Malu | LINGUAGEM (PALESTRA ESPÍRITA)
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Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs que nos assistem pela TV Comunhão. Neste momento agora de folga de almoço. Então, vamos assistir um pouquinho, conversar um pouquinho sobre linguagem do livro Fonte Viva do Chico Xavier pelo espírito emana. Então, nós vamos fazer primeiro uma prece e o nosso evangelho será a leitura do livro e depois a gente comenta um pouco. Agradeço a todos vocês a participação de estarem sempre conosco com a nossa querida comunhão espírita que abraça toda essa família aqui está presente e aqui se encontra distante. Somos todos irmãos. Quem se sentir confortável, por favor, feche os olhos. Vamos mentalizar um local de muita, muita planta, com aves, com pássaros cantando, com um rio correndo, uma cachoeira, o barulhinho da água e a gente vai relaxando ao se encontrar nesse local. vai recebendo da mãe natureza as energias que se fazem necessárias para o nosso corpo físico, mental e espiritual, repondo tudo que a gente gasta no corre do dia a dia. E vamos nos inundando de luz, da luz que vem do mais alto, da luz que vem dos nossos amigos e mentores espirituais, da luz que vem do nosso querido mentor individual, da luz que vem de tudo que nos cerca e vamos nos sentindo cada vez mais tranquilo, cada vez melhor. E aí a gente começa a pensar e a mentalizar a nossa família. A família onde nascemos, a família que constituímos, os amigos, o nosso local de trabalho, aqueles a quem magoamos e aqueles que nos feriram no abraço de pedir e de dar o perdão. Aos irmãos que se encontram nos hospitais. Aqueles que de alguma forma estão passando por algum problema físico, mental, material, espiritual, aquele que vier na sua mente, aos irmãos que se encontram na rua, que moram embaixo das pontes, nos abrigos, nos asilos, aos que partiram no dia de hoje para a pátria espiritual, principalmente aqueles que foram pelas vias do suicídio. a família desses irmãos que partiram, o nosso Brasil, a nossa Brasília, a explanada dos ministérios, os nossos dirigentes em
pátria espiritual, principalmente aqueles que foram pelas vias do suicídio. a família desses irmãos que partiram, o nosso Brasil, a nossa Brasília, a explanada dos ministérios, os nossos dirigentes em todos os poderes da União, dos estados e dos municípios, para que possam receber a luz do mais alto e ter discernimento Amor e justiça nos desígnios da nossa pátria. O nosso planeta, aqueles países que no momento estão passando por guerras, por fomes, por doenças, a todos os governantes, a toda a humanidade. E aí a gente recebe o abraço maior que nos emociona do mestre governador deste planeta. E ao recebermos esse abraço, o que nós podemos fazer, além da emoção imensa que sentimos, é agradecer. Agradecer, mestre amado, por ter vindo ficar conosco, por ternos trazido o evangelho de luz. o roteiro fiel do nosso do nosso crescimento espiritual, se assim o fizermos e praticarmos tudo aquilo que tu ensinou, mas principalmente praticou nos três anos do teu ministério. Gratidão pela família que nos deste, gratidão por tudo que nos cerca, gratidão pelas flores que embelezam, emperfumam a nossa caminhada. Gratidão pelos espinhos que nos fazem crescer e despertar. Gratidão pela saúde do nosso corpo físico, mental e espiritual. Gratidão por sermos perfeitos mesmo nas nossas imperfeições, porque estamos a cada dia buscando ser um pouquinho melhor do que no dia anterior e de que quando a gente parta daqui, a gente parta um pouco melhor do que quando chegou. Gratidão por lhe orar por por olhar por nós, por esse querido amigo e mentor que nos acompanha desde antes de reencarnarmos. Gratidão por todas as oportunidades que não é nos é dada a cada dia que amanhece. por todo o consolo e todo conselho e todo o amparo que nos é dado a cada noite que chega e quando dormirmos nos leva para os trabalhos e para as orientações necessárias. Gratidão, simplesmente gratidão. E a nossa leitura, como eu já falei, do livro Fonte Viva de Chico Xavé, dois pelo espírito de Emanuel, é a de número 43, linguagem.
e para as orientações necessárias. Gratidão, simplesmente gratidão. E a nossa leitura, como eu já falei, do livro Fonte Viva de Chico Xavé, dois pelo espírito de Emanuel, é a de número 43, linguagem. Linguagem sã e irrepreensível para o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que lhe dizer de nós. Paulo Tito 2.8. Pela linguagem, o homem ajuda-se ou se desajuda. Ainda mesmo que o nosso íntimo permaneça nevoado de problemas, não é aconselhável que a nossa palavra se faça turva ou desequilibrada para com os outros. Cada qual tem o seu enigma, a sua necessidade e a sua dor. E não é justo aumentar as aflições do vizinho com a carga de nossas inquietações. A exteriorização da queixa desencoraja. O verbo da aspereza vergasta. A observação do maldizente confunde pela nossa manifestação mal conduzida para com os erros dos outros, afastamos a verdade de nós. Pela nossa expressão verbalista menos enobrecida, repelimos a bênção do amor que nos encheria de contentamento de viver. Tenhamos a precisa coragem de eliminar por nós mesmos os raios de nossos sentimentos e desejos. controlados. A palavra é canal do eu. Pela válvula da língua, nossas paixões explodem ou nossas virtudes se estendem. Cada vez que arrojamos para fora de nós o vocabulário que nos é próprio, emitimos forças que destrói ou edificam, que solapam ou restauram, que ferem ou balsamizam. Linguagem, a nosso entender se constitui três elementos essenciais. É expressão, maneira e voz. Se não aclararmos a frase, se não apurarmos o modo e se não educarmos a voz de acordo com as situações, somos suscetíveis de perder as nossas melhores oportunidades de melhoria, entendimento e elevação. Paulo de Tasso fornece a receita adequada aos aprendizes do Evangelho. Nem linguagem doce demais, nem amarga com excesso, nem branda em demasia, afoguentando a confiança, nem áspera ou contundente, quebrando a simpatia, mas sim linguagem sã e irrepreensível para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós. É, a gente sabe
uentando a confiança, nem áspera ou contundente, quebrando a simpatia, mas sim linguagem sã e irrepreensível para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós. É, a gente sabe que a linguagem, né, a comunicação, como é importante a gente se comunicar e comunicar de uma maneira certa. A gente precisa aprender a fazer isso. Tudo é aprendizado e tudo é prática. Assim como a gente aprendeu a falar lá na infância, a gente precisa continuar aprendendo a falar, a ter uma linguagem apropriada no nosso dia a dia. Muitas vezes não é o que a gente quer dizer o que a gente diz, mas a maneira como a gente se utiliza da linguagem que vai ferir o outro. Muitas vezes a gente se é se acha o dono da verdade e como dono da verdade a gente fala de maneiras que vai ferir e magoar o outro. Porque muitas vezes a gente julga o outro achando que esse irmão não tem discernimento, não tem as condições e o conhecimento que nós temos. Às vezes a gente está tão abarrotado de tanta coisa, de fazer tudo por todos e não para para nos analisarmos, para vermos que estamos realmente muito cansados. E aí vem aquela história da gotinha d'água. Alguém fala alguma coisinha, não por maldade, mas a gente explode e usa um linguajar que fere. Por quê? Porque a gente não se olhou, porque a gente não se protegeu, porque a gente não vigiou, porque a gente não se modificou, porque a gente não tomou o conhecimento suficiente de que precisava dar uma parada para pensar, dar uma parada para se avaliar. E por mais que a gente mantenha a calma e a paciência no nosso dia a dia, muitas vezes chorando por dentro, mas sorrindo por fora, às vezes é como o ditado popular fala, uma coisinha foi a gota d'água que fez com que o copo desandasse, derramasse o que tinha de líquido lá dentro. Isso às vezes acontece com a gente, né? a gente tá tão abarrotado de coisas no corre do dia a dia, com família, com trabalho, com estudo, enfim, são milhões de coisas. E a gente vai entrando nesse ritmo e não vai notando que precisa de uma avaliação,
tão abarrotado de coisas no corre do dia a dia, com família, com trabalho, com estudo, enfim, são milhões de coisas. E a gente vai entrando nesse ritmo e não vai notando que precisa de uma avaliação, que precisa de um descanso mental, espiritual e material. O corpo cansa também. E aí vem alguém no trânsito, no dá uma flechada, a gente para o carro e sai do controle. E nesse sai do controle, muitas vezes a gente vê o que acontece, são brigas. Aí vem além da da da parte da do linguajar, do ferir com a linguajar, muitas vezes vem o ferir fisicamente, né, com agressões, até mesmo com a morte de alguém. Então, a gente aprender a olhar para nós, a gente aprender a nos conhecermos, é o autoconhecimento, para que a gente aprenda a se utilizar da linguagem de maneira correta, no lugar correto, com as pessoas corretas, para que a gente possa ter o equilíbrio, o equilíbrio na nossa linguagem. o equilíbrio da gente falar o que precisa ser falado, mas com bondade, mas com amor. Não é falar a com amorosidade demais, passando a mão na cabeça. Às vezes a gente faz isso e perde até o respeito. Não é falar grosseiro, mas é o falar com energia, a verdade sem ferir, aquilo que vai ajudar ao outro a crescer e a nós também. E tudo é um aprendizado, tudo é um treino. Se a gente errou e a gente ainda erra, vamos nos analisar, vamos ver o que que foi que aconteceu naquele momento, porque a gente perdeu o nosso controle, porque a gente não vigiou o suficiente para muitas vezes respirar fundo e se retirar para depois, num momento oportuno falar, porque também muitas vezes a gente entra nesse ritmo e acaba fazendo de sopetão, porque a gente não parou para pensar, a gente não se analisou e não não nos analisando, a gente não viu como emocionalmente nós estávamos e aí acabamos deixando nos levar simplesmente pela emoção. em vez da gente aliar a emoção, a razão e tomar decisões certas e palavras certas no linguajar correto naquele momento. Então, é uma questão sempre de autoconhecimento, uma questão sempre da
a emoção. em vez da gente aliar a emoção, a razão e tomar decisões certas e palavras certas no linguajar correto naquele momento. Então, é uma questão sempre de autoconhecimento, uma questão sempre da gente estar se vigiando. O Cristo já nos disse: "Vigiai, orai." E o vigiai não é só a gente vigiar em relação aos obsessores, é principalmente em relação a nós mesmos. Mas a gente só vai conseguir se vigiar quando a gente conseguir se autoanalisar. Se a gente for levando a vida, como vem fazendo até agora, sem nos analisarmos, por nós tivemos essa essa decisão, porque nós fizemos dessa maneira, como nós estávamos emocionalmente, a gente vai continuar fazendo, porque ainda não acertamos com nós mesmos que nós precisamos de uma mudança. E a gente só começa essa mudança, só começa essa análise, só começa essa modificação, só começa esse crescimento quando a gente aceita que precisa mudar. Não é simplesmente, ah, eu cometi essa falha e eu vou tá carregando um sentimento de culpa. Não, também não é certo. Não é carregar sentimento de culpa. Eu fui responsável pelo que eu fiz. tem a oportunidade, senta com a pessoa e conversa. Coloca, como se diz os pingos nos diz, pede perdão, pede desculpa, mas vamos fazer a nossa parte, não carregando uma culpa, mas nos analisando. Por que que eu tomei essa atitude? Por que que eu falei assim? Não é o meu habitual, né? Eu sou normalmente uma pessoa mais calma, uma pessoa mais paciente e de repente eu perdi a paciência. De repente eu falei da maneira que eu não tenho esse costume de falar. Que que aconteceu? Foram os obsessores que chegaram perto de mim? Pode ser assim também, mas eles só chegaram porque nós abrimos a brecha e a brecha foi alguma coisa que nos irritou, alguma coisa que nos fez raiva e a gente deu um retorno, um retorno com raiva, um retorno sem parar para pensar, simplesmente jogou para fora aquilo que nós estamos trazendo dentro de nós e que a gente ainda nem descobriu que tem, que a gente muitas vezes tá cansado, tá precisando de um
no sem parar para pensar, simplesmente jogou para fora aquilo que nós estamos trazendo dentro de nós e que a gente ainda nem descobriu que tem, que a gente muitas vezes tá cansado, tá precisando de um descanso. Muitas vezes a gente tá muito emotivo, muitas vezes a gente tá muito ansioso, o dia a dia tá nos deixando assim, muito estressado. E a gente não arruma o tempo para trabalhar isso, para nos conhecermos e para trabalharmos o estress, a ansiedade. Tem como a gente fazer essa ajuda pra gente? Se a gente não consegue só tem ajuda, né? A meditação, a oração, antes da gente tomar uma decisão impensada, fazer uma prece antes e a gente se acalma. Ou como disse a mãe do Chico para ele, usar da água da paz. Sabiam da história? Um dia ele tava meio chateado e abrir a boca para dar uma resposta e a mãe dele chegou e ensinou, disse para ele que quando ele tivesse daquele jeito, usasse a água da paz e saiu. E o Chico foi atrás da água da paz. Ele achou que era um remédio e procurou em tudo quanto foi farmácia. Pedro Leopoldo, Belo Horizonte, pediu pros amigos procurarem em São Paulo. Ninguém achava água da paz. Quando ele reencontrou a mãe, ele falou: "Mãe, não tô encontrando a água da paz. Onde é que a gente encontra essa água?" E ela: "Não, meu filho, simplesmente quando você tiver desse jeito, num ponto de explodir, você pega a água, coloca na boca e não engole. Fica com água na boca até a raiva passar, até esse ímpeto de agredir passar, até que o ímpeto de dar uma resposta que vai ferir e a gente vai se arrepender depois, passar, depois você joga a água fora e você vê o quanto que isso te acalmou. Então são mecanismos que a gente precisa aprender a ter até a gente aprender a não ficar mais assim. Tudo é um aprendizado, tudo é um treino. Vai ter dias que a gente não vai precisar da água da paz. Antigamente os orientais colocavam a língua no céu da boca. Não sei hoje, mas antigamente sim. Porque se a gente treinar, colocar a língua no céu da boca, a gente vai ver que não consegue falar.
paz. Antigamente os orientais colocavam a língua no céu da boca. Não sei hoje, mas antigamente sim. Porque se a gente treinar, colocar a língua no céu da boca, a gente vai ver que não consegue falar. Enquanto tá assim, a gente vai se acalmando, vai fazendo uma prece, vai pedindo uma ajuda e aí vai dar o retorno da maneira certa com linguajar certo para não ferir, para não magoar. E se assim a gente for fazendo, se assim a gente for treinando, a gente vai conquistando cada vez mais momentos de sabedoria. Momentos de emoções que a gente já sabe como trabalhar, já sabe como controlar, de aliar a emoção com a razão para chegarmos do ponto do equilíbrio. É difícil, mas não é impossível. É treino. Vamos cair muitas vezes? Sim. A gente não tem esse hábito. Quantas vezes um filho faz uma pergunta, a gente tá tão atormentada com milhões de coisas que a gente já dá uma resposta sem parar para pensar. Que é que você quer? O que que você quer? Não é o não é a resposta, não é a pergunta em si. É a maneira como a gente jogou isso para fora, a maneira como a gente falou essa essa expressão e às vezes passa pra criança que a gente não quer estar com ele, que a gente tá com raiva. Mas quando a gente começa a se observar e começa a ver, a gente pode fazer a mesma pergunta: "O que que você quer, meu filho?" Agora a mamãe tá ocupada. daqui a pouco eu te eu vejo o que que você tá precisando. Então, são maneiras que a gente fala, são maneiras como a gente se expressa. Então, a comunicação ela é muito, muito importante para todos nós em todos os momentos, na relação de pai e filho, de mãe e filho, marido, mulher, pai, mãe, amigos, cunhados, cunhadas, enfim. para todos aqueles com quem a gente convive, aqueles que são estranhos, muito difícil a gente agride. Às vezes faz, mas muitas vezes a gente não faz porque fica com medo do retorno e por educação, né? principalmente com os de casa. A gente precisa também vigiar de como a gente tá se comunicando, de como a gente tá usando a linguagem, não só a linguagem falada,
om medo do retorno e por educação, né? principalmente com os de casa. A gente precisa também vigiar de como a gente tá se comunicando, de como a gente tá usando a linguagem, não só a linguagem falada, mas a linguagem do corpo, que muitas vezes fala muito. A maneira como a gente olha, a maneira como a gente fecha o rosto, fecha a cara, né? Não dá um sorriso também. Isso é linguagem também. a gente pode ferir o outro com esse tipo de linguagem. Então, é importante que a gente aprenda sempre a se olhar, a se analisar. E cada passinho que a gente dá no autoconhecimento, a gente vai dando passinhos no auto perdão, passinhos do autoamor, porque a gente ainda não aprendeu também a se amar o suficiente, a se perdoar o suficiente. A gente ainda carrega muita culpa. Olha pro passado, ah, mas eu errei nisso, vai culpa. Eu errei nisso, vai culpa. E não é, a gente é responsável pelo que a gente fez. Eu posso voltar no passado e modificar? Não. Mas eu posso fazer um novo fim. Eu posso mudar daqui pra frente e não repetir mais aquelas falhas. Procurar não repetir. E o procurar não repetir é tá vigiando. E quando a gente vê que tá começando, opa, para, bota a aguinha na pai na boca, pensa, reflete, faz uma prece, pede ajuda, a espiritualidade sempre vem, porque eles sempre estão do nosso lado. Nós nunca, nunca, nunca estamos sós. Mas isso, como eu já falei, falar novamente, a gente precisa fazer o autoconhecimento. A gente já fugiu muito. Todas as encarnações passadas a gente vem fugindo. Por isso que a gente chegou na de hoje, com muita coisa a ser mudada, com muita coisa a ser observada em nós mesmos e que a gente precisa mais do que nunca crescer. Porque a lei do progresso, ela não para, é uma lei e todos nós precisamos crescer. Quer a gente queira, quer não. A lei sempre vem para que a gente faça as nossos crescimentos com amor e por amor. Tá todo o ensinamento aí, ensinamentos do mestre no seu evangelho. Amar ao próximo como a si mesmo. Então, primeiro eu vou me olhar. Eu me
que a gente faça as nossos crescimentos com amor e por amor. Tá todo o ensinamento aí, ensinamentos do mestre no seu evangelho. Amar ao próximo como a si mesmo. Então, primeiro eu vou me olhar. Eu me amo. Se eu me amo, eu tenho uma linguagem boa? Eu me vigio. São perguntas que a gente vai fazendo. E aí vem a doutrina espírita que nos fala da reforma íntima, que a psicologia fala de autoconhecimento. É a mesma coisa. É, a gente só vai se reformar se a gente conhecer aquilo que a gente precisa sabe, vai sabe que precisa mudar. Então, é muitas vezes a gente perder a paciência, a gente falar em linguagem que não deve, a gente falar de maneira que não que vai ferir, não o que vai falar, mas a maneira como a gente fala. Então é a gente se observar e à noite, antes de dormir, antes de fazer a prece, a gente se perguntar, se olhar o que que a gente fez durante o dia que poderia ter sido feito diferente, o que que a gente fez durante o dia que a gente acertou e nos parabenizarmos pelo que a gente acertou. A vida é uma escola, a terra é uma escola. a gente acerta, a gente erra. Então vamos receber o parabéns por aquele que a gente acerta, já tá conseguindo acertar pra gente ir acertando cada vez mais. Então a gente cai, mas a gente precisa levantar. Não dá mais para ficar deitado. Os tempos são chegados. A Terra está num momento de transição, chegando que está há pouco tempo num planeta de regeneração. E é isso. Ele já me apontou ali a luzinha. Então, obrigada por todos vocês que estão conosco, tanto presencialmente quanto via internet. Agradeço e vamos fazer aquela pressa que o mestre nos ensinou. Mas depois pense em cada palavra, em cada frase, porque o Pai Nosso é um grande compromisso que a gente faz com Deus e conosco. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E
enha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. E sigam em paz. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores
sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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