro e da pérola, ela vem dizer sobre a ressignificação que Jesus representa aos nossos corações. Porque quando a gente cai diante do Cristo numa perspectiva de humildade, nós temos outras prioridades. Nós podemos nos questionar: "Meu Deus, por que eu fui tão orgulhoso? Porque eu fui tão cheio de mim, porque eu tratei aquela pessoa tão mal perante as minhas convicções, mesmo eventualmente ela estando errada. E aqui a gente começa, como foi uma inversão, a gente vai pro começo da bem-aventurança, a pobreza de espírito. A pobreza de espírito passa longe, passa longe de ser um voto de caridade. Pobreza de espírito pode ter quem é rico

foi uma inversão, a gente vai pro começo da bem-aventurança, a pobreza de espírito. A pobreza de espírito passa longe, passa longe de ser um voto de caridade. Pobreza de espírito pode ter quem é rico e quem é pobre. Pobreza de espírito significa, segundo Allan Kardec, e particularmente eu concordo, pobreza de espírito significa nós nos desapegarmos. Pobreza de espírito significa nós pensarmos em um sentimento que nos habita chamado orgulho, que torna o nosso coração ainda tão pesado, árido. Pobreza de espírito significa nós termos humildade. Um sentimento ainda muito difícil, fácil de falar. Pobreza de espírito significa nós nos colocarmos no lugar do outro e principalmente principalmente pobreza de espírito significa nós termos um pensamento a respeito da imortalidade da alma. da eternidade, do espírito. Um pensamento sobre o tempo de que este corpo vai terminar, assim como o ciclo da bateria deste celular, assim como essa roupa um dia irá para um bazar. A vida, em qualquer dimensão que se pense, ela possui ciclos. E muitas vezes nós nos enraizamos nos ciclos das nossas certezas. E os ciclos, os ciclos das nossas certezas, muitas vezes eles turbam o céu do reino dos céus. E Kardec, quando vem escrever sobre a pobreza de espírito, ele vem trazer um alerta sobre simplicidade, sobre humildade, sobre orgulho. Na questão 785 do livro dos espíritos, o codificador pergunta: "Qual é o maior obstáculo ao progresso? Não é dinheiro, não é celular com alta resolução de foto para publicar em rede social. Não é fofoca, poderia ser, mas ainda não é. principal obstáculo ao progresso, egoísmo e orgulho. E aí, nos encaminhando pro final, trazemos algumas passagens sobre o orgulho, sobre as certezas que nós temos das nossas convicções. E se tem algo que nos ensina, é o erro dos outros. E se tem algo que nos ensina para quem quer aprender, são os nossos erros. Porque quando o orgulho se reverbera dentro da gente, a gente sente, porque a consciência desperta. Quando as brasas do orgulho se

tem algo que nos ensina para quem quer aprender, são os nossos erros. Porque quando o orgulho se reverbera dentro da gente, a gente sente, porque a consciência desperta. Quando as brasas do orgulho se transformam em fogueira, a gente percebe e tenta como se fosse costurar a boca, como se o silêncio, como se a palavra não dita fosse o pensamento não reverberado. Nós somos o que nós pensamos. capítulo 14 de o livro A Gênese. E quando Kardec vem escrever sobre a pobreza de espírito, ele faz essa associação. Não pensemos necessariamente em riqueza, até porque tudo que nós temos é temporário. Tudo que nós temos é um empréstimo de Deus, como se fosse um comodato. E um dia nós não utilizaremos. Isso significa, sinto muito em dizer que o botox não vai pro além, mas as nossas emoções, sim. Porque nós somos o que nós pensamos. Às vezes a gente se preocupa com o corpo, às vezes a gente se preocupa com a beleza externa, com cabelo penteado, com a barba feita, passando uma base, universo feminino para enfrentar o dia, mas nós somos efetivamente o que nós plasmamos, o que nós sentimos. E pobreza de espírito passa longe, conforme já se já foi dito, de fazer um voto de caridade e um voto de pobreza. Pobreza de espírito significa nós encamparmos o nosso coração primeiro pra gente, depois para quem está ao nosso lado. Porque o brilho a sua luz que Jesus ensina no sal da terra e luz do mundo é de dentro para fora e não de fora para dentro. Muito embora tememos, nós não somos o externo, nós somos o interno. que a gente sempre se revela pelos nossos comportamentos, mas criamos estereótipos, queremos construir imagens, trabalhadores do movimento espírita. Eu sou o trabalhador do movimento espírita. Quanto mais vocês escutarem isso, mais reze pela pessoa. Eu sou médium. Quanto mais escutar isso, mais reze pela pessoa. Porque o evangelho ele se efetiva nas batalhas diárias. Por trás de cada trabalhador existe uma história. Antigamente, bem antigamente, tinha um programa, não sei se aqui

isso, mais reze pela pessoa. Porque o evangelho ele se efetiva nas batalhas diárias. Por trás de cada trabalhador existe uma história. Antigamente, bem antigamente, tinha um programa, não sei se aqui alguém é dessa época, minha avó era e me contava antes de eu dormir, um programa chamado V Show. E vovó me contava, meu filho, antigamente aquilo passava e era os bastidores da televisão e tinha no programa Show um recorte chamado Falha Nossa, que era os bastidores da cena em que os atores erravam. Aquelas cenas, aqueles erros eram editados, mas na vida real não tem edição. Na vida real, na vida espiritual, nas nossas bem-aventuranças, o nosso video show é aberto 24 horas. Tem um texto incrível no capítulo 7 de O Evangelho Segundo Espiritismo, encerrando o capítulo intitulado Missão do Homem Inteligente na Terra, ditado pelo espírito Ferdinando, em Bordô 1862. Eu sou ruim de matemática, mas faz mais de 100 anos isso. E ele vem dizer que não é a nossa inteligência que é uma grande valia na obra de Deus, porque conhecimento nós podemos adquirir. Para quem porventura também saiba ler, um livro desse a gente lê em um mês, em um ano, em 10 anos, em duas reencarnações, depende do espírito. Mas o que nós fazemos desconhecimento. Essa é a reflexão. O que nós fazemos desconhecimento em relação à bem-aventurança da pobreza de espírito. Provavelmente para quem porventura também seja, é a primeira reencarnação como espírito. Para quem porventura não seja espírita, não sabe o que é bom. Porque o espiritismo nos coloca em uma posição de trabalho. O Espiritismo nos ensina que errar é fundamental. é fundamental porque ninguém nasce pronto. A gente passa por um processo de planejamento, nós temos um anjo da guarda, mas a queda é irremediável e principalmente, principalmente necessária. E quando a gente vai conjugando o evangelho, nós podemos ter outras prioridades, como por exemplo, a passagem do óbulo da viúva, que na época de Jesus tinha um poço que as pessoas jogavam moedas como se fosse de um ato de adoração a Deus.

gelho, nós podemos ter outras prioridades, como por exemplo, a passagem do óbulo da viúva, que na época de Jesus tinha um poço que as pessoas jogavam moedas como se fosse de um ato de adoração a Deus. E Jesus, ele percebe, ele não percebia porque Jesus é presente. Jesus percebe o nosso psiquismo. E certa vez ele estava à beira do poço com os seus discípulos e disse: "Reparem na cena, aquela senhora que tá vindo, ela é viúva e ela acabou de jogar a única moeda que tinha. e um ato de adoração a Deus. Isso quer dizer, conforme Jesus, e eu concordo, que o ato de adoração a Deus passa longe, muito longe de ser material. Às vezes a gente não tem como ajudar uma pessoa. A gente faz de tudo para ajudar. a pessoa reativa, a pessoa não entende. E se tem algo que o Espiritismo nos ensina, é pensarmos, é fazermos uma oração. Isso para quem vem, porventura quer exercer um juízo de valor, uma pobreza de espírito, de ajudar alguém que lhe é um desafeto, de ajudar alguém que lhe tem rancor, tente fazer a seguinte atividade mental. Hoje à noite, para quem nos assiste, são 6:30 da noite, vou até terminar que a luz vermelha acendeu. Imaginemos aquela pessoa e numa perspectiva de doação, imaginemos o coração saindo vermelho, latejando, como se fosse procurando para dar um abraço. como se fosse dizendo: "Meu irmão, minha irmã, a limitação material não me permite chegar até você, mas por um ato de fé estou aqui com a pobreza de espírito desapegada do meu orgulho que ainda me impede de lhe procurar, lhe pedindo perdão, lhe pedindo compreensão e principalmente, principalmente lhe pedindo que Você sinta o evangelho do Cristo invadir o seu coração. Boa noite para Maria Madalena de Teresópolis, Francisca Lustosa, Dorivaldo Filho, Sandra, Marcela, Cláudia Leite e Maria do Rosário e Marlene. Para finalizar, eu vou utilizar uma canção de um conjunto chamado Paralamas do Sucesso. O nome da canção é Óculos. E é a história de um rapaz que não se conformava em relação às meninas do Leblon, que é um bairro no Rio de Janeiro, observarem

de um conjunto chamado Paralamas do Sucesso. O nome da canção é Óculos. E é a história de um rapaz que não se conformava em relação às meninas do Leblon, que é um bairro no Rio de Janeiro, observarem ele tão somente com a perspectiva da lupa. E no finalzinho ele vem dizendo para aquele processo de paquera que pra juventude que americaniza o português é crush. Por que você não olha para mim? Me diz o que é que eu tenho de mal. Por que você não olha para mim? Por trás dessa lente tem um cara legal. O que isso quer dizer? Por trás de todo o corpo. De todo o corpo existe um espírito imortal. com suas lutas, com suas quedas e também com as suas vitórias. E reverberando Paulo na carta aos Tessalonicenses, nas nossas dificuldades, embora caminhemos nas sombras temporariamente, somos filhos da luz. Temos em Jesus, o nosso único salvador. Muito obrigado. Bem, sem termos combinado nada, sem eu saber o que o Mário, nosso palestrante, ia falar, eu comecei com aquela parte de que mesmo um tema conhecido, cada palestrante traz a sua bagagem. E espero que pensem nessa afirmação. Quando virem um mesmo tema que já conhecem numa palestra, até mesmo nas mídias, no YouTube, né? Ah, esse tema eu já conheço. Nós podemos até conhecer o tema, mas a abordagem singular dele, como nós já comentamos aqui, combatendo até o que o nosso irmão falou do nosso círculo das certezas que nos impedem da dúvida de abrirmos-nos ao novo, né, de ousarmos irmos adiante. E uma palestra meia hora, uma hora. Nem sempre temos a capacidade, por falta de hábito, de nos concentrarmos todos esses minutos. E daí vem meu convite para que continuem a ouvir o Mário no YouTube depois, porque ele está lá lá por um bom tempo, viu? E temos que refletir sobre isso, porque cada um de nós aqui busca algo, às vezes ainda nem sabe direito o que é. Mas vejam só a volta que o Mário deu para falar de um tema conhecido. Agradecemos a presença de todos aqui no salão e no na no YouTube. E partimos então para o encerramento das nossas

direito o que é. Mas vejam só a volta que o Mário deu para falar de um tema conhecido. Agradecemos a presença de todos aqui no salão e no na no YouTube. E partimos então para o encerramento das nossas atividades. Por isso que nós sempre temos de lembrarmos de Jesus, o mestre. Como mais uma palestra que foi colocado, a forma como ele nos ensinava era uma forma alegórica para que nós eternamente, pela nossa experiência, maturidade e vivência, enxergássemos aqueles ensinos por um novo prisma, nos aproximando sempre da verdade que ele queria nos passar. Amado Cristo, gratificados por mais esta oportunidade de ouvir-te por intermédio de teus emissários encarnados e desencarnados, que possamos levar para os nossos lares essas energias em forma de bênçãos que aimos aqui, que ficamos em paz, que nos sentimos em paz, com coração reconfortado de esperança. para continuarmos a nossa caminhada e que nos lembremos sempre de ti em todos os dias de nossa existência. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso

o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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