Mário Augusto | PONDERA E ESPERA (PALESTRA ESPÍRITA)
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Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Hoje nós temos a presença do Mário Augusto, que há muito tempo não vinha paraestrar conosco. E peço a atenção de vocês, todo mundo com bastante atenção, porque as palestras dele, olha, são top. Então vamos começar depois do do como é que é do anúncio, né, do reclame. Vamos começar nosso dia. Primeiramente agradecendo a presença de todos, recepcionando todos aqui na comunhão espírita com muita alegria, com coração aberto, com muita vontade de trazer algo de bom e de melhor pra vida de cada um. E assim, nesse momento, eu peço permissão para ler um capítulo. Ai, vocês vão dizer: "Meu Deus do céu, ela vale o tempo inteiro para ler esse capítulo". Não, olha, ele é daqui aqui. É essa pagininha de Joana de Angângeles no livro Vida Feliz, coreografia de Divaldo Franco. Joana é a mentora de nosso grupo, por isso que sempre eu trago uma leitura desse livro para começar nossos trabalhos. Nos harmoniza, nos traz ao nosso centro e nos protege também pela evocação de nossa mentora. O 88 diz assim: "Ninguém resolverá os teus problemas se não te dispuseres a enfrentá-los e solucioná-los. Encontrarás quem te empreste uma soma a fim de resgatares uma dívida. Entretanto, o débito permanece, havendo somente mudança do credor. O amigo pode tornar-se um sirineu junto a ti, mas a cruz é pessoal e cada criatura tem o dever de conduzi-la até seu calvário libertador. Desta forma, não sobrecarregues os teus
nte mudança do credor. O amigo pode tornar-se um sirineu junto a ti, mas a cruz é pessoal e cada criatura tem o dever de conduzi-la até seu calvário libertador. Desta forma, não sobrecarregues os teus afeiçoados com as tuas queixas, reclamações e problemas. Busca equacionar teus problemas, um de cada vez, até vencê-los todos. E assim embalados nas palavras sempre sábias e certeiras de Joana de Angeles, elevemos nossos corações a Deus, nosso Pai, a Jesus, nosso irmão, nosso modelo, nosso guia e agradeçamos mais uma vez o dom da vida, o dom de aqui estarmos, de aqui podermos trabalhar nosso interior, trabalhar nosso espírito. para que a nossa caminhada junto ao Pai, para chegar junto ao Pai, seja mais breve, mais leve e mais amorosa. Assim seja. Bom, então depois da da propaganda, a palestra está com Mário Augusto. Obrigado. Olá, pessoal. Bom dia. Quero dar bom dia também aqui a quem nos assiste, nos assiste no canal do YouTube. Larissa lá de Belém. Deixa eu ver quem mais. Bom dia, Gilmar. Bom dia, Leandro de Miami. A comunhão com o seu propósito de difundir o espiritismo pelo estudo, pela prática e também pela harmonia aqui representada na doce voz de Norma. com os seus processos, a gente sempre vai ampliando uma obra que começou há bastante tempo, quer seja a obra do Cristo, quer seja a obra da doutrina espírita propriamente dita. Daqui a dois dias, 18 de abril, o livro dos espíritos, que é a primeira obra lançada em relação ao espiritismo, completará 167 anos. Lançado a sua primeira edição em 18 de abril de 1857. Ao longo do tempo, ele vem se firmando como uma premissa de ensinamento a respeito das palavras de vida eterna que Jesus nos proporciona. E quando Jesus vem falar sobre as palavras de vida eterna, quando Cristo vem falar a respeito do reino dos céus, da casa do Pai, da casa de Deus, que é uma morada íntima que todos nós temos do no nosso coração de uma maneira bastante singular e diferente. A proposta do Nazareno é fazer uma reflexão. É como se ele quisesse nos
, da casa de Deus, que é uma morada íntima que todos nós temos do no nosso coração de uma maneira bastante singular e diferente. A proposta do Nazareno é fazer uma reflexão. É como se ele quisesse nos colocar de cabeça para baixo e dar uma chacoalhada para nós pensarmos qual é o conceito que nós temos de Deus. Toda vez, pelo menos até onde eu li, toda vez que Jesus vem falar sobre o reino dos céus, ele nunca fala um afirmativo. O reino dos céus é, ele nunca apresenta uma definição. Muito pelo contrário, a proposta de Jesus é fazer uma atividade cognitiva conosco, como se pegasse na nossa mão e dissesse: "Vamos pensar um pouco na nossa história, vamos pensar um pouco na especificidade do nosso ser." Aí Jesus vem nos provocar a seguinte reflexão: o reino dos céus se assemelha a Aí vem as historinhas de palavras de vida eterna. Porque quando ele vem falar a respeito das semelhanças, ele vem nos proporcionar uma margem de flexibilidade em relação à interpretação. Exemplo disso, parábola da dracma perdida que tá lá no Evangelho de Lucas, que só tá no Evangelho de Lucas. Cada evangelista, Mateus, Marcos, Lucas e João, conta uma história. E às vezes as histórias elas são transversais, elas fazem interface em relação aos evangelhos, mas cada evangelista em determinada passagem conta su a sua própria história específica. E na parábola da dracma perdida, Jesus fala o seguinte: "O reino dos céus se assemelha aí, como a gente diria lá em Natal, senta que lá vem a história. Existia uma senhora que tinha perdido algumas dracmas, algumas pratas. Vamos adaptar o exemplo aqui. R$ 10. Procurou, procurou. não encontrou, ficou um pouco angustiada porque aquelas dracmas, também adaptando o exemplo, era o dinheiro para fazer a feira, não da semana, mas do mês e na medida em que ela procurava e não encontrava, se angustiava mais ainda. E se tem algo da condição do espírito, quando a gente fica angustiado, a gente vai vivenciar a lei de solidariedade, a lei de sociedade contida na terceira parte do livro dos
se angustiava mais ainda. E se tem algo da condição do espírito, quando a gente fica angustiado, a gente vai vivenciar a lei de solidariedade, a lei de sociedade contida na terceira parte do livro dos espíritos. E com o seu coração angustiado, ela foi chamar as vizinhas: "Me ajudem, porque eu perdi as pratas e não tenho como fazer a feira". E as vizinhas começaram a ajudá-la e nada. Passa o dia, aquela mulher angustiada, aí vem a noite, ela deve ter respirado fundo. Porque quando nós estamos angustiados, que procuramos ajuda do outro, que o outro nos oferece ajuda e não resolve o nosso problema, a gente fica com coração apertado, com a respiração bem espaçada. pensando que nada dará certo. E aquela mulher liga um candieiro como se fosse uma lamparina, começa a procurar desesperado. Aí passa o candeiro embaixo da cama, encontra as pratas, fica em uma euforia, em uma euforia, como se fosse uma euforia do primeiro amor, com um coração arrebatado, renovado de esperança. E naquele exemplo, naquela parábola irradiada de alegria, aquela mulher faz o que é da condição natural do espírito quando fica feliz. Fica efusivo, vai procurando os outros para compartilhar a sua felicidade. Eufórica foi procurar as vizinhas e disse: "Estou muito feliz porque finalmente encontrei as dracmas, as pratas perdidas." Aí Jesus arremata a parábola. O reino dos céus se assemelha a aquela mulher quando Deus consegue socorrer um coração angustiado. A parábola da dracma perdida é bem mais curta do que foi dito aqui, mas ela tem uma dimensão extraordinária sobre os nossos processos. sobre os nossos processos imediatistas, sobre os nossos processos angustiantes, sobre os nossos processos de felicidade e principalmente principalmente sobre os nossos processos de fé, de conexão com Deus. O que é que é ter fé? Ter fé dentre seus vários conceitos é saber não quando, mas que vai dar certo. Ter fé significa entregar o nosso coração a Deus. Ter fé significa nos vermos efetivamente, não em discurso retórico,
fé? Ter fé dentre seus vários conceitos é saber não quando, mas que vai dar certo. Ter fé significa entregar o nosso coração a Deus. Ter fé significa nos vermos efetivamente, não em discurso retórico, mas efetivamente como a parábola, como a ovelha perdida que Jesus tanto procura. E nos nossos processos, nesse mundo de provas, expiações, é natural que a gente se culpabilize por eventuais erros. É natural que nós fiquemos angustiados devido aos nossos problemas. É exatamente por isso que Deus no nos concede a oportunidade de conhecermos a obra do Cristo. E aqui nós falamos na obra do Cristo de uma maneira muito mais ampla, mais macro, independente de credo religioso. Certa vez, um amigo meu de infância, que é ateu, me procurou e disse: "Mário, como é esse negócio de espírito?" Aí, conhecendo ele de infância, eu perguntei: "Raul, você ainda é ateu?" Sou, mas eu tenho a curiosidade de saber essa história de fantasmia. Aí eu me lembrei da introdução do livro dos espíritos, quando Allan Kardec fala que toda vez que formos conversar com alguém sobre o Espiritismo, que ponderemos a respeito do seu crédulo, que respeitemos a liberdade de pensamento do nosso próximo. E eu fiz essa ponderação. Certamente não citei Allan Kardec. Raul, como eu posso falar sobre fantasminhas se você não acredita nem em Deus? Aí ele parou, aí disse: "Não, porque minha esposa fala muito em Jesus e eu fui ler algumas coisas e realmente se o que Jesus diz for verdade, talvez exista algo além do corpo, além da vida. Internamente eu dei uma respirada e pensei, não falei, mas pensei: "Raul, se você voltar antes, vá lá na reunião mediúnica que eu frequento para nós conversarmos sobre a imortalidade da alma". Mas respeitando o seu credo, eu disse: "Que bom que tentemos pelo menos vivenciar o amor de Cristo." Porque o amor do Cristo, quando ele nos propõe na lei de sociedade de nos ajudarmos, não necessariamente precisamos acreditar em Deus. Foi isso que eu disse pro meu amigo. Por que eu tô falando isso agora
ue o amor do Cristo, quando ele nos propõe na lei de sociedade de nos ajudarmos, não necessariamente precisamos acreditar em Deus. Foi isso que eu disse pro meu amigo. Por que eu tô falando isso agora no tema da palestra de hoje, pondera e espera? Porque cada um de nós tem o seu próprio tempo. Cada um de nós tem o seu próprio processo de desenvolvimento. O que nós sabemos é que fomos criados, conforme registra a questão 115 o livro dos espíritos, simples e ignorantes, e que seremos um dia espíritos da categoria de Jesus. Perfeitos. cujo amor é como se fosse um ato fisiológico, como pra gente é o ato de respirar. Cada um chega no seu próprio tempo. Da mesma forma, querse falar hoje, na manhã de hoje, que os nossos processos eles são necessários à condição evolutiva do espírito. E o principal desafio, o isso é muito sério. O principal desafio de quem porventura também seja espírita é acreditar no que o Espiritismo diz. Por quê? Porque o espiritismo fala que o corpo é passageiro. Esse corpítio que nós temos, ele vai se deteriorando diariamente. Que o diga, por exemplo, quem também tenha cabelos brancos. é um processo fisiológico de reprodução celular, mitose e meiose. Mas o espírito que é inquebrantável, que é indestrutível e que é imortal, ele vai se fortalecendo a cada experiência reencarnatória. Muito se fala desde sempre e também hoje na questão da felicidade. Como sermos felizes? Há quem seja feliz fazendo um voluntariado. Há quem seja feliz adquirindo um bem. Há quem seja feliz se relacionando afetivamente. Há quem seja feliz enganando os outros. Há quem seja feliz mentindo para si. Porque quando a gente engana o outro, a gente não engana o outro, a gente se engana. Cada um com seu conceito de felicidade, mas por vivenciarmos um mundo materialista, conforme registra a questão 101 de o livro dos espíritos, muitas vezes a nossa felicidade se associa a um bem material que vai se decompor assim como o nosso corpo. Na questão 921 de O livro dos Espíritos, Allan Kardec questiona sobre
o livro dos espíritos, muitas vezes a nossa felicidade se associa a um bem material que vai se decompor assim como o nosso corpo. Na questão 921 de O livro dos Espíritos, Allan Kardec questiona sobre a felicidade. É possível alcançar a felicidade plena na Terra? Aí eu parei, nem li a resposta da primeira vez que eu vi. Fiquei um pouco ali curioso. Não, vou segurar um pouquinho e vou pensar. Porque a estrutura lógica de O livro dos espíritos são questões, são perguntas, são reflexões existenciais. Aí eu pensei, claro que é feliz, que é possível, certamente que é possível ser feliz plenamente nessa terra. Aí lembrei do amor que eu tenho pela minha mãe, que inclusive chega hoje para passar o feriado. Aí fui a resposta: não. A felicidade não é deste mundo. Aí eu parei, pensei em duas perspectivas. Primeiro, lembrei do amor que eu tenho pela minha mãe. Como assim? Uma felicidade plena. quando eu estou com ela e eu não consigo alcançar. Mas por outro lado, como aos como o espiritismo tem também um que de filosofia, eu fiz uma reflexão em relação às minhas tristezas, em relação às minhas frustrações. Para que ficar triste por muito tempo se a felicidade plena não é agora deste mundo que eu vivo? O grande norte desse questionamento que eu fiz foi: "Para que ficar triste por muito tempo? Porque a tristeza também ainda nos é uma condição psíquica, assim como a raiva. A psicologia ensina que a raiva é uma condição fisiológica do corpo e traz a seguinte reflexão: imaginemos um parraio e uma noite bem chuvosa com muitos raios. Aí um raio atinge para raio e vai percorrendo aquela estrutura de metal até o aterramento. Ali são os nossos rompantes, conforme reflete a filosofia, a psicologia, de raiva, que podem ser passageiros mais necessários, ou podem se reverberar em outro sentimento chamado mágoa. A raiva a gente não escolhe, mas a mágoa sim. A mágoa está para o espírito imperfeito, assim como açúcar está para o diabético. É gostoso. A gente gosta de se alimentar, mas faz um mal
chamado mágoa. A raiva a gente não escolhe, mas a mágoa sim. A mágoa está para o espírito imperfeito, assim como açúcar está para o diabético. É gostoso. A gente gosta de se alimentar, mas faz um mal danado. Muitas vezes no nosso processo de socialização, a gente projeta expectativas. Porque por incrível que pareça, nós somos otimistas. Por incrível que pareça, nós fazemos projeções de aproximação. E às vezes o outro pode nos magoar. Ou seja, às vezes o outro se comporta como a não como a gente quer, como se o outro tivesse sido criado para nos servir. Mas esse processo de socialização é muito difícil, porque todos nós fomos criados destinados para o amor. Se a gente pudesse resumir, mas não consegue. Se a gente pudesse resumir, o espiritismo é assim: nós fomos criados por amor e para o amor. Ponto. Mas não dá para resumir o que a gente não entende, porque o espiritismo vem falar sobre a lei de amor. O espírito, o espiritismo vem falar sobre o sermão do monte. O Espiritismo vem falar sobre ponderação, sobre espera e sobre o tempo. Não o tempo do relógio Cronos, de um calendário gregoriano que nos aprisiona na ideia de que hoje é 16 de abril de 2025, 8:22 da manhã, ali naquele relógio. O meu relógio aqui são 8:25. Esse relógio é ansioso, precisa de um passe dispersivo. E o tempo do espírito é o seu psiquismo, é o seu pensamento, são as suas emoções. Segundo Allan Kardec registra no livro A Gênese. E particularmente eu concordo, estou fazendo praticamente uma sustentação oral desse pensamento. O tempo é uma sucessão de atos. Nós, quando fomos criados, fomos criados para eternidade. E o processo de desenlace do corpo, ou seja, o processo de desencarne, é uma condição natural. Em outras palavras, graças a Deus a gente vai morrer. Desculpe a conversa mórbida num manhã ensolarada. E eu vou ampliar essa conversa agora. Eu não vejo a hora de desencarnar para ver se tudo que eu falo é verdade. Por outro lado, eu quero esperar mais uns 100 anos para que isso aconteça, para que eu continue
u ampliar essa conversa agora. Eu não vejo a hora de desencarnar para ver se tudo que eu falo é verdade. Por outro lado, eu quero esperar mais uns 100 anos para que isso aconteça, para que eu continue errando, caindo, me levantando, aprendendo e continuando, porque essa é a máxima da vida. A ponderação que nos propõe Jesus requer um tempo de espera que o diga Pedro que negou Jesus, segundo o registro evangelho, duas vezes. Não foi só no Jardim das Oliveiras, lá no Gemani, não foi. No capítulo 5 do Evangelho de Lucas tem a seguinte historinha. E essas fofocas cristãs são boas porque elas demonstram como Jesus é inclusivo. Certa vez Lucas saiu para trabalhar e Lucas era pescador. Aí foi, jogou sua rede, não veio um pedaço de uma piaba. A piaba é um peixe bem pequenininho. Passou a noite pescando com seus colegas de trabalho e nada, nada. Aí amanheceu o dia. Pela lei do esquecimento, eu acho que eu não tava. Acho que Lucas deve ter balançado a cabeça assim, encado. Vamos para casa que hoje deu ruim. Aí lá vem Jesus. Eu vou adaptar a conversa, tá pessoal? Aí Jesus gosta assim de longe. Que foi que houve? Que cara é essa? Não, Jesus. A gente pescou aqui, saiu para pescar, passou a noite aqui e nada, nem água. Mas, rapaz, vamos ter um pouquinho de fé. Não, já deu aqui. Joga a rede de novo aí. Amanheceu, é outro dia, joga a rede de novo. Se Lucas fosse natalense, ele teria dito: "Homem, deixa de conversa". Se fosse de Belém, em homenagem a Larissa aqui que nos assiste, teria dito: "Tu é doido". É, se fosse no interior da Paraíba, teria dito: "Sostou". Aí Lucas desacreditado, jogou a rede, veio tanto peixe que quase que rasgava a rede. Aí Lucas se vira para Jesus. Foi a primeira negação. Lucas não, Pedro. Primeira negação. Pedro se vira para Jesus e diz: "Se afasta de mim que eu não sou digno de você". Aí Jesus para, olha assim, deve ter respirado bem fundo e disse: "Pedro, se tu quiseres, eu te farei pescador de almas". É a historinha do pescador de homens cantada por uma dupla espírita
o de você". Aí Jesus para, olha assim, deve ter respirado bem fundo e disse: "Pedro, se tu quiseres, eu te farei pescador de almas". É a historinha do pescador de homens cantada por uma dupla espírita chamada Tim Vanessa na música Pedro. Vem que eu te farei um pescador de homens. O amor do Cristo, ele nos propõe ponderação, nos propõe espera e nos propõe uma reflexão íntima de nós acreditarmos em si. E o amor do Cristo, conforme escreve Paulo, apóstolo, abre aspas, nos constrange fechar aspas. O amor do Cristo nos constrange porque quanto mais a gente desacredita, mais ele nos procura, mas ele faz com que toda uma equipe espiritual tente nos acessar. E quando a gente desperta para isso e percebe o amor do Cristo invadindo o nosso coração, expandindo o nosso corpo e nos fortalecendo, Jesus deve dizer mais ou menos assim: "Meu filho, minha filha, ainda bem que eu consegui lhe acessar. Eu já não vi a hora. Nos encaminhando pro final, vamos contar aqui três histórias de movimento espírito, histórias da vida real. A primeira história há 9 anos, mais ou menos, quando a minha chave virou, quando o meu matrix ativou em relação à doutrina espírita, que eu fui ler o livro Céu e Inferno na segunda parte, que tinha lá o relato categorizado por espíritos que dizem que realmente a gente não morre, a gente continua. Eu entrei uma rede social e pensei, vou fazer aqui uma atividade de otimismo cristão. Aí nesses perfis encontrei uma diretriz de automutilamento. Aí eu comecei a escrever: "Não desista, não desista". Escrevi em vários perfis até o celular descarregar. Passam umas duas semanas, o celular começa a despertar de madrugada. Era uma pessoa: "Me ajude, me ajude". Acessei a mensagem, o que foi? Me ajude. Eu estou aqui num processo aflitivo, quase desistindo de vir sua mensagem. Eu tive um susto, disse que não era psicólogo, perguntei se acreditava em Deus, sempre me lembrando de Allan Kardec, acredito. A gente vai começando a pontuar. Acho que assim uns dois meses com aquela
Eu tive um susto, disse que não era psicólogo, perguntei se acreditava em Deus, sempre me lembrando de Allan Kardec, acredito. A gente vai começando a pontuar. Acho que assim uns dois meses com aquela pessoa. Pessoa morava em Salvador, consegui encaminhão do caminho. Não sei o que aconteceu depois. O segundo exemplo é aqui do nosso da nossa sala de harmonização que eu tava falando com Norma. Sala de harmonização é para quem passa por tratamento espiritual que a gente fica lá. Aí certa vez eu tava fazendo atividade num dia da semana, acho que era quinta, que era na sexta, e tinha um colega que sempre ficava com celular, sempre com celular. E tudo que a gente fala no começo da harmonização é: "Não fico com celular". E eu me inquietando e dizendo comigo, não posso julgar uma realidade que eu não conheço. Passo umas três, qu semanas vindo, aí o colega aparece com livro. Aí eu penso, cada um no seu tempo. E me lembro história de Chico, acho que era ainda em Pedro Leopoldo. Chico ia pro centro, aí tinha um pessoal num bar e Chico sempre se insurgia por dentro. Esse povo bebendo, por estudar o evangelho. Todo dia Chico passava. Aí um belo dia se aproxima Emanuel e de Chico. Esse pessoal que tá aí no bar na última reencarnação tava matando. Que é que você prefere? Cada um com o seu tempo. Ponderar e esperar em Jesus. No capítulo primeiro de o livro de João, do evangelho de João evangelista, tem lá: "No começo não tinha nada e Deus inventou o verbo e o verbo se fez à luz do mundo. E onde a luz, as trevas não chegam porque ainda não entendem, mas um dia chegarão." As trevas ainda não entendem o amor de Deus, embora falem sobre ele. E para finalizar, outro caso de movimento espírita que me aconteceu ontem. Não vou falar o nome, mas vou falar o relato. A casa oferece o ESD, o estudo sistematizado da doutrina espírita. E na terça-feira à noite, eu sou colaborador de uma turma, é a turma do módulo inicial. E no semestre passado, uma colega fez um relato muito emocionante, que tinha
sistematizado da doutrina espírita. E na terça-feira à noite, eu sou colaborador de uma turma, é a turma do módulo inicial. E no semestre passado, uma colega fez um relato muito emocionante, que tinha abortado, passado por um processo de aborto espontâneo. e ve falar isso, a gente fica sem chão, tenta acolher, porque as diretrizes do espiritismo é acolher, consolar e esclarecer. Vai conversando, vai pontuando, apresenta algumas diretrizes. Foi um momento bem emocionante. Aí ontem ela passou de de turma, avançou. Aí ontem eu tava saindo daqui, era 9:30 da noite, ela tava esperando na porta com o marido. Você não sabe, você não sabe o que aconteceu. Aí eu não, não sei. Até você me contar, eu não sei. Tenta imaginar. Ah, não sei. Não consigo acreditar. tenta imaginar o que aconteceu. Aí quando eu percebi o sorriso, o brilho no olho, aí eu fiz uma presunção. Mas muito cuidado com as nossas presunções, principalmente em relação ao sentimento do outro. Eu disse: "Minha irmã, me diga, realmente eu não lembro, tô grávida". Quando ela falou isso, meu corpo estremeceu e ela foi pontuando. Aí chegaram mais duas colegas da turma dela que também já passaram por nós. Tô grávida, muito obrigada. E começou a agradecer. A gente pontuou, ó, a gente é só um papagaio cristão. É muito fácil tentar falar de uma obra que já tá pronta, né? Aí chegou outra colega que é suscito do nome, Elivânia. Mário, você sempre fala sobre o tempo e eu não consigo entender. Aí eu disse, pro espírito imortal nada melhor do que o tempo. E aqui tá um exemplo, porque no semestre passado chorávamos de tristeza. E nesse semestre o choro é de alegria. Pondera e espera o nosso choro e ranger de dentes de hoje é passageiro, é necessário, mas é pedagógico. Deixa só ver aqui se tem alguma dúvida do canal do YouTube. Bom dia, Vanessa. Bom dia, Gabriela. Luiz Gonzaga. Muito obrigado. Bom dia, Geovana, Judite. Cleid, Alzira, Conceição, Líia, Eliana e Pedro. Nossa, Norma, quarta-feira de manhã, que bomba. O canal só falta travar de tanta gente que
iela. Luiz Gonzaga. Muito obrigado. Bom dia, Geovana, Judite. Cleid, Alzira, Conceição, Líia, Eliana e Pedro. Nossa, Norma, quarta-feira de manhã, que bomba. O canal só falta travar de tanta gente que assiste, pessoal. É isso, tá? A gente tem os nossos processos, a gente tem as nossas dificuldades, a gente quer antecipar, porque no final, por incrível que pareça, quanto mais a gente sofre intimamente a psiquito reflete que nós fomos criados para felicidade. Essa indignação que nós temos em tristeza, em conflitos e desesperança, é porque o espírito tem certeza que foi criado para perfeição e foi criado para o amor. Tem um texto no Evangelho Segundo Espiritismo intitulado Melancolia, que fala sobre isso. A César, o que é de César e a Deus o que é de Deus. que as vicissitudes da matéria, que são intrínsecas à temporalidade do corpo, seja um instrumento de fortalecimento do espírito. Nós continuamos, nós continuamos aos trancos e aos barrancos, como sempre foi e como ainda será mais um pouquinho, mais umas mil reencarnações até sermos espíritos puros. Muito obrigado. Nós agradecemos ao Mário porque realmente são sempre reflexões bastante ponderadas, tranquilas, que vão caindo assim como como chuva mansa no coração da gente. Obrigada, Mário, muito obrigada mesmo você ter vindo. Não que eh o Marcelo também nossa a nossa paixão. Marcelo é uma das nossas paixões aqui no no nas quartas-feiras de manhã. Mas você também é que coisa é essa, gente. Então, agradecidos, acalmados, plenificados com tantas reflexões para considerarmos hoje, não apenas hoje, hoje, amanhã, sempre voltando, pode voltar ao YouTube, rever a palestra, um ponto que ficou, não passou tão bem, veja de novo, vocês podem encontrar, vão sempre encontrar no YouTube. E assim agradecidos a Deus, nosso pai, agradecidos a Dr. Bezerra de Menezes, que nos acolhe em sua seara, agradecidos a Joana de Ângeles, que sempre está presente intuindo os nossos trabalhos. Vamos pedir licença para encerrar essa primeira parte dos trabalhos, seguindo
nezes, que nos acolhe em sua seara, agradecidos a Joana de Ângeles, que sempre está presente intuindo os nossos trabalhos. Vamos pedir licença para encerrar essa primeira parte dos trabalhos, seguindo com o passe. O passe será eh ministrado na sala de passas, que agora fica depois da da pista de carros que passa ali entre os dois prédios. Para aqueles que ainda não sabem, mas já já estamos lá. Bom dia a todos. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e
rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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