Márcia Sirotheau | FAZER LUZ (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 01/04/2025 (há 1 ano) 29:51 223 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de Bom dia, meus amigos. Sejam muito bem-vindos ao nosso momento de harmonização da comunhão espírita de Brasília. Eu convido a todos para que nós possamos fazer uma breve, mas sentida de coração, prece para que a gente possa iniciar o nosso trabalho. Então vamos pedir ao nosso mestre Jesus que ele nos abençoe a cada um de nós que nesse instante nos dispusemos a estar aqui, a refletir, a pedir força e bênçãos. nos proteja, mestre Jesus, para que nós possamos aclarar o nosso entendimento, compreender as tuas lições e, acima de tudo, perceber em que momentos do nosso dia a dia nós podemos colocar em prática essas lições tão preciosas que são o tijolinho paraa construção da nossa felicidade. E assim, mestre querido, pedimos a tua permissão e proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, nós estamos estudando o livro Segue-me. É um livro que foi ditado pelo espírito Emanuel através de Chico Xavier. E a nossa lição de hoje, ela se intitula Fazer Luz. É um convite que o espírito emano nos faz, nos lembrando muito aquele convite que foi feito há tanto tempo por Jesus, quando ele nos disse assim: "Brilhai a vossa luz". quando ele nos disse: "Vós sois o sal da terra, a luz do mundo." Vejam a maneira carinhosa com que o nosso mestre Jesus nos convida para que nós possamos apresentar o que nós temos de melhor no nosso coração, nos lembrando que nós todos temos luz porque somos filhos do amor, do amor divino. Então, essa luz é a nossa característica. Por mais que às vezes ela esteja ali um pouquinho apagada, um pouquinho deixada de lado, mas nós temos essa característica de sermos seres em processo de iluminação. Não somos ainda, é verdade, seres iluminados, mas todos nós temos uma centelha de luz que a gente pode acender e com a qual nós podemos iluminar o nosso próprio caminho, iluminar os

sso de iluminação. Não somos ainda, é verdade, seres iluminados, mas todos nós temos uma centelha de luz que a gente pode acender e com a qual nós podemos iluminar o nosso próprio caminho, iluminar os nossos passos. é o local seguro para onde nós podemos voltar nos momentos de crise, de desespero, essa luz interna que nós trazemos como filhos de Deus e que é aumentada quando nós sintonizamos os nossos protetores com a corrente de espíritos que vibram no bem e que nos auxiliam. Então, o espírito emano, meus amigos, nessa lição, ele vem falar de fé, de fé e de ciência. Parece uma combinação esquisita, mas é a melhor combinação que pode haver, a fé e a ciência. E ele começa nos trazendo um trechozinho da carta de Paulo aos Romanos, quando Paulo dizia assim para os romanos: "Acolhei o que é débil na fé". Não, porém, para discutir opiniões. Acolhei o que é débil na fé. Paulo nos ensina que nós devemos e precisamos respeitar o nível de fé de cada um de nós, acolhendo aquele que não tem às vezes a fé, a compreensão que nós já temos. que a gente possa colher e não se prender em discutir opiniões, em tentar provar que a gente tem razão, em tentar convencer ou doutrinar o outro. Às vezes, a pretexto da gente levar o evangelho, nós estamos apenas alimentando o nosso próprio orgulho para dizer: "Tá vendo como eu tenho razão? Tá vendo como sou eu? A que sei?" E isso de forma alguma evangelizar. Isso é apenas alimentar o nosso próprio orgulho. E Emanuel nos conta, nos pede para que a gente pare, preste um pouquinho atenção ao nosso redor e veja casos que nós acompanhamos, que a gente presencia de pessoas que nem sempre a gente vê a fé caminhando junto com o conhecimento. Ele vai nos dizer que nem sempre a fé acompanha as expressões da cultura. A cultura no sentido de conhecimento, assim como nem sempre esse conhecimento tá ao lado da fé. E ele nos diz, por exemplo, uma pessoa muito inteligente, ele vai dizer aqui nessa lição, um cérebro muito vigoroso, pessoa então muito inteligente, pode fazer

mpre esse conhecimento tá ao lado da fé. E ele nos diz, por exemplo, uma pessoa muito inteligente, ele vai dizer aqui nessa lição, um cérebro muito vigoroso, pessoa então muito inteligente, pode fazer assim aquelas aqueles cálculos mais difíceis, pode se destacar numa área do conhecimento. Meu Deus do céu, é um gênio. No entanto, às vezes essa pessoa diante de uma uma situação de tentação ou de uma situação de um sofrimento muito grande, ela não consegue apresentar os valores morais necessários. São pessoas que têm muito conhecimento do mundo físico, mas que não tem ainda construída a resistência moral para diante de um sofrimento num desabá, por exemplo, para diante de um sofrimento entender que todos nós na Terra passamos por momentos de dificuldade e de sofrimento, que não existe um ser na terra que escapa ao sofrimento. E para entender que aquele sofrimento tem um propósito na nossa vida de nos auxiliar, de nos fazer crescer, de fazer com que às vezes valores que a gente traz no nosso coração ainda adormecidos possam ser despertados. Então, Emmanuel, chama atenção para isso. Tem gente que tem muito conhecimento, que faz verdadeiros prodígios em cálculos e na área da ciência, da inovação, mas que não tem essa resistência moral para resistir, por exemplo, as tentações que a gente traz. Que tentações são essas? são as que estão lá no mundo lá fora, não são as nossas imperfeições. A tentação de querer me sentir melhor do que o outro, a tentação de querer às vezes humilhar o outro, a tentação, meus amigos, de ser indiferente. Como nós eh caímos diante dessa tentação, é mais fácil não ligar pro sofrimento do outro. É mais fácil, ah, cada um com sua vida. Deus deu uma cruz para cada um. Cada um carregue a sua tentação da indiferença, uma das maiores tentações que nos atingem. Emanu nos diz também que existe o contrário, pessoas que demonstram verdadeiras eh ah aspectos de heroísmo, atos de heroísmo perante a dor, perante a maneira como elas enfrentam o mal. São pessoas que têm atos heróicos diante

existe o contrário, pessoas que demonstram verdadeiras eh ah aspectos de heroísmo, atos de heroísmo perante a dor, perante a maneira como elas enfrentam o mal. São pessoas que têm atos heróicos diante do mal, diante da dor e do sofrimento, que se sobrepõe a essas circunstâncias e, no entanto, tem pouquíssimo conhecimento. Tem pouquíssimo conhecimento, vamos dizer assim, intelectual, cultural. Às vezes pessoas que não sabem nem falar direito português, falam trocando tudo, cheio de erros e a gente fala: "Meu Deus do céu, que pessoa mais simplória, né? Que ignorante!" E de repente essas pessoas nos dão lições que são assim de cair o queixo, da gente ficar boca e aberto. Meu Deus do céu, como pode tamanha fé? Como pode tamanha confiança? Como pode, diante de tanta tristeza, apresentar um reservatório de esperança no próprio coração? O que que é isso? são as conquistas morais dessa pessoa. Então, Emanuel nos fala ainda dizendo sobre fé e religião, que nós precisamos de um equilíbrio. Interessante que esse equilíbrio entre a religião e a fé é justamente que nos traz a doutrina espírita, que nos propõe não a fé cega que nós já adotamos em momentos anteriores da nossa existência milenar. Ah, eu creio porque sim. É porque é um dogma, não tem explicação. E a doutrina espírita vem nos propor a fé raciocinada. O que é isso? É a fé que pode utilizar instrumentos que são muito próprios da ciência, como por exemplo, a indagação, a perquirição, a o confronto. Por que que é isso? Por que que é assim? Será que isso é justo? O que que tá por trás? Ou seja, a nossa mente na fé raciocinada, ela fica livre para indagar, para contradizer, para se opor, para raciocinar, enfim, a gente pode dizer. Então aí nós começamos a perceber o equilíbrio e nos diz Kardec que fé raciocinada é aquela que pode enfrentar a razão frente à frente, face a face, em qualquer momento. Essa é a fé raciocinada. E essa é a fé, então, meus amigos, que vai nos fortalecendo. Por isso nós temos esse tesouro que nós podemos utilizar a nosso

rente à frente, face a face, em qualquer momento. Essa é a fé raciocinada. E essa é a fé, então, meus amigos, que vai nos fortalecendo. Por isso nós temos esse tesouro que nós podemos utilizar a nosso favor, que é o conhecimento que a doutrina espírita nos traz, que não veio mudar o que Cristo nos ensinou, ao contrário, veio nos explicar nos pormenores, veio nos explicar nos detalhes, nos trazendo a ideia da imortalidade da alma que o Cristo já trouxe, a da reencarnação, que naquele momento nós não podíamos ainda compreender. veio nos trazer a ideia de que nós estamos em permanente evolução, que temos o compromisso, não com Deus, mas conosco, de tentarmos a cada dia ser melhor do que nós fomos ontem. Então, esse equilíbrio de que Emanuel nos fala nos assuntos relacionados à fé, à ciência, a cultura, para que a gente não caia ou no fanatismo religioso, aquele que se nega a perceber os avanços que a ciência traz, nem naquela discrença materialista. E, aliás, é uma das causas do vazio existencial que nós temos experimentado como sociedade. Porque se nós focamos toda a nossa energia, todos os nossos anseios, toda a nossa o a nossa esperança, toda a nossa atenção apenas na matéria, que que acontece? Nós estamos investindo a nossa energia em algo que é perecível. O nosso corpo é perecível, o nosso espírito não. Nós estamos aqui em uma experiência muito breve, transitória, utilizando um corpo de carne como instrumento para o nosso crescimento. Nesse processo, recebemos o presente do esquecimento. E assim nós podemos nos reencontrar com antigos desafetos, sem nos lembrarmos exatamente das relações que tínhamos no passado, em outras existências. E assim temos a matéria prima para ir purificando as nossas relações. Relações antes adoecidas pelo ódio, pelas traições, nós vamos purificando, trazendo a face da compreensão. E a nos pede então que nós nos auxiliemos mutuamente, plantando essa sementeira da fé, que a gente possa ir aprendendo a ouvir com serenidade para que possamos falar com

razendo a face da compreensão. E a nos pede então que nós nos auxiliemos mutuamente, plantando essa sementeira da fé, que a gente possa ir aprendendo a ouvir com serenidade para que possamos falar com acerto. Quando o apóstolo Paulo diz assim: "Acolhei o que é débo na fé", não, porém para discutir opiniões, ele está nos lembrando, meus amigos, do respeito que nós devemos ter ao nível evolutivo de cada um que nos cerca, compreendendo que a fé é um instrumento necessário e a fé raciocinada, ela Ela nos permite, como diz Emano, indagar, examinar, experimentar, teorizar, para que a gente possa atingir assim o que ele vai nos chamar, vai chamar de fé viva. É fé raciocinada, a fé que se permite indagar, examinar, experimentar, teorizar. Essa fé é a filha da compreensão e do amor. Essa é a fé raciocinada. Mas ele nos lembra, essa fé precisa produzir frutos. E qual é o fruto da nossa fé? De que adianta a gente acreditar no nosso poder de realização, no poder superior que nos rege? Se essa fé não produzir nenhum fruto? De que nos adianta? Uma fé, uma fé de pratelheira que tá ali guardada para enfeitar, para embelezar? Não, de forma alguma. A nossa fé, essa fé viva, ela precisa produzir frutos. E para isso ele nos lembra que é forçoso servir. E servir é fazer luz. Lembram que a gente começou essa mensagem de Emmanuel falando que nós somos também luzes, que Jesus nos nos pediu, nos aconselhou. Brilha a vossa luz. nos chamava de sal da terra, de luz no mundo, para que essa nossa luz possa brilhar. E como que nós brilhamos essa luz? É através do serviço, levando a nossa luz aonde estivermos. Aí a gente pode falar assim: "Puxa, não, mas eu não sou ainda essa pessoa, essa essa coisa toda, essa maravilha. Eu ainda perco muita paciência, eu ainda sou muito indiferente, ainda sou muito orgulhosa. Mas nós vamos procurando dominar essas nossas mais inclinações, porque é isso que nos distingue como verdadeiros espíritas, nos diz Kardec, mas sobretudo como verdadeiros cristãos, os esforços que nós estamos fazendo para

ndo dominar essas nossas mais inclinações, porque é isso que nos distingue como verdadeiros espíritas, nos diz Kardec, mas sobretudo como verdadeiros cristãos, os esforços que nós estamos fazendo para nos conhecer. para domar as nossas mais inclinações, para trabalhar o nosso senso moral, para trabalhar a nossa própria indiferença. Esses esforços, eles são muito abençoados porque com certeza gerar geraram frutos, não frutos milagrosos do dia paraa noite, mas algum fruto que a gente vá produzindo. E eu gostaria, meus amigos, para que a gente pudesse ilustrar melhor a essa lição de hoje, trazer para vocês uma historinha sobre dois vasos que eram utilizados pelo dono desses dois vasos para buscar água no riacho ali nas proximidades de uma casa. o dono dos vasos. Então, todos os dias pegava um, colocava eh de um lado do ombro, né, com uma ache e o outro do outro lado. Então, ele ia com aquela ache pendurada e aqueles dois vasos, um de cada lado, para buscar água. Só que um deles tinha uma pequena rachadura e o outro vaso que não tinha rachadura nenhuma, começou então a se desfazer do vaso levemente rachado. Dizia assim: "Você não tem vergonha? Não sei nem porque o nosso patrão leva você para buscar água. Você derrama tanta água pela sua rachadura? Não vê que você é um inútil? Eu não. Eu sou perfeita. Eu não tenho nenhuma rachadura. Eu trago toda a água que é depositada em mim e assim eu faço o meu serviço de uma maneira brilhante. E o vaso então levemente rachado, começou a ficar muito triste. Entrou em depressão, começou a não ver sentido na sua própria existência. De que que eu sirvo defeituoso dessa maneira? E o dono dos vasos, então, percebendo esse estado de ânimo do vaso rachado, teve uma ideia. Um dia saiu apenas com vaso rachado e fez o percurso, o mesmo percurso que levava até o local onde eles enchia, ele enchia os vasos de água. e falou assim: "Olha aqui, lado em que eu levo o vaso que não está rachado, olhe para essa estrada que fica do lado do vaso que não é rachado, que

local onde eles enchia, ele enchia os vasos de água. e falou assim: "Olha aqui, lado em que eu levo o vaso que não está rachado, olhe para essa estrada que fica do lado do vaso que não é rachado, que que você vê?" Aí ele falou assim: "Bom, eu vejo pedras, né? Tudo é muito árido, muito seco, tem as pedras aí, o caminho. Muito bem. Você já reparou que eu levo você sempre no lado direito e o outro sempre do lado esquerdo? Então tá bem. Então vamos olhar agora pro lado em que você é transportado. Me diga o que que você vê nessa estrada. Nossa, eu vejo muitas flores. É muito diferente. Várias flores que desabrocharam. Por que isso? E aí o dono explica para ele, é porque eu sabendo da sua característica e você ainda tem essa rachadura, eu aproveito essa característica sua para um trabalho muito lindo. Quando eu vou buscar água com vocês, eu na ida eu vou jogando sementes de flores pela estrada do seu lado e na volta, pela sua rachadura, a água vai pingando e vai molhando essas sementes. Veja como as sementes frutificaram. Veja que flores lindas você me ajudou a regar durante todos esses anos. Então não diga que você é inútil, que não serve para nada. Olha a maravilha que você fez, apesar da sua característica defeituosa. E essa lição, meus amigos, eu acho ela lindíssima e ela toca muito meu coração. Por o que somos todos nós? espíritos ainda em evolução na Terra, senão vasos com pequenas rachaduras, mas que podem, mesmo com essas rachaduras, fazer algo de bom, de bonito, de útil, somos nós. Apesar do nosso orgulho, apesar do nosso egoísmo, de vez em quando a gente consegue molhar uma outra plantinha, trazer um pouquinho de esperança no meio que a gente está, trazer um pouquinho de compreensão. Isso é o serviço do bem, isso é fazer luz. E é esse o convite que é feito a todos nós, que nós possamos fazer luz assim mesmo como nós estamos. Porque estamos aprendendo. E nos lembra o espírito André Luiz que nós evoluímos através do trabalho, através do serviço. Não precisamos esperar alcançar o nível de

er luz assim mesmo como nós estamos. Porque estamos aprendendo. E nos lembra o espírito André Luiz que nós evoluímos através do trabalho, através do serviço. Não precisamos esperar alcançar o nível de perfeição, de bondade para que a gente possa trabalhar. Não. Vamos nos ajudar a si mesmo como nós somos. Vamos nos unir no momento em que a gente tiver alguma atitude que a gente considere menos feliz, porque a nossa consciência já começa a despertar. Vamos retroceder e refazer aquele momento, pedir de pedir desculpas, fazer diferente, procurar levar um pouco de compreensão ao nosso ambiente, procurar, meus amigos, sintonizar com as forças do bem e do amor que nos regem, que nos amparam e que nos protegem. Eu agradeço a vocês esses momentos tão preciosos também para mim e convido a todos para que nós possamos finalizar esse nosso instante com o passe virtual. Desejo a todos um excelente dia, cheio de paz, cheio de tranquilidade, cheio de esperança. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso

o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. เฮ เฮ

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